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O ex-presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE), Áureo Cisneiros, criticou a saída do atual líder sindical, Rafael Cavalcanti, que renunciou ao cargo, por meio de uma carta pública (confira na íntegra ao final da matéria), e afirmou que não vai concorrer à eleição, que acontece ainda esse ano. Cisneiros comentou que a “jogada de toalha” de Cavalcanti veio em um momento inoportuno, em meio às negociações da campanha salarial da categoria. 

Na carta, Cavalcanti teceu críticas a Cisneiros, ao citar que “todos estes ex-presidentes que se colocam como ‘solução’ não carregam os elementos fundamentais para ocupar tão honrado posto: honestidade e a vontade de lutar pelo coletivo”. 

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Áureo rebateu as críticas ao comentar sobre a saída antes das negociações com o governo e do processo eleitoral do SINPOL. “É uma decisão pessoal, manifestada numa carta (texto) pessoal. Respeito, mas não concordo. O momento foi inadequado e fragiliza a categoria nas negociações com o governo. É um presidente que, em plena gestão, diz que não quer ser mais presidente do SINPOL. Se já estava ruim, agora piorou muito. Fugir não ajuda em nada. Ou melhor, ajuda ao governo. Bastava na hora da inscrição não colocar seu nome na chapa. Simples assim”, afirmou o policial. 

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“O que o atual/ex-presidente do SINPOL não consegue perceber é que, apesar de todas as suas inseguranças, existe um novo programa de segurança pública em construção e um anúncio de R$ 1 bilhão a mais para nossa área. Vamos debater com o governo o melhor uso desses recursos ou enfiar, covardemente, a cabeça no buraco, como avestruz?  Vamos convencer a governadora a fazer uma reparação salarial histórica com os policiais civis, alertá-la para não fazer igual ao antecessor ou desistir covardemente da luta? É hora de lutar ou perder uma oportunidade de ganho real para a categoria?”, questionou Cisneiros. 

Confira a carta de Rafael Cavalcanti, presidente do Sinpol-PE: 

Meus caros colegas Policiais Civis, venho hoje aqui comunicar a toda a categoria uma dificílima decisão que tomei: não concorrerei às eleições do sindicato que se avizinham. 

Quando entrei nessa Polícia, em janeiro de 2011, vindo do movimento de aprovados, achei que minha estada seria breve. Eu não possuía qualquer vinculação com a Polícia, não tinha parentes Policiais, pensava em alçar outros vôos, mas como muitos, me apaixonei pelo serviço, e como tantos, me indignei com as injustas e imorais condições as quais éramos submetidos. 

Sempre fui de me inquietar diante de absurdos e não foi diferente diante de tantos abusos cometidos com nossa classe. Por isso me juntei na formação de um grupo que tinha nessa indignação com nossas péssimas condições salariais, estruturais e funcionais a razão de ir retomar nossa ferramenta de luta para combater essas injustiças. 

Construímos um movimento forte e extremamente legítimo por causa da sua completa simbiose com o sentimento e as necessidades da base de todo o Estado, afinal foi dela, com ela e para ela que resolvemos encampar essa árdua missão. 

Mesmo com todo o sentimento e a necessidade de mudança que a categoria carregava, enfrentar um aparelho há décadas incorporado como propriedade de um grupo (que parte dele tentará voltar nas próximas eleições sindicais) e nossa vitória foi por apenas 83 votos. 

Ajudei a recolocar o Sinpol na trilha da luta verdadeira por valorização para a classe, representando os interesses dele, e não do governo de plantão. 

Aprendi a lidar com uma estrutura pesadíssima, com inúmeros funcionários e histórico acumulado de desmandos, como negligência a direitos trabalhistas mínimos e um volume gigante de débitos tributários e previdenciários, por exemplo. 

Além de tudo tive que me construir enquanto Ser administrativo e político, para dentro do grupo e diante de um governo bastante insensível e arbitrário com as causas dos servidores Policiais Civis. 

Erramos e aprendemos com os erros uns dos outros. Vivenciei atitudes de lideranças que pregavam discursos democráticos e, na pratica tinha posturas autocratas, tentei sustentar o funcionamento do grupo e, conseqüentemente, da luta por valorização mesmo tendo que ir remendando o processo durante seu curso, já que a liderança só fazia o que queria, não seguia o coletivamente pactuado, pessoalizava as ações que deveriam ser institucionais e mostrava-se cada vez mais distante do discurso que pregava e que encantou a mim e a categoria. 

Por causa do grupo tivemos sucesso em 2 negociações salariais, em 2015 e 2016, com repercussão até o ano de 2018. Fui, em todo esse período o único elemento constante em todas as mesas de negociação, pois dentre a construção que todo o grupo foi fazendo diante da capacidade e perfil de cada componente, me coube, além da co-condução dos discursos políticos, a discussão da construção técnica das propostas para corresponder os anseios e necessidades da base e da defesa delas perante o governo. 

Sofri, como todo o grupo, com as covardes perseguições do Governo via Corregedoria. Mais de 11 processos Administrativos, mais de 90 dias de punição, processo de demissão... ainda assim tudo valia a pena, pois minha categoria merecia. 

Fomos reeleitos com 90% de aprovação em 2017. Mas aí os esforços para tentar minimizar os equívocos da nossa maior liderança não foram mais suficientes. Uma completa desestruturação dentro do grupo com rompimentos políticos de diretores que entregaram os cargos por não mais aguentar autoritarismo, cinismo e falta de coerência. 

Tudo tratado internamente, para não expor a classe a vexames públicos. Tudo pensado, não pela liderança mas pelo grupo, para não prejudicar a categoria, esse era o meu compromisso e, por também ser o do grupo, várias situações errôneas foram tratadas no grupo, como deveria ser sempre. Mas não havia jeito. A pessoalização e o interesse narcisista não mais deixava o interesse coletivo da classe ser prioridade. 

Resolvi ficar por ainda acreditar que poderia ajudar mais estando junto do que abandonando o barco, por acreditar na força do grupo. Mas havia uma eleição em 2018. E um boneco gigante já havia se apropriando da nossa luta. Tentamos fazer campanha salarial em 2019, mas o grupo esfacelado e a liderança ressacada com a retumbante derrota eleitoral para deputado só se afundava ainda mais e levava a todos, direção e categoria, para o fundo do poço. 2020 e um recuo até hoje não entendido antes do Carnaval. 

Veio a pandemia. A responsabilidade minha e do grupo de manter e renovar a luta, ainda mais diante das péssimas alternativas que tentavam ressurgir apenas em momentos eleitorais nos incitavam a reagrupar, repactuar, realinhar, pelo bem da nossa própria classe. Sabíamos que tínhamos nossos erros, mas sabíamos que não poderíamos parar em mãos sem qualquer compromisso ou história na luta recente da categoria. 

Mas precisávamos neutralizar a fonte maior de nossos erros e de distanciamento da defesa dos interesses da classe que era nossa então maior liderança. Garanti ao grupo que não seria um terceiro mandato dele, resgatei alguns que não mais aceitavam militar ao lado por causa dele, mas também deixei claro para a categoria que não deixaria ele para trás como a grande maioria queria. 

Mesmo sem mais ter relação pessoal fiz todos os esforços para mantê-lo na chapa em respeito a toda história que havíamos construído juntos, por justiça com os princípios que defendo mantê-lo dentro do guarda-chuva sindical com o intuito de diminuir a sanha do governo em demiti-lo era obrigação moral, mesmo aumentando o risco de perder as eleições. 

Mesmo tendo sido vítima da covardia do ex-presidente, inclusive com lamentáveis episódios de ataques pessoais e familiares. 

Vencemos as eleições e agora tínhamos os maiores desafios que nosso grupo já havia enfrentado: uma pandemia, a necessidade de reunificar uma categoria completamente dividida (em grande parte por causa do ex-presidente), e fazer a luta por valorização nesse cenário. 

Realizamos, de forma inédita, 32 assembleias regionais para aprovação da pauta apresentada ao Governo, democratizando e interiorizando as decisões como nunca. Quando todas as outras classes estavam adormecidas a nossa foi a única que marchou para arrancar sua valorização. 

Fizemos uma campanha salarial com todo o acúmulo das campanhas anteriores, realizamos atos, passeatas, operação padrão, Lockdown’s, estado de greve e ousamos com uma greve quando nenhuma outra Polícia Civil ousou depois da decisão do STF em 2017 que nos surrupiou o legitimo direito de paralisarmos nossas atividades diante da grave falta de estrutura e valorização que nossa categoria enfrenta e fomos até onde podíamos. 

De forma inédita um dirigente sindical teve suas contas pessoais bloqueadas por fazer a luta por sua classe. Mesmo longe do que merecíamos fomos a única classe que obteve reajuste diferenciado, e ainda com o peso de carregarmos toda a segurança pública nas costas e lidando com um governador que não mais tinha aspirações políticas. 

Sei que o sentimento da classe ao final, tal qual o meu, foi de muita decepção, pois fizemos o maior movimento de nossa história, mas todas essas outras circunstâncias impuseram esse teto em nossa valorização. 

Diante da necessidade de representação política e face aos apelos da direção, de parte da classe e por deliberação da Cobrapol topei partir para tentar ocupar uma vaga legítima no Poder para deixarmos de terceirizar nossos interesses. 

Abri mão de convicções pessoais e parti para um campo político que não representava meu pensamento ideológico pessoal para representar o pensamento coletivo da categoria em busca de um mandato, não para mim, mas para representar todos os anseios da categoria sem precisar mais pedir favores e, mesmo com toda dificuldade num meio extremamente covarde como a política partidária, sendo boicotado pelo partido, ainda assim obtivemos mais de 8 mil votos, eminentemente vindo da categoria e de seus familiares, algo que agradecerei e serei eternamente grato pelo resto de minha vida. 

Após as eleições começaram o processo de desmonte e boicote da gestão, por questões pequenas mas que, diante da pretensão que se revelou no futuro de enfraquecer a gestão com o intuito de se beneficiar eleitoralmente com o esfacelamento da gestão, mesmo que para isso tenham prejudicado a luta pela valorização da classe. 

Busquei manter o norte em busca do melhor para a categoria com firmeza e diálogo, com a ajuda daqueles diretores que se mantiveram no propósito que deve mover qualquer dirigente sindical: a defesa intransigente de nossa categoria. 

Acredito que minha retirada da vida sindical deva oxigenar o debate pela renovação, sempre necessária, da nossa instituição máxima de luta, mas tenho a certeza que todos estes ex-presidentes que se colocam como “solução” não carregam os elementos fundamentais para ocupar tão honrado posto: honestidade e a vontade de lutar pelo coletivo dos Policiais Civis pernambucanos acima de qualquer interesse pessoal, por isso apoiarei o nome que a atual gestão irá apresentar. 

Cumprirei meu mandato até 25 de novembro buscando preparar o terreno para que a próxima gestão possa pegar um caminho já minimamente alicerçado para fazer o enfrentamento com mais um governo que vem se mostrando intransigente e insensível com nós, policiais, e com a segurança de toda a população. 

Volto à base com muito orgulho e com a certeza de que fiz o meu máximo, que a todo tempo que estive no Sinpol, seja como vice-presidente, seja como presidente, busquei não só valorizar financeiramente a classe, mas, sobretudo, lutei para dar a dignidade e o respeito que nossa categoria merece. 

Estarei sempre disponível para contribuir naquilo que for possível, mas focarei minhas atenções na minha família, tão sacrificada devido a completa doação à causa dos Policiais Civis que foi o que moveu minha vida até hoje, e tratarei de projetos pessoais, nunca deixando de exaltar, onde quer que eu esteja, o meu ORGULHO DE SER POLICIAL CIVIL DE PERNAMBUCO. 

Gratidão a todos que me acompanharam nessa jornada, obrigado categoria, pelo respeito e confiança depositados ao longo desses mais de 10 anos de luta, em especial aos amigos Aderson, o amigo-irmão Benoni, meu irmãozinho Deiviso Soares, Douglas Lemos, George Antônio, Jaciara, o gigante Márcio Hortêncio, Sílvio, uma grata surpresa sindical, Washington, Matuto, e também àqueles que se estivessem nesse plano com certeza estariam na luta no lado coerente, meus queridos Roseno e Rogério. 

Meu imenso respeito, carinho e agradecimento a todas e todos os funcionários do Sinpol, de todas as áreas, limpeza, administrativo, jurídico e departamento médico, pelo compromisso, pelo cuidado com nossos filiados e pelo respeito e carinho com que sempre aos filiados e a mim. O Sinpol também são vocês! 

Um forte e imenso abraço! 

Rafael Cavalcanti 

 

 

Em assembleia neste sábado (16), os metalúrgicos de São José dos Campos e região aprovaram a pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2022. Neste ano, a categoria reivindica 18% de aumento salarial, além da manutenção e ampliação das cláusulas sociais de acordos e convenções coletivas.

Segundo nota, participaram da assembleia cerca de 100 metalúrgicos entre diretores, aposentados e trabalhadores de 22 fábricas. Na região, estão instaladas unidades produtivas de empresas como Embraer e General Motors (GM).

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Para indicar e aprovar o índice de reajuste, os metalúrgicos consideraram a disparada da inflação e consequentes perdas salariais, além de aumento real de salário. Em nota, eles apontaram que segundo estudo do Instituto Latino-americano de Estudos Socioeconômicos (Ilaese), feito para a Campanha Salarial 2022, a inflação deve continuar na casa dos dois dígitos no Brasil no período da data-base, em setembro. No acumulado dos últimos 12 meses (julho de 2021 a junho de 2022), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) já chega a 11,92%.

Também foi apresentada a proposta de criação de um gatilho salarial que seja "disparado" toda vez que a inflação tiver alta. "O objetivo é que, mês a mês, o trabalhador receba um reajuste de salário de acordo com o INPC", informa o sindicato.

"Seriam reajustes automáticos para parear os salários à medida que a inflação aumenta. Hoje, em cada mês, perdemos em média 10% de nosso salário. Essa bandeira do gatilho evitaria a corrosão salarial", afirma a pesquisadora do Ilaese, Ana Paula Santana.

Conforme o sindicato, cerca de 31,5 mil metalúrgicos compõem a categoria na região. "Mesmo com a crise econômica, a maioria dos setores da base registrou alta de produtividade no último período", diz em nota. "As empresas demitem quem tem salário mais alto e contratam, depois, pessoas com salários menores", complementou a pesquisadora.

Sem conseguir a regulamentação de um bônus de produtividade, entre outras demandas antes das restrições impostas pela legislação eleitoral, os auditores-fiscais passaram a pedir a saída do secretário da Receita Federal, Julio Cesar Vieira. O Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais (Sindifisco) promete acirrar o movimento de mobilização da categoria nas próximas semanas.

A reação ocorre depois de pronunciamento feito por Vieira, na terça-feira passada, para os servidores do órgão. Na fala, segundo o Sindifisco, o secretário afirmou que o chamado bônus de eficiência reivindicado pela categoria não tem data para ser regulamentado.

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Aprovado em 2017, o bônus - que representaria um adicional de salário baseado em produtividade e cumprimento de metas - aguarda regulamentação. A medida é uma das demandas da categoria, que iniciou no fim do ano passado um movimento de "operação tartaruga" e paralisações após o Congresso aprovar o Orçamento sem recursos para o pagamento do bônus.

A mobilização dos servidores da Receita puxou o movimento grevista por aumento de salários de outras categorias, que não se conformaram com a promessa do presidente Jair Bolsonaro de conceder reajuste apenas para as categorias policiais do governo federal (Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e agentes penitenciários).

Depois de meses de polêmica e vaivém, nenhuma categoria (mesmo a dos policiais) conseguiu reajuste de salário. As restrições da lei eleitoral para aumentos e concessão de bônus estão valendo desde a segunda-feira.

"Não podemos aceitar o descaso deste governo com a Receita. Nossa mobilização segue a todo vapor e pode, inclusive, se acirrar nas próximas semanas", afirmou o presidente do Sindifisco, Isac Falcão, ao Estadão.

'DIGNIDADE'

De acordo com o Sindifisco, na manifestação aos servidores, Vieira disse que a sinalização para a regulamentação do bônus teria sido positiva, porém, não teria ocorrido pela pressão por recomposição salarial de outras carreiras. Nesse cenário, o governo temeu o risco de um efeito cascata dentro do funcionalismo federal.

Em nota divulgada ontem, o Sindifisco acusa ainda o secretário de ter boicotado as mobilizações. "Assim como fizeram mais de 1.200 auditores-fiscais, o secretário deveria ter a dignidade de entregar o seu cargo", diz a nota. A categoria pede também a recomposição do orçamento da Receita, que ficou 50% menor em 2022, e a realização de concursos públicos para diminuir a queda de 40% do efetivo nos últimos anos.

O Sindifisco acusa ainda o comando da Receita de ter publicado, ao longo do ano, diversas portarias que afetariam a atuação dos auditores. Uma delas é a portaria 75, que permite que a verificação física das mercadorias seja realizada de forma remota, sem a presença dos auditores nas alfândegas. A Receita também retirou do seu site oficial estudos fiscais e aduaneiros.

Procurada, a Receita não se pronunciou sobre as críticas dos auditores-fiscais.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta segunda-feira, 20, que os servidores públicos devem ter aumento de salário no próximo ano. A declaração foi feita durante o evento em comemoração aos 70 anos do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro.

Segundo Guedes, com a redução de gastos com a pandemia, com o aumento da produtividade e com a maior oferta de serviços digitais para a população é possível aumentar os salários dos servidores.

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"Os governos passados contrataram 160 mil pessoas liquidamente. Se aposentam por ano de 20 mil a 30 mil por ano. Fizemos o contrário. Os servidores se aposentaram e nós digitalizamos os serviços. A produtividade subiu e pode haver aumento de salário brevemente", disse.

Há mais de cinco meses reivindicando um reajuste salarial, o Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE) afirma que fará uma manifestação em frente ao Palácio do Campo das Princesas nesta terça-feira (26). 

O Sinpol diz que tem tentado diálogo com o Governo de Pernambuco visando a valorização profissional e funcional da categoria, mas sem sucesso. Desde o dia 27 de julho que os policiais civis executam apenas as funções que constam apenas na lei, além de terem entregue o Programa de Jornada Extra de Segurança (PJES), que é a hora extra do policial. 

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“Atualmente, os policiais da base trabalham em uma clandestinidade funcional exercendo funções que não são suas e sem receber por isso, possuem uma absurda diferença salarial entre a base e seus chefes, muito embora sejamos nós que fazemos grande parte das atribuições deles, além das estruturas precárias da maioria esmagadora das unidades da Polícia Civil e ainda somos um efetivo que é metade do que deveríamos ter em 2015 e, mesmo assim, somos a Polícia Investigativa estadual que mais produz e traz resultados no país", afirma o presidente do sindicato, Rafael Cavalcanti.

O líder do sindicato assevera que o governador Paulo Câmara tem dado a desculpa de que não tem dinheiro para atender as demandas, mas o sindicato aponta que isso não procede. 

"Todos os números, balancetes e estudos divulgados pelo próprio Estado comprovam que o Governo de Pernambuco tem sobra de caixa para investir mais na Segurança Pública e no seu policial civil, além do que a negociação pode se dar agora com os efeitos financeiros a partir de 2022, como vários outros Estados estão fazendo", complementa.

Na manhã desta terça-feira (24) o Sindicato dos Rodoviários do Recife e da Região Metropolitana (RMR) se reúne em assembleia para discutir a campanha de reajuste salarial de 2022. O encontro acontece em dois turnos, manhã e tarde, na sede da categoria, em Santo Amaro, área Central da capital pernambucana.

Em nota, o sindicato explicou que o reajuste apresentado pelos empresários do setor de transporte foi fixado em uma média de 7,68% nos salários e 9,22% no ticket alimentação. A proposta inclui toda a categoria profissional dos rodoviários, desde o administrativo até as áreas profissionais e de manutenção.

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“Eu quero contar com a presença de você trabalhadora, de você trabalhador, que irá aprovar ou não o percentual de reajuste proposto pelo setor patronal”, disse o presidente do Sindicato, Aldo Lima, em um vídeo postado nas redes sociais da entidade. A assembleia terá duas chamadas, a primeira a partir das 9h30 e a segunda às 15h30.

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe) realiza, nesta segunda-feira (28), um protesto em frente à Secretaria da Educação do Estado, localizada na Várzea, Zona Oeste do Recife. A manifestação pede o cumprimento da Lei do Piso Salarial do Magistério e cobra resposta à pauta de reivindicações da Campanha Salarial Educacional 2021. Além de professores, participam servidores da educação, assistentes administrativos e analistas educacionais do estado. O formato será simbólico para evitar aglomerações.

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A categoria cobra reajuste salarial de todos os trabalhadores em educação com percentual de 12,84% repercutindo em toda a carreira, além de reformulação no Plano de Cargos, Carreiras e Vencimento (PCCV). Segundo o Sintepe, a forma atual do PCCV não dará incentivo aos trabalhadores de educação a buscarem especialização ou mestrado porque o acréscimo salarial, de acordo com a categoria, é mínimo. O sindicato também aponta que o Piso Salarial do Magistério não repercute pelo Governo do Estado desde 2020, tornando os salários defasados.

“A ideia aqui é a gente lembrar ao Governo que nós estamos em campanha salarial, não é necessário incentivar essa movimentação para as negociações. Ao mesmo tempo eu penso que temos algo emergencial também, é importante lembrar que nós estamos numa greve pela vida, mesmo sabendo de todos os percalços, sabemos que há companheiras e companheiros que estão se valendo da greve para não se expor ao vírus da Covis-19. Seguimos com a greve porque entendemos que esse é o papel de quem luta, independe de quantos estão fazendo greve ou não”, afirmou Valéria Silva, presidenta do Sintepe.

A Prefeitura do Recife declarou nesta quarta-feira (11), por meio de nota oficial enviada à imprensa, que foi surpreendida pela deflagração da greve dos professores municipais ligados ao Sindicato Municipal dos Profissionais de Ensino da Rede Oficial do Recife (Simpere), “por entender que a paralisação é ilegal e tendo em vista que estava aberto o canal de diálogo com a categoria”. 

O LeiaJá entrou em contato com a assessoria de comunicação da Prefeitura do Recife em busca de esclarecimentos sobre qual seria a conduta dos professores grevistas considerada ilegal e qual lei teria sido infringida pelos profissionais da categoria. Até o momento, estamos aguardando resposta. 

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A nota divulgada também afirma que a adesão à greve foi baixa, com apenas 4% das escolas municipais fechadas nesta quarta-feira, e que “a decisão do sindicato em pleno ambiente de negociação só prejudica os 90 mil alunos da rede municipal de ensino e seus familiares”. A última proposta da Prefeitura é a de realizar o reajuste parcelado em três percentuais de aumento gradual a partir de outubro, até que se chegue ao índice do piso em dezembro.

Entenda o caso 

A categoria dos professores municipais decidiu pela deflagração da greve na terça-feira (10) após uma assembleia geral que terminou com uma passeata pelo centro do Recife. De acordo com o Simpere, “a greve é uma resposta à negativa da Prefeitura da Cidade do Recife ao cumprimento da lei federal 11.738/2008, a Lei do Piso Salarial do Magistério Público da Educação Básica e em defesa da escola de qualidade para a população mais empobrecida”. 

Em 2020, o reajuste anunciado pelo Ministério da Educação (MEC) para o salário dos professores de todo o país foi de 12,84% a partir do mês de janeiro. “Desde o final de fevereiro, o Simpere tem participado das mesas de negociações, e a PCR insiste em rebaixar o pagamento do reajuste, contrariando a lei”, afirma o sindicato. 

Além da campanha salarial para toda a tabela de profissionais, na data-base de janeiro, os professores municipais em greve têm outras reivindicações em pauta, como a realização de concurso público para suprir o déficit de aproximadamente mil profissionais na rede municipal, eleições diretas para gestores de escolas, autonomia no uso da carga horária voltada para planejamento de aulas e provas (aula atividade), abertura de nova lista para acréscimo de carga horária e ampliação e melhoria do plano de saúde do servidor municipal (Saúde Recife). 

"O Simpere é contra a proposta de reajuste da Prefeitura, visto que a receita corrente líquida de Prefeitura cresceu 7,5% em 2019, e para que a lei seja respeitada, basta ter vontade política para refazer as contas e valorizar o profissional da educação", afirmou Claudia Ribeiro, coordenadora geral do sindicato.

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De acordo com Claudia Ribeiro, coordenadora geral do Simpere, na última segunda-feira (9) a prefeitura apresentou uma proposta de parcelamento do percentual em três vezes a partir do mês de outubro (duas parcelas de 4,5% em outubro e novembro e uma de 3,80% em dezembro), sem retroativo. A proposta foi recusada, levando à greve da categoria. “A Prefeitura do Recife gastou R$ 1 bilhão com serviços de terceirização em 2019. É difícil acreditar que não têm dinheiro para pagar nosso piso com retroativo a janeiro”, afirmou a coordenadora do Simpere.

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Crédito: Simpere

Outras demandas

Além da campanha salarial, ainda há outras pautas de reivindicação dos professores municipais do Recife. Segundo Claudia, atualmente há um déficit de 1000 professores na rede municipal, enquanto a prefeitura só pretende realizar um certame com 100 vagas. O quantitativo, de acordo com ela, não chega nem perto de suprir as necessidades educacionais da cidade. 

A falta de creches, segundo a coordenadora do sindicato, é outro problema que afeta o sistema de educação do Recife. “Há menos de 80 creches em toda a cidade do Recife”, afirmou Claudia. Na opinião dela, a realização das matrículas exclusivamente pela internet também é um problema, pois afasta a comunidade das creches ao não permitir a matrícula de forma direta e carece de mais transparência quanto ao número de vagas disponíveis e sua localização. 

A estrutura das escolas, segundo Claudia, também é um problema que gera grande desconforto e cria um ambiente insalubre para professores, alunos e funcionários devido ao calor. “Nós chamamos as salas de sauna de aula” afirmou a sindicalista, que criticou o que classifica como uma propaganda enganosa promovida pelo marketing da prefeitura sobre a estrutura das escolas municipais. “A prefeitura gastou R$ 25 milhões em publicidade sobre escolas em 2019 e R$ 3 milhões até março para mostrar escolas que não correspondem à realidade”, disse ela. 

Ameaça ao direito de organização e greve

Outra queixa feita pela categoria dos professores é uma tentativa da Prefeitura do Recife de tentar coibir a realização de assembleias profissionais, direito garantido por lei e em convenções. “É uma postura muito parecida com a de Bolsonaro. Eles estão exigindo reposição das horas gastas em assembleia, mas é a administração pública quem tem que realizar a reposição das aulas para os alunos”, explicou a Claudia. 

O LeiaJá procurou a Secretaria de Educação da Prefeitura do Recife para averiguar a denúncia dos professores e aguarda resposta oficial para atualizar esta matéria. 

Próximos passos

Cláudia Ribeiro afirmou que na próxima quarta-feira (11) a categoria dos professores realizará ações de conscientização sobre a greve nas escolas e comunidades do Recife, junto à população. Na quinta-feira (12), está prevista uma assembleia na Prefeitura da Cidade do Recife.

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Na quinta-feira (16), os motoristas e cobradores de ônibus da cidade de São Paulo farão assembleia para avaliar a possibilidade de uma paralisação em função da campanha salarial deste ano.

O sindicato da categoria fez reuniões com os trabalhadores na última segunda-feira (13) nas garagens, onde foram apresentadas as seguintes reivindicações: reajuste pela inflação mais aumento real de 3%, o que significa acréscimo de 7% nos salários e garantia dos empregos. O sindicato das empresas de ônibus ofereceu reajuste de 4,18%.

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As assembleias desta segunda-feira atrasaram a saída dos coletivos em 13 garagens, informou a prefeitura. A região mais afetada foi a zona sul.

Para hoje (14) e amanhã (15), estão programas idas de representantes do sindicato aos terminais com carro de som para informar os passageiros sobre a campanha salarial.

Em assembleia realizada na quinta-feira (11), o Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol) deflagrou o início da campanha salarial de 2019 da categoria. Os policiais prometem grandes mobilizações.

Segundo o Sinpol, o movimento ressurge após cerca de três anos do último acordo firmado entre o Governo do Estado e o sindicato para que a greve de 2016 fosse encerrada. "Agora é momento de, mais uma vez, demonstrarmos o tamanho da força e a união dos Policiais Civis de Pernambuco em busca de sua valorização e melhores condições de trabalho", disse Áureo Cisneiros, presidente do sindicato.

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Atualmente, tramitam 40 processos administrativos contra a diretoria do Sinpol. "Dois deles pedem a minha demissão, bem como a de Áureo, que sozinho já acumula dezesseis PAD's. Mas se queriam nos intimidar, o efeito foi justamente o contrário. Vamos lutar como nunca", afirmou o vice-presidente do Sinpol, Rafael Cavalcanti.

A categoria pede: revisão do plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos; novo enquadramento para quem está no estágio probatório; carreira única; conclusão de trabalhos para estruturar a Lei Orgânica da categoria; projeto de unificação de cargos entre agentes, escrivães e auxiliares do Instituto de Criminalística (IC) e Instituto de Medicina Legal (IML); anistia e arquivamento de processos para todos os diretores e filiados ao Sinpol em razão da atividade sindical; reserva de 50% das vagas nos concursos para delegado e perito para quem já está nos quadros da Polícia Civil; e convocação de aprovados no concurso de 2016.

Com informações da assessoria

Em uma assembleia realizada na manhã desta quinta-feira (22), o Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Pernambuco (Sintepe) decidiu não paralisar as atividades de professores e outros profissionais de Educação. O estado de greve, no entanto, está mantido até a próxima rodada de negociações, que está marcada para a próxima segunda-feira (26).

De acordo com o presidente do Sintepe, Fernando Melo, ficou acordado na reunião realizada entre a categoria e o governo na quarta-feira (21), que a articulação das negociações seguirá até o mês de junho, porém com o projeto de lei que define o reajuste salarial já aprovado até o mês de abril. 

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Também foi decidido que, em caso de parcelamento do repasse do reajuste, o valor terá sido completamente integrado ao salário até o mês de dezembro, sem deixar pendências para o próximo ano.

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A ocupação da Câmara Municipal do Recife, pelos servidores municipais, continua nesta quinta-feira (10). Os manifestantes estão acampados no local recebendo novos grupos, totalizando cerca de 50 pessoas no movimento. 

De acordo com o Sindicato dos Servidores Municipais do Recife (Sindsepre), o grupo continua sem previsão de saída até que seja recebido pelo prefeito Geraldo Julio, que ainda não se pronunciou. Os servidores do Recife estão protestando pela campanha salarial, sobre a qual eles consideram que há um descaso por parte da prefeitura. 

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Na tarde desta quinta-feira (29), os rodoviários vão se reunir em assembleia a fim de discutir os passos da campanha salarial 2017/2018. Isto acontecerá após mais uma rodada de negociações com a patronal frustrada que aconteceu na última quarta-feira (28). Conforme o Sindicato da categoria, as empresas não apresentaram qualquer proposta aos trabalhadores. O encontro acontecerá na sede da entidade, no bairro de Santo Amaro, área central do Recife, e contará com duas chamadas, sendo a primeira às 15h e a segunda às 16h.

“Fizemos a última negociação com a patronal e agora temos que nos reunir com a categoria para decidirmos os rumos. Na assembleia iremos discutir a possibilidade de greve pela campanha salarial”, informou Benilson Custódio, presidente do Sindicato dos Rodoviários. Ele descartou ter em pauta a decisão sobre a adesão à Greve Geral – da sexta-feira (30) – na ocasião. 

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Ainda, segundo ele, a patronal manteve a sua proposta desde o início. Já os trabalhadores tentaram flexibilizar as porcentagens de aumento pedidas, mas não foi alcançado um acordo. “Chegamos a pedir 7% de aumento salarial, mas eles ofereceram somente 4%. No Ticket, pedimos 20%, mas eles só ofereceram pouco mais de 11%. No plano de saúde, sugerimos que as empresas pagassem 30% do valor, mas eles não aceitaram”, declarou.

Sindicato de Professores do Estado de Pernambuco (Sinpro-PE) realizou uma assemblia na última sexta-feira (17) na qual foi aprovada a pauta reivindicatória de 2017 e será enviada ao Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino de Pernambuco (Sinepe). 

A pauta prevê a unificação dos pisos I e II no valor de R$ 15; Reajuste de 10% para quem ganha acima do piso; Vale alimentação no valor de 20 Reais para os professores que dobram de turno na mesma instituição de ensino ; Disponibilidade de equipamentos de amplificação de voz para os professores que lecionam em turmas com mais de 30 alunos; Assessoria técnica especializada para atendimento às crianças com necessidades educacionais especiais e a manutenção de todas as conquistas da atual Convenção Coletiva de Trabalho. 

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De acordo com o presidente do Sinpro, Helminton Beserra, “Esta não será uma campanha nada fácil, as negociações são pesadas e é preciso resistir. Nesse sentido a participação da categoria é fundamental para que não haja retrocessos nas nossas conquistas”. Agora, o sindicato espera por uma contraproposta para iniciar as negociações.

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (SINTEPE) convocou uma assembleia geral na manhã desta quarta-feira (22), no Teatro da Boa Vista, para discutir a realização de greve, campanhas salariais e uma pauta de mobilizações e atividades para o mês de março de 2017. 

Greve Geral Nacional 

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A greve que pode ser deflagrada em Pernambuco é parte de uma mobilização por greve geral de professores de todo o país. Na manhã da última terça-feira (21) o Sindicato Municipal dos Profissionais de Ensino da Rede Oficial do Recife (Simpere) se reuniu em assembleia e decidiu que haverá paralização no dia 15 de março, além de deliberações sobre apoio à greve nacional.

Insatisfeitos, os delegados do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) decidiram que não vão mais realizar plantões extras. O Programa Jornada Extra de Segurança (PJES) não é obrigatório, mas é rotineiramente utilizado para compensar o número insuficiente de delegados.

Os delegados de Pernambuco haviam agendado uma assembleia geral para a próxima terça-feira (24), mas ela foi cancelada. “A categoria se reuniu na última sexta-feira (21) com a SAD [Secretaria de Administração] e foi um encontro positivo. Não houve nada definido, eles não apresentaram proposta, mas conseguimos falar com o governo. Antes, a gente não conseguia nem isso”, aponta o delegado Francisco Rodrigues, presidente da Associação dos Delegados de Polícia de Pernambuco (Adeppe). 

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Uma nova rodada de negociações foi agendada para o dia 1º de novembro. “A categoria dos delegados ao longo dos últimos dez anos foi a mais preterida. Recebemos um aumento menor do que o da Polícia Militar e dos próprios agentes da Polícia Civil. Nós somos a pior remuneração do Brasil”, continua Rodrigues. Os delegados também cobram melhores condições estruturais.

Além do DHPP, a Adeppe diz que a não realização de plantões extras também está ocorrendo no Departamento de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Depatri) e na Central de Plantões da Capital. 

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Os bancários de Pernambuco se reúnem em assembleia geral na noite desta quinta-feira (1°). Na ocasião, eles podem deflagrar greve por tempo indeterminado. O indicativo de paralisação nacional é para o dia 6 de setembro.

O Sindicato dos Bancários de Pernambuco explica que apresentou proposta de reajuste aos banqueiros. Entretanto, ainda conforme a entidade, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) propôs correção de apenas 6,5% e abono de R$ 3 mil, cujo montante não atinge a inflação de 9,5%.

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A pauta de reivindicações também inclui a elevação no número de demissões na categoria e a ausência de perspectiva de novas contratações. De acordo com o Sindicato, as condições das agências inspecionadas também evidenciaram a necessidade de avanços nas negociações no que se refere à qualidade do atendimento aos clientes.

Nas últimas semanas a entidade realizou visitas às agências bancárias públicas e privadas do Estado para divulgar a "Campanha Nacional 2016- Só a Lute Te Garante".

Com informações da assessoria

A 1ª rodada de negociações entre rodoviários e empresas de ônibus sobre a campanha salarial 2016/2017 não começou de forma muito positiva para a categoria. Durante o encontro, ocorrido na Delegacia Regional do Trabalho, a classe patronal ofereceu um reajuste linear do salário e auxílio alimentação de 8%, proposta que foi rechaçada.

O Sindicato dos Rodoviários começou a negociação pedindo 14,42% de correção salarial e 45% de alimentação. “Não tem como começar desse jeito. Ofereceram uma proposta abaixo da inflação”, disse o presidente do sindicato, Benilson Custódio. O valor de 14,42% é o mesmo sofrido pelas tarifas de ônibus da Região Metropolitana do Recife (RMR) no início deste ano.

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Ainda de acordo com Benilson Custódio, os alimentos estão sofrendo reajustes expressivos e um aumento de 8% no auxílio alimentação é inconcebível. “Em negociações no ano passado, tivemos um aumento de 27% na alimentação”, ele lembra. O tal reajuste de 27% acabou não se concretizando porque a proposta foi rejeitada em assembleia e os rodoviários terminaram com reajuste linear de 9% após dissídio. 

As negociações ainda vão tratar de plano de saúde, custeio da renovação da carteira de trabalho e instalação de ponto eletrônico. A 2ª rodada de negociação acontece na próxima quinta-feira (7).

O Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil e Pesada (Marreta) reivindica reajuste salarial de 20%, adicional de hora extra de 100%, não ampliação de jornada de trabalho para os sábados, vale alimentação no valor de R$ 200, e melhorias no café da manhã e almoço dos operários.

Por outro lado, conforme o Marreta, a proposta do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Pernambuco (Sinduscon–PE) é prorrogar os termos da convenção coletiva de trabalho atual, mudar a data-base da categoria para o dia 1º de abril (atualmente é 1º de outubro), e assim adiar a pauta de reivindicações para que seja discutida apenas em março de 2016.

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De acordo com a presidente do Marreta, Dulcilene Morais, a situação de emprego na construção civil em Pernambuco segue estável. “Os trabalhadores estão em revezamento de obras dentro das próprias empresas, além do Governo do Estado que prometeu investimentos nas obras paradas”, explicou, justificando a proposta de reajuste salarial exigida pelos trabalhadores.

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