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Lula (PT) e Bolsonaro (PL) mantiveram o percentual de votos válidos nestas eleições, aponta a pesquisa do Ipec divulgada na noite desta segunda-feira (26), com, respectivamente, 52% e 34%. 

Ciro Gomes (PDT) perdeu um ponto e aparece com 6%, enquanto Simone Tebet (MDB), também manteve os 5%. 

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Num possível segundo turno entre Lula e Bolsonaro os candidatos também demonstraram estagnação, com 54% e 35% respectivamente. 

 

De acordo com a pesquisa Genial/Quest, divulgada nesta quarta-feira (8), Lula (PT) segue com vantagem sobre Jair Bolsonaro (PL) na corrida presidencial para 2022. O petista lidera as intenções de votos com 46%, o atual presidente vem em segundo com 24%. Contando apenas votos válidos Lula pode vencer no primeiro turno.

A terceira posição é do ex-juiz e ex-ministro da justiça de Bolsonaro, Sérgio Moro (Podemos) que aponta com 10% das intenções de votos, à frente do Pedetista Ciro Gomes (PTB) com 5%. A pesquisa ouviu 2.037 pessoas de 2 a 5 de dezembro e tem margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiabilidade de 95%.

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Com mais de 50% dos votos válidos, o ex-presidente apresenta chances reais de vencer no primeiro turno.

Já nas intenções para o 2º turno das eleições, Lula venceria todos os candidatos e Bolsonaro, conforme a pesquisa, sairia derrotado também pelo petista, por Sergio Moro e por Ciro Gomes. 

Novos levantamentos da Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec) divulgados neste sábado (26) mostram que há uma tendência de rejeição ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) entre moradores de periferias das grandes cidades e eleitores com baixa escolaridade e renda. A comparação entre pesquisas feitas em fevereiro e em junho revela que, nas periferias das grandes cidades, a parcela do eleitorado admite não votar em Bolsonaro em nenhuma hipótese aumentou de 53% para 67% – um salto de 14 pontos percentuais em quatro meses.

No eleitorado como um todo, essa taxa aumentou seis pontos, de 56% para 62%. Essa é a terceira pesquisa lançada em dias consecutivos pelo instituto, que é formado por antigos executivos do Ibope. Os resultados da última quinta-feira (24) mostram que o eleitorado evangélico passou a discordar das posições do presidente e já reavalia seu apoio. Na pesquisa, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece como principal opção dos religiosos para 2022, votado por 41% dos evangélicos entrevistados, contra 32% de Bolsonaro.

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Entre os católicos, Lula teve uma vantagem maior ao ser escolhido por 52%, enquanto o atual presidente obteve 20% das intenções.

Já na pesquisa divulgada nessa sexta-feira (25), os resultados são mais gerais: se as eleições fossem hoje, Lula teria o dobro de intenção de votos do atual presidente, liderando com 11 pontos percentuais um material contra outros quatro possíveis nomes, incluindo o de Jair Bolsonaro.

O petista aparece com 49% dos votos; Bolsonaro com 23%; Ciro Gomes (7%); João Doria (5%) e Luiz Henrique Mandetta (3%). Brancos e nulos representam 10% dos eleitores, enquanto 3% disse que não sabe ou não respondeu. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

A disputa pela Prefeitura do Recife está acirrada neste segundo turno. Segundo a pesquisa Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (26), Marília Arraes (PT) está na liderança com 43% e João Campos (PSB) em segundo, com 40% das intenções de voto.

O levantamento, encomendado pela TV Globo e a Folha de São Paulo, foi realizado entre os dias 24 e 25 de novembro e tem margem de erro de 3 pontos percentuais, o que confirma que João está tecnicamente empatado com Marília, no limite da margem de erro.

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Nos votos válidos, os resultados são os seguintes: Marília Arraes 52% e João Campos 48%. 

Uma nova pesquisa eleitoral do Ibope para a Prefeitura do Recife, realizada entre os dias 27 e 29 de outubro, e divulgada nesta quarta-feira (29), mostrou o candidato do PSB, João Campos, com 31%, seguido por Marília Arraes, do Partido dos Trabalhadores (PT), com 18%. O terceiro lugar ficou com a Delegada Patrícia, do Podemos, com 16%, seguida por Mendonça Filho (DEM), com 13%. Os demais candidatos tiveram 1% ou menos, 4% dos eleitores se declararam indecisos e brancos/nulos são 14%. 

Em relação à pesquisa anterior, divulgada no dia 15 de outubro, João Campos teve queda dentro da margem de erro: saiu de 33% para 31%. Marília Arraes vem logo atrás e apresentou crescimento, indo de 14% a 18%. A candidata do Podemos também mostrou um aumento em suas intenções de voto, indo de 13% para 16%. Mendonça Filho mostrou uma grande queda, saindo de 18% para 13% das intenções de voto. 

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Votos Válidos

A pesquisa também apresenta uma estimativa dos votos válidos de cada candidato(a), ou seja, a proporção de votos do candidato sobre o total de votos, excluídos os votos brancos, nulos e indecisos. Para se eleger, é necessário ter 50% mais um voto. 

Na última pesquisa, João Campos tinha 40% dos votos válidos, agora apresenta 38%, oscilando para baixo na margem de erro. Marília Arraes que tinha 17% dos votos válidos, agora aparece com 22%, seguida por Delegada Patrícia, que foi de 15% para 20%. Mendonça Filho tinha 22% e agora possui 15% dos votos válidos.

Rejeição

O candidato líder nas intenções de voto é também o mais rejeitado: 33% dos eleitores não votariam nunca em João Campos (PSB). Em seguida, Mendonça Filho (DEM) tem 30% de rejeição, seguido pelo Coronel Feitosa (PSC) com 28%. Marília Arraes e Delegada Patrícia apresentaram índices de rejeição semelhantes, 20% e 21%, respectivamente. Cerca de 1% dos eleitores alega que poderia votar em qualquer um dos candidatos e 5% não opinaram. 

Segundo Turno

Nas simulações de segundo turno, foram utilizados seis cenários possíveis. No primeiro, com uma disputa entre João Campos e Delegada Patrícia, o candidato do PSB venceria com 45% contra 38%, com 15% de brancos e nulos, além de 1% que não quiseram opinar. 

Numa disputa entre Marília Arraes e Delegada Patrícia, a petista aparece com 39%, frente a 44% de intenções de voto para a Delegada. Brancos e nulos são 15%, não souberam ou não opinaram, 1%. 

Num cenário de disputa entre os candidatos que são também primos, João Campos teria 41% dos votos se a eleição fosse hoje, contra 39% de Marília Arraes. Brancos e nulos seriam 24% com 2% de indecisos.

Confira a seguir todas as simulações de segundo turno:

Delegada Patrícia 38% x 45% João Campos. Branco/nulo, 15%. Não sabem ou preferem não opinar, 1%

Delegada Patrícia 44% x 39% Marília Arraes. Branco/nulo, 15%. Não sabem ou preferem não opinar, 1%

Delegada Patrícia 45% x 33% Mendonça Filho. Branco/nulo, 19%. Não sabem ou preferem não opinar, 2%

João Campos 41% x 34% Marília Arraes. Branco/nulo, 24%. Não sabem ou preferem não opinar, 2%

João Campos 46% x 32% Mendonça Filho. Branco/nulo, 20%. Não sabem ou preferem não opinar, 5%

Marília Arraes 43% x 34% Mendonça Filho. Branco/nulo, 21%. Não sabem ou preferem não opinar, 2%

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Pesquisa Datafolha divulgada na tarde desta quinta-feira, 8, mostra o ex-prefeito Eduardo Paes (DEM) com ampla vantagem na eleição carioca. Ele tem 30% das intenções de voto - mais que o dobro do segundo colocado, o prefeito Marcelo Crivella (Republicanos), que aparece com 14%.

Crivella está empatado tecnicamente com a delegada e deputada estadual Martha Rocha (PDT), que tem 10%. Isso porque a margem de erro é de três pontos porcentuais para mais ou para menos. O prefeito também empata, mas no limite da margem, com a petista Benedita da Silva, escolhida por 8% dos entrevistados.

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Há, depois, uma queda maior para os demais candidatos: Bandeira de Mello (Rede) e Renata Souza (PSOL) têm 3% cada; Cyro Garcia (PSTU), 2%; Clarissa Garotinho (PROS), Luiz Lima (PSL), Fred Luz (Novo) e Paulo Messina (MDB), 1%.

Os candidatos Glória Heloiza (PSC), Suêd Haidar (PMB) e Henrique Simonard (PCO) não pontuaram. Quase um quarto dos entrevistados, 22%, disseram que vão anular ou votar em branco; e 3% ainda não sabem em quem depositar a confiança nas urnas.

Rejeição

À frente de uma gestão impopular e às voltas com escândalos como o 'QG da Propina' e o 'Guardiões do Crivella', o atual prefeito é quem tem a maior rejeição do eleitorado, segundo o levantamento: 59% não votariam nele de jeito nenhum. Paes, o líder das intenções de voto, aparece com 30% de rejeição, seguido por Clarissa Garotinho, que tem 29%.

Benedita da Silva não teria o voto de 20% dos cariocas. Dentre os quatro candidatos que encabeçam a pesquisa, Martha Rocha é a menos rejeitada: apenas 6% disseram que não votariam nela de jeito nenhum.

O Datafolha ouviu 900 eleitores nestas segunda e terça-feira. A pesquisa foi feita em parceria com a TV Globo e está registrada na Justiça Eleitoral com o número RJ-09140/2020.

Veja as intenções de voto:

Eduardo Paes 30%

Marcelo Crivella 14%

Martha Rocha 10%

Benedita da Silva 8%

Renata Souza 3%

Bandeira de Mello 3%

Cyro Garcia 2%

Clarissa Garotinho 1%

Fred Luz 1%

Luiz Lima 1%

Paulo Messina 1%

Glória Heloiza 0%

Suêd Haidar 0%

Henrique Simonard 0%

Nenhum/branco/nulo: 22%

Não sabe/Não respondeu: 3%

Veja a rejeição a cada candidato:

Marcelo Crivella: 59%

Eduardo Paes: 30%

Clarissa Garotinho: 29%

Benedita da Silva: 20%

Cyro Garcia: 13%

Paulo Messina: 9%

Bandeira de Mello: 8%

Renata Souza: 8%

Luiz Lima: 8%

Suêd Haidar: 8%

Glória Heloiza: 7%

Fred Luz: 7%

Henrique Simonard: 7%

Martha Rocha: 6%

Rejeita todos/não votaria em nenhum: 6%

Não sabe/não respondeu: 2%

Poderia votar em todos: 1%

A briga entre PSB e PT nas urnas recifenses tornou-se ainda mais acirrada. Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (24), aponta um empate técnico entre os candidatos à Prefeitura do Recife, João Campos (PSB) e Marília Arraes (PT). A petista tem um percentual um pouco maior do que o pessebista, com 22% das intenções de voto contra 16% do rival. A margem de erro estimada pelo estudo é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

Os dados são resultado da primeira pesquisa de intenções de voto para prefeito realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), em parceria com a Folha de Pernambuco. Além de Marília, João Campos também está tecnicamente empatado com a Delegada Patrícia Domingos (Podemos), que tem 14%, e Mendonça Filho (Democratas), que tenta aumentar sua popularidade, mas corre com apenas 13% das citações. 

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Marco Aurélio (PRTB) é o melhor entre os "azarões", com 2% das intenções e outros candidatos como Coronel Feitosa (PSC), Carlos Andrade Lima (PSL), Thiago Santos (UP) e Charbel Maroun (NOVO) somam 1% . Cláudia Ribeiro (PSTU) e Vitor Assis (PCO) não chegaram a pontuar entre os eleitores. A amostragem apontou também que, 21% dos recifenses pretendem votar branco ou nulo ou ainda não têm candidato e 8% não sabem ou preferiram não responder a pesquisa.

Nichos da pesquisa 

Quando separados por grupos, os números da pesquisa apontam que Marília Arraes e Mendonça Filho têm números equilibrados entre o eleitorado feminino e masculino, ao passo que João Campos e Patrícia Domingos são preferência de voto entre homens. O candidato do PSB mostrou-se o preferido entre os jovens, 19% dos eleitores entre 16 e 24 anos demonstraram interesse no socialista. 

Os mais velhos, com 60 anos ou mais, se dividem entre Marília Arraes e Mendonça Filho, com 25% e 19%, respectivamente. Já Patrícia Domingos tem uma participação equilibrada entre as faixas etárias. Tanto eleitores com mais de 60 anos, quanto com idades entre 24 e 44 anos, registram intenção de votar na delegada, que registra o seu melhor desempenho, com 16% das citações. 

O grau de instrução também define alguns indicativos. João Campos e Patrícia Domingos são mais populares entre recifenses que possuem até o ensino fundamental, com 20% e 18% das citações, respectivamente. Aqueles que conseguiram concluir o ensino médio estão de olho nos planos de governo de Mendonça Filho, com 16% e entre os eleitores com ensino superior a preferência por  Marília Arraes, 27%, é disparada.

A petista também tem conseguido ser favorita entre eleitores com renda de até dois salários mínimos e de dois a cinco salários mínimos. Nos dois nichos, Arraes tem 22% das intenções de voto. Patrícia Domingos e Mendonça Filho atraem mais intenções de votos dos entrevistados que possuem renda superior a cinco salários mínimos, com 16% e 17%, respectivamente. Já João campos é citado por 20% dos eleitores que ganham até dois salários mínimos. 

Brancos e nulos

Apesar da campanha eleitoral ganhar cada vez mais força com a proximidade das eleições municpais, o número de eleitores que declaram votar branco, nulo ou que não tem um candidato ainda é alto. A maioria são jovens com idade entre 16 e 24 anos, sendo 27% do sexo feminino, 23% com ensino médio e superior, 21% com renda de mais de cinco salários mínimos.  A pesquisa quantitativa foi realizada nos dias 22 a 23 de setembro de 2020 e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo PE-05966/2020. 

Uma nova pesquisa feita pelo Instituto MDA, encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), aponta que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) lidera a disputa pela Presidência da República e sugere um crescimento do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), na preferência do voto do eleitorado entrevistado. Segundo os dados do levantamento, Bolsonaro tem 28,2% das intenções e Haddad 17,6%. Esta é a primeira pesquisa CNT/MDA após Haddad substituir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na corrida presidencial.

Na sequência, a amostra apresenta Ciro Gomes (PDT) com 10,8%; Geraldo Alckmin (PSDB) 6,1% e Marina Silva (Rede) 4,1%. O candidato João Amoêdo (Novo) vem com 2,8% da preferência; Alvaro Dias (Podemos) 1,9%; Henrique Meirelles (MDB) 1,7%. Já os postulantes Cabo Daciolo (Patri), Guilherme Boulos (PSOL), Vera (PSTU) e Eymael (DC) não atingiram 1% cada. Os brancos e nulos somam 13,4% e os indecisos, 12,3%.

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Dentre os eleitores de Jair Bolsonaro, 78,2% consideram a decisão de voto como definitiva. Dentre os de Fernando Haddad, 75,4%, Ciro Gomes, 49,1%, Geraldo Alckmin, 48,4%, Marina Silva, 44,4% e João Amoêdo, 48,2%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 12 e 15 de setembro. Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 unidades federativas. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o número BR-04362/2018.

Assim como acontece em quase todo o país, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também lidera com folga a corrida presidencial na Paraíba. A pesquisa do Instituto Datavox divulgada neste sábado (25), mostra a chapa Lula/Haddad com a preferência de 53,5% do eleitorado no estado.

Atrás estão Bolsonaro (PSL) com 17,5% do total das intenções de voto, Ciro Gomes (PDT) com 3,2%, Marina Silva (REDE) com 2,1% e Geraldo Alckmin (PSDB) com 1,6%.

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A pesquisa ouviu 2 mil eleitores entre 21 e 23 de agosto. Está registrada no TSE sob o número PB-09878/2018.

Com informações da assessoria

Caso tenha o registro de candidatura deferido e concorra à Presidência da República, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 23% das intenções de voto e aparece numericamente à frente no Estado de São Paulo, de acordo com pesquisa Ibope divulgada na noite desta sexta-feira, 3. Considerando-se a margem de erro, de três pontos porcentuais, o petista está tecnicamente empatado com o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ), que tem 18%.

Lula, que está preso em Curitiba desde 7 de abril, mantém o mesmo índice de pesquisa divulgada em 29 de junho. No levantamento de maio, o ex-presidente tinha 24%. Bolsonaro pontuava, respectivamente, 19% e 17%. O estudo foi feito entre 29 de julho e 1º de agosto.

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Neste cenário da pesquisa divulgada nesta noite, Bolsonaro aparece numericamente empatado na segunda colocação com o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), que tem 15%. Nos levantamentos anteriores, o tucano somava 13%.

Marina Silva (Rede) aparece em quarto lugar no Estado de São Paulo, com 8% das intenções de voto. Ciro Gomes (PDT) tem 4% e Alvaro Dias (Podemos), 3%. Somaram 1% Henrique Meirelles (MDB), João Amoêdo (Novo), Levy Fidelix (PRTB), Manuela D'Ávila (PCdoB) e Vera Lúcia (PSTU). José Maria Eymael, Guilherme Boulos, João Goulart Filho e Paulo Rabello de Castro não pontuaram.

Brancos e nulos são 18% das intenções de voto e 6% dos eleitores ouvidos não souberam ou não responderam.

Rejeição

O ex-presidente Lula também lidera a rejeição entre os eleitores paulistas. O petista é rejeitado por 44% dos entrevistados. Em seguida, aparece Bolsonaro (30%), Alckmin (27%), Ciro (24%), Haddad (20%), Marina (19%), Fidelix (16%), Meirelles (12%), Eymael (11%), Boulos (10%), Dias (9%), Manuela (9%), Vera (9%), Goulart (8%), Rabello (8%) e Amoêdo (7%). Não souberam ou não responderam somaram 10% e 2% dos eleitores ouvidos poderiam votar em todos os candidatos. Nesta pergunta, mais de uma resposta foi admitida.

Foram ouvidos 1.008 eleitores. O nível de confiança utilizado é de 95%. A pesquisa foi contratada por Companhia Rio Bonito Comunicações e divulgada pela Band. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o protocolo Nº SP-02337/2018 e no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo Nº BR-09683/2018.

O prefeito do Recife e candidato à reeleição pela Frente Popular, Geraldo Julio (PSB), deve vencer o segundo turno do pleito, marcado para o próximo domingo (30). É o que aponta o terceiro levantamento do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN), divulgado nesta quinta-feira (27).

 

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O estudo, encomendado pelo Portal LeiaJá em parceria com o Jornal do Commercio, mostra Geraldo com 59% das intenções de votos, contra 41% do candidato da coligação Recife pela Democracia, João Paulo (PT). Considerando a margem de erro de 3,5 pontos percentuais, o IPMN aponta para a manutenção do patamar da disputa durante toda essa segunda parte das eleições municipais da capital pernambucana. Na primeira pesquisa, Geraldo obteve a preferência de 60,2% do eleitorado. Na segunda, o percentual chegou a 61%.

Para o coordenador do Instituto e cientista político Adriano Oliveira, o quadro não deve mudar nesta reta final da campanha eleitoral. “A atual pesquisa, como o conjunto das pesquisas realizadas, não sugere movimento abrupto do eleitorado. Portanto, esta penúltima pesquisa do IPMN fortalece a hipótese de que o candidato do PSB deve vencer a disputa eleitoral”, explicou.

Na pesquisa espontânea, 47% das pessoas que participaram da pesquisa indicaram que iriam votar em Geraldo Julio. Já 34% indicaram João Paulo. O percentual do eleitorado que pretende votar em branco, anular ou não respondeu à questão chegou a 18%. Na pesquisa estimulada, quando os candidatos são indicados, não houve muita variação. Geraldo obteve 49% das indicações de voto e João Paulo, 35%. Votos brancos, nulos ou que não responderam chegaram a 16%.

“É importante destacar que o conjunto das pesquisas revela que o candidato João Paulo não ‘roubou’ eleitores de Geraldo Julio. Este fato, observado na trajetória do segundo turno, reforça a tese de que o atual prefeito do Recife deve ser reeleito”, completou Adriano Oliveira.

Essa terceira rodada de pesquisa foi realiada nos dias 25 e 26 de outubro e registrada junto à Justiça Eleitoral sob o número PE-01672/2016, no dia 21 de outubro. O nível estimado de confiança é de 95%

REJEIÇÃO - O IPMN também mediu a rejeição dos candidatos entre o eleitores ao perguntar sobre qual deles causava medo caso fosse eleito prefeito do Recife. Da amostragem, 20% responderam João Paulo, 13% Geraldo Julio e 65% nenhum deles.

GESTÃO - Líder nas pesquisas de intenção de voto, o prefeito Geraldo Julio também é bem avaliado por 59% dos eleitores, enquanto 36% desaprovam a forma como o socialista comanda a cidade. Para 9%, a atual administração da prefeitura do Recife é ótima. Do montante, 31% classificam como boa e 32% definem como regular. Outros 26% responderam que a gestão é ruim ou péssima.

 

Na primeira rodada de pesquisa de intenção de voto, o prefeito do Recife e candidato à reeleição Geraldo Julio (PSB) abriu ampla vantagem em relação ao oponente nas urnas, o petista João Paulo. É o que mostra o estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau, encomendado pelo Portal LeiaJá, em parceria com o Jornal do Commercio, e divulgado neste sábado (15).

Ao considerar apenas os votos válidos, quando são excluídos os votos brancos, nulos e indecisos, Geraldo Julio obteve 60,2% das intenções de voto, enquanto João Paulo ficou com 39,2%.

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O socialista também foi o mais indicado tanto na pesquisa espontânea quanto na estimulada. No primeiro caso, Geraldo foi indicado por 49,5% dos eleitores; João Paulo por 32,5%; e Daniel Coelho por 0,1%. No entanto, apenas os dois primeiros candidatos citados disputarão o segundo turno das eleições no Recife. Votos brancos, nulos e de pessoas que não responderam ou não quiseram responder somaram 17,9%.

No segundo quadro, quando os candidatos são indicados, a intenção de votos para Geraldo foi de 50,9%, enquanto João Paulo foi o preferido de 33,6% dos pesquisados. As indicações de votos brancos, nulos e indecisos ou de eleitores que não responderam ou não souberam responder somaram 15,6%.

A pesquisa também mostrou que a boa parte dos eleitores que no primeiro turno votaram em Daniel Coelho (PSDB) e Priscila Krause (DEM) pretende votar em Geraldo Julio. Entre os eleitores tucanos, 56,1% responderam que irão optar por Geraldo desta vez e outros 24,4% decidiram dar o voto para João Paulo. Já entre os eleitores democratas, a preferência por Geraldo é de 42,3% e por João Paulo é de 23,1%.

Essa pesquisa foi realizada nos dias 13 e 14 de outubro e registrada na Justiça Eleitoral sob o número PE-00768/2016, no dia 8 de outubro. O nível estimando de confiança é de 95% com margem de erro de 3,5 pontos percentuais.

Favoritismo

Para o cientista político e coordenador do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN), Adriano Oliveira, o cenário indica que Geraldo Julio será reeleito no pleito marcado para o dia 30 de outubro. “A pesquisa mostra o favoritismo do prefeito Geraldo Julio de ser reeleito em segundo turno. Esse favoritismo está tanto na intenção de voto quanto na avaliação de sua administração”, frisou. O fato de ter herdado a maior parte dos votos dos outros candidatos que disputaram o primeiro turno também terá peso no resultado final. “Assim, ele está consolidando o seu favoritismo”.

Candidatos

Em campanha, o prefeito mantém o otimismo pela reeleição. “Agora, mais do que nunca, é hora de seguir em frente, acreditando em uma cidade viva, feita para as pessoas. Inspirada no que aprendemos com elas, nas ruas, todos os dias”, declarou. Ele reconheceu que há questões que precisam ser resolvidas, mas acredita que a gestão tem sido eficiente. “O que nós fizemos pela nossa cidade é uma boa amostra do que ela ainda pode vir a ser. É claro que ainda falta muito, mas a gente tem certeza de que estamos no caminho certo”.

Já João Paulo aponta as falhas da atual administração e acusa Geraldo de "dar as costas" para a população mais pobre.  “Por isso, vamos ganhar esta eleição. A expectativa é muito boa", sustentou. O petista aposta no guia eleitoral no rádio e na TV como arma para conquistar os indecisos e mudar outros votos.

A pouco menos de cinco meses das eleições municipais deste ano, o Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) aferiu as intenções de voto para os possíveis candidatos a prefeito do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife (RMR). De acordo com a amostra, se o pleito fosse hoje, o deputado estadual e ex-prefeito do município, Lula Cabral (PSB), teria grandes chances de ser eleito para um novo mandato Executivo. 

Em uma análise espontânea, onde o eleitor pontua o nome de quem votaria, o mais citado, por 29% dos entrevistados, é o de Lula Cabral; em segundo lugar o deputado federal Betinho Gomes, 13%, e em terceiro o atual prefeito do Cabo, Vado da Farmácia, com 3% das intenções. Dos entrevistados, 34% não opinaram e 20% disseram que votariam em branco.

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Diante de um cenário de disputa entre o Lula Cabral, Betinho Gomes e Nilson Gabriel; Lula receberia 51% dos votos, Betinho 27% e Gabriel 3%. Brancos e nulos somam 14%, 4% não respondeu o questionamento. 

Quando Lula aparece enfrentando apenas Betinho Gomes, o socialista tem 54% da preferência e o tucano 30%, neste cenário brancos e nulos somam 14% enquanto 2% não soube responder. Indagados pelo Ibope sobre quem tem mais chances de ser prefeito, 68% dos entrevistados apontaram Lula Cabral, 22% Betinho Gomes e 9% não soube responder. 

Sobre em quem não votariam de jeito nenhum, 49% dos cabenses apontaram Nilson Gabriel, 38% Betinho e 25% Lula. Apenas 5% afirmaram que poderiam votar em todos e 8% não souberam responder. 

A pesquisa registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o protocolo Nº PE-03212/2016 foi encomendada pelo diretório estadual do Partido Republicano Progressista (PRP). O Ibope ouviu 406 eleitores do município entre os dias 30 de abril e 2 de maio. O nível de confiança do levantamento é de 95% e a margem de erro é de cinco pontos percentuais para mais ou para menos. 

Pesquisa Ibope divulgada na noite desta sexta-feira mostra que a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, tem 45% das intenções de voto entre os eleitores do Rio Grande do Sul. Aécio Neves (PSDB) soma 23% e Marina Silva (PSB), 15%.

Na sequência, aparecem Luciana Genro (PSOL), com 2%, e Pastor Everaldo, com 1%. Os outros candidatos, juntos, somam 2%. Votos brancos e nulos alcançam 5% e os indecisos são 7% no Estado. A margem de erro do levantamento é de dois pontos porcentuais, para mais e para menos.

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A pesquisa foi encomendada pelo Grupo RBS, e o Ibope entrevistou 2.002 eleitores entre os dias 1 e 3 de outubro. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral com o número RS-00024/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-00983/2014.

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A preferência do eleitorado pernambucano pelo candidato a governador, Paulo Câmara (PSB), tem crescido numericamente. No terceiro levantamento do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN) para as eleições deste ano, encomendado pelo Portal LeiaJá, em parceria com o Jornal do Commercio, e divulgado nesta quinta-feira (11), o socialista aparece pela primeira vez liderando as intenções de votos. De acordo com os números, se o pleito eleitoral fosse hoje, Câmara atinge à casa dos 33%. Já Armando Monteiro (PTB) apresentaria uma queda na preferência eleitoral, ele receberia 31% dos votos.

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Ao contrário deste cenário, nas últimas pesquisas a liderança era ocupada pelo petebista. Na amostra divulgada em julho, Armando tinha 37% da preferência, enquanto o socialista receberia 13% das intenções de voto. Um mês depois, em agosto, a diferença entre os dois já reduzia. No levantamento divulgado no último dia 30, após a morte do ex-governador Eduardo Campos (PSB), eles apareciam tecnicamente empatados. Armando com 32% e Câmara com 28%. 

Os números, de acordo com o cientista político Adriano Oliveira, reforçam o desejo de continuidade da população quanto a atual gestão. “O eleitor esta mostrando claramente que quer a continuidade do governo de Eduardo Campos e quem representa isso é ele (Paulo Câmara). Esta ascensão de Paulo Câmara também é por causa do ‘eduardismo’”, frisou o estudioso, que também coordena o levantamento. Além disso, para Oliveira um segundo fator corrobora a transformação do quadro eleitoral, que é a aliança do PT com o PTB.

“A estratégia do PTB em se aliar ao PT logo no primeiro turno foi equivocada, pois o PT abriu mão de um bom desempenho na Região Metropolitana do Recife e especialmente na capital. Certamente será o Recife que vai dar a vitória de Paulo Câmara”, analisou. 

Com os dados desta quinta, segundo o cientista já é possível indicar um vencedor para o pleito. “É possível prever a vitória de Paulo Câmara, a não ser que aja um erro estratégico na campanha deles. Que erro seria esse? A nacionalização da campanha deles”, observou Oliveira. 

O postulante da Coligação pelo Poder Popular, José Gomes (PSOL), é o preferido para 3% dos entrevistados. Já o candidato Jair Pedro (PSTU) tem 1% das intenções. Os candidatos do PCB, Miguel Anacleto, e do PCO, José Pantaleão, não pontuaram nesta pesquisa. 

Os indecisos (brancos e nulos/ não souberam responder) contabilizados neste levantamento somam 35%. O dado é significativo para a exploração dos candidatos, de acordo com o analista e coordenador da pesquisa, Maurício Romão. “Qualquer pontinho a frente é fundamental. O conjunto do ‘não voto’ ainda é grande. Ainda tem muito espaço para evolução, pois no dia da eleição quando se coletam todos os votos, os brancos e nulos ficam em torno de no máximo 10%. Se você tem 35% ai, uns 15% estão disponíveis para garimpagem”, frisou o estudioso.  

A amostra foi a campo nos dias 8 e 9 de setembro e consultou 2.480 pernambucanos. O levantamento foi registrado junto a Justiça Eleitoral, sob os números PE-00022/2014 e BR-00563/2014, no dia 04 de setembro. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de 2,0 pontos percentuais para mais ou para menos. 

Cenários por regiões

Quando o levantamento detalha a aferição a partir das regiões do estado, Paulo Câmara só perderia para Armando Monteiro no Sertão e no Sertão do São Francisco. Na capital pernambucana, maior colégio eleitoral do estado, o socialista é o favorito para 42%, contra 22% do petebista. Neste cenário Zé Gomes tem 2% das intenções e Pantaleão chega a 1%. Nas outras cidades da Região Metropolitana, Câmara atinge à casa dos 32% e Armando a dos 30%.

Ao chegar a Zona da Mata, a liderança de Câmara permanece. No local ele receberia, caso as eleições fossem hoje, 34% e Armando Monteiro 26%. Gomes e Jair Pedro seriam votados por 1%. No Agreste a diferença entre os dois diminui, o socialista teria 33% e o petebista 31%. Já o psolista teria 1%. 

Com um reduto eleitoral extenso entre os sertanejos, Armando lidera no cenário. O petebista teria 51% das intenções e Paulo Câmara 23%. No Vale do São Francisco, a vantagem do senador licenciado ainda é expressiva. Ele é o preferido para 30% dos entrevistados e o ex-secretário teria 24% dos votos. Neste cenário Jair Pedro e Pantaleão atingem 1% dos votos. Os candidatos que não foram citados não atingiram um ponto percentual.

Dados espontâneos

A liderança de Paulo Câmara também é confirmada pela primeira vez no levantamento espontâneo, quando os pesquisadores não mencionam a lista com os postulantes ao Palácio do Campo das Princesas. Ele receberia, caso as eleições fossem hoje, 29% dos votos e Armando Monteiro 25%. Apesar de ter falecido há quase um mês, Eduardo Campos também é citado para governar o estado por 2% dos eleitores. 

As candidatas à presidência da República, Marina Silva (PSB), e Dilma Rousseff (PT), também foram mencionadas como preferidas para governar o estado por 1%, cada. Além delas, outro postulante a governador foi mencionado desta vez, Jair Pedro. Ele teria 1% dos votos. Neste quesito os que não souberam responder configuraram 41%. 

Confira a pesquisa completa:

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A diferença das intenções de voto entre Armando Monteiro (PTB) e Paulo Câmara (PSB) reduziu significativamente, segundo dados do levantamento divulgado neste sábado (30) pelo Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN), encomendado pelo Portal LeiaJá, em parceria com o Jornal do Commercio. Os números mostram que Armando permanece na liderança, com 32% da preferência do eleitor, contudo o índice de votos para Câmara chega à casa dos 28%. Se as eleições fossem hoje, o segundo turno estaria garantido e possivelmente com um empate técnico.

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O crescimento do socialista, em relação à última pesquisa que foi a campo em julho, é de 18%. Nela, Câmara receberia 10% das intenções de voto e o petebista tinha 37% da preferência. A opção pelo ex-secretário aumenta após a morte do ex-governador Eduardo Campos (PSB), falecido no acidente aéreo em Santos, São Paulo, trazendo à tona uma “comoção eleitoral”. No entanto, para o cientista político e coordenador da pesquisa, Adriano Oliveira, este não é o único fator.

“Não tinha porque Paulo Câmara não crescer. Ele ia crescer naturalmente. A tragédia acelerou este crescimento que poderia vir em setembro, mas veio em agosto”, observou Oliveira. “A soma de influências veio da tragédia de Eduardo Campos. Em Pernambuco, fez com que Paulo se tornasse mais conhecido e ganhasse o voto de gratidão. O eduardismo existe e está mostrando a sua força ao alavancar de forma pujante Paulo Câmara”, acrescentou. 

Se o retrato é ou não do momento de comoção vivido pelos pernambucanos, a resposta deverá ser dada nas pesquisas seguintes. “Na próxima pesquisa veremos se isto se trata de uma tendência ou é um fator isolado”, pontuou o analista e coordenador do levantamento, Maurício Romão. 

Os dados da pesquisa podem, de acordo com Adriano Oliveira, revelar a facilidade ou o acirramento da disputa. “Acirrada no sentindo de que Armando vai tentar recuperar o eleitorado dele e fácil pela tendência de crescimento de Paulo Câmara consolidando a vitória dele para governador de Pernambuco”, disse. “É um embate extraordinário e engrandece Pernambuco a qualidade desta candidatura”, completou Romão.

 

De acordo com os números da pesquisa estimulada (quando o eleitor tem os nomes dos candidatos sugeridos), os candidatos da coligação Pelo poder Popular, Zé Gomes (PSOL), Jair Pedro (PSTU) e Miguel Anacleto (PCB) atingiram um ponto percentual. Já Pantaleão (PCO) não pontuou. 

As entrevistas do IPMN ocorreram entre os dias 25 e 26 de agosto, foram ouvidos 2.480 eleitores de todas as regiões do Estado. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada junto ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), sob os números PE-00018/2014 e BR-00416/2014, no dia 21 de agosto de 2014.

Outros percentuais

Aferindo o percentual de intenções de voto por regiões do estado, na capital pernambucana o cenário já é favorável para Paulo Câmara. O socialista venceria Armando por 37% contra 27%. Os candidatos Zé Gomes e Miguel Anacleto têm 1%, cada, enquanto Pantaleão e Jair Pedro não pontuam. Nas outras cidades da Região Metropolitana do Recife (RMR) o socialista empata com o petebista, ambos configuram 27% da preferência. Gomes e Jair são preferidos por 1% da população, cada.

Entre os entrevistados que residem na Zona da Mata, o percentual do ex-secretário também ultrapassa o do senador licenciado. Ele pontua com 30% e Armando tem 28%. Neste quadro, Pantaleão, Anacleto e Gomes têm 1%. No Agreste pernambucano, Armando retoma a liderança com 35% e Paulo Câmara aparece como preferido por 23%. Jair Pedro e Zé Gomes chegam a um ponto percentual. Para os sertanejos o quadro se repete, o índice de votos para o petebista chega a 44% e o socialista teria 24%. Nesta região, Miguel Anacleto pontuaria com 1%. No São Francisco, Armando chega à casa dos 32% dos votos e Paulo Câmara a 27% da preferência. Os candidatos não citados nas regiões não atingiram 1% das intenções de votos.

Dados Espontâneos

No levantamento espontâneo, quando os pesquisadores não mencionam a lista com os postulantes ao Palácio do Campo das Princesas, a diferença entre Armando e Câmara também reduz. O candidato petebista foi preferido por 24% dos pernambucanos, já Câmara teria 22% dos votos.

Falecido no último dia 13, Campos também foi citado por 2% dos eleitores. E as candidatas à presidência da República, Marina Silva (PSB), e Dilma Rousseff (PT), também foram mencionadas como preferidas para governar o estado por 1%, cada. Neste quesito os que não souberam responder configuraram 39%. 

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Confira a pesquisa completa

 

 

Em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto, Aécio Neves (PSDB) corre para conseguir mais votos. No Nordeste, uma das estratégias é desmentir "os boatos de época de eleições" de que acabaria com os programas sociais, como o Bolsa Família. O candidato, inclusive, lançou o programa Nordeste Forte, em que estão previstas ampliações nas atuais ações do governo federal, além de conclusão de obras de infraestrutura na região.

Com 45 propostas, em referência ao número do presidenciável, o pacote de promessas é dividido em sete eixo: infraestrutura e competitividade; semiárido; combate à pobreza; qualidade de vida; segurança pública; educação, ciência e tecnologia; e juventude.

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"Só acredito que vamos diminuir as diferenças das várias regiões brasileiras tratando as regiões diferentes de forma diferente. É isso que se propõe nesse plano, com investimentos em segurança pública, educação, saúde e infraestrutura diferenciados para uma região que tem cerca de 30% da população brasileira, mas menos de 15% do Produto Interno Bruto”, explicou. 

Entre as ações de infraestrutura estão a conclusão das ferrovias Transnordestina e Oeste-Leste, além da manutenção e duplicação das rodovias federais 324, 242, 101, 116, 110 e 020 e do fortalecimento das hidrovias do São Francisco e do Parnaíba. A coligação Muda Brasil também propõe a reformulação das estratégias de implantação das refinarias Abreu e Lima, Premium I e Premium II.

No turismo, a ideia é investir em infraestrutura em, pelo menos, 20 polos internacionais, com atenção especial ao turismo de eventos e negócios. Também está prevista a desoneração de combustível para voos para o Nordeste.

Semiárido
Para essa microrregião, uma das propostas é a conclusão da Transposição do Rio São Francisco, prevista para dezembro de 2015. O programa prevê ainda projetos complementares, como o Baixio de Irecê, na Bahia, e a ligação entre as bacias do Parnaíba e do São Francisco, além da conclusão do Canal do Sertão Alagoano.

Combate à pobreza
Na campanha do candidato, esse é o eixo mais enfatizado, já que trata, por exemplo, da continuidade e ampliação do Bolsa Família, tornando-o, inclusive, uma política de Estado.

Qualidade de vida
O candidato quer aumentar o número de leitos hospitalares para chegar, no mínimo, à média nacional que é de 2,4 leitos por cem mil habitantes; ampliar os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto; além de investimento em obras de mobilidade e em programas habitacionais como o Minha Casa, Minha Vida.

Segurança pública
Aécio propõe a criação do Centro Regional de Inteligência e a implantação de uma base permanente da Força Nacional de Segurança Pública na região. A meta também é zerar em quatro anos o déficit do sistema prisional, com aporte de recursos da União.

Educação, ciência e tecnologia
Nesse eixo, as propostas envolvem a formação em ensino superior de, pelo menos, 90% dos professores do Nordeste, o aumento dos recursos federais para os programas de transporte escola, a ampliação das escolas de tempo integral, além do fortalecimento da educação em áreas técnicas como engenharia, agronomia e tecnologia da informação.

Juventude
No último programa eleitoral, o tucano detalhou mais o programa Poupança Jovem Brasil, que prevê a criação de uma poupança para os estudantes do ensino médio, com o depósito de R$ 1000 reais por ano, podendo ser sacado ao final de três anos. Também é uma proposta a ampliação dos atuais programas de acesso e financiamento da educação superior, a exemplo Prouni, FIES e Ciência Sem Fronteiras.

O Partido dos Trabalhadores (PT) questionou os dados divulgados pela CNI/Ibope sobre a avaliação do governo da presidente Dilma Rousseff (PT). De acordo com o levantamento, a aprovação da petista sofreu uma queda significativa, passando de 43%, registrado em dezembro de 2013, para 36%. Segundo um artigo, divulgado pela legenda, existe “algo estranho” nos números, já que o mesmo instituto divulgou, na semana passada, o percentual de intenções de voto para a presidente, 43%. 

Apesar de serem quesitos diferentes, aprovação e intenção de voto, os petistas afirmam que não “dá para entender” o porquê da queda de “7% em uma semana, um ponto percentual por dia”. 

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Veja o artigo na íntegra:

ALGO ESTRANHO NO AR 

Duas pesquisas feitas pelo mesmo instituto, sobre o mesmo tema, praticamente no mesmo período e ouvindo a mesma base, podem dar resultado diferente?

As leis da matemática, que regulam a lógica das pesquisas de opinião, dizem que não. Do ponto de vista da legislação eleitoral, quando isso ocorre, é algo no mínimo suspeito.

Mas foi o que aconteceu com a pesquisa encomendada pela CNI ao Ibope, que apontou ontem (27) uma queda de 7% pontos na avaliação positiva da presidenta Dilma Rousseff.

Uma semana antes, no dia 20, levantamento do mesmo instituto apontou que Dilma, com 43% das intenções de voto, seria eleita no primeiro turno, mantendo a performance anterior.

Seria muito estranho uma queda de 7% em uma semana, um ponto percentual por dia. 

Mas é mais grave.

A pesquisa divulgada ontem, que aponta queda na popularidade da presidenta, foi concluída antes. E foi, isso mesmo, realizada pelo mesmo instituto, o Ibope.

Para entender você entender melhor, a pesquisa divulgada ontem, encomendada pela CNI, aponta que a avaliação positiva do governo Dilma caiu de 43% para 36%.

O levantamento recebeu o protocolo de número BR-00053, no TSE, dia 21, registrada portanto em data posterior à sua conclusão, com entrevistas entre os dias 14 e 17 de março.

Na pesquisa da semana passada, quando Dilma apareceu com expectativa de ganhar no primeiro turno, as entrevistas foram realizadas entre 13 e 20 de março, conforme o protocolo número BR-00031, registrado no TSE.

Ou seja: a pesquisa que derruba Dilma, segundo os registros na Justiça Eleitoral, foi fechada três dias antes da outra, que mantém a popularidade da presidenta em alta.

Dá pra entender?

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Após o rompimento da aliança do PTB e do PT com o PSB em Pernambuco, o quadro para as eleições a governador em 2014 começou a se delinear apresentando nomes cada vez mais concretos a postularem o cargo, ocupado atualmente por Eduardo Campos (PSB). Dados do levantamento, divulgado neste domingo (27), pelo Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN) apontam que, se o processo eleitoral fosse hoje, o senador Armando Monteiro (PTB) seria eleito governador de Pernambuco no 1º turno, em quase todos os cenários. Um eventual 2º turno, de acordo com a amostra, aconteceria caso o PT lançasse uma candidatura própria, apresentando como postulante o deputado federal João Paulo.

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Na disputa entre Armando, que tem possibilidade de ser o candidato apoiado pelo PT, e o ex-ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho (FBC-PSB), um dos mais indicados a ser o nome indicado por Eduardo, o senador teria 26% das intenções, enquanto FBC é citado por 12% dos entrevistados, no primeiro cenário estimulado.

Neste caso, 27% dos eleitores da Região Metropolitana do Recife (RMR) escolheriam Armando e 7% optariam por Bezerra Coelho. Já no Sertão, região de origem de Bezerra Coelho, o ex-ministro obtém um progresso nas intenções e aparece com 28% da preferência, porém ainda com o percentual menor do que o de Armando, 30%. Com a distância do pleito, somado ao fato das candidaturas não estarem portas, o total de intenções de voto branco/nulo (42%) e os que não souberam/não responderam (20%) chega a 62%.

Quando um nome petista, o do deputado federal João Paulo, é acrescentado à disputa, o percentual de Armando cai para 23%. Neste momento, FBC aparece com 11% e João Paulo teria 14% dos votos, fazendo assim com que fosse necessária a realização de um 2º turno. Observando por regiões, João Paulo teria 22% dos votos no Recife, o senador 13% e o Bezerra Coelho 7%, nas demais cidades da RMR 23% dos entrevistados votariam em Armando, 19% em João Paulo e 4% em FBC. No Sertão, a preferência pelo ex-ministro volta a aparecer, agora com mais força, 32% dos votos, enquanto Armando teria 30% e João Paulo 1%. Com três candidatos na disputa, o percentual de intenções de voto branco/nulo (31%) e os que não souberam/não responderam (21%) reduz em 10%, ele totaliza 52%.

Ao modificar o quadro, substituindo o candidato do PSB, agora com o nome do vice-governador João Lyra Neto, retirando o petista e acrescentando um tucano a disputa, o deputado estadual Daniel Coelho, os números continuam favoráveis a Armando. O senador seria votado por 26% dos entrevistados, seguido por Daniel, 11%, e por Lyra Neto, 4%. No Recife, o tucano seria o mais votado, com 17%, Armando ficaria em segundo lugar, 14%, seguido pelo socialista com 3%. Em outros municípios RMR, o petebista voltaria a liderar, com 24% das intenções, Daniel permaneceria com 17% dos votos e Lyra Neto seria o preferido de 1% da população. Entre os sertanejos, 41% das intenções são para Armando, 3% para Daniel e 1% escolheria Lyra Neto. O total dos votos branco/nulo (35%) e os que não souberam/não responderam (24%) volta a crescer, atingindo 59%.

O último cenário abordado pelo levantamento modifica apenas o candidato do PSB, substituindo Lyra Neto, pelo secretário da Casa Civil, Tadeu Alencar. Neste caso, Armando Monteiro seria eleito com 28% dos votos, em segundo lugar Daniel permaneceria com os 11% e Tadeu Alencar teria 1% da preferência. Por regiões o quadro no Recife seria novamente favorável a Coelho, com 18% das intenções e Armando receberia 13%, já Tadeu Alencar não obteria a quantidade de votos necessários para computar 1%. Em outras cidades da RMR, 25% da população é adepta ao senador, 17% escolheria Daniel e 1% votaria em Tadeu. Já no Sertão 41% escolheriam Armando, 3% Daniel e 1% o socialista. Com Armando, Daniel e Lyra se enfrentado, os entrevistados que optaram por branco/nulo e não souberam/não responderam chega a 60%.

Em uma análise sobre os dados da pesquisa, o cientista político Adriano Oliveira pontua que os candidatos do PT e PSDB são os mais bem posicionados na capital pernambucana. “Uma questão importante na pesquisa é que João Paulo e Daniel Coelho estão entre os favoritos no Recife. Essa questão deve ser bastante discutida entre os partidos, pois os prováveis candidatos ainda não têm tanta representatividade na capital”, comentou Oliveira.

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Nível de conhecimento dos candidatos

Dos 2.423 pernambucanos ouvidos pelo IPMN a maioria conhece pouco o senador Armando Monteiro (PTB), 52%, enquanto 20% admitiram conhecer muito bem e 28% disseram nunca ter ouvido falar nele. Para 49% dos entrevistados João Paulo (PT) é pouco conhecido, 19% o conhecem muito bem e 32% não sabem quem o petista é. Sobre o tucano, Daniel Coelho, 11% das pessoas afirmaram saberem quem ele é, enquanto 48% o conhecem pouco e 41% nunca ouviu falar. Entre os socialistas o mais conhecido é Fernando Bezerra Coelho, 13%, e o que a maioria dos pernambucanos nunca ouviu falar é Tadeu Alencar, 68%. João Lyra Neto é bem conhecido por apenas 6% da população, 41% já ouviram falar dele e 52% o desconhecem.

Confira a pesquisa na íntegra

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