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Nesta terça-feira (10), foi realizado o primeiro dia de aplicação de provas do Exame Nacional do Ensino Médio Para Privados de Liberdade (Enem PPL), além da reaplicação dos do Enem para pessoas que tiveram problemas de logística. Os participantes tiveram cinco horas e meia para responder às 90 questões de linguagens e ciências humanas, além da redação. 

Nesta quarta-feira (11), serão realizadas as provas de matemática e ciências da natureza. O LeiaJá esteve em uma unidade prisional na Região Metropolitana do Recife (RMR) durante a tarde desta terça-feira (10) e, em entrevista com alguns detentos, a reportagem apurou que o tema da redação tem relação com o abuso do uso da internet.

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Procurado pelo LeiaJá, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), organizador do Enem, informou que não há, até o momento, nenhuma informação oficial sobre o tema da redação do Enem PPL. A divulgação será realizada apenas nesta quarta (11).   

Na edição de 2019, foram registrados 46.163 inscritos no Enem PPL. São Paulo é o estado que concentra mais participantes, com 15.826, seguido de Minas Gerais, com 4.959. As inscrições foram feitas pelo responsável pedagógico de cada unidade prisional ou socioeducativa. As inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e outros programas de acesso ao ensino superior também dependem do intermédio de responsáveis pedagógicos. 

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A Universidade de Pernambuco (UPE) divulgou os cadernos de provas e gabaritos da seleção para os programas de residência médica e multiprofissional 2020. Os candidatos responderam às questões nesse domingo (8). 

Para o próximo ano, são oferecidas 866 vagas na residência médica em 78 especialidades e 644 vagas para residências multiprofissionais, em 63 áreas de atuação. O resultado tem previsão de divulgação para o dia 24 de janeiro no site da UPE

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A questão 4 da prova de segunda fase da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) na área de Direito do Trabalho tem causado polêmica entre os examinandos, que questionam a possibilidade de anulação. Na avaliação da professora Renata Berenguer, a Fundação Getúlio Vargas (FGV), organizadora do exame, deve retificar o padrão de resposta a este item em breve. 

Ela afirma que o problema está na letra “A” da questão, que fala sobre dirigente sindical suspenso pela empresa durante 60 dias, devido a uma falta grave. O texto da questão explica que a empresa instaurou inquérito judicial contra o funcionário, devido à participação em uma greve no local de trabalho e, mesmo sem cometer excessos, gerou prejuízos financeiros ao empregador. 

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A letra “A” questionava os examinandos sobre qual seria o instituto jurídico preliminar a ser aplicado pela defesa do líder sindical em questão. A professora Renata explicou que na questão não foi respeitado o prazo decadencial da ação. 

“Prazo decadencial de 30 dias não é matéria de preliminar, isso porque a decadência extingue o processo com resolução do mérito”, disse ela. Diante disso, ela acredita que o padrão de respostas “deve ser retificado em breve”. 

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Nesta segunda-feira (2), a Universidade de Pernambuco (UPE) realiza o segundo dia de provas do Sistema Seriado de Avaliação para alunos do segundo ano (SSA 2). Nesta tarde, os candidatos respondem às 46 questões de biologia, química, história, geografia e sociologia. Os testes começaram às 14h15 e a prova se encerra às 18h15. As notas serão divulgadas até o dia 15 de março no site do vestibular seriado

Aghata de França tem 16 anos e está se decidindo entre os cursos de medicina e enfermagem. Ela conta que passou o ano indo a aulões e estudando na escola em período integral. "Me identifico com saúde desde os seis anos e, com certeza, me sinto confiante de que vai dar certo no ano que vem", disse a jovem. 

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O estudante Rodrigo César Soares, de 17 anos, conta que estudou em cursinhos preparatórios durante o ano e deseja cursar engenharia civil. Ele relatou que a ansiedade está menor depois de ter feito as provas do primeiro dia. "Meu primeiro dia de provas foi bom, então me sinto mais confiante pela aprovação no ano que vem", afirmou o aluno. 

Já Oliany Rocha, de 15 anos, ainda não escolheu o curso em que deseja entrar. A jovem conta que além de frequentar a escola estudou em casa e está confiante para a aprovação em 2020. “Ainda estou decidindo [o curso], gosto de profissões humanizadas que permitam ajudar as pessoas. Eu me sinto otimista [sobre a aprovação], a esperança é a última que morre”, afirmou a estudante. 

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As provas da segunda fase do XXX Exame de Ordem Unificado, realizadas pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), foram aplicadas neste domingo (1º), em todo o país. Na opinião da professora Manoela Alves, a peça escolhida para a prova, um Recurso Ordinário Constitucional (ROC), não atendeu aos anseios dos examinandos pois “não é a peça mais esperada pelos alunos”. 

Apesar disso, a professora também salienta que não se tratou de uma prova difícil. “Como a questão pede um recurso cabível da decisão com essas características, ficava claro que a questão encaminhava a gente para o ROC. Eu não diria que foi fácil nem difícil, mas sai do usual”, afirmou Manoela. 

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Na avaliação de Manoela, as questões da prova seguiram mais o que era esperado por professores e estudantes. “Quanto às questões, acredito que estavam mais dentro do que se espera. Tivemos temas como lançamento de tributo, súmula vinculante, liberdade de associação e controle de constitucionalidade. Foram questões bem razoáveis que permitiram a nossos alunos e alunas terem um bom desempenho”, afirma a professora. 

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Neste domingo (1°), os bacharéis e estudantes de direito responderam às questões da segunda fase da XXX edição do Exame de Ordem Unificado, promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

A prova de Direito do Trabalho, de acordo com o professor Paulo Rodrigo, foi dentro do esperado, mas exigia atenção e trouxe uma peça prático-profissional frequentemente abordada. “[Foi uma] reclamação trabalhista, peça dentro do esperado, mas que exigia muita atenção. Abordava hora extra, devolução de despesas materiais e desconto de imposto sindical”, disse o professor.

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As questões, na avaliação do professor, foram bem elaboradas e “exigiam que o candidato entendesse de súmulas do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e alguns prazos. A terceira questão, que falava de piso salarial e convenção coletiva, foi um pouco mais difícil”, afirmou ele. 

O LeiaJá ainda trouxe os comentários de professores sobre as disciplinas de direito tributário, direito administrativo, entre outras. Confira abaixo.

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Neste domingo (1°), os bacharéis e estudantes de direito responderam às questões da segunda fase da XXX edição do Exame de Ordem Unificado, promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A professora de Direito Tributário Mariana Martins explicou que a peça prático-profissional pedida foi uma apelação. 

“O aluno precisava falar sobre a ilegitimidade do sócio, que tem previsão no artigo 135 inciso 3º do Código Tributário Nacional (CTN) e na súmula 430 do Superior Tribunal de Justiça (STJ)”, disse ela. A professora também explicou que o examinando deveria falar sobre a indisponibilidade de bens e direitos, que tem previsão no Artigo 185-A do CTN e na Súmula 560 do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

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No que diz respeito às questões ela citou alguns dos temas cobrados, como imunidade tributária das entidades de assistência social, IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e ICMS (Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação), por exemplo.  

Na opinião da professora, a prova teve um nível de dificuldade menos elevado do que foi visto em edições anteriores do exame. “A identificação da peça não foi difícil e as questões, de modo geral, exigiam conhecimento aprofundado em algumas matérias, mas em outras, não. Assim, a dificuldade foi menor”, disse ela.

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As provas da segunda fase do XXX Exame de Ordem Unificado, realizado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), foram aplicadas neste domingo (1º).  Segundo a professora de Direito Administrativo, Isabella Galvão, a prova esteve dentro do esperado. 

“Dos sete assuntos que eu falei para o Vai Cair na OAB (@vaicairnaoab) como dicas de temas para os candidatos revisarem, quatro caíram na prova”, afirmou a professora. Isabella ainda explicou que a peça prático-profissional foi uma contestação em ação de improbidade administrativa, já cobrada em exames anteriores. “Houve a necessidade de apresentar preliminares, uma sobre citação e outra em relação ao prazo prescricional. Também foi cobrado o assunto de princípios, em que o aluno deveria pontuar sobre o princípio da moralidade”, disse a professora. 

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No que diz respeito às questões, Isabella afirma que a prova cobrou ainda mais temas que já são frequentes. “Tivemos duas questões que cobraram a Lei 8.666 de 1993 sobre licitação e contratos administrativos. É um assunto muito cobrado e nessa edição foi até mais que o habitual. Também foi cobrado sobre a atuação do Tribunal de Contas”, declarou ela.

Na avaliação da professora Isabella, a Fundação Getúlio Vargas (FGV), organizadora do exame, não surpreendeu e ajudou estudantes que já vêm se preparando e responderam provas de edições passadas. “Foi uma prova boa, justa e no nível razoável. O aluno que se preparou e fez provas antigas consegue. A FGV não surpreendeu e essa falta de surpresa é boa pois nos deixa em um terreno seguro”, disse ela. 

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As provas da segunda fase do XXX Exame de Ordem Unificado, realizado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), foram aplicadas neste domingo (1º). Na opinião da professora Danielle Burichel, a prova dos examinandos que escolheram Direito Penal estava dentro do esperado e sem grandes surpresas. 

“Foi uma prova dentro do esperado, cobrando como de costume o conhecimento do candidato, o conhecimento de súmulas, distinção entre matéria de direito processual e direito material. A peça profissional, uma apelação, cobrou do candidato uma questão da ausência de representação do ofendido em crime de ação pública condicionada à representação, a lesão corporal culposa na condução de veículo automotor”, disse a professora. 

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Questionada quanto à elaboração e nível de dificuldade da prova, a professora Danielle afirmou que foi uma prova com um nível esperado e apostou em uma quantidade de aprovações elevada. “As matérias abordadas foram tranquilas, não teve grande complexidade, razão pela qual acredita-se que haverá um número elevado de aprovações”, pontuou.

De acordo com a professora, tanto a peça quanto as questões abordaram temas que foram comentados nas dicas que ela deu aos alunos durante lives e em vídeos do projeto multimídia realizado em parceria com o LeiaJá, Vai Cair na OAB (@vaicairnaoab). “Muito do que apareceu na prova estava nas dicas do Vai Cair na OAB, por isso é importante continuar acompanhando para lembrar das dicas”, disse ela.

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O vestibular de medicina da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau, no Recife, será realizado neste final de semana. As provas serão aplicadas das 13h às 18h no primeiro dia e das 13h às 17h no segundo. 

Neste sábado (30), os estudantes respondem às provas de Ciências Humanas, Linguagens e redação. No domingo (1º) é a vez das provas de matemática e Ciências da Natureza. 

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No próximo domingo (1º) e na segunda-feira (2), estudantes de 1º e 2º anos do ensino médio responderão às provas do Sistema Seriado de Avaliação (SSA) da Universidade de Pernambuco (UPE). No primeiro dia, os estudantes encaram provas de língua portuguesa, matemática, física, língua estrangeira (inglês ou espanhol) e filosofia. No segundo, é a vez das questões de biologia, química, história, geografia e sociologia.

Estudantes inscritos no SSA 1 (primeira fase do vestibular) farão provas durante a manhã, das 8h15 às 12h15, com fechamento do portão às 8h. Os alunos que estão no SSA 2, por sua vez, vão responder às questões à tarde, das 14h15 às 18h15. O portão será fechado às 14h. 

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Para ter acesso aos locais de prova, os estudantes devem emitir e levar o cartão de identificação disponível no site da UPE, além da carteira de identidade ou outros documentos oficiais com foto e assinatura recentes. Também é necessário levar caneta esferográfica com tinta azul ou preta. 

As notas dos estudantes serão disponibilizadas até o dia 15 de março de 2020 através da área reservada do estudante no site do vestibular. Outras informações podem ser obtidas através dos telefones (81) 3183-3660 e (81) 3183-3791, no endereço de e-mail processodeingresso@upe.br ou por meio da página do SSA na internet

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A Universidade de Pernambuco (UPE) divulgou, nesta quarta-feira (27), os gabaritos definitivos das provas do Sistema Seriado de Avaliação (SSA 3). O exame foi realizado nos dias 17 e 18 deste mês. Confira:

Gabarito - primeiro dia

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Gabarito - segundo dia

Resposta aos recursos - primeiro dia

Resposta aos recursos - segundo dia

De acordo com a UPE, no primeiro dia de provas do SSA, um quesito foi anulado. Já no segundo dia, uma questão foi anulada, bem como houve troca de alternativa de uma questão.

Os nomes dos estudantes classificados deverão ser anunciados no dia 17 de janeiro e relação dos remanejáveis está prevista para ser divulgada até 22 de janeiro. O edital de matrícula sairá, segundo a UPE, até 17 de janeiro.

Mais informações sobre o SSA podem ser obtidas pelo site do Processo de Ingresso. O público ainda pode entrar em contato com os telefones (81) 3183-3660 e 3183-3791.

A Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) divulgou, nesta segunda-feira (25), o gabarito das provas da primeira fase realizadas neste domingo (24), em São Paulo. Os candidatos responderam questões de português, matemática, história, química, geografia, física, entre outras áreas.

Os locais de provas da segunda fase - que terá uma avaliação específica conforme os cursos pretendidos - serão divulgados no próximo dia 9 de dezembro. Os exames serão realizados nos dias 5 e 6 de janeiro de 2020. 

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As provas desse domingo foram aplicadas em 35 cidades do Estado de São Paulo. Ao todo, 129.148 mil candidatos se inscreveram para participar do vestibular para concorrerem a 8.137 vagas de 106 cursos.

 

A Universidade de Campinas (Unicamp) divulgou o gabarito oficial de seu vestibular 2020 nesta terça-feira (19). Os 66,8 mil candidatos que participaram podem conferir as respostas das questões da primeira fase do processo de seleção para as vagas clicando aqui

O vestibular 2020 da Unicamp foi cercado por uma polêmica em torno da questão 32 das provas Q e X. O motivo é que professores e estudantes viram muitas semelhanças com uma questão aplicada no vestibular da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), que realiza seleções para outras universidades em São Paulo. Apesar da polêmica, a questão foi mantida no gabarito oficial sob alegação da banca organizadora, a Comissão Permanente para Vestibulares da Unicamp (Comvest), e que a semelhança é “compreensível” e não gera prejuízo nem vantagem para nenhum estudante. 

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“Trata-se de uma coincidência compreensível quando se tem por base o trabalho focado em áreas de conhecimento desenvolvidas no Ensino Médio. A banca elaboradora será consultada e seu posicionamento, acerca da questão em debate, será comunicado junto a divulgação do gabarito oficial", disse a banca por meio de nota. 

A Comvest também afirmou ter consultado sua banca a respeito da similaridade das questões e verificado que “não há problemas quanto à pertinência e à clareza da questão. À parte a proximidade entre essa questão e uma usada em outro exame vestibular em 2018, não houve prejuízos ou benefícios a qualquer candidato. O tópico é recorrente no Ensino Médio e nas avaliações, assim como a natureza da contextualização usada. Dessa forma, a banca concluiu pela manutenção da questão". 

Nesta edição do vestibular, a Unicamp está ofertando 2,5 mil vagas em 69 cursos de graduação. A lista de aprovados na primeira fase, as notas de corte de cada curso e locais de prova para a segunda fase serão divulgadas no dia 9 de dezembro no site da vestibular.

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Com o fim da aplicação das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que foram realizadas nos dias 3 e 10 de novembro, a próxima etapa a ser cumprida pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), organizadora do processo, é a correção do certame. O Enem contou com mais de 5 mil inscritos.

De acordo com o Inep, após a saída do último participante da sala de provas, o chefe de sala iniciou o procedimento de checagem e segurança que garante o sigilo e isonomia do exame. Foi feita a conferência dos cartões-resposta, além das folhas de redação e de rascunho dos candidatos presentes e ausentes.

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Após a conferência, os materiais foram encaminhados em malotes para o Rio de Janeiro, rumo ao consórcio aplicador, que é composto pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pela Fundação Cesgranrio. Ainda de acordo com o Inep, quase 10 milhões de cartões-reposta passam por uma triagem e digitalização.

O consórcio, por sua vez, é responsável pela computação dos dados constantes nos cartões, no qual é utilizado um sistema de reconhecimento automatizado que extrai os dados com as respostas das questões objetivas de cada participante e em seguida são encaminhados ao Inep. 

Ao Instituto, cabe processar os resultados do Enem, com base na Teoria da Resposta ao Item (TRI), e gerar o boletim de desempenho com as notas das quatro provas objetivas.

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi aplicado aos estudantes neste domingo (10), com as provas de matemática e Ciências da Natureza, que inclui as disciplinas de química, física e biologia. O LeiaJá ouviu professores da área de biologia para analisar a prova e explicar como foram as questões deste ano. 

Para o professor André Luiz, a prova de biologia tradicionalmente vem sendo conteudista nos últimos anos, mas teve como novidade em 2019 um perfil mais objetivo e direto. A conexão de assuntos, de acordo com o professor, também foi uma característica da prova.

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“A prova foi interdisciplinar principalmente com química, alguma coisa com física, mas o melhor é teve conexão entre assuntos da própria biologia. Misturou genética com fisiologia, meio ambiente com fisiologia, foi uma prova bem interessante”, disse o professor. 

No que diz respeito ao nível de dificuldade, o professor André afirmou que a prova “foi uma prova do mesmo nível, mas teve uma linguagem mais acessível e ligada ao cotidiano. Sendo mais acessível, podemos até dizer que ela foi um pouco mais fácil que a do ano passado”, disse ele. 

Tayrine Rocha, que também é professora de biologia, explicou que a prova veio mais elaborada e direta. “A gente vê poucos textos e interpretação. Facilita para alguns estudantes, mas é mais difícil para outros porque a prova estava mais conteudista. Foi uma prova boa que continuou no mesmo padrão do ano passado, mas muito mais direta”, afirmou ela. 

No que diz respeito à presença da biologia na prova de ciências da natureza, a professora afirmou que a quantidade de questões foi similar às outras edições do Enem. Para Tayrine, a prova foi interdisciplinar, mas tem como traço principal a inovação na ciência presente nos textos das questões. “Eu posso citar como exemplo o rim biônico, que é um protótipo, e a possível vacina para vermes, que a gente ainda não tem mas a Fiocruz já está testando uma vacina experimental”, afirmou a professora. 

Confira abaixo a análise dos professores

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Estudantes de todo o Brasil iniciaram, às 13h30 deste domingo (10), horário de Brasília, a segunda e última etapa de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Até 18h30, os candidatos respondem 90 questões distribuídas entre as áreas de Ciências da Natureza e matemática. Mais de 5 milhões de pessoas se inscreveram para a edição deste ano.

A partir das 15h30, os estudantes podem deixar os locais de prova, mas sem os cadernos de questões. Para levar as impressões, elas devem sair dos prédios de realização do Enem às 18h.

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No dia 3 de novembro, primeiro dia do processo seletivo, os feras enfrentaram questões de Linguagens, Ciências Humanas, além da redação. O gabarito oficial dos dois dias de prova, segundo o Ministério da Educação (MEC), será divulgado no dia 13 de novembro.

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As mudanças na aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que era realizado em um final de semana e agora é feito em dois domingos consecutivos, deu aos feras mais tempo para revisar conteúdos entre as provas. Durante a semana, estudantes que acreditam ter acertado poucas questões podem se sentir ansiosos, desejando compensar o desempenho nas provas seguintes.

O professor de química Josinaldo Lins sempre tenta dar esperanças aos estudantes e afirma que “o fera não deve, sob maneira alguma, alimentar ideias negativas sobre a prova do primeiro dia” para evitar a perda de confiança e por a perder o trabalho de um ano inteiro. “Gosto de comparar a prova a uma partida de futebol. Se você não se deu tão bem no jogo da ida, tem plenas condições de ir buscar o resultado que o classifica no jogo da volta”, disse ele.

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Ricardinho Rocha é professor de matemática e afirma que os estudantes podem ter uma nota alta mesmo com poucos acertos se conseguir responder corretamente às questões fáceis, devido ao sistema de pontuação utilizado pelo Enem, a Teoria de Resposta ao Item (TRI). 

“Se acertou todas as [questões] fáceis da prova, a pontuação tende a subir muito. [O fera] só vai saber quando sair sua nota”, disse Ricardinho. O professor também deu um recado para os alunos que acham que se deram bem. “Não existe jogo ganho. É igual a partida de futebol, só acaba quando o juiz apita”, afirmou. 

O professor Arthur Costa ensina biologia e explica que o fera não tem como saber se foi bem ou mal no primeiro dia, pois a dificuldade das questões é mais determinante para a nota que o número de acertos. “Os acertos serão submetidos a uma correção em que as questões não têm o mesmo valor, uma pessoa acertou 30 questões e errou algumas questões fáceis terá a nota descredibilizada”, disse ele. Assim, na opinião de Arthur, o aluno deve “ir para a prova seguinte como se nada tivesse acontecido, pois não vai saber o que aconteceu com a nota dele”.

A mesma posição é defendida por Gustavo Bruno de Mello Barreto, que dá aulas de física há seis anos. “As questões do Enem possuem peso, então não tem como o estudante se basear [seu desempenho] pelo número de questões acertadas. [O aluno] deve manter a tranquilidade, independente do primeiro dia, pois a prova é composta por duas etapas”, disse o professor. 

Gustavo explicou que, durante esta semana, os feras devem realizar revisões. “O aluno tem que focar em resolução de exercícios das provas anteriores e dar a última revisada nos assuntos mais recorrentes de cada matéria”, disse ele. O professor também recomendou aos estudantes buscar equilíbrio entre os temas de maior e menor afinidade para “alavancar a matéria de domínio e garantir pontos preciosos na matéria mais fraca”. 

No entanto, o professor de química Josinaldo Lins lembra aos feras que é importante não se sobrecarregar mentalmente com os estudos nos últimos dias. Na sua opinião o fera “deve sair, passear ao ar livre, ir ao cinema, enfim, atividades leves. Calma, descanso e tranquilidade, sem sombra de dúvida, são essenciais. Relaxar, ouvir boa música, assistir um filme leve, alimentar-se bem, tudo isso somado ajuda a manter o fera em equilíbrio consigo mesmo”, disse.

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi aplicado no último domingo (3), quando os participantes fizeram provas de redação, linguagens e ciências humanas. A segunda etapa de provas, quando os estudantes encaram as questões de matemática e ciências da natureza, será realizada no próximo domingo (10).

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Polêmicas a respeito da elaboração das questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) envolveram especulações sobre a interferência do Governo Federal no conteúdo das provas. Diante desse cenário e poucas certezas, muitos estudantes levantam questionamentos sobre como o Enem é pensado e se é possível haver interferência política nesse processo.

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), há um banco de questões, chamado Banco Nacional de Itens (BNI), que é constantemente alimentado todos os anos. Assim, de acordo com as informações do Inep, o Enem de um ano pode ter questões que foram elaboradas há mais tempo. 

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As alternativas, ainda segundo informações do Inep, o processo se inicia com a publicação de editais de credenciamento de colaboradores, que podem ser professores ou instituições de ensino. Os credenciados são selecionados pelo Instituto e passam a participar da elaboração de questões. 

O coordenador-geral de Exames para Certificação do Inep, Eduardo Carvalho Sousa, afirmou que os selecionados para elaborar questões passam por um procedimento de capacitação. “Os colaboradores tomam conhecimento dos critérios estabelecidos no Guia de Elaboração e Revisão de Itens e das matrizes de competências e habilidades das suas respectivas áreas de conhecimento”, disse ele.

As questões também passam por um procedimento prévio para receber a aprovação e entrar no Banco Nacional de Itens em uma etapa chamada “pré-teste”. Um conjunto de questões é exposto a grupo de pessoas com características similares às do público-alvo do Enem para estimar de parâmetros como a dificuldade e probabilidade de acerto. Após os testes, as questões que estão de acordo com os requisitos do Inep são reincorporadas ao BNI e disponibilizadas para a montagem de provas futuras.

Para montar a prova, há critérios levados em consideração como a diversidade de temas e autores, além de ampla cobertura das matrizes de competências e habilidades nas questões. Também é um objetivo do Inep, ao escolher as questões de cada exame, deixar o número de questões fáceis, médias e difíceis na prova. 

Após a seleção, a prova é revisada e diagramada para chegar às versões finais, pois anualmente são feitas três provas: o Enem realizado pela maioria dos estudantes, o Exame Nacional do Ensino Médio para Pessoas Privadas de Liberdade (Enem PPL) e uma terceira, chamada de prova de emergência.

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Muitos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) se mostraram ansiosos e tensos devido às declarações de membros do governo federal sobre o “fim da ideologia” na prova, feitas antes da realização do Exame. As provas de Linguagens, Redação e Ciências Humanas, que eram as que mais despertavam polêmicas nesse sentido, foram aplicadas neste domingo (3). 

Na análise do professor de Linguagens e Redação Diogo Xavier, houve mudanças que levaram a “um certo favoritismo puxavam para fatores positivos para o governo”. Segundo ele, “teve alguns teóricos que a gente viu desaparecer da prova, em uma questão ou outra aparecem [temáticas] polêmicas para o governo, como questões ambientais".

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Já Diogo Didier, que também ensina linguagens e redação, afirmou que o Enem 2019 foi uma prova sem polêmicas. “Não teve [ideologia]. A prova do Enem não teve tempo de mudar o banco de questões, então foi o mesmo. Não teve nada muito transgressor, tudo formal, certinho, padronizado. A gente não teve nenhuma exaltação à esquerda ou direita, houve uma neutralidade, como o governo gosta de pontuar. Foi tudo muito baseado em texto, interpretação e regras”, disse ele.

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