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Seja sincero, você realmente cria senhas diferentes cada vez que precisa fazer uma nova conta em algum site ou se cadastrar em algum serviço? Se a resposta for negativa, saiba que você não está sozinho. De acordo com a PSafe, desenvolvedora dos aplicativos dfndr security, 5 em cada 10 brasileiros utilizam a mesma senha em diferentes contas ou serviços na internet. 

O número  representa cerca de 67,6 milhões de pessoas em todo país. E não é só isso. Segundo a pesquisa, 23,4% dos entrevistados declararam que já compartilharam suas senhas com terceiros e pouco mais da metade deles afirma não ter o hábito de trocar suas senhas. 

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Para se ter uma ideia de como a criatividade não é o forte da maioria dos usuários da internet, em 2018, pelo segundo ano consecutivo, um levantamento das senhas mais utilizadas no mundo revelou que a preferida da população era “123456”. Os seis números permanecem no pódio em 2019,  segundo dados do Centro Nacional de Segurança Cibernética (NCSC), órgão governamental do Reino Unido, a segunda é “password” ou - em português - senha.

Para Emilio Simoni, diretor do dfndr lab - laboratório especializado em segurança digital - utilizar uma senha fraca ou repetida em diferentes serviços online, aumenta as chances de um hacker ter acesso às informações do usuário. “Ao invadir uma conta, a primeira ação do atacante é tentar acessar outros serviços na internet com a mesma senha e, depois, alterá-la para que o usuário não tenha mais acesso a sua conta. Em alguns casos, o hacker pode utilizar informações da vítima e de seus contatos para enviar phishings personalizados por e-mail, induzindo que ela clique e informe dados sigilosos, como senhas bancárias”, afirma o diretor.

Ainda de acordo com a pesquisa da companhia 16,3% dos usuários já usaram suas senhas bancárias ou de cartão de crédito em contas online. Dado preocupante, visto que, com o passar dos anos e com o aumento da tecnologia, os crimes de roubo de dados estão em ascensão. Confira as dicas para criar uma senha forte (via PSafe):

1 - Dê preferência para senhas longas de, no mínimo, 8 caracteres;

2 - Misture letras minúsculas e maiúsculas, número e símbolos;

3 - Evite senhas de fácil dedução, como data de aniversário, telefone ou nome de parentes;

4 - Utilize uma senha diferente para cada conta ou serviço online, como e-mail e redes sociais;

5 - Realize a troca de suas senhas a cada três ou quatro meses e jamais informe seu código para terceiros.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou um vídeo para ajudar os estudantes que farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 a recuperar a senha e a cadastrar um novo e-mail, se for necessário, para terem acesso à Página do Participante. As provas serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro. Cerca de 5,1 milhões de estudantes estão inscritos no Enem 2019.

Todos os inscritos precisarão dessas informações para acessar, por exemplo, o local onde farão as provas, que será divulgado amanhã (16), e o resultado do exame.

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Para recuperar a senha criada na hora da inscrição, basta acessar a Página do Participante e seguir as instruções que aparecerão na tela, de selecionar figuras e informar o CPF (Cadastro de Pessoa Física). Logo em seguida, quem não tiver a senha em mãos deverá clicar na opção Esqueci Minha Senha, que aparecerá no canto inferior direito.

Senha

O candidato poderá selecionar a opção de enviar a senha para o e-mail cadastrado também na hora da inscrição ou de fornecer um novo e-mail. Caso faça a segunda opção, deverá informar uma série de dados solicitados. Se algum dado fornecido estiver incorreto e o participante não conseguir prosseguir, basta reiniciar o processo.

Para entrar em contato com o Ministério da Educação (MEC), é possível usar o autoatendimento ou entrar em contato pelo  0800-616161.

O Enem 2019 será realizado em 1.727 municípios brasileiros. Quem já concluiu o ensino médio ou vai concluir este ano pode usar as notas do Enem para se inscrever no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas de ensino superior.

Os estudantes podem, ainda, concorrer a bolsas de estudo pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e a financiamentos pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

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Fátima Bernardes falou um pouco do seu relacionamento com o político Túlio Gadêlha durante o Encontro dessa terça-feira, dia 23. Depois de uma reportagem que dizia que metade da população brasileira tem o costume de olhar o celular do parceiro, a apresentadora foi questionada se ela e Túlio tem esse hábito, ao que respondeu:

- Eu tenho a dele e ele tem a minha. Qual é o problema? É tranquilo.

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Quem também falou sobre o assunto foi Sérgio Malheiros, que namora com Sophia Abrahão. Ele disse:

- A Sophia e eu temos a senha um do outro, mas é uma coisa combinada. Pra mim não tem problema, se não tem nada a esconder, se você tem a consciência tranquila, está tudo bem.

E aí, concorda?

O Google introduziu uma novidade no navegador Google Chrome que verificará de forma automática se a sua senha foi exposta em uma violação de dados. A novidade se trata da extensão chamada "Password Checkup" e usa dados de mais de 4 bilhões de credenciais disponíveis na internet para garantir a segurança dos usuários.

Quando o usuário tenta efetuar login em um site ou aplicativo por meio do navegador Google Chrome, a extensão verifica a senha em um banco de dados interno do Google que contém bilhões de credenciais de login já comprometidas. Se a senha foi comprometida, o usuário será alertado e solicitado a criar uma nova.

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"Se detectarmos que um nome de usuário e senha em um site que você usa é uma das mais de 4 bilhões de credenciais que sabemos que foram comprometidas, a extensão acionará um aviso automático e sugerirá que você altere sua senha", escreveu o pesquisador Kurt Thomas e o gerente de produtos Adam Dawes no anúncio.

Apesar dos lembretes frequentes para não reutilizar a mesma senha em vários sites, o problema ainda é predominante. Uma pesquisa encomendada pelo Google entrevistou 3.000 adultos nos EUA para entender o que eles acham da segurança online e o que eles realmente fazem sobre isso. 

Enquanto 69% das pessoas na pesquisa pensavam que faziam um bom trabalho protegendo suas contas online, seus comportamentos reais sugeriram o contrário.  No total, 65% dos entrevistados afirmou que reutiliza a mesma senha em vários sites.

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Uma mulher da Indonésia incendiou o seu marido após ele se recusar a passar a senha do seu celular. Dedi Purnama, de 26 anos, morreu dois dias depois do incidente. As informações são do jornal Daily Mail.

Purnama estaria fazendo uma obra no telhado de sua casa quando a esposa Ilham Cahyani, 25, solicitou a senha do celular. O pedido, entretanto, terminou em discussão, com Purnama agredido a companheira e ela queimando ele vivo com gasolina.

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Uma testemunha contou para a imprensa local que ajudou a conter as chamas no corpo do indonésio. Purnama foi levado a um hospital, onde ficou em tratamento por dois dias até falecer.

Cahyani continua detida desde o ocorrido. A polícia segue investigando o caso.

 

O Instagram notificou alguns usuários sobre uma falha de segurança que pode ter exposto suas senhas. Ironicamente, a falha de segurança foi causada por uma ferramenta introduzida pelo Instagram em abril deste ano que permite aos usuários saber quantos dados pessoal o site havia coletado. As informações são do site The Information.

Chamada de "Download Your Data", a ferramenta foi introduzida para ficar de acordo com as novas regulações europeias sobre privacidade de dados e satisfazer os usuários preocupados com a sua segurança nas redes. Segundo o site, algumas pessoas que utilizaram o recurso tinham suas senhas incluídas na URL de seu navegador web e os dados eram armazenados nos servidores do Facebook, proprietária do Instagram.

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Em comunicado, o Facebook garantiu que o problema atingiu um pequeno número de pessoas e que todas já foram notificadas a respeito do ocorrido. O Facebook também disse que os dados foram apagados e a brecha de segurança reparada. Quem não recebeu contato sobre o tema não teve a senha exposta.

Nos dias 4 e 11 de novembro serão realizadas as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os estudantes que irão fazer as avaliações puderam ter acesso aos locais de prova, por meio do Cartão de Confirmação de Inscrição a partir da segunda-feira (22). Para isso, eles acessaram a Página do Participante. Entretanto, segundo o mais recente balanço da autarquia responsável pela organização do Enem, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), cerca de dois milhões de inscritos ainda não consultaram o onde farão as avaliações dez dias antes da prova.

Para ter acesso ao documento, basta entrar na página virtual do participante, na internet, preencher o CPF do candidato e indicar a senha previamente cadastrada durante a inscrição no exame. Além disso, os alunos também podem baixar o aplicativo do Enem 2018 nas plataformas da Google Play e da App Store. Mas, para aqueles alunos que esqueceram a palavra-passe, o LeiaJa.com montou um passo a passo de como recuperá-la. Confira abaixo:

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Recuperar senha por meio do e-mail cadastrado

Esta opção vale para os alunos que têm acesso ao e-mail cadastrado no site e pretendem fazer a recuperação da palavra-passe por meio dele. Nessa função, o sistema irá mandar uma nova senha para o e-mail do participante.

1 - Acesse a Página do Participante

2 - Informe seu CPF e clique na opção “Esqueci minha senha”

3 - Confira se o e-mail indicado está correto, responda ao desafio e clique em “Enviar nova senha por e-mail”

4 - Acesse seu e-mail e lá estará uma nova área de cadastro da senha.

Recuperar senha sem o e-mail cadastrado e por meio do celular

Caso o aluno também não tenha acesso ao e-mail cadastrado no site do participante, o processo será um pouco mais complexo. O estudante, neste caso, irá fazer a recuperação da palavra-passe por meio do número de celular cadastrado.

1 - Acesse a Página do Participante

2 - Informe seu CPF e clique na opção “Esqueci minha senha”

3 - Confira se o e-mail indicado está correto. Se não estiver ou você não tiver acesso ao e-mail cadastrado, responda ao desafio e clique em “Não tenho acesso a este e-mail”

4 - Confira se seu número de celular está correto, responda ao desafio e clique em "Enviar nova senha por SMS".

Recuperar a senha sem e-mail e número cadastrados

Já quem não tem acesso nem ao e-mail nem ao número de telefone cadastrados no site do participante, é preciso realizar a alteração de dados.

1 - Acesse a Página do Participante

2 - Informe seu CPF, responda ao desafio e clique na opção “Esqueci minha senha”

3 - Ao confirmar não possuir acesso aos e-mail e número de celular cadastrados, clique em “Não tenho acesso a este e-mail” e, em seguida, em “Não tenho acesso a este telefone celular”

4 - Altere seus dados de contato, preencha os campos solicitados, responda ao desafio e clique em "Salvar novos dados de contato e enviar nova senha"

5 - “Dados confirmados com sucesso” será a mensagem exibida. Além disso, uma notificação será enviada para o e-mail cadastrado na inscrição informando que foi feita uma alteração. Uma nova senha será enviada para o novo e-mail cadastrado.

Caso o aluno não consiga por nenhum desses meios, ele pode entrar em contato com o Inep por meio de um telefonema gratuito. O número é 0800-616161

Uma nova lei do estado da Califórnia, nos EUA, vai proibir que empresas que fabricam dispositivos de internet de definir uma senha padrão fraca para este aparelho a partir de 2020. As regras estabelecem padrões de segurança mais altos para produtos como roteadores ou modens fabricados ou vendidos na região. As informações são da BBC.

Neste momento, muitos roteadores vêm com a senha padrão, que os usuários devem mudar para um código mais complexo depois de configurá-los em sua casa. O problema é que isso raramente acontece, o que significa que hackers acessam facilmente seus dispositivos em rede.

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A nova lei, porém, exigirá que os fabricantes definam senhas de administrador complexas e exclusivas em seus dispositivos ou que tenham um procedimento de inicialização que exija que o usuário crie uma combinação secreta forte ao configurar o aparelho pela primeira vez.

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Diante das dúvidas de estudantes que estavam tendo problemas para acessar a área do participante do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e se deparam com uma mensagem sobre “Dados Inválidos”, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) afirmou que o problema ocorre somente quando ocorre erro na digitação da senha.

De acordo com o instituto, os estudantes que estiverem tendo esse tipo de problema devem clicar no botão “Esqueci minha senha” para que possa recuperar os seus dados de acesso à página do participante. Confira um passo a passo de como proceder se você:

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Esquecer a senha

1º - Acesse Página do Participante.

2º - Informe seu CPF, responda ao desafio e clique em "Esqueci minha senha"

3º - Na tela seguinte, confira se o e-mail está certo, responda ao desafio e clique em "Enviar nova senha por e-mail".

Esquecer a senha e não tiver acesso ao e-mail cadastrado

1º - Acesse Página do Participante.

2º - Informe seu CPF, responda ao desafio e clique em "Esqueci minha senha".

3º - Na tela seguinte, confira se o e-mail está certo.

4º - Se você não se lembra ou não tem acesso ao e-mail apresentado, responda ao desafio e clique em "Não tenho acesso a este e-mail".

5º - Na tela seguinte, confira se o número do celular está certo.

6º - Responda ao desafio e clique em "Enviar nova senha por SMS".

Esquecer a senha e não tiver acesso ao e-mail e ao celular cadastrado

1º - Acesse Página do Participante.

2º - Informe seu CPF, responda ao desafio e clique em “Esqueci minha senha”.

3º - Na tela seguinte, confira se o e-mail está certo.

4º - Se você não tem acesso ao e-mail apresentado, responda ao desafio e clique em “Não tenho acesso a este e-mail”.

5º - Na tela seguinte, confira se o número do celular está certo.

6º - Se você não tem acesso ao telefone apresentado, responda ao desafio e clique em "Não tenho acesso a este telefone celular".

7º - Na tela seguinte, altere seus dados de contato. Preencha os campos solicitados, responda ao desafio e clique em "Salvar novos dados de contato e enviar nova senha".

8º - A mensagem “Dados confirmados com sucesso” será exibida. Uma notificação será enviada para o e-mail cadastrado na inscrição informando que foi feita uma alteração. Uma nova senha será enviada para o novo e-mail cadastrado.

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O Twitter aconselhou que seus usuários mudem a senha da plataforma nesta quinta-feira (3), após ter descoberto um bug que armazenava senhas de forma desprotegida.

De acordo com a plataforma, não há nenhuma indicação de que houve uma violação ou de mau uso de qualquer uma das senhas. No entanto, por precaução, o Twitter recomendou que os usuários considerem a alteração das senhas usadas para fazer login na rede social. Eles também devem alterar essa senha se a usarem para outros serviços.

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A empresa diz que mascara ou criptografa as senhas, substituindo-as por um conjunto aleatório de números e letras, mas o bug fazia com que essas senhas fossem gravadas em um log interno antes que ocorresse o mascaramento. O Twitter afirmou que descobriu o bug por contra própria e que já o consertou.

Após a informação, a ação da rede social passou a cair no after hours em Nova York e, às 18h57 (de Brasília), o papel do Twitter cedia 0,65%, a US$ 30,47.

Um garoto de dois anos desativou o iPhone de sua mãe pelo equivalente a 47 anos depois de tentar desbloquear o smartphone repetidamente inserindo a senha errada, de acordo com o jornal South China Morning Post. O caso aconteceu em Xangai, na China.

O incidente aconteceu em janeiro, depois que o telefone foi entregue à criança para que ela pudesse assistir a vídeos educacionais na internet, disse o site de notícias Kankanews.com. Mas o menino fez o aparelho ficar bloqueado por 25 milhões de minutos (ou 47 anos) por tentar várias vezes acessá-lo com uma senha errada.

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A mãe diz que seu filho pressionou as teclas repetidamente quando o aparelho pediu uma senha para ser desbloqueado. Cada vez que um código de desbloqueio errado era inserido, o telefone ficava desativado por um período de tempo.

Um técnico de uma loja da Apple em Xangai foi citado dizendo que a mulher tinha apenas duas opções nesse caso. Ela pode aguardar anos para tentar inserir seu código novamente ou limpar o conteúdo do telefone e depois reinstalar os arquivos.

O técnico, chamado Wei Chunlong, também disse ao site que havia casos de telefones bloqueados pelo equivalente a mais de 80 anos pelo mesmo método.

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Os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foram divulgados na última quinta-feira (18) e podem ser aplicados no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) a partir desta terça-feira (23). Em ambos os casos, é necessário utilizar a senha de acesso para as consultas. Caso o candidato tenha esquecido o código, é possível recuperá-lo através da página do Inep em caminhos distintos.

A primeira opção, que serve para esqueceu apenas a senha, é ir no link da página do participante e, após digitar o CPF, clicar em “Esqueci minha senha”. Em seguida, aparecerá uma tela com o e-mail cadastrado no primeiro acesso; é fundamental conferir se a informação está correta. Caso não lembre o endereço ou não tenha mais acesso a ele, será necessário responder um desafio e clicar na opção “Não tenho mais acesso a este e-mail”. Na tela seguinte, o estudante precisará confirmar o número de celular que aparece na inscrição.

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Caso também não se lembre ou não tenha mais acesso ao telefone apresentado, outro desafio aparecerá para ser respondido, e em seguida, o estudante deve clicar em “Não tenho acesso a este telefone celular”. Depois, deverá ser realizada uma alteração dos dados de contato, e após o preenchimento dos campos solicitados, o participante deve responder a outro desafio e clicar em “Salvar novos dados de contato e enviar uma nova senha”, aguardando a exibição da mensagem “Dados confirmados com sucesso”. Após esse processo, o cadastrado receberá um email com uma nova senha informando que foi realizada uma alteração.

Somente após a recuperação desses dados é que o estudante poderá acessar a lista de cursos, instituições participantes e municípios que oferecem as vagas do Sisu. Para se candidatar, o estudante precisa acessar o mesmo endereço eletrônico, informar o número de inscrição a senha do Enem 2017 e selecionar, por ordem de preferência, até duas opções de cursos.

As inscrições do Sisu seguem até o dia 26 pela página virtual do sistema. Para facilitar o entendimento, a TV MEC divulgou um vídeo com um tutorial para a recuperação da senha:

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Com a divulgação dos resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017 nesta quinta-feira (18), os estudantes vão precisar da senha de acesso para consultar os resultados individuais na Página do Participante. A senha é a mesma para os interessados em consultar as vagas que serão oferecidas pelas universidades na primeira edição de 2018 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), a partir do dia 29 de janeiro.

Quem esqueceu pode fazer a recuperação da senha por meio do site do Enem, na página do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira, (Inep). Lá, os candidatos têm três caminhos para recuperação da senha: para quem esqueceu apenas a senha, para quem esqueceu a senha e o e-mail e ainda para quem esqueceu senha, e-mail e celular.

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Passo a passo

Para iniciar o processo de recuperação de senha o candidato deve acessar o endereço https://enem.inep.gov.br/participante/. Após digitar o CPF, é necessário clicar no link "Esqueci minha senha". Em seguida aparecerá uma tela com o e-mail cadastrado no primeiro acesso. O candidato deve conferir se essa informação está correta, caso não lembre o e-mail ou não tenha mais acesso a essa conta, é preciso responder a um desafio e em seguida clicar na opção "Não tenho acesso a este e-mail". Na tela seguinte, o estudante irá confirmar se o celular cadastrado na inscrição também está correto.

Se também não se lembra ou não tem acesso ao telefone apresentado, deverá fazer o desafio proposto no site e clicar em "Não tenho acesso a este telefone celular". O próximo passo é a alteração dos dados de contato. O candidato terá que preencher os campos solicitados, responder ao desafio e clicar em "Salvar novos dados de contato e enviar nova senha". Com isso, será exibida a mensagem "Dados confirmados com sucesso". Uma notificação será enviada para o e-mail cadastrado na inscrição informando que foi feita uma alteração. Uma nova senha será enviada para o novo e-mail cadastrado.

Somente após a recuperação desses dados é que o estudante poderá acessar a lista de cursos, instituições participantes e municípios que oferecem as vagas do Sisu. Para se candidatar, quando o sistema abrir para inscrições, o estudante precisa acessar o mesmo endereço eletrônico, informar o número de inscrição e a senha do Enem 2017 e selecionar, por ordem de preferência, até duas opções de cursos.

Inscrições

O Sisu é o sistema informatizado do MEC por meio do qual instituições públicas de educação superior oferecem vagas a estudantes com base nas notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As inscrições, feitas exclusivamente pela internet, começam em 29 de janeiro e vão até as 23h59 de 1º de fevereiro de 2018, observando o horário oficial de Brasília.

Do portal do MEC

O WhatsApp, que pertence ao Facebook, é um dos aplicativos mais protegidos por senha pelos usuários do PSafe DFNDR Security, ferramenta de segurança para smartphones. Mais de 30% dos usuários que utilizam a função que permite a inclusão de um código de acesso extra em apps optaram por aumentar a segurança no mensageiro.

Além de prezar pela segurança do WhatsApp, os brasileiros também protegem a galeria de fotos (25%), o Facebook (18%), o Facebook Messenger (9,5%) e o Instagram (8%). O recurso do DFNDR Security, que permite definir uma senha adicional para um aplicativo, é usado por 2 milhões de pessoas, segundo a PSafe.

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A medida evita possíveis transtornos que podem ocorrer devido a exposição de fotos particulares e logins de acesso ou dados bancários do usuário. "Cibersegurança nunca foi um assunto tão discutido como ao longo deste ano. E isso tem feito com que o brasileiro esteja cada vez mais preocupado com a sua segurança e privacidade digital", informa o gerente sênior de produtos DFNDR, Horácio Soares.

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Cerca de 600 mil candidatos podem ter sido afetados por problemas na inscrição do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), de acordo com o Ministério da Educação (MEC). As inscrições foram abertas na segunda-feira (29) para a oferta de vaga em instituições públicas de ensino superior com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2016.

Estudantes relataram nas redes sociais que enfrentaram problemas na hora de inserir os dados no site do Sisu. Eles eram informados de que a inscrição ou a senha estavam erradas.

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O MEC e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) identificaram um problema na sincronização de bases dos dois órgãos. Segundo o MEC, o problema já foi sanado e os candidatos possivelmente afetados estão recebendo informações sobre a troca de senha para acessar o sistema normalmente.

As inscrições começaram na segunda (29) e vão até o dia 1º de junho. Para se inscrever, o candidato precisa ter feito o Enem 2016 e não ter tirado nota zero na redação. Mais de 6,1 milhões fizeram o Enem no ano passado. Ao todo, serão ofertadas 51.913 vagas em 1.462 cursos de 63 instituições públicas de ensino, entre universidades federais e estaduais, institutos federais e instituições estaduais.

O Sisu terá uma única chamada e a divulgação do resultado está prevista para 5 de junho. Também nessa data será aberta a lista de espera, que permanecerá disponível até 19 de junho. As matrículas dos alunos selecionados ocorrerão entre os dias 9 e 13 de junho, e a convocação da lista de espera será feita a partir de 26 de junho.

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Ao se inscrever no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os candidatos precisam criar uma senha de seis a 10 caracteres. A senha deve ser guardada, pois o candidato precisará dela até o ano que vem, seja para conferir o resultado do exame seja para participar de processos seletivos que utilizam as notas das provas, como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e o Programa Universidade para Todos (ProUni).

Neste ano, recuperar a senha ficou mais difícil. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) aumentou a segurança da recuperação para evitar que as senhas caiam nas mãos de outras pessoas que não o candidato. Em fevereiro deste ano, alguns fizeram denúncias de que suas contas foram invadidas e, por consequência, eles tiveram as opções de curso no Sisu trocadas no último momento de inscrição.

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As inscrições para o Enem começaram na segunda-feira (8) e prosseguem até o dia 19, pela internet, no site do exame. As provas serão aplicadas nos dias 5 e 12 de novembro.

Para ajudar os estudantes a escolherem uma senha segura e a tê-la sempre a mão, a Agência Brasil conversou com a consultora de organização e produtividade Gabriela Brasil, especialista em organização digital. Veja algumas dicas:

Na hora de escolher a senha

- Não usar a mesma senha em todos os sites, pois se alguém descobrir a senha única pode ser um passo para invadir outras contas. Para facilitar, experimente utilizar uma palavra padrão em suas senhas e modifique códigos adicionais, formando estruturas fáceis de lembrar, mas difíceis de adivinhar. Por exemplo: suponha que você tenha a facilidade de lembrar do modelo do seu primeiro carro. Faça uma frase e transforme-a em uma senha, como: “Meu primeiro carro foi um Palio 2002: MPCP2002”.

- Fazer um marcador ou pasta em seu email para aquelas correspondências que chegam com os cadastros novos que você já fez. Assim se você se esquecer de alguma senha, fica fácil saber onde recuperar.

- A senha não deve incluir a palavra senha, por exemplo. Evite usar palavras que se relacionem diretamente a você, como a sua profissão. Não use informações pessoais em suas senhas, como números de telefone, aniversários ou nome de seus filhos.

- A senha deve ter pelo menos de oito a dez caracteres. Senhas mais longas são mais difíceis de serem descobertas. A senha deve incluir uma combinação de números, letras (maíusculas e minúsculas) e símbolos. Uma senha forte contém todos esses elementos. Não use números consecutivos em sua senha como 1234.

Como guardar a senha

- No papel: para as pessoas que gostam de armazenar as informações no papel a recomendação principal é não deixar esse papel a vista ou exposto na sua mesa de trabalho. Use um caderninho exclusivo pra isso e guarde junto com documentos de identificação como identidade, passaporte e carteira de trabalho. Pode ser inclusive em uma caixa que contenha chave, para dificultar o acesso de terceiros. O risco de se guardar as senhas no papel é justamente não saber onde se arquivou este papel, que se for perdido, causará uma série de transtornos.

- No computador: os gerenciadores de senhas digitais permitem que você guarde todas as suas senhas em um local seguro, salvando suas senhas em uma base de dados criptografados na nuvem e permitindo o acesso pelo smartphone. Como os candidatos se comunicam bem com a linguagem digital, essa é uma alternativa viável que pode facilitar a organização e evitar muita dor de cabeça.

Para garantir a segurança do local onde estão guardadas as senhas é importante não acessar os gerenciadores de tarefas em aplicativos de terceiros, mantendo o acesso a conta apenas da própria máquina. Outra recomendação é usar a autenticação em dois fatores para aplicativos no celular, que permite incluir uma nova senha no aplicativo onde a senha está armazenada. Dessa forma, uma pessoa que tem acesso ao celular, precisará de outra senha para acessar as informações.

Algumas opções para começar a organizar as senhas digitalmente são Last Pass, 1 Password, Dash Lane e Enpass. É possível fazer isso também em um aplicativo de armazenamento de notas, como o Evernote ou o Google Docs. 

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Um grupo secreto que publicou uma série de ferramentas para "hackear", supostamente usadas por espiões norte americanos, divulgou hoje uma senha que afirma poder liberar arquivos relacionados.

Em uma publicação na plataforma Medium, o grupo "Shadow Brokers" revelou a senha para arquivos relacionados ao kit de ferramentas que seria da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos. Alguns especialistas de segurança tuitaram que a senha funciona.

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Em outubro, o grupo vazou informações que especialistas dizem poder identificar computadores usados para disfarçar a escuta eletrônica dos EUA.

A publicação do grupo também incluiu um discurso contra o presidente Donald Trump e críticas ao recente ataque dos EUA a uma base militar síria. Fonte: Associated Press.

O WhatsApp, que pertence ao Facebook, liberou nesta quinta-feira (9) um recurso que promete aumentar a segurança no aplicativo. A autenticação de duas etapas permite que os usuários criem uma senha de seis dígitos para proteger suas conversas e outras informações pessoais. A novidade surge no ato do primeiro login, quando você configura o WhatsApp em um novo aparelho.

A autenticação de duas etapas já é utilizada por aplicativos bancários e até serviços de e-mail. O recurso permite que o usuário personalize uma senha de seis dígitos para garantir que sua conta pessoal não seja utilizada em nenhum outro dispositivo. Uma vez feito isso, a função estará ativa para o número de telefone.

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Além do código, o usuário terá que fornecer um endereço de e-mail que será usado para redefinir sua senha caso a esqueça. "Assim você não corre o risco de ficar sem acesso a sua conta caso se esqueça de seu código de acesso", explica o WhatsApp. Quem não quiser ativar a autenticação em dois fatores não será obrigado a isso.

Aqueles que ativarem o recurso de segurança serão solicitados a inserir o código periodicamente, explica o WhatsApp. Para usar a função, você precisa ir às configurações de conta do aplicativo e ativá-la manualmente.

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Apesar de especialistas afirmarem que devemos usar senhas fortes e únicas, muitas pessoas ainda optam por padrões previsíveis para garantir acesso à sua vida online. As combinações mais comuns de 2016 incluem códigos como "123456", "qwerty" e "111111", de acordo com um relatório da empresa de segurança digital Keeper Security. Qualquer um que utiliza estas sequências deve considerar mudá-las imediatamente.

Segundo relatório, cerca de 17% de todas as senhas usadas em sites em 2016 eram "123456". A empresa Keeper Security afirma ter compilado um total de 10 milhões de combinações que se tornaram públicas através de violações de dados registradas nesse ano. A enorme lista de sequências mais populares deste ano também incluem os códigos "qwerty", bem como "123456789" e "111111". 

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Dado o número de pessoas que ainda utilizam senhas comuns, a empresa disse que os sites devem ser responsáveis ​​por reprimir as sequências de letras e números fáceis de adivinhar. "Operadoras de sites que permitem essa proteção frágil são imprudentes ou preguiçosas", disse o especialista da Keeper, Graham Cluley, em um post de blog.

O especialista também acredita que a presença de senhas aparentemente aleatórias na lista como "18atcskd2w" e "3rjs1la7qe" indica que robôs estão usando esses códigos quando configuram contas falsas em serviços públicos de e-mail para espalhar ataques de spam e phishing.

A empresa alerta que um software violador de senhas pode adivinhar qualquer código composto por seis caracteres em segundos. A melhor forma de proteger seus dados online, segundo o especialista, vem de uma fórmula sem segredos. Os usuários devem optar por combinações que contenham uma variedade de números, letras, símbolos e nunca usar uma mesma sequência para diferentes serviços.

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A rede social profissional LinkedIn informou a seus membros que os dados de 100 milhões de seus usuários hackeados em 2012 foram postos online e lhes pediu a mudança da senha. Na época, a rede anunciou que os dados de 6,5 milhões haviam sido, aparentemente, roubados. Esta semana, porém, soube-se que havia um número bem maior de dados comprometidos.

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"Soubemos que outros dados haviam sido postos online. Seriam mensagens eletrônicas e combinações de senhas de mais de 100 milhões de membros do LinkedIn roubados naquela mesma ocasião em 2012", disse Cory Scott, um dos responsáveis pelo LinkedIn, no blog institucional.

"Imediatamente tomamos medidas para invalidar as senhas das contas afetadas e entramos em contato com esses membros para que mudem sua senha. Nada indica que se trate de um novo ataque informático", acrescentou.

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