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A Justiça do Rio negou pedido feito pela Prefeitura da capital fluminense para assumir o controle da Linha Amarela, uma das vias expressas mais importantes da cidade. O Executivo municipal, comandado pelo prefeito Marcelo Crivella (PRB), está em pé de guerra com a concessionária Lamsa - há pouco mais de duas semanas, chegou a derrubar na marra os postos de pedágio da empresa.

A decisão, anunciada nesta quarta-feira, 13, pelo presidente do Tribunal de Justiça, Cláudio de Mello Tavares, versa sobre a tentativa de derrubar uma liminar que já havia proibido que a Prefeitura encampasse a Linha Amarela.

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No centro da discussão está a cobrança do pedágio na via expressa. O município alega que a Lamsa teve lucro indevido de R$ 1,6 bilhão - o que, segundo o Executivo, seria resultado da cobrança abusiva do pedágio, que atualmente custa R$ 7,50. Com o recurso negado pelo presidente do TJ-RJ, a concessionária continua a ter o direito de cobrar o valor até que a Justiça tome uma decisão em primeira instância.

"Nada poderá ser decidido antes da perícia técnica. Cabe à juíza de primeiro grau indicar um perito de confiança e avaliar quem tem razão. E, se a juíza entender que o valor cobrado no pedágio é exorbitante, poderá determinar também a redução do valor", afirmou o desembargador, deixando claro que não cabe a ele decidir efetivamente sobre o caso. Ele se manifestou apenas sobre a tentativa de suspender as liminares da 6ª Vara de Fazenda Pública da Capital.

"Frise-se que não está, esta Presidência, emitindo qualquer juízo de valor a respeito da solução do litígio. Pretende-se nesta via tão somente evitar riscos de lesão a ordem, economia, segurança e saúde públicas, os quais, na espécie, não foram comprovados. Pelos motivos expendidos, indefiro o pedido de suspensão", escreveu Cláudio de Mello Tavares na decisão.

No dia 27 de outubro, o caso teve seu ápice quando Crivella enviou profissionais da prefeitura para destruir as cabines e cancelas da Lamsa na Linha Amarela. Ele também anunciou, na ocasião, o rompimento do contrato com a concessionária.

O pedágio da Linha Amarela, via expressa que liga as zonas norte e oeste do Rio de Janeiro e é administrada pela concessionária Linha Amarela S/A (Lamsa), voltou a ser cobrado nos dois sentidos por volta das 21h30 desta quarta-feira (6). O pedágio, que custa R$ 7,50, havia deixado de ser cobrado por volta das 23h do dia anterior.

Na ocasião, agentes da prefeitura do Rio foram à praça de pedágio, retiraram as cancelas e apagaram as luzes das cabines. A prefeitura promoveu a ação horas depois de a Câmara Municipal aprovar, em segunda votação, lei complementar autorizando o município a encampar o contrato de concessão da Linha Amarela.

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A Lamsa alegava que, apesar da lei, que foi sancionada e publicada em edição extra do Diário Oficial do Município impresso na terça-feira, 5, a prefeitura não poderia assumir imediatamente a via, porque uma decisão judicial exigia um processo administrativo para isso.

Nesta tarde, a Lamsa recorreu à Justiça e a 6ª Vara de Fazenda Pública confirmou a validade da liminar concedida na última sexta-feira, 1º, mesmo após a sanção da Lei Complementar 213/2019, aprovada pela Câmara Municipal.

A Justiça determinou que o município se abstenha de prosseguir com a encampação do contrato de concessão e de praticar quaisquer atos e medidas que impeçam a prestação do serviço pela Lamsa. Antes, deve abrir um processo administrativo específico, que garanta a ampla defesa à concessionária e ofereça prévia indenização em dinheiro.

"A Justiça mais uma vez cumpre seu papel de garantir a ordem e o estado democrático de direito", afirmou, em nota, a Lamsa.

Foi rejeitada na Câmara dos Deputados uma emenda aglutinativa apresentada pelo PDT para alterar o pedágio em uma das regras de transição da reforma da Previdência (PEC 6/19). Foram 195 votos a favor e 296 contra. Para a aprovação, seriam necessários 308 a favor. Os deputados continuam a análise dos destaques apresentados ao texto-base aprovado em primeiro turno na quarta-feira (10).

Para quem já está trabalhando, o relator da reforma na comissão especial da Câmara, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), sugeriu pedágio de 100% do que faltar na data da promulgação da futura emenda constitucional para atingir o tempo de contribuição de 35 anos para homens e 30 anos para mulheres. A emenda do PDT pretendia reduzir esse pedágio de 100% para 50%.

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Essa regra de transição é válida para os setores público e privado e exige idade mínima de 60 anos para os homens e 57 anos para as mulheres. Para os professores do ensino básico, a idade mínima cai dois anos (58/55) e o tempo de contribuição, cinco (30/25). No caso dos servidores, é preciso ainda pelo menos 20 anos de serviço público e 5 no cargo em que se der a aposentadoria.

O benefício de aposentadoria para os servidores que ingressaram até 31 de dezembro de 2003 corresponderá ao último salário (integralidade), com reajustes iguais aos da ativa (paridade). No caso dos demais, valerá a fórmula de cálculo geral, com média de todos os salários e percentual que varia conforme o tempo de contribuição.

Neste momento o Plenário analisa destaque apresentado pelo PDT para tentar eliminar o pedágio proposto na regra de transição. O líder do partido na Câmara, André Figueiredo (CE), encaminhou voto contrário ao texto. “Os 100% são demasiados, mas algum pedágio tem de existir”, afirmou.

*Da Agência Câmara

A partir de segunda-feira (1º), a tarifa de pedágio fica mais cara nas rodovias estaduais de São Paulo. Segundo a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), o valor-base do reajuste é de 4,66%, correspondente à reposição da inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) entre junho de 2018 e maio deste ano.

Esse reajuste vale para estradas das três primeiras etapas do Programa de Concessões Rodoviárias. Entre as principais vias estão a Presidente Castelo Branco, Anhanguera, Bandeirantes e o Sistema Anchieta-Imigrantes. Por causa do arredondamento da fração de centavos, algumas praças vão subir mais do que o IPCA e outras ficarão abaixo, segundo a Artesp.

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Em valores absolutos, os maiores pedágios cobrados chegam a R$ 27,40 com o reajuste. O preço será praticado na Rodovia dos Imigrante (Piratininga) e na Anchieta (Rio Grande). Anteriormente, eram R$ 26,20.

As rodovias da última etapa do programa de concessão, assinado em 2017, terão reajustes em outros períodos. Ainda no próximo Sábado (6), vão subir as tarifas operadas pela concessionária Entrevias. Por sua vez, as da Via Paulista serão reajustadas em 23 de novembro.

Obras

A Ecopistas, concessionária do corredor Ayrton Senna-Carvalho Pinto, realizará bloqueios nas rodovias sob sua concessão para obras de melhoria e conservação, entre segunda (1) e sexta (5) da próxima semana. A Ayrton Senna terá serviços de reparo e limpeza das placas de sinalização entre o km 11,4 e o km 60 (região entre São Paulo e Guararema), em ambos os sentidos da via. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

No começo da manhã desta terça-feira (26), Simone, dupla com Simaria Mendes, usou o Instagram para publicar um vídeo inusitado. Após sair de casa, Simone esqueceu de levar dinheiro para pagar o pedágio. Bem-humorada, a cantora foi salva por fãs que estavam ao lado do seu carro.

"A bonita passa no pedágio só com cartão, os amigos pagam o pedágio. Valeu, coleguinha! Estamos juntos", disse a morena, às gargalhadas, mostrando em seguida as pessoas que lhe ajudaram a efetuar o pagamento da taxa.

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Atualmente, Simone e Simaria podem ser vistas todos os domingos, na TV Globo, no reality musical "The Voice Kids". As irmãs fazem parte do júri técnico na companhia de Carlinhos Brown e Claudia Leitte.

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A Justiça Federal aceitou na última sexta-feira, 8, a denúncia contra o ex-governador do Paraná Beto Richa, feita pela força-tarefa da Lava Jato na Operação Integração, e o tornou réu na ação que investiga corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa na concessão de rodovias federais que fazem parte do Anel da Integração, no Estado. Além de Richa, outras nove pessoas viraram réus pelos mesmos crimes.

Os procuradores afirmam que o tucano recebeu ao menos R$ 2,7 milhões em propinas pagas em espécie por concessionárias de pedágio no Paraná e outras empresas que mantinham negociações com o governo.

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De acordo com a Procuradoria, dos R$ 2,7 milhões, R$ 142 mil foram lavados por meio de depósitos feitos para a Ocaporã Administradora de Bens. Embora esteja no nome da mulher e dos filhos de Richa, a empresa, conforme investigações, era controlada pelo tucano. Já a maior parte dos recursos, cerca de R$ 2,6 milhões, teriam sido lavados por Richa por meio da compra de imóveis - em nome da Ocaporã - com a ajuda de um contador.

Em decisão, o juiz federal Paulo Sergio Ribeiro afirmou que "o MPF apresentou vasto conjunto de provas sobre a existência de fatos criminosos envolvendo a execução de contratos de concessão de rodovias federais no Estado do Paraná (denominado "Anel de Integração do Paraná"), bem como indícios suficientes da participação de cada um dos investigados no esquema criminoso".

O tucano havia sido preso no dia 25 de janeiro, pela segunda vez. No entanto, foi solto no dia 31, por decisão do ministro do STJ, João Otávio de Noronha. A força-tarefa da Lava Jato chegou a apontar "sérias dúvidas" sobre a parcialidade do magistrado.

Beto Richa também já havia sido preso na Operação Radiopatrulha, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, em setembro do ano passado, quando era candidato ao Senado. O tucano foi solto após quatro dias por decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Richa é réu na Radiopatrulha, que apura irregularidades no Programa Patrulha do Campo, de manutenção de estradas rurais. Segundo o inquérito, há indícios de direcionamento de licitação e pagamento de propina a agentes públicos, além de lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça.

Defesa

O advogado Walter Bittar, que defende Richa, se manifestou por meio de nota. "A defesa irá se manifestar nos autos, mas declara que a acusação não tem consistência, pois os problemas do pedágio são anteriores ao governo do réu. A decisão causa muita estranheza à defesa, uma vez que entre as datas da denúncia - 1999 a 2008 - ninguém tenha sido acusado".

Após as fortes chuvas que deixaram o Rio de Janeiro em estágio de crise, um casal foi flagrado por populares tentando lucrar com o cenário de destruição. Após a queda de uma árvore que bloqueou a Rua Silva Castro, localizada em Copacabana, na Zona Sul carioca, os dois passaram a cobrar "pedágio" para liberar a passagem de veículos.

Segundo divulgado pelo portal Extra, para passar pela rua, era necessário que os condutores pagassem uma quantia de R$ 10. Após a passagem dos pagantes, o casal retorna com a árvore para a rua, bloqueando novamente o trânsito.

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De acordo com moradores, quando alguém se negava a efetuar o pagamento, o casal reagia de forma agressiva. "O homem se irritava com quem não dava dinheiro. Mas desejava até um "vai com Deus" para quem pagasse", relatou um morador que não quis ser identificado.

Nesse feriadão da Proclamação da República (15), cerca de 115 mil veículos devem seguir, de quarta-feira (14) até domingo (18), para o Litoral Sul de Pernambuco, onde encontram-se algumas das principais praias do Estado.

É o que aponta as concessionárias Rota do Atlântico e Rota dos Coqueiros, responsáveis pelo complexo viário de Suape e do Paiva, respectivamente. Diante do fluxo intenso, as praças de pedágio contarão com serviço de papa-fila, que possibilita ao pagamento da tarifa antes da chegada na cabine.

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Desligamento das lombadas eletrônicas

O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) desligará às 12h desta quarta-feira algumas lombadas eletrônicas dos trechos mais movimentados das principais rodovias de Pernambuco. Tal ação acontecerá por conta do feriadão e a expectativa do órgão é que o fluxo de veículos nessas vias que levam aos atrativos mais procurados no Estado tenha um acréscimo aproximado de 30% em relação à medida diária.

Os equipamentos de fiscalização eletrônica da PE-035, nos km 7,3 e 7,9, em Itapissuma; da PE-060, no km 16,63, em Ipojuca; e da BR-232, do km 6,2 ao km 9,2, no bairro do Curado, somente serão religados às 5 horas da próxima segunda-feira (19).

O plenário do Senado aprovou na quarta-feira (8) o projeto de lei decorrente da MP 833 que isenta caminhões que circularem com eixo suspenso de pagar pedágio em todo território nacional. A proposta foi uma das medidas negociadas entre o governo federal e caminhoneiros para acabar com a paralisação de 11 dias feita por esses profissionais em estradas do País.

Uma das emendas acatadas durante a tramitação da proposta, apresentada pelo senador Lasier Martins (PSD-RS), proíbe também as concessionárias de aumentarem o valor do pedágio para o motorista de veículo de passeio como forma de compensar a isenção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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O governo paulista pode propor à União a redução de sua dívida com o Tesouro Nacional para compensar prejuízos estimados em pelo menos R$ 600 milhões por ano com o fim da cobrança da tarifa de pedágio sobre o eixo suspenso dos caminhões vazios.

A isenção, que já valia nas rodovias federais concedidas, foi estendida também para as rodovias estaduais e municipais, mesmo privatizadas, pela Medida Provisória 833, editada pelo presidente Michel Temer como parte do acordo que encerrou a paralisação dos caminhoneiros, no final de maio.

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No momento, o pedágio não vem sendo cobrado e as concessionárias acumulam o prejuízo, segundo informou o presidente da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), César Borges. Ele acrescentou que, nas rodovias paulistas, a perda poderá superar os R$ 600 milhões estimados pelo governo local.

As concessionárias aguardam uma definição da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) sobre como o prejuízo será compensado. Questionada, a agência reguladora informou que "brevemente" haverá uma decisão do conselho diretor sobre o assunto.

Segundo a Artesp, o governo paulista já manifestou a intenção de utilizar recursos próprios para bancar a perda das concessionárias e, posteriormente, cobrar a conta do governo federal, "na forma de abatimento da dívida".

Outras soluções possíveis são o aumento das tarifas de pedágio ou o alongamento do período da concessão das rodovias.

RIO DE JANEIRO - A quinta-feira (24) na capital carioca não foi marcada somente pela mobilização dos caminhoneiros nas principais rodovias que cortam a cidade. Em protesto contra uma decisão do Tribunal de Justiça, taxistas ocuparam o pedágio da Linha Amarela.

Diversos motoristas saíram em passeata pelas zonas Norte e Oeste da cidade e depois seguiram para a Via Expressa, onde tomaram conta das cabines e liberaram a passagem dos carros sem pagar a taxa de R$ 7,20 para veículos considerados de passeio. Apenas motos são isentas. 

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A mobilização foi uma resposta a decisão do juiz Daniel Schiavoni Miller, da 10ª Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça, que rejeitou o pedido de concessão para isentar o pagamento de pedágio pelos taxistas na via, prevista pela Lei municipal 6.352/18.

De acordo com a LAMSA, concessionária que opera a via, o TJ-RJ reconheceu a inconstitucionalidade da lei municipal ao considerar que a isenção criaria desequilíbrio econômico-financeiro e repasse de custos a todos os demais usuários da via concedida.

"Em outras palavras, o prejuízo será socializado, podendo repercutir na economia, por ser insumo básico na cadeia de distribuição e comercialização de produtos", escreveu o magistrado na decisão.

No Whatsapp, circularam vídeos dos taxistas liberando a passagem para os carros. A concessionária retirou funcionários das cabines ocupadas pelos taxistas e acionou a Polícia Militar para conter a manifestação, que terminou por volta das 20h30. 

 

O valor da tarifa do pedágio nas cidades de Ituperava, Pitangueiras, Sales de Oliveira e Sertãozinho diminuíram 20% a partir de hoje (18). No entanto, os motociclistas passarão a pagar a metade do valor dos motoristas.

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Para se ter ideia a praça de Ituperava terá a maior redução variando entre R$ 2,10 (pagamento manual) e R$ 2,65 (pagamento eletrônico). A Artsp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) informou que a queda do valor do pedágio e o início da cobrança para motociclistas já estavam previstos no contrato. “As concessões realizadas desde 2008 preveem a cobrança para motos frente ao crescimento da frota pois os serviços prestados como socorro médico e mecânico são para todos os usuários sem distinção tornando o modelo mais justo. É uma das medidas que possibilitaram a redução do valor do pedágio”, afirma a instituição.

Há duas formas de pagamento por parte dos motociclistas, uma delas é aderindo gratuitamente uma pulseira ou cartão com chip. Ao passar pelo pedágio, basta passar pelo leitor. O chip funciona como um porta moedas digital. O motociclista coloca uma certa quantia de dinheiro que vai sendo descontada conforme as passagens pelas cabines de pedágio. Os usuário semiautomáticos terá benefícios em estabelecimentos comerciais da região, lojas de peças e acessórios para motos, ótica, barbearia, lojas de produtos de limpeza e materiais para construção, supermercado e papelaria. As praças de pedágio terão uma cabine exclusiva para motos, porém os motoqueiros poderão passar por qualquer cabine.

Na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro, traficantes e milicianos estão cobrando pedágio que, em alguns casos, chega a R$ 10 mil mensais. A denúncia é do Jornal Extra.

O pagamento seria uma condicionante para que os criminosos não assaltassem estabelecimentos, não atacassem empregados de empresas do local e garantissem que os caminhões de carga não fossem roubados. Segundo o Jornal Extra, em um dos casos, um homem detonou uma granada no terreno de uma fábrica para pressionar que o dinheiro fosse pago.

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O Sindicato Nacional das Indústrias de Materiais de Defesa, com mais seis empresários, teve uma reunião com o secretário estadual de Segurança Pública, Roberto Sá. "Os funcionários estão sendo abordados nas ruas e nos condomínios industrias da região por estes grupos. Os empresários não registraram os casos porque temem sofrer represálias", disse Carlos Erane, presidente do sindicato.

Entre as sugestões dos empresários está uma parceria com prefeituras, segundo o Extra. O objetivo seria ajudar na manutenção e aquisição de veículos policiais, que reforçariam a patrulha na região.

O repasse do Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISS-QN) para os 7,9 mil quilômetros de rodovias estaduais paulistas foi de R$ 509,4 milhões em 2017. Os dados pertencem ao balanço da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) e mostram que, nos últimos dez anos, já foram entregues às prefeituras cerca de R$ 3,9 bilhões a titulo de repasse da taxa paga pelos usuários das rodovias através dos pedágios.

Somente na Grande São Paulo, 26 prefeituras foram beneficiadas com R$ 101,3 milhões em repasses provenientes do imposto em 2017. A verba é significativa para compor o orçamento das administrações municipais.

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Dentre os municípios da região metropolitana de São Paulo que mais tiveram arrecadação no ano passado com o ISS dos pedágios, o destaque vai para São Bernardo do Campo, que recebeu R$ 22,9 milhões, seguido de São Paulo (R$ 20 milhões) e Barueri (R$ 9,7 milhões).

Foi publicado no Diáro Oficial do Estado de Pernambuco desta sexta-feira (29) a autorização do reajuste da tarifa de pedágio da Concessionária Rota do Atlântico, que dá acesso ao Complexo Industrial de Suape e Litoral Sul. A partir da 0h do dia 4 de janeiro de 2018, o valor para automóvel salta de R$ 7 para R$ 7,30. 

O valor do pedágio, conforme a concessionária, abrange o Serviço de Auxílio ao Usuário, 24 horas, que conta com suporte de inspetores de tráfego, guinchos, ambulância e viaturas de inspeção de tráfego. O trecho também conta com 49 câmeras de alta resolução e monitoramento através do Centro de Controle Operacional.

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Este ano, a Rota do Atlântico registrou 64% menos acidentes em relação ao primeiro ano de operação, em 2014. Confira tabela com os novos valores:

As tarifas aplicadas nas oito praças de pedágio da rodovia Fernão Dias sofreram alteração nos valores. De acordo com a concessionária que administra a via – Arteris Fernão Dias – a tarifa básica para veículos de passou a ser de R$ 2,30.

O reajuste acontece sempre no dia 19 de dezembro, conforme o Contrato de Concessão acordado entre a concessionária e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) desde 2008. O reajuste autorizado pela agência reguladora leva em consideração a recomposição do equilíbrio econômico-financeiro do contrato de concessão.

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A rodovia Fernão Dias tem 16 guinchos leves, três guinchos pesados e três guinchos super pesados à disposição dos motoristas. Ainda fazem parte dos recursos operacionais da concessionária 12 ambulâncias de resgate e seis ambulâncias equipadas com UTI, para atendimento pré-hospitalar de urgência.

A partir do dia 4 de agosto passam a vigorar as novas tarifas de pedágio da Rodovia Presidente Dutra, administrada pela CCR NovaDutra, conforme autorização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A resolução número 5.393 foi publicada no Diário Oficial da União de 02/08/2017.

A tarifa para carros de passeio será alterada de R$ 13,80 para R$ 14,40, nas praças de pedágio de Moreira César, Itatiaia e Viúva Graça; de R$ 3,40 para R$ 3,50 nas praças de pedágio de Arujá, Guararema Norte e Guararema Sul; e de R$ 6,10 para R$ 6,30 na praça de pedágio de Jacareí. A revisão das tarifas foi feita com base na variação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

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Conheça os valores das tarifas por praça de pedágio:

Arujá (SP) – R$ 3,50.

Guararema Norte (SP) – R$ 3,50.

Guararema Sul (SP) –  R$ 3,50.

Jacareí (SP) – R$ 6,30.      

Moreira César (Pindamonhangaba – SP), Itatiaia (RJ) e Viúva Graça (Seropédica – RJ) – R$ 14,40.

Motocicletas pagarão, respectivamente, R$ 1,75 (Arujá e Guararema), R$ 3,15 (Jacareí) e R$ 7,20 (Moreira César, Itatiaia e Viúva Graça).

Para veículos comerciais a tarifa é multiplicada pelo número de eixos.

De acordo com o reajuste contratual anual das tarifas que entra em vigor no dia 1º de julho, o pedágio nas rodovias paulistas terá aumento de R$ 0,20 em 805 pontos. A tabela com as novas tarifas foi publicada no Diário Oficial no último sábado (28).

Segundo a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), os índices autorizados são os menores desde 2006. Em 12 concessionárias será aplicado o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) acumulado nos últimos 12 meses – 1,57%. Em outras oito concessionárias, a tarifa contratual será o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) - registro de 3,59%. Em 66% dos pontos de pedágio foi adotado o IGP-M. 

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De acordo com a Artesp, de 2011 até 2017, a receita dos pedágios viabilizou R$ 36,6 milhões em obras, manutenção e operação dos 6,9 mil quilômetros de rodovias paulistas sob concessão. “Isso melhorou o tráfego e a segurança do usuário e, como resultado, 19 das 20 melhores rodovias do Brasil são do Programa de Concessões Rodoviárias do Governo do Estado de São Paulo, segundo levantamento técnico da Confederação Nacional do Transporte (CNT)”, disse o diretor de operações da Artesp, Alberto Silveira.

 

Uma quadrilha usou dois tratores para derrubar um muro e uma cerca e levar dois cofres de pedágio na Via Anhanguera, em Ituverava (SP), no fim de semana.

Um funcionário notou a ação e informou a Polícia Rodoviária, mas os suspeitos conseguiram fugir. O valor roubado não foi revelado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Vai ficar mais caro utilizar o pedágio do trecho concessionado da PE-024. As tarifas serão reajustadas em 9,28%, índice do IPCA dos últimos 12 meses, de acordo com o previsto no contrato celebrado entre a Concessionária Rota dos Coqueiros e o Governo de Pernambuco.

Com isso, a tarifa básica (automóveis, caminhonetes e furgões de dois eixos com rodagem simples) passará de R$ 5 para R$ 5,50 nos dias de semana e de R$ 7,60 para R$ 8,30 nos finais de semana.

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As demais categorias de veículos (motocicletas, ônibus, caminhões, etc.) também serão reajustadas conforme a regra acima. ​Conforme a Concessionária, o aumento é autorizado pela Agência Reguladora de Pernambuco (ARPE) e vigora a partir de 14 de junho.

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