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Uma colecionadora que visitava uma feira de arte contemporânea nos Estados Unidos acidentalmente deixou cair uma pequena escultura de vidro do renomado artista plástico Jeff Koons, estilhaçando-a.

A brilhante escultura azul, que fazia parte da famosa série "balloon dog", foi avaliada em US$ 42.000 (cerca de R$ 217.000).

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O acidente ocorreu na noite de quinta-feira durante um passeio exclusivo pela feira Art Wynwood em Miami, levando alguns colecionadores a acreditarem que se tratava de uma performance.

"Eu vi a mulher que estava lá, e ela estava tocando (na escultura), e então a coisa caiu e quebrou", disse o artista Stephen Gamson à Fox News.

Outro visitante gravou um vídeo enquanto os funcionários da feira varriam os cacos de vidro.

"Não acredito que alguém conseguiu fazê-lo cair", ouve-se no vídeo.

Benedicte Caluch, consultor de arte da Bel-Air Fine Art, que patrocinou a peça de Koons, disse ao Miami Herald que a mulher não tinha intenção de destruir a peça e que a seguradora cobriria os danos.

Koons, que não estava presente, é um escultor e pintor americano que se inspira em objetos do cotidiano, incluindo balões com animais.

Sair do Recife, realmente, não tem sido um bom negócio para as duas equipes pernambucanas na Série B do Campeonato Brasileiro. Tanto Sport como Náutico, jogando fora de casa, têm números de rebaixados e um dos motivos disso é a falta de gols. As equipes estão entre os piores ataques visitantes da competição.

O Sport, com 16 jogos fora, e o Náutico, com 15, têm apenas seis gols marcados, o que coloca as equipes como os segundos piores ataques desta Série B quando jogam fora de casa. CSA e Grêmio estão empatados no quesito com os pernambucanos. O pior ataque fica na conta do Sampaio Corrêa, que marcou apenas cinco gols.

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Na defesa, o Náutico com 27 gols tomados e é disparado a defesa mais vazada fora de casa na Série B. O Sport, com 21 sofridos, figura entre as 4 piores

O diferencial entre os rivais, que se enfrentam na próxima semana, é o 'dentro de casa', onde o Sport conquistou 34 pontos e o Náutico apenas 19. Esses números colocam o Leão ainda sonhando com o acesso e Timbu flertando com a queda à terceira divisão.

Além de ser um dos piores visitantes da atual edição da Série B do Campeonato Brasileiro, o Sport ainda terá mais uma atenuante para o duelo desta terça-feira (20) contra o Grêmio em Porto Alegre. A equipe gaúcha é a segunda melhor mandante da competição e conquistou 35 dos 45 pontos disputados em casa.

Toda rodada longe do Recife é sinal de dor de cabeça para a torcida leonina. Como visitante, o Sport vai mal das pernas e somou apenas 9 pontos em 45 e é 16ª colocada no quesito. Reflexo disso é a dificuldade de aproximação do G4. A equipe é a pior longe de casa se avaliarmos os 10 primeiros colocados na competição. 

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Já o Grêmio, como mandante, tem a segunda melhor campanha, atrás apenas do líder Cruzeiro. Em 15 jogos na sua Arena, o Imortal perdeu apenas dois, empatou outros dois e venceu 11 partidas.

No entanto, vale ressaltar que existe um pequeno tabu nos jogos em Porto Alegre. São cinco anos sem vitória dos gaúchos contra os pernambucanos, a última em 2017. 

Caetano Veloso esteve no Recife, na última sexta (27), para a primeira noite de apresentações de seu show 'Meu Coco'. O cantor subiu ao palco do Teatro Guararapes e, em determinado momento, recebeu uma visita inesperada: um rato, mais precisamente um timbu, que invadiu a cena e provou muitas gargalhadas. 

O show de Caetano começou com cerca de 40 minutos de atraso, por conta das fortes chuvas que caem na capital pernambucana desde o início da última semana. Em determinada altura do show, o público se agitou de maneira diferente. Isso porque um timbu invadiu o palco do teatro e atravessou a cena correndo. 

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A plateia acenou, gritou e riu até que Caetano notasse o bicho intruso. Ele se surpreendeu com a imagem e caiu na gargalhada. Vídeos do momento estão circulando pelas redes sociais e provocando ainda mais risadas.

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Mais onze jogos deram sequência à segunda rodada da Série D do Campeonato Brasileiro durante este sábado (23). No fim, Porto Velho-RO, ASA-AL, Inter de Limeira-SP, Nova Venécia-ES, Nova Iguaçu-RJ, Caxias-RS e São Luiz-RS saíram de campo com mais três pontos na bagagem. Veja como foi:

Grupo A1

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Porto Velho-RO 3 x 2 Humaitá-AC

Mandante da partida, o Porto Velho precisou de apenas uma chance para abrir a contagem. Logo aos três minutos, Pablo carimbou a trave e na sobra Johnatan Alyson fez 1 a 0. Ainda no primeiro tempo, os visitantes chegaram a virada. Daniego, aos 19, aproveitou rebote da própria cobrança de pênalti e deixou tudo igual. E, aos 48, o camisa 10 marcou mais um e colocou o Humaitá em vantagem. Já no segundo tempo, Ariel pegou uma sobra na área para empatar a partida novamente, aos 37. Dez minutos depois, foi a vez de Fagner deixar o dele e decretar o segundo triunfo do Porto Velho na competição, a equipe soma agora seis pontos. Enquanto o Humaitá segue sem pontuar.

Grupo A4

Santa Cruz-PE 1 x 2 ASA-AL

Único a vencer na primeira rodada, o Asa segue 100% na Série D. No Arruda, a equipe alagoano largou na frente, após cobrança de escanteio que Tarcísio completou para o fundo das redes. Depois do intervalo, Rafael Furtado, em cobrança de pênalti deixou tudo igual para o Tricolor, aos 32. No entanto, menos de dez minutos depois, em contra-ataque fatal, Roger Gaúcho sacramentou o triunfo do Asa. Com o resultado, o Alvinegro chegou aos seis pontos. Já o Santa Cruz segue com um ponto.

CSE-AL 3 x 3 Jacuipense-BA

No outro duelo do grupo, teve chuva de gols no Juca Sampaio. Os três primeiros saíram na etapa inicial. Thiaguinho, logo aos dois minutos, colocou o Leão na frente. E, aos 25, Danilo Rios ampliou a contagem para o time baiano. A reação dos donos da casa começou aos 42, em lance de oportunismo de Renato: 2 a 1. Depois do intervalo, o CSA chegou ao empate em uma bomba de Matheus Régis, aos sete. De volta ao ataque, o Jacuipense marcou o terceiro com Fábio Bahia, aos 30. Mas, aos 44, novamente Matheus Régis voltou a empatar a partida e deu números finais ao duelo. Com o resultado, as equipes somam agora dois pontos.

Grupo A5

Operário-MT 0 x 0 Anápolis-GO

No Dito Souza, as equipes não conseguiram mexer no marcador durante os 90 minutos de bola rolando. Enquanto o Operário soma agora quatro pontos, o Anápolis conquistou seu primeiro ponto na competição.

Grêmio Anápolis-GO 0 x 0 Ceilândia-DF

No outro confronto do grupo, duas equipes que venceram na primeira rodada e que protagonizaram um duelo equilibrado. No fim, o 0 a 0 prevaleceu no marcador em partida disputada no Estádio Jonas Duarte. Com o resultado, Grêmio Anápolis e Ceilândia chegaram aos quatro pontos.

Grupo A6

Inter de Limeira-SP 3 x 0 Pouso Alegre-MG

Após um primeiro tempo sem gols no Major Levy Sobrinho, o Inter de Limeira voltou para a etapa final disposto a fazer valer o mando de campo. E fez. Na marca dos 32, Renan Fonseca aproveitou uma sobra, após cobrança de escanteio, e mandou para o fundo das redes. No embalo do primeiro, veio o segundo quatro minutos depois com Vitinho, que recebeu cruzamento de Vinícius e pegou na veia sem chances de defesa. E, já nos acréscimos, em contra-ataque fatal, Vitinho marcou mais um e fechou a conta para os mandantes. O triunfo é o primeiro do time paulista na Série D, a equipe soma agora quatro pontos. Enquanto o Pouso Alegre tem três.

URT-MG 0  x 3 Nova Venécia-ES

E também teve vitória por três gols de vantagem no Zama Maciel, mas dessa vez para o time visitante. O primeiro gol do Nova Venécia saiu já nos acréscimos do primeiro tempo em cabeçada de Odilávio. Depois do intervalo, novamente nos últimos minutos, a equipe capixaba voltou a balançar as redes. Patrick, aos 37, fez 2 a 0. E, aos 48, Arthur, de pênalti, deu números finais ao duelo. Com a vitória fora de casa, o Nova Venécia chegou aos quatro pontos. Enquanto o URT segue sem pontuar.

Grupo A7

Santo André-SP 0 x 1 Nova Iguaçu-RJ

Depois da derrota em casa na primeira rodada, o Nova Iguaçu reagiu na Série D e derrotou o Santo André, em confronto disputado no Estádio Bruno José Daniel. O gol da vitória do time da Baixada Fluminense saiu aos 21 minutos do segundo tempo em finalização certeira de Gabriel Pinheiro. Com o resultado, o Nova Iguaçu soma agora três pontos. Mesma pontuação do Santo André.

Grupo A8

Caxias-RS 1 x 0 Juventus-SC

O Caxias entrou em campo pela primeira vez na Série D 2022 e fez valer o mando de campo para conquistar os três pontos. Diogo Sodré, aos 18 minutos da etapa incial, marcou o gol do triunfo grená no estádio Centenário. Com o resultado, o Juventus segue com um ponto na tabela, a equipe catarinense ainda não venceu na competição.

Marcílio Dias-SC 1 x 1 Cascavel-PR

Depois de um primeiro tempo sem gols no Hercílio Luz, as equipes desencantaram na etapa complementar. Logo aos dois minutos, Tito fez boa jogada individual e bateu cruzado, a bola ainda desviou no meio do caminho e foi morrer no fundo das redes: 1 a 0 para os donos da casa. No entanto a vantagem durou pouco, porque, aos nove, Robinho em cobrança de pênalti deixou tudo igual para o Cascavel. Com o resultado, Marcílio Dias conquistou seu primeiro ponto. Enquanto o Aurinegro chegou aos quatro pontos.

São Luiz-RS 2 x 0 Azuriz-PR

Em Ijuí (RS), o São Luiz fez valer o mando de campo para conquistar o primeiro triunfo na Série D. Depois de passar em branco no primeiro tempo, a equipe gaúcha melhorou a pontaria na etapa final e balançou as redes duas vezes. Ygor, aos 20, aproveitou uma sobra após cruzamento na área e soltou o pé para abrir o marcador. E, aos 31, em contra-ataque fatal, Jhonatan Ribeiro fechou a conta. A vitória deixa o São Luiz com quatro pontos. Já o Azuriz, que estreou na competição neste sábado, não pontuou.

Da assessoria da CBF

Na última semana de outubro, o Supremo Tribunal Federal (STF) incluiu em sua pauta uma votação que avalia a constitucionalidade da revista vexatória. O relator, ministro Luiz Edson Fachin, argumentou pelo fim da prática, mas a votação acabou sendo suspensa após um pedido de vista do ministro Dias Toffoli. Em Pernambuco, a proibição acontece pela Portaria SJDH Nº 89 de 17 de agosto de 2015, mas banir o procedimento de forma plena pode ser uma realidade ainda distante.

Entende-se como vexatória toda a verificação de segurança que exija o contato manual com partes íntimas de pessoas, desnudamento total ou parcial, bem como o uso de cães farejadores e a introdução de objetos. A prática muitas vezes consiste em despir a mulher e fazê-la agachar e fazer movimentos diversas vezes, abrindo as pernas de maneira que seja visível o seu canal vaginal. De acordo com a norma, no estado de Pernambuco, no âmbito dos presídios, penitenciárias, cadeias públicas e hospitais de custódia e tratamento psiquiátrico, esse tipo de revista está banida.

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O documento ainda exige que a revista pessoal seja feita, preferencialmente, por meio de aparelhagem eletrônica, como detectores de metal e raio x. O agente público que descumprir essa decisão e agir intencionalmente contra a dignidade da pessoa, deve passar por Procedimento Administrativo Disciplinar.

Apesar da clareza do texto, a revista vexatória ainda pode ocorrer em excepcionalidades, com um teor característico de regra. Especialistas, entidades e sobretudo familiares enxergam ilegitimidade no ato, que apresenta conflitos com a legislação e revela sintomas crônicos do sistema carcerário. A trajetória de Angela (nome fictício) enquanto “mulher de preso” expressa bem essa experiência.

“Nós somos vistas como criminosas também”

Nessa rotina há cerca de seis anos, Angela conhece o sistema pelas suas manhas, e entende que não há princípio prático diferenciador entre ela e o seu companheiro encarcerado. Pouco tempo atrás, a sua semana se encerrava com as visitas ao Presídio Juiz Antônio Luiz Lins de Barros (PJALLB), unidade prisional no Complexo do Curado.

Relembrando a visita a um amigo, em uma unidade socioeducativa para menores no estado, compartilhou brevemente uma situação que viu se repetir por diversas vezes. “Quando eu entrei lá, tive que agachar e tinha um espelho embaixo de mim. Eu tive que tirar a minha roupa e agachar com a agente me olhando. Nessa sala só tinha eu e ela. É totalmente desconfortável ficar pelada na frente dela, ainda mais naquela posição. É uma situação que muitas mães dos menores passam durante as visitas, porque lá não tem aparelho eletrônico (para a revista pessoal). As mães reclamam que essa situação é muito ruim; ter que tirar a roupa, agachar. É constrangedor”, explica a mulher. 

Sobre a experiência no Curado, Angela diz: "Passei por muita humilhação ali dentro”. Já chegou a cumprir serviço comunitário por suspeitas, segundo ela, infundadas. A mulher também reforça a existência de um sistema de favoritismo dentro do cárcere, e que as regras não são exercidas para todos da mesma forma. Não há diálogo e a desconfiança é regra.

“Infelizmente, somos vistas como criminosas também. Já passei, e tantas pessoas que vão às unidades prisionais – esposa, mãe, irmão, pai – visitar os seus parentes, viram situações constrangedoras. Qualquer coisa é motivo para que eles mandem a gente voltar. Alimento, bolsa, roupa; até o que pode a gente na verdade não sabe se pode ou não, porque as visitas dependem dos guardas. Tem visitante que entra, tem visitante que não. Daí a gente consegue enxergar que, dependendo de quem você é, eles te tratam diferente.”

Em 22 de maio de 2014, a Corte Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) concedeu, através de uma resolução, medidas provisórias de cumprimento imediato, visando proteger a vida e a integridade de todas as pessoas privadas de liberdade no, à época, Complexo Penitenciário Professor Aníbal Bruno (atual Complexo do Curado), seus familiares e agentes penitenciários, incluindo a redução da superlotação, a garantia de atenção médica e a eliminação da revista vexatória.

O caso chegou ao Sistema Interamericano de Direitos Humanos em 2011, por meio das organizações Justiça Global, Serviço Ecumênico de Militância nas Prisões (SEMPRI), Pastoral Carcerária Nacional e de Pernambuco e Clínica Internacional de Direitos Humanos da Universidade de Harvard, após a denúncia de 55 mortes ocorridas no presídio desde 2008 e reiteradas denúncias de tortura.

Em conversa com o LeiaJá, a Pastoral Carcerária Nacional se manifestou sobre a luta contra a revista vexatória no país, bandeira levantada pela entidade há mais de uma década. A presidenta nacional, Irmã Petra Silvia Pfaller, é firme ao condenar a revista íntima. Apesar das pastorais operarem de forma independente à sede nacional, a Pastoral Carcerária em Pernambuco compartilha do mesmo posicionamento.

A presidenta não se mostra confiante na administração da revista nos presídios, mesmo onde há equipamento disponível. Para ela, os agentes públicos não passam por capacitação humana, necessária para conduzir o método de verificação.

“Temos relatos de mulheres que não comem nada 24h antes da visita, porque temem que algo suspeito apareça no scanner e isso leve à revista íntima. Isso também pode privá-las da visita, com uma suspensão de 30 dias ou mais. Se um agente fala que você é perigoso e desconfia de você, isso pode ser feito aleatoriamente. Na base da perseguição e da seletividade. Acontece com muitas mulheres negras, que são alvos mais facilmente”, pontua a representante, que chama a revista vexatória de “estupro institucional.”

Estima-se que 80% das visitas aos presídios são de mulheres, em sua maioria, negras. Essa estimativa vem de dados obtidos por organizações de defesa dos direitos humanos e defensorias públicas do país. Ela tem como modelo a pesquisa conduzida pela Superintendência dos Serviços Penitenciários (SUSEPE-RS), na Penitenciária Estadual do Jacuí, que registrou aproximadamente 25 mil visitas aos presos homens, apenas no primeiro semestre de 2008.

Pfaller ressalta a agressão psicológica cometida contra a mulher com vínculo prisional. “Ter o corpo violentado causa danos à autoestima, ao convívio social e à autoimagem. Pode fomentar enfermidades mentais como a depressão, o pânico e a ansiedade; produz sentimentos constantes de medo, de inferioridade, de impotência, de nojo, dentre outros. A mulher só não fala, não denuncia, por medo, e nem é pela própria vida, mas pela vida do ente querido que está encarcerado”, diz. 

Imagem publicada pela Pastoral Carcerária em suas redes sociais.

Em meio ao repúdio, o conflito entre a legislação e o real traz mais dois relatos: os de Branca e Dandara (nomes fictícios).

“Do primeiro portão até a entrada do pavilhão você é humilhado”. Do companheiro aos filhos de Dandara, todos já sentiram na pele a mão do sistema. Há alguns anos, durante uma visita, deixaram os filhos dela nus. À época, o mais velho tinha três anos e o mais novo, um. “Foi uma humilhação saber que os meus filhos passaram por aquilo, mas é no sistema de ver e ficar calada. Uma menina novinha vai chegar lá e ter que ficar nua quando for visitar. Com as mulheres é assim em algumas unidades. Agacha e senta, se eles não verem o colo do útero, não entra. Fim”, testemunhou. 

“Para que servem as leis e essas máquinas? Aonde vai o investimento?”, questiona. Dandara diz que tudo é uma interrogação e se acostumou a ser tratada como parte do cárcere, ainda que não esteja do lado de dentro.

O aspecto relatado fere a intranscendência da pena, presente na Constituição e que prevê, no seu Art. 5º, inciso 45, “nenhuma pena passará da pessoa do condenado”; e garante, em seguimento, ações conjuntas à individualização da pena.

A contrariedade continua no relato de Branca, que também tem mais de um familiar encarcerado. Ela sente que o seu corpo é visto como “um pedaço de carne”, e que pode existir prazer em tratá-la daquela forma. Com experiências em unidades prisionais femininas e masculinas, ela garante já ter visto de tudo um pouco, e volta a mencionar o princípio de desconfiança sob o qual os agentes atuam.

“Se aparecer na máquina que a pessoa está com algum volume por dentro, algo que pareça droga ou um telefone, não vai para o IML fazer nada, não. Eles mesmos que botam a luva, botam a mão por dentro e tentam tirar aquilo que eles acham que está no corpo da pessoa”, afirma.

Quando estava grávida, também chegou a passar pela revista íntima. Gestantes não podem passar pela radiografia, pois é prejudicial ao feto. “Ela (a agente) achou que eu estava com volume, mesmo depois de passar o detector. Aí ela pega nos seios, apalpa, passa a mão na cintura, porque ela diz que é o procedimento de segurança. Ela também apertou a minha vagina, para conferir se era volume ou não”, compartilhou.

Apesar de indignada, Branca também verbalizou que a revista vexatória pode ganhar a figura de “melhor entre as piores”. Com tantas violações ocorridas na unidade onde o seu companheiro está, por exemplo, por mais revoltante que seja, a revista pode passar para o segundo plano. Também, nesses casos, é comum que mulheres internalizem a violência, por uma questão de repetição e hábito.

“A revista vexatória não é nada quando comparada à fome, à opressão, aos castigos que os presos estão recebendo. Garanto que se fosse de escolha da família do preso ter que tirar a roupa toda vez que fosse entrar lá, mas em troca, poder levar uma comida decente para o preso comer, ou ter a certeza de que o preso não vai mais precisar apanhar e nem levar castigo, a família com certeza ia escolher tirar a roupa”, concluiu.

O LeiaJá buscou os órgãos competentes, a fim de entender se essas denúncias são de conhecimento do poder público e se há alguma espécie de monitoramento. Foi questionado ao Ministério Público se havia denúncias nas promotorias de Execução Penal de cinco cidades pernambucanas com grandes unidades prisionais. Não havia registro de denúncias.

A Secretaria de Ressocialização (Seres-PE) também se diz desprovida de denúncias sobre essa violação, e afirmou que o que está previsto na portaria de proibição deve ser considerado.

O portal também conversou com um policial penal que não quis se identificar, servidor em uma unidade da Região Metropolitana do Recife. Segundo ele, apesar de haver detector no local, a revista íntima é realizada quando um familiar é suspeito, quando a pessoa demonstra muito nervosismo ou a partir de informações recebidas previamente. Ele afirma que são encontrados celulares ou drogas nesses casos.

A legislação em Pernambuco e o “impasse” na tramitação em Brasília

Em Pernambuco, o histórico de proibição da revista íntima começa com a Portaria da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDSDH) Nº 258 de 15 de dezembro de 2014. Primeira versão da medida atual, assinada pelo então secretário Bernardo Juarez D’Almeida, ela garante o banimento do caráter vexatório, e autoriza somente a revista pessoal, de acordo com os aspectos dispostos. Não há tanta diferença entre ambas as versões.

Na impressão mais recente, assinada em 2015 pelo secretário Pedro Eurico, está expressa, no Art. 3º, uma autorização ao agente público para a realização da parte avaliativa, por meio do contato físico, conforme caso de suspeita encontrado pelo agente: “o visitante poderá ser encaminhado a revista através do contato físico pelo inspecionamento táctil com as mãos sobre as vestes do revistado, realizado por agente público do mesmo sexo, não afastada a observância ao caráter invasivo e atentatório da dignidade das pessoas”.

Já no texto pioneiro, o terceiro item indicava que, em caso de suspeita da posse ou porte de objetos cuja entrada seja proibida, o visitante poderá ser encaminhado à Polícia Científica, que conta com suporte médico, criminalístico e forense para a perícia

No STF, o ministro Alexandre de Moraes foi o único a expor voto divergente durante a sessão que discutiu a revista vexatória no Supremo em outubro. Com ressalvas, Moraes votou contra o fim da revista, temendo “efeitos catastróficos” à persecução penal. Ele também citou o caso do senador Chico Rodrigues (DEM-RR), flagrado com dinheiro na cueca, e lembrou que casos como esse podem ter as provas anuladas caso a revista seja vetada. Defendendo o próprio voto, afirmou que nem toda revista íntima é invasiva e propôs condições à sua realização.

“A revista íntima para ingresso em estabelecimentos prisionais será excepcional, devidamente motivada para cada caso específico, e dependerá da concordância do visitante. Só poderá ser realizada de acordo com protocolos pré-estabelecidos e pessoas do mesmo gênero, obrigatoriamente médicos na hipótese de exames invasivos. O excesso ou abuso na realização da revista íntima acarretarão responsabilidade do agente público ou médico, e ilicitude de eventual prova obtida. Caso não haja concordância do visitante, a autoridade administrativa poderá impedir a realização da visita”, argumentou o divergente.

O ARE 959.620, com repercussão geral, é o recente esforço do STF para averiguar a legitimidade da revista vexatória e as provas obtidas a partir dela. Para o ministro relator, Edson Fachin, que foi acompanhado pelos ministros Luís Roberto Barroso e Rosa Weber, a revista viola a dignidade humana e as regras de proteção constitucional e, por consequência, as provas dela decorrentes são ilícitas.

Diferentemente de Moraes, Fachin aponta que “é inadmissível a prática vexatória da revista íntima em visitas sociais nos estabelecimentos de segregação compulsória, e a prova a partir dela obtida é ilícita, não cabendo como escusa a ausência de equipamentos eletrônicos e radioscópicos". O recurso que questiona essa licitude já é utilizado há alguns anos.

Uma pesquisa de referência nacional, realizada pela Rede de Justiça Criminal em São Paulo, menciona os dados da Secretaria de Administração Penitenciária do estado para a revista vexatória. Dos 3,5 milhões de casos, só 0,02% resultaram na apreensão de alguma quantidade de droga ou componente telefônico. O baixo índice de apreensões foi um dos argumentos do relator.

A assistente social e presidenta do Serviço Ecumênico de Militância nas Prisões (SEMPRI), Wilma Melo, que atua com Políticas Públicas e Gestão de Serviços Sociais, comenta a disposição de Moraes sobre o envolvimento da polícia científica e condena a alteração feita na portaria pernambucana.

“Para mandar um visitante ao IML é preciso existir uma suspeita concreta, isso evita que se faça revista vexatória. O que acaba acontecendo é uma sucessão de exposições desnecessárias. Constrangida, a pessoa, por estar numa situação de ter parente encarcerado, desiste de tomar atitudes em defesa da própria cidadania e dignidade, temendo consequências do sistema”, explica a especialista.

Atuando no SEMPRI desde 1997, Wilma já pôde ser espectadora de muitas situações onde o caráter vexatório ultrapassa a pena do preso, e comenta: "A questão da revista vexatória não é só sobre se expor. Para um familiar de preso, tudo é vexatório”. Apesar das garantias do Estado relacionadas ao direito do apenado e assistência às famílias, a experiência dos vinculados ao sistema é diferente.

“Ela [a família] sofre. Dá para silenciar, omitir a condição diante da sociedade e do trabalho. O único local onde não dá para omitir que é parente de preso é na prisão. É o único local em que ela tem que se identificar, se registrar, para entrar. É a carteira de familiar de preso”, diz a especialista.

A Lei 7.210 de 11 de julho de 2014, que institui a “Lei de Execução Penal”, garante uma série de princípios assistenciais ao indivíduo encarcerado, que envolvem a saúde, o suporte material, religioso, social, jurídico e educacional. No Art. 16, parágrafo 1º, a LEP também garante assistência jurídica integral e gratuita aos réus, sentenciados em liberdade, egressos e familiares.

A conduta do Estado na perspectiva do Direito

A professora universitária e coordenadora do Núcleo de Estudos Críticos e Interdisciplinares de Direito (NECRID), Larissa Castilho, opinou sobre as revistas íntimas no cárcere. Primeiramente, a especialista comentou a decisão de Fachin e do Supremo de trazer esse problema para a pauta.

Ela chama a argumentação do ministro de “redondinha” e diz que, nesse caso, o objetivo é “evitar que o Estado invada a sua esfera íntima, que em nome da persecução criminal, que em nome da fundada suspeita do Estado, se perpetue o que era feito durante a ditadura militar. A dignidade da pessoa humana, dentro de uma decisão desse porte, é o princípio mais apropriado.”

“Também foi interessante ele argumentar sobre as provas. Como a gente já tem uma alteração na Lei de Execução Penal, proibindo a revista vexatória, mesmo que essa revista seja realizada, ela é realizada fora da legalidade”, complementou. O LeiaJá convidou Castilho para responder algumas perguntas, elucidando questões acerca da revista na perspectiva jurídica.

Você poderia comentar como funciona a condenação do Direito diante dessas provas?

Provas obtidas de forma ilícita são ilícitas. Você pode achar 1 kg de cocaína com alguém, se a prova é obtida de forma ilegal, ela não pode ser adicionada a qualquer processo, porque ela já está viciada no momento da sua obtenção. Se o sistema permitir que se utilize métodos ilícitos para comprovar suspeitas, a gente volta para uma caça às bruxas, ao que se fazia no contexto das torturas. O Estado aí levaria ao extremo a busca por uma confirmação das suas hipóteses.

No momento em que o agente público obtém provas, oriundas da violação das colunas de sustentação do Direito, a prova não pode ser outra coisa senão ilegítima. Tornando aquela prova inútil para o processo penal, se desestimula a realização desse tipo de revista invasiva.

A alteração vista na Portaria em Pernambuco autoriza o agente a concluir o procedimento avaliativo. O que essa mudança pode representar e como funciona a figura do agente nessa equação?

A alteração na portaria representa um retrocesso em termos de estruturar um sistema menos agressivo. O agente penitenciário não tem habilitação legal para concluir um procedimento que envolve o manuseio do corpo. O agente público, representando o Estado, precisa agir sobre alguns princípios: a legalidade, onde ele só pode fazer aquilo que a lei permite ou aquilo que a lei não proíbe; a impessoalidade, que deveria impedi-lo de agir sobre interesse próprio, mas já se perde quando nós lembramos que os agentes podem ter os seus “favoritos” dentro do sistema, e também é preciso ter moralidade administrativa.

O Estado tem falhado nessa questão? E por quê?

O Estado não falha inocentemente, falha por projeto. Ele é violador. A ideia de sucatear aquilo que é público para justificar a privatização está bastante em voga desde a década de 90, que foi, do ponto de vista da retirada do Estado de áreas estratégicas, a década da privatização. O Estado saiu de uma série de serviços públicos essenciais, como a energia elétrica e a telefonia, essa tendência tem retornado. Quando a gente estraga o público, algo justifica a entrega para a iniciativa privada. Nos últimos cinco anos, essa proposta ganhou muita força, mas ela sempre vai e volta.

O senso comum adotou essa ideia de “privatiza que melhora”, e as pessoas acabam pensando, em casos como esse, que uma empresa pode ser capaz de transformar um presídio em um Shopping RioMar. É deixar a coisa não funcionando propositalmente, para que chegue em um desgaste tão elevado, que se justifique a transformação daquilo ali em algo que vise o lucro.

Apesar disso se tratar de uma questão de gestão, no entendimento do Direito, há alternativas à revista vexatória?

O cumprimento da Lei de Execução Penal seria o básico. E com isso, claro, pensar na compra de equipamentos e em soluções viáveis, coerentes diante do orçamento de cada gestão. Mas não adianta só ter o equipamento, é preciso usá-lo e capacitar o pessoal que vai usá-lo, mas para além do manuseio. É preciso fomentar o olhar humano nos agentes penitenciários. Um outro incentivo seria melhorar o efetivo, pois há poucos agentes nos presídios. O estresse daquela dinâmica influencia para que o profissional não tenha a diligência, o carinho, a paciência devida para lidar com o público.

É preciso trabalhar com o agente, pensar com quem lida com o cárcere também. Esse servidor pode estar sendo pressionado pela gestão e por facções ao mesmo tempo, por exemplo. O agente penitenciário precisa de condições dignas de trabalho, ele também é uma figura precarizada. O grande problema é que ele não se identifica como sendo tão precário quanto a família que revista, não entende que os seus direitos também são violados. Por estar dentro da estrutura do Estado, o agente pode pensar que é uma potência.

Fechadas desde março devido à pandemia do novo coronavírus, as ruínas incas de Machu Picchu, no Peru, foram reabertas no último fim de semana, mas para um único turista.

O japonês Jesse Katayama havia viajado para o país andino em março passado, com o objetivo de visitar o sítio arqueológico, mas a atração turística acabou interditada por causa da disseminação do Sars-CoV-2.

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Katayama, no entanto, não conseguiu voltar para casa devido às restrições de voos impostas pela pandemia e, no último sábado (10), ganhou uma permissão especial para visitar Machu Picchu antes de ir embora do Peru.

"A primeira pessoa na Terra a visitar Machu Picchu desde o lockdown sou eu", comemorou Katayama em sua conta no Instagram. As fotos mostram o sítio arqueológico deserto, algo inimaginável meses atrás para um local que sofre com os efeitos do turismo predatório.

Katayama, 26 anos, visitou Machu Picchu ao lado de funcionários da atração turística. "Eu pensei que não conseguiria ir, mas graças a todos vocês que pediram ao prefeito e ao governo, eu tive essa oportunidade superespecial", acrescentou.

A expectativa das autoridades peruanas é reabrir o sítio arqueológico em novembro, com limite de 675 visitantes por dia, 30% da capacidade permitida antes da pandemia. O país contabiliza mais de 851 mil contágios pelo Sars-CoV-2 e cerca de 33,4 mil óbitos.

Da Ansa

O Ministério do Meio Ambiente da Tailândia tomou uma decisão inusitada e enviou de volta o lixo deixado por um visitante de parque nacional. Os visitantes do Parque Nacional Khao Yai vão precisar informar agora o seu endereço antes de entrar no local.

O próprio ministro do Meio Ambiente, Varawut Silpa-archa, divulgou imagens de garrafas, embalagens e copos deixados pelo visitante sendo embalados para despacho. "Você esqueceu essas coisas", diz a mensagem que acompanhará o pacote. Ele reforça que essa medida será tomada mais vezes.

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O Parque Nacional Khao Yaoi é um famoso destino turístico do país. A crescente sujeira deixada no local, entretanto, tem incomodado administradores e oficiais no país, devido ao risco à natureza e os animais.

O ministro do Meio Ambiente também reforçou que qualquer pessoa flagrada sujando o parque pode pegar cinco anos de prisão e uma multa elevada. Silpa-archa disse a um veículo local que o parque nacional tem quantidade suficiente de depósitos para lixo. "Eles apenas têm que vir aqui e curtir a beleza natural. Nunca pensamos que eles deixariam tanto entulho", comentou.

Os confinados no Big Brother Brasil 2019 vão receber uma surpresa, nos próximos dias, para dar uma agitada na casa. Um novo 'brother' vai se hospedar temporariamente no reality; trata-se do italiano Alberto Mezzetti, mais conhecido como Tarzan. Ele chega com a missão de dar uma movimentada no jogo.

Alberto Mezzetti tem 34 anos, é empresário e foi o vencedor da edição de 2018 do Grande Fratello, o BBB da Itália. Seu visual, com cabelos compridos, lhe rendeu o apelido de Tarzan e ele chamou atenção, dentro da casa, pelo seu jeito espontâneo e sincero.

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O Tarzan paquerou bastante dentro do BBB italiano, chegou a beijar duas sisters e até flertou com a apresentadora do programa, Barbara D'Urso. Ele se diz apaixonado por mulheres bonitas e não descarta um relacionamento na sua passagem pelo reality brasileiro: "Na casa, quero me relacionar com todo o grupo e, se gostar de alguma menina, por que não arriscar?", disse em entrevista ao GShow.

Um visitante foi preso tentando entrar na Casa de Custódia de Teresina-PI com celular e baterias escondidos nos chinelos. O flagrante foi feito durante procedimento de revista por agentes penitenciários nesta quinta-feira (2).

O suspeito foi conduzido para a Central de Flagrantes de Teresina para esclarecimentos. A gerência do presídio informou que vários visitantes já foram presos tentando entrar com objetos ilícitos na unidade. De acordo com a Secretaria de Justiça, está havendo um aperfeiçoamento nos procedimentos de segurança.

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Nesta quinta-feira (19) um gato que transportava dois celulares presos ao corpo para dentro da Penitenciária Padrão de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba, foi atacado por um cachorro que estava dentro do presídio.

Segundo o diretor da penitenciária, Tales Alves de Almeida, o setor de inteligência e monitoramento comunicou que há possibilidade de o animal ter sido deixado nas imediações para levar os celulares para os detentos.

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Os agentes penitenciários informaram que não foi possível capturar o gato pela agilidade do animal. No entanto, um dos dois cachorros que estava dentro do presídio conseguiu alcançá-lo e matar o gato.

Ainda de acordo com o diretor Tales Almeida, uma visitante teria levado o animal para casa após uma visita íntima na última quarta-feira (18), e utilizou esparadrapos para prender os celulares no corpo do animal.

Segundo o diretor, por conta da proximidade com a BR-230 vários animais são abandonados e acabam entrando e saindo do presídio com facilidade. A direção da unidade pretende entrar em contato com o Centro de Zoonoses para ajudar a solucionar o problema.

A polícia continua apurando o caso e até o momento ninguém foi preso.

O preso Francisco Herrera Agueta, de 55 anos, tentou fugir de uma prisão de segurança máxima vestido de mulher, em San Pedro Sula, Honduras. O homem disse que era uma visitante chamada Jacinta Elvira Araujo e entregou a identidade aos guardas. Ele foi pego pelos guardas, que identificaram o andar esquisito e a voz grossa.

Agueta pintou as unhas de rosa, colocou uma peruca loira, maquiagem, óculos escuros e enchimento no sutiã. Quando o horário de visitas acabasse, ele escaparia. O policial Bayron Sauceda declarou que “a maquiagem não escondeu o fato de que ele era um homem”. Os policiais capturaram o fugitivo enquanto ele passava pelos procedimentos de segurança. 

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O bandido está preso por porte de armas e assassinato desde 2015. Após a tentativa de escape, Agueta foi transferido para a prisão de El Pozo, considerada a mais perigosa do país. 

A vitória do Atlético Mineiro por 2 a 0 sobre a Ponte Preta, nesse sábado (11), no Moisés Lucarelli, pela 13ª rodada, manteve o time na liderança do Campeonato Brasileiro e confirmou o seu excelente retrospecto como visitante, agora com quatro triunfos, um empate e apenas uma derrota, como destacou o técnico Levir Culpi. "A gente precisava melhorara o aproveitamento fora e está conseguindo. A vitória fora de casa vale os mesmos três pontos, mas é mais difícil de conseguir. Mas ainda temos muito para ajustar, temos muitos pontos para melhorar", observou o treinador atleticano.

Levir também destacou que a vitória foi conquistada em situação adversa, pois o estádio da Ponte Preta não oferecia as melhores condições de jogo. Além disso, destacou que o time teve alto aproveitamento nas chances de gol que surgiram.

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"Foi uma vitória ótima, levando-se em consideração algumas coisas que aconteceram. Primeiro, o gramado está muito pesado, a iluminação é muito ruim, e é difícil de ganhar aqui Ponte. A valorização está mais por ai. Aproveitamos bem as chances, tivemos três ou quatro e fizemos dois gols. Foi um resultado justo e estou feliz porque estamos mantendo o time na ponta", disse.

Agora com 29 pontos, o Atlético-MG voltará a entrar em campo no próximo sábado, quando vai encarar o Corinthians, no Itaquerão, pela 14ª rodada do Brasileirão.

A Universidade Federal do ABC (UFABC) publicou, nesta quinta-feira (18), através do Diário Oficial da União (DOU), a abertura das inscrições para a seleção pública para a contratação de professores visitantes e adjuntos do magistério superior. Os salários variam de R$ 3.804,29 a R$ 8.344,64, e a taxa de inscrição custa R$ 201.

Há vagas para os cargos de professor adjunto com especialização na área de química e de biologia, com carga horária de 40 horas semanais. Interessados devem se inscrever de 22 de dezembro e 19 de fevereiro. Já para o cargo de professor na área de ciências biológicas, o período de inscrição é de 22 de dezembro a 30 de janeiro. 

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Para se inscrever é preciso entregar os seguintes documentos: requerimento preenchido e assinado dirigido ao Reitor da Universidade Federal do ABC, obtido no site da instituição, além de cópia de documento do título de doutor, cópia de documento de identificação pessoal, três vias do curriculum vitae e três cópias do plano de trabalho e/ou projeto de pesquisa relacionado a área pretendida, com no máximo 12 páginas.

Toda a documentação deve ser entregue, via Sedex, para a Secretaria-Geral, que fica na Rua Catequese, 242, 3º andar, no Bairro Jardim, Santo André, São Paulo. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 4437-8400.

A Universidade De Brasília (UnB) publicou, nesta quinta-feira (11), no Diário Oficial da União (DOU), a abertura de seleção para o processo de seleção para os cargos de professor substituto e visitante. Os salários variam de R$ 2.161,10 a R$ 5.308. Inscrições devem ser feitas nos dias 15 a 22 de dezembro.

As vagas para professor substituto são nas áreas de artes e hematologia. Para artes, o candidato deve possuir mestrado em educação ou música e disponibilidade para trabalhar 40 horas semanais. Já para hematologia é preciso ser graduado em medicina, ter especialização em hematologia e disponibilidade para trabalhar 20 horas. A vaga de professor visitante é para a área de parasitologia, interessados devem ter doutorado em ciências da saúde ou áreas afins.

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As inscrições serão realizadas exclusivamente na secretária da unidade de lotação. Devem ser apresentados no ato da candidatura os seguintes documentos: cópia do documento de identificação, currículo vitae e ficha de inscrição. O UnB é localizada no campus universitário Darcy Ribeiro, Asa Norte, Brasília. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (61) 3107 1893 e 3107 2013 ou pelo site da instituição.

No próximo domingo (3), o Sport irá enfrentar o lanterna da Série A, a equipe que possui a defesa mais vazada da competição e ainda não venceu jogando como mandante. Teoricamente seria um jogo fácil para o Leão vencer e continuar na caça ao G4, porém, os péssimos resultados do alvinegro de Santa Catarina não creditam o Sport como favorito no confronto, pelo menos para os jogadores. 

"Não existe isso de favoritismo. Sabemos da dificuldade de enfrentar o Figueirense no Orlando Scarpelli. Também conheço o Argel (técnico do Figueirense) e sei da capacidade que ele tem de motivar a equipe”, disse o lateral Patric, que retorna a titularidade após cumprir suspensão na partida do último domingo (27), diante do Atlético-MG. 

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Para o lateral, o time terá que ter atenção durante os 90 minutos. “Será um jogo em que teremos que ficar ligados o tempo todo e precisamos trabalhar muito forte para conseguirmos a vitória”, completou. 

Apesar das palavras de respeito dos Rubro-Negros, o Figueirense é o pior mandante da Série A. Em cinco jogos, foram cinco derrotas. Por outro lado, o Sport tem boa campanha fora da Ilha do Retiro. Em seis partidas, foram duas vitórias, duas empates e duas derrotas, para Cruzeiro e Inter, equipes que estão no G4.

No início da manhã de hoje (22), às 07h30, um jacaré com cerca de um metro de comprimento foi encontrado na área entre os prédios do Centro de Informática (CIn) e do Departamento de Química Fundamental do Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN) da UFPE. O animal foi amarrado com cordas pelos prestadores de serviço da jardinagem da Universidade.

Por volta das 11h da manhã, a Companhia Independente de Policiamento do Meio Ambiente (Cipoma), responsáveis pela captura de animais, resgatou o jacaré no local. De acordo com os agentes, o animal deverá ser levado à Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), onde biólogos decidirão em que local da natureza o réptil será devolvido.

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Da Assessoria do CIn-UFPE

A atualização do ranking da Copa David, nesta segunda-feira, confirmou que o Brasil, mantido na 20.ª colocação, não será cabeça de chave no sorteio da repescagem, que será realizado na terça. Diante dos oito possíveis adversários, em quatro o País seria mandante do confronto. Contra outros três favoritos, a equipe brasileira seria visitante. Um mando teria que ir para sorteio.

Contra Espanha (terceiro lugar no ranking), Estados Unidos (nono), Croácia (15.º) e Bélgica (16.º), o Brasil fez o último confronto fora de casa. Assim, seria a vez de ser mandante. Os adversários ideais por um lugar no Grupo Mundial, assim, são os belgas, que não têm atletas entre os 100 melhores do ranking mundial. Nesta lista são 13 espanhóis, sete norte-americanos e três croatas.

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Diante de Argentina (quarta), Canadá (oitavo) e Austrália (14.ª), o confronto seria fora de casa, uma vez que o último duelo aconteceu no Brasil. Já contra a Sérvia o local seria escolhido por sorteio. Os dois países (o rival como Iugoslávia) já se enfrentaram em 1967, antes, portanto, de começar a valer o sistema de rodízio. Um duelo contra o argentinos seria histórico, uma vez que os dois arquirrivais não se enfrentam desde 1980. Em sete confrontos, são cinco vitórias argentinas.

A liderança do ranking da Davis segue com a República Checa, seguida de Sérvia, Espanha, Argentina e França, sem alterações nas cinco primeiras colocações. Itália e Suíça, que avançaram às semifinais, ganharam duas posições e ultrapassaram Canadá e EUA. Ucrânia e Israel passaram o Brasil, que ganhou os lugares de Áustria e Polônia ao vencer o Equador em Guayaquil pela rodada final do Zonal Americano.

A repescagem mundial será entre os dias 12 e 14 de setembro, quando também acontecerão as semifinais do Grupo Mundial: República Checa x França e Itália x Suíça. A decisão do título será entre 21 e 23 de novembro. Os checos são os atuais tricampeões. Roger Federer vai atrás do primeiro título e da primeira final.

RANKING DA ATP - Nesta segunda-feira foi atualizado também o ranking da ATP, sem grandes alterações, uma vez que a semana anterior foi de jogos da Davis. Richard Gasquet (França) subiu uma posição e entrou no top10, tirando Milos Raonic (Canadá). Outro francês a avançar foi Gael Monfins, para o 23.º lugar, ganhando um posto. Já Radek Stepanek (República Checa) subiu sete posições e é o 40.º.

Entre os brasileiros, Thomas Bellucci, que não jogou contra o Equador, perdeu um posto e é o 105.º. Rogerinho, por sua vez, subiu duas posições para agora figurar no 155.º lugar. Em duplas, nenhuma mudança, com Bruno Soares em terceiro e Marcelo Melo em quinto.

Confira os 20 primeiros colocados do ranking:

1º - Rafael Nadal (Espanha), 13.730 pontos

2º - Novak Djokovic (Sérvia), 11.810

3º - Stanislas Wawrinka (Suíça), 5.760

4º - Roger Federer (Suíça), 5.355

5º - Tomas Berdych (República Checa), 4.720

6º - David Ferrer (Espanha), 4.640

7º - Juan Martin Del Potro (Argentina), 4.260

8º - Andy Murray (Grã-Bretanha), 4.040

9º - John Isner (EUA), 2.715

10º - Richard Gasquet (França), 2.635

11º - Milos Raonic (Canadá), 2.580

12º - Jo-Wilfried Tsonga (França), 2.550

13º - Fabio Fognini (Itália), 2.400

14º - Tommy Robredo (Espanha), 2.140

15º - Grigor Dimitrov (Bulgária), 2.130

16º - Mikhail Youzhny (Rússia), 2.090

17º - Tommy Haas (Alemanha), 2.075

18º - Kei Nishikori (Japão), 1.985

19º - Kevin Anderson (África do Sul), 1.940

20º - Nicolas Almagro (Espanha), 1.750

105º - Thomaz Bellucci (Brasil), 567

140º - João Souza, Joao (Brasil), 408

155º - Rogério Dutra Silva (Brasil), 368

172º - Guilherme Clezar (Brasil), 313

O duelo desta terça-feira (15) entre Sport e América-MG, na Ilha do Retiro, será decisivo para as duas equipes. É o tal jogo de seis pontos, já que o Leão está na terceira posição com 49 pontos e o Coelho vem em oitavo com 44. Na reta final da Série B, uma vitória será essencial para as pretensões pelo G4. 

Mas, além desse aspecto direto pelo G4, o duelo será importante para comprovar ou não uma estatística quando as equipes se encontram. Nos 17 jogos da história entre os pernambucanos e os mineiros, o time visitante jamais saiu vitorioso.

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Como o Sport é o mandante da vez, pelo menos os supersticiosos vão começar o duelo mais tranquilos. Em oito jogos no Recife, os rubro-negros venceram seis e empataram dois.

Já no primeiro turno, o América-MG aplicou um sonoro 5x0 e comprovou a estatística. Essa é, por enquanto, a maior goleada da atual edição da Série B.

O prefeito de Olinda, Renildo Calheiros, foi umas presenças ilustres na abertura do carnaval do Recife. O gestor está no camarote da prefeitura do Recife, ao lado de outras autoridades.

A Tv LeiaJá esteve no local e conversou com Renildo. O prefeito comentou a abertura e a cenografia do carnaval de Olinda. Ele ainda revelou a expectativa para festa de momo neste ano e fez um convite ao público do Portal LeiaJá.

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