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O secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo, que teve resultado positivo para o novo coronavírus na última terça-feira (19), gravou um vídeo na manhã desta quarta-feira (20) para atualizar seu estado de saúde. Longo informou estar com sintomas leves e cumprindo o isolamento social em sua residência no Recife, seguindo indicação da equipe médica.

Mais uma vez, o secretário destacou que, caso a quarentena seja cumprida com sucesso, o estado poderá retornar à normalidade no mês de junho. "Nós precisamos cumprir esta quarentena nesses próximos dias para que a gente tenha sucesso, com a redução do número de casos, com a redução do número de óbitos no nosso estado já no mês de junho. Essa é nossa expectativa para que a gente possa planejar o retorno à normalidade no decorrer desse mês de junho", disse.

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Ao longo do dia, Longo vai se reunir por videoconferência com a equipe da secretaria e com o Gabinete de Combate à Covid-19 para monitorar a situação da doença no estado. Ele informou ter entrado em contato com o governador Paulo Câmara, "que também se encontra em isolamento domiciliar e passa bem", completou.

Além de Paulo Câmara e do secretário de Saúde, a Covid-19 também foi confirmada no chefe de gabinete do governador, Milton Coelho. Ele não apresenta sintomas da doença.

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De casa, Longo seguirá comandando a pasta. (Rafael Bandeira/LeiaJá Imagens)

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O secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo, de 48 anos, e o chefe de gabinete do governador, Milton Coelho, de 55 anos, testaram positivo para a Covid-19. De acordo com nota divulgada pelo Governo de Pernambuco, nesta terça (19), os dois se submeterem aos exames depois que o governador Paulo Câmara anunciou que estava acometido pela doença, na última segunda. Longo apresenta sintomas leves, enquanto Coelho está assintomático.

Ambos estão em isolamento domiciliar e seguem comandando suas pastas de forma remota. Nesta terça, o governador Paulo Câmara utilizou suas redes sociais para tornar público seu exame. De casa, ele segue em contato com os secretários e monitando a Operação Quarentena, que vai até o dia 31 de maio, nos municípios de Olinda, Recife, Camaragibe, São Lourenço da Mata e Jaboatão dos Guararapes.

O administrador de empresas Francisco de Assis Figueiredo foi demitido nesta quarta-feira, 13, do cargo de Secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde. O ato publicado no Diário Oficial da União (DOU) foi assinado pelo ministro da Casa Civil, Braga Netto.

Como parte da negociação do governo Jair Bolsonaro com partidos do Centrão, o posto deve ser ocupado por um nome indicado pelo PL, sigla comandada pelo ex-deputado Valdemar Costa Neto, condenado no mensalão.

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Sob pressão de aliados e após sofrer sucessivas derrotas políticas, o presidente Jair Bolsonaro começou a distribuir cargos aos partidos do bloco informal formado por, além do PL, o Progressistas (antigo PP), Republicanos, PTB, Solidariedade, DEM e PSD em troca de votos no Congresso, ressuscitando a velha prática do "toma lá, dá cá".

Figueiredo atuava no ministério desde 2016. Ele foi indicado ao cargo pelo Progressistas durante a gestão do ex-ministro Ricardo Barros (Progressistas-PR). A demissão já era esperada desde a chegada de Nelson Teich ao cargo de ministro da Saúde.

O PL chegou a negociar nomes para ocupar a Secretaria de Vigilância em Saúde, pasta estratégica para formular ações sobre o avanço da covid-19 no Brasil, como orientações de distanciamento social.

A Secretaria de Atenção Especializada, no entanto, é mais atrativa, e virou novo alvo do partido. A secretaria autoriza o custeio (habilitação) de leitos de UTI em todo o País, também certifica entidades que fazem serviços complementares ao SUS, entre outros serviços.

Até agora, a pasta autorizou o custeio, com verba federal, de 3.352 leitos de UTI exclusivos para a infectados pelo vírus, em todos os Estados, durante 3 meses. Cada espaço recebe diária de cerca de R$ 1.600, totalizando R$ 484,6 milhões de recursos transferidos para bancar as internações durante a crise.

O ministro Teich chegou a convidar Mauro Junqueira para ocupar a secretaria. Ele é ex-presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). A negociação se encerrou quando o PL pediu o cargo.

Para gestores do SUS, Teich é "tutelado" pelo Planalto e pela ala militar. E terá dificuldades para montar a própria equipe, pois além do PL, o PP já demonstrou interesse em cargos do ministério.

Equipe

A composição da equipe de Teich irá refletir acordos do governo Bolsonaro para costurar apoio tanto da ala militar como de partidos do Centrão no Congresso, avaliam integrantes do governo Bolsonaro e gestores do SUS.

Teich tem sido acompanhado em reuniões pelo secretário-executivo da pasta, o general Eduardo Pazuello, apontado em tom irônico por secretários de Estados e municípios como verdadeiro chefe da Saúde. Além de Pazuello, mais de uma dezena de militares já ganharam ou devem receber cargos na secretaria-executiva.

Gestores do SUS que participaram recentemente de reuniões com o ministro afirmaram ao Estado que Teich parece "perdido", sem dar uma diretriz sobre o que pretende fazer no ministério. Nesta semana, ele foi informado pela imprensa sobre decisão de Bolsonaro em ampliar o rol de atividades essenciais durante a pandemia.

O ministro fez poucas nomeações "na sua cota". Um de seus indicados é o médico e biofísico Antonio Carlos Campos de Carvalho, que assumiu a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde. Alguns técnicos de dentro do ministério têm sido promovidos a chefes substitutos. A ideia de Teich é nomeá-los definitivamente, o que ainda depende de aval do Planalto.

O presidente americano, Donald Trump, refutou informações segundo as quais ele estaria pensando em demitir seu secretário da Saúde, Alex Azar, enquanto crescem as críticas à resposta dos Estados Unidos à pandemia do novo coronavírus.

Trump, que corre o risco de perder apoio popular antes das eleições presidenciais de novembro, devido ao crescente número de mortos pela Covid-19, criticou matérias publicadas pela CNN e outros veículos.

"Informações de que o secretário de Saúde e Serviços Humanos Alex Azar será 'demitido' por mim são 'Fake News'", escreveu Trump no Twitter.

"Eles estão desesperados para criar uma percepção de caos e destruição na mente do público", prosseguiu.

Trump voltou a atacar a emissora Fox News, contra a qual se volta quando seu conteúdo, normalmente simpático ao presidente, lhe faz críticas.

"Nenhum respeito pelas pessoas que dirigem a @FoxNews. Mas a Fox continua insistindo para tentar ser politicamente correta", afirmou.

"As pessoas que assistem à @FoxNews estão furiosas. Querem uma alternativa agora. Então, façam isso!", acrescentou.

Paralelamente, Trump ameaçou acionar judicialmente a imprensa pela cobertura que faz sobre ele e pediu ao "Nobre Comitê" que anule os prêmios - em uma suposta alusão ao comitê encarregado de atribuir o Prêmio Nobel, que não tem nenhuma categoria que contemple o jornalismo.

Trump parece ter suspendido seus 'briefings' diários televisionados sobre o vírus depois de sugerir que os pacientes poderiam injetar desinfetante para tratar a infecção por Covid-19.

As declarações geraram comoção e o presidente disse depois que seus comentários foram feitos de "forma sarcástica". Mais de 54.000 americanos morreram com o novo coronavírus.

O secretário de Saúde da Bahia e cardiologista Fábio Villas-Boas usou o Twitter, nesse domingo (19), para sugerir que as pessoas que defendem o fim do isolamento social assinem um termo de renúncia ao uso de leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) caso sejam infectados pelo novo coronavírus e tenham sintomas graves. 

“Em meio à fase mais crítica da pandemia na BA, será que essas pessoas que pregam o relaxamento do distanciamento social aceitam assinar um termo renunciando o acesso a leitos de UTI e ventilação mecânica para si, para seus pais e seus filhos???”, indagou em publicação.

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A sugestão do secretário surgiu após o país ver, em diversas capitais - como em Brasília e no Recife, atos pedindo a reabertura do comércio não essencial e o fim do isolamento - práticas adotadas em todos os Estados visando um freio na proliferação do novo coronavírus.

Na Bahia, por exemplo, já há - segundo o último boletim - 1.249 casos confirmados de Covid-19 e 45 óbitos. Ainda no microblog, o secretário de Saúde respondeu um questionamento sobre a ocupação dos leitos no Estado. "Ainda é pequena. Mas a partir de agora, no ritmo de crescimento de 10% ao dia, ao longo das próximas semanas começarão a ser preenchidos rapidamente. A não ser que consigamos reduzir a velocidade", afirmou, defendendo como meio de redução o isolamento social.

Na tarde desta sexta-feira (17) o Secretário Estadual de Saúde, André Longo, responsável pela Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE), desejou ao novo ministro da Saúde, Nelson Teich, luz e resiliência para “aguentar o chefe”, referindo-se ao presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (sem partido). Durante a coletiva de imprensa do Governo do Estado sobre a Covid-19, na qual aparece ao lado do secretário de Saúde do Recife, Jailson Correa, Longo explicou a importância de manter e ampliar as medidas de isolamento social no enfrentamento à pandemia e criticou a postura do presidente.

“A gente lamenta muito que continue esse descaminho, essa mensagem dúbia do governo federal sobre a necessidade do isolamento. Ao novo ministro da Saúde a gente deseja muita luz, muita resiliência para aguentar o chefe. (...) Precisamos manter o isolamento social. em algum momento poderá ter a necessidade de ser ampliado. É preciso ter cautela. A gente espera que o ministro possa ser iluminado para trazer informações uníssonas para a sociedade e encontrar o caminho para a normalidade possível mas passando pela dificuldade”, declarou o secretário.

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Até esta sexta-feira (17), Pernambuco já registrou 2006 casos da doença e 186 mortes. Desse total, 323 registros de Covid-19 foram oficializados apenas nas últimas 24 horas. Segundo o secretário, o aumento se deve a uma ampliação da testagem.

Manutenção do isolamento

André Longo destacou ainda que Pernambuco irá manter as medidas de isolamento no mínimo pelo restante do mês de maio, conforme decreto assinado nesta sexta (17) pelo Governador do Estado, Paulo Câmara (PSB). “Não há como haver uma recomendação sanitária diferente disso. Estamos em franca aceleração de casos e de óbitos. É preciso manter até que a gente supere essa fase. A curva será mais ou menos íngreme a depender do nosso comportamento. A fase de ápice e platô dependerá do nosso comportamento, com número de casos e óbitos expressivo a depender do nosso comportamento e da capacidade de leitos. Depois vamos chegar ao controle da epidemia. Na atual situação estamos no início da aceleração epidêmica. Poderá demorar de 45 a 60 dias, dependerá das medidas não farmacológicas”, afirmou ele.

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Após o governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel (PSC) e o secretário da Defesa Civil Roberto Robadey terem sido confirmados com o novo coronavírus, mais um gestor do governo carioca testou positivo para a Covid-19. Na noite dessa quarta-feira (15), foi informado que o secretário de Saúde Edmar Santos também contraiu a doença.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, Edmar confirmou a infecção, tranquilizou seus seguidores e garante que vai continuar no comando da pasta. "Eu passo muito bem. Não tive febre, não estou com tosse, com falta de ar. Não tem nenhum sinal de gravidade da doença [...] seguirei aqui de casa, no isolamento domiciliar, mas trabalhando de frente em toda sequência de preparação e enfrentamento dessa pandemia", garantiu.

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A assessoria do governo já havia informado que "todos os secretários de Estado e assessores próximos ao governador já fizeram ou farão o teste para detecção da Covid-19".

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O secretário de Saúde do Distrito Federal, Osnei Okumoto, pediu exoneração do cargo nesta segunda-feira (16) no momento em que os casos do novo coronavírus avançam no País. A dispensa de Okumoto, "a pedido", foi publicada em edição extra do Diário Oficial local de ontem. Para o lugar dele foi nomeado Francisco Araújo Filho, que hoje preside o Instituto de Gestão Estratégica da Saúde. Araújo vai acumular as duas funções.

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, exonerou também Fabiana Loureiro Binda do Vale do cargo de diretora do Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), unidade de referência para atendimento e tratamento de coronavírus na capital federal. Ela havia assumido o cargo há apenas cinco dias. Até a publicação desta matéria, não havia sido anunciado o nome para substituí-la.

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De acordo com a última atualização do Ministério da Saúde, há em todo o Brasil 234 casos confirmados para a doença e 2.064 pacientes suspeitos. Pela plataforma federal, o DF registra 13 casos confirmados. Mas, segundo a Secretaria de Saúde local, já são 19 pacientes confirmados com a doença. São Paulo é o Estado com o maior número de infectados (152) e registrou nesta terça-feira a primeira morte decorrente da covid-19.

O secretário de Estado Mike Pompeo visitou nesta quinta-feira (20) as tropas americanas estacionadas na Arábia Saudita, depois de se encontrar com o rei Salman no segundo dia de uma visita concentrada no Irã.

Os Estados Unidos enviaram reforços militares para o Oriente Médio e, em particular, à Arábia Saudita, na base aérea Prince Sultan, cerca de 80 quilômetros ao sul da capital saudita, depois de uma série de ataques no Golfo imputados ao Irã por Washington e Riade.

"A visita de Pompeo destaca a relação de longa data entre a Arábia Saudita e os Estados Unidos em matéria de segurança e reafirma a determinação da América de permanecer ao lado da Arábia Saudita diante do comportamento pernicioso do Irã", disse o Departamento de Estado americano em um comunicado.

"Em resposta aos ataques e à demanda da Arábia Saudita, os Estados Unidos implantaram um sistema de defesa antimísseis e um sistema de combate como parte de uma missão de dissuasão defensiva para proteger (o reino) de qualquer ataque futuro", de acordo com o texto.

A visita de três dias de Pompeo à Arábia Saudita, o maior aliado dos Estados Unidos na região, ocorre mais de um mês depois de um pico de tensão entre Washington e Teerã após o assassinato do poderoso general iraniano Qassem Soleimani em um ataque americano em Bagdá em 3 de janeiro.

As tensões aumentaram depois dos ataques iranianos a duas bases utilizadas pelos soldados americanos no Iraque, causando medo nos países do Golfo de represálias iranianas por causa da presença de tropas americanas em seu solo.

A crise entre os Estados Unidos e o Irã, agravada pela retirada unilateral de Washington em maio de 2018 do acordo nuclear internacional iraniano de 2015, já havia atingido um pico no ano passado, depois dos ataques a petroleiros e a infraestruturas de petróleo no Golfo e na Arábia Saudita atribuídos a Teerã por Washington e Riade. O Irã negou qualquer envolvimento.

Na Arábia Saudita, Mike Pompeo também deve encontrar o príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman, líder de fato do país, e o ministro da Defesa, príncipe Khaled bin Salman.

Pompeo disse que deseja discutir questões econômicas, mas também questões de direitos humanos na Arábia Saudita, um país criticado pela repressão contra ativistas e opositores.

Em meio à repercussão do discurso nazista do, agora ex-secretário especial da cultura, Roberto Alvim, a conta oficial do PSDB relembrou uma entrevista de 1994 em que o ex-presidente Lula (PT) afirmou que admirava o líder nazista Adolf Hitler. Na época, o petista disse à revista Playboy que "mesmo errado", Hitler tinha aquilo que ele admirava em um homem: "O fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer". 

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O PSDB lembrou dessa declaração e ainda afirmou que "a admiração pelo nazismo não é exclusividade de alguns da cúpula desse governo", em referência ao governo de Jair Bolsonaro (sem partido). A declaração de Lula, que na época tentava ser o presidente do Brasil, preocupou o comando da campanha presidencial do PT. Quando questionado pela Folha de São Paulo em 1994, o petista disse que desconhecia a entrevista. 

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O vídeo de Roberto Alvim simulando o discurso de Joseph Goebbels - que era ministro de propaganda da Alemanha nazista - está repercutindo na imprensa do mundo todo. O The New York Times classificou a reação popular ao vídeo como o mais recente caso de "debate mais amplo sobre a liberdade de expressão e cultural na era Bolsonaro".

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Até na Alemanha, onde o Nazismo foi disseminado, o caso também foi noticiado. A revista Der Spiegel afirmou se opor a qualquer tentativa de "banalizar ou mesmo glorificar o tempo do nazismo. 

Já que Alvim, até ser demitido pelo presidente Jair Bolsonaro, era o secretário de cultura, o jornal britânico The Guardian o descreveu como um aliado do governo Bolsonaro na "guerra cultural". O jornal também mencionou o silêncio do presidente Bolsonaro nas redes sociais, meio que é muito ativo quando quer se posicionar sobre algo. 

Em 2013, um dos suspeitos do ataque à produtora do canal de humor Porta dos Fundos, identificado pela polícia carioca como Eduardo Fauzi Richard Cerquise, agrediu o então secretário de Ordem Pública do Rio de Janeiro, durante a fiscalização de um estacionamento irregular na zona portuária do município. Eduardo é presidente da Associação dos Guardadores de Carro São Miguel e, desde 2001, é filiado ao PSL.

O secretário Alex Costa concedia entrevista quando foi surpreendido com um soco no rosto acompanhado da acusação: "é mentira". Antes, Eduardo Fauzi tentou impedir a ação da Prefeitura e empurrou guardas municipais. Ele chegou a ser preso e responder ao processo em liberdade por lesão corporal, ameaça e desacato. Contudo, não foi punido devido a prescrição dos crimes.

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A Polícia Civil identifica 15 anotações criminais em sua ficha, dentre elas uma agressão configurada na Lei Maria da Penha. Ele ainda é procurado pelas autoridades por arremessar coquitéis molotov na sede da produtora.

Reveja o caso

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Depois de o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles insinuar que o Greenpeace estaria por trás do vazamento de óleo que afeta o Nordeste do país, o secretário do turismo de Pernambuco Rodrigo Novaes afirma que "acusar o Greenpeace é como acusar o Papa de ser traficante internacional". Para ele, a entidade é a mais respeitada da proteção do meio ambiente e foi acusada de "forma leviana" pelo ministro.

Novaes deu essa declaração no final da coletiva de imprensa que aconteceu na tarde desta sexta-feira (25), na Capitania dos Portos de Pernambuco, no bairro do Recife Antigo, com a presença do ministro do Turismo Marcelo Álvaro Antônio - que estava no Estado para observar os possíveis impactos das manchas de óleo nas praias no turismo local.

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Entenda

Por meio do seu twitter, Ricardo Salles afirmou: "Tem umas coincidências na vida né.... Parece que o navio do #greenpixe estava justamente navegando em águas internacionais, em frente ao litoral brasileiro bem na época do derramamento do óleo venezuelano...." Junto a declaração, Salles colocou uma foto do navio do Greenpeace, que é utilizado pela organização em ações de protesto contra crimes ambientais. 

Em resposta, o coordenador de políticas públicas do Greenpeace, Marcio Astrini, disse que a área jurídica da organização já foi mobilizada e que Ricardo Salles será interpelado judicialmente. "Iremos à Justiça contra as falsas declarações feitas pelo ministro", disse Astrini. "A decisão está tomada. Agora, será analisada por nossa área jurídica".

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O secretário de meio ambiente do governo de Pernambuco, José Bertotti, classificou o Governo Federal como “absolutamente lento” nas ações para conter e investigar o petróleo na costa do Nordeste. Na manhã desta sexta-feira (18), o secretário confirmou fragmentos de manchas de óleo na Praia dos Carneiros, em Tamandaré, no Litoral Sul do estado. Na quinta-feira (17), uma força-tarefa coletou 1,2 mil litro de óleo em Alagoas, na divisa com o município pernambucano de São José da Coroa Grande.

“O governo federal foi absolutamente lento. Quando a gente fez o primeiro contato com o Ibama aqui em Pernambuco no dia 1º de setembro, a primeira tese era de uma mancha órfã”. Considerando a resposta insuficiente, o governo procurou a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). “No dia 1º de outubro ainda não tinha uma equipe organizada para identificação da fonte de vazamento”, critica o secretário.

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Ele acrescenta: “O governo federal ficou fazendo algumas ilações sobre de onde veio, de onde podia vir, mas não colocou a Polícia Federal para trabalhar”. O secretário destaca que foram as agências ambientais do Nordeste que se reuniram no dia 1º de outubro e decidiram acionar a Polícia Federal. “Só no dia 7 de outubro que o presidente da República criou uma portaria. Já fazia 38 dias que o óleo tinha tocado a praia em João Pessoa”.

Bertotti também chama a atenção para a ausência da convocação de universidades e institutos de pesquisa na portaria. “São aqueles que podem dar uma notícia mais abalizada, com informações de satélites, movimentação de maré e correntes marítimas.”. Nesta manhã, o secretário realiza novo voo de helicóptero no Litoral Sul de Pernambuco.

Pernambuco tem priorizado o fechamento dos estuários do Litoral Sul. As barreiras de contenção foram entregues à Marinha pela Petrobras, mas são consideradas insuficientes pelo governo estadual. Na quinta-feira (17), Pernambuco requisitou por ofício que o Ministério do Meio Ambiente disponibilize mais material “para que a gente não tenha o problema de ter condições de trabalho e não ter equipamento”, explica o secretário.

O petróleo tocou a costa do Nordeste no dia 30 de agosto. Segundo o último relatório do Ibama, da quinta-feira, 77 municípios de nove estados foram afetados. Foram identificados 29 animais afetados, sendo duas aves com óbito, uma ave viva, 11 tartarugas marinhas vivas e 15 tartarugas marinhas com óbito. Houve a captura preventiva de 486 filhotes de tartarugas marinhas.

Uma semana após a nomeação oficial, o presidente Jair Bolsonaro decidiu demitir o secretário de Imprensa da Presidência da República, o jornalista Paulo Fona. Escolhido pelo secretário especial de comunicação, Fabio Wajmgarten, Fona foi secretário de Comunicação dos governos de Rodrigo Rollemberg (PSB), no Distrito Federal, e de Yeda Crusius (PSDB), no Rio Grande do Sul. Também trabalhou na liderança do PSB na Câmara.

Em nota, Fona disse que foi pego de surpresa pela decisão de Bolsonaro exonerá-lo. Apesar de a nomeação ter sido formalizada no dia 7 de agosto, Fona já vinha trabalhando informalmente no palácio há algumas semanas.

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"A decisão da minha exoneração pelo Presidente da República me pegou de surpresa. Fui convidado para assumir a Secretaria de Imprensa, alertei-os de meu histórico e minha postura profissional e a intenção de ajudar na melhoria do relacionamento com a mídia em geral. O desafio era imenso, sempre soube, mas esperava maior profissionalismo, o que não encontrei. Em todos os governos que passei de diferentes partidos - MDB, PSDB e PSB - sempre trabalhei com o objetivo de tornar a Comunicação mais ágil, eficiente e transparente e leal às propostas da gestão" diz o texto.

Desde o início do ano o governo tem dificuldade em preencher a vaga de secretário de Imprensa e outros três nomes já foram exonerados do cargo, Alexandre Lara, Fernando Diniz e Fernando Guedes. A ideia é que o secretário acompanhe as viagens presidenciais e ajude no relacionamento com jornalistas.

"Construí minha carreira profissional com meus próprios méritos e defeitos. Obrigado a todos os jornalistas que me acolheram de maneira calorosa e esperançosa de que o relacionamento mudaria", disse Fona em outro trecho.

Segundo interlocutores, Bolsonaro avaliou que Fona não tinha o "perfil" esperado por ter trabalhado com políticos considerados de esquerda. O presidente tem repetido para ministros que eles têm liberdade para nomear, mas que se os indicados não estiverem dentro do perfil ele vai exonerar.

A demissão também ocorre em meio a uma reformulação no Planalto. O porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, não ficará mais subordinado à Secom.

O novo primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, nomeou seu irmão para um cargo no governo. Jo Johnson, de 47 anos, assumiu nesta terça-feira, 30, o cargo de secretário de Estado da Economia, Energia e Indústria durante o mandato de seu irmão mais velho. A decisão de nomear o irmão foi criticada por jornais britânicos e também por parlamentares de oposição.

Não é a primeira passagem de Jo Johnson por gabinetes ministeriais. Em 2013, ele foi nomeado para o cargo de Secretário das Universidades e Ciência pelo ex-premiê David Cameron, e em 2018, na gestão Theresa May, foi Secretário dos Transportes.

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Apesar da experiência, Jo Johnson foi criticado por ter mudado de ideia diversas vezes sobre o Brexit ao longo dos últimos três anos. Primeiro, ele foi contrário à saída do Reino Unido da União Europeia. Depois, em 2018, se posicionou contra uma saída dura, sem acordo, da UE. Agora, ele se juntou ao gabinete de ministros do irmão - que já declarou ser favorável a uma saída sem acordo do Reino Unido.

Além de nomear o próprio irmão como ministro, Boris Johnson exonerou 11 membros do governo anterior. Suas vagas foram preenchidas por políticos conservadores e "eurocéticos" - que não confiam na União Europeia.

Os jornais ingleses repercutiram negativamente as escolhas de Johnson. O The Times afirmou que as mudanças são "o mais brutal purgatório do governo na história política moderna". Enquanto isso, o Daily Telegraph chamou a reformulação do governo de "massacre político". Por fim, o The Guardian disse que as mudanças simbolizam uma "limpeza histórica".

O Financial Times considera que Boris Johnson "rasgou" o executivo anterior e colocou no seu lugar uma formação "hardcore" de 'brexiteers', o nome dado aos defensores da saída do Reino Unido da União Europeia (UE).

A Polícia Civil de Pernambuco deflagrou, nesta terça-feira (28), a operação Convescote que investiga crimes de fraudes em licitação e corrupção na prefeitura de Paulista, na Região Metropolitana do Recife (RMR). Na ação, foram presos dois empresários e a Justiça determinou o afastamento do secretário municipal de Políticas Sociais, Juventude e Esportes, José Augusto Costa.

Eles são investigados por irregularidades em contratos que somam R$ 600 mil na compra de alimentos destinados para locais de acolhimento de idosos e dependentes químicos.

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Os empresários presos são Norberto Pessoa Brito e Aluísio Mendes de Araújo. As prisões foram autorizadas pela Vara Criminal da Comarca de Paulista. E além do secretário, outras quatro pessoas que não tiveram os nomes divulgados também foram afastadas das atividades municipais.

No total, foram autorizadas duas prisões, cinco afastamentos e 15 mandados de busca e apreensão. A investigação conduzida pelo Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Draco) começou em janeiro de 2019, com objetivo de prender integrantes de uma organização criminosa, voltada para a prática dos crimes de fraudes em licitações, falsidade ideológica, corrupção passiva, corrupção ativa e associação criminosa.

Durante os mandados de busca e apreensão, a polícia encontrou na casa do pregoeiro, que é a pessoa responsável pelas licitações - e não teve a identidade divulgada, R$ 230 mil em espécie. Ele é um dos afastados da administração municipal. “É um indivíduo que tinha muito poder e hoje ele vai ter que explicar a origem do dinheiro”, disse o delegado Jean Rockfeller, que é diretor de Polícia Especializada. Também foram apreendidos cinco carros durante a operação.

Indagado se o prefeito de Paulista, Júnior Matuto (PSB), tinha envolvimento nos crimes, o delegado disse que não tinha essa informação ainda. Procurada pelo LeiaJá, a prefeitura disse que até o fim da manhã se posicionaria sobre a operação.

Nem Campina Grande, nem Caruaru. É com confiança que o Secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico de Petrolina, Emício Júnior, garante: “Nossa festa, hoje, é conhecida como o maior São João do Brasil”. De acordo com ele, em 2019, o ciclo junino da cidade gerará 10 mil empregos diretos e indiretos, fará circular R$ 240 milhões e será responsável pela ocupação de 100% dos leitos de que dispõe a rede hoteleira local.

“No dia 14 de junho, a gente inicia a festa, no Pátio de Eventos Ana das Carrancas, que vai até o dia 23 de junho (pulando o dia 17). Então temos nove dias de festa, recebendo artistas de renome nacional e também artistas regionais, que trazem o autêntico forró pé-de-serra”, comenta Emício. Ele destaca a contratação de artistas como Ivete Sangalo, Alok, Wesley Safadão, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Maciel Melo, Gustavo Lima e a dupla sertaneja Henrique e Juliano.

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De acordo com o secretário, o pátio de eventos da cidade tem capacidade para receber até 80 mil pessoas e deverá ter média de público diária de 60 mil pessoas. “Essa festa é muito bonita e a mais importante do ano para o município. Então estamos muito satisfeitos”, comemora. Confira a programação completa do São João de Petrolina.

O secretário Marcelo Bruto, da pasta de Desenvolvimento Urbano e Habitação, diz que tem andado nos ônibus da Região Metropolitana do Recife (RMR). Bruto é também presidente do Conselho Superior de Transporte Metropolitano (CSTM), que aprovou, na quinta-feira (28), um aumento de 7,07% no valor da tarifa de ônibus.

“Eu corri o Norte-Sul e corri o Leste-Oeste”, disse o secretário, se referindo aos corredores do Bus Rapid Transit (BRT). “Eu fui em uma sexta-feira de manhã e tenho ido com alguma periodicidade nos sábados pela manhã. Sei que não são horários de picos, mas aí é a dificuldade de agenda minha mesmo”, complementa. O secretário destacou que tem observado as estações e parado nos terminais.

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Bruto afirmou também que tem ido sozinho e utilizado o próprio Vale Eletrônico Metropolitano (VEM). “A gente tem conversado com alguns conselheiros para fazer visita em horários de pico mesmo e nas linhas em que há mais reclamação”.

Durante a coletiva de imprensa após a aprovação do aumento na reunião do CSTM, Marcelo foi questionado sobre o impacto do aumento para os usuários do sistema. Ele respondeu: “Posso dizer que o Governo do Estado tem feito um esforço muito grande para que a tarifa do sistema de transporte coletivo da Região Metropolitana do Recife (RMR) seja uma das menores do Brasil. O sistema tem custo e a melhor solução para melhorar a qualidade do sistema não é simplesmente ignorar esse fato porque o resultado disso seria, na verdade, a redução de linhas e de melhoria de serviço para a população".

Indagado sobre a qualidade do sistema, opinou: "Precisa ser aprimorado, para isso é que são feitos esses esforços de renovação de frota, as cobranças e fiscalização. A gente sabe que o serviço como um todo no Brasil e outras regiões precisa ser melhorado, mas a solução para isso não é o congelamento tarifário porque os custos continuam avançando". A tarifa será reajustada à 0h deste sábado (2). 

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, conversou sobre a crise na Venezuela e os esforços de paz no Iêmen com o secretário-geral da ONU, António Guterres, informou o porta-voz da ONU. A reunião de 35 minutos na sede da ONU em Nova York foi solicitada por Pompeo.

Os dois "discutiram a situação no Iêmen, em particular a implementação do Acordo de Estocolmo e a importância das partes em iniciar a fase 1 da retirada de Hodeida", disse o porta-voz da ONU, Stephane Dujarric. "Eles também discutiram a situação na Venezuela e na região", acrescentou ele, sem dar detalhes.

Em relação à Venezuela, o chefe da ONU pediu negociações políticas sérias para acabar com a crise entre o líder Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino, e o presidente Nicolás Maduro.

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