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O presidente Jair Bolsonaro deixou o Forte dos Andradas, em Guarujá, por volta das 9h neste sábado (10), e seguiu em comitiva à Fortaleza de Itaipu, em Praia Grande.

Segundo a assessoria de imprensa da presidência, Bolsonaro cumpre agenda privada. Ele deve almoçar em Praia Grande e retornar ao Guarujá no início da tarde.

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Desde que chegou ao litoral na quinta-feira para um período de recesso acompanhando da filha, esta é apenas a segunda saída do presidente. Na sexta-feira ele participou da inauguração do Pronto Socorro da Santa Casa de Misericórdia de Santos.

Em sua terceira passagem por Guarujá para um período de descanso, Bolsonaro tem feito pouco contato com os populares, que aguardam para vê-lo. Além disso, a segurança em torno do Forte dos Andradas foi reforçado e o acesso limitado.

Sem agenda oficial para o final de semana, o chefe do executivo Federal deve ficar no litoral de São Paulo até a próxima terça-feira.

A mãe e o padrasto de um bebê de 1 ano 3 meses foram presos em flagrante, nessa segunda-feira (6), por suspeita de terem matado a criança em Praia Grande, litoral de São Paulo. De acordo com o laudo médico, o menino chamado Anthony Daniel de Andrade Moraes tinha marcas de mordidas no rosto e vários hematomas pelo corpo. As informações são do G1.

O bebê foi levado já sem vida para a Unidade de Pronto Atendimento Samambaia por um dos suspeitos. Ronaldo Silvestrini Junior, padrasto do menino, chegou ao hospital com o bebê por volta das 23h40 do domingo (5). Assim que os enfermeiros de plantão identificaram os sinais de agressão na criança, chamaram a Polícia. 

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Segundo testemunhas que prestaram depoimento à Polícia, o bebê foi socorrido com sangue na boca e mordidas no rosto. O padrasto afirmou à polícia que as mordidas foram feitas por um filhote de cachorro na família. No entanto, a polícia concluiu que as marcas eram de dentição humana, o que em seguida, o padrasto disse que teria sido o outro filho do casal de cinco anos que machucou o bebê. 

Giulia de Andrade Candido, mãe do garoto, não acompanhou o marido no socorro. Ela justificou que não teve tempo, pois trabalha muito. Em depoimento, Giulia alegou que chegou do trabalho às 20h00 e viu o filho de longe enrolado no cobertor, mas não quis acordá-lo. Eram 23h30 quando a mãe percebeu que o menino estava morto.

Segundo a polícia, houve contradição nos depoimentos do casal sobre os hematomas.  Havia fraturas no crânio, tórax, clavícula, no nariz, mandíbula. Ambos contaram que não se lembravam de como o bebê havia se ferido, mas depois voltaram atrás dizendo que ele tinha caído da escada dois dias antes. 

O caso está sendo investigado pelo Departamento de Polícia de Praia Grande. O padrasto foi detido por homicídio triplamente qualificado e a mãe está respondendo por falso testemunho, com valor de fiança em 10 salários mínimos.

Enquanto dormia nas areias de Praia Grande, um homem foi atropelado por um trator e ficou gravemente ferido. O caso da noite desse domingo (5) é o segundo atropelamento envolvendo o veículo pesado em menos de uma semana, no Litoral de São Paulo. No último dia 31, a idosa Diva Leão faleceu após ter o corpo esmagado

Segundo testemunhas, o homem dormia em meio ao lixo quando foi atingido pelo veículo de limpeza da Secretaria de Urbanismo (Seurb). O Corpo de Bombeiros e uma equipe do SAMU realizaram os primeiros-socorros, antes dele ser encaminhado ao Hospital Irmã Dulce.

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A informação do boletim de ocorrência é de que a vítima estava deitada em um local inapropriado, em meio aos sacos de lixo de cor preta, acumulados durante o dia, o que dificultou a visibilidade do condutor.

Em nota, a prefeitura destacou que a limpeza do local é feita imprescindivelmente à noite para evitar acidentes e reforçou que medidas de segurança são adotas durante o procedimento.

A administração explicou que o condutor é concursado da prefeitura e possui a habilitação exigida para conduzir o veículo. O caso será acompanhado para que medidas cabíveis sejam tomadas.

Acostumada a pagar as sessões de tatuagem com sexo, uma mulher de 30 anos foi presa acusada de ter roubado e agredido o tatuador de 34 anos. Em sua defesa, a suspeita afirma que estava sendo filmada enquanto se relacionava com o homem e que pegou o telefone celular, cartão de memória e um notebook para destruir as gravações. 

O caso aconteceu em Praia Grande, no litoral de São Paulo. As informações foram divulgadas pela polícia nesta última quinta-feira (31). De acordo com o G1, ao registrar a ocorrência na Polícia Civil, o tatuador disse de início que não conhecia a mulher e que ela teria agendado uma sessão de tatuagem. 

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Ele afirmou que a acusada chegou ao estúdio com uma colega e ambas praticaram o roubo, ameaçando-o com uma faca. Ao longo das investigações, o tatuador voltou atrás assumindo que já conhecia uma das mulheres e que ambos haviam firmado um acordo para que a mulher pagasse as tatuagens com relações sexuais. Os Encontros duraram cerca de três meses.

Rosival Santos Cruz, advogado que representa as duas mulheres, disse ao G1 que no dia 23 de setembro a mulher que mantinha relações com o tatuador foi ao estúdio acompanhada da colega, que também foi indiciada, e da irmã dela. Elas não teriam entrado no estúdio porque já sabiam do acordo entre tatuador e cliente. 

Cruz salienta que, quando o tatuador saiu por alguns instantes, a mulher percebeu que haviam duas câmeras de vídeo conectadas a um notebook. Irritada com os equipamentos, o advogado afirma que a mulher começou a discutir com o tatuador, iniciando uma luta corporal. Em seguida, a suspeita teria levado os equipamentos e destruído para que, segundo ela, as filmagens não fossem postadas na internet.

O tatuador confirmou que havia os equipamentos, mas nega que as imagens eram capturadas para serem compartilhadas. Ele aponta que as câmeras no estúdio eram para sua segurança. Como não apresentaou provas suficientes de que havia sido filmada enquanto transava com o homem, a mulher de 34 anos foi presa pelo crime de roubo - a amiga de 18 anos foi presa acusada de ter participado no crime. 

Um garoto trans, de 19 anos, foi brutalmente agredido por conta de sua condição sexual. O fato aconteceu no bairro Sítio do Campo, em Praia Grande, litoral de São Paulo. A vítima foi abordada por dois homens quando caminhava pela rua. Os suspeitos estavam dentro de um carro, onde o jovem foi colocado e escutou: "vai apanhar igual menino".

Na abordagem, os suspeitos perguntaram as horas, mas o rapaz ignorou. Com a insistência dos suspeitos, a vítima acabou respondendo. Em seguida, os acusados disseram para o jovem entrar no carro. Depois de escutarem a recusa, um dos homens desceu e espancou o trans com socos e chutes. 

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Depois de cair no chão, a vítima foi jogada dentro do carro, onde continuou as agressões. Ao portal G1, a mãe do jovem, que não quis se identificar, relatou que, após a barbárie, o rapaz foi deixado na Travessa Armando Lichti Filho.

A vítima teve ferimentos no rosto, na costela e nas pernas, precisando ser socorrida para o Hospital Irmã Dulce - onde ficou em recuperação. O caso foi registrado na Delegacia de Defesa da Mulher de Praia Grande e segue sob investigação. 

Desaparecido há cerca de uma semana, um homem de 37 anos foi localizado por pescadores em uma região de mata, na noite desse domingo (28), em Praia Grande, Litoral de São Paulo. Ele foi encaminhado para o Hospital Irmã Dulce e, após avaliações, foi liberado em seguida.

Segundo a Guarda Civil Municipal (GCM), populares que passavam próximo ao bairro Portinho ouviram os pedidos de socorros de Ednildo Ferreira da Silva. Após o resgate, ele não soube contar como se perdeu, mas revelou que não se alimentava, nem bebia água por seis dias.

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Na delegacia municipal, foi constatado que havia um boletim de ocorrência na capital paulista, referente ao desaparecimento. As autoridades entraram em contato com a família, que foi responsável por buscá-lo na unidade de saúde, de acordo com o G1.

A Prefeitura de Praia Grande, litoral de São Paulo, lançou um edital referente ao concurso público que vai contratar 12 profissionais para o cargo de técnico desportivo. O com salário é de R$ R$ 3.303,29 e as inscrições têm início nesta segunda-feira (15).

De acordo com o edital, há oportunidades nas modalidades basquetebol, futebol de salão, ginastica artística, ginástica rítmica, judô e voleibol. Os interessados terão até 8 de agosto para realizarem a inscrição que custa R$ 92,00.

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Terão direito a isenção da taxa de inscrição, doadores de sangue, desempregados e hipossuficientes. A gratuidade só será concluída após a apresentação da documentação necessária, segundo consta no edital. A entrega dos documentos deve ser feita pessoalmente no Secretaria de Administração – Setor de Concursos Públicos do Município da Estância Balneária de Praia Grande (1º andar do Paço Municipal no Paço Municipal).

Aplicação de provas

O certame terá a aplicação da prova escrita objetiva de caráter eliminatório e classificatório, conteúdos de língua portuguesa e conhecimentos específicos. O principal criério para aproção no concurso, é que o candidato obtenha nota igual ou superior a 15 pontos. O exame está previsto para ser realizado no dia 25 de agosto.

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A Corregedoria da Polícia Militar recomendou a expulsão de dois policiais acusados de terem estuprado uma jovem de 19 anos, dentro de uma viatura da corporação, em 12 de junho deste ano, em Praia Grande, litoral paulista. A apuração interna encerrada em menos de um mês apontou indícios de que os policiais agiram de forma criminosa e devem ser excluídos da corporação. Os dois estão presos e também são investigados na esfera criminal.

De acordo com o ouvidor da PM, Benedito Domingos Mariano, que acompanhou a apuração, a decisão administrativa foi pela expulsão dos policiais, mas a análise final cabe ao comando da corporação.

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O ouvidor elogiou a rapidez com que a corregedoria da PM investigou a denúncia. "Tudo foi feito com o máximo rigor, saindo a conclusão menos de um mês após uma denúncia muito grave. Agora, vamos aguardar a decisão do comando da PM."

Segundo a denúncia da jovem, que teve a identidade preservada, ela viajou para a casa de uma amiga na região de Campinas e, na viagem de volta à casa onde mora com os pais, em São Vicente, acabou dormindo no ônibus. Quando despertou, viu que o coletivo já havia passado a cidade onde ela deveria desembarcar, e já estava em Praia Grande, cidade vizinha. A jovem foi orientada pelo motorista a atravessar a rua e pedir informações para chegar ao terminal de ônibus da cidade.

Ao ver a viatura da PM, a jovem se aproximou para pedir informações aos policiais e eles se ofereceram para levá-la. Um dos policiais, no entanto, sentou-se ao lado dela no banco de trás e, com a viatura em movimento, estuprou a jovem. Após ser deixada ao lado do terminal, ela tomou o ônibus e foi até a casa de uma amiga para pedir ajuda. Os familiares da amiga a convenceram a fazer a denúncia. Uma policial civil foi até a jovem, tomou seu depoimento e a encaminhou para o exame, que apontou indícios de estupro, como lesões nas partes íntimas.

Os policiais Anderson Silva da Conceição e Danilo de Freitas Silva negaram o estupro, alegando que apenas deram carona para preservar a integridade da jovem, já que estava sozinha à noite em local ermo. Os dois disseram que permaneceram no banco da frente da viatura, mas imagens de uma câmera de monitoramento apontaram que um deles sentou com a jovem no banco de trás. Um celular que a garota havia perdido também foi encontrado na viatura. A Justiça decretou a prisão preventiva de ambos.

A advogada Flávia Artilheiro, que defende os policiais, disse que a recomendação da corregedoria da PM ainda será analisada durante o processo administrativo. "A corregedoria apenas entendeu que é pertinente o processo, mas eles ainda terão a oportunidade de se defender no curso do processo legal." Segundo ela, os dois

Uma mulher denuncia ter sido estuprada dentro de viatura da Polícia Militar (PM) em Praia Grande, litoral de São Paulo. A Polícia Civil investiga o caso e a Secretaria de Segurança Pública (SSP) afirmou ter afastado os militares. As informações são do G1.

De acordo com a vítima, dois policiais militares estavam parados com a viatura em frente a um shopping de Praia Grande. Ela pediu ajuda à dupla para encontrar um ponto de ônibus próximo ao local, momento em que eles teriam oferecido carona até um terminal rodoviário.

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Conforme o relato, um PM começou a puxar o cabelo da vítima para que ela o beijasse. Ele teria aberto as calças e forçado a mulher a fazer sexo oral. Em seguida, ele teria feito conjunção carnal à força, sem camisinha. "Eu falava que não queria e ele continuava. Senti muito medo e fiquei sem reação", a mulher contou ao G1. "Dele, não sinto ódio e sim nojo pelo que fez comigo. Ainda não consigo comer direito, mas estou tentando pensar em outras coisas e seguir em frente", ela também afirmou.

A Delegacia da Defesa da Mulher (DDM) de Praia Grande acompanha o caso. A Corregedoria da Polícia Militar instaurou um inquérito. Laudos periciais foram solicitados. O crime teria ocorrido na última quinta-feira (13). A informação do afastamento dos policiais foi confirmada na terça-feira (18).

O padre católico Joseph Thomas foi assaltado durante a celebração de uma missa, na terça-feira, 4, na Paróquia Nossa Senhora das Graças, em Praia Grande, litoral do Estado de São Paulo.

Armados, os criminosos obrigaram o sacerdote a se deitar na sacristia, amarraram suas pernas e roubaram, além de joias, cerca de R$ 6 mil reais e US$ 4 mil - um prejuízo superior a R$ 20 mil. O dinheiro estrangeiro era destinado a uma viagem que o padre fará em outubro deste ano para a Índia, sua terra natal. O restante destinava-se à compra de materiais para a festa junina da igreja. Uma funcionária também foi feita refém e amarrada.

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Conforme o padre, ele celebrava a missa das 8 horas, quando ouviu um barulho vindo da casa paroquial. "Eles estouraram a porta corta-fogo, encostaram uma arma na cabeça dela (funcionária), mandaram que se deitasse e a amarram. Eles queriam dinheiro e começaram a revirar tudo." O padre disse que desconfiou do assalto, mas continuou a missa. "Tinha uma mulher no público falando ao celular. Depois soube que ela era cúmplice dos assaltantes e estava me vigiando. Quando dei a bênção final e fui para a sacristia, um assaltante me rendeu. Ele tentei enfrentar, mas ele mostrou a arma e disse, 'deita, senão mato você, padre'."

Além do dinheiro, os bandidos levaram um relógio, um anel e uma corrente de ouro. Antes de sair da casa paroquial, os bandidos trocaram de roupa e depois fugiram em um carro que os aguardava em frente à igreja. O padre se soltou e desamarrou a funcionária. As câmeras de monitoramento registraram a movimentação dos suspeitos.

A Polícia Militar esteve na igreja e fez buscas na região, mas não localizou os assaltantes. A Polícia Civil abriu inquérito para apurar o roubo e vai usar as imagens das câmeras na tentativa de identificar os criminosos. O padre informou que a segurança será aumentada. "Seremos obrigados a pedir documentos para os fiéis que não são frequentadores habituais da igreja. Também estamos vendo como aumentar o número de câmeras. Sou pároco há 25 anos e nunca tinha acontecido algo assim comigo", disse.

Outros roubos

No último dia 23, ladrões arrombaram portas e janelas e roubaram dois ostensórios dourados e R$ 200 que havia no cofre da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, em Presidente Prudente, interior paulista. Conforme o padre Rodrigo Gomes, o prejuízo foi de R$ 15 mil. Em março deste ano, um homem roubou o sacrário contendo hóstias consagradas da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Américo Brasiliense, também no interior. O suspeito foi localizado e preso, mas a peça sacra foi danificada.

Em outubro do ano passado, criminosos fizeram um "arrastão" para furtar igrejas em quatro cidades do Vale do Ribeira, região sul do Estado. Os ataques aconteceram em paróquias de Eldorado, Sete Barras, Pariquera-Açu e Registro. No total, foram roubados mais de R$ 30 mil. Em maio de 2018, um padre foi rendido por dois assaltantes na casa paroquial, no bairro Jardim Leonor, em Campinas. O religioso foi amarrado e trancado em um banheiro. Os criminosos, que usavam uma réplica de fuzil, levaram R$ 300 e o celular do padre, mas acabaram presos durante a fuga.

Uma mulher de 20 anos foi detida em flagrante tentando entrar com cocaína e maconha escondidas na manta do próprio filho de apenas um ano de vida. A suspeita estava indo visitar o marido que está preso no Centro de Detenção Provisória ASP Charles Demitre Teixeira, em Praia Grande, Litoral de São Paulo.

Ao todo, foram apreendidos aproximadamente 11 gramas de cocaína e 3 gramas de maconha. No mesmo dia, também tentando entrar numa outra prisão com droga, uma mulher, de 53 anos, foi surpreendida com porções de maconha escondidas entre os cigarros comuns.

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A Secretaria de Segurança Penitenciária (SAP) confirmou à TV Tribuna que a mulher visitava o companheiro no Centro de Detenção Provisória Luiz César Lacerda, que fica na cidade de São Vicente, também em São Paulo.

As duas suspeitas detidas foram encaminhadas para as delegacias de polícia dos respectivos municípios e agora estão impedidas de entrar em qualquer unidade prisional do estado. Um Procedimento Disciplinar Apuratório foi instaurado para apurar a conduta maridos presos.  

Após passar 6 meses preso em Praia Grande, São Paulo, por conta de uma possível participação em um assalto, o marceneiro Nelson Neves Souza Junior, de 29 anos, foi inocentado pela Justiça ao provar que estava trabalhando. Ele era suspeito de roubar R$ 50 de um homem, numa agência bancária.

O fato aconteceu em 2014 e não houve flagrante. Na época, a vítima disse que dois suspeitos tinham roubado dele R$ 1.400, além de um cartão da pessoa. 

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Nelson foi denunciado e a Justiça determinou a prisão preventiva dele. O mandado foi cumprido e o marceneiro, também vítima nessa história, foi preso às vésperas do Natal de 2017. Ele foi encaminhado a Cadeia Pública e depois levado ao Centro de Detenção Provisória (CDP), localizado na mesma cidade onde mora.

Em depoimento ao juiz, o homem roubado se contradisse. Ao G1, o advogado do marceneiro, Erico Lafranchi, confirmou que "primeiro, ela (a vítima) afirmou que tinha sido roubada em mais de R$ 1 mil, mas depois afirmou que R$ 50 tinham sido levados. E depois afirmou que o cartão de crédito não foi levado".

A contradição nos depoimentos e a falta de provas sustentaram a absolvição do marceneiro. "Não há prova segura de autoria de roubo por parte do réu", escreveu o juiz Eduardo Ruivo Nicolau.

Também em depoimento ao G1, Nelson Neves diz que perdeu o nascimento do seu filho mais novo e sofreu muito enquanto dividia a cela da prisão com outros suspeitos. "Meu filho mais velho, de 6 anos, chegou a acreditar que o pai dele era criminoso. Hoje sinto revolta, decepção e tristeza", desabafou.

O advogado de defesa do Nelson vai entrar com processo contra o Estado. Além de ser afastado dos seus filhos e perder vários momentos de suas vidas, o marceneiro ficou sem emprego.

 Flagrado se masturbando dentro de um ônibus em Praia Grande, Litoral de São Paulo, um homem de 30 anos, que não teve o seu nome revelado, acabou sendo espancado por um grupo de mulheres.

Segundo informações do G1, o motorista parou o veículo e as vítimas seguraram o suspeito até a chegada da polícia, que o encaminhou até a delegacia, onde assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e foi liberado.

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Ainda conforme informações relatadas à polícia, uma das passageiras estava sendo olhada de maneira fixa pelo homem, que baixou a calça e se levantou para sentar ao lado dela. Diante de iminente abuso, a vítima começou a gritar pedindo ajuda às outras pessoas que estavam no ônibus.

As mulheres se juntaram e começaram a agredir o homem, que disse ser "doente" e estava tomando remédios controlados.

Com a chegada dos agentes, o acusado foi detido e levado, inicialmente, para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Samambaia, por conta dos ferimentos. Medicado, ele foi encaminhado à delegacia por ato obsceno, onde foi liberado para responder em liberdade após assinatura do TCO. A polícia segue investigando o caso. 

Após ação requisitada pela Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos (Atea), a Justiça determinou que a Prefeitura de Praia Grande, São Paulo, retire as inscrições bíblicas existentes em um monumento erguido durante a reforma da Praça da Bíblia. O equipamento foi um dos alvos da reurbanização da Avenida Presidente Kennedy, no mesmo município, que custou aos cofres públicos R$ 53,5 milhões.  

A TV Tribuna noticiou que na inauguração do espaço, que ocorreu em 2012, o prefeito Roberto Francisco dos Santos, na época, afirmou que a reforma e o local seriam para agregar fiéis. Dois anos mais tarde, a Atea impetrou a ação civil pública para que fossem retirados os dizeres religiosos do monumento, alegando que a Constituição Federal veta o Estado de estabelecer cultos ou ações religiosas (artigo 19, inciso I).  

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Em primeira instância, o juiz da Vara da Fazenda Pública, Enoque Cartaxo de Souza, arquivou o processo. Mas após apelação da Atea, a ação foi enviada para instância superior que, após entendimento dos desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), decidiram pela condenação da prefeitura. Sendo assim, o município terá de retirar as inscrições bíblicas; mas antes disso, a Prefeitura de Praia Grande informou ao G1 que irá recorrer da decisão. 

Um motorista de aplicativos foi preso após forjar o próprio sequestro na tentativa de se livrar de uma dívida de R$ 2 mil que adquiriu com a dona de um bar, na região de Praia Grande, Litoral de São Paulo. O rapaz, de 36 anos, que não teve o nome divulgado, foi encontrado pela polícia amarrado em meio a um matagal. 

A Polícia Militar, após receber uma denúncia, mobilizou uma equipe para procurar pelo corpo do homem. Chegando na mata, os agentes se depararam com o rapaz deitado, desacordado e amarrado na vegetação. Aparentemente debilitado, o motorista despertou minutos depois dizendo que havia sido vítima de um sequestro relâmpago enquanto trabalhava. Segundo apurações da TV Tribuna de São Paulo, o homem disse à polícia que duas pessoas simularam ser passageiros, anunciaram o roubo do veículo, o colocaram num porta malas e o jogaram num lugar incerto. 

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Buscando por imagens para desvendar a situação, os militares foram informados pelo próprio "sequestrado" que o carro tinha monitoramento via satélite. Conseguindo acesso ao sistema, os policiais encontraram o veículo na Rua São Jorge, justamente na casa da comerciante a quem o indivíduo entregou o carro na noite anterior para quitar o empréstimo de R$ 2 mil. O homem confessou a farsa e foi autuado na Polícia Civil por falsa comunicação de crime. Ele foi liberado após assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).  

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-> Homem é preso após simular o próprio sequestro 

A menina de 11 anos que afirmou ter sido violentada por ao menos 14 indivíduos durante um baile funk em Praia Grande, no litoral sul de São Paulo, inventou a história. A informação foi confirmada na noite desta segunda-feira (23) pelo delegado titular da cidade, Carlos Henrique Fogolin de Souza. De acordo com o delegado, o laudo do exame feito na menina pelo Instituto Médico-Legal (IML) constatou ausência de lesões compatíveis com uma agressão de tamanha intensidade. O procedimento verificou, inclusive, que a menina sequer manteve relação sexual recentemente.

Outra informação que derrubou a denúncia de estupro foi a de que nenhum baile funk foi organizado na cidade na data da suposta ocorrência, a quarta-feira (18). Agora, a mulher chamada de "tia por consideração" pela menina se tornou alvo de investigações porque mentiu em depoimento oficial à polícia. A mulher relatou que a garota havia sofrido o abuso sexual dentro do baile funk, mas não lembrava de quase nada porque havia ingerido muita bebida alcoólica, e não poderia voltar para casa porque fora expulsa pela mãe. Um boletim de ocorrência sobre o caso foi registrado na Delegacia Sede da cidade no domingo (22) e as investigações eram conduzidas pela Delegacia da Mulher, com acompanhamento da Promotoria da Infância e Juventude.

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A criança foi retirada da guarda da mãe e ficou sob responsabilidade do Serviço de Acolhimento de Crianças e Adolescentes do município porque os promotores queriam avaliar o grau de vulnerabilidade dela. A mãe da menina afirmou que jamais expulsou a filha de casa. Ela está aposentada por invalidez, tem vários problemas de saúde, é submetida a constantes sessões de hemodiálise e estava internada em um hospital da cidade. Dois irmãos da vítima, filhos da mesma mãe, vivem em outra residência.

No domingo, segundo a Prefeitura de Praia Grande, a menina recebeu atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Quietude, onde os médicos constataram hemorragia e confirmaram que a paciente havia tido relações sexuais recentes, mas a Polícia Civil afirma que a garota estava menstruada, condição confirmada pelo IML.

Uma menina de apenas 11 anos foi estuprada por 14 homens na cidade de Praia Grande, localizada no litoral de São Paulo. De acordo com informações da Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP), a Polícia Civil já está investigando o caso.

A ocorrência foi registrada neste domingo, 22, como estupro de vulnerável na delegacia da Praia Grande. A Secretaria da Segurança Pública informou que a vítima vai passar por exames do Instituto Médico Legal (IML) e que a menina foi ouvida pela autoridade policial, com apoio de membros do Conselho Tutelar.

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Após jogar gasolina na filha e tentar enforcar os filhos, o pedreiro João Francisco de Pinho, de 49 anos, foi morto a pauladas na noite do último sábado (5), em Praia Grande, no litoral sul de São Paulo. A autora do crime foi a filha do pedreiro, Tamires Menezes de Pinho, e 23 anos. Ela responderá em liberdade.

De acordo com informações da polícia, Pinho foi à casa da filha, na manhã de sábado, para buscar o caçula, de três anos. No dia anterior, a mulher do pedreiro havia registrado boletim de ocorrência contra ele por agressão.

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Impedido de levar o menino, o pedreiro jogou gasolina na filha e fugiu quando a Policia Militar foi acionada, mas voltou por volta de 19h15 armado com um facão e partiu para cima da jovem.

Contido por outros filhos que estavam na residência, Pinho tentou enforcar um deles, Fabrício Menezes de Pinho, 22. Neste momento, Tamires pegou um pedaço de madeira e desferiu golpes na cabeça do pai. A própria jovem chamou a polícia e se entregou sem resistência.

Funcionária pública concursada de Praia Grande, a jovem trabalha para a Secretaria de Serviços Urbanos, é mãe de três filhos e tem residência fixa. O advogado Thiago Rodrigues, que defende Tamires, sustenta que a moça agiu em legítima defesa.

Uma adolescente de 16 anos morreu nesta quarta-feira, 26, em Praia Grande, no litoral sul de São Paulo, após receber uma descarga elétrica ao encostar na grade da janela do próprio quarto.

Segundo a Polícia Civil, o choque foi provocado por um fio desencapado que passava pela estrutura de ferro e estava ligado em uma máquina de lavar roupas na área externa da residência. O caso foi registrado na Delegacia Sede da cidade como morte violenta. "Foi uma fatalidade", declarou o delegado Alexandre Comin.

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A vítima morava com a família em uma casa na Rua Nove, no bairro Antártida. Após receber o choque, a garota ficou presa à grade de ferro por um período de três a quatro minutos. Um tio da menina conseguiu desligar o fio da tomada. A adolescente sofreu uma parada cardiorrespiratória e foi levada por parentes ao Hospital Irmã Dulce, mas morreu enquanto recebia atendimento.

Segundo a família, o chão do quarto estava molhado e a jovem não usava calçados no momento do acidente, o que fortaleceu a intensidade da descarga elétrica.

O corpo foi examinado no Instituto Médico Legal (IML) de Santos e liberado. Não há informações sobre velório e sepultamento.

A mãe de um suspeito de tentar assaltar a carga de um caminhão foi à delegaci registrar um boletim de ocorrência contra a vítima que reagiu e agrediu o filho durante o assalto. O caso aconteceu em Praia Grande, no litoral de São Paulo, na noite da quinta-feira (6).

Os jovens Erick Thadeu Pariz de Oliveira, de 23 anos, e Gregory Perciliano de Jesus, de 20, foram presos em flagrante ao tentar roubar a carga de um veículo. O crime ocorreu na Rua Gastão de Souza Oliveira, no bairro Quietude, enquanto o caminhão era descarregado. Revoltados com a situação, as vítimas revidaram a investida e espancaram os assaltantes.

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De acordo com a Polícia Civil, houve luta corporal até que os dois suspeitos fossem imobilizados e desarmados. A Polícia Militar foi acionada e uma equipe conseguiu prender os dois rapazes em flagrante no local. A arma que eles utilizavam era falsa e foi apreendida.

Na delegacia, a mãe de Gregory Perciliano quis registrar um boletim de ocorrência em favor do filho, por conta da agressão que ele sofreu. O delegado se recusou. À frente do caso, Alexandre Comin explicou que a mãe de Gregory queria registrar um B.O. de lesão corporal contra as pessoas que agrediram seu filho. 

O delegado informou que não poderia registrar o caso porque as vítimas tinham agido em legítima defesa com respaldo da lei. O caso foi registrado na Delegacia Sede da cidade e segue em investigação. A dupla presa foi encaminhada a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para realizar curativos nos ferimentos, e depois levada para a Cadeia Pública. 

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