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A partir deste final de semana, a Colômbia vacinará contra a covid-19 crianças entre 3 e 11 anos com o imunizante chinês da Sinovac.

“A partir de 31 de outubro (...) abriremos a vacinação contra a covid-19 a meninas e meninos de 3 a 11 anos, com a vacina da Sinovac”, anunciou no Twitter o presidente Iván Duque.

“O objetivo é vacinar aproximadamente 7,1 milhões de crianças nessa faixa etária”, afirmou o ministro da Saúde, Fernando Ruiz.

Embora as crianças mais novas tenham menos probabilidade de desenvolver formas graves da covid-19, elas ainda podem ficar doentes e transmitir o vírus para o resto da população.

Imunizá-los permitirá "seu retorno seguro às salas de aula", observou Ruiz. Segundo o governo, 95% das escolas de ensino fundamental e médio já abriram suas portas neste país de 50 milhões de habitantes.

Depois de superar seu pior pico do coronavírus entre abril e junho deste ano, a Colômbia vive uma atenuação da pandemia .

Os oito milhões de habitantes da capital Bogotá se preparam para a volta dos eventos de massa sem restrição de lotação em meados de novembro.

Para autorizar a vacinação de crianças, o Ministério da Saúde "partiu do passe livre dado pelo Invima", o regulador de medicamentos da Colômbia, explicou Ruiz. A Sinovac "provou ser uma vacina segura”, garantiu.

A China e o Chile também autorizaram o uso do imunizante em menores de idade.

No total, 21 milhões de colombianos foram imunizados contra o coronavírus. Apenas 6% da população afirma não ter intenção de se vacinar, de acordo com o Departamento Administrativo Nacional de Estatística (Dane).

Proporcionalmente a sua população, a Colômbia é o quarto país da América Latina com mais mortes pelo vírus, atrás do Peru, Brasil e Argentina.

As pessoas vacinadas no Chile com duas doses da vacina CoronaVac, do laboratório chinês Sinovac, receberão uma "dose de reforço" ou terceira dose das vacinas AstraZeneca ou Pfizer/BioNTech para reforçar sua imunização, confirmou o presidente Sebastián Piñera nesta quinta-feira (5).

"Decidimos iniciar um reforço da vacinação de todas as pessoas que já receberam suas duas doses da vacina. Este processo de reforço começará na quarta-feira, 11 de agosto", destacou o presidente durante o relatório diário sobre a evolução da pandemia.

As autoridades de saúde detalharam que o processo começará com os adultos maiores de 55 anos que se vacinaram com duas doses da CoronaVac, a mais usada no país. Eles receberão uma terceira injeção da vacina AstraZeneca.

Em seguida, serão incorporados ao calendário de reforço de vacinação os menores de 55 anos, que reforçarão sua imunização com doses da Pfizer/BioNTech.

O processo também contempla o reforço da vacinação dos profissionais da saúde que receberam a CoronaVac, assim como os portadores de comorbidade.

O Chile vacinou até o momento 12,2 milhões de pessoas, 80,3% da população adulta do país - que tem 19 milhões de habitantes. Atualmente, está vacinando também os menores de até 12 anos.

Até o momento, não fazem parte deste processo de terceiras doses os vacinados com a Pfizer/BioNTech, AstraZeneca ou CanSino, que também são usadas no país.

A terceira dose ou dose de reforço será implementada após a comprovação em um estudo de que a vacina do laboratório chinês Sinovac reduz sua eficácia com o passar dos meses. Em abril, foi informado que a capacidade de prevenir casos sintomáticos era de 67% e atualmente foi comprovado que diminuiu para 58,49%.

O Chile começou sua vacinação em massa em 3 de fevereiro, iniciando com os idosos, que agora serão de novo os primeiros a receber o reforço.

O país está entre os mais rápidos a vacinar sua população no mundo e o efeito da imunização em massa começa a se refletir na redução de casos e hospitalizações por covid-19.

Atualmente, o país registra uma média de 1.000 casos por dia e soma mais de 1,6 milhão de casos e supera as 35.000 mortes.

O Instituto Butantan recebeu, nesta quinta-feira (5), mais 4 mil litros de insumo farmacêutico ativo (IFA), o suficiente para produzir cerca de 8 milhões de doses da vacina contra o coronavírus CoronaVac. A carga chegou no início da manhã vinda de Pequim, na China, enviada pelo laboratório Sinovac.

No domingo (1º), o instituto recebeu 2 mil litros de matéria-prima, que possibilita a produção de 4 milhões de doses. A expectativa é que no próximo domingo (8) cheguem mais 2 milhões de doses prontas da vacina.

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O Butantan já entregou para o Programa Nacional de Imunizações 64,8 milhões de doses da vacina contra a covid-19. O instituto assinou dois contratos com o Ministério da Saúde para o fornecimento de um total de 100 milhões de doses.

O Instituto Butantan entregou nesta sexta-feira (23) mais 1 milhão de doses da vacina contra o novo coronavírus para serem distribuídas para todo o país pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Até o momento já foram disponibilizadas 58,6 milhões de doses do imunizante desenvolvido em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

No último dia 13 de julho, o Butantan recebeu mais 12 mil litros de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) que permitirão a produção de mais 20 milhões de doses da vacina CoronaVac.

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A previsão é que até o final de agosto o instituto tenha concluído a entrega de 100 milhões de doses de vacina referentes aos dois contratos assinados com o Ministério da Saúde. Se cumprida, a estimativa antecipa em um mês o prazo estipulado pelos termos para conclusão das entregas.

Em uma fala carregada de preconceito, em reunião do Conselho de Saúde Complementar, o ministro Paulo Guedes voltou a espalhar que a China é a responsável pela "criação" da COVID-19.

A declaração foi feita ao defender o aumento da participação da iniciativa privada em setores econômicos, principalmente para atendimento das pessoas de baixa renda, escreve o Valor Econômico.

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"Nós do governo não teremos a capacidade de cuidar da saúde do povo", frisou.

A acusação de que a China teria inventado a Covid-19 é rebatida por Pequim. Afirmação semelhante havia sido feita pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a tese esteve no centro da maior crise diplomática entre a China e o governo Jair Bolsonaro.

No ano passado, o deputado Eduardo Bolsonaro publicou em uma rede social que o governo chinês estava propositalmente escondendo a gravidade do vírus. A embaixada da China no Brasil reagiu, e o episódio foi determinante para azedar a relação entre a missão diplomática e o Itamaraty, então comandada por Ernesto Araújo.

Conselho de Saúde Complementar

Na reunião, Guedes citou ainda que até o foguete da NASA é privado porque o setor público não consegue mandar foguete para lua toda hora. O ministro destacou em boa parte do tempo a eficiência do setor privado na prestação de serviços.

Ao falar da saúde privada para pobres, ele defendeu o modelo de voucher, assim como já fazia no início do governo e ressaltou que é só uma ideia que ainda não avançou.

Guedes não sabia que a reunião estava sendo gravada e transmitida por mídia social. O ministro pediu para fazer esclarecimentos sobre críticas à saúde e educação públicas, de que não pode generalizar má prestação de serviços no setor público.

Ele frisou que estudou em escola pública e que seria a prova viva de que é possível mudar de condição social se tiver uma boa qualidade do ensino.

Da Sputnik Brasil

O México recebeu neste sábado (20) um carregamento de 200 mil vacinas contra a Covid-19 fabricadas pelo laboratório chinês Sinovac, a primeira parte de um total de 10 milhões de doses que chegarão ao país até maio, informou o governo.

Esta é a quarta vacina a chegar ao México após a entrega anterior dos imunizantes desenvolvidos pela aliança americana-alemã Pfizer-BioNTech, da anglo-sueca AstraZeneca e da chinesa CanSino.

“Podemos dizer que somos o único país que tem duas vacinas da China em seu território”, disse a subsecretária de Relações Exteriores, Martha Delgado, após receber o carregamento de Sinovac, vindo de Pequim, no aeroporto da Cidade do México.

A previsão é que outras 800 mil doses cheguem no dia 28 de fevereiro e que as 9 milhões restantes cheguem ao ritmo de três milhões por mês em março, abril e maio, informou o Ministério da Saúde.

Enquanto isso, um primeiro lote de 200.000 doses da vacina russa Sputnik V chegará ao México na próxima segunda-feira, acrescentou a agência.

De 23 de dezembro até hoje, o México recebeu nove remessas com 2,32 milhões de vacinas e três remessas com 9 milhões de doses para serem envasadas em laboratórios locais.

Até sexta-feira, 1,57 milhão de pessoas haviam sido vacinadas contra a covid-19 no México.

Enquanto isso, o chefe da estratégia de saúde do México contra a pandemia, o subsecretário Hugo López-Gatell, informou neste sábado que contraiu a doença.

"Divido publicamente que tenho #COVID19. Comecei com os sintomas ontem (sexta-feira) à noite, felizmente eles são leves", escreveu em sua conta no Twitter.

López-Gatell, a face mais visível do plano de saúde do governo, disse que testou positivo para antígenos e aguarda o resultado do PCR.

O México, com 126 milhões de habitantes, é o terceiro país com mais mortes no mundo em números absolutos, com 178.965 óbitos e 2,03 milhões de casos de covid-19.

Na manhã desta quarta-feira (10), chegou ao Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos, a matéria-prima para produzir cerca de 8,7 milhões de doses da vacina Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. O avião que trouxe a carga saiu de Pequim à 1h da manhã (horário de Brasília) da terça-feira (9).

Este é o segundo lote de Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) que chega em São Paulo. A primeira remessa veio no dia 3 de fevereiro e continha cerca de 5.400 litros de IFA, quantidade suficiente para produzir 8,6 milhões de doses, que serão distribuídas no final de fevereiro. Neste segundo lote, foram recebidos 5.600 litros de IFA. Número suficiente para produzir cerca de 8,7 milhões de doses, que está projetada para imunizar a população no final de março.

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Após o recebimento da carga, o lote foi transportado em caminhões com a refrigeração necessária para chegar até a sede do Butantan, na zona oeste de São Paulo. Com a chegada do segundo lote, o instituto tem em mãos matéria suficiente para produzir 17,3 milhões de doses. A previsão é que sejam produzidas cerca de 600 mil doses por dia.

Ainda está em negociação um possível terceiro lote, que contenha aproximadamente 8.000 litros de IFA, em cumprimento do contrato feito com o Ministério da Saúde. No acordo, até o final de abril estão previstas 46 milhões de doses; outras 54 milhões estão com data a ser definida.

Por Rafael Sales

O governo de Pernambuco já iniciou a distribuição da nova remessa das vacinas Sinovac/Butantan contra a covid-19. Das 118.200 unidades recebidas no último domingo (7), para  primeira e segunda doses dos trabalhadores de saúde, mais de 93,4 mil foram encaminhadas para as 12 Gerências Regionais de Saúde (Geres), através de uma operação logística que envolveu os técnicos do Programa Estadual de Imunização (PNI-PE) e o apoio da Secretaria de Defesa Social (SDS), além da companhia aérea Azul para o transporte aéreo. As outras 24,7 mil ficaram na posse do estado, para promoção da imunização de sua rede, conforme foi combinado com os gestores municipais na Comissão Intergestores Bipartite (CIB).

Depois da aterrissagem no Aeroporto Internacional do Recife, os imunizantes foram encaminhados para o Programa Estadual de Imunização (PNI-PE) para verificação de temperatura e divisão das vacinas por municípios e Geres. Ainda no dia da chegada, as primeiras unidades foram encaminhadas para Ouricuri, Salgueiro, Serra Talhada e Afogados da Ingazeira. As vacinas destinadas para as demais gerências começaram a ser despachadas às 6h desta segunda (8).

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A nova remessa levou o número de doses contra a covid-19 recebidas por Pernambuco a 511 mil, sendo 427.560 unidades correspondentes ao imunizante da Sinovac/Butantan, para as duas doses, e 84 mil da AstraZeneca/Oxford/Fiocruz, apenas para a primeira, visto que o Ministério da Saúde ainda não enviou a segunda dose. As vacinas recebidas já permitem o atendimento de 60% dos trabalhadores de saúde e de 100% dos idosos a partir dos 85 anos, idosos em instituições de longa permanência, pessoas com deficiência institucionalizadas e população indígena.

Balanço

Até o último domingo, Pernambuco já havia aplicado a primeira dose em 105.666 dos trabalhadores de saúde, 22.350 indígenas e 56.068 idosos a partir dos 85 anos, além de 4.701 idosos em instituições de longa permanência e 577 pessoas com deficiência institucionalizadas. Quanto à segunda dose, 2.648 trabalhadores de saúde já foram vacinados e finalizaram o esquema. Ao todo, mais de 192 mil doses já foram aplicadas.

Neste domingo (7), chegaram ao estado de Pernambuco 118.200 doses da vacina Coronavac. Vindos de São Paulo, os imunizantes foram desembarcados no Aeroporto Internacional dos Guararapes/Gilberto Freire, no Recife, por volta das 10h58, em voo operado pela companhia aérea Azul. Em seguida, o carregamento foi transportado para a central de armazenamento de vacinas da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), localizado na Avenida Norte, Zona Norte do Recife. 

A nova remessa dos imunizantes, produzidos pelo Instituto Butantan (SP) em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, vai dar continuidade à imunização dos trabalhadores de saúde, sendo possível vacinar, com as duas doses necessárias, em torno de 60% dos mais de 294 mil integrantes desse grupo. A distribuição das doses para as 12 regionais de saúde será realizada ainda neste domingo (7). A operação de desembarque e transporte das vacinas, enviadas pelo Ministério da Saúde, foi realizada sob coordenação da Polícia Federal com apoio do BPTRAN/PMPE. 

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Ao todo, Pernambuco já recebeu 427.560 unidades da vacina Sinovac/Butantan, para ambas as doses que, além dos trabalhadores de saúde, contemplam 100% dos idosos em instituições de longa permanência, pessoas com deficiência abrigadas em instituições e população indígena aldeada. Anteriormente já haviam chegado 84 mil doses do imunizante da AstraZeneca/Oxford/Fiocruz, destinados a 100% dos idosos a partir dos 85 anos. O quantitativo da AstraZeneca foi utilizado apenas na primeira dose, mas o Ministério da Saúde informou que enviará posteriormente a quantidade para a segunda fase de vacinação desse grupo. Juntando ambos os fabricantes e a nova remessa deste domingo, Pernambuco totaliza mais de 511 mil unidades de vacinas contra a Covid-19 recebidas. 

*Com informações da Assessoria de Comunicação

 

Durante a coletiva de imprensa nesta quinta-feira (4), o governo de Pernambuco anunciou que novas doses da vacina Sinovac/Butantan devem chegar ao Estado ainda nesta semana para atender os profissionais de saúde que são os primeiros na 'fila' da prioridade. O quantitativo não foi informado pelo Ministério da Saúde. 

“Há locais que já estão vacinando a atenção primária e já completaram a linha de frente da Covid-19, as UTIs, emergências e, com isso, a recomendação é continuar avançando em outras estratégias para proteção dos trabalhadores de saúde. Lembramos que é importante priorizar aqueles que estão diretamente mobilizados na assistência aos pacientes da Covid-19 e planejar as outras áreas, de acordo com a disponibilidade das doses que estão sendo enviadas pelo Ministério da Saúde", disse o secretário estadual de saúde, André Longo.

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O governo ainda informou que mais de 117 mil trabalhadores da área de saúde já foram imunizados, o que totaliza 40% dos profissionais da área em Pernambuco. O Comitê Estadual de Vacinação também orientou, na reunião da última quarta-feira, que a segunda dose da vacina do Butantan pode ser feita entre 21 e 28 dias. A recomendação do Ministério da Saúde é de duas a quatro semanas após a primeira dose. Cada município pode utilizar a estratégia de acordo com a organização da sua rede.

O governo de São Paulo já tem 6 milhões de doses prontas para aplicação da CoronaVac, a vacina contra o novo coronavírus que é produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. Desse total, 4,5 milhões já estão também rotuladas e serão encaminhadas ao governo federal para que sejam então destinadas aos demais estados brasileiros e ao Distrito Federal.

O restante, por proporcionalidade (São Paulo é o estado com maior população), deve permanecer em São Paulo. Mas o total dessa quantidade destinada a São Paulo, que o governo paulista prevê entre 20% e 25%, ainda será definida em reunião com o Ministério da Saúde.  “As cotas (de doses) dos estados serão definidas possivelmente ainda na tarde de hoje. Definindo essa cota, o estado de São Paulo já vai imediatamente receber e encaminha-las à Secretaria estadual da Saúde”, falou Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan.

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“Alguns procedimentos são necessários por parte do Ministério da Saúde junto ao Butantan, mas tenho certeza absoluta que o ministério, de forma responsável, saberá adotar essas medidas e entrará em contato imediatamente com a direção do Instituto Butantan para que a transferência dessas 4,5 milhões de doses possa ser feita”, disse o governador de São Paulo, João Doria.

Essa transferência vai depender, segundo o governador, de que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprove o uso emergencial da vacina. A decisão da Anvisa será anunciada no próximo domingo (17).

Pelo acordo assinado com a Sinovac, São Paulo deve receber 46 milhões de doses da vacina. Desse total, 10,8 milhões já estão em São Paulo, sendo que 6 milhões de doses já estão prontas para aplicação. O acordo assinado pela Sinovac prevê também a transferência de tecnologia, ou seja, o Butantan passará a produzir a vacina em solo brasileiro. A vacina é aplicada em duas doses.

 

Nesta terça-feira (12), o Instituto Butantan e o Governo de São Paulo informam que a vacina contra o novo coronavírus obteve 50,38% de eficácia global no estudo clínico desenvolvido no Brasil, além de proteção de 78% em casos leves e 100% contra casos moderados e graves da COVID-19. Todos os índices são superiores ao patamar de 50% exigido pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Segundo o Governo de São Paulo, os resultados foram submetidos a um comitê internacional independente e já estão com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que analisa o pedido de uso emergencial do imunizante no Brasil. A pesquisa envolveu 16 centros de pesquisa científica em sete estados e o Distrito Federal. O teste duplo cego, com aplicação da vacina em 50% dos voluntários e de placebo nos demais, envolveu 12,5 mil profissionais de saúde.

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O estudo verificou que a menor taxa foi registrada em casos de infecções muito leves, considerados score 2 e verificados em pacientes que receberam placebo. De uma amostragem de 9,2 mil participantes, 85 dos casos muito leves foram de pessoas que receberam vacina, e 167 em voluntários que tomaram placebo.

Já o resultado de eficácia dos casos leves, classificado como score 3, em pacientes que precisaram receber alguma assistência, foi de 77,96%, sendo que sete pessoas haviam recebido a vacina, e outras 31, placebo.

Ainda conforme explicado pela assessoria do Governo de São Paulo, para os casos moderados e graves que necessitaram de hospitalização, a eficácia foi de 100%. Nenhum paciente infectado que recebeu a vacina do Butantan precisou de internação. Entre os que tomaram placebo, houve sete pacientes que precisaram de internação.

Todo os voluntários são profissionais de saúde, com risco muito alto e contínuo de exposição ao coronavírus. Eles receberam duas doses da vacina, com intervalos de duas semanas entre cada aplicação. A pesquisa também demonstrou que o imunizante é extremamente seguro – nenhuma reação adversa grave foi registrada entre os participantes.

O Instituto Butantan confirma que já dispõe de 10,8 milhões de doses da vacina em solo brasileiro. Até o final do mês de março, a carga total de imunizantes disponibilizados pelo instituto é estimada em 46 milhões de doses. O Plano Estadual de Imunização, em São Paulo, tem início previsto para o próximo dia 25.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou ter recebido nesta sexta-feira (8) o pedido de uso emergencial da vacina do Butantan. A Anvisa diz que já iniciou a triagem dos documentos presentes na solicitação do Instituto Butantan e da proposta de uso emergencial que o laboratório pretende fazer. 

Segundo a agência, a meta é fazer a análise do uso emergencial em até 10 dias. As primeiras 24 horas serão utilizadas para a triagem e para checar se os documentos necessários estão disponíveis. Caso haja informação importante faltando, poderão ser solicitadas informações adicionais ao instituto. O prazo de 10 dias, então, é suspenso.

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A Anvisa diz que, para fazer sua avaliação, vai utilizar informações apresentadas junto com o pedido e também as já analisadas por meio da Submissão Contínua. A análise do pedido de uso emergencial é feita por uma equipe multidisciplinar, com especialistas das áreas de registro, monitoramento e inspeção. "Por fim, a Anvisa atua, conforme os procedimentos científicos e regulatórios, os quais devem ser seguidos por aqueles que buscam a autorização de vacinas para serem utilizadas na população brasileira", diz.

Na última quinta-feira (7), o Governo de São Paulo e o Instituto Butantan divulgaram que a vacina desenvolvida em parceria com a biofarmacêutica chinesa Sinovac Life Science atingiu a eficácia de 78% para casos leves e 100% para casos graves e moderados. O estudo clínico realizado no Brasil contou com a participação de 12,4 mil profissionais de saúde voluntários em 16 centros de pesquisa.

Nesta segunda-feira (28), o Governo de São Paulo recebeu um novo lote com mais de 500 mil doses da vacina do Instituto Butantan desenvolvido com a biofarmacêutica Sinovac. A carga desembarcou por volta de 11h30 no aeroporto de Guarulhos. O voo da Turkish Airlines saiu de Pequim, na China, e fez escala na Turquia.

Segundo a assessoria do Butantan, todo o lote que chegou nesta segunda (28) é composto por doses já prontas para a aplicação. Para a próxima quarta-feira (30), está prevista a última remessa de 2020, com mais de 1,5 milhão de doses prontas - o que totaliza cerca de 11 milhões de doses recebidas pelo Governo de São Paulo só no final de 2020.

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O primeiro lote com 120 mil doses chegou ao Brasil no dia 19 de novembro. O segundo carregamento, com 600 litros a granel do insumo, correspondente a um milhão de doses, desembarcou em 3 de dezembro. Já a terceira remessa, com 2 milhões de doses, foi recebida em 18 de dezembro.

Na última quinta-feira (24), véspera de Natal, São Paulo recebeu a maior carga de vacinas com 5,5 milhões doses composta por 2,1 milhões de forma pronta para aplicação e mais 2,1 mil litros de insumos, correspondentes a 3,4 milhões de doses que serão envasadas no complexo fabril do Butantan, também em São Paulo. 

Atento às orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Zé gotinha esteve de máscara durante a cerimônia de lançamento do Plano Nacional de Imunização, na manhã desta quarta-feira (16), no Palácio do Planalto. Em um palco divido entre servidores precavidos e negacionistas do Governo Federal, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ficou no 'vácuo' ao tentar cumprimentar o personagem.

Além de Bolsonaro, os ministros da Saúde, Eduardo Pazuello, e da Casa Civil, Braga Neto, uniram-se aos demais representantes do Governo Federal e não utilizaram o item de segurança, nem mantiveram o distanciamento adequado, no evento que teve a participação de governadores. 

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A postura contrária às recomendações sanitárias refletiu no presidente que, ao tentar apertar a mão do Zé gotinha, foi respondido apenas com um gesto de positivo, que lhe pôs um sorriso sem graça no rosto.

O documento sobre a operação de aplicação do imunizante no Brasil Indica que 350 milhões de doses já estão sendo negociadas e reforça que além das vacinas da Pfizer e Oxford-AstraZeneca, também negocia a Coronavac, desenvolvida pelo Instituto Butantan, em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.

Para a primeira etapa do plano, 51 milhões de pessoas devem ser vacinadas e 108 milhões de doses adquiridas, visto que 5% delas se perde durante o transporte e os processos de aplicação. Após críticas, o planejamento foi reformulado e remanejou os presos como prioritários.

Acompanhe

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Uma equipe de inspetores, designados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), já está na China em missão para vistoriar as empresas Sinovac e Wuxi Biologics, envolvidas nas pesquisas de vacinas contra a Covid-19. A viagem será até 11 de dezembro.

Nessa segunda-feira (30), no primeiro dia de inspeção, eles verificaram as  práticas de fabricação da vacina CoronaVac, da Sinovac, que está em fase de testes no Brasil, em parceria com o Instituto Butantan. Caso seja eficaz, o órgão passará a fabricar a vacina com os insumos da Sinovac e, posteriormente, com insumos próprios.

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Foram analisados os pontos do sistema de gestão da qualidade farmacêutica da empresa, como o gerenciamento de risco, gerenciamento de documentos e plano mestre de validação, além dos requisitos técnicos dos bancos de sementes e celulares (partículas virais e células hospedeiras utilizadas na fabricação da vacina). 

Procedimentos de amostragem

De acordo com a Anvisa, outra parte da equipe dedicou-se à verificação das condições aplicáveis aos procedimentos de amostragem de matérias-primas, qualificação de fornecedores, sistema de numeração de lotes e qualificação de transporte.

Em comunicado, a Anvisa esclareceu que a equipe segue uma agenda de trabalho que se estenderá até sexta-feira (4) na empresa Sinovac. 

“O cronograma inclui em cada dia diferentes requisitos técnicos a serem constatados para avaliar se a fabricação da vacina transcorre de acordo com o regulamento de Boas Práticas da Agência, o qual está a par e passo com os regulamentos utilizados pelas principais agências sanitárias internacionais”, informou a agência reguladora.

Do dia 7 ao dia 11, a equipe estará na Wuxi Biologics, que produz os insumos para a vacina da farmacêutica AstraZeneca, que está desenvolvendo o imunizante em parceria com a Universidade de Oxford. Essa vacina também está sendo testada no Brasil e, em caso de sucesso, será fabricada no país pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Ministério da Saúde.

O laboratório chinês Sinovac Biotech afirmou nesta terça-feira que tem confiança na segurança de sua vacina experimental contra a Covid-19, depois da suspensão de um teste clínico no Brasil devido a um "incidente grave".

"Estamos confiantes na segurança da vacina", afirmou a Sinovac em um comunicado, no qual destaca que o incidente em questão não tinha "relação" com a vacina, desenvolvida entre a farmacêutica chinesa Sinovac e o Instituto Butantan.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) do Brasil anunciou na segunda-feira a suspensão dos testes clínicos da vacina CoronaVac após um "evento adverso grave" envolvendo um voluntário, ocorrido em 29 de outubro.

O órgão regulador informou que não poderia revelar detalhes sobre o ocorrido por causa de regulamentos referentes à privacidade, mas revelou que os incidentes adversos graves incluem óbito, efeitos colaterais potencialmente fatais, incapacidade ou invalidez persistente ou significativa, internação hospitalar, anomalia congênita e "evento clinicamente significante".

O contratempo para a CoronaVac aconteceu no mesmo dia em que o grupo farmacêutico americano Pfizer anunciou que sua vacina contra a Covid-19 tem 90% de efetividade.

As vacinas da Pfizer e Sinovac estão na fase 3 dos testes, a última antes de obter ou não a aprovação das autoridades reguladoras.

As duas estão sendo testadas no Brasil, o país com o segundo maior número de mortos por Covid-19, atrás apenas dos Estados Unidos, com mais de 162.000 vítimas fatais.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estaria retardando a autorização para a importação da matéria-prima da Coronavac, denuncia o diretor-geral do Instituto Butantan, Dimas Covas. Em entrevista à Folha de São Paulo, o pesquisador disse estar "inconformado" com a lentidão e garantiu que o centro está preparado para iniciar a fabricação no Brasil.

Covas conta que enviou uma solicitação formal de liberação excepcional no dia 23 de setembro. Após cerca de um mês de espera, nesta quinta-feira (22), ele recebeu a informação que a importação da substância só será discutida em uma reunião agendada para o dia 11 de novembro. "Uma liberação que ocorre em dois meses deixa de ser excepcional", criticou.

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O diretor calcula que, após o recebimento do material, o processo de fabricação, a realização dos testes de qualidade e a liberação efetiva do imunizante, sejam necessários cerca de 45 dias.

A intenção do Butantan era receber seis milhões de doses da farmacêutica chinesa Sinovac, ainda em outubro. No Brasil, a fabricação se estenderia até dezembro e garantiria mais 40 milhões de doses. Entretanto, caso a autorização saia em novembro, a produção seria finalizada apenas em janeiro. A Anvisa não se manifestou sobre a declaração do diretor do instituto.

A polêmica em torno da negativa de compra do presidente Jair Bolsonaro das vacinas produzidas pela farmacêutica chinesa Sinovac e produzida em conjunto com Instituto Butantã em São Paulo, o assunto foi abordado indiretamente nesta quinta-feira (22), pelo secretário estadual de Saúde, André Longo, durante a coletiva. Segundo ele, qualquer vacina, desde que seja comprovada a eficácia será bem-vinda no Estado, independente da origem. 

"Aqui em Pernambuco esperamos que uma inclusão de uma vacina contra o Coronavírus dentro do PNI (Programa Nacional de Imunização) seja feita exclusivamente com base na segurança da população e nas questões técnicas e científicas para garantir sua eficácia", afirmou.

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Segundo ele, essa decisão inclusive é corroborada pelo Conselho de Secretários Estaduais de Saúde. Longo ainda enfatizou que o PNI é responsável pelas vacinas sazonais aplicadas atualmente em crianças, adultos e idosos no Brasil e que a questão política não pode ser colocada em causa neste momento.

"O embate político e as influências ideológica na área da saúde, sobretudo por esse assunto, tem uma influência muito ruim na assistência à população", destacou. O secretário ainda garantiu que o Conselho dos Secretários Estaduais de Saúde vai aderir a "qualquer vacina considerada segurada e avalizada pelas autoridades sanitárias no PNI", independente da origem.

Confrontado diretamente sobre a decisão do executivo em não comprar vacinas de origem chinesa, Sinovac, Longo disse que toda a população brasileira tem que ter acesso a vacina que seja eficaz. "Se ela é eficaz e segura ela deve ser incorporada ao PNI", completou o secretário que a princípio afastou a possibilidade de intervenção judicial para a chegada de vacinas no Estado.

A vacina do contra a Covid-19 em São Paulo, até a próxima sexta-feira (16), deverá passar pelas últimas fases de testes. Foi o próprio governador João Doria (PSDB) que confirmou a informação durante coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, nesta quarta-feira (14). A vacina é desenvolvida em conjunto pelo laboratório chinês Sinovac e pelo Instituto Butantan.

O governo de São Paulo vem mantendo seu cronograma para a campanha de vacinação que é estimada para 15 de dezembro. A prioridade será dos profissionais de saúde, educadores e pessoas com doenças crônicas. Espera-se que, no fim de março de 2021, toda população paulista esteja vacinada. 

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"Até agora, todos os resultados foram positivos. Nenhuma colateralidade foi apresentada nos 13 mil médicos e enfermeiros que foram testados em sete estados brasileiros”, afirmou o governador João Doria.

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