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Ter um bom resultado no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é o sonho e objetivo de muitos estudantes. Além de estudar os conteúdos cobrados pela prova e aprender as técnicas de redação, é importante que o fera saiba como funciona a Teoria de Resposta ao Item (TRI). O método é uma ferramenta utilizada para medir a proficiência do aluno em determinada área do conhecimento. 

Avaliando até mesmo se houve algum chute, na hora de responder as questões, a TRI tem como objetivo comprovar coerência nas respostas do candidato. Para ajudar os feras que desejam entender melhor como funciona esse instrumento, o professor de química Berg Figueiredo, a convite do Vai Cair No Enem, mostra exemplos de como responder a prova do Enem com coerência. Confira: 

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“Não vai cair ideologia, a gente quer saber de conhecimento científico, técnico, de capacidade de leitura, de fazer contas, de conhecimentos objetivos”. Em mais um depoimento que instigou opiniões nas redes sociais, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, deu indícios de como serão as questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), cujas provas serão realizadas nos dias 3 e 10 de novembro. Diante da declaração, estudantes de todo o Brasil começaram a questionar: afinal, quais ideologias não aparecerão na prova do Enem 2019? Na redação, por exemplo, podem ser citados pensadores ideológicos? Matemática, física e química terão quesitos mais difíceis do que as últimas edições?

Para analisar a fala de Weintraub e responder aos questionamentos dos candidatos, professores participam, nesta quinta-feira (26), de uma live do LeiaJá. Ao vivo, em parceria com o projeto Vai Cair No Enem, os educadores revelam suas opiniões sobre o Exame e previsões acerca do nível do processo seletivo. Benedito Serafim (geografia e atualidades), Cristiane Pantoja (filosofia e história), Salviano Feitoza (sociologia), Alberto César e Diogo Xavier (redação) são os professores convidados. Assista:

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Relembre – No início do ano, o governo federal anunciou que criaria uma comissão para impedir questões ideológicas no Enem. Meses depois, o ministro da Educação afirmou que o presidente Jair Bolsonaro não leu os quesitos no Enem. Por causa dessas informações, estudantes e professores começaram a discutirem sobre como deverão ser as questões do Enem 2019.

Os estudantes em preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), marcado para os dias 3 e 10 de novembro, precisam estar com as matérias em dia a menos de dois meses para o início das provas. Biologia, por exemplo, é a "queridinha" entre os pretendentes a uma vaga nos cursos de saúde.

A disciplina faz parte do grupo das Ciências da Natureza e suas Tecnologias, composta por 45 questões divididas ainda entre física e química. Uma dica dada por professores de preparatórios para o Enem é que esta é a hora de fazer exercícios, revisar os conteúdos e tirar as dúvidas em sala de aula.

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Pensando nisso, o Vai Cair no Enem, projeto parceiro do LeiaJá, entrevistou o professor de biologia André Luiz e preparou um teste de conhecimentos em biologia para os feras descobrirem o quanto sabem sobre os assuntos.

Confira:

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Você sabe o que são distratores em uma prova? Bom, com certeza você já conhece bem, mas por outro nome. São as famosas “cascas de banana” que estão sempre presentes em diversas provas. No Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), não é diferente. Os distratores têm como finalidade distrair o leitor por meio de elementos que parecem ser corretos dentro do contexto em questão.

Para o professor de sociologia Pedro Holanda, no geral, o Enem não costuma trabalhar fortemente com as cascas de bananas clássicas. “São erros colocados de propósito para induzir o aluno ao erro e que são, geralmente, ligadas a assuntos de ‘decoreba’, como: Quanto tempo durou a Guerra dos Cem Anos? E aí, são apresentadas respostas de 100 anos, 116 anos, 120 anos... Nela, o estudante é induzido a marcar a alternativa de 100 anos, quando, na verdade, a Guerra dos Cem Anos anos durou 116 anos”, exemplifica.

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E qual a diferença deste tipo de resposta para as que indicam distratores?

O professor Pedro Holanda diz que as alternativas contendo distratores são as mais comuns no Enem. Normalmente surgem em questões com respostas contextualizadas e que podem ter algum fato ligado ao que o enunciado está pedindo. Um exemplo trazido pelo professor, é uma questão de sociologia do exame aplicado em 2013.

O edifício é circular. Os apartamentos dos prisioneiros ocupam a circunferência. Você pode chamá-los, se quiser, de celas. O apartamento do inspetor ocupa o centro; você pode chamá-lo, se quiser de alojamento do inspetor. A moral reformada; a saúde preservada; a indústria revigorada; a instrução difundida; os encargos públicos aliviados; a economia assentada, como deve ser, sobre uma rocha; o nó górdio da Lei sobre os Pobres não cortado, mas desfeito – tudo por uma simples ideia de arquitetura!

BENTHAM, J. O panóptico. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.

Essa é a proposta de um sistema conhecido como panóptico, um modelo que mostra o poder da disciplina nas sociedades contemporâneas, exercido preferencialmente por mecanismos:

A) religiosos, que se constituem como um olho divino controlador que tudo vê.

B) ideológicos, que estabelecem limites pela alienação, impedindo a visão da dominação sofrida.

C) repressivos, que perpetuam as relações de dominação entre os homens por meio da tortura física.

D) sutis, que adestram os corpos no espaço-tempo por meio do olhar como instrumento de controle.

E) consensuais, que pactuam acordos com base na compreensão dos benefícios gerais de se ter as próprias ações controladas.

“A questão fala sobre um dispositivo panóptico. Foucault vai trabalhar muito com o conceito do panóptico, que segundo ele, é um dispositivo que alimenta a repressão, o que distrairia o aluno (por isso que se chama distrator) para marcar a resposta sem analisar com mais atenção o resto das alternativas. Só que no decorrer da alternativa, ela fala que essa repressão vai acontecer por meio das torturas físicas e isso não tem a ver com a ideia do panóptico trabalhado por Foucault” analisa.

Mesmo falando em repressão, no entanto, o professor destaca que o que torna a resposta incorreta é a sua construção. “Existe uma repressão, óbvio que é uma repressão. Então, estaria certa. Mas a explicação de como seria essa repressão estava completamente diferente do que Foucault estava trabalhando. Assim sendo, a resposta certa é que diz que os mecanismos são sutis, letra ‘d’ ”.

Para o fera não ser levado ao erro no momento da prova, importante ter o máximo de atenção no texto e principalmente no enunciado. Além disso, deve-se ler todas as alternativas, mesmo que uma delas seja óbvia. Uma dica preciosa dada pelo professor é a resolução de gabaritos anteriores, até mesmo para saber como funciona o exame. 

 Anotou as dicas? Agora, é só continuar se preparando, mantendo o foco e atenção para o exame, que será realizado nos dias 03 e 10 de novembro. 

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O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será aplicado nos dias 3 e 10 de novembro em todas as regiões do país, para mais de 5 milhões de estudantes. Para ajudar o fera com os assuntos de matemática, o professor Júlio César (@juliocesar.cocao) aceitou o desafio do LeiaJá, em parceria com o Vai Cair No Enem, para ajudar quem deseja alcançar a aprovação. Um dos pontos para obter uma boa nota na prova de matemática é entender algumas fórmulas fundamentais para resolução das questões.

Cálculo de Média Aritmética

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De acordo com o professor, “o cálculo da média aritmética auxilia o fera em questões que abordem distribuição em partes iguais, como em estatística, e obtenção de ponto médio, como em analítica”. 

Soma das parcelas dividida pela quantidade 

Probabilidade de um evento

O cálculo de probabilidade pode ser usado para obter o percentual de chance de um evento (“o que se espera acontecer”) acontecer dentro de um universo de possibilidades (“tudo o que pode acontecer”), de acordo com o professor. 

Onde, probabilidade é o número de eventos dividido pelo número do espaço amostral

Volume de prismas e cilindros

Ainda de acordo com o professor, o cálculo do volume de sólidos determina a capacidade interna de preenchimento do mesmo. O volume tem presença garantida em todas as edições do exame, em que se faz fundamental o conhecimento de áreas de figuras planas.

Onde, V = volume; Ab = área da base; h = altura

Ainda segundo o professor Júlio, estudar conceitos fundamentais de matemática pode fazer muita diferença na resolução de questões que demandam mais tempo e concentração do fera 2019.

Acesse o Vai Cair No Enem para ter acesso a conteúdo exclusivo e que pode te ajudar a conquistar a aprovação. 

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Na prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os candidatos precisam redobrar a atenção ao se depararem com questões de química. A matéria é peça importante para a construção da nota dos participantes. É importante lembrar também que a disciplina, para alguns estudantes, é considerada difícil.

Para o professor Francisco Coutinho, porém, é possível dominar a matéria, desde que haja um intenso estudo. O professor de química é o convidado desta semana do programa Vai Cair No Enem, do LeiaJá, que reúne dicas e aulas exclusivas para a prova.

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Os estudantes também podem ficar muito bem informados seguindo o Instagram Vai Cair No Enem. Confira, a seguir, o programa desta semana, que aborda o tema ‘radioatividade’:

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A Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado e a Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgaram a anulação de duas questões do Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), nesta segunda-feira (15). As provas foram realizadas no último dia 30 de junho e o resultado foi divulgado hoje, no site da banca organizadora do concurso.

Segundo comunicado disponibilizado na página virtual da FGV, as questões números 20 e 34 do caderno de provas tipo um e suas correspondentes nos cadernos dois, três e quatro foram canceladas. Todos os candidatos que realizaram a prova tiveram receberam pontuação referente ao quesito anulado. 

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Confira abaixo as questões anuladas do XXIX Exame de Ordem Unificado da OAB.

A edição do XXIX Exame de Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi realizada no último domingo (30) em todo o páis. Os candidatos responderam a 80 questões que envolveram direito ambiental, direito penal, direito civil, direito empresarial, direito tributário, direito administrativo, direito do trabalho e direito constitucional. A equipe de professores da 'OAB de Bolso' analisou todas as questões e separou algumas que podem ser passíveis de anulação. Confira a seguir:

Questão 12 (caderno branco) 

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A questão trata da hipótese de criação de empresa pública e sociedade de economia mista para exploração de atividade econômica, nos moldes do art. 173 da Constituição Federal. A questão não oferece resposta, devendo ser anulada pela Douta Banca Examinadora do XXIX Exame de Ordem da OAB.

Questão 34 (Caderno branco)

A questão nº 34 de Direito Ambiental tem duas respostas corretas. A letra "a" (gabarito oficial) e a letra "b", isso, pois, o STJ tem jurisprudência, RESp nº 1251697, que afirma que a multa ambiental é uma penalidade administrativa que não pode superar a dimensão estritamente pessoal do infrator, atingindo terceiros.

O princípio da intranscendência da pena tem amparo no art. 5º, XLV, da CF: XLV, nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido. Logo, a alternativa "b" também está correta. Diante do exposto, por apresentar duas respostas corretas, pugna-se pela ANULAÇÃO da QUESTÃO 34.

Questão 41 (Caderno branco)

A banca examinadora, no gabarito preliminar da questão 41, deu como correta a assertiva "d". Entendemos, contudo, que o texto da assertiva não corresponde à verdade. Vejamos: A questão 41 trata de hipótese conjugada de legítima defesa e estado de necessidade: Márcia, a fim de defender Janaína da ameaça perpetrada por Ricardo, vem a lançar contra este bicicleta pertencente a Lúcia. Quanto à conduta praticada para salvaguardar a integridade física de Janaína, resta evidente que Marcia agiu em legítima defesa de terceiro. Porém, no tocante ao dano provocado à bicicleta de Lúcia, o enquadramento correto é na excludente do estado de necessidade (deterioração de bem alheio a fim de remover perigo iminente).

Particularmente, uma vez configurado o estado de necessidade, o CC garante ao causador do dano (Márcia) ação regressiva contra o autor do perigo, nos termos do art. 930. Entretanto, o autor do perigo, em consonância com o enunciado da questão foi RICARDO, e não Janaína. A questão deixa claro que RICARDO "desferia uma série de ofensas à sua esposa Janaína e a ameaçava de agressão física". Portanto, eventual ação de regresso há de ser proposta por Márcia contra RICARDO, este sim, o verdadeiro autor do perigo. Diante do exposto, pugna-se pela ANULAÇÃO da QUESTÃO 41.

Questão 50 (Caderno branco)

A FGV divulgou como gabarito correto a letra "b". Após análise detalhada chegamos à seguinte conclusão: primeiramente, em se tratando de questão que verse sobre título de crédito nominado, qual seja, a nota promissória, a legislação a ser aplicável é a específica, no caso, a LUG (Lei Uniforme de Genebra), o Decreto 57.663/1966. Mesmo ainda vigente o Decreto 2.044/1908, a primeira legislação referida seria a base para resposta. A priori, o artigo 16 da LUG trata de Letra de Câmbio, porém, pela prescrição do art. 77, LUG, aplicam-se às notas promissórias as disposições concernentes à letra de câmbio. O grande problema da questão está no fato dela não dizer como André foi desapossado, pois a depender da maneira que isso ocorreu, poderíamos ter B e C como resposta, o que levaria à anulação da questão. Tudo dependeria da existência ou não da má-fé. Se a intenção do examinador era justificar a resposta pelo CC, tal não se faz possível. Não caberia a utilização dos dispositivos do Código Civil referente à matéria, pois a lei geral só deve ser aplicada de maneira subsidiária às leis especiais ou no caso da questão versar sobre título inominado. Não temos nenhuma das situações no caso em tela. Diante do exposto, em razão da imprecisão do enunciado da questão que nos deixa margem a diversas interpretações, pugna-se pela anulação da questão 50.

A história da arte é um assunto presente no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Parte da matriz de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, as questões que abordam a disciplina costumam explorar os artistas e suas obras.

Segundo a matriz de referência divulgada pelo Inep, o objetivo da competência é avaliar o candidato sobre a “compreensão da arte como saber cultural e estético gerador de significação e integrador da organização do mundo e da própria identidade. Assim como reconhecer diferentes funções da arte, do trabalho da produção dos artistas em seus meios culturais”.

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O professor de redação Diogo Xavier explica que “é interessante que o estudante se informe a respeito dos pintores e escultores mais conhecidos na história mundial e brasileira”. A dica do docente é que o candidato treine a análise das obras. "Aprender a interpretar a arte, os recursos expressivos, as técnicas e as mensagens vai possibilitar ao candidato responder qualquer questão, mesmo que ele não conheça aquele artista”.

Confira algumas questões de artes que caíram nos últimos cinco anos.

‘O Descobrimento do Brasil’ (1956)

A obra do artista Cândido Portinari foi tema de uma das questões no ano de 2013:

 ‘Guernica’ (1937)

O famoso quadro do artista espanhol Pablo Picasso foi explorado no exame de maneira diferenciada. A questão traz os traços da obra de original na charge de Iotti, com o objetivo de identificar como é explorada a intertextualidade:

Máscara Senufo (2002)

O espanhol Pablo Picasso voltou a ser tema da prova no ano seguinte. Em 2015 a obra ‘Máscara senufo’ do artista Mati, foi utilizada como exemplo para identificar proposições denominadas vanguardas em obras de artistas modernos do início do século xx:

Colcha de Retalhos (1979)

A obra ‘Colcha de retalhos’ do artista Claudio Tozzi, um mosaico em pastilhas de vidro, instalada no Metrô de São Paulo, foi abordada em 2016:

"Grafite" (2009)

Em 2017, a obra ‘Grafite’ de Speto, como é conhecido o artista plástico Paulo Cesar Silva, foi utilizada para destacar elementos da cultura brasileira:

EFCB (1924)

Em 2018, ‘EFCB’, famosa obra da pintora brasileira modernista Tarsila do Amaral, traz uma discussão sobre a importância da arte como registro sociocultural:

A 1ª fase do XXVIII Exame de Ordem, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), aconteceu nesse domingo (17), e levou milhares de estudantes e bacharéis de direito a realizarem a prova. Apesar do resultado ainda não ter sido divulgado o Leiajá.com conversou com alguns professores de direito que passaram suas considerações sobre o nível de dificuldade desta edição do certame. Confira!

Direito do Trabalho

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Para o professor Paulo Rodrigo, a prova de direito do trabalho não trouxe muitas surpresas. O exame exigiu dos candidatos uma atenção maior para as questões sobre a reforma trabalhista (lei 13.467/17), apontando diversos assuntos e suas respectivas alterações, além de abordar temas como Dispensa Coletiva, Dispensa por justa causa, responsabilidade do sócio retirante quanto aos débitos trabalhistas, tempo à disposição do empregador e sobre a licença paternidade. “Foi uma prova dentro do esperado e coerente com o edital apresentado pela banca da FGV”, afirma.

Paulo comenta que nos últimos dois exames a banca vem insistindo em questões sobre o tempo à disposição do empregador, também cobrada nesta edição. “Uma questão que o aluno poderia cair na pegadinha da banca é o link das hipóteses de interrupção do contrato de trabalho alinhada com a lei 13.257/2017, que permite a licença-paternidade estendida (de 20 dias) aos funcionários de empresas privadas”, diz.

Processo do Trabalho

Paulo Rodrigo também comenta que nas questões relacionadas ao Processo do Trabalho, exigiam mais atenção do candidato a questão sobre quitação anual, decorrente da reforma trabalhista e do acolhimento da exceção de incompetência territorial. “O aluno teria que relembrar o teor da súmula (SÚMULA 214, C e ART. 799, §2º), realizar Recurso Ordinário no prazo de 8 dias”, explica.

Direito Administrativo

Com questões dentro do esperado a prova de direito administrativo foi um prato cheio para quem fez o exame. De acordo com a professora Isabella Galvão, as questões cobradas no XXVIII Exame de Ordem foram mais fáceis do que da edição anterior. “Se eu puder resumir a prova de hoje, ela foi tranquila, de um nível menos pesado do que sua antecessora, bem mais feliz e justa”, afirma.

Para ela, o único assunto que o candidato poderia ter problemas foi relacionado à Contratos e Concessões. “Ela (a questão) tratava sobre as peculiaridades, as características dos contratos de concessão. Foi um pouco mais trabalhosa porque era necessário que o aluno conhecesse as características da Lei 8987/1995. Mas não teve um grande grau de complexidade”, explica. Por fim, Isabella chama atenção para o crescimento das questões sobre Agentes Públicos. “O que a gente vem percebendo é que esse assunto vem crescendo nas provas do Exame de Ordem de uma forma cada vez mais significativa”, finaliza.

Direito Civil

Com uma questões que traziam textos relacionados às Leis do país na maioria dos enunciados, a prova de direito civil também não trouxe grandes surpresas. Para a professora Emília Queiroz apenas uma das questões exigiria uma atenção maior do aluno. “O maior nível de dificuldade tratava do destinguinshing, quem seria competente para julgar um caso de distinção em demandas repetitivas”, aponta.

Para ela houve repetição de conteúdos em relação à edição passada e os conteúdos não trouxeram grandes desafios. “Mais de uma questão poderia ser resolvida se o aluno dominasse o assunto de Litisconsórcio”, afirma.

Direito Tributário

Para a professora Mariana Martins a 1ª fase do XXVIII Exame de Ordem foi mais justa do que sua antecessora. “Posso afirmar que está  prova estava mais tranqüila, e a questão que poderia classificar como mais complexa seria a que tratava sobre a execução fiscal”, afirma. Entre os assuntos abordados estavam responsabilidade tributária, espécies tributárias e competência, Execução Fiscal e espécies tributárias, competência residual, imunidade tributária e obrigações acessórias. Para a professora todas as questões foram abordadas de forma justa, sem grandes dificuldades para os alunos.

Direito Constitucional

Uma das surpresas do 28º Exame de Ordem foi a prova de Direito Constitucional. Em suas edições anteriores as questões ficavam, em sua maioria, concentradas em Controle de Constitucionalidade, mas essa prova teve apenas uma questão sobre o assunto. “Foi uma prova intermediária, saiu muito do comumente cai do ponto de vista de estatística”, afirma a professora Anna Priscyla. “Essa prova foi uma atípica, tendo questões um pouco além do esperado, com temáticas como trabalhos escravos, propriedade que não cumpre sua função social, direito de certidão, estrutura e organização do estado, entre outros

“A OAB gosta de representar na prova o momento político, econômico e social do país. Como a gente tem um debate sobre a questão fundiária, pela bancada ruralista, que é muito forte, aí ela cobrou na prova uma questão sobre o assunto”, comenta a professora, se referindo a questão sobre ordenação social. “Não foi uma prova difícil, mas também não podemos dizer que foi um exame fácil”, diz.

Com informações de Katarina Bandeira

A Universidade de Pernambuco (UPE) divulgou nesta quinta-feira (6) a quantidade de questões contestadas nas provas da primeira e segunda parte do Sistema Seriado de Avaliação (SSA1 e SSA2), realizadas no último domingo e na última segunda-feira.

Ao todo, nas quatro provas aplicadas para alunos do primeiro e segundo ano do ensino médio, foram contestadas 60 questões, 28 no SSA1 e 32 no SSA2. Agora, a instituição tem cinco dias úteis para responder às contestações. A UPE afirmou que o gabarito definitivo será divulgado até a próxima semana com alterações que sejam necessárias.

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Confira as questões contestadas:

SSA 1:

1º dia:

Língua Portuguesa: 3 / 5 / 7 / 10 / 12

Matemática: 19 / 22

Física: 24 / 27 / 28

Inglês: 33

Espanhol: 36

Filosofia: 39

2º dia:

Biologia: 2 /3

Química: 11 / 12 / 13 / 14 / 15 / 18 / 19

História: 27 / 29

Geografia: 40

Sociologia: 43 / 44 / 46

SSA 2

1º dia:

Língua Portuguesa: 2 / 3 / 4 / 6 / 8 / 9 / 10 / 11

Matemática: 13 / 17 / 18 / 20 / 21 / 22

Física: 27 / 30 / 31 / 32

Filosofia: 40

2º dia:

Biologia: 1 / 2 / 5 / 6

Química: 11 / 12 / 13 / 14 / 15 / 17 / 18 / 19 / 20

Nos dias 11 e 13 deste mês, o professor de matemática Ricardo Rocha realizará uma revisão gratuita focada no vestibular do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE). Os encontros ocorrerão das 14h às 17h, na sede do preparatório do educador, localizada na Rua Alaide, 383, bairro do Cordeiro, Zona Oeste do Recife.

Os interessados em participar da aula de revisão devem entrar em contato com o telefone (81) 3039-4994. As vagas são limitadas. Além de matemática, os alunos contarão com dicas de português, ciências, história e geografia.

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O Vestibular 2019.1 do IFPE oferece 4.538 vagas em mais de 60 cursos técnicos e superiores. Segundo o cronograma da seleção, as provas serão realizadas no dia 16 de dezembro.

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Neste sábado (1º) e domingo (2), será realizado o vestibular de medicina da UNINASSAU - Centro Universitário Maurício de Nassau. Oportunidade para muitos estudantes que desejam ingressar no curso superior de saúde, o processo seletivo, segundo professores, requer calma e atenção dos estudantes.

Para o professor de história Ricardo Gomes, é necessário ter calma para resolver as alternativas. “Como não são tantas questões, o ponto de corte pode ser mais severo, então precisa de cuidado, cabeça fria, e tentar ganhar o máximo as questões que forem possíveis para tentar se livrar desse ponto de corte”, aconselha o professor. No primeiro dia, os candidatos respondem 40 questões de Ciências Humanas, Linguagens, além da redação. Já no segundo dia, haverá 50 quesitos de Ciências da Natureza e matemática.

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Já de acordo com o professor de geografia Kiko Santos, a prova de medicina da UNINASSAU sempre traz boa resolução. “Tenha uma atenção na parte de geografia física, com questões comumente ligadas à geomorfologia. As questões normalmente vêm com figuras para identificar falhas geológicas ou um dobramento, além da causa provocada por esse fator geológico”, acrescenta o docente.

Já de acordo com o professor de biologia Fernando Beltrão, a prova se caracteriza por ser aplicada à medicina. “É muita fisiologia, é muito problema de saúde, é aquilo que você mais gosta, você que vai ser médico”. O docente ainda aconselha que os alunos tenham cuidado com a primeira questão. “Não sabe a primeira, pula para a segunda. Às vezes por não sabê-la, você entra em pânico. Faça isso não”, brinca Fernandinho, como é conhecido Beltrão.

Aos 17 anos e cursando o terceiro ano do ensino médio, Rafaela Nunes pretende ingressar em medicina. “Eu sempre gostei de ajudar o próximo, eu gosto de gente, gosto de ajudar pessoas, então é isso que eu quero para minha vida”, conta a jovem. Sobre a prova, Rafaela têm expectativas positivas. “A gente passa o ano inteiro se preparando, então estou confiante porque eu assisti a todas as aulas, fiz todos os exercícios, como também as provas antigas”, salienta.

Confira a seguir o vídeo com mais detalhes sobre os conteúdos da prova:

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O vestibular oferece 150 vagas para a unidade Recife da UNINASSAU. Neste sábado, a prova será realizadas das 13h às 18h; no domingo será das 13h às 17h, sempre no horário local.

O local de aplicação é a unidade Boa Viagem, localizada na Rua Jonatas Vasconcelos, 316, bairro de Boa Viagem, Zona Sul da cidade. O resultado deverá ser divulgado no dia 13 de dezembro. Mais informações podem ser vistas no site do processo seletivo.

Realizado nestes domingo (18) e segunda-feira (19), as provas da terceira fase do Sistema Seriado de Avaliação (SSA 3) já estão com gabaritos disponibilizados. No segundo dia de aplicação das avaliações, os estudantes realizaram 58 questões das disciplinas de física, biologia, química, história, geografia e sociologia.

Ao total, a maratona de conhecimentos terminou com 10,05% de abstenções, equivalente a 1.122 faltosos. Durante as aplicação do SSA 3, não houve registro de eliminação por uso de celular. Os interessados já podem conferir o gabarito do primeiro e do segundo dia do exame, assim como os cadernos de prova.

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Entre as disciplinas trabalhadas neste domingo (11) no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), física esteve presente. Para o professor Isaac Soares, a prova “foi muito boa”, além de conteudista.

“Apareceram questões batidas, assuntos que a gente já previa. Mas também surpreendeu em algumas questões, por exemplo a que fala da tecnologia RFID, que utiliza ondas. Também foi trabalhado o conceito de campo magnético”, analisou Soares.

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De acordo com o educador, o Enem comprovou que o candidato, além de precisar compreender os conceitos dos assuntos, devem aplicá-los no cotidiano. “O Enem prova mais uma vez que o candidato deve ficar mais atento e sair um pouco do livro tradicional. Se você sabe o conceito, precisa aplicá-lo”, reforçou.

A parte de física também apresentou questões de mecânica, algo já previsto por professores da área. “Ainda encontramos questão sobre alavanca, muito presente no dia a dia no caso da tesoura e de um abridor de garrafa. O Enem trouxe também o conceito de inércia, ação e reação, as Leis de Newton, em que teve um carrinho com ventilador pedindo para determinar a velocidade”, detalhou o professor Isaac Soares.

Ainda segundo o docente de física, associação de resistor, potência, questões de onda e óptica também foram temas cobrados no Enem 2018. “Uma prova positiva que englobou vários assuntos”, acrescentou.

Para o professor de física Heberht Dias, o Enem de fato foi conteudista. Ele destacou que os estudantes precisam ter noção de fórmulas e relacionar prática e teoria. Um ponto importante para o educador foi a Interdisciplinaridade.

“A prova de matemática teve questões que relacionavam física, uma delas falou até sobre as Leis de Newton”, frisou Dias.

Neste domingo, segundo e último dia do Enem 2018, os candidatos responderam questões de Ciências da Natureza e matemática. No primeiro dia da prova, foram cobrados quesitos das áreas de Ciências Humanas, Linguagens e redação. De acordo com a organização do Exame, o gabarito oficial deverá ser divulgado no dia 14 de novembro.

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A redação é uma das provas com maior peso na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), logo, uma das que mais levanta questionamentos dos participantes da prova. Após um longo ano de preparação e contato direto com os alunos via YouTube e Instagram, o Vai Cair no Enem selecionou as perguntas mais frequentes feitas pelos internautas sobre a redação e levou até professores. Confiram! 

Posso pular linhas? 

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Os professores de redação consideram as 30 linhas oferecidas pelo Enem como insuficientes para detalhar as ideias de um texto dissertativo-argumentativo. Levando isso em consideração, eles são taxativos: pular linhas não é indicado e pode ter efeito negativo para a nota do estudante. “Não há um critério específico para a apresentação textual, mas não é recomendado porque essas linhas [puladas] são descontadas ao longo do texto”, conta a professora Shenia Bezerra.

O que eu faço quando errar uma palavra?

Mesmo com o rascunho em mãos, é comum que o estudante erre alguma palavra na hora de passar o texto a limpo. Se isso ocorrer, ele não deve se desesperar. A forma correta para consertar um erro é passar um traço simples na palavra “Existia antigamente a ideia de que precisava colocar a palavra entre parênteses, mas o correto é chamar o mínimo de atenção para a rasura”, instrui a professora do Grupo Máximo Amanda Alves.

Posso usar letra de forma?

Apresentar uma letra legível é um ponto importante na parte dissertativa do exame, afinal, o corretor precisa entender aquilo que está sendo escrito. Os que não conseguem fazer letra cursiva de qualidade podem fazer o texto com letra de forma, mas devem ficar atentos a um ponto específico. “É recomendado que ele diferencie a letra maiúscula da minúscula. Pode escurecer um pouco ou colocar ela um pouco maior do que as outras. O mais importante é que ela fique legível”, aponta a docente Shenia Bezerra. 

Posso separar uma palavra de uma linha para outra? 

Divisão silábica é assunto que pode confundir alguns estudantes. Com medo de perder pontuação dividindo uma palavra de forma errada, muitos consideram deixar o espaço que falta para terminar a linha em branco e escrever a palavra completa na próxima linha. Não se enganem: isso também pode fazer você perder pontos. “Se o aluno não separar a palavra e deixar o espaço em branco ele perde ponto na competência um, que é o de estética e margem na folha”, atenta a professora Amanda Alves. 

A palavra não pode passar da linha que delimita a margem do texto ou será desconsiderada. O ideal é que o aluno faça a separação silábica com um traço simples, continuando a palavra na outra linha. “Você deve separar e, se não couber ao lado da palavra, pode colocar o traço embaixo, porque é como se o hífen estivesse ali, mas embaixo da sua linha”, explica o professor Felipe Rodrigues, do NCN Vestibulares. 

Preciso de título na minha redação? 

Para o Enem, o título da redação não é obrigatório, mas é permitido. Alguns docentes analisam que o espaço dedicado a ele (centralizado no início do texto) é uma linha valiosa para o processo argumentativo, logo, não precisaria ser “gasta” dessa forma. Outros aconselham que o título esteja incluso na produção textual como um diferencial para o aluno “Além de fazer parte da estrutura padrão de um texto argumentativo-dissertativo, o título é uma forma de chamariz. De dizer ao leitor que, quanto estudante, você teve a criatividade de criar uma frase com ligação direta ao tema”, analisa o professor Diogo Didier. 

Os que optarem por arriscar uma linha em prol de um título devem ficar atentos “Se você optar pelo título, ele tem que ter relação com o que você vai desenvolver ao longo do texto”, aconselha a professora Fernanda Pessoa.

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A tão sonhada vaga em uma instituição de ensino superior muitas vezes é conquistada pelo bom desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Nele, os estudantes colocarão em prática todo o conhecimento obtido durante o ano de estudos. Entre as matérias, uma das áreas mais importantes é a matemática, em que uma das vertentes da disciplina se expressa por meio da geometria.

Segundo o professor de matemática Ricardo Rocha, a geometria chega a corresponder 40% dos assuntos presentes no caderno da disciplina e suas Tecnologias. Nele, estão inseridos os conteúdos de geometria plana, espacial e analítica. “No Enem, o aluno vai encontrar problemas contextualizados nessas áreas, questões como embalagens e casca de sorvete são comuns nas provas”, exemplifica Rocha.

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Já o também professor de matemática Lucas Gustavo afirma que há uma evolução na forma como os conteúdos se apresentam. “Gosto de pensar em uma evolução dos assuntos, partindo do mais básico, que é a parte de geometria plana”, explica o docente.

Além de Ricardo Rocha e Lucas Gustavo, o LeiaJá entrevistou o professor de matemática Fábio Piauí. Confira uma lista com cinco tópicos cobrados em geometria. Os exemplos de questões foram cedidos pelo professor Ricardo:

Cálculo de área e perímetro

Indicados pelos docentes, o cálculo de área e perímetro são tradições da geometria plana no Exame Nacional do Ensino Médio. “O Enem pode pedir a relação de proporcionalidade entre objetos dentro do cálculo de áreas e perímetros deles”, explica o professor Fábio Piauí.

Exemplo:

Cilindro, prisma, cone, esferas e cubos

Nesse assunto, os alunos poderão ter que calcular perímetro, área, altura e até mesmo volume dos objetos. Questões contextualizadas também podem fazer a comparação das formas com outros tipos. “Essa é uma questão super tradicional no Enem e que sempre, assim como o cálculo de área, estará dentro da cartela de perguntas”, explica Lucas Gustavo. Confira abaixo a resolução de uma questão do professor Fábio Piauí.

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Função trigonométrica

“Assuntos mais simples, como esse, também fazem parte das questões de geometria do Enem”, explica Lucas Gustavo, O docente aponta que nesse tema, são realizados os cálculos das funções seno e cosseno.

Exemplo:

Planificação de objetos

Assim como no cálculo de volume, área e perímetro, cilindros, cones, paralelpípedos e outras formas também podem ser apresentados como planas. “Nessa situação, as questões pedem que o aluno saiba identificar os objetos. É preciso que ele conheça as formas”, explica Gustavo.

Exemplo:

Projeção ortogonal

Conhecida como a projeção de retas entre dois pontos, a projeção ortogonal é pedida no Enem dentro da vertente de geometria analítica.

Exemplo:

Reta final

Neste momento, os alunos devem ficar atentos ao que aprenderam durante o ano de estudos. O foco agora não é tentar aprender o que não se sabe, de acordo com o professor Lucas Gustavo. “Dentro dos assuntos que mais caem, se o aluno não souber, ele pode revisar uma ou outro tema, mas o recomendado é que ele exercite o que já sabe. Muita gente dobra a rotina de estudo, e isso não é recomendado”, explica Lucas Gustavo.

O Enem será realizado nos dias 4 e 11 de novembro. Os portões dos locais de prova serão abertos ao meio dia e o fechamento ocorrerá à 13h. O início do Exame está previsto para 13h30. Todos os candidatos devem considerar o horário de Brasília.

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No programa Vai Cair na OAB desta sexta-feira (19) os estudantes e bacharéis de Direito podem acompanhar uma linha do tempo relativa às mudanças recentes das leis trabalhistas na legislação brasileira.

O responsável pela aula é o professor de Direito e Processo do Trabalho Paulo Rodrigo. Na aula, o docente detalhou pontos principais que mudaram e que podem ser cobrados pela banca da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Confira o programa completo:

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Nosso programa também está no Instagram. No @vaicairnaOAB, você encontra dicas diárias, questões e resoluções voltadas ao exame.

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) recorrentemente aborda temas ligados às questões políticas discutidas no cenário nacional. Nesse sentido, professores alertam os estudantes sobre a elaboração da prova, desenvolvida por representantes governamentais. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), por sua vez, enfatiza que a produção do Exame está ancorada nos direcionamentos da Matriz Curricular de Ensino, referendada pelo Ministério da educação (MEC). Em sala de aula, no entanto, docentes orientam os feras a respeito dos desdobramentos políticos que marcam o país ao longo do ano.

O professor de geografia Benedito Serafim analisa, juntamente com os alunos, provas de edições passadas do Enem e identifica possíveis mudanças que podem surpreender os feras que vão encarar a edição deste ano do Exame, nos dias 4 e 11 de novembro. De acordo com o educador, o cunho político de determinado governo influencia diretamente a produção da prova.

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“Mediante os temas políticos que estão em pauta no debate atual e o governo em voga no Brasil, podemos apostar em questões que envolvam a crise imigratória advinda da Venezuela, país vizinho ao nosso, como também questões de fontes de energia eólica, crises econômicas e algo abordando a necessidade das reformas de base”, destacou Benedito Serafim.

Ainda segundo o professor, as questões estarão focadas nas causas e consequências de determinados assuntos, a depender da natureza de sua ocasião. O educador alerta os estudantes sobre o tema do agronegócio, que para Benedito será amplamente discutido na prova. “No âmbito nacional, o agronegócio será amplamente abordado, com três ou quatro questões, pelo motivo do agronegócio ser a base da econômica brasileira, assim como também base política, com 40% do legislativo formado por ruralistas. Agronegócio é questão certa no Enem”, cravou.

Para o historiador Marlyo Alex, temas recentes de governos com a mesma postura política do atual podem estar presentes em uma ou duas questões. De acordo com o docente, o estudante que entende de política tem muitas chances de fazer uma boa prova.

“Alguma questão envolvendo o Plano Real pode cair, pois envolve pontos positivos de um governo que tem confluência política com o atual. Então o Enem pode abordar as causa e consequências desse modelo econômico adotado por governos passados. Também vale estar atento a pautas defendidas por movimentos sociais e como suas pautas encontram apoio político”. O professor também salienta a importância de aprofundar os estudos em manobras econômicas, sobretudo aquelas que visam controlar a inflação.

Durante o aulão do Vai Cair No Enem, que envolveu explicações de Ciências Humanas no dia 22 de setembro, o professor Benedito Serafim foi um dos convidados. Logo no início da sua explanação, o educador detalhou por que, conforme seu entendimento, "quem entende de política, entende de Enem". Confira no vídeo a seguir:

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Uma das principais características de um regime democrático é o voto. A aproximação de períodos eleitorais, porém, levanta uma série de questionamentos e discussões sobre o papel das eleições para o desenvolvimento da sociedade. Se vivo em uma democracia, por que tenho obrigação de votar? Se as eleições são oportunidade de renovação, por que eu vejo sempre os mesmos rostos e nomes nas campanhas políticas? Os “votos pela razão” e “votos pela emoção” são realmente dois lados de uma mesma moeda?  

Os professores Albino Dantas e Salviano Feitoza discutiram como essas e outras questões envolvendo a democracia brasileira e a história do voto no mundo podem ser analisadas do ponto de vista da história, filosofia e sociologia. Confira a conversa completa:

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