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A popstar Demi Lovato, dona dos hits "Sorry Not Sorry", "Give Your Heart a Break", "Stone Cold", "Cool For The Summer", "Heart Attack", "Skyscraper", entre outros, teve a sua conta do Snapchat invadida. Hackers entraram na rede social e realizaram publicações com fotos íntimas da cantora.

"Participe deste servidor de discórdia para os meus nus", dizia a mensagem no Snap, indicando um link antes de divulgar uma imagem que supostamentente seria dela. Segundo o site The Blast, a equipe de Demi Lovato está tomando as devidas providências para que as imagens não sejam reproduzidas em outras plataformas. Até o momento, Demi não se pronunciou sobre o assunto. No Twitter, fãs da cantora lamentaram a atitude dos invasores.

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"Como existe pessoas que querem fazer o mal para esse anjo chamado Demi Lovato?", comentou no microblog um dos internautas. "Demi Lovato e qualquer outra mulher tem o direito sim de fazer fotos íntimas e isso não suja a imagem de ninguém, afinal, é só um corpo, anatomia, como qualquer outro, mas é de direito dela também decidir com quem compartilhar essas fotos não exposição por hacker desocupado", comentou outra pessoa. 

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A sul-coreana Samsung anunciou na última quinta-feira (17) que disponibilizará em breve um "patch" informático para corrigir uma falha de segurança no acesso por impressão digital em seu modelo de luxo Galaxy S10, que permite a qualquer pessoa o acesso ao celular.

Um proprietário de um Galaxy S10 contou ao jornal sensacionalista britânico The Sun no começo da semana que seu celular podia ser desbloqueado simplesmente colocando uma película protetora de tela acima do leitor de digitais, podendo ser utilizado por qualquer outra pessoa.

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Uma porta-voz da Samsung explicou que a companhia enviará em breve a seus usuários o "patch" para sanar o erro, embora a fabricante não tenha explicado a origem do problema.

"Estamos investigando o assunto e logo ofereceremos o patch" informou a porta-voz à AFP.

A Samsung havia anunciado seu celular S10 como o mais revolucionário em termos de identificação digital, com um novo sistema de pulsações ultrassônicas para detectar a digital em três dimensões.

O papa Francisco nomeou nesta terça-feira (15) Gianluca Gauzzi Broccoletti, 45 anos, como novo diretor dos Serviços de Segurança e Proteção Civil do Estado da Cidade do Vaticano e comandante do Corpo da Gendarmaria.

Broccoletti, até então vice-diretor e vice-comandante, substitui Domenico Giani, que renunciou ao cargo após ter sido acusado de vazar um documento sigiloso para a imprensa.

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    Nascido em Gubbio, na província italiana de Perúgia, o novo comandante é formado em engenharia da segurança pela Universidade La Sapienza, em Roma, e está na Gendarmaria do Vaticano desde 1995. Com a promoção, ele passa a ser o principal responsável pela proteção do papa Francisco.

"Ao longo dos anos, [Broccoletti] instaurou uma relação de confiança com as várias secretarias particulares do Santo Padre, as autoridades do Governadorato e a Secretaria de Estado, onde se exige competência e profissionalismo para inquéritos de caráter reservado", diz uma nota do Vaticano.

Escândalo - No início do mês, a revista italiana L'Espresso divulgou um documento assinado por Giani que proíbe o acesso ao Vaticano de cinco dirigentes acusados de irregularidades financeiras.

Quatro deles - Vincenzo Mauriello, Mauro Carlino, Caterina Sansone e Fabrizio

Tirabassi - trabalham na Secretaria de Estado. Já o quinto, Tommaso Di Ruzza, é diretor da Autoridade de Informações Financeiras.

Eles são suspeitos de envolvimento em operações financeiras irregulares, incluindo milionárias transações imobiliárias no exterior e a gestão das contas do Óbolo de São Pedro, o sistema de arrecadação de donativos da Igreja Católica.

O documento vazado continha os nomes e as fotos dos funcionários investigados, e sua divulgação irritou o papa Francisco, que comparou o caso a um "pecado mortal" e determinou a abertura de um inquérito para descobrir quem passou a informação à revista.

Um SMS anônimo enviado a funcionários do Vaticano apontou Giani como responsável pelo vazamento. Apesar de negar envolvimento, o então comandante da Gendarmaria acabou renunciando ao cargo.

O caso remete ao escândalo "Vatileaks", que abalou o pontificado de Bento XVI. Na ocasião, o mordomo Paolo Gabriele, que trabalhava para Joseph Ratzinger, repassou à imprensa cartas que denunciavam casos de corrupção na Igreja.

Da Ansa

A Secretaria de Defesa Socia (SDS) e o Grande Recife Consórcio de Transporte estão realizando uma ação para reforço da segurança nas estações de BRT da Região Metropolitana do Recife (RMR). Policiais militares começaram a fazer rondas e abordagens nas 43 estações em funcionamento.

De acordo com a SDS, os procedimentos serão realizados 24 horas por dia, aumentando o alcance da Força-Tarefa Coletivos, que combate crimes no transporte público desde 2017.

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A Polícia Civil também está envolvida nas ações. A corporação ficou responsável por capacitar profissionais dos terminais integrados a orientar os usuários de ônibus a prestar eventuais queixas pela Delegacia Interativa, em computadores disponíveis nos próprios terminais.

Mais de 70 milhões de brasileiros com CNH tiveram seus dados expostos após uma falha de segurança no site do Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Norte (Detran-RN). O vazamento foi divulgado via denúncia anônima, feita ao site Olhar Digital, nesta terça-feira (9). Entre os dados expostos estão os do Presidente da República, Jair Bolsonaro.

A brecha foi descoberta por um pesquisador de segurança da informação que, durante três meses, explorou a falha. Por meio de testes ele descobriu que, ao inserir diferentes números de CPFs gerados aleatoriamente, o erro dava acesso ao banco de dados de todos os Detrans do Brasil. Os órgãos estaduais têm seus sistemas integrados e unificados, o que facilitaria a entrada de invasores. 

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Ao acessar o sistema era possível obter, apenas com o número de CPF, informações pessoais como endereço residencial, telefone, operadora, dados da CNH, foto, RG, CPF, data de nascimento, sexo e idade. Inclusive de personalidades públicas como o presidente Jair Bolsonaro, seus filhos, Xuxa, Neymar, entre outros.

De acordo com o site, o pesquisador contou que entrou em contato duas vezes com o Departamento Nacional de Trânsito para notificar a falha, mas não obteve nenhum retorno. Na última semana ele voltou a acessar o site e descobriu que a página não mostrava mais informações da ficha cadastral, mas continuava ativa, o que permitiria que fosse explorada por algum invasor.

A área administrativa do Supremo Tribunal Federal (STF) enviou um memorando aos gabinetes de ministros para questioná-los se seria necessário um reforço na segurança dos magistrados. Segundo a reportagem apurou, a mensagem foi enviada depois de o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot dizer que planejou assassinar a tiros o ministro Gilmar Mendes dentro do próprio tribunal. Mesmo assim, magistrados ouvidos pela reportagem resistem a reforçar a proteção pessoal.

O envio da mensagem foi confirmado pelo ministro Marco Aurélio Mello, que disse a jornalistas que não aumentará a segurança. "Não, não, eu estou satisfeito com o meu anjo da guarda", afirmou o ministro, no intervalo da sessão desta quinta-feira, 3.

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"Eu recebi só um memorando, quer dizer, o meu gabinete recebeu. O memorando foi uma circular e foi no campo administrativo, não foi o presidente (Dias Toffoli), não", explicou o ministro.

Para Marco Aurélio Mello, não dá para levar a sério a fala de Janot de ir armado dentro do Supremo para matar Gilmar Mendes. "Não posso imaginar que ele tenha vindo armado, muito menos cogitando assassinar um integrante do tribunal e depois se matar."

Um segundo ministro ouvido reservadamente pelo Estadão/Broadcast também não vê necessidade em reforçar a segurança após a repercussão da fala de Janot. Um terceiro integrante adota a mesma posição.

Segurança

As declarações de Janot reacenderam o debate dentro da Corte sobre a segurança do STF e de seus ministros. Antes do episódio do ex-procurador-geral da República vir à tona, o tribunal lançou um edital de R$ 664,8 mil para a compra de equipamentos de raio X e detector de metais portáteis.

O Supremo também trocou a chefia da segurança do tribunal - responsável por proteger tanto os ministros quanto a sede do STF e dos dois edifícios anexos. A gestão do presidente do STF, ministro Dias Toffoli, escolheu o delegado Paulo Gustavo Maiurino, ex-secretário dos governos Geraldo Alckmin e Wilson Witzel. Ele vai substituir Regina Alencar, que já havia pedido meses atrás para sair da função.

O Supremo proíbe a entrada de pessoas portando qualquer tipo de arma, mas autoridades que ingressam nas instalações do tribunal - como parlamentares, governadores e procuradores-gerais da República - não passam por detectores de metais, já que utilizam um acesso restrito, diferente daquele usado pelo público comum.

Uma instrução normativa do tribunal, de 2013, estabelece que é proibida a entrada de "pessoas portando qualquer tipo de arma", exceto inspetores, agentes de segurança do próprio tribunal, policiais civis, militares, federais e rodoviários federais, os servidores da área de segurança do Poder Judiciário, das polícias da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e da Câmara Legislativa e os militares das forças armadas em atividade de serviço.

Procurado pela reportagem, o STF informou que não poderia comentar a compra dos aparelhos de raio-X porque a licitação "faz parte da estratégia de segurança". No ano passado, para aumentar a segurança dos magistrados, o STF acertou a compra de 14 carros blindados por R$ 2,8 milhões.

Manifestação

Na quarta-feira retrasada, um grupo de manifestantes a favor da abertura da CPI da Lava Toga e pela "moralização do STF" tentou derrubar as grades que cercam a área externa do tribunal para invadir o edifício-sede do Supremo, o que levou policiais a disparar gás lacrimogêneo para dispersar a multidão.

Um policial militar foi atingido por uma pedra atirada por um manifestante, e o cheiro do gás lacrimogêneo chegou ao edifício-sede do STF, o que levou seguranças a fecharem às pressas as janelas do tribunal para tentar evitar a sua circulação dentro das instalações da Corte.

Neste domingo (6) ocorrem em todo o Brasil as eleições para o Conselho Tutelar. No Recife, cerca de 1,1 milhão de eleitores vão escolher os profissionais responsáveis pelo cumprimento das determinações do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Em contato permanente com o Ministério Público, durante quatro anos, os eleitos devem garantir proteção e dignidade aos menores de idades do município.

Para ocupar uma das 40 vagas, dispostas em oito Conselhos Tutelares espalhados por seis regiões político-administrativas do Recife (RPAs), os 93 candidatos passaram por prova escrita, avaliação psicológica e precisaram comprovar experiência mínima de dois anos na área dos cuidados com menores, em organizações distintas. Os eleitos recebem um salário bruto em torno de R$ 3,7 mil, que é mantido pela Prefeitura do Recife.

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Também houve a necessidade de apresentar ficha criminal sem registros, visto que, o conselheiro deve ter "reconhecida idoneidade moral, idade superior a 21 anos e residir no município", segundo o art. 133 do ECA.

A coordenadora do Abrigo Jesus Menino, localizado no Barro, Zona Oeste do Recife, explicou a relação mantida com os conselheiros. Eles entram em contato com as organizações para acompanhar o acolhimento e saber a disponibilidade para receber novas crianças. Ainda segundo Tarcísia Moura, quando convocados, participam das audiências envolvendo menores para assegurar os direitos jurídicos.

O Conselho Tutelar é um órgão colegiado com cinco membros eleitos. Juntos, atendem crianças e adolescentes expostos a abusos e situações violentas; além de garantir saúde, alimentação e segurança, como lembrou a presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (COMDICA-Recife), Ana Farias.

Quem pode votar?

Assim como nas eleições para o poder executivo, os cidadãos devem ser maiores de 16 anos, inscritos regularmente como eleitores do Recife -em até 90 dias antes do pleito. Das 9h às 17h, eles devem se deslocar aos 107 locais de votação em posse do título de eleitor, comprovante de quitação eleitoral e documento oficial com foto. Vale ressaltar que o voto é facultativo.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu trocar a chefia da área de segurança e lançou um edital de R$ 664,8 mil para a compra de equipamentos de raio X e detector de metais portáteis. Os movimentos na segurança interna do Tribunal ocorrem em meio ao recrudescimento das manifestações contra o Supremo na Praça dos Três Poderes e à repercussão das bombásticas declarações do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot. Na semana passada, Janot afirmou ter planejado assassinar a tiros o ministro Gilmar Mendes dentro do próprio STF, em 2017.

A troca na chefia da segurança do tribunal - responsável por proteger tanto os ministros quanto a sede do STF e dos dois edifícios anexos - era esperada havia meses. A gestão do presidente do STF, ministro Dias Toffoli, escolheu o delegado Paulo Gustavo Maiurino, ex-secretário dos governos Geraldo Alckmin e Wilson Witzel.

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No mês passado, antes das declarações de Janot virem à tona, o Supremo decidiu abrir uma licitação para a compra de equipamentos de raio X e detector de metais portáteis. Integrantes da Corte vêm discutindo reservadamente se as autoridades que ingressam no tribunal por uma entrada restrita no salão branco também deverão passar por raio X.

O Supremo proíbe a entrada de pessoas portando qualquer tipo de arma, mas autoridades que ingressam nas instalações do Tribunal - como parlamentares, governadores e procuradores-gerais da República - não passam por detectores de metais, já que utilizam um acesso restrito, diferente daquele usado pelo público comum.

Uma instrução normativa do tribunal, de 2013, estabelece que é proibida a entrada de "pessoas portando qualquer tipo de arma", exceto inspetores, agentes de segurança do próprio tribunal, policiais civis, militares, federais e rodoviários federais, os servidores da área de segurança do Poder Judiciário, das polícias da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e da Câmara Legislativa e os militares das forças armadas em atividade de serviço.

Procurado pela reportagem, o STF informou que não poderia comentar a compra porque a licitação "faz parte da estratégia de segurança". No ano passado, para aumentar a segurança dos magistrados, o STF acertou a compra de 14 carros blindados por R$ 2,8 milhões.

Contato: rafael.moura@estadao.com

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Após operação da Polícia Federal (PF), cinco empresas de segurança privada suspenderam as atividades em Pernambuco. Elas prestavam serviço de forma clandestina, pois não tinham documentação necessária para atuar. A ação ocorreu na última quinta-feira (26) e sábado (27), nos municípios de Recife, Paulista, no Grande Recife, e em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco.

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As empresas prestavam serviço em escola, farmácia e até condomínio. Elas não dispunham do ofício de autorização e regulamentação de profissionais emitido pela PF. Em duas, policiais militares aposentados em atuavam de forma irregular.

Em Pernambuco, a PF apreendeu  quatro rádios, três tonfas, um colete, uma faca inoxidável, um spray de pimenta e um revólver 38.  Um homem foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo, e pode ficar preso de dois a quatro anos.

A operação ocorreu de forma simultânea em várias localidades do país e fiscalizou 318 empresas, com intuito de combater a segurança privada clandestina e coibir o porte ilegal de arma de fogo.

Foram três minutos ininterruptos de tiros. De repente, Jair Bolsonaro aparece de colete vermelho e, protegido por uma pasta-escudo, é retirado de dentro de um carro do comboio presidencial, que sofreu uma emboscada. A cena até poderia ser real, mas o Bolsonaro dessa história não era o presidente e, sim, um dublê.

O "ataque", com disparos de fuzil 5.56 e pistolas 9 mm, fez parte de um treinamento de agentes a serviço do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), responsável pela proteção do presidente, do vice e de suas respectivas famílias. Convidados pelo ministro-chefe do GSI, general Augusto Heleno, jornalistas que cobrem o Palácio do Planalto presenciaram parte do treinamento dos agentes de segurança, da doutrina à simulação de emboscadas ao presidente.

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Além do tiroteio, a simulação também contou com granadas de fumaça roxa, vermelha e branca, em reação extrema a um ataque ao comboio presidencial. Virou piada entre os presentes, porém, o fato de o dublê de Bolsonaro vestir justamente colete vermelho - a cor do PT.

'Mistura'

Heleno disse que o segurança ideal é "uma mistura do Batman, Superman e Mandrake, um pouco de cada super-herói". Desde que Bolsonaro sofreu um atentado a faca, em setembro de 2018, o filho "zero dois" do presidente, o vereador licenciado Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), tem feito críticas ao que ele vê como falhas na segurança do pai - à época da campanha, a escolta do então candidato do PSL era feita pela Polícia Federal.

A pressão aumentou em junho, quando um militar da equipe de apoio à comitiva presidencial foi preso na Espanha, depois de tentar desembarcar no País com 39 quilos de cocaína na bagagem. O episódio ocorreu às vésperas do encontro do G-20, no Japão, e provocou constrangimento internacional. Logo depois, Carlos afirmou nas redes sociais que não anda com seguranças, "principalmente aqueles oferecidos pelo GSI".

Por conta de um entendimento do GSI com o Congresso Nacional, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), outros dois filhos do presidente, andam com escolta permanente de policiais legislativos.

O GSI exibiu nesta quinta-feira, 26, grande parte de seu poderio, mas não tudo. Lançadores de foguete, a popular "bazuca", não foram mostrados, mas fazem parte do equipamento disponível para os agentes da segurança de Bolsonaro. "Esse agente não é qualquer um. Ele é escolhido a dedo e treinado exaustivamente. Aqui, principalmente, não tem 'toma lá, dá cá'", afirmou Heleno, durante a visita ao Centro de Treinamentos no Setor Militar Urbano, em Brasília.

O general acrescentou que não havia qualquer recado por trás daquela demonstração. "Faz parte do novo Brasil mostrar como está sendo aplicado o recurso público na segurança do presidente e dar um pouco mais de detalhes sobre o treinamento dos agentes para (as pessoas) sentirem que não é uma atividade amadora", disse.

O GSI passou por expansão recente: contratou simuladores de direção e prepara a compra de um novo sistema para interceptar drones de pequeno porte nas imediações dos palácios e residências oficiais, em Brasília. O modelo do sonho deve ser capaz de forçar que os drones baixem, por meio de interferência no software controlador, ou mesmo lançar uma rede para derrubá-los. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O grupo europeu Airbus foi objeto nos últimos meses de ataques virtuais executados contra suas terceirizadas, informaram fontes das forças de segurança à AFP, que indicaram a possibilidade de uma espionagem procedente da China.

Nos últimos 12 meses foram registrados quatro ataques importantes contra terceirizadas da Airbus, afirmaram duas fontes dos serviços de segurança à AFP.

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As empresas terceirizadas afetadas foram o grupo francês de consultoria tecnológica Expleo, a construtora de motores britânica Rolls Royce e duas companhias francesas que a AFP não conseguiu identificar.

Procurada pela AFP, a Expleo "não confirma nem desmente" as informações. Airbus e Rolls Royce não comentaram o caso.

As fontes entrevistadas pela AFP suspeitam que os ataques podem ter sido executados por hackers que trabalham para a China, mas insistiram nas dificuldades técnicas para identificar formalmente os autores das ações.

Os apresentadores do programa "Aqui na Band" discutiram ao vivo, nessa segunda-feira (23), ao defender visões opostas sobre o envolvimento das autoridades no assassinato de Ágatha Félix, de oito anos. A criança foi atingida por um tiro durante uma ação da Polícia Militar do Rio de Janeiro no Complexo do Alemão, na última sexta-feira (20).

A jornalista Silvia Poppovic lamentava a morte da menina e criticava a posição do governador Wilson Witzel (PSL), devido sua política de segurança pública, que "não pensa em salvaguardar a vida da população", de acordo com ela. Neste momento, o parceiro de bancada discordou.

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"Eu acho ainda um pouco precipitado dizer o que aconteceu. Ainda será feito uma perícia. Eu vejo as pessoas se voltando contra o trabalho da polícia", afirmou Ernesto Lacombe. "A polícia tem que atuar com todo cuidado para preservar a vida de inocentes, mas a polícia não pode deixar de atuar nessas áreas", e continuou, "os traficantes estão nessas comunidades exatamente porque ali estão protegidos por pessoas inocentes. Então é muito complicado acusar sempre a polícia".

Silvia o interrompeu e esclareceu que não acusava a polícia e sim o governo carioca, "que permite atirar na cabecinha, como disse o governador", reiterou. "Quando existe uma política agressiva, de matar quem está no caminho, acontece esse tipo de desgraça", constatou a apresentadora.

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Comparação com a Palestina-Lacombe chegou a comparar a situação do Rio de Janeiro com a guerra enfrentada na Palestina. "Os palestinos se protegem colocando na linha de frente mulheres e crianças”. A companheira o confrontou, "me admira muito, Lacombe, você não estar emocionado com essa história".

Enquanto o jornalista explicava que estava emocionado com a situação, Silvia o reprimiu, “essa história, para quem é carioca e brasileiro, é uma vergonha [...] Não é assim que se coíbe violência, têm políticas um pouco mais complexas, que tem inteligência e estratégia, mas não sair atirando desse jeito. Vai matando todo mundo", concluiu, antes do programa ser retomado.

Confira

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O presidente do Irã, Hassan Rouhani, conclamou neste domingo as potências ocidentais a deixarem a segurança do Golfo Pérsico para as nações regionais lideradas por Teerã, criticando uma nova coalizão liderada pelos Estados Unidos que patrulha as vias navegáveis da região.

Separadamente, Rouhani prometeu revelar um plano de paz regional nas reuniões de alto nível desta semana nas Nações Unidas. As tensões cresceram no Oriente Médio após uma série de ataques, incluindo um com mísseis e drones à indústria de petróleo da Arábia Saudita.

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Os EUA alegam que o Irã realizou o ataque de 14 de setembro ao maior processador de petróleo do mundo e a um campo de petróleo na Arábia Saudita. Embora os rebeldes houthis do Iêmen aliados do Irã tenham reivindicado o atentado, a Arábia Saudita diz que foi "inquestionavelmente patrocinado pelo Irã".

O Irã nega ser responsável e alertou que qualquer ataque de retaliação tendo como alvo o país resultará em uma "guerra total". Rouhani falou durante desfile militar em Teerã, com oficiais uniformizados das Forças Armadas do país e a Guarda Revolucionária paramilitar ao lado dele. Mais tarde, o clérigo observou soldados marchando com metralhadoras e lançadores portáteis de mísseis como parte da "Semana Santa da Defesa", que marca o início da guerra Irã-Iraque em 1980.

Rouhani disse que o Irã está disposto a "estender a mão da amizade e

irmandade" às nações do Golfo Pérsico e "pronto para perdoar seus erros passados". "Aqueles que querem vincular os incidentes da região à República Islâmica do Irã estão mentindo como em suas mentiras do passado que foram reveladas", disse o presidente. "Se eles são sinceros e realmente buscam segurança na região, não devem enviar armas, aviões de combate, bombas e armamentos perigosos para a região."

O presidente do Irã acrescentou que os Estados Unidos e os países ocidentais devem "se distanciar". "Sua presença sempre foi uma calamidade para esta região e, quanto mais longe vocês ficarem de nossa região e de nossas nações, mais segurança viria para nossa região", afirmou.

Ele disse ainda que o plano do Irã se concentrará em fornecer segurança no Golfo Pérsico, no Estreito de Ormuz e no Golfo de Omã "com a ajuda de países da região". O Irã impulsionou sua cooperação naval com China, Índia, Omã, Paquistão e Rússia nos últimos anos. Fonte: Associated Press.

Neste domingo (22), o Recife recebe o primeiro show da turnê internacional de Bon Jovi. O astro americano se apresenta no Estádio do Arruda e, antes dele, quem sobe ao palco é a também americana Goo Goo Dolls. O público vai encontrar uma grande estrutura para assistir ao espetáculo e, também, algumas proibições, como câmeras profissionais, mochilas e até jornais e revistas.

Segundo a assessoria do evento, a lista de itens proibidos atende à normas de segurança praticadas em shows internacionais. São proibidos na área do show quaisquer objetos que possam causar risco, dano ou importunação como objetos que possam causar ferimentos, fogos de artifício, bandeiras e faixas com mastro, capacetes de motos, correntes, cinturões e pingentes, roupas ou acessórios pontiagudos e drogas ilegais. 

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Além disso, não será permitida a entrada de fãs com câmeras fotográficas ou filmadoras profissionais, go-pro ou similares e tablets. Outros itens como cartazes de qualquer tipo, lasers, animais, exceto cães guias, cadeiras, buzinas de ar, mochilas maiores que 20x30 cm, papel em rolo, jornais e revistas também estão na lista. 

Os portões do Estádio do Arruda serão abertos às 15h30 para que o público possa entrar com antecedência e garantir seu lugar. O show da banda Goo Goo Dolls começa às 19h15 e, às 20h30, Bon Jovi sobe ao palco para começar sua apresentação. Um esquema de transporte especial, com ônibus saindo de alguns shoppings da cidade, também foi montado para garantir a comodidade do público. 

Mais um caso de tortura em um supermercado paulista foi divulgado, dessa vez no bairro do Morumbi, área nobre de São Paulo. Nas imagens, seguranças do estabelecimento amarram e dão choques em um suspeito de furto. O registro foi realizado em março de 2018. 

Mesmo amordaçado, o homem grita durante a sessão de tortura ocorrida dentro das dependências do supermercado Extra. Ele também aparece com as calças abaixadas recebendo choques nas mãos, e chega ser ameaçado por um dos seguranças, "quer que a gente te mate?".

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Em outro momento, ele aparece com uma corda amarrada no pescoço enquanto é agredido com um cabo de vassoura. O rapaz é suspeito de furtar um pedaço de carne. A Polícia Civil vai instaurar um inquérito para elucidar o caso.

Acompanhe:

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O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) instaurou processo administrativo contra a operadora TIM Celular por "suposto vazamento de dados e valores de dívidas dos consumidores por meio do serviço TIM Negocia". O despacho com a decisão está publicado no Diário Oficial da União (DOU). A empresa tem dez dias para apresentar defesa.

O DPDC informou que "teve conhecimento por meio da mídia de suposto vazamento de dados e valores de dívidas dos consumidores por meio do serviço TIM Negocia" e explicou que, em decorrência de uma brecha na plataforma, cibercriminosos poderiam acompanhar dados pessoais e valores de dívidas de consumidor.

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O órgão, que integra a estrutura da Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça e Segurança Pública, disse ainda que, de acordo com a notícia que embasou a instauração do processo, "não se sabe por quanto tempo os hackers tiveram acesso ao sistema e nem dados de quantos clientes eles realmente conseguiram visualizar ao longo desse tempo".

Com a instauração do processo, a empresa será intimada para se manifestar em sede de Defesa Administrativa. A empresa poderá ser multada em aproximadamente R$ 10 milhões caso os indícios sejam confirmados.

Por sua vez, a TIM disse que foi vítima de um ataque criminoso de hackers e ainda não foi notificada da autuação da Senacon, quando apresentará defesa no procedimento administrativo.

Em nota, a empresa reiterou seu compromisso com os mais altos padrões de segurança da informação e afirmou que os dados dos seus clientes estão protegidos.

Uma operação policial na comunidade do Jacarezinho, hoje (16), na zona norte da cidade do Rio de Janeiro, deixou pelo menos sete feridos, entre eles um policial militar. De acordo com a Polícia Militar, o policial ficou ferido com estilhaços durante a ação.

Seis pessoas foram baleadas e encaminhadas para o Hospital Salgado Filho. A polícia não divulgou, no entanto, as circunstâncias em que essas pessoas ficaram feridas e nem seu estado de saúde.

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A operação na comunidade Jacarezinho envolve agentes dos batalhões de Operações Especiais (Bope) e de Ações com Cães (BAC).

Durante a 14º edição do Salvador Fest, no Parque de Exposições, em Salvador, Ivete Sangalo foi tentar surpreender a amiga Marília Mendonça no palco ao lado e acabou protagonizando uma cena, um tanto quanto inusitada. O segurança da cantora sertaneja confundiu a baiana com uma fã e tentou retirá-la do palco.

Nas redes sociais fãs e até famosos se divertiram com a situação. O cantor mumuzinho chegou a publicar em seu Twitter "Quando o segurança barra a Ivete em pleno evento em Salvador, ele tem quantos anos de azar?"

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Se você acredita que educação online tem que ser ensinada desde cedo, acontecem no dia 28 de setembro, no Zak33 Gastro-Bar, em Casa Forte, dois workshops sobre segurança na internet para crianças e adolescentes. Os encontros serão ministrados por professores da Código Kid Jaboatão, que ensina programação e tecnologia para jovens.

O primeiro curso será para os pequenos de 6 a 10 anos, e o segundo para adolesentes entre 11 e 15 anos. Cada encontro terá duração de 30 a 50 minutos, com o objetivo principal de entender o comportamento das crianças também no ambiente virtual. Gratuitos, os workshops irão acontecer no primeiro dia do Formigueiro Zak Nerd, evento de cultura geek que ocorrerá nos dias 28 e 29 de setembro. 

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Os temas abordados durante o encontro serão adaptados para cada faixa de idade e devem tratar de cyberbullying, comportamento seguro em redes sociais, perigos online, como pedir ajuda, entre outros. Os cursos acontecem às 13h e 14h e, ao final de cada encontro, haverá um certificado e brindes para os participantes. As vagas são limitadas.

Para participar, é preciso realizar a inscrição através do Sympla e levar 1 Kg de alimento. O Formigueiro Zak Nerd irá arrecadar alimentos para o Núcleo de Apoio à Criança com Câncer (NACC) em uma gincana solidária que irá fazer alusão aos Cavaleiros do Zodíaco.

Confira os temas abordados:

Netqueta: eu tenho e você?

História dos meios de comunicação 

Internet das coisas

Comportamento seguro em redes sociais

Perigos online

Formas de defesa e comportamento seguro em redes sociais

A quem pedir ajuda?

Como se preparar para o futuro

Se você usa o Facebook já deve ter visto a rede social sugerir a marcação de fotos em que você aparece. A partir dessa semana, esse recurso - de reconhecimento facial - não será mais ativado automaticamente. 

Desde 2017, o Facebook usa a tecnologia de reconhecimento de rosto em fotos para sugerir tags, inclusive permitir que pessoas que estejam adicionadas em um mesmo perfil possam marcar outros "amigos" em imagens. 

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A plataforma anunciou que seus usuários que quiserem continuar com a sugestão de marcação automática terão que ativá-la nas configurações de privacidade. A decisão vem após a empresa de Mark Zuckerberg perder um recurso que pode custar milhões, em um processo relacionado ao uso de dados biométricos. Mesma tecnologia usada na hora de colocar tags nas fotos de seus usuários.

Para ativar as notificações será preciso passar por etapas mais claras para a ativação. Se o usuário não fizer nada, o reconhecimento de rosto permanecerá desativado.

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