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Após o governo ser derrotado na votação de um item da reforma da Previdência, o ministro da Economia, Paulo Guedes, cancelou três reuniões que teria com senadores nesta quarta-feira, 2. As audiências seriam realizadas com as bancadas do PSD, PP e MDB no Senado.

"Deve ter sido consequência de ontem, do abono salarial", afirmou o líder do PSD no Senado, Otto Alencar (BA).

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A conversa, declarou, seria feita para tratar de temas econômicos. "Certamente, eles (a equipe econômica) vão se reunir no Palácio do Planalto em consequência de ontem."

Conforme o Broadcast Político (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) mostrou na terça-feira, senadores - entre eles desses três partidos - votaram à favor do texto principal, mas foram contrários ao governo na questão sobre o abono salarial.

A votação que retirou as mudanças da reforma no pagamento do abono salarial desidratou o impacto fiscal da proposta em mais R$ 76,4 bilhões.

Pacto federativo

Conforme o Broadcast revelou mais cedo, a equipe econômica vai refazer as contas do projeto do novo pacto federativo. De acordo com fontes do governo, a ordem de Guedes é compensar cada bilhão perdido na Previdência por meio do projeto que refaz a divisão dos recursos arrecadados entre União, Estados e municípios.

"Toda a enchente morre um sapo, fazer o que? Vamos ver qual sapo vai morrer", declarou Otto Alencar, sobre a possibilidade de o pacto federativo ser desidratado no ritmo das mudanças na reforma da Previdência.

Depois de retirarem da reforma da Previdência as mudanças nas regras do abono salarial - o que diminuiu em R$ 76,4 bilhões a economia esperada em dez anos - os senadores voltam nesta quarta-feira, 2, a analisar os chamados destaques, sugestões de alterações ao texto-base, que foi aprovado na terça-feira, 1º de outubro, em primeiro turno.

Faltam ainda seis destaques, que podem eliminar pelo menos outros R$ 200 bilhões da economia esperada com a reforma, que até o momento está no patamar de R$ 800 bilhões em dez anos.

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O PT tenta retirar da reforma as mudanças nas regras para pensão por morte, que passa a conceder 50% do salário de benefício mais dez pontos porcentuais por dependente. As mudanças na regra da pensão devem ter impacto próximo de R$ 100 bilhões em dez anos.

O Podemos propôs um destaque da reforma as regras de transição e o pagamento de pedágio para aposentadoria de quem já está no mercado de trabalho. O impacto da mudança seria uma desidratação superior a R$ 109 bilhões.

Outras mudanças ainda podem ter impacto, como a proposta da Rede de retirar a regra de cálculo proposta pelo governo, pelo qual o valor de aposentadoria começa em 60% da média de salários de contribuição aos 15 anos de serviço, no caso de mulheres, e 20 anos, no caso de homens. O acréscimo é de dois pontos porcentuais por ano adicional, até o limite de 100%. A reforma mantém a garantia de pagamento de ao menos um salário mínimo (hoje em R$ 998).

O PDT, por sua vez, quer que as mulheres que se aposentam por idade (geralmente as de menor renda e que ficam menos tempo no mercado formal) possam continuar pedindo o benefício aos 60 anos, como é hoje. A proposta eleva gradualmente essa idade para 62 anos.

O PROS pretende suprimir a fixação de uma idade mínima para trabalhadores que atuam em atividades expostas a agentes nocivos químicos, físicos e biológicos, como é o caso de mineradores.

Já o MDB pretende reincluir a possibilidade de cobrar alíquota previdenciária sobre os benefícios de anistiados políticos, item aprovado na Câmara e retirado do texto pelo relator. A reinclusão devolveria uma economia de R$ 1 bilhão à reforma.

Veja em detalhes:

1. Idade de mulheres. O senador Weverton Rocha (PDT-MA) quer retirar da proposta o aumento da idade mínima para mulheres na transição das mudanças estabelecidas pela reforma.

2. Agentes nocivos/idade. O senador Telmário Mota (PROS-RR) tenta suprimir a idade mínima para aposentadoria especial de trabalhadores expostos a agentes nocivos à saúde.

3. Pedágio. O senador Alvaro Dias (Podemos-PR) tenta retirar da reforma as regras de transição e o pagamento de pedágio para aposentadoria de quem já está no mercado de trabalho. O impacto da mudança seria uma desidratação superior a R$ 109 bilhões.

4. Pensão por morte. O senador Humberto Costa (PT-PE) tenta tirar da reforma as mudanças nas regras para pensão por morte, que calcula 50% do valor da aposentadoria mais dez pontos porcentuais por dependente.

5. Cálculo de aposentadoria. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) quer retirar da proposta a regra que estabelece a aposentadoria de 60% da média salarial após 15 anos de contribuição, se for mulher, e 20 anos, se for homem.

6. Anistiados. O senador Marcio Bittar (MDB-AC) tenta reincluir a possibilidade de cobrar alíquota previdenciária sobre os benefícios de anistiados políticos, item aprovado na Câmara e retirado do texto pelo relator. A reinclusão devolveria uma economia de R$ 1 bilhão à reforma.

O plenário da Câmara está analisando os três destaques que faltam para concluir a votação do projeto de lei das licitações. O texto-base foi aprovado no final de junho. A proposta substitui três legislações vigentes do setor, entre elas a 8.666/1993, conhecida como a Lei Geral de Licitações. O texto aprovado cria novas modalidades de contratação, exige o seguro-garantia para obras de grande porte e tipifica crimes relacionados à questão. O texto também disciplina as regras de licitações para a União, Estados e municípios.

Está em debate, no momento, destaque do PDT que pretende retirar o limite da garantia (30% do valor do contrato) que pode ser exigida para obras e serviços de engenharia de grande vulto (mais de R$ 200 milhões).

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A Gamescom começou na última segunda-feira (19), na Alemanha, e já teve anúncios suficientes para deixar muito gamer ansioso. O evento que, diferente da E3, é mais voltado para o público consumidor, reuniu diversas empresas como Sony, Nintendo, Google, Microsoft, entre outras para dar um gostinho do que vem por aí em seus respectivos consoles. 

Para te ajudar a acompanhar os principais destaques da feira, confira o resumo com 6 anúncios que mais empolgaram na Gamescom 2019. 

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PUBG multiplataforma para Xbox One e PS4 em outubro

Jogadores de Playerunknown's Battlegrounds (PUBG) tanto de Xbox One quanto de PS4 vão poder interagir durante as missões a partir de outubro. O anúncio foi feito durante o painel da Microsoft. A empresa revelou que a temporada 4 do game permitirá que os jogadores do Xbox participem de partidas contra os jogadores do PlayStation. Um recurso de reprodução entre plataformas no Pubic Test Server (PTS, disponibilizado para download gratuito na Microsoft Store) ficará disponível no final de setembro, mas os servidores só começaram a rodar ao vivo em outubro. O PUBG Season 4 será lançado no Xbox One em 27 de agosto.

Nintendo Indie

Para quem gosta de jogos indie a Nintendo aproveitou seu painel e lançou uma lista dos games indies que ficarão disponíveis para Switch nos próximos meses. São quase 30 títulos chegando entre o final de 2019 e o primeiro semestre de 2020. Entre os games mais aguardados está a edição definitiva do belíssimo Ori and The Blind Forest, muito aclamado entre o público e a crítica. Confira a lista completa dos jogos anunciados aqui. 

Trailer e gameplay Death Stranding 

Outra apresentação bastante aguardada foi a que levou primeiro trailer de gameplay de Death Stranding. Hideo Kojima, criador do jogo, mostrou um pouco do que o público vai encontrar durante a narrativa, incluindo possibilidades de usar o personagem baseado em Norman Reedus para fazer ações simples como urinar no meio da missão. O trailer também mostrou que o jogador deverá acalmar o bebê carregado por Reedus, que se estressa em alguns momentos da viagem, usando o sensor de movimento do controle de PlayStation 4. O game ficará disponível para PS4, e, 14 de novembro. 

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Google Stadia anunciando mais jogos

Para quem não tinha certeza se valeria a pena dar uma chance para o Google Stadia, streaming de jogos do Google, a empresa anunciou uma série de títulos de peso para seu catálogo. Jogos como Cyberpunk 2077, Watch Dogs, Kine, Orcs Must Die 3, Windjammers 2, Destroy All Humans!, Superhot, Attack on Titan 2: Final Battle e muitos outros. A plataforma deverá começar a funcionar dia 6 de novembro e os títulos anunciados estreiam entre o segundo semestre de 2019 e o primeiro semestre de 2020.

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Sony adquire Insomniac Games

Através de um comunicado à imprensa a Sony anunciou que passou a ser dona da Insomniac Games. A empresa é a criadora de “Ratchet & Clank", "Marvel's Spider-Man", entre outros jogos de sucesso. Só com o título do Homem-Aranha, a companhia independente havia conseguido vender 13,2 milhões de unidades em todo o mundo e o número chamou a atenção da gigante.

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Mais grandes jogos chegando ao Xbox Game Pass

Oito novos jogos foram anunciados para o Xbox Game Pass, incluindo três grandes títulos, que já podem ser acessados pelo público. Devil May Cry 5, Stellaris: Console Edition e Age of Empires: a Definitive Edition junta-se serviço da Microsoft para console e PC. A empresa também aproveitou para marcar a data de sua conferência, a X019, que acontecerá de 14 a 16 de novembro no Copper Box Arena em Londres, Reino Unido. Confira as datas e o nome dos games anunciados:

19 de agosto

Age of Empires: Edição Definitiva (Xbox Game Pass para PC, Xbox Game Pass Ultimate)

Devil May Cry 5 (Xbox Game Pass para Console, Xbox Game Pass Ultimate)

Stellaris (Xbox Game Pass para Console, Xbox Game Pass Ultimate, em breve para Xbox Game Pass para PC)

22 de agosto

Ape Out (Xbox Game Pass PC e Xbox Game Pass Ultimate)

Kingdom Come: Deliverance (Passe de Jogo Xbox para Console, Passe de Jogo Xbox para PC, Passe de Jogo Xbox Ultimate)

27 de agosto 

Bard's Tale IV (passagem de jogo Xbox para console, passagem de jogo Xbox para PC, Xbox Game Pass Ultimate)

30 de agosto

Projeto da Bruxa de Blair (Passe de Jogo Xbox para Console, Passe de Jogo Xbox para PC, Passe de Jogo Xbox Ultimate)

O plenário da Câmara está em compasso de espera. Os deputados iniciaram a análise do segundo destaque à reforma da Previdência, mas a votação ainda não foi encerrada porque dezenas de parlamentares estão neste momento no Supremo Tribunal Federal (STF).

O grupo formado por deputados de oposição e de centro, incluindo vários líderes, foi à Corte para conversar com o presidente Dias Toffoli sobre a transferência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de Curitiba para São Paulo, onde deverá ficar na Penitenciária II de Tremembé. Eles são contrários à decisão. O líder da maioria, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), disse que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), está esperando o retorno dos deputados em respeito ao PT.

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O vice-presidente da Câmara, Marcos Pereira (PRB-SP), foi representando o presidente da Casa, que permanece no comando da sessão.

Maia disse nesta tarde que, mesmo com a demora, acredita que o plenário analisará ainda hoje todos os destaques. Ele acrescentou ainda que, se isso ocorrer, não haverá ordem do dia amanhã.

Com o tempo de sobra, o deputado Boca Aberta (Pros-PR) pediu a palavra em cinco oportunidades. "Vou aproveitar a TV Câmara explodindo de audiência", disse.

Depois de um momento de silêncio no plenário, Boca Aberta pediu a palavra novamente. "Os deputados já estão rejeitando a sua fala", respondeu Maia, que logo em seguida liberou o microfone para o colega. "Por um minuto eu achei que era verdade", disse o parlamentar. Em seu discurso, ele contou que hoje é seu aniversário de 49 anos.

O destaque em análise, apresentado pelo PCdoB, busca retirar do texto da reforma da Previdência a regra que permite que a pensão seja inferior ao salário mínimo nos casos de acumulação com outras fontes de renda.

A intenção do destaque é manter a redação atual da Constituição, que hoje garante o direito de pensão por morte em valor não inferior ao salário mínimo.

O plenário da Câmara dos Deputados decidiu, por 364 votos a 130, rejeitar o destaque nº 11, do PT, e manter a previsão na reforma da Previdência de que somente será reconhecido como tempo de contribuição quando o desconto mensal é superior ou igual ao porcentual mínimo exigido para a categoria.

O texto atual, que foi aprovado em segundo turno na madrugada desta quarta-feira (7) pelo plenário, permite que o trabalhador agrupe contribuições entre os meses para que elas sejam contabilizados no tempo. O plenário ainda precisa analisar outras sete sugestões de mudança na reforma, seis da oposição e uma do Partido Novo.

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Segundo a oposição, o texto atual prejudica os trabalhadores intermitentes. O PT queria permitir que o recolhimento feito pelo trabalhador com base em valor inferior ao salário mínimo valesse como mês de efetiva contribuição. Por sua vez, o relator da reforma, Samuel Moreira (PSDB-SP), afirmou na tribuna que não é possível retirar a regra do texto porque ela foi feita justamente para o trabalhador intermitente.

"Permite ao trabalhador agrupar os pagamentos, e poder fazer com que ele conte para a aposentadoria, se tirarmos isso ele vai continuar tendo dificuldade para contar o seu tempo, já que agora ele pode agregar os tempos, entre os meses", disse.

Depois da aprovação, em segundo turno, do texto-base da reforma da Previdência, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse acreditar que os destaques apresentados à proposta serão rejeitados pelo Plenário nesta quarta-feira (7).

Maia mencionou especificamente destaque que retira da proposta trecho, já aprovado em primeiro turno, que determina que o beneficiário receba, no caso da morte de seu parceiro ou parceira, 60% do benefício do titular, mais 10% por dependente. De acordo com deputados da oposição, a medida permite o pagamento de benefícios inferior a um salário mínimo.

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Para evitar a retirada do trecho da reforma, o secretário especial da Previdência, Rogério Marinho, assinou portaria que deixa claro que nenhum pensionista terá renda inferior ao salário mínimo.

“No ponto mais polêmico, o secretário Rogério Marinho já construiu maioria ao assinar a portaria que garante que nenhum brasileiro vai receber menos de um salário mínimo”, disse Maia.

O presidente da Câmara estimou que a votação dos destaques inicie por volta de 11 horas e prossiga até as 22 horas desta quarta-feira. A sessão terá início às 9 horas.

*Da Agência Câmara

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na tarde desta sexta-feira, 12, por 465 votos a 25, o destaque nº 43, do PDT, que favorece a aposentadoria de professores em uma das regras de transição, que exige pedágio de 100% do tempo que ainda falta para se aposentar. Havia acordo entre os parlamentares da base e da oposição para aprovação dessa mudança.

A idade mínima exigida dos professores nesta regra de transição - que pode ser seguida pelos trabalhadores da ativa - ficou assim: 52 anos para mulher (o texto-base previa 55) e 55 anos para homem (o texto-base previa 58).

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O plenário ainda analisará os outros cinco destaques de bancada que ainda restam, um de cada vez. O texto-base da reforma da Previdência foi aprovado na quarta-feira, 10, por 379 votos a 131 no plenário.

Foi rejeitada na Câmara dos Deputados uma emenda aglutinativa apresentada pelo PDT para alterar o pedágio em uma das regras de transição da reforma da Previdência (PEC 6/19). Foram 195 votos a favor e 296 contra. Para a aprovação, seriam necessários 308 a favor. Os deputados continuam a análise dos destaques apresentados ao texto-base aprovado em primeiro turno na quarta-feira (10).

Para quem já está trabalhando, o relator da reforma na comissão especial da Câmara, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), sugeriu pedágio de 100% do que faltar na data da promulgação da futura emenda constitucional para atingir o tempo de contribuição de 35 anos para homens e 30 anos para mulheres. A emenda do PDT pretendia reduzir esse pedágio de 100% para 50%.

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Essa regra de transição é válida para os setores público e privado e exige idade mínima de 60 anos para os homens e 57 anos para as mulheres. Para os professores do ensino básico, a idade mínima cai dois anos (58/55) e o tempo de contribuição, cinco (30/25). No caso dos servidores, é preciso ainda pelo menos 20 anos de serviço público e 5 no cargo em que se der a aposentadoria.

O benefício de aposentadoria para os servidores que ingressaram até 31 de dezembro de 2003 corresponderá ao último salário (integralidade), com reajustes iguais aos da ativa (paridade). No caso dos demais, valerá a fórmula de cálculo geral, com média de todos os salários e percentual que varia conforme o tempo de contribuição.

Neste momento o Plenário analisa destaque apresentado pelo PDT para tentar eliminar o pedágio proposto na regra de transição. O líder do partido na Câmara, André Figueiredo (CE), encaminhou voto contrário ao texto. “Os 100% são demasiados, mas algum pedágio tem de existir”, afirmou.

*Da Agência Câmara

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reabriu nesta tarde a sessão do plenário da Casa para a votação dos destaques ao texto-base da reforma da Previdência, aprovado ontem.

O plenário, no entanto, segue sem alcançar o quórum considerado "seguro" pelo governo para manter a salvo o texto.

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Maia tem trabalhado com um quórum de 490 deputados para iniciar votações nas quais o governo precisará de 308 votos para evitar que um destaque desfigure o texto principal.

No momento da reabertura da sessão, havia 468 parlamentares na Câmara e 447 deles tinham marcado presença no plenário. Mais cedo, ao chegar à Câmara, Maia disse estar seguro de que teria mais de 500 deputados na sessão de hoje. Ontem, o texto-base da reforma foi aprovado por 379 votos a 131.

Para dar celeridade à votação da reforma da Previdência, o líder da maioria na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), sugeriu aos demais líderes que se faça uma emenda aglutinativa para votar de uma só vez os destaques que já têm acordo: o de policiais e o de mulheres. "Eu sugeri aos líderes que se faça uma aglutinativa, que se coloque logo tudo, se tiver acordo", disse.

O governo construiu um acordo com integrantes da bancada da bala e com representantes da categoria. Para a transição, está acertada a idade mínima de 53 anos para homens e 52 para mulheres e 100% do chamado pedágio, que se refere ao tempo que o policial terá que trabalhar a mais do tempo que falta para se aposentar para obter as chamadas integralidade (se aposentar com o último salário da ativa) e paridade (que é ter os mesmos reajustes dos servidores da ativa). O PSL apresentou dois destaques para viabilizar o acordo.

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Há também o destaque do DEM, apresentado em um acordo com integrantes da bancada feminina, para mudar o cálculo da aposentadoria para as mulheres.

O destaque sobre a aposentadoria dos professores, no entanto, ainda não tem acordo, segundo Ribeiro. O PL quer retirar os professores do escopo do texto da Previdência. Pelo texto aprovado na Comissão Especial, caso a reforma receba o aval de deputados e senadores, os professores se aposentarão com 60 anos (homens) e 57 anos (mulheres), com 25 anos de contribuição. Hoje não há idade mínima, mas se exige tempo de contribuição de 25 anos (mulheres) e 30 anos (homens) no setor privado. No setor público, a idade mínima exigida é de 50 anos (mulheres) e 55 anos (homens), com 25 anos (mulheres) e 30 anos (homens) de tempo mínimo de contribuição, sendo 10 anos como servidor público e 5 anos no cargo de professor.

O líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO), disse nesta segunda-feira, 8, ao chegar à residência do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que a sigla dele não irá apresentar destaques durante a votação da reforma da Previdência no plenário da Câmara.

"O PSL não tem destaque, não teve na Comissão (especial) e não terá em Plenário", disse Waldir, afirmando ainda que o PSL, partido do presidente da República, já fez "sacrifícios".

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"Inclusive sou delegado de policia e votei pela defesa do País", disse, ao ser perguntado sobre a situação dos policiais, e se seria possível haver uma "solução intermediária" em que não haja reapresentação de destaque na plenário sobre o tema.

"Com certeza, existe a possibilidade de diálogo, penso que não é difícil, é um pequeno detalhe, pequena diferença, sem criar privilégios... pensar no País, neste momento todo mundo tem que trazer sacrifícios", respondeu. "O fiador da reforma é o Rodrigo Maia, o que ele pedir, o PSL faz", disse também sobre o quórum necessário nesta segunda-feira para que a reforma entre na ordem do dia na terça-feira.

Ao ser questionado sobre o que seria possível fazer sem que um destaque seja apresentado, o líder do PSL na Câmara citou as emendas aglutinativas (que visa a fundir textos de outras emendas) e as emendas supressivas, mas destacou que o partido não pensa em nenhuma mudança.

"O PSL não pensa em nenhuma mudança, o PSL é o governo, é o partido fiel, é onde inclusive um delegado votou sem manter qualquer diferença. o PSL é a base do governo, vota com Rodrigo Maia e com os partidos de centro", disse.

Questionado ainda sobre uma eventual emenda supressiva que tiraria os policiais da reforma para que a categoria entrasse em outro projeto, o líder do PSL afirmou que não poderia falar "naquilo que não foi construído". "Não posso falar naquilo que não foi construído, que está sendo mera hipótese ainda", afirmou.

Também perguntado se pode haver "traição" dentro do partido na votação da reforma, o deputado respondeu que o "PSL não é problema". "O PSL tem sido a solução até hoje, falam tanto do PSL, PSL só tem dado exemplo", disse o líder, que deu uma resposta similar ao comentar a fala da líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP), que mais cedo afirmou que a sigla não pode "emagrecer" a reforma. "O PSL é a solução", disse Waldir.

Perguntado ainda sobre a contagem de votos no plenário, o deputado disse que a prática é ser "Mãe Dinah e adivinho". "Contagem de voto é ser mãe Dinah e adivinho, aí tem uma presunção da quantidade de votos que tem, é só ver o porcentual que deu na comissão especial, e o que a gente deve ter no plenário", disse.

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (21) a medida provisória 863 que autoriza o investimento de até 100% de capital estrangeiro nas companhias aéreas brasileiras e a volta da franquia mínima de bagagem que pode ser despachada gratuitamente. A MP segue para análise do Senado e deve ser votada nesta quarta-feira, 22, última dia de sua vigência.

Durante a discussão da MP, os deputados aprovaram um pedido para que o texto original enviado em dezembro do ano passado pelo então presidente Michel Temer fosse apreciado, em detrimento do projeto de conversão que havia sido aprovado pela comissão especial que analisou a medida.

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O projeto, relatado pelo senador Roberto Rocha (PSDB-MA), havia incluído em seu parecer a questão da franquia de bagagens e havia vinculado o investimento estrangeiro à exigência de que as empresas operassem rotas regionais. Esta última parte, no entanto, ficou de fora do texto aprovado pelos deputados.

Nas linhas domésticas, a franquia de bagagem por passageiro poderá ser de 23kg nas aeronaves acima de 31 assentos. Esta era a regra existente até a edição de uma resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) há três anos que permitiu a cobrança.

Na última terça-feira (24), participantes que se destacaram durante a edição 2017 do Recife Bom de Bola foram apresentados como novos reforços na categoria de base do Náutico e do Santa Cruz. A cerimônia de apresentação aconteceu no auditório do Centro de Treinamento do clube alvirrubro. O Recife Bom de Bola é o maior campeonato de várzea do mundo, feito pela Prefeitura do Recife e executado pela Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer.

Robson da Silva, de 16 anos, Ythalo da Silva, 14, Walysson de Lima, 16, Wellington Santos, 16, e Genival Marciano, 16, passam a treinar na categoria de base do Náutico. E, na categoria feminina alvirubra, Amanda de Melo, 17, e Izabella da Conceição, 15. Já para o Santa Cruz, segue João Guilherme Andrade, 16.

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Presentes na solenidade, a secretária executiva de Esportes do Recife, Yane Marques, e o Vice-Diretor Executivo do Náutico, Diógenes Braga, comentaram sobre a importância do projeto. "Eles são diamantes que, agora, serão lapidados em dois tradicionais clubes pernambucanos. Esse resultado mostra o bom potencial do projeto Recife Bom de Bola e é também um sinal de resultados cada vez melhores", disse Yane.

"O futebol é uma ferramenta fantástica para auxiliar as famílias a guiar seus filhos para caminhos melhores. O Recife Bom de Bola vem para alimentar sonhos, sendo assim um incentivo para os atletas. A criança que sonha vai sempre procurar algo bom", destacou Diógenes Braga.

Amanda de Melo, de 17 anos, falou sobre essa nova fase de sua vida. "A entrada na categoria de base do Náutico é um grande passo em busca do meu sonho. Isso só reafirma a força do futebol de várzea".

Na edição anterior, o Recife Bom de Bola realizou 580 jogos, envolvendo quase 400 equipes e 10 mil atletas. Este ano, o primeiro jogo do campeonato está marcado para o dia 11 de agosto, no campo do Quartel do Derby, na área central do Recife.

A premiação mais aguardada do mundo cinematográfico está próxima. O Oscar 2018 será realizado no dia 04 de março e contará com 24 categorias. Pensando nisso, o programa EstreiaJá desta semana traz um raio X completo de todas as disputas previstas, os favoritos e de quem pode surpreender nesta 90a edição do evento.

Entre os destaque deste ano da premiação estão longas como “Corra!”, “Me chame pelo seu nome” e “Dunkirk”. Confira tudo com o jornalista e crítico de cinema, Rodrigo Rigaud.

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O festival Janeiro de Grandes Espetáculos entra em sua última semana com montagens locais, nacionais e internacionais, que contemplam as mais diversas linguagens como teatro, dança e música. Confira os destaques.

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Povo Brasileiro: Cantos do Nordeste

Musical que retrata a cultura nordestina, valorizando as diferentes matrizes de formação deste povo. No Teatro de Santa Isabel, às 20h.

Debate: Representatividade do negro nas artes cênicas, na literatura e afins

Uma discussão sobre a presença negra nas artes e na literatura. Credenciamento às 18h. No Espaço O Poste, às 19h.

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A última cólera no corpo de meu negro

Bastião reflete sobre um momento decisivo de sua vida, em que esteve preso numa senzala com um escravo, presente de seu pai. No teatro Hermilo Borba Filho, às 18h30.

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A programação da 24ª edição do Janeiro de Grandes Espetáculos continua ocupando os teatros e espaços culturais da Região Metropolitana do Recife. O festival segue até o dia 28 de janeiro com uma programação que passeia por espetáculos de dança, teatro, música, e, também, especiais para o público infantil. Confira alguns dos destaques desta semana.

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O espetáculo do grupo recifense Teatro de Fronteira é uma obra autobiográfica do ator e cantor Marconi Bispo, investigando o racismo e suas manifestações na vida de um homem negro, nordestino, gay, candomblecista e periférico. No teatro Marco Camarotti, às 19h.

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A artista, passista e pesquisadora da cultura pernambucana, Ana Valéria Ramos Vicente, leva ao palco, neste solo, suas percepções sobre como o Carnaval influência nas renovações energéticas do corpo. No teatro Hermilo Borba Filho, às 20h.

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Dentro da programação paralela do festival, o grupo Cênicas Cia. de Repertório (Recife) apresenta uma adaptação do texto Despertar da Primavera, do alemão Frank Weekind. O espetáculo aborda temas inerentes à adolescência com trilha sonora executada ao vivo. No teatro Barreto Júnior, às 19h.

Elas cantam Reginaldo Rossi

Uma homenagem ao eterno Rei nas vozes de Sheila Toy, Kelly Rosa, Cida Maria, Walkyria Mendes e Michelle Monteiro. No Teatro de Santa Isabel, às 20h.

Quinta (18)

Tributo a Expedito Baracho

Betto do Bandolim, Nestor do Cavaco, George Rocha, Alberto 7 Cordas e Xaruto e Racine rendem homenagens à obra de Expedito Baracho. No Teatro de Santa Isabel, às 20h.

Confira a programação completa no site oficial do festival.

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O Miss Bumbum 2017 chega ao fim nesta segunda-feira (6), e contará com um desfile de gala e apresentações de tema livre por parte das candidatas, antes da decisão de quem será a grande vencedora. Inicialmente, uma representante de cada Estado e duas estrangeiras concorriam para ser a próxima Miss Bumbum do Brasil. Agora, restam apenas 15 candidatas. Com a final se aproximando, o LeiaJá separou alguns destaques desta edição do concurso para serem relembrados:

1 - Inclusão

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No ano passado, pela primeira vez uma mulher negra venceu o concurso de Miss Bumbum. Esse ano, outra mulher teve chance de ser pioneira na competição e ser a primeira candidata com deficiência física a levar o prêmio. Rúbia Machado, representante do Tocantins, teve uma perna amputada aos 19 anos, após ser atropelada pelo namorado. No entanto, a estudante de 29 anos não conseguiu o feito, pois não se classificou para a final.

2 - Candidatas estrangeiras

Outra novidade esse ano foi o acréscimo de participantes estrangeiras ao Miss Bumbum. As gringas eram a portuguesa Séfora Arruda e a americana Jeni Summers. Séfora chegou ao Brasil com declarações polêmicas que desagradaram as outras candidatas. “Nós sabemos que as brasileiras não têm uma boa fama no exterior, isso é um fato que nós não podemos mudar”, afirmou em sua apresentação. Jeni Summers teve que enfrentar o desafio de aumentar suas medidas para se classificar no concurso, e conseguiu aumentar 7cm do seu bumbum.

3 - Defensora do poliamor

Rangel Carlos chamou muita atenção por conta da sua vida amorosa, a qual ela não se incomoda em expor. A representante do Estado de Santa Catarina é defensora ferrenha o poliamor, e chegou a aparecer em diferentes eventos acompanhada do seu marido e da sua esposa. Além disso, trocou carícias em público com Raíssa Barbosa, sua concorrente no Miss Bumbum, representando o Acre. “Meu casamento já foge completamente do padrão, então aqui não entra esse julgamento, traição é coisa das relações monogâmicas”, disse ela.

4 - Denúncia e eliminação

Uma das candidatas, Ramoni Machado, não chegou nem mesmo a posar para o concurso, pois foi eliminada logo no inicio após uma denúncia do TMZ. De acordo com o site, a miss teria aumentado seu bumbum através de procedimentos estéticos, o que não é permitido pelas regras. 

5 - Fim dos biquínis minúsculos

Era tradição no concurso que as modelos posassem exibindo seus bumbum usando biquínis pequenos, que acentuavam as curvas. Esse ano, a escolha foi mais modesta e o Miss Bumbum optou por vestir suas candidatas com maiôs pretos. Apesar de mais compostos, os trajes ainda valorizam os bumbuns das candidatas por serem cavados na parte de trás. Elas também usaram os maiôs para fazer o tradicional desfile pela Avenida Paulista.

6 - Promessa à Anitta

Ana Luiza Neves, de 23 anos, é fã declarada de Anitta. Além disso, ela atua também como cover da cantora carioca, e promete que sua apresentação na final será ao som de uma de suas músicas. “Se eu ganhar, e espero que ganhe, vou entregar pessoalmente a faixa de Miss Bumbum para a Anitta porque ela sim tem uma bunda maravilhosa”, afirmou ela em entrevista ao UOL.

Os deputados rejeitaram na noite desta quarta-feira, 26, o primeiro destaque à Proposta de Emenda à Constituição 282, que trata da reforma política. Por 326 a 104 votos, o plenário votou por manter a proposta da deputada Shéridan (PSDB-RR) e não retirar do texto a permissão para os partidos políticos definirem regras sobre a escolha, a formação e a duração de seus órgãos permanentes e provisórios.

A sugestão havia sido apresentada pelo PSOL. O próximo destaque a ser analisado é um proposto pelo DEM, PP e PT, que tem como objetivo manter as regras atuais para a "janela" de mudança partidária, que permite os parlamentares trocarem de partido seis meses antes da eleição, sem perder o mandato.

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Além do foco da pauta de votações da Câmara na reforma política, outras atividades vão marcar a semana na Casa. Com um debate acalorado diante da discussão sobre a privatização da Eletrobras, na terça-feira (12) será lançada a Rede Parlamentar em Defesa da Soberania Energética e Nacional. O grupo será formado pelas frentes parlamentares em defesa do Setor Elétrico Nacional, da Soberania Nacional e do Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE). 

A Rede, de acordo com os organizadores, tem como objetivo potencializar a campanha “Energia Não é Mercadoria”, de iniciativa dos movimentos sociais e sindicais em defesa do setor elétrico estatal e da Eletrobras. 

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Também está prevista a escolha do relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que vai investigar as ações dos empresários da JBS. Além disso, o Conselho de Ética da Câmara vai discutir e votar o parecer do deputado Ronaldo Martins (PRB-CE), relator do processo contra o deputado Delegado Éder Mauro (PSD-PA); e instaurar o processo do PSB contra o deputado Wladimir Costa (SD-PA). A agenda completa da Casa pode ser conferida no site. 

Aguardam votação

Esperam a análise do Plenário nesta semana, a Medida Provisória 783/17, que permite o parcelamento de dívidas com a União, tanto de pessoas físicas quanto pessoas jurídicas, concedendo descontos e possibilitando o uso de prejuízo fiscal e de base negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para pagar os débitos.

Segundo o projeto de lei de conversão do deputado Newton Cardoso Jr (PMDB-MG), os descontos, que no texto original giravam em torno de 25% a 90%, passam a ser de 85% a 99% quanto a multas, juros de mora, encargos legais e honorários advocatícios.

O governo estendeu o prazo original da MP para adesão ao programa por meio de outra medida provisória (798/17), que passa de 31 de agosto para 29 de setembro, e tem negociado um texto alternativo com menos benefícios aos devedores.

Também poderá ser analisado o Projeto de Lei 8107/17, que desmembra 26,45% da área da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim para criação da Área de Proteção Ambiental (APA) do Jamanxim, ambas localizadas em Novo Progresso, no sudoeste do Pará. As APAs possuem regras de exploração menos rígidas que as florestas nacionais.

Essa proposta foi enviada pelo governo após o veto do presidente Michel Temer à Medida Provisória 756/16. O percentual de floresta transformado em APA é menor que o previsto na MP, que foi vetada após críticas de organizações ambientais. O texto original da MP estabelecia que 41% da floresta viraria área de preservação, enquanto o texto alterado pelo Congresso transformava 37% da floresta em APA.

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