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Uma mulher trans identificada como Verônica de Oliveira, 40 anos, foi morta com uma facada no abdômen. O crime aconteceu na madrugada desta quinta-feira (12), na cidade de Santa Maria, Rio Grande do Sul. A vítima e o criminoso, que ainda não foi identificado, teriam divergido em relação ao valor de um programa e, por conta disso, iniciado uma discussão.

"Em um dado momento, o homem foi até o interior do automóvel, sentou no banco do motorista e tentou esconder uma arma branca. Quando iniciou a saída do local com o automóvel, desferiu um golpe de arma branca no abdômen da vítima que estava parada na rua", explicou o delegado ao G1.

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Verônica chegou a ser levada para o Hospital Universitário de Santa Maria, passou por uma cirurgia, mas não resistiu e morreu por volta das 6h30 desta quinta-feira (12). A mulher era considerada uma liderança da comunidade LGBTQ+ na cidade e em todo Rio Grande do Sul, já tendo sido a madrinha da Parada da Diversidade de Santa Maria. Por conta do crime, algumas mulheres trans se dizem com medo do que pode acontecer com elas. 

Um homem foi preso em flagrante após tentar assassinar o companheiro com uma facada na boca. A tentativa de homicídio ocorreu na noite desse domingo (3), na 1ª Travessa Nazaré, bairro de Santa Mônica, em Camaragibe, no Grande Recife.

A vítima informou à Polícia Militar que o golpe foi motivado por ciúmes. Devido ao ferimento, ele foi encaminhado para uma unidade de saúde do município antes de ser transferido para o Hospital Getúlio Vargas, localizado no bairro do Cordeiro, Zona Oeste do Recife.

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Durante as buscas, o efetivo recebeu informações de populares sobre a possível localização do suspeito. Após a captura, ele foi levado ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde ficou à disposição da Justiça.

A 1.ª Vara Federal Criminal de São Paulo determinou que o Hospital das Clínicas envie informações detalhadas sobre os procedimentos de internação e o estado clínico do procurador da Fazenda Nacional, Matheus Carneiro Assunção, preso em flagrante por tentativa de homicídio qualificado contra a juíza federal Louise Filgueiras, na última quinta-feira, 3. Por determinação judicial, ele foi internado na instituição. Também foi aberto incidente de insanidade mental.

A decisão é da juíza federal Andréia Costa Moruzzi.

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Ela estipulou as seguintes medidas cautelares com relação a Matheus Assunção: monitoramento eletrônico, com a colocação da tornozeleira "em momento oportuno" - após o recebimento das informações médicas solicitadas ao HC; suspensão do exercício da função como procurador da Fazenda Nacional, com a devolução da carteira funcional; entrega do passaporte; e o recolhimento de eventual porte de arma, com a suspensão do respectivo registro, caso haja autorização em nome do investigado.

A carteira, o passaporte e eventual porte de armas deverão ser entregues em Juízo, no prazo de 48 horas, pelo curador nomeado.

No final da tarde de quinta, 3, o procurador invadiu o gabinete de Louise, no 21.º andar do prédio-sede do Tribunal Regional Federal da 3.ª Região (TRF-3), na Avenida Paulista. Munido de uma faca, ele golpeou o pescoço da magistrada. Também atirou uma jarra de vidro sobre Louise, que sofreu ferimentos leves.

Em sua decisão, Andréia Costa Moruzzi ainda fixou obrigações a serem cumpridas pela equipe médica responsável pelo custodiado, por meio de seu curador.

Andréia determinou o envio de um ofício ao Instituto de Psiquiatria do HC "para que informe se há uma equipe médica e de enfermaria permanente na ala psiquiátrica, quais pessoas estão autorizadas a acompanhar o procurador e que medidas foram adotadas para assegurar que ele não saia do estabelecimento médico sem autorização judicial".

O chefe da equipe médica deverá enviar relatórios à juíza, a cada cinco dias, sobre o estado de saúde mental do procurador, "constando a necessidade e as razões da manutenção da internação". Também deverá ser remetida à Justiça cópia do prontuário médico e do projeto terapêutico.

A equipe médica deverá enviar cronograma de exames a serem realizados e comunicar à Justiça a previsão de alta médica, "quando e se houver", com antecedência mínima de 24 horas.

Na decisão, a juíza determina ainda que, caso o procurador seja colocado em liberdade, ainda que condicionada, ficará proibido de ingressar nas dependências da Justiça Federal, incluindo as instalações do Tribunal Regional Federal da 3.ª Região, dos Fóruns Criminal e Previdenciário, Cível, Execuções Fiscais e do Juizado Especial Federal de São Paulo.

No caso do Fórum Criminal, será permitida a entrada do procurador "apenas para atos judiciais aos quais for intimado no processo".

A juíza atendeu ao pedido do Ministério Público Federal e nomeou um perito para exame de insanidade mental que será realizado posteriormente, "atendendo as condições clínicas do custodiado".

Para a juíza federal Louise Filgueiras, o ataque que sofreu do procurador da Fazenda Nacional Matheus Carneiro Assunção, apesar de ter razões "insondáveis", tinha como alvo a magistratura. Golpeada com uma faca em seu gabinete no Tribunal Regional Federal da 3.ª Região, em São Paulo, na quinta-feira (3), a magistrada avalia que o atentado pode ser resultado de uma "mistura explosiva" entre "polarização" e um contexto de "tentativas claras de intimidação" da magistratura.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Louise relembrou momentos de horror que viveu naquela tarde e disse acreditar que o procurador pretendia atacar um magistrado qualquer. Contido por seguranças, Assunção afirmou que "queria fazer protesto". Depois do ataque à juíza, o procurador tentou se matar. Ele foi autuado na Polícia Federal por tentativa de homicídio, mas teve sua prisão transformada em preventiva por causa de dúvidas sobre sua integridade mental. O procurador será encaminhado para internação provisória no Hospital das Clínicas de São Paulo.

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Segundo Louise, o atentado afeta não só os magistrados, mas toda a sociedade - e, por isso, não pode ser "perdoado ou desculpado".

Após alguns dias do atentado de que foi vítima, como a senhora se sente?

Me sinto bem, só um pouco cansada, mas sem traumas.

O que muda na sua rotina?

Não pretendo mudar minha rotina, mas acho que a situação deixou claro que é preciso repensar a questão dos cuidados com a segurança nos fóruns.

Como foi o ataque?

Foi uma estocada no pescoço, na região da carótida, pelas costas. Eu estava sentada de costas para a porta, virada para a janela, lendo uma minuta de voto e não o vi nem ouvi entrar. Senti uma pressão forte no pescoço e ao me virar ele me atirou uma jarra de água, que se espatifou sobre a mesa. Eu gritei e, logo em seguida, os servidores do gabinete entraram, um servidor o imobilizou e a segurança logo chegou.

A senhora acredita que ele agiu premeditadamente ou invadiu seu gabinete por acaso?

Acredito que foi premeditado, pois ele trouxe a faca consigo (não é uma faca simples de cozinha, era maior e mais pontuda) e foi a dois outros gabinetes antes em busca de uma oportunidade. Acho que me atacou porque encontrou as portas abertas e todos concentrados no trabalho, e acreditou que era a melhor oportunidade. Tanto que aguardou alguns minutos no corredor, sentado. Sabemos, porque uma servidora chegou a vê-lo ali, mas achou que se tratava de advogado que aguardava para despachar. Acho que o ataque não foi dirigido a mim, especificamente. Ele pretendia atacar um magistrado qualquer, em forma de protesto. Pelo que se apurou até agora, foi um ataque contra a magistratura, não foi pessoal.

O que ele dizia quando a esfaqueou?

Ele não disse uma palavra. Apenas indagado pelo agente de segurança se estava sob efeito de álcool, depois de dominado, sorriu ironicamente e disse: "Álcool?". Nada mais.

O alvo era a magistratura? Por quê?

Sim, tudo leva a crer que o alvo era a magistratura, pois, pelo que se apurou até agora, o agente não tinha nenhuma relação comigo ou com qualquer processo que eu tenha julgado. As razões são insondáveis, pois parece até um ato de loucura. Segundo teria declarado após a prisão, pretendia fazer um protesto. De qualquer forma, o ato foi praticado em um contexto de tentativas claras de intimidação, que vêm tomando força atualmente, intimidações que visam a nos tornar mais vulneráveis a pressões e a interesses escusos, como a recentemente aprovada Lei do Abuso de Autoridade (que endurece a punição a juízes, promotores e policiais por abuso de autoridade). Por outro lado, vivemos tempos de muita polarização, as pessoas estão ficando doentes de ódio, intolerância e mesmo de indignação. Isso tudo faz uma mistura muito explosiva, que pode resultar em atos de violência como esse.

A senhora perdoa o agressor?

Pessoalmente, perdoo e lamento muito que um jovem procurador da Fazenda Nacional, carreira que muito respeito, inclusive exercida pelo meu falecido pai por muitos anos, tenha praticado ato de tamanha gravidade e tenha assim se prejudicado tanto. Mas não cabe a mim perdoar um atentado praticado contra a magistratura, pois afeta todos os juízes diretamente, e atinge também a sociedade, que necessita de um Judiciário firme e independente, razão pela qual entendo que não pode ser tolerado ou desculpado, de maneira alguma.

Houve falha na segurança do prédio do TRF-3?

Ele não foi revistado por ser procurador da Fazenda Nacional. Há uma norma que dispensa essa revista. Não houve falha nos procedimentos normais de segurança.

Seu agressor deve ficar preso ou sob tratamento?

Acho que isso é uma questão para a perícia técnica. Não me cabe emitir juízo sobre isso.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O procurador Matheus Carneiro Assunção, preso por tentar matar a facadas a juíza federal Louise Filgueiras na sede do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), será encaminhado para internação provisória no Hospital das Clínicas de São Paulo. A decisão foi determinada neste sábado, 5, pelo juiz federal de plantão Fernando Toledo Carneiro, que atendeu pedido da defesa.

O servidor ficará aos cuidados da equipe de psiquiatria do Hospital das Clínicas, sem a presença de agentes da Polícia Federal. A unidade, no entanto, fica proibida de liberar Assunção sem autorização judicial.

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Inicialmente, o procurador seria transferido para cumprir prisão preventiva no Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico "Dr. Arnaldo Amado Ferreira", em Taubaté (SP), diante do "risco significativo" de que Assunção cometa suicídio, segundo argumentou a juíza Andréia Moruzzi, da 1ª Vara Federal Criminal de São Paulo. Logo após a tentativa de homicídio na última quinta-feira, 3, o procurador tentou se matar.

A ação também motivou a magistrada a deferir pedido de instauração de incidente de insanidade mental, que irá avaliar o grau de discernimento de Assunção na última quinta.

Assunção atacou a juíza federal Louise Filgueiras com uma faca, golpeando-a no pescoço, e jogou uma jarra de vidro contra a magistrada, que sofreu ferimentos leves. O procurador foi imobilizado por servidores do TRF-3, a Polícia Federal foi acionada e Assunção foi preso em flagrante. A juíza Louise substituía o desembargador federal Paulo Fontes, ocupando o gabinete do 21º andar do TRF-3, quando foi atacada.

Depois de contido, o procurador afirmou que "queria fazer protesto". Na Polícia Federal ele ficou em silêncio.

O procurador da Fazenda Nacional Matheus Carneiro Assunção foi preso nesta quinta-feira (3) após tentar matar a juíza federal Louise Filgueiras, no Tribunal Regional Federal da 3ª Região. A informação foi revelada pela revista eletrônica Consultor Jurídico (Conjur) e confirmada pela reportagem do jornal O Estado de S. Paulo.

O TRF-3 tem jurisdição em São Paulo e Mato Grosso do Sul. Sua sede fica na Avenida Paulista.

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Assunção atacou a magistrada com uma faca, golpeando-a no pescoço, e deixando ferimentos leves. Às 20h, a reportagem fez contato com a assessoria de imprensa da Corte, que afirmou não saber de nada.

Ele invadiu o gabinete da magistrada, que atua em substituição ao desembargador Paulo Fontes, que está em período de férias. O agressor, segundo testemunha, atingiu a juíza próximo à jugular. Depois de contido, o procurador afirmou que "queria fazer protesto".

Assunção foi primeiro ao gabinete do desembargador Fábio Prieto de Souza, no 22º andar da Corte, mas ele não estava no local, já que participava de uma sessão.

Ele, então, desceu correndo pelas escadas e, no 21º andar, invadiu o gabinete da juíza. Inicialmente, ele atirou uma jarra de vidro em direção à magistrada. Depois, a golpeou com a faca.

O procurador da Fazenda Nacional foi detido e levado pela Polícia Federal.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou, nesta quarta-feira (2), que o Tribunal Regional Federal da 1ª região (TRF-1) julga hoje um mandado de segurança que autoriza o uso do material apreendido no endereço do advogado Zanone Manuel de Oliveira Júnior, que defendeu Adélio Bispo, pela Polícia Federal nas investigações sobre o atentado a faca sofrido por Bolsonaro em setembro de 2018. 

Bolsonaro deu a notícia do julgamento ao passar pela imprensa antes de deixar o Palácio do Alvorada, mas não deu entrevistas. No Twitter, o presidente divulgou um vídeo do momento. 

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“Hoje vai ser julgado o mandado de segurança do caso Adélio, se for favorável tem muita chance de descobrir quem mandou me matar”, diz o presidente ao dar o recado. 

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A publicação foi compartilhada pelo filho e vereador de São Paulo, Carlos Bolsonaro (PSC), que insinuou envolvimento do PT e do PSOL no ataque. 

“Todos sabem apenas que quem enfiou a faca foi um ex-integrante do PSOL, o braço do PT. Mas com todo aparato que lhe cercava, duvidar que não agiu sozinho é muita ‘inocência’!”, escreveu.

Após desconfiar que a sua companheira o estava traindo, um homem de 43 anos assassinou a mulher, de 41 anos, desferindo vários golpes de faca contra ela. O crime aconteceu na noite deste último domingo (22), na casa onde eles viviam na região da Pampulha, Minas Gerais. 

De acordo com o site O Tempo, a vítima levou sete facadas nas costas, uma no pescoço e outra na mão esquerda. Depois de cometer o crime, o suspeito fugiu em uma moto. A Polícia Militar foi acionada e encontrou a mulher no chão do quarto do casal, encostada na parede. 

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Quando o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) chegou ao local a vítima já estava morta. O homem, que fugiu, está sendo procurado pela polícia. A mulher deixa uma filha adolescente. 

 

O desfile de encerramento da Semana da Farroupilha, comemorada pelos gaúchos no dia 20 de setembro em Soledade, no Norte do Rio Grande do Sul, foi encerrado por uma briga generalizada entre cavalarianos na tarde dessa sexta-feira. Um vídeo que circula na internet mostra um homem sendo esfaqueado enquanto tenta fugir a cavalo, na Avenida Marechal Floriano Peixoto. Seis pessoas foram presas.

No registro, dois homens discutem e se destacam entre a confusão. É possível ver um desferindo golpes de faca nas costas de outro. De acordo com testemunhas, o tumulto acabou expulsando quem acompanhava o evento. O desfile foi encerrado.

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A confusão foi iniciada quando um motorista tentou fazer uma manobra entre os cavalos e encostou com o carro em um deles. O dono do animal juntou-se a outros cavalarianos para agredi-lo. Integrantes do desfile tentaram intervir e também foram agredidos, segundo o G1.

Duas pessoas foram encaminhadas ao hospital com ferimentos leves. Entre elas, um adolescente de 13 anos. Policiais foram acionados e prenderam, ao menos, seis pessoas. Todos assinaram um termo circunstancial pelo crime de lesão e foram liberados. A Justiça ainda vai marcar uma audiência para que os envolvidos prestem esclarecimentos.

Confira   

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O presidente Jair Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia neste domingo (8), no Hospital Vila Nova Star, na Zona Sul de São Paulo. Esta é a quarta intervenção cirúrgica desde que ele levou uma facada em um atentado em Minas Gerais, há pouco mais de um ano.

A operação foi realizada para corrigir uma hérnia incisional na cicatriz na barriga do presidente, onde foi atingido. A cirurgia estava prevista para começar às 7h e durar duas horas, mas acabou demorando quase 5 horas.

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Mesmo com a demora bem maior do que a prevista, a intervenção foi considerada um sucesso pela equipe médica responsável, que afirmou não ter havido nenhuma complicação. Bolsonaro permanece internado até pelo menos a próxima quinta-feira (12), quando a junta médica responsável irá avaliar se ele pode ter alta e voltar a Brasília.

A equipe médica estima que a chance de o presidente precisar passar por outro procedimento como este é mínima. Enquanto Bolsonaro se recupera, quem responde pela Presidência da República é o vice-presidente Hamilton Mourão.

Uma das instituições que mais ganharam respeito no País recentemente pede ajuda para salvar bebês prematuros. O motivo parece nobre, mas é apenas mais um dos golpes aplicados em nome da Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, instituição que ganhou notoriedade depois de prestar atendimento ao então presidenciável Jair Bolsonaro após a facada desferida por Adélio Bispo.

Em gratidão, Bolsonaro anunciou que destinaria suas sobras de campanha para o hospital, que completou 165 anos no último mês. A ação, no entanto, foi barrada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Mas a instituição chegou a receber doações. Apoiadores de Bolsonaro angariaram R$ 1,3 milhão para a Santa Casa, que deve ser destinado a obras de infraestrutura.

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Ainda assim, seja por má-fé ou falta de organização, dezenas de "vaquinhas" não oficiais podem ser encontradas na internet em nome da Santa Casa, algumas com valores na casa dos milhares de reais. Somente em agosto, a instituição teve de vir a público duas vezes para desmentir golpistas que usavam seu nome para angariar fundos.

Em nota, a Santa Casa informou que "não pede, em hipótese alguma, doações e/ou depósitos via telefone e não autoriza nenhuma pessoa ou empresa a fazê-lo em nome da instituição". "É uma preocupação que tivemos de ter. Há golpes toda hora no Brasil, e o sistema integrado de internet permite isso. Facilita muito dizer o que fez, ou deixou de fazer", afirmou o presidente da Santa Casa de Juiz de Fora, Renato Loures.

Ele relatou dificuldades na administração financeira do hospital, mas destacou que a situação é melhor frente a outras filantrópicas no Brasil. "O déficit na nossa instituição gira em torno de 33%, e a média brasileira é acima de 60%. Temos uma gestão avançada que conta com operador de saúde."

Ainda como deputado pelo PSL, Bolsonaro destinou uma emenda parlamentar para a instituição, não liberada até agora. Os R$ 2 milhões seriam utilizados para cobrir o déficit dos procedimentos do SUS, que, em 2017, chegaram a R$ 27 milhões.

Ato

 

Apoiadores de Bolsonaro realizaram, ontem, um culto ecumênico no cruzamento entre as ruas Halfeld e Batista de Oliveira, no centro de Juiz de Fora, local exato onde o presidente sofreu o atentado há um ano.

Em cima de um trio elétrico, apoiadores de Bolsonaro discursaram, entre eles o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho "03" do presidente. O parlamentar chegou a visitar a Santa Casa e, assim como o pai já havia feito em outras ocasiões, agradeceu aos profissionais da instituição. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

No cruzamento entre as ruas Halfeld e Batista de Oliveira, no centro de Juiz de Fora (MG), apoiadores de Jair Bolsonaro realizaram, nesta sexta-feira, 6, um culto ecumênico no local exato onde o presidente sofreu um atentado há um ano. Em cima de um trio elétrico, apoiadores do presidente discursaram, entre eles o filho e deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL). O ato religioso durou cerca de uma hora.

O número de presentes foi inferior a outros atos em apoio ao presidente, mas o local e a hora - o centro da cidade às 18h - deu força à manifestação. Quem passava pela Rua Halfeld, uma das mais movimentadas na cidade, dificilmente ficava indiferente ao ato. Entre os gritos dos apoiadores, "queremos Eduardo embaixador do Brasil" foi repetido algumas vezes, mencionando a possível indicação de Eduardo para a embaixada do Brasil em Washington.

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Em seu discurso, Eduardo não falou sobre o tema, focando apenas no ocorrido no último ano. Ele agradeceu os profissionais da Santa Casa de Misericórdia e disse que havia nascido outra vez. Paulista de "nascimento" e mineiro de "coração" foram os termos usados.

Apoiadores usavam camisas tradicionais de apoio ao presidente. Um pôster em tamanho real de Bolsonaro foi usado para os apoiadores fazerem diversas fotos. Chegou a haver um princípio de tumulto após opositores posarem hostilizando a imagem.

A facada que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) recebeu durante a campanha eleitoral faz um ano nesta sexta-feira (6). Bolsonaro cumpria agenda em Juiz de Fora, Minas Gerais, quando foi atingido na região do abdômen por Adélio Bispo. Nessa quinta-feira (5), durante a tradicional transmissão ao vivo que faz semanalmente, o presidente se emocionou ao falar sobre o assunto. 

Bolsonaro agradeceu à equipe médica da Santa Casa de Misericórdia da cidade mineira e observou: “vocês salvaram a minha vida”. Além disso, ele disse que sua vida “é um milagre”. 

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“Foi um milagre a minha vida e um quase milagre a minha eleição. Não vamos jogar isso fora. Vamos construir juntos o futuro do Brasil. Não posso fazer tudo aquilo que quero. Alguns até acham que isso seria bom. E também concordo, mas se for tudo que eu quero isso seria uma ditadura e não quero isso”, afirmou o presidente.

Na época em que foi atingido pela facada, as pesquisas apontavam Jair Bolsonaro com 22% das intenções de votos. O atentado fez com que ele passasse a usar as redes sociais como meio de campanha e não participasse dos debates presidenciais.

Neste fim de semana, o presidente passará pela quinta cirurgia após o ataque. Desta vez, ele vai corrigir uma hérnia decorrente de intervenções anteriores. 

O autor da facada, Adélio Bispo, segue preso desde então, mas ele foi considerado inimputável pela Justiça Federal após concluir que o agressor sofria de transtorno delirante persistente. Apesar disso, os laudos apontam que Adélio mantém fixa a ideia de matar o presidente.

Enquanto boa parte do Brasil se preparava para o feriado de 7 de setembro de 2018, um trauma no abdômen na região central de Juiz de Fora (MG) mudaria a vida de muitos. No caso de Luiz Henrique Borsato, cirurgião da Santa Casa de Misericórdia de plantão naquela tarde, seria travada uma corrida contra o tempo.

Reconhecido como o "médico que salvou Jair Bolsonaro" da facada desferida por Adélio Bispo - que está preso desde então -, Borsato destaca que a rapidez e a eficiência no atendimento beneficiaram o então candidato. "A primeira hora após o acidente é muito importante. A medida em que o tempo vai passando, o paciente vai se tornando cada vez mais grave", disse ao jornal O Estado de S. Paulo. O atentado a Bolsonaro completa um ano nesta sexta-feira (6).

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O trajeto entre a Rua Halfeld, local do atentado, e a Santa Casa foi percorrido em cerca de dez minutos. Bolsonaro já recebia os primeiros procedimentos que lhe salvaram a vida. "Estávamos no centro cirúrgico na hora, e já havíamos realizados outras cirurgias no dia. Ele foi levado para a equipe de médicos emergencistas, que realizaram o primeiro socorro rápido, e fizeram a tomografia", diz o cirurgião, que faz questão de ressaltar o trabalho de todos os envolvidos.

A hemorragia era um risco real para Bolsonaro, que perdeu quase um terço do volume comum de sangue, necessitando de quatro bolsas de reposição. "Ele perdeu entre 1,5L e 2L de sangue, isso porque conseguimos intervir e parar o sangramento".

No primeiro contato com o paciente, Borsato descreve que "ele estava confuso e se queixava de dor, não falou mais nada". No dia seguinte, antes de ser transferido para o hospital Albert Einstein, em São Paulo, Bolsonaro agradeceu ao cirurgião por tudo o que havia sido feito.

Questionamento comum é o fato de não ter havido sangue aparente após a facada. O cirurgião disse estar acostumado a responder sobre o tema, e não se incomoda com as teorias conspiratórias que envolvem seu trabalho. "Se não fosse uma figura pública, ninguém falaria isso."

Separando o que considera "ato político" do "lado médico", Borsato não acredita que as desinformações tenham efeitos negativos, e destaca que "nossa vida cotidiana, no último ano, continua a mesma". Para ele, tudo faz parte do campo político, não sobre sua atuação técnica. "As pessoas são livres para terem suas opiniões".

No caso da cirurgia de hérnia, que será realizada domingo, a quarta no abdômen de Bolsonaro, Borsato afirma que, em algum momento, a mesma intervenção provavelmente seria realizada. "Todo paciente submetido a uma cirurgia abdominal tem o risco de desenvolver hérnia." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Um ano depois de dar uma facada contra o presidente Jair Bolsonaro (PSL), Adélio Bispo mantém a ideia fixa de matá-lo e ainda disse que pretende atentar contra a vida do ex-presidente Michel Temer.  A informação é do jornal Folha de São Paulo que diz ter tido acesso aos laudos psiquiátricos e documentos do processo judicial aberto contra Adélio pela facada em Bolsonaro. 

De acordo com a reportagem, os documentos apontam que Adélio se sente na obrigação de executar Bolsonaro e diz que foi "escolhido por Deus" para esta missão que tem a finalidade de "salvar o Brasil" e pontua que "coisas ruins podem acontecer" caso isso não aconteça. 

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Já sobre Temer, Adélio diz: "quando sair, eu vou matar o Temer. Sei até onde ele mora, no Alto de Pinheiros". 

Os laudos, observa o jornal, também apontam que Adélio acredita que Temer e Bolsonaro fazem parte de um plano para entregar as riquezas do Brasil para o Fundo Monetário Internacional (FMI), à máfia italiana e aos maçons. Ele, inclusive, teria chegado a fazer pesquisas sobre outros atores políticos e se eles eram ligados à maçonaria. 

Há quase um ano na prisão, Adélio tem recusado tratamento para controlar o transtorno delirante persistente, doença mental com a qual foi diagnosticado. O autor da facada contra Bolsonaro está preso em um hospital psiquiátrico e foi considerado inimputável pela Justiça. Nesta sexta-feira (6), completa-se um ano do atentado contra o presidente que fazia campanha eleitoral, na época, em Juiz de Fora.

O deputado federal Carlos Jordy (PSL) quer transformar o dia 6 de setembro, dia que marcou o atentado à faca sofrido pelo atual presidente Jair Bolsonaro (PSL), como o Dia Nacional de Combate à Intolerância Ideológica no Brasil.

O parlamentar apresentou um projeto de lei nesta semana e objetiva que o dia seja sempre lembrado pelo atentado sofrido por Bolsonaro, enquanto ainda era candidato à Presidência da República.

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“Nos últimos anos, o Brasil tem sido palco de constantes confrontos ideológicos, não somente entre partidos políticos, mas também entre parcelas da sociedade. As ideologias modernas e contemporâneas racionalizam e justificam paixões muitas vezes de forma exagerada, que ao invés de promoverem um debate restrito às ideias, passam à violência física ou difamatória”, justificou Jordy.

Crítico ferrenho da esquerda, Carlos Jordy também fez questão de reforçar que o agressor de Bolsonaro, Adélio Bispo de Oliveira, era filiado ao PSOL antes de cometer o crime e teria agido contra o então presidenciável por divergências político-ideológicas.

Dois jovens palestinos atacaram um policial israelense com facas na cidade velha de Jerusalém nesta quinta-feira (15) antes de serem baleados pela polícia. Um deles morreu, informaram as autoridades.

O palestino ferido foi levado em estado grave para um hospital israelense. A Meia Lua Vermelha palestina e a polícia de Israel informaram que um terceiro palestino foi ferido na perna, mas ele não fazia parte do ataque

Segundo a polícia, o ataque ocorreu em uma das portas de acesso para a esplanada das mesquitas, na Cidade Velha de Jerusalém.

O acesso a essa área é proibido para homens com menos de 50 anos para a oração da tarde, de acordo com o porta-voz do Waqf, um órgão muçulmano que administra esse local.

A esplanada das mesquitas, terceiro lugar sagrado do Islã, fica em Jerusalém Oriental, um setor palestino da cidade ocupado desde 1967 por Israel, que mais tarde o anexou sem ter o reconhecimento da comunidade internacional. Neste local sempre ocorrem conflitos entre palestinos e agentes de segurança israelenses.

Um vigilante, de 30 anos, segue foragido após tentar assassinar a ex-namorada, de 17, dentro da casa dela, no Loteamento Costa do Sol, em Bertioga, no Litoral de São Paulo. A jovem foi salva pela avó, que entrou em luta corporal e conseguiu esfaquear o suspeito.

De acordo com a Polícia Militar (PM), o suspeito namorou com a adolescente por 11 meses e já havia feito ameaças contra ela. Ele arrombou a porta do imóvel com chutes e invadiu a casa com uma faca.

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A avó da vítima entrou em luta corporal com o vigilante e conseguiu atingi-lo no tórax. Em reação, ele golpeou-a na mão direita e fugiu, apontou o G1.

O homem chegou a ser atendido no Pronto Socorro do município, porém ainda é procurado pelas autoridades. O crime foi registrado como violência doméstica e ameaça na delegacia.

A defesa de Jair Bolsonaro não recorreu da decisão da Justiça Federal que considerou inimputável o agressor do presidente, Adélio Bispo de Oliveira. Como o Ministério Público também não recorreu, a sentença transitou em julgado, ou seja, estão esgotados os prazos para recursos. Durante a campanha eleitoral de 2018, Bolsonaro recebeu uma facada de Adélio em um ato na cidade de Juiz de Fora (MG).

Em 14 de junho, data da publicação da sentença proferida pelo juiz Bruno Savino, o presidente afirmou que recorreria da decisão. À época, Bolsonaro afirmou que estava "tomando as providências jurídicas do que posso fazer para recorrer. Normalmente o MP (Ministério Público) pode recorrer também, vou entrar em contato com o meu advogado".

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Em nota, a 3.ª Vara Federal da Justiça Federal em Juiz de Fora afirmou que "a sentença transitou em julgado". De acordo com o texto, "a sentença foi proferida em 14 de junho de 2019. O Ministério Público Federal foi intimado em 17 de junho de 2019 e não apresentou recurso. O Excelentíssimo Senhor Presidente da República, que atuou na ação penal como assistente da acusação, foi intimado em 28 de junho de 2019 e também não recorreu no prazo legal. Por último, a defesa de Adélio Bispo de Oliveira, intimada da sentença, renunciou ao prazo recursal em 12 de julho de 2019". Assim, diz a nota, "a sentença transitou em julgado em 12 de julho de 2019, não sendo mais cabível a interposição de qualquer recurso".

O escritório Moraes Pitombo, que atua na defesa do presidente Jair Bolsonaro, afirma ter mudado de posição quanto à decisão de recorrer da sentença do juiz Bruno Savino. "Os advogados do sr. presidente preferiram adotar nova estratégia jurídica, em razão da persecução penal evidenciar que o condenado se apresentou como instrumento, ou parte de uma engrenagem, para a prática do grave crime", diz o texto.

O advogado de Adélio Bispo, Zanone Oliveira, disse que o desfecho era esperado. "Prova científica, prova técnica, aí não tem como não. A gente entende de direito. De medicina sabem os psiquiatras, os psiquiatras forenses e os psicólogos. Ali é doença mental, é outro mundo. E os laudos não mentem. Agora é ir lá visitar o Adélio. Vamos lá depois de amanhã", afirmou.

Na sentença, o juiz absolveu Adélio Bispo depois de considerá-lo inimputável, ou seja, não poder ser condenado, por, no caso, ser portador de Transtorno Delirante Persistente, conforme apontaram laudos médicos. A absolvição, segundo o juiz Bruno Savino, ocorreu "impropriamente", em razão da inimputabilidade. Foi aplicada a Adélio Bispo, no entanto, medida de segurança que, no caso, é a internação do autor do atentado contra Bolsonaro "por tempo indeterminado, enquanto não for verificada a cessação da periculosidade, o que deve ser constatado por meio de perícia médica".

Adélio Bispo, com a sentença, deverá passar pela primeira avaliação psiquiátrica no prazo mínimo de três anos, "em razão das circunstâncias do atentado e da altíssima periculosidade do réu", conforme a sentença. À época ficou decidido ainda que Adélio Bispo permanecerá no Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande (MS), onde cumprirá a medida de segurança.

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira, 5, que, apesar de não ter acesso ao processo, conversa frequentemente com o ministro Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública) e acompanha de perto as investigações da Polícia Federal da tentativa de assassinato que sofreu em setembro do ano passado, quando era candidato à Presidência da República. "Nós esperamos que a nossa PF chegue realmente à elucidação dos fatos. Tem muita coisa acontecendo, tenho conhecimento, mas não posso falar", acrescentou o presidente.

"Não tenho acesso aos autos, mas converso com Sergio Moro, tem informação que chega para mim e que passo para ele apurar também. É natural. Agora, não quero que inventem responsável pela tentativa de assassinato à minha pessoa, quero é chegar à solução", disse o presidente a jornalistas.

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Bolsonaro participou de solenidade de comemoração do 196º Aniversário da criação do Batalhão do Imperador e o 59º de sua Transferência para a Capital Federal. O evento foi realizado no Batalhão da Guarda Presidencial, em Brasília.

Adélio Bispo de Oliveira, autor confesso do atentado, afirmou durante avaliação psiquiátrica que tentou assassinar o então candidato porque, se eleito, ele "entregaria nossas riquezas ao FMI (Fundo Monetário Internacional), aos maçons e à máfia italiana". Ele afirmou ainda que, como consequência da eleição de Bolsonaro, "seriam mortos pobres, pretos, índios, quilombolas, homossexuais, só ficando os ricos maçons dominando as riquezas do Brasil".

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