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Às vésperas da grande decisão da Copa Libertadores da América, ocorrida neste sábado (23), mais um ato de racismo no futebol foi registrado. Já em Lima, no Peru, um grupo de torcedores do Flamengo entoava cânticos exaltando o time, em um shopping na região de Miraflores, quando foram insultados por 'hinchas' do River Plate, que fizeram gestos em alusão a um macaco.

A massa rubro-negra vibrava no térreo do shopping Larcomar, enquanto os argentinos respondiam aos brasileiros com os insultos, em um pavimento acima. Em maior número, os flamenguistas foram até os representantes do River Plate para tirar satisfação.

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A confusão iniciou em frente à agentes da polícia peruana, que apenas observavam e até demoraram para apaziguar os ânimos dos envolvidos. Mesmo após taxar os brasileiros de macacos - caso explícito de racismo - os argentinos foram liberados pelas autoridades, o que aumentou a insatisfação dos flamenguistas.   

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Infelizmente, não é a primeira vez neste ano que parte da torcida do River utiliza o preconceito para ofender adversários brasileiros. Após a derrota em casa por 1x0 diante do Athletico Paranaense, na primeira partida da Recopa Sul-Americana, o meia-atacante Nikão revelou que foi chamado de "negro horrível" e "macaco de merda" nas redes sociais.

No entanto, o esporte é maior que a discriminação e o futebol vai além do preconceito. Também circula um vídeo que mostra o 'confronto' entre as torcidas em uma rua de Lima. Frente à frente, brasileiros e argentinos trocam músicas de arquibancada, até que em determinado momento os grupos opostos se cumprimentam e se abraçam.

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Depois que a Conmebol definiu a mudança da sede da final em jogo único da Copa Libertadores entre Flamengo e River Plate de Santiago, no Chile, para Lima, no Peru, a questão da segurança é uma das que mais ganhou importância. Nesta sexta-feira, a pouco mais de 15 dias para o duelo - será no próximo dia 23, no estádio Monumental -, a polícia peruana revelou que pedirá ajuda a colegas do Brasil e da Argentina para obter informações sobre torcedores dos dois clubes finalistas, especialmente os organizados.

O coronel Percy Tenorio, chefe da unidade de serviços especiais da Polícia e designado como gerente de segurança da final da Libertadores, afirmou que "trabalhará com a Polícia Federal da Argentina e com a do

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Brasil para que nos permita saber quem está vindo (para Lima)".

Tenorio acrescentou que, devido ao violento cenário dos torcedores organizados (barra bravas na Argentina)das duas equipes, entre as mais numerosas do continente, a polícia utilizará um maior número de agentes do que costumam usar para monitorar as partidas do futebol local. "Teremos que usar a equipe de reserva ou outras unidades administrativas para nos apoiar no serviço", disse, sem divulgar o número de agentes que pode ser empregado no dia.

A violência de torcedores não é estranha no futebol peruano. Na última quarta-feira, torcedores dos clubes locais Alianza Lima e Universitario brigaram em região periférica de Lima e o saldo foi de duas mortos e quatro feridos. Confusão entre torcidas locais são frequentes em áreas humildes que não contam com a presença policial.

Esta é a segunda vez consecutiva que a partida decisiva da Libertadores é mudada de local. A primeira foi justamente por conta da violência. No ano passado, o jogo de volta da final, entre River Plate e Boca Juniors, teve que ser jogado em Madri, na Espanha, depois que torcedores do River atacaram o ônibus em que estava a delegação do Boca na chegada ao estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires.

No lado do Flamengo, torcedores se envolveram em confusão com fanáticos do Peñarol, do Uruguai, em março passado, nas ruas da zona sul do Rio de Janeiro antes da partida entre os clubes pela fase de grupos da Libertadores. Havia promessa de retaliação em Montevidéu, três semanas depois, mas a ameaça não se concretizou.

Outra preocupação da polícia peruana é que o dia da final da Libertadores coincidirá com outros cinco eventos musicais que concentrarão um grande número de pessoas em outros estádios de Lima.

O presidente da Conmebol, o paraguaio Alejandro Domínguez, justificou na noite de terça-feira (5) a decisão da entidade de levar a final da Copa Libertadores, entre Flamengo e River Plate, no próximo dia 23, às 17h (de Brasília), de Santiago para Lima e explicou a complexidade da reunião entre as partes envolvidas.

"Houve consenso, mas não foi rápido. Vínhamos trabalhando a respeito de uma cidade havia mais de um ano e agora tivemos que encontrar a opção mais viável", declarou o dirigente em entrevista coletiva após o encontro na sede da Conmebol, em Luque, no Paraguai.

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A definição de levar o jogo para o estádio Monumental de Lima, no Peru, foi feita em encontro de mais de seis horas de duração entre representantes dos dois clubes envolvidos, da CBF, das confederações de Argentina e Chile e de Domínguez. Todos eles também estiveram presentes na entrevista coletiva.

O dirigente disse que a decisão foi tomada depois de uma conversa com a ministra de Esporte do Chile, Cecilia Pérez, e de ter analisado a crise política que passa o país "em 360 graus". "A alternativa mais viável para todos, e tendo as garantias do governo peruano, é que o jogo seja realizado em Lima", afirmou. Curiosamente, o país também viveu problemas políticos nos últimos meses.

INGRESSOS - O presidente da Conmebol anunciou que devolverá o dinheiro dos ingressos dos torcedores que haviam comprado bilhetes para ver o jogo no Chile. Eles também terão preferência caso queiram entradas para a partida no Peru. Por outro lado, o cartola paraguaio não explicou se será possível reaver o valor das passagens aéreas compradas para Santiago, mas prometeu conversar com as empresas aéreas.

O presidente da Conmebol esclareceu que a decisão foi tomada devido às trocas no governo peruano e na presidência da federação de futebol do país, mas fez questão de dizer que todos esses temas estão superados. "O problema tinha a ver com a falta de autoridades com quem levá-lo adiante e atualmente está completamente restabelecido", revelou.

Cinco vagas nos Jogos Paralímpicos de Tóquio e 19 medalhas. Esse é o saldo do tênis de mesa brasileiro nas disputas individuais dos Jogos Parapan-Americanos Lima 2019. Dos 30 integrantes da equipe brasileira, mais de 60% deles subiram ao pódio, nesta primeira parte das competições. Os torneios de equipes começam neste domingo (25).

As medalhas de ouro, o grande objetivo, já que colocam os mesatenistas nos Jogos de Tóquio. E vieram em cinco classes: SM7, com Paulo Salmin; SF4, com Joyce Oliveira; SF8-10, com Danielle Rauen; SM10, com Carlos Carbinatti e, SM8, com Luiz Filipe Manara.

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Família Manara em festa com bicampeonato

A final da classe SM 8 contra Steven Roman, da Costa Rica, foi o jogo mais difícil dos cinco que o paulista Luiz Manara fez até chegar ao bicampeonato. “Nunca tinha estado em um mesmo campeonato que ele. São saques muito eficientes e bolas com muito efeito. Consegui jogar em um nível bem alto que há bastante tempo eu não jogava “, comemora o campeão.

A vitória final por 3 sets a 1 foi acompanhada por um ginásio praticamente lotado na Vila Desportiva Nacional, em Lima.

Em muitos momentos do jogo, só se ouviam gritos e comemoração de um casal. O pai do atleta, Luiz Carlos Manara, e a mãe, Eliana Ester Manara.

“O coração está a mil. A gente acompanha o “Manara” há muito tempo. Estivemos em Toronto, quando ele ganhou dois ouros, nos Jogos do Rio, e agora aqui, em Lima. Foi uma felicidade imensa. Nós somos uma família muito unida, tenho dois filhos. Todo pessoal lá da nossa cidade está torcendo por ele”, diz a mãe, orgulhosa.

“As vitórias são sempre sofridas, no sufoco. Mas nós sabemos que ele sente muito mais tranquilo e confiante com a gente aqui por perto”, completa o pai, Luiz Carlos. “As minhas vitórias, o meu empenho e toda a minha dedicação vão ser sempre para eles; meus pais merecem demais. Talvez até mais do que eu”, agradece o bicampeão, Manara.

Depois do ponto final e da tão esperada vitória, Manara pulou as placas publicitárias e foi direto abraçar os pais, pegar uma bandeira e partir para inflamar a parte da arquibancada que ficou sensibilizada com a garra e dedicação do brasileiro. “É totalmente espontânea a festa. Quando eu ganhei em Toronto já queria muito ter ido lá, abraçar meus pais. Só que, lá naquele no momento, acabou não acontecendo. Mas, hoje, estar aqui, poder abraçar meus pais e fazer essa festa foi demais.”

A mãe do atleta destacou a união dos demais membros da seleção brasileira. “Todos que acabaram ficando pelo caminho no torneio estavam lá e fizeram parte dessa festa.”

Deficiência e apoio familiar

Devido à falta de oxigenação no cérebro durante o parto, o Luiz Felipe Manara teve com dificuldades de movimentação no lado direito do corpo.

O tênis de mesa surgiu na vida dele como forma de fisioterapia, após duas cirurgias. Depois dos Jogos do Rio de Janeiro, o garoto acabou não conseguindo se manter na Seleção Brasileira. Chegou até a pensar em parar de praticar a modalidade. Mas o apoio familiar foi mais forte.

“Eles sempre fizeram tudo por mim. Ano passado, eu decidi voltar a treinar forte e tentar a vaga na seletiva brasileira. A minha mãe e o meu pai me deram total apoio e hoje estou aqui festejando com eles”, lembrou.

Em São Paulo, em dezembro passado, durante a Seletiva, Manara precisou ser o primeiro para se garantir no Parapan. E o que o pai do garoto fez? Incentivou. “Ele tinha que ser o melhor entre todos os atletas da classe 8 no Brasil. Mas uma das coisas que a gente sempre fala para ele é que quem quer ser campeão tem que ganhar de todo mundo.”

E foi isso que ele fez em São Paulo, na Seletiva, e agora, em Lima. O ouro nos Jogos Parapan-americanos colocou o Luiz Manara na segunda Paralimpíada. E fez os pais começarem a mudar de ideia sobre qual vai ser o próximo destino da próxima viagem do casal.

“Não sei, vamos ver. Talvez no ano que vem a gente vá mais longe ainda. Estou começando a pegar o “gostinho””, projeta Eliana. O pai confirma: “desde que a gente veio para cá, ela estava falando que não iria para Tóquio. E agora já até postou Rumo a Tóquio, no Facebook.”

O advogado-geral da União, André Mendonça, disse nesta quinta-feira (15), em Lima, no Peru, que o Brasil recuperou cerca de R$ 700 milhões aos cofres públicos neste ano. Durante todo o ano de 2018, foram R$ 500 milhões recuperados pelo órgão. Segundo Mendonça, a experiência brasileira na utilização de acordos de leniência com empresas investigadas na Operação Lava Jato teve retorno maior que ações judiciais para recuperação dos ativos.

André Mendonça participou da Assembleia Geral da Associação Latinoamericana de Advocacias e Procuradorias de Estado (Alap). Assim como o Brasil, o Peru também registrou casos de corrupção envolvendo a empreiteira Odebrecht e desvios de recursos públicos.

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 “No caso da Odebrecht, a empresa delatou cerca de 170 outras companhias e 150 agentes públicos que receberam propina. Entre pagamento de multas, dos lucros e devolução integral da propina paga, tivemos nessa situação indicadores superiores a 70% de recuperação de ativos”, afirmou.

Segundo o ministro, instrumentos administrativos, como acordo de leniência, são mais eficientes para combater a corrupção e impedir novos desvios.

“Eu penso que não é na esfera criminal o melhor caminho para obter o dinheiro desviado. Se um processo judicial civil leva dez anos no Brasil, muito mais tempo leva um criminal, e com muito mais restrições à persecução das sanções em função dos direitos e garantias dos acusados. Um processo de responsabilização administrativa no Brasil, de uma companhia ou de um caso dessa natureza, leva de seis meses a um ano”, disse.

Nove países fazem parte da Alap. Além do Brasil, estão no grupo a Colômbia, Chile, Guatemala, Equador, Panamá, Honduras, Peru, Paraguai e Bolívia.

 

A velocista Vitória Cristina Rosa, estudante do curso de Educação Física da Univeritas/UNG, conquistou a medalha de ouro no revezamento 4x100m dos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru. Ela integrou a equipe brasileira da modalidade juntamente com as atletas Rosangela Santos, Lorraine Martins e Andressa Moreira Fidelis, fechando a prova com o tempo de 43s04.

Além do ouro, Vitória levou a prata na prova dos 200m, com o tempo de 22s62, melhor marca da sua carreira. Ela ainda conquistou o bronze nos 100m rasos.

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De acordo com Eloi Lago, reitor da Univeritas/UNG, o ouro é a consagração de todo esforço, dedicação e superação que nossos atletas enfrentam todos os dias. "Estamos imensamente felizes com o resultado dessa competição. Seguimos cumprindo o nosso papel de contribuir para o crescimento do esporte, tornando a Instituição um celeiro de craques para competições nacionais e internacionais", comentou.

Na edição 2019 dos Jogos Pan-Americanos, realizados de Lima, no Peru, a equipe brasileira confirmou a melhor atuação do país em Jogos Pan-Americanos. O Time Brasil conquistou 171 medalhas e garantiu o país no 2º lugar do quadro geral de medalhas, com 55 de ouro, 45 de prata e 71 de bronze.

A medalha de ouro de Guilherme Costa nos 1.500m da natação, foi a marca para o país chegar a 53 ouros em Lima e superar sua melhor campanha em Jogos Pan-Americanos na história, ocorrida no Rio 2007, com 52 ouros.

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Foram 19 dias de jogos Pan-Americanos. Nesse tempo, o Brasil mostrou dominância em algumas modalidades, surpreendeu em outras e também viu medalhas que pareciam quase certas escaparem. Superação e aprendizado caminham juntos em qualquer competição esportiva. Da frustração do ginasta Arthur Zanetti, prata nas argolas, a ouros inéditos no badminton, boxe feminino e taekwondo feminino, o Brasil escreveu sua história em Lima.

Confira alguns destaques do Brasil nesta edição dos jogos:

Favoritismo confirmado

Um desempenho histórico não seria possível sem que os favoritos fizessem o que se esperava deles. E muitos nomes considerados hegemônicos confirmaram as previsões e fizeram o hino nacional brasileiro tocar várias vezes em Lima.

Um deles foi Fernando Reis. Ele conquistou o tri pan-americano no levantamento de peso com uma performance impecável. Ele somou 420 quilos levantados, somando o arranco e o arremesso, e garantiu com folga a medalha de ouro. Muito superior aos seus adversários, ele levantou 21 quilos a mais que o segundo colocado, o cubano Luis Manuel Lauret, com 399 quilos.

O time de handebol feminino também manteve seu posto de imbatível nas Américas. A vitória na final sobre a Argentina não veio fácil. As adversárias foram mais eficientes e concentradas no primeiro tempo, mas viram a seleção brasileira corrigir os erros na segunda metade da partida e vencer por 30 a 21. Além de faturar o ouro e o hexacampeonato no handebol, as brasileiras asseguraram presença nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020.

Um dos principais nomes do Time Brasil na atualidade, o baiano Isaquias Queiroz venceu na prova de C1 10000. Essa foi a quarta medalha de Isaquias em jogos Pan-Americanos. Ele também participou da final da prova de duplas C2, mas seu parceiro, Erlon Souza, passou mal e eles não completaram o percurso.

Um dos carros-chefe de medalhas, tanto em jogos Olímpicos como em jogos Pan-Americanos, o judô brasileiro brilhou mais uma vez. Mayra Aguiar e Rafaela Silva, medalhistas no Rio, em 2016, não tiveram grandes dificuldades para botar mais dois ouros na conta do Brasil.

Natação

Uma das modalidades mais generosas para o Brasil nos jogos Pan-Americanos, a natação voltou a brilhar. Foram 30 medalhas, sendo dez ouros, nove pratas e 11 bronzes. Dentre os triunfos, estão os ouros de Guilherme Costa nos 1.500 metros, Etiene Medeiros nos 50 metros livre, Bruno Fratus também nos 50 metros livre e do revezamento masculino 4x200 livre, com Luiz Altamir, Fernando Scheffer, João de Lucca e Breno Correia.

A natação brasileira também conquistou prata nos 4x100 medley masculino, com João Gomes Jr., Guilherme Guido, Vinícius Lanza e Marcelo Chierighini. “A gente conseguiu ajudar muito o Brasil no quadro geral de medalhas. A gente vem cansado do mundial, em que foi bem forte e cansativo para todo o grupo. Chegamos aqui de coração aberto para lutar por um resultado expressivo”, disse João ao site Rede do Esporte, do governo federal.

O quarteto feminino dos 4x100 medley também subiu ao pódio, com Etiene Medeiros, Jhennifer Conceição, Giovanna Diamante e Larissa Oliveira. Elas conquistaram o bronze. “Nadar o revezamento é importante para a natação feminina. São as melhores de cada estilo, uma prova rápida, onde as americanas sempre ganham destaque e as canadenses também”, disse Etiene.

Francisco Barretto e a ginástica artística

Grande destaque da ginástica artística brasileira nesse Pan, Francisco Barretto conquistou três medalhas de ouro nesta edição do Pan: Na barra fixa, no cavalo com alças e na equipe masculina. O triunfo de Barretto foi de grande ajuda para a ginástica brasileira. Foi a melhor campanha na modalidade na história do Pan, chegando a um total de 11 medalhas – quatro de ouro, quatro de prata e três de bronze nesta edição do evento.

Basquete feminino

Foi um desempenho histórico. A seleção feminina de basquete resgatou uma performance digna dos anos dourados da modalidade no país, quando Magic Paula e Hortência comandavam as vitórias, e voltou a ganhar um Pan-Americano. Desde 1991, nos jogos de Havana, que isso não acontecia. As brasileiras derrotaram os Estados Unidos por 79 a 73. Para chegar à final, a seleção passou por Canadá, Paraguai, Porto Rico e Colômbia. Uma conquista incontestável e merecida.

Patinação artística

Pela primeira vez, a patinação artística feminina brasileira ganhou uma medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru. A autora da façanha foi a patinadora Bruna Wurts. Com apenas 18 anos, ela subiu no degrau mais alto do pódio ao somar 103,17 pontos na apresentação.

Vela

Martine Grael e Kahena Kunze ainda surfam na boa fase iniciada com o ouro olímpico, nos jogos do Rio de Janeiro, em 2016. Em Lima, a dupla brasileira faturou o primeiro ouro em jogos Pan-Americanos na modalidade. As duas haviam conseguido a terceira colocação da regata da prova (Medal Race) e precisavam apenas terminar essa etapa para conseguir o ouro.

Boxe feminino

Beatriz Ferreira conquistou a medalha de ouro ao vencer a argentina Dayana Sanchez na categoria leve (57 kg-60 kg). Foi o primeiro ouro do Brasil no boxe feminino em jogos Pan-Americanos. O ouro veio após uma luta na qual Beatriz foi superior nos três rounds, com todos os cinco juízes dando a vitória incontestável para a brasileira.

Ouro inédito no Badminton

O melhor atleta brasileiro de badminton colocou de vez seu nome na história do esporte no Brasil. Ygor Coelho conquistou o primeiro ouro do país na modalidade ao vencer o canadense Brian Yang por 2 sets a 0.

A medalha de Ygor, no entanto, não foi a única do Brasil na modalidade. A equipe brasileira chegou ao total de cinco medalhas nesta edição do Pan: o ouro do carioca e quatro bronzes nas duplas.

Ygor tem uma origem curiosa e bonita no badminton. Ele começou no esporte ainda criança. Seu principal incentivador foi seu pai, Sebastião de Oliveira, que criou um projeto na comunidade da Chacrinha, no Rio de Janeiro, para educar e socializar crianças por meio do esporte.

No início da tarde deste sábado (10), penúltimo dia dos Jogos Pan-Americanos, o Brasil garantiu mais uma medalha de bronze, mantendo-se em segundo lugar no quadro geral da competição. A vitória foi no polo aquático feminino, em que a equipe derrotou Cuba por 8 a 7. A expectativa é que o país consiga, amanhã, bater o recorde histórico de medalhas em disputa e superar o Pan de 2007, quando foram conquistados 52 ouros e 157 medalhas no geral. 

Uma das maiores chances de ouro é com a equipe feminina de tênis de mesa, representada por Bruna Takahashi, Caroline Kumahara e Jéssica Yamaha. No começo da tarde deste sábado, o trio ganhou de virada da equipe norte-americana por 3 a 2 e corre atrás da medalha de ouro hoje à noite, às 19h. A equipe masculina de tênis de mesa também tenta uma vaga na final e, neste momento, joga contra os Estados Unidos. 

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A natação brasileira também termina hoje sua participação no Pan, com chances de ganhar medalha de ouro. Nas eliminatórias do início da tarde, o Brasil conseguiu vaga nas finais de todas as categorias -- seis, ao todo. A equipe brasileira é a favorita no revezamento 4x100m medley masculino. As finais são hoje à noite.

Karatê

As disputas na fase de grupos seguem durante a tarde na modalidade kumitê tanto feminina quanto masculina. Na categoria até 50kg, a brasileira Jéssica Linhares perdeu por 1 a 0 para a norte-americana Shannon Nishi. Ainda assim, ela vai para a semifinal, contra a mexicana Alicia Hernandez. Na categoria até 55kg, a brasileira Valéria Kumizake venceu por 1 a 0 a panamenha Yaremi Borzelli.

Patinação de velocidade

Gabriel Félix foi eliminado esta manhã na etapa classificatória dos 500m da patinação de velocidade. Ele ficou em terceiro lugar na segunda bateria, perdendo vaga para semifinal. Mas o patinador ainda pode conseguir medalha de ouro hoje, na final dos 10.000m masculino.

Corrida pelo bronze

A equipe brasileira feminina de Espada, composta por Nathalie Moellhausen, Victória Vizeu e Amanda Simeão, venceu hoje o México nas quartas de final e vai enfrentar Cuba na disputa pelo bronze. Já a equipe masculina de Sabre perdeu para a Colômbia, ficando de fora das semifinais. 

Nas quartas de final da luta olímpica, o brasileiro Antoine Braga ganhou do equatoriano Victor Mancheno. No entanto, perdeu para o cubano Oscar Pino na semifinal e vai lutar pela medalha de bronze às 18h30. 

Outra chance de bronze para hoje é no tiro com arco, com a equipe mista do arco composto. Depois de perder para a Guatemala na semifinal hoje de manhã, a busca pelo terceiro lugar será às 16h, contra a Colômbia. 

Mais expectativas

A vela é a modalidade que pode trazer mais pódios para o Brasil hoje. São cinco competições durante a tarde. Na classe 49erFX, Martine Grael e Kahena Kunze precisam apenas largar e terminar a Medal Race -- corrida da medalha -- para garantirem o ouro, independentemente da posição em qual chegarem.

O país busca o pódio ainda hoje na final masculina de ciclismo de estrada, final feminina de basquete e nas finais de atletismo, judô e fisiculturismo. Ainda há as semifinais do vôlei feminino. No polo aquático, ainda há mais uma chance de medalha de bronze para o Brasil. Às 20h, a equipe masculina enfrenta a Argentina na busca pelo terceiro lugar. 

Quadro de medalhas

Os Estados Unidos continuam liderando com folga o quadro de medalhas, com 93 de ouro, 77 de prata e 73 de bronze. O Brasil está em segundo lugar, com 46 medalhas de ouro, 37 de prata e 60 de bronze. Em terceiro lugar está o México, que conquistou 33 ouros, 28 pratas e 54 bronzes. 

No primeiro dia de disputas do judô nos Jogos Pan-americanos de Lima o judô brasileiro trouxe duas medalhas douradas para casa. Outra modalidade na qual o Brasil ficou no lugar mais alto do pódio foi no atletismo, nos 400 metros com barreira.

Judô de ouro

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Uma modalidade na qual o Brasil tem tradição de conquistar medalhas em pan-americanos é o judô. E não está sendo diferente em Lima. No primeiro dia de disputas da modalidade nesta edição do evento, a equipe brasileira conseguiu duas medalhas douradas.

A primeira conquista do dia veio com Renan Torres na categoria até 60 quilos. Estreante em Pans, o jovem de 20 anos venceu na decisão o equatoriano Lenin Preciado, que conquistou o título em Toronto em 2015.

Logo depois Larissa Pimenta conseguiu o seu ouro ao derrotar na decisão a mexicana Luz Olvera na categoria até 52 quilos.

Conquista no atletismo

O Brasil continua colecionando ouros foi no atletismo. Nessa quinta-feira (8) a estrela foi Alisson Brendom, que venceu a prova dos 400 metros com barreiras. Em uma prova emocionante o brasileiro conseguiu alcançar a liderança apenas no final, ao saltar o último obstáculo. Ele completou a corrida com o tempo de 48s45.

Medalhas no remo

No primeiro dia de finais das provas de remo, o Brasil conquistou duas medalhas de bronze. No double Skiff, Uncas Tales e Lucas Verthein completaram os 2 mil metros da prova em 6min29s72. Eles ficaram atrás da dupla da Argentina, que alcançou o tempo de 6min25s16, e da de Cuba, com 6min27s43.

Já no quatro sem, Alef Fontoura, Fábio José Moreira, Gabriel Moraes e Willian Giaretton conseguiram o tempo de 6min10s67, atrás da Argentina (6min07s02) e de Cuba (6min09s53).

Bronze na luta livre

Outro terceiro lugar obtido por atleta brasileiro veio na categoria estilo livre da luta. Giulia Penalber conseguiu o bronze no feminino até 57 quilos após derrotar Paula Ramirez, da Nicaraguá.

Tropeço no vôlei

O ponto baixo do dia foi o tropeço da seleção feminina de vôlei diante da Argentina. O Brasil foi derrotado por 3 sets a 0. Como venceu Porto Rico na primeira rodada, agora precisa derrotar os EUA na próxima sexta para alcançar as semifinais.

Mais medalhas na natação

No final da noite de ontem, início do dia dessa quinta-feira, o Brasil garantiu mais 6 medalhas na natação. O destaque aconteceu na prova masculina dos 200m livre, onde Fernando Scheffer foi ouro, com o tempo de 1min46s68, e Breno Correia foi prata, com o tempo de 1min47s47.

Outra prata veio no revezamento 4x100 misto. Os EUA completaram a prova em 3min24s84 e ficaram com o ouro. Já Larissa Oliveira, Etiene Medeiros, Marcelo Chierighini e Breno Correia conseguiram a marca de 3min25s97 para levarem a prata.

Além disso, conquistamos 3 bronzes: Vinícius Lanza (100m borboleta), Leonardo de Deus (200m costas) e Larissa Oliveira (200m livre).

Nessa quinta-feira, o Brasil ainda conquistou o ouro com Marcelo Chierighini, nos 100m livre, Larissa Oliveira ficou com o bronze nos 100m livre e  Etiene Medeiros levou o bronze nos 100m costas.

Basquete feminino nas semifinais

O basquete feminino conquistou uma vaga nas semifinais como primeira do grupo após vencer o Paraguai por 81 a 37. Na semifinal desta sexta-feira (9), a seleção brasileira enfrenta as colombianas.

Classificação olímpica

Na vela, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, da classe 470, garantiram sua classificação para Tóquio 2020 como uma das 6 melhores duplas que ainda não tinham a vaga olímpica.

No 14º dia de disputas dos Jogos Pan-Americanos, os melhores resultados da delegação brasileira vieram do atletismo, com as pratas de Altobeli Santos da Silva, na prova de 5.000 metros, e de Andressa de Morais, no lançamento de disco.

Na prova de 5.000 metros, Altobeli da Silva fez uma corrida muito boa para ficar com a segunda colocação. Após passar a maior parte da prova no pelotão intermediário, o brasileiro deu um sprint nos metros finais e completou com o tempo de 13min54s42, apenas um décimo mais rápido do terceiro colocado, o chileno Carlos Martin. O vencedor foi o mexicano Daniel Fernando Martinez.

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Já Andressa de Morais viu a conquista do ouro muito de perto ao conseguir lançar o disco a 65m98 de distância, batendo o recorde sul-americano da prova. Mas na última rodada de lançamentos a cubana Yaimé Pérez Téllez alcançou 66m58 e ficou com o ouro, além de bater o recorde pan-americano. Andressa teve uma última chance de ultrapassar a marca da cubana, mas queimou o lançamento.

A outra brasileira na prova, Fernanda Borges, terminou em terceiro ao lançar o disco a 62m23.

Finais no atletismo

No decorrer da tarde desta terça (6), os brasileiros foram muito bem em provas de velocidade do atletismo, alcançando diversas finais marcadas para amanhã.

Na prova masculina dos 100 metros rasos, dois brasileiros fizeram os melhores tempos das classificatórias. Rodrigo Pereira do Nascimento foi o melhor no geral com o tempo de 10s27, e Paulo André ficou em primeiro em sua bateria após largar muito bem para ficar com o tempo de 10s29.

Nos 100 metros, mas no feminino, Vitória Cristina Silva Rosa correu em 11s40, conseguindo o terceiro melhor tempo das classificatórias.

Outra prova com brasileiro brilhando para alcançar a final foi a dos 400 metros com barreira. Alison Brendom Alves do Santos fez 49s74 para avançar para a decisão.

Tênis de mesa

Hoje dois atletas de tênis de mesa alcançaram a classificação para a semifinal de simples e garantiram ao menos o bronze para o Brasil.

No feminino, Bruna Takahashi derrotou a norte-americana Lily Zhang por 4 sets a 3 e enfrenta, na final, Adriana Diaz, de Porto Rico. Com esta classificação a brasileira garantiu sua terceira medalha nesta edição do Pan. Ela já havia garantido um bronze nas duplas femininas e outra nas mistas, esta no final da noite de ontem ao lado de Gustavo Tsuboi.

Já no masculino, Hugo Calderano venceu o mexicano Marcos Madrid por 4 sets a 0 para alcançar as semifinais, que serão disputadas amanhã. O adversário do brasileiro será o canadense Eugene Wang.

Decisão no remo

Outra modalidade na qual o Brasil garantiu vaga na final foi no remo. Na prova da categoria M2x, Lucas Vertheine e Uncas Tales se classificaram na repescagem. A final será na próxima quinta(8).

Estreia do basquete

Hoje também foi dia de estreia do Brasil no basquete feminino. Nossa seleção derrotou o Canadá por 79 a 71. Com este resultado, a equipe brasileira precisa de apenas mais um triunfo para se classificar para a fase semifinal.

Este domingo foi bastante positivo para o Brasil no Panamericano deste ano, disputado em Lima, no Peru. Os atletas conseguiram garantir mais de 10 medalhas em diversas categorias, do atletismo ao surf, passando pela canoagem. Até o começo da noite deste domingo (4), os triunfos do dia haviam contabilizado quatro medalhas de ouro, duas de prata e cinco de bronze.

Com isso, a representação verde e amarela consolidou a segunda colocação na classificação geral, com 21 ouros, 16 pratas e 32 bronzes. O país fica atrás apenas dos Estados Unidos, com 52 ouros. Nas posições seguintes do ranking estão México (19 ouros), Canadá (17), Colômbia (14), Cuba (14) e Argentina (12).

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Na canoagem slalom, o Brasil subiu duas vezes ao posto mais alto do pódio: com Ana Sátila na canoa feminina e com Pedro “Pepê” Gonçalves no Caiaque masculino. Com isso Sátila conquistou o bi-campeonato, já que havia vencido também no Pan de Toronto, em 2015.

Além deles, Felipe Borges chegou em terceiro e obteve o bronze na prova de canoa masculina. Na canoa feminina, Omira Estácia fez tempo para a prata, mas foi requalificada e não alcançou o pódio.

A nadadora Ana Marcela subiu no topo do pódio na prova de maratona aquática feminina, de 10 quilômetros. Nesta categoria, Viviane Jungblut chegou em terceiro e garantiu o bronze. Ainda nas águas, Chloé Calmon também subiu mais alto, mas no longboard. Já Nicole Pacelli foi a terceira na categoria de Stand Up Paddle (SUP) feminino.

No atletismo, Caio Bonfim ficou com a prata na marcha de 20 quilômetros masculina e Érica Rocha de Sena levou o bronze na mesma categoria, mas no feminino.

Já no hipismo, o Brasil conquistou a prata na disputa por equipes e assegurou o bronze na categoria individual com Carlos Parro.

Sem ter conquistado medalhas de ouro, o Brasil perdeu para o Canadá a terceira colocação da classificação geral dos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru. No entanto, o país poderá retomar a posição nesta sexta-feira (2) no boxe e no badminton.

Com 36 ouros, os Estados Unidos continuam liderando o quadro de medalhas, sendo seguidos pelo México, que soma 16. Canadá e Brasil subiram no lugar mais alto do pódio 12 vezes, mas o país da América do Norte está na frente pelo número de medalhas de prata, que são 24 contra 12 da delegação brasileira.

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O Brasil disputará duas medalhas de ouro no boxe. No masculino, o atleta Hebert Carvalho pegará o cubano Arlen López Cardona. Já no feminino, a brasileira Beatriz Ferreira lutará contra a argentina Dayana Sanchez.

O país sul-americano também brigará pela inédita medalha de ouro no badminton. Na final do masculino, Ygor Coelho enfrentará o canadense Brian Yang, de apenas 18 anos.

Já nos saltos ornamentais e no stand-up paddle race, uma das novidades desta edição do Pan, o Brasil também lutará por medalhas.

Da Ansa

Cuba sempre foi uma grande potência esportiva, mas nos últimos anos perdeu força no cenário internacional e essa situação ligou o sinal de alerta na ilha. Para tentar retornar aos tempos áureos, aos poucos os dirigentes vão mexendo na política esportiva para permitir que atletas que deixaram o país para atuar no exterior possam retornar para vestir o seu uniforme.

A quarta posição no quadro de medalhas dos Jogos Pan-Americanos de Toronto, em 2015, chamou a atenção, principalmente pelo desempenho abaixo do esperado. Cuba ficou atrás de Estados Unidos, Canadá e Brasil, pela ordem, e conquistou 36 medalhas de ouro, com 97 pódios no total.

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O número foi bem abaixo das edições anteriores. Só para se ter uma ideia, no Pan de Santo Domingo, em 2003, os atletas cubanos levaram o país para o segundo lugar no quadro de medalhas, com 72 ouros e 152 pódios. Quatro anos depois, no Rio, manteve a vice-liderança, mas obteve 59 ouros e 135 medalhas. No Pan de Guadalajara, em 2011, Cuba continuou na segunda posição, com 58 ouros e 136 pódios.

A queda abrupta na última edição dos Jogos Pan-Americanos colocaram em xeque o projeto esportivo e agora a delegação de Cuba se contenta em apenas melhorar sua campanha de Toronto em 2015. Se conseguir isso, já será motivo de festa e mostrará que o país voltou aos trilhos quando o assunto é esporte.

Dentro das mudanças que o governo vem fazendo, a mais significativa é em relação aos atletas que deixaram o país para jogar no exterior. A presença do atacante Leal, no vôlei do Brasil, ajudou a acelerar o processo. Outro que atua fora é Leon, na seleção da Polônia. Com receio de perder outros talentos, Cuba já aceita atletas que saíram do país de maneira amigável - para quem fugiu, a possibilidade de vestir o uniforme cubano não existe.

O central Roberlandy Simón puxou a fila de "filhos" que retornaram para casa. Outros dois fizeram o mesmo: Michael Sánchez e Raydel Hierrezuelo. Eles eram impedidos de jogar pela seleção, mas solicitaram à Federação Cubana de Voleibol e foram aceitos. Essa política tem tudo para ser aplicada aos poucos em outras modalidades e entre os procedimentos, os atletas terão de ter a anuência da federação para uma transferência ao exterior.

No Pan em Lima, Cuba terá uma delegação de 420 atletas. O principal nome é o tricampeão olímpico da luta greco-romana, Mijaín Lopez. Ele vai em busca do seu quinto título consecutivo. Ángel Fournier, do remo, quer sua quinta medalha de ouro. Outros destaques são Serguey Torres (canoagem velocidade), Lázaro Álvarez Estrada e Julio César La Cruz (boxe) e Idalys Ortiz (judô), entre outros.

Pan, Cuba, Lima, BA, CE, PE, SP, PA, PB

Um incêndio teve início, nesta quinta-feira (25), ao amanhecer em Callao, um porto adjacente a Lima, destruindo cerca de 200 moradias, mas sem causar vítimas, às vésperas da inauguração dos Jogos Pan-Americanos.

Larry Lynch, vice-comandante dos bombeiros, explicou que o incêndio se espalhou devido à falta de água no na localidade de Juan Bosco, formada principalmente por barracos e localizado entre a área portuária e o Aeroporto Internacional Jorge Chávez.

Lynch disse que 27 caminhões de bombeiros foram enviados para combater o incêndio, que começou por volta das 3h da manhã (05h00 de Brasília).

O incidente não deixou vítimas, de acordo com o chefe dos bombeiros.

Um incêndio em um ônibus interprovincial dentro de um terminal ilegal em Lima neste domingo deixou 17 passageiros mortos, incluindo quatro crianças, informou a promotoria nesta segunda-feira.

Os mortos são quatro crianças e 13 adultos (cinco mulheres e oito homens).

"No momento de querer evacuar o segundo nível do ônibus, todas as pessoas ficaram presas na descida até o primeiro nível", declarou o chefe dos bombeiros Mario Casaretto.

O terminal Fiori operava ilegalmente, tendo sido fechado pelas autoridades municipais em janeiro de 2018 devido à venda clandestina de combustível para ônibus.

O Google foi, sem querer, responsável pelo divórcio de um peruano. Isso porque ele flagrou uma foto de sua esposa com outro homem ao passear virtualmente pelo serviço Google Street View da empresa. O caso aconteceu na capital do Peru, Lima.

O traído usou o recurso Google Street View para verificar a melhor forma de chegar à Puente de los Suspiros, local famoso do bairro boêmio de Barranco, quando observou uma figura familiar - uma mulher que fazia carinhos na cabeça de um homem deitado nas pernas dela. Era sua esposa.

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Ele percebeu que a mulher exibida na foto com outro homem vestia as mesmas roupas que sua esposa costumava usar. A imagem, feita pela câmera do carro do Google, foi usada pelo peruano para confrontar a mulher em casa. Diante da evidência, ela acabou confessando a infidelidade. O casal, cujos nomes não foram revelados, mais tarde se divorciou.

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Com pequenos robôs equipados com microcâmeras, arqueólogos encontraram sepulturas de humanos e objetos de cerâmica da cultura Chavín, que floresceu entre os anos 1.300 e 550 antes de Cristo no atual Peru.

Três galerias e sepulturas foram descobertas nas últimas semanas na zona do Monumento Arqueológico Chavín de Huántar, na região de Áncash, 462 km ao norte de Lima, informou nesta terça-feira (21) o Ministério da Cultura.

"Foram encontradas três novas galerias subterrâneas que apresentam as primeiras sepulturas de humanos encontradas da época chavín", disse em um comunicado.

Esta é a descoberta "mais importante dos últimos 50 anos no Monumento Arqueológico Chavín de Huántar", acrescentou.

No local foram encontradas peças de cerâmica, utensílios, as sepulturas intactas de uma pessoa adulta, enterrada de bruços, e de uma criança de três anos.

"As novas descobertas nos mostram um mundo de galerias que têm sua própria organização, com conteúdos distintos", disse à imprensa o arqueólogo americano John W. Rick, da Universidade de Stanford, que dirige esta pesquisa.

Rick explicou que no complexo de Chavín há 35 galerias construídas em distintos períodos e ainda restam dúzias delas por desenterrar.

"A hipótese com que se vem trabalhando é que aparentemente o adulto teria sido sacrificado como parte do fechamento da galeria", disse o vice-ministro do Patrimônio Cultural, Luis Felipe Villacorta, ao jornal La República.

Acrescentou que "aparentemente, estes lugares serviam para a preparação dos sacerdotes em tempos de Chavín".

Para a exploração, os arqueólogos usaram pequenos robôs com microcâmeras, que puderam entrar em lugares muitos pequenos e descobriram cavidades nos labirintos de Chavín.

"A descoberta das galerias tem uma dupla particularidade. O uso de novas tecnologias que revelaram espaços que permaneceram fechados desde a época Chavín, e a riqueza da informação arqueológica", destacou Villacorta.

O Monumento Arqueológico Chavín de Huántar, que foi o centro administrativo e religioso da cultura chavín, é o primeiro grande centro religioso e de peregrinação da América do Sul. Em 1985 foi declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco.

Um mural de cerca de 3.800 anos, com figuras animalescas e cabeças humanas em relevo, foi encontrado no sítio arqueológico Vichama, em Lima, no Peru. A informação foi divulgada pela agência estatal de notícias Andina nesta quinta-feira (16).

Com 2,8 metros de largura e 1 metro de comprimento, a parede contém quatro cabeças humanas - de olhos fechados - observadas por duas cobras, dizem os especialistas. Os animais, característicos das culturas andinas, convergem em um personagem principal que se acredita ser uma semente humanizada. "As cobras representam a divindade ligada à água, que filtra a terra e germina a semente", explicou a equipe do Projeto Caral Arqueológico, liderada pela especialista Ruth Shady desde 2007.

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A descoberta foi feita em abril, segundo o jornal El Comercio de Perú, e só foi revelada agora, poucos dias depois do décimo primeiro aniversário da descoberta da Vichama. De acordo com as investigações, Vichama, a 1,5 km da costa peruana, era uma cidade agroflorestal construída entre os anos 1 800 e 3 500 a.C.

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O local abriga conjuntos arquitetônicos, edificações de barro, cemitérios, entre outras construções.

Com informações de El Comercio

O Santa Cruz contratou seu último reforço para a temporada. O atacante Lima, que já está no clube coral desde a última terça-feira (19), começou a treinar com o restante do elenco tricolor na quarta-feira (20). O atleta já está regularizado e segue aprimorando a sua parte física para poder ficar à disposição do técnico Roberto Fernandes para a partida contra o Atlético-AC, no próximo domingo (24).

Lima já passou por clubes como Bahia, Paysandu, Ceará, CRB e Caxias, entre outros. Sua última atuação foi no Brusque, de Santa Catarina, onde marcou 6 gols nos 5 jogos que disputou. 

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A Prefeitura do Recife, através da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente está oferecendo um novo curso à distância.: “Mudança no Clima: perspectivas para cidades sustentáveis”. Serão oferecidas 150 vagas gratuitamente.

As inscrições poderão ser efetuadas até o dia 18 de junho, pelo formulário eletrônico disponível aqui. Caso sejam esgotadas as vagas, está previsto cadastro reserva para a mesma edição ou às próximas. Serão um total de 40 horas aula, com início no dia 26 de junho e encerramento em 31 de julho de 2018.

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O curso será oferecido no ambiente virtual e dividido em quatro módulos, com Certificado da Secretaria de Educação do Recife/ Diretoria Executiva de Tecnologia na Educação/Unidade Virtual de Educação à distância (UNIREC). A iniciativa é aberta ao público em geral interessado na temática, mas a expectativa é a participação de profissionais da área ambiental, servidores públicos e estudantes. O único pré-requisito é ter o segundo grau completo.

O curso tem como principais objetivos o conhecimento das principais ciências, conceitos, fatores e elementos determinantes ao estudo  da Mudança Climática de interesse nacional e local; conhecer os principais eventos mundiais e as bases normativas relacionados à Mudança do Clima de interesse nacional e local; além de conhecer iniciativas de enfrentamento à Mudança Climática a partir de modelo de centro urbano em processo de desenvolvimento sustentável.

Por Danda Morais

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