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Foram três minutos ininterruptos de tiros. De repente, Jair Bolsonaro aparece de colete vermelho e, protegido por uma pasta-escudo, é retirado de dentro de um carro do comboio presidencial, que sofreu uma emboscada. A cena até poderia ser real, mas o Bolsonaro dessa história não era o presidente e, sim, um dublê.

O "ataque", com disparos de fuzil 5.56 e pistolas 9 mm, fez parte de um treinamento de agentes a serviço do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), responsável pela proteção do presidente, do vice e de suas respectivas famílias. Convidados pelo ministro-chefe do GSI, general Augusto Heleno, jornalistas que cobrem o Palácio do Planalto presenciaram parte do treinamento dos agentes de segurança, da doutrina à simulação de emboscadas ao presidente.

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Além do tiroteio, a simulação também contou com granadas de fumaça roxa, vermelha e branca, em reação extrema a um ataque ao comboio presidencial. Virou piada entre os presentes, porém, o fato de o dublê de Bolsonaro vestir justamente colete vermelho - a cor do PT.

'Mistura'

Heleno disse que o segurança ideal é "uma mistura do Batman, Superman e Mandrake, um pouco de cada super-herói". Desde que Bolsonaro sofreu um atentado a faca, em setembro de 2018, o filho "zero dois" do presidente, o vereador licenciado Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), tem feito críticas ao que ele vê como falhas na segurança do pai - à época da campanha, a escolta do então candidato do PSL era feita pela Polícia Federal.

A pressão aumentou em junho, quando um militar da equipe de apoio à comitiva presidencial foi preso na Espanha, depois de tentar desembarcar no País com 39 quilos de cocaína na bagagem. O episódio ocorreu às vésperas do encontro do G-20, no Japão, e provocou constrangimento internacional. Logo depois, Carlos afirmou nas redes sociais que não anda com seguranças, "principalmente aqueles oferecidos pelo GSI".

Por conta de um entendimento do GSI com o Congresso Nacional, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), outros dois filhos do presidente, andam com escolta permanente de policiais legislativos.

O GSI exibiu nesta quinta-feira, 26, grande parte de seu poderio, mas não tudo. Lançadores de foguete, a popular "bazuca", não foram mostrados, mas fazem parte do equipamento disponível para os agentes da segurança de Bolsonaro. "Esse agente não é qualquer um. Ele é escolhido a dedo e treinado exaustivamente. Aqui, principalmente, não tem 'toma lá, dá cá'", afirmou Heleno, durante a visita ao Centro de Treinamentos no Setor Militar Urbano, em Brasília.

O general acrescentou que não havia qualquer recado por trás daquela demonstração. "Faz parte do novo Brasil mostrar como está sendo aplicado o recurso público na segurança do presidente e dar um pouco mais de detalhes sobre o treinamento dos agentes para (as pessoas) sentirem que não é uma atividade amadora", disse.

O GSI passou por expansão recente: contratou simuladores de direção e prepara a compra de um novo sistema para interceptar drones de pequeno porte nas imediações dos palácios e residências oficiais, em Brasília. O modelo do sonho deve ser capaz de forçar que os drones baixem, por meio de interferência no software controlador, ou mesmo lançar uma rede para derrubá-los. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Começou nesta segunda (26), e segue até sexta-feira (30), a Mostra Campus, promovida pela UNINASSAU Recife. O evento se firma como um espaço de conhecimento sobre profissões de diversas áreas, para estudantes das escolas públicas e privadas que estão saindo do Ensino Médio. O evento é realizado no campus de Boa Viagem, Zona Sul da capital pernambucana, das 8h às 18h.

A Mostra Campus conta com dezoito estações, na qual alunos da instituição simulam momentos vivenciados por profissionais de diversas áreas no cotidiano de trabalho. No evento, os visitantes descobrem como funcionam ambientes como o de gravação de uma Web TV, bloco cirúrgico, urgência em saúde, entre outros.  Em algumas das estações, os convidados também podem participar das simulações, como, por exemplo, participar do júri de uma audiência e realizar o pouso de uma aeronave no aeroporto. 

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Para a organizadora do evento e coordenadora de saúde, Nara Porto, é extremamente importante que os visitantes passem pelas áreas e tenham uma impressão positiva e se apaixonem pela profissão. “É muito importante ver na prática o que a profissão faz, ao invés de apenas ler sobre o curso”, comenta.

O evento possui seis mil estudantes inscritos, entre eles a aluna do 3º ano do Ensino Médio, Indelly Bianca, que tem dúvidas sobre prestar vestibular para Educação Física ou Direito. “Acho que o evento ajuda muito as pessoas que estão em dúvida sobre qual profissão escolher, por isso quero ver muito a área de Educação Física e de Direito, para, assim, fazer a melhor escolha”, conta a estudante de 17 anos.

Além da Mostra Campus ser uma experiência interessante para os estudantes do Ensino Médio, ela também proporciona momentos únicos para os alunos da instituição que estão à frente das estações. Para Afonso Souza, que cursa medicina e faz a simulação de uma cirurgia no qual o paciente pode ser submetido a uma cirurgia para remoção do baço. “ A simulação é magnífica, porque conta com equipamentos utilizados pelos médicos e temos uma experiência direta com o que tem em uma sala cirúrgica na vida real”, explica o aluno, que cursa o 3º período.

 

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Se você caminhar por qualquer centro urbano é muito capaz de cruzar com os animais mais onipresentes do mundo: os pombos. Agora, você já parou para pensar como seria viver como eles? O Bossa Studios, sim. E criou o que parece ser o jogo de simulação mais incrível do ano, chamado Pigeon Simulator. Ninguém pediu, mas com certeza, precisávamos dele para descobrir onde vivem, do que se alimentam e qual o motivo de defecarem sempre na cabeça de alguém. 

O trailer do jogo, lançado na última segunda-feira (1º), parece trazer as respostas para todas essas perguntas. Nele é possível ver que você será um pombo e poderá fazer coisas como atravessar na faixa em formação (com seus outros amigos pombos), explodir coisas, lançar skates e defecar na cabeça de humanos e até parar para comer umas migalhas de pão.

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A meta aqui é dobrar a meta e o mundo não parece ter muitas regras para essas aves. Infelizmente, o trailer é apenas um gostinho do que vem por aí e a empresa ainda não divulgou informações como data de lançamento ou plataformas de destino. Mas se você ficou interessado é possível inscrever-se, no site oficial do jogo, para receber mais informações sobre o game. 

Um suspeito de tráfico drogas e homicídios em Moreno, no Grande Recife, tentou despistar a polícia simulando a própria morte de uma forma inusitada. Everson Leonardo Nascimento de Lima - conhecido como Zé Quita -, de 29 anos, fez uma foto deitado no chão com uma substância que parece ketchup espalhado pela camisa e rosto, simulando o óbito. A intenção do registro, divulgado nessa terça-feira (11), era atrapalhar as investigações da Polícia Civil (PC).

O foragido é o parceiro de Elias José dos Santos da Silva, também procurado por assassinatos na região. Quem souber o paradeiro de um dos suspeitos deve entrar em contato com a PC através do telefone 9.8770.4812. As autoridades garantem total sigilo.

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Estudantes do curso de licenciatura em gestão da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) realizaram uma performance teatral nesta quinta-feira (30) no ato em favor da educação, conhecido como #30M, no Recife. Durante a ocasião os discentes simularam estar sendo torturados com uso de coleiras e líquido semelhante a sangue.

"Já ameaçaram cortar diversas vezes o nosso curso e nós, como pretos e pobres, fizemos esse ato como forma de mostrar que somos torturados todos os dias pela burguesia e que estamos correndo sérios riscos de não conseguirmos concluir nossa graduação", lamentou o estudante George Luiz Swan.

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Ele também explicou que diversos benefícios podem ser cortados e, assim como ele, seus colegas também não poderão concluir o curso por falta de ter como se manter na instituição. "Nós ganhamos bolsa, auxílio transporte e temos o cadastro do RU (restaurante universitário) para podermos comer. Caso isso seja cortado ou diminuído, não damos ter como não manter na universidade", disse.

Depois de devastar a Riviera Francesa em 2013, destruir Daca em 2015 e destruir Tóquio em 2017, uma simulação internacional de impacto de asteroides foi realizada na sexta-feira e deixou Nova York em ruínas.

Apesar de ser uma simulação de oito anos de preparação, cientistas e engenheiros tentaram, mas não conseguiram desviar o asteroide assassino da Grande Maçã.

O exercício tornou-se um evento regular na comunidade internacional de especialistas em "defesa planetária".

A última edição começou na segunda-feira perto de Washington, com o seguinte alerta: um asteroide de cerca de 100 a 300 metros de diâmetro tinha uma chance, de acordo com cálculos gerais, de 1% de atingir a Terra no dia 29 de abril de 2027.

Enquanto os meses fictícios passavam na simulação, a probabilidade de a rocha espacial gigante colidir com a Terra subiu para 10% - e depois para 100%.

A NASA lançou uma sonda em 2021 para examinar a ameaça de perto. Em dezembro dessee ano, os astrônomos confirmaram que estavam indo direto para a área de Denver e que a cidade do oeste dos EUA seria destruída.

As principais potências espaciais dos Estados Unidos, Europa, Rússia, China e Japão decidiram construir seis "impactores cinéticos" - sondas destinadas a atingir o asteroide para mudar sua trajetória.

Levou tempo para construir os impactores e esperar pela janela de lançamento correta.

Os impactos foram definidos para agosto de 2024.

Três impactadores conseguiram atingir o asteroide.

O corpo principal foi desviado, mas um pequeno fragmento continuou em um caminho mortal, desta vez em direção ao leste dos Estados Unidos.

Washington considerou enviar uma bomba nuclear para desviar a rocha de 60 metros - repetindo uma estratégia bem-sucedida que salvou Tóquio no ano passado -, mas foi prejudicada por divergências políticas.

Tudo o que restava era se preparar para o impacto. Com seis meses, os especialistas só podiam prever que o asteroide estava indo para a área de Nova York.

Com dois meses pela frente, confirmou-se que a cidade seria destruída.

- Evacuação -

O asteroide entraria na atmosfera em 69.000 quilômetros por hora explodiria 15 km acima do Central Park.

A energia da explosão seria mil vezes maior que a da bomba nuclear lançada em Hiroshima. Isso destruiria tudo num raio de 15 km, segundo os cientistas.

Manhattan seria completamente destruída. As janelas a até 45 km seriam espatifadas e os danos se estenderiam até 68 km do do epicentro.

As questões levantadas pelo cenário eram infinitas.

Como as autoridades evacuariam dez milhões de pessoas? Levar as pessoas para a segurança dos furacões mostrou a dificuldade da tarefa.

"Dois meses podem não ser tempo suficiente para fazer uma evacuação você está retirando pessoas que estão presas, que precisam reconstruir suas vidas para onde estão sendo levadas", observa Brandy Johnson, um "cidadão irritado" no exercício.

O asteroide assassino é, claro, "altamente improvável", diz Paul Chodas, engenheiro da NASA que é o designer do jogo, em entrevista à AFP.

"Mas queríamos que as questões fossem expostas e discutidas", acrescentou.

Os astrônomos da conferência aproveitaram a oportunidade para defender o projeto do telescópio espacial NeoCam, que ajudará os cientistas a identificar melhor os asteroides e reagir mais cedo às ameaças.

- Risadinha -

A ideia de que a Terra tem que se defender contra um asteroide chocava-se, no passado, com o que os especialistas chamam de "fator risadinha". Mas em 15 de fevereiro de 2013, um meteoro contribuiu para acabar com o desdém.

Naquele dia, um asteroide de 20 metros apareceu do nada e explodiu quando entrou na atmosfera, 23 quilômetros acima da cidade russa de Chelyabinsk.

Os habitantes sentiram o calor da explosão a 60 km de distância. As janelas de milhares de edifícios explodiram. Mil pessoas ficaram feridas.

"O aspecto positivo de Chelyabinsk foi que provocou uma consciência do público e dos políticos", disse à AFP Detlef Koschny, codiretor do Escritório de Defesa Planetária da Agência Espacial Europeia (ESA), representado por cerca de dez pessoas na conferência.

Apenas os asteroides cuja órbita os aproxima a menos de 50 milhões de quilômetros da Terra nos interessam. Os astrônomos os estão descobrindo todos os dias: mais de 700 já este ano, com um catálogo total de 20.001, anunciou Lindley Johnson, do escritório de coordenação de defesa planetária da Nasa, criado em 2016.

Entre os que mais apresentam riscos estão, por exemplo, uma rocha chamada 2000SG344: com cerca de 50 metros de diâmetro e uma chance em 2.096 de colidir com a Terra dentro de 100 anos, segundo a ESA.

A maioria é menor, mas 942 têm mais de um quilômetro, segundo o astrônomo Alan Harris, que informou à plateia que alguns grandes asteroides provavelmente ainda estão escondidos no céu: "A maioria está estacionada atrás do Sol".

São principalmente os telescópios americanos, no Arizona e no Havaí, que os detectam.

A ESA instalou um telescópio na Espanha e planeja outros no Chile e na Sicília.

Muitos astrônomos pedem um telescópio no espaço, já que, da Terra, não se pode ver os objetos do outro lado do Sol.

O próximo exercício de simulação terá lugar em 2021 em Viena.

Nesta terça-feira (23), Guarulhos cediou pela primeira vez um simulado de acidente aéreo em área urbana. A ação foi realizada no Centro de Treinamento Work Fire, localizado no bairro de Bonsucesso. Na simulação foram socorridas 95 pessoas, entre elas, vítimas com ferimentos leves, graves e vítimas fatais, tentando reproduzir uma situação de resgate mais próxima possível da realidade.

A ação idealizada pela Defesa Civil de Guarulhos, em parceria com o Corpo de Bombeiros, Gru Airport, Samu, Base Aérea de São Paulo, Instituto de Criminalística, entre outras entidades, contou com cerca de 400 profissionais.

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A cidade já realizou outros simulados, porém todos dentro do perímetro do Aeroporto Internacional de Guarulhos e não em área urbana. "A ideia surgiu porque nunca tivemos um treinamento fora do aeroporto e, nós temos a ameaça de ter um acidente como este a qualquer momento. Pensamos em realizar o treinamento com todas essas pessoas que possivelmente atuarão em uma ocorrência real", ressalta o coordenador da Defesa Civil de Guarulhos, Coronel Waldir Pires. As simulações, geralmente, acontecem uma vez por ano nas dependências do aeroporto.

O Coordenador de Salvamento e Combate a Incêndio da Gru Airport, Claudio Rodrigues de Carvalho, conta qual a probabilidade de uma ocorrência como esta acontecer, visando que o Aeroporto Internacional de Guarulhos é um dos maiores e mais movimentados da América Latina. "O aeroporto trabalha com as maiores e mais modernas aeronaves do mundo, quanto maior a tecnologia da aeronave menor o risco de um acidente. Como por exemplo, o maior acidente que tivemos aqui na cidade foi em 1989, quando um avião da Transbrasil caiu próximo à Avenida Otavio Braga de Mesquita. Desde então não tivemos um acidente deste nível em Guarulhos", afirma.

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O LeiaJá acompanhou a simulação, cujo roteiro contou com duas explosões. O Corpo de Bombeiros chegou ao local para controlar as chamas e socorrer as possíveis vítimas. Por meio de uma triagem, que foi realizada próxima ao local do acidente, as vítimas eram categorizadas em graus de risco e encaminhadas para os hospitais da região, como Hospital Geral de Guarulhos e Hospital Pimentas. Os funcionários das entidades envolvidas na ação foram os figurantes da simulação.

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Na próxima terça-feira (23), a Prefeitura de Guarulhos, na Grande São Paulo, realizará o 1º Simulado de Acidente Aéreo em área urbana. A ação simulará um incêndio causado pela queda de um Boing 737 em uma comunidade, onde deverão ser resgatadas 90 vítimas entre passageiros e moradores. O simulado acontecerá no Centro de Treinamento Work Fire, no bairro Vila Nova Bonsucesso.

A área da atividade, que compreende 10 mil m², será dividida em nove setores, contando com posto de comando, triagem de vítimas, área quente, pouso e decolagem de aeronaves para auxílio de resgate, hospital, estacionamento de viaturas e ambulâncias, desvio do trânsito, trajeto entre a triagem e aviões e, o estacionamento dos demais veículos.

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A ação, realizada pela Coordenadoria de Proteção e Defesa Civil de Guarulhos e do Estado de São Paulo, o Corpo de Bombeiros, a GRU Airport e a Work Fire, acontece principalmente pelo fato da cidade ter um dos mais movimentados aeroportos internacionais da América Latina, o Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos – Governador André Franco Montoro, localizado no bairro de Cumbica.

Na foto publicada neste sábado, 8, em redes sociais, o candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, aparece sentado e com gestos como se empunhasse armas. A imagem foi divulgada pelo filho Flávio Bolsonaro, deputado estadual e candidato do PSL a senador pelo Rio.

O irmão, Eduardo Bolsonaro, deputado federal pelo PSL respondeu em coletiva de imprensa no Hospital Israelita Albert Einstein que o sinal é uma "marca" de seu pai.

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Segundo Eduardo, foi repetido como um reforço da posição do presidenciável "contrária ao desarmamento".

A polícia da Paraíba prendeu um homem de 28 anos por simular o próprio sequestro para sair com uma amante. O caso aconteceu na segunda-feira (13) em Alagoa Grande, no Agreste do Estado. Segundo a polícia, o homem pediu que um amigo ligasse para sua esposa, informasse sobre o "sequestro" e cobrasse R$ 5 mil de resgate.

A mulher procurou a delegacia duas horas após a ligação. “Iniciamos os trabalhos de investigação com todo aparato policial. Após ouvir um comerciante da cidade ficamos sabendo que ele havia ido fazer uma entrega de uma carga de bolos em uma cidade vizinha”, afirmou a delegada do caso, Maria Solidade, em entrevista ao portal G1.

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O comerciante também informou que o homem tinha uma amante na cidade de Pirpirituba. A partir daí, a polícia começou a desconfiar que o sequestro poderia ser falso. No final da tarde, a suposta vítima voltou à cidade embriagada e dirigindo o próprio veículo. O homem foi preso por falsa notificação de crime. Ele assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e foi liberado.

Ex-companheiro de equipe de Neymar no Barcelona, o atacante Luis Suárez defendeu hoje (4) o jogador brasileiro das críticas que vem recebendo sobre as supostas simulações após sofrer faltas.

A polêmica com o camisa 10 da seleção brasileira começou na partida contra o México, após Neymar ter levado um pisão do lateral Miguel Layún. Com isso, o atacante do Paris Saint-Germain (PSG) começou a se contorcer e rolar no chão supostamente sentindo fortes dores. O árbitro italiano Gianluca Rocchi ignorou o lance e não apresentou nenhum cartão ao mexicano.

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Diversos jornais, ex-jogadores, treinadores e personalidades criticaram a postura de Neymar, como o ex-goleiro Peter Schmeichel, o ex-atacante Diego Armando Maradona, e os atores Ashton Kutcher e Matthew Lewis.

"Todos os jogadores recebem críticas. Todo mundo sabe que Neymar é um jogador fenomenal, seu estilo de jogo é impressionante. Sobre se ele cava falta ou não, os árbitros estão ali para julgar e ainda tem o VAR", disse Suárez.

Além do atacante uruguaio, algumas personalidades no Brasil, como o ex-atacante Ronaldo "Fenômeno" e o técnico Tite, também defenderam Neymar.

O Uruguaio de Suárez poderá enfrentar o Brasil na semifinal da Copa do Mundo de 2018, na Rússia. Mas, para isso, a "Celeste" deverá primeiramente derrotar a França, na próxima sexta-feira (6), em Nizhny Novgorod.

Da Ansa

 Os alunos do curso de Medicina da USP/Bauru desenvolverão, pela primeira vez, atividades no Núcleo de Educação e Capacitação em Saúde (Necs) instalado no Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC/Centrinho/USP), no prédio da antiga UEP.

A abertura das atividades ocorre nesta quarta- feira (6) a partir das 8h, e contará com a participação dos professores Carlos Ferreira dos Santos, diretor da Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB/USP); Gerson Alves Pereira Júnior, vice-presidente da Comissão de Implantação do Curso de Medicina do Campus USP/Bauru; e Alessandra Mazzo, docente da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP/USP) e do curso de Medicina da USP/Bauru; além de docentes, servidores e estudantes do campus.

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"Serão treinadas várias habilidades e competências dos estudantes de Medicina dentro do laboratório (in vitro), num ambiente simulado bem próximo à realidade, para que possam executar bem as atividades práticas nos serviços de saúde (in vivo). Nesse primeiro momento, serão desenvolvidos contextos e práticas relacionados aos primeiros socorros. Como são estudantes do primeiro ano, ainda não realizarão procedimentos invasivos, e sim aprender a fazer o reconhecimento de uma situação de urgência, o primeiro atendimento, a chamada por ajuda, e o acesso à Rede de Atenção às Urgências", conclui a professora Alessandra Mazzo, uma das coordenadoras do Necs.

Segundo ela, a partir do segundo semestre, o ambiente também poderá ser utilizado pelos alunos de Odontologia e Fonoaudiologia da FOB, residentes e profissionais do HRAC e também da rede municipal e estadual de saúde de Bauru.

Na tarde da última quarta-feira (24), foi comunicado à Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), do Maranhão, a ocorrência do sequestro da jovem Ana Letícia de Abreu Ferreira, 19 anos. A informação partiu da mãe da vítima, Ana Tércia Macedo de Abreu, 41. Porém, na madrugada desta sexta (26), policiais civis que investigavam o caso descobriram que tudo se tratava de uma farsa armada para atingir Carlos Ronaldo Sales Ferreira, pai da "vítima" e ex-companheiro Ana Tércia.

A tramoia foi descoberta quando a Polícia Civil conseguiu localizar o imóvel do falso cativeiro localizado no bairro de Fátima – onde anteriormente havia sido registrada uma fotografia simulando que a vítima estava amarrada e amordaçada e divulgada nas redes sociais por ela própria (imagem ao lado). No local foram apreendidos vários objetos utilizados na simulação do sequestro.

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Apurou-se, ainda, que na última terça-feira (23), um dia antes da divulgação do falso crime, Carlos Ferreira havia sido vítima de uma tentativa de homicídio, quando foi alvejado por três disparos de arma de fogo realizados por indivíduos que se utilizaram de um veículo celta, cor branca. Investigações apontam Ana Tércia como a principal suspeita do crime, por não aceitar a separação, quem teria, inclusive, alugado o veículo e fornecido aos executores.

Após análise técnico-jurídica do Delegado de Polícia, mãe e filha foram autuadas em flagrante pelos crimes de falso testemunho e comunicação falsa de crime e encaminhadas ao Centro de Triagem de Observação Criminológica de São Luís-MA, onde permanecerão à disposição da Justiça.

Com informações da assessoria

O atacante senegalês Oumar Niasse se tornou nesta quarta-feira o primeiro jogador a receber punição retroativa por simulação em campo no Campeonato Inglês. O atleta do Everton foi suspenso por dois jogos pela Associação de Futebol da Inglaterra (FA, na sigla em inglês), que rejeitou recurso do clube de Liverpool.

Niasse havia sido denunciado por ter "enganado com sucesso um árbitro do jogo" no empate entre o Everton e o Crystal Palace por 2 a 2, no sábado, em rodada do Inglês. A simulação aconteceu diante do zagueiro Scott Dann, o que gerou marcação de pênalti por parte da arbitragem. No lance, o Everton marcou seu primeiro gol na partida.

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O jogador só foi punido nesta quarta graças a uma mudança feita no regulamento do Campeonato Inglês para esta temporada. Pela alteração nas regras, um jogador pode ser punido mesmo após o fim da partida, por ludibriar a arbitragem.

Em dificuldades no campeonato, o Everton soma apenas 12 pontos e ocupa o 16º lugar da tabela, apenas dois postos acima da zona de rebaixamento.

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A simulação de resgate em situações de ajuda humanitária é o melhor caminho para reforçar a atuação conjunta do Brasil com países vizinhos. A avaliação é do ministro da Defesa, Raul Jungmann que visitou o exercício multinacional de simulação de ajuda humanitária, Amazonlog, na tríplice fronteira com o Peru e a Bolívia. A atividade, executada em parceria com os países vizinhos, reuniu cerca de duas mil pessoas em Tabatinga, no Amazonas.

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A cidade fica distante cerca de 1,1 mil quilômetros de Manaus. Só é possível chegar de barco ou avião. O município, com pouco mais de 60 mil habitantes, está localizado na tríplice fronteira com as cidades de Santa Rosa, no Peru, e Letícia, na Colômbia. A cidade foi escolhida pelos militares devido ao difícil acesso e à falta de estrutura, como comunicações, estradas, dificuldades para conseguir grande quantidade de alimentos.

“Aqui, países que são nossos amigos e vizinhos trabalham conosco, exercitam conosco como atender nossas populações, como alimentá-las, como fazer sua triagem e como dar conforto em situações que muitas vezes são de grande calamidade e podem envolver perda de vidas”, disse o ministro na tarde desse sábado (11), após visitar a base internacional montada para abrigar as tropas.

Jungmann presenciou a simulação de distribuição de cargas com vacinas para a população vítima de um surto de hepatite e sobrevoou a demonstração de medidas para atender a população na possibilidade de explosão de embarcações no Rio Solimões.

As atividades fazem parte de um conjunto de simulações das Forças Armadas para treinar procedimentos de ajuda humanitária em caso de catástrofes como secas, enchentes, terremotos. Uma base militar multinacional foi montada para dar suporte a militares e socorro emergencial às “vítimas”.

As ações contam com a participação de diversos órgãos governamentais como a Polícia Federal, o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), a Fundação Nacional do Índio (Funai), a Defesa Civil, o Ministério das Relações Exteriores.

As simulações envolveram o uso de helicópteros, aviões, além de diversas embarcações para as ações de simulação de acidentes. Também foram feitos atendimentos de saúde para a população ribeirinha e comunidades indígenas do Brasil e dos países vizinhos. Alguns dos exercícios contam com a participação de "figurantes".

EUA

O exercício, previsto para terminar amanhã (13) conta com a presença de militares dos Estados Unidos e de outros países. A presença dos americanos foi motivo de polêmica. Parlamentares da oposição questionaram a presença dos norte-americanos com o argumento de que isso poderia representar uma ameaça à soberania do país.

Pelo Brasil, participam cerca de 1.550 militares; a Colômbia enviou 150; o Peru, 120; e os Estados Unidos, 30. Os americanos participaram como observadores integrados. Eles cederam uma aeronave C-130 para deslocamento de equipamentos e pessoal. Outros países, como Alemanha, Rússia, Canadá, Venezuela, França, Reino Unido e Japão, também enviaram observadores.

Para o ministro, essas críticas em relação à participação dos EUA são “míopes”. “Isso mostra total desconhecimento, porque já participamos desse mesmo exercício nos EUA, sem qualquer problema”, disse. “A atividade reforça a ideia de ajuda humanitária. Temos que dar as mãos quando se trata de atender as populações. Quando houve catástrofes no Peru; no Chile, nós lá estávamos... a forma como a Colômbia tratou a Chapecoense depois do acidente. É isso que queremos: ajuda mútua em favor dos nossos povos”, acrescentou o ministro ao se referir ao acidente de avião com o time brasileiro que matou 71 pessoas e deixou apenas quatro sobreviventes.

Roraima

De Tabatinga, o ministro voou para Roraima, onde desceu na região de Pacaraima, na fronteira com a Venezuela. Lá, ele acompanhou a situação dos venezuelanos que estão migrando para o lado brasileiro. Recentemente, a cidade inaugurou um abrigo com capacidade para 200 pessoas. “Hoje as Forças Armadas e outras agências já cuidam de boa parte do atendimento das pessoas que chegam ao Brasil através de Roraima e vamos continuar ajudando e na medida em que se faça necessário”, destacou.

O Brasil é o segundo país do mundo que mais recebe venezuelanos. Em primeiro lugar estão os EUA com 18,3 mil pessoas. Aqui, até o momento foram cerca de 13 mil solicitações de refúgio. Os dados são da agência das Nações Unidas para Refugiados (Acnur).

As Simulações de Organismos Internacionais da Universidade da Amazônia (Unama), promovidas pelos alunos do 6º semestre do curso de Relações Internacionais, estão na sua 7ª edição e têm por objetivo oferecer à comunidade acadêmica a oportunidade de discutir temas importantes do cenário político local e internacional. Denominado “SiONU”, por ter como base as reuniões da  Organização das Nações Unidas (ONU), o evento este ano teve como tema “A Questão Nuclear e os seus Desdobramentos no Sistema Internacional”.  A simulação ocorreu no auditório 1 da Unama Ananindeua, nos dias 25, 26 e 27 de outubro.

Durante o primeiro dia de evento (25/10), ocorreram palestras e apresentações de trabalhos científicos relacionados ao tema da SiONU 2017. Os debateres começaram a partir do dia 26/10, com a participação de 27 delegações oficiais (Estados), uma delegação especial e membros ouvintes (Observadores).

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O organizador do evento e professor do curso de Relações Internacionais, José Gilberto Quintero, explica que a SiONU é importante para os estudantes exercerem na prática o que foi aprendido na sala de aula, além de terem a oportunidade de praticar a oratória. “O evento é anual e muito pertinente para que os alunos coloquem em prática o que foi aprendido durante todo o semestre, e uma ótima oportunidade para treinar oratória em discursos”, diz.

Geórgia Amarante, estudante de Relações Internacionais, que teve a função de delegado representando o país Cazaquistão na simulação, diz que o evento agregou muito no seu conhecimento e que ajudou a entender mais como o seu curso funciona na prática. “Aprendi muito nessa simulação, além de ser um momento prático do curso em que posso ter uma noção do que é ser um diplomata, um funcionário publico internacional”, explica a estudante.

Por Leticia Aleixo.

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O Uber começou a operar, nesta quinta-feira (16), uma nova categoria em seu aplicativo em 14 cidades brasileiras. O UberSELECT oferece carros mais confortáveis e, por isso, cobra preços 20% maiores que na modalidade uberX. Mas, afinal, quanto custa uma viagem com esta opção? O LeiaJá realizou uma simulação na ponta do lápis.

Realizamos uma simulação partindo da Avenida Guararapes, no Centro do Recife, até o Parque Dona Lindu, no bairro de Boa Viagem. O percurso é de aproximadamente 12 quilômetros. Se no uberX o serviço custa R$ 21,54, na nova categoria o mesmo caminho sai por R$ 26,36.

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Isso significa que, nestas condições, o passageiro pagaria 22% a mais para utilizar a nova categoria. Vale notar que, no ato da simulação, o aplicativo não estava com a tarifa dinâmica incorporada. Resolvemos testar um destino diferente para comprovar a diferença da tarifa.

Desta vez, orientamos o aplicativo a solicitar uma corrida do Aeroporto Internacional do Recife, no bairro da Imbiribeira, até o Parque da Jaqueira. O percurso com aproximadamente 14 quilômetros custaria R$ 29,67 no uberX e subiria para R$ 36,53 no UberSELECT. Nestas condições, o segundo serviço custa 18% mais caro.

O UberSELECT já existe nos EUA desde 2015 e faz algumas exigências extras ao motorista. O parceiro precisa ter um veículo mais moderno, com ano superior ou igual a 2012. Audi A3, Ford EcoSport, Renault Duster, Toyota Corolla e Volkswagen Jetta estão entre os modelos compatíveis com a categoria. A lista completa pode ser acessada aqui.

Além disso, a taxa de cancelamento do UberSELECT funcionará da mesma forma que nos outros produtos, informou a empresa. A lista de cidades que receberá o serviço engloba São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador, Brasília, Goiânia, Fortaleza, Vitória, Campo Grande, Campinas e Santos.

Em parceria com a Polícia Militar, Bombeiros, Governo do Estado e Polícia Rodoviária Federal, a Chapecoense realizou nesta quarta-feira uma simulação de como será feito o transporte dos corpos vindos da Colômbia para a realização do velório das vítimas do acidente aéreo que causou a morte de 20 representantes do clube catarinense.

O detalhamento dos horários dependerá do momento em que os corpos forem liberados na Colômbia, algo que deve ocorrer na sexta-feira, mas ainda não se sabe exatamente se no período da manhã, tarde ou noite. A simulação serviu para definir alguns pontos, como por exemplo, o tempo do trajeto do aeroporto até a Arena Condá, palco da partida.

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Os corpos serão colocados em três ou quatro caminhões, dependendo da quantidade de corpos que forem liberados e autorizados pela família para ir para Chapecó. OS familiares do técnico Caio Júnior, por exemplo, inicialmente não pretendiam que seu corpo fosse levado para a cidade catarinense.

As ruas próximas do estádio serão fechadas e a PM pede para que os fãs evitem transitar pelo local por onde a carreata irá passar. Do aeroporto, eles chegarão até a Avenida General Osório, passarão pela Rua Uruguai e depois entrarão na Rua Borges Medeiros, local onde fica a arena. Os caminhões entrarão pelo portão 14.

O tempo do velório também vai depender do horário da chegada dos corpos. A tendência é que se o evento iniciar pela manhã, dure mais horas do que se for à noite. Em seguida, as famílias vão levar os corpos para suas respectivas cidades.

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As forças de segurança envolvidas nos Jogos Olímpicos do Rio 2016 realizaram na manhã desta quinta-feira (28) uma simulação de ataque químico e radiotativo no Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília. Ao todo, 100 soldados do Exército participaram da simulação como vítimas da detonação de um explosivo com substâncias químicas nas arquibancadas. Alguns atuaram como feridos na explosão, outros como contaminados pelo material químico.

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O estádio vai sediar jogos de futebol da Rio 2016, a partir do dia 4 de agosto. Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador e Manaus também terão disputas da modalidade. Brasília receberá dez partidas: sete do torneio masculino e três do feminino. Uma partida das quartas de final também será no Estádio Nacional.

Os jornalistas não tiveram permissão para acompanhar o exercício na área interna do estádio. Na parte externa, foram montadas tendas de atendimento médico e de descontaminação. Participaram da simulação equipes de Exército, Polícia Militar, Bombeiros, Samu e Defesa Civil.

De acordo com o Comando Militar do Planalto, não há uma preocupação especialmente maior com ataques químicos do que com outros tipos de ameaça, e serão realizadas também nesta quinta-feira (28) outros tipos de treinamentos em Brasília.

À noite, será feita uma simulação de ação terrorista com reféns no metrô de Brasília, com a participação de forças especiais do Exército, de negociadores da Marinha e do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do DF.

Fiscalização

Nesta quinta-feira, na Operação Barreira, foi intensificada a fiscalização de produtos explosivos nas estradas. Um posto de controle foi montado na BR-060, no entorno de Brasília, para impedir a entrada de materiais controlados na capital.

Durante as festividades do 26º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), uma exposição inusitada ao ar livre em um out-door chama a atenção de quem circula pela cidade. A simulação representa um acidente entre um carro e uma moto. Garrafas secas de bebidas e um banner ilustram a perda de um pai de família devido a ingestão de bebida alcoólica seguido de direção.

A campanha reforça a Operação Lei Seca que está acontecendo na cidade durante o evento, e segue até o próximo sábado (30). De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde do Estado, a exposição causa um impacto forte nas pessoas que observam a cena. Garanhuns é uma das cidades do estado que têm altos índices de acidentes provocados por condutores sem habilitação e que tenham ingerido bebida alcoólica

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De acordo com a Gerência Regional de Saúde, o uso de álcool acarreta a inibição e desatenção do motorista, seja de carro ou moto. Para Catarina Tenório, gestora regional, o excesso de velocidade, ultrapassagens indevidas, desrespeito à legislação, infrações em semáforos, entre outras situações, acabam por gerar acidentes e mortes no trânsito. "O que muitos ignoram é que  através das ações educativas e de fiscalização, estas instituições buscam oferecer um trânsito mais seguro para todos", finalizou.


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