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Deputada foi uma das que aprovou Estado de Calamidade em Pernambuco. (Roberto Soares/Alepe)

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A deputada Teresa Leitão (PT) decidiu direcionar um total de R$ 800 mil previstos em suas emendas para o combate da pandemia do coronavírus em Pernambuco. Os recursos serão destinados à compra de respiradores mecânicos e EPIs (Equipamentos de Proteção Individual).

"Decidimos por remanejar a quase totalidade das emendas. A grande maioria já tinha como destino outras áreas da saúde e áreas sociais", afirmou a deputada. Na última terça (24), Teresa participou da sessão virtual da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) que aprovou o Estado de Calamidade Pública em Pernambuco. A medida permite que o governo estadual agilize compras e ações.

Os únicos dois deputados que votaram para derrubar os vetos do presidente Jair Bolsonaro ao projeto que entregaria o controle de fatia do orçamento nas mãos do Congresso defenderam a tese de retirar poder do governo na condução dos recursos. A deputada Bruna Furlan (PSDB-SP), por exemplo, afirmou que, quanto mais decorativo o chefe do Planalto for, melhor seria.

O Congresso Nacional manteve, nesta quarta-feira, 4, vetos aos dispositivos que entregariam aos congressistas o controle sobre a destinação dos recursos das emendas parlamentares. Os vetos foram mantidos com 398 votos na Câmara - apenas dois votaram pela derrubada: Bruna Furlan (PSDB-SP) e Rogério Correia (PT-MG).

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"Eu sou uma pessoa que voto sempre a pauta econômica do governo. Não sou oposição. Mas acho que, pela falta de respeito, pelas declarações, postura dele com a imprensa, com parlamentares, com chefes de outros países, pela irresponsabilidade dele, quanto mais decorativo melhor e (precisa) deixar quem quer trabalhar, trabalhar", afirmou Bruna Furlan ao Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Os dois deputados fazem parte da ala insatisfeita com o conteúdo dos novos projetos encaminhados pelo governo para regulamentar o orçamento impositivo. O Congresso acabou mantendo os vetos após um acordo para votar essas novas propostas na próxima semana. O conteúdo dos textos agradou aos deputados do centrão da Câmara, aqueles que inicialmente eram os mais ávidos para derrubar os vetos.

Com as novas regras propostas pelo Palácio do Planalto, o governo continuaria ditando o ritmo de liberação das emendas e poderia bloquear os recursos se faltar dinheiro em caixa. O relator-geral do Orçamento, por outro lado, seguiria definindo quem receberá e em que ordem de prioridade os recursos de suas emendas, que somarão R$ 17,5 bilhões neste ano.

"O governo Bolsonaro é ilusionista, quer fazer mágica, quer enganar o povo. E agora faz um veto para que ele possa, através da sua prioridade, que não são as prioridades sociais, fazer os remanejamentos dentro do Orçamento e quer jogar a culpa dos seus fracassos no Congresso", afirmou o deputado Rogério Correia.

Com Regina Duarte indecisa para aceitar o cargo de secretária de cultura do governo Bolsonaro, a deputada estadual Janaina Paschoal (PSL), por meio do seu Twitter, mostra que gostou da ideia e endossa a indicação da atriz. "Aceita, Regina! Quem melhor do que você, mulher", escreveu a deputada.

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A indicação da atriz vem depois que o Roberto Valim foi exonerado por parafrasear Joseph Goebbels, ministro de Hitler, em vídeo publicado nesta última quinta-feira (16). No entanto, Regina ainda não confirmou se vai aceitar o cargo oferecido pelo governo depois de todo o escândalo e pediu até o sábado (18), para se pronunciar. 

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Depois de aprovado na Assembléia Legislativa de Pernambuco (Alepe), em primeira discussão, o Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 830/2019, que aumenta de 13,5% para 14% a alíquota de contribuição dos servidores estaduais, a deputada estadual Teresa Leitão afirma que não foi votado uma Reforma da Previdência de Pernambuco. “O que foi votado foi a adaptação de três aspectos pontuais relacionados a Emenda Constitucional 103/2019. A Reforma da Previdência é uma coisa muito mais profunda. O projeto que veio, por exemplo, não mexeu com o tempo de aposentadoria, idade para se aposentar, integralidade e paridade de proventos. Nada disso foi mexido, como é uma reforma?”, indaga a parlamentar.

A emenda citada pela petista prevê que os Estados com recursos insuficientes para cobrir os compromissos assumidos com os aposentados – ou seja, com déficits atuariais no sistema previdenciário, como é o caso de Pernambuco – não podem ter alíquotas previdenciárias menores que as da União, sob risco de sofrer penalidades.

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Teresa salienta que o que os parlamentares fizeram foi dar condições para que o registro da previdência estivesse devidamente atualizado. “Se fosse a Reforma da Previdência igual a de Bolsonaro, o PT não teria votado a favor”.  Ao todo, 27 deputados foram favoráveis ao projeto do Executivo, aprovado juntamente com a Emenda n° 2 da deputada Priscila Krause (DEM), que adia para 31 de julho de 2020 o início da vigência da nova alíquota.

A deputada federal Maria do Rosário (PT) denunciou insultos que, supostamente, recebeu de uma blogueira ligada ao PSL nos corredores do Câmara dos Deputados, em Brasília. Ela foi chamada de "vagabunda" nessa quarta-feira (20), enquanto produzia um vídeo exaltando a decisão da Câmara de recolocar a arte relacionada ao genocídio negro no Brasil, que havia sido quebrada pelo deputado Coronel Tadeu (PSL), na terça (19).

Enquanto fazia fotos do cartaz da exposição "(Re) Existir no Brasil - Trajetórias negras brasileiras", a agressora identificada como Tamires de Paula começou a atacar verbalmente a petista. A blogueira é conhecida do público após chamar o deputado José Guimarães (PT) de “Capitão Cueca”.

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Indignada, a deputada gaúcha acionou a Polícia Legislativa para que alguma providência fosse tomada. Sem reação das autoridades, Rosário ainda tentou bloquear a passagem para que a agressora não saísse do prédio. "Se vocês não me dão segurança, eu vou fazer segurança para mim", esbravejou.

Contudo, a blogueira era acompanhada pelo deputado Daniel Silveira (PSL) -conhecido por quebrar a placa em homenagem a vereadora Marielle Franco e propor uma sessão solene para exaltar o fisiculturismo-, que ironizou e saiu do Congresso aos risos, de braços dados com Tamires.

Maria do Rosário foi à unidade da Polícia Legislativa e registrou um boletim de ocorrência. "Eu considero um absurdo estar trabalhando aqui e ao mesmo tempo ser perseguida no corredor por uma assessora de parlamentar", declarou. Em resposta, a polícia informou que Tamires está proibida de acessar o Congresso Nacional e um inquérito por injúria foi aberto.

Juntos, os representantes do PSL estenderam o tom irônico para as redes sociais. "Existe a grávida de Taubaté e a vítima de Taubaté. As filmagens não mentem, Maria do Presidiário!", aponta Tamires ao alegar que a deputada foi a agressora da história. Com emojis de gargalhadas, Daniel Silveira publicou uma foto tapando a boca da blogueira.

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A confusão interna do PSL ganhou um novo capítulo. Uma ala do partido de Jair Bolsonaro pretende excluir o capitão da possibilidade de reeleição e lançar a candidatura da ex-líder do Congresso Joice Hasselmann. As informações são da Folha de São Paulo.

De acordo com a publicação, um grupo aliado ao presidente da legenda, o 'queimado' Luciano Bivar, planeja conduzir a deputada federal de São Paulo à candidatura. "Joice representa a ala equilibrada e inteligente do PSL, contra os xiitas e radicais. É a direita do bem, que é liberal na economia mas não ataca as mulheres e os diferentes", avaliou o deputado federal Junior Bozzella.

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Mesmo após Joice trocar insultos publicamente com o clã Bolsonaro, o porta-voz de Bivar também considera que ela faz parte da ala 'moderada'  e menos radical do PSL. "O presidente prometeu na campanha que não disputará a reeleição. A Joice, portanto, é o nome ideal. Ela é bolsonarista, mas não olavista [seguidora do escritor Olavo de Carvalho]. É conservadora, mas moderada".

Questionado sobre a ciência da parlamentar em relação à candidatura e suas intenções para a corrida presidencial, visto que Hasselmann estuda disputar à Prefeitura de São Paulo, Bozzela pontuou: "estamos conversando para convencê-la".

A representante (deputada) americana Rashida Tlaib se recusou, nesta sexta-feira (16), a usar um visto humanitário concedido por Israel para visitar sua avó na Cisjordânia.

Em um primeiro momento, seu pedido de visto de trabalho foi rejeitado por seu apoio ao boicote ao Estado hebreu.

"Decidi que visitar minha avó sob estas condições opressoras é contra tudo em que acredito na luta contra o racismo, a opressão e a injustiça", tuitou a política democrata de origem palestina.

Ontem, as autoridades israelenses proibiram a visita de Rashida e de Ilhan Omar, duas representantes democratas críticas a Israel e que apoiam o boicote contra o país.

Ambas são críticas ferrenhas do presidente americano, Donald Trump, e são as primeiras muçulmanas eleitas representantes no Congresso dos Estados Unidos. Rashida Tlaib também é a primeira congressista americana de origem palestina.

Rashida nasceu em Detroit, no estado do Michigan, em uma família de imigrantes palestinos, enquanto Omar nasceu na Somália e chegou aos Estados Unidos como refugiada, quando era pequena.

Depois de ter seu visto negado na quinta-feira, Rashida apresentou solicitou uma permissão humanitária para visitar sua avó, no povoado de Beit Ur al Fauqa, perto de Ramallah, na Cisjordânia ocupada.

"Pode ser minha última chance de visitá-la", alegou a congressista em uma carta divulgada na Internet. Nesta sexta, ela descartou a viagem a Israel, porta de entrada para os territórios palestinos.

"Quando ganhei, dei ao povo palestino a esperança de que alguém finalmente fosse dizer a verdade sobre as condições desumanas. Não posso permitir que o Estado de Israel apague esta luz me humilhando e usando o amor por minha 'sity' (avó) para me dobrar com suas políticas opressoras e racistas", afirmou.

Ao solicitar a permissão humanitária, Tlaib havia se comprometido a "respeitar todas as restrições" e a não promover o boicote a Israel durante a visita.

"Me silenciar e me tratar como uma criminosa não é o que ela quer para mim. Isso mataria um pedaço de mim", disse nesta sexta.

O movimento BDS (Boicote, Desinvestimento, Sanções) faz um apelo ao boicote econômico, cultural e científico de Israel para protestar contra a ocupação dos Territórios Palestinos.

Em 2017, Israel votou uma lei que permite proibir a entrada em seu território aos partidários do BDS. Israel vê o movimento como uma ameaça estratégica e o acusa de antissemitismo. Os ativistas rejeitam a acusação, alegando que querem apenas ver o fim da ocupação.

Em um comunicado divulgado ontem, Hanane Achraui, membro do comitê executivo da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), criticou a decisão de Israel, considerando-a "escandalosa".

"A decisão israelense de proibir as eleitas do Congresso Rashida Tlaib e Ilhan Omar de visitarem a Palestina é um ato de hostilidade escandaloso contra o povo americano e seus representantes", declarou Achraui.

Quase dois meses após o assassinato do pastor Anderson do Carmo de Souza, marido da deputada federal Flordelis (PSD-RJ), dois filhos dela foram indiciados pela Polícia Civil nesta quarta-feira, 14. Flávio dos Santos Rodrigues, que tem 38 anos e é filho de Flordelis e de seu primeiro marido, e Lucas Cezar dos Santos de Souza, de 18 anos, filho adotado por ela e pela própria vítima, são acusados de homicídio qualificado.

O inquérito foi encaminhado pela Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI) ao Ministério Público do Estado do Rio (MP-RJ), que vai decidir se denuncia os dois, arquiva o caso ou pede que a investigação prossiga. Também foi pedida a prisão preventiva dos dois acusados, que estão presos desde 17 de junho na carceragem da própria Delegacia de Homicídios.

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Segundo a delegada Bárbara Lomba, titular da especializada, o inquérito foi desmembrado e agora será dado início à segunda fase da investigação, cujo objetivo é identificar a participação de eventuais coautores no crime.

Duas funcionárias que trabalhavam com a deputada federal Tabata Amaral (PDT) foram demitidas nesta segunda-feira (12) no estacionamento na Câmara Federal, em Brasília.

De acordo com informações da Folha de S. Paulo, a parlamentar decidiu mexer na estrutura do seu gabinete. As duas demitidas estavam trabalhando com Tabata após passarem em um processo seletivo.

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Quem formalizou a demissão de ambas foi a coordenadora do mandato, Laiz Soares, no estacionamento do anexo 4 da Câmara. A pedetista estaria reformulando sua assessoria parlamentar de comunicação.

O objetivo de Tabata, neste momento, seria imprimir um ritmo mais acelerado da divulgação não apenas da sua atuação política, mas também de conteúdos de sua rotina pessoal e do seu passado.

A deputada federal e líder do governo no Congresso Nacional, Joice Hasselmann (PSL), afirmou em entrevista que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) está “em processo de ampla evolução” para ser um liberal.

As afirmações da parlamentar foram dadas ao canal My News, no Youtube. De acordo com Hasselmann, Bolsonaro já fala em privatizar a Petrobras. Ela lembrou de uma conversa que teve com o presidente antes mesmo dele ser candidato à Presidência.

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“Ele, de fato, era muito mais nacionalista. Eu me lembro de uma conversa que tivemos em minha casa, antes dele ser candidato ainda, e eu estava tentando convencer ele - se ele fosse candidato, se ele fosse presidente – a privatizar a Petrobras. E ele torcia um pouco o nariz pra mim. E hoje ele já fala em privatização”, comentou.

Hasselmann, que se considerou uma “privatista por essência”, comemorou a mudança de ideia de Bolsonaro. “Não é mais para ele um palavrão falar em privatização da Petrobras. Aí fica o Paulo Guedes de um lado, o Salim Matar de outro e eu de outro. Olha que beleza. Acho que em breve teremos boas notícias”, pontuou.

Apesar da deputada estadual pelo estado de São Paulo, Janaína Paschoal (PSL), ter mostrado discordar de atitudes do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e de membros do Governo Federal, ela deu “graças a Deus” por não ter a esquerda no comando do Palácio do Planalto.

“Volto a dizer, mesmo com todas as divergências que tenho com Bolsonaro, dou graças a Deus por não termos a esquerda no poder”, enfatizou a parlamentar nesta quinta-feira (8) através de seu perfil no Twitter.

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Paschoal, que também é uma das autoras do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), disse que a esquerda desrespeita a população. “Esquerda é sinônimo de maldade e de ditadura. O povo é usado e, constantemente, desrespeitado por esse pessoal”, avaliou.

A publicação da parlamentar rendeu muitos comentários de seguidores concordando com ela, já outros insistiram em adjetivá-la como ‘golpista’. Janaína, entretanto, finalizou sua fala sobre o poder da esquerda: “Se depender de mim, não voltam nunca mais!”.

Logo após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de manter a investigação sobre o assassinato do pastor Anderson do Carmo, marido da deputada federal Flordelis (PSD), sob responsabilidade da Justiça Estadual do Rio, a parlamentar emitiu na noite desta quinta-feira, 1º, nota em que afirmou que não reivindicou essa prerrogativa nem ficou surpresa com a decisão.

Em junho, o Ministério Público do Estado do Rio, considerando "possível" o envolvimento de Flordelis no caso, pediu que o STF decidisse se o processo deveria ser analisado pela Justiça Estadual ou pelo STF, já que a deputada tem foro por prerrogativa. Nesta quinta-feira o ministro Luís Roberto Barroso decidiu que a investigação deve seguir com a Justiça Estadual, porque o crime não tem ligação com o mandato da deputada.

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"Em nenhum momento a deputada federal Flordelis solicitou ou reivindicou a prerrogativa de não ser investigada pela polícia e pela Justiça. O STF foi provocado pelo Ministério Público, porque a lei assim exige", afirma nota de Flordelis. "A decisão não surpreendeu a deputada Flordelis, porque ela tem conhecimento que a prerrogativa só seria aplicada se o crime investigado tivesse ocorrido em razão do mandato dela", continua a nota. "A deputada esteve à disposição da polícia em todos os momentos em que foi solicitada" e "tem todo o interesse na solução do caso. Ela precisa saber quem foram os autores do crime e as razões que tiveram" porque "só depois disso terá paz", conclui a nota.

A deputada federal Flordelis (PSD-RJ) disse neste domingo (30) que "não acredita em nada" em relação à participação de dois de seus 55 filhos no assassinato de seu marido, o pastor Anderson do Carmo, morto há duas semanas em Niterói, região metropolitana do Rio. O pastor foi morto a tiros na casa em que o casal morava com parte dos 55 filhos - 51 deles são adotados. Flávio dos Santos, de 38 anos, filho biológico de Flordelis e enteado de Carmo, e Lucas dos Santos, de 18 anos, um dos filhos adotivos, estão presos, sob suspeita de participação no assassinato.

Questionada se acredita na inocência dos dois filhos, Flordelis respondeu, em entrevista ao "Fantástico", da TV Globo, que não acreditava em nada. A entrevista foi gravada na cena do crime, a casa da deputada. Perguntada se confiava em todos os que moram no local, a parlamentar respondeu: "[Em] Todas as pessoas que estavam morando comigo naquele momento, sim".

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Lucas já não morava com o casal, mas imagens de câmeras de segurança mostram o filho adotivo chegando à casa. O jovem foi preso após o assassinato, antes mesmo das suspeitas de envolvimento no crime, já que era procurado por envolvimento com tráfico de drogas, por uma infração cometida quando ainda era adolescente.

Em entrevista à revista "Veja" na sexta-feira (28), Flordelis disse que Lucas teve desentendimentos com o pastor no passado, por conta do roubo de relógios da família. Ao "Fantástico", a deputada minimizou as desavenças, embora tenha descrito Lucas como "muito fechado" e "muito revoltado", comportamento creditado por ela ao fato de o filho adotivo ter tido uma infância difícil, pois o "pai era bandido" e a "mãe morreu de câncer".

"A única coisa que meu marido tinha era com o Lucas, mas era coisa de pai. Ele não aceitava meu filho ter saído de casa e estar fazendo algumas coisas erradas", disse Flordelis. Na entrevista, a deputada disse ainda que o pastor e Flávio, o outro filho preso, tinham bom relacionamento, negou que soubesse o paradeiro do celular da vítima, até agora não encontrado, afirmou não ver motivos para alguém querer a morte do pastor, e contou ter ouvido seis tiros no momento do crime.

Segundo a Polícia Civil, Flávio confessou o crime. Seu advogado, Anderson Rollemberg, contesta a confissão, pois o depoimento teria sido colhido sem a presença da defesa, "em desconformidade as garantias fundamentais da pessoa presa". A defesa também contesta a inclusão, como prova no inquérito, de uma pistola encontrada num quarto que seria de Flávio, na própria casa da família onde ocorreu o crime.

O advogado informou que vai entrar na segunda-feira com uma reclamação junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo fato de não ter tido acesso ao inquérito policial que apura o caso. Segundo Rollemberg, o acesso ao inquérito foi negado pela Polícia Civil do Rio, o que, mesmo diante do sigilo imposto ao processo, estaria em desacordo com a Súmula Vinculante 14, do STF, editada em 2009.

Com um novo depoimento marcado para segunda-feira, 24, a deputada federal Flordelis (PSD-RJ) reafirmou na noite de sábado, 22, a esperança de que sejam inocentes seus dois filhos presos temporariamente pelo assassinato do marido dela, o pastor Anderson do Carmo Souza, de 42 anos. Um dos presos, Flávio dos Santos Rodrigues, filho biológico de Flordelis, confessou o crime, mas a Polícia Civil segue com as investigações, para esclarecer circunstâncias e motivação do crime.

"Tem gente que estranha eu não acreditar que dois filhos meus são os autores, porque eles confessaram. Eu não quero acreditar e o meu coração de mãe me dá direito à esperança", escreveu a deputada, em sua conta no Facebook, numa mensagem em que negou esconder provas e disse querer o esclarecimento do crime.

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Flodelis tem 55 filhos, sendo que 51 são adotados. O pastor Anderson foi assassinado em casa, a tiros, há uma semana. "Não está esclarecida a motivação, se a execução aconteceu daquela forma que foi narrada, se são só essas pessoas envolvidas. Muita coisa está indefinida", afirmou a delegada Bárbara Lomba, titular da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo, em entrevista coletiva na sexta-feira, 21.

No texto publicado no Facebook, Flordelis comentou as declarações da delegada. "As confissões não são suficientes para condenar e quem assistiu a entrevista da delegada ouviu ela também dizer a mesma coisa. Vamos aguardar o fim das investigações e do julgamento. É assim que tem que ser", escreveu a parlamentar.

Além do novo depoimento marcado para segunda-feira, a assessoria da deputada convocou uma entrevista com ela na terça-feira, 25. Flordelis disse que resolveu escrever sobre o assunto nas redes sociais por causa das inúmeras mensagens que recebeu.

"Agradeço muito as mensagens que me dão força, e de solidariedade. As outras mensagens, algumas sem necessidade agressivas (sic), eu tentei reunir nos pontos comuns para responder", escreveu Flordelis.

No feriado de quinta-feira, 20, a pedido da Polícia Civil, o Tribunal de Justiça do Rio decretou a prisão temporária de Flávio e Lucas Cezar dos Santos Souza, um dos filhos adotivos. Na noite de quinta-feira, a TV Globo revelou que o depoimento de um outro filho do casal teria sugerido a participação de três irmãs e da própria deputada Flordelis em suposto planejamento do crime. A arma do crime foi encontrada dentro da casa pela polícia, mas, até agora, os policiais não conseguiram achar o celular usado pela vítima.

No Facebook, a deputada se defendeu das suspeitas. "Muitas mensagens me acusam de estar escondendo os celulares do meu marido e do meu filho. Meu Deus! A polícia está à procura deles e eu ficarei aliviada se encontrarem. Meu marido foi assassinado em casa, o local não foi isolado, muita gente transitou e tem transitado por ela. É muito cruel imaginar que eu teria frieza para esconder provas de um crime que eu preciso seja esclarecido logo", escreveu Flordelis.

Na mensagem, a deputada ressalta que quer que o crime seja logo esclarecido. "Outros comentários me condenam pela primeira versão minha de assalto. Quem faz isso, como reagiria ao ouvir tiros em casa, que mataram o marido, numa madrugada de uma cidade violenta? Eu tenho, pelo menos, o benefício da dúvida, vocês não acham? Por que me condenar sem qualquer chance de defesa e sem processo? Isso não é justo, mas sigo com força porque Deus está comigo", diz o texto de Flordelis.

O marido da deputada federal Flordelis (PSD) foi morto a tiros na madrugada deste domingo, 16, em Niterói, região metropolitana do Rio.

Segundo a Polícia Militar, o pastor Anderson do Carmo de Souza, de 42 anos, foi executado por volta das 4h, com diversos tiros, após chegar em sua residência no bairro Pendotiba.

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De acordo com a PM, Souza chegou a ser socorrido para o Hospital Niterói D'Or, no bairro Santa Rosa, mas não resistiu aos ferimentos.

Por volta das 9h30, uma equipe da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI) realizou perícia no local do crime.

A ministra da Família, Mulher e Direitos Humanos, Damares Alves, lamentou o caso em sua conta no Twitter.

"Estou profundamente abalada com a notícia do assassino do meu querido amigo e pastor Anderson Carmo, esposo da minha também amiga deputada @Flordelismk. Uma pessoa ímpar, exemplo para tanta gente. Pai de 56 filhos, a maioria adotivos", escreveu Damares.

A deputada federal Joice Hasselmann (PSL-PR) defendeu a reforma da Previdência e o enxugamento da estrutura administrativa do governo durante bate-papo com o setor da indústria paraense na XIV Feira da Industria do Pará, no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém. A conversa ocorreu na noite de sexta-feira (17).

“Eu digo nas minhas palestras o seguinte: o governo, se não atrapalhar, ajuda muito. Quanto menor o governo, melhor. Quanto mais enxuto, melhor, porque se o governo é gigante, só serve para criar burocracia. Eu não gosto de burocracia. Gosto quando as coisas funcionam", afirmou.

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Joice passou por Belém com a Caravana da Previdência. “Na verdade, o nome é um pouquinho mais longo, é Caravana da Independência, é um nome que batizamos. Para quem não sabe eu sou a presidente do Movimento Brasil 200, e esse grupo defende, como eu, a linha liberal, somos liberais na economia, mas somos conservadores nos costumes. A gente não quer esculhambação dos costumes, pelo menos a grande maioria, um ou outro quer, eu não quero. O Brasil 200 defende essa liberdade de falar de atuar nas maneiras econômicas e o conservadorismo dos costumes”, declarou.

Segundo Joice, a reforma da Previdência não é um projeto "mais ou menos" ou uma previdência "meia boca". É um projeto que, segundo ela, vai resolver o problema do Brasil e que vai ajudar a desenvolver o Estado do Pará. "Estive com o prefeito e com o governador. Ah, minha gente, o choro é pesado. Por quê? Porque não tem dinheiro, não tem de onde tirar, secou a fonte, não tem”, disse.

A deputada disse a Dário Lemos, Diretor Regional do Senai-PA, e aos presentes, que não pretende demonizar o Sistema S. “Eu estive na Bahia e conheci o Senac, excepcional, coisa de primeiro mundo, e pelo que eu vi aqui vocês também fazem algo de primeiro mundo. Fiquem tranquilos que aqui vocês não têm ninguém para caçar o Sistema S. Agora, obviamente, onde há desvio nós temos que consertar”, afirmou.

Joice disse que o apelo que faz é independente da decisão partidária e que está conversando com deputados da oposição. Joice afirmou que “não há possibilidade de crise com a aprovação da nova previdência”, e que a crise econômica ocorrerá se a reforma não for feita. “A possibilidade de crise é se não aprovar a reforma da Previdência. Aí não é possibilidade, é certeza. Quem tiver dinheiro aí, pega o dinheiro e vai embora. Tudo vai piorar muito, porque aí a gente vai jogar mais 8 milhões de desempregados na rua até 2023, aumenta a violência, para de circular dinheiro, é Venezuela”, afirmou.

 

A deputada estadual Clarissa tércio (PSC) foi uma das parlamentares locais que participaram do ato em apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) na tarde deste domingo (26), no Recife.

]A parlamentar discursou em apoio ao governo e criticou partidos da oposição. “O lema de que nossa bandeira nunca será vermelha se torna cada vez mais forte. As pessoas estão entendo a importância de lutar pelo nosso verde e amarelo”, disse.

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Clarissa fez duras críticas à imprensa e enalteceu os evangélicos presentes no ato. “A mídia suja não vai mostrar nossa força, mas é muita gente aqui. A verdade é que eu não consigo nem ver onde a multidão termina. Aqui tem gente de bem, da família, evangélicos. Hoje é um dia histórico”, afirmou.

“A visita do presidente ao Recife vai fortalecer a base dele aqui no Nordeste e ele vai se tornar muito maior do que já é”, finalizou.

Enquanto chegava para participar de reunião no Palácio do Planalto, nessa segunda-feira (20), em Brasília, a deputada federal e líder do Governo na Câmara, Joice Hasselmann (PSL), falou sobre o clima que perdura entre membros apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

 “O que tem que acontecer é uma boa conversa e todo mundo baixar a guarda. Chega de clima beligerante. Não se consegue aliados atacando pessoas”, disparou a parlamentar.

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 Hasselmann seguiu pontuando que é preciso criar alianças. “Nós não vamos conseguir aliados atacando aqueles que podem votar na gente, votar conosco, votar nos textos que são importantes para o governo”, disse.

 Por fim, a deputada disse que ainda há pessoas que precisam entender o que a situação realmente precisa neste momento. “Então tem uma ou outra figura no meio do caminho que tem que entender que esse clima beligerante atrapalha e não ajuda. O clima beligerante hoje não ajuda em nada o governo”, opinou.

A deputada federal pelo PSL Carla Zambelli criticou as afirmações feitas pelo ex-candidato à Presidência da República nas eleições de 2018 pelo PDT, Ciro Gomes, em relação ao ex-presidente Lula.

“Ciro Gomes chama Lula de ‘encantador de serpentes’ e de ‘enganador profissional’. Ora, então por que o Ciro foi ministro do presidiário por três anos ainda coordenou a campanha da Dilma em 2010, ajudando o detento a eleger sua sucessora?”, questionou Zambelli.

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 As falas de Ciro contra Lula foram feitas durante sua participação na reestreia do programa Provocações, da TV Cultura, nessa terça-feira (14). Ciro disse ter ficado "deprimido" ao assistir a entrevista que Lula concedeu da prisão aos jornais El País e Folha de S.Paulo pela falta de autocrítica.

 Carla Zambelli continuou dizendo que “Ciro não engana ninguém”. A opinião da parlamentar teve seguidores apoiando a mensagem e também criticaram Ciro Gomes.

A deputada estadual por São Paulo, Janaína Paschoal (PSL), afirmou nesta terça-feira (14) que protocolou um projeto destinado ao incentivo da defesa pessoal das mulheres.

“Ontem protocolei um projeto de lei prevendo que ‘uma das aulas semanais de educação física será destinada ao ensino de alguma modalidade de luta às alunas’. Estou convencida de que as mulheres precisam aprender a se defender, sendo certo que os crimes de que são vítimas, em regra, ocorrem entre quatro paredes, em situações de intimidade”, argumentou a parlamentar.

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 Janaína, que é uma das autoras do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), acredita no potencial da luta. “Nesses contextos, a luta é bem mais efetiva que a arma”, opinou.

 A deputada ainda lembrou o ataque à escola na cidade de Suzano, em São Paulo, em março deste ano. “O exemplo da aluna Rhyllary dos Santos, na escola de Suzano, é prova disso. Lutadora de Jiu Jitsu, ela não só se salvou, como salvou os colegas. Chega de mulher vitimizada! Chega de mulher carente de tutela estatal! Queremos mulheres protagonistas”, finalizou.

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