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A PITÚ montará um stand carnavalesco na área de desembarque nacional do Aeroporto Internacional do Recife para recepcionar os turistas com drinks gratuitos na semana pré-Carnaval, entre os dias 04 e 10 de fevereiro (domingo até o Sábado de Zé Pereira).

Além das desejadas caipirinhas feitas à base de cachaça, açúcar, gelo e limão, a cachaçaria pernambucana também proporcionará a degustação da linha ice PITÚ REMIX. Com teor alcoólico mais baixo, de 7%, a marca possui três sabores das bebidas refrescantes e prontas para beber: Limão, Abacaxi com Coco e a tradicional Pitú Cola que também é Remix.

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No ano passado, a mesma ação distribuiu cerca de 25 mil copos de caipirinha e 3 mil latas da Remix no stand da PITÚ. Repetindo a dose, barmans da cachaçaria estarão durante toda a semana convidando os foliões que aterrissarem na terrinha do frevo para já sentirem o verdadeiro sabor do Carnaval pernambucano.

Da assessoria

Parece mentira, mas é verdade. Após uma postagem no Twitter, os internautas brasileiros descobriram quem existe uma versão não alcoólica da Pitú, a mais conhecida das cachaças pernambucanas, talvez até do Brasil. Em contato com a reportagem do LeiaJá, a assessoria da bebida disse que “o produto Pitú 0.0% álcool foi desenvolvido pela empresa parceira da Pitú, responsável pela comercialização do produto na Europa”.

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Ainda segundo a marca, “na Alemanha, onde o produto está sendo comercializado, a cachaça Pitú costuma ser consumida exclusivamente na caipirinha e em outros coquetéis. O lançamento resultou da tendência do mercado europeu de consumo de coquetéis à base de bebidas sem álcool.”

A Pitú ainda informa que não há perspectiva de lançamento de produto similar a esse no Brasil. Então, quem tiver curiosidade sobre o sabor da bebida vai ter que viajar até o velho continente para apreciar a novidade.

PITÚ é referência quando o assunto é cachaça

A Engarrafamento Pitú, fundada em 1938 por Joel Cândido Carneiro, Severino Ferrer de Moraes e José Ferrer de Moraes, é referência nacional quando o assunto é cachaça. Sendo uma das maiores indústrias de aguardente do Brasil, a Pitú engarrafa e comercializa milhões de litros por ano. Com 85 anos de história, é a cachaça mais consumida nas regiões Norte e Nordeste, a vice-líder do País. A fábrica da Pitú está localizada no município de Vitória de Santo Antão (PE).

A cachaça se mantém entre as 20 marcas de bebidas destiladas mais produzidas no mundo. Na Europa, a PITÚ comanda o mercado e tem a Alemanha como o país líder em consumo. Outros países do Velho Continente, também importantes para a marca, são:  Áustria, Grécia, Espanha, Suíça e Bélgica. Nos demais continentes a PITÚ também está presente em alguns países, como: Argentina, Canadá, África do Sul, Estados Unidos, México.

*Da assessoria
 

 

Um trabalhador rural de 42 anos, morreu após ser filmado bebendo uma garrafa de cachaça. O homem havia entrado em uma aposta em um bar e para conseguir vencê-la, ingeriu de uma só vez a bebida alcoólica.

O caso aconteceu no último domingo (15), na cidade de Santo Antônio do Rio Verde, distrito de Catalão, no sudeste de Goiás.

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De acordo com as informações da Polícia Militar (PM-GO), o corpo da vítima foi encontrado na calçada do bar. O dono do estabelecimento contou aos policiais militares que o homem estava bebendo com amigos desde o início do dia, quando saiu e se deitou na calçada e não se levantou mais.

Em um vídeo que circula nas redes sociais, é possível notar o homem bebendo uma garrafa de cachaça enquanto é estimulado por outras pessoas. Após beber todo o aguardente, uma pessoa chega a gritar “pode trazer a caixinha de cerveja”. 

O caso foi registrado como morte natural. Por isso, de acordo com o delegado David Felício, não deve ser investigado, por enquanto.  A polícia disse que orientou que os familiares do homem procurassem o Serviço de Verificação de Óbito (SVO), para o recolhimento do corpo, já que não havia evidência de crime.

Na madrugada da última quinta-feira (23), um homem de 32 anos morreu após beber uma garrafa de cachaça em uma aposta feita com outra pessoa, em um bar localizado na cidade de Juara, a 690 km  de Cuiabá, no Mato Grosso. A vítima foi identificada como Clovis Pereira da Silva e teria prometido "secar" uma garrafa da bebida em um único gole.

A esposa de Clovis informou à Polícia Civil que, após conseguir beber a garrafa, o homem voltou para casa passando mal e foi dormir. A mulher disse que, por volta das 5h30 da manhã, percebeu que o marido estava sem sinais vitais. 

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Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e confirmou a morte da vítima. Não foram encontrados sinais de violência física em seu corpo, que foi encaminhado para o exame de necropsia. A Polícia Civil investiga o caso.

Frequentadores do Bar do Amparo, em Olinda, já podem celebrar. O espaço comandado pelo chef Hiago Magalhães acaba de lançar sua cerveja própria e uma cachaça artesanal. Já disponíveis para venda, as bebidas foram elaboradas em parceria.

A cerveja com a marca da casa foi feita pela cervejaria pernambucana Duvália. O produto ressalta o frescor do puro malte, além de ter ingredientes aprimorados. A cachaça produzida artesanalmente no Engenho Filho Cláudio, em Minas Gerais, já vem se tornando um tremendo sucesso entre os que visitam o Bar do Amparo.

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Após queda nas exportações durante a pandemia, o setor produtor de cachaça já vinha mostrando recuperação em 2021, mas agora tem motivos maiores para comemorar. O setor registra, este ano, um recorde no valor exportado. Foram US$ 18,47 milhões exportados, o maior valor dos últimos 12 anos e 54,74% maior que as exportações de 2021. O levantamento do Comex Stat, o sistema de dados de comércio exterior do governo federal, e compilados pelo Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), traz dados de janeiro a novembro.

Os números se destacam principalmente por serem de um período imediatamente após os piores anos da pandemia da covid-19 e, mesmo assim, trazerem cifras superiores ao período anterior à crise sanitária mundial. Em 2019, por exemplo, foi registrado um valor de exportação de US$ 14,60 milhões. Os números de 2022 superam os de 2019 em aproximadamente US$ 4 milhões. Houve ainda um crescimento no volume exportado. Foram 8,6 milhões de litros exportados, um aumento de 30,38%.

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Para Carlos Lima, diretor executivo do Ibrac, as boas notícias são resultados da soma de alguns fatores, principalmente o retorno das atividades econômicas após a retração provocada pela covid-19. “Acho que isso se deve a um momento de retomada pós-pandemia. Apesar de termos tido um crescimento no ano passado, a volta efetiva dos bares e restaurantes trouxe um otimismo no mercado”, disse à Agência Brasil. Lima também atribuiu a retomada dos eventos como um fator de influência nesses números.

Atualmente, a cachaça é exportada para 72 países. Em termos de valor exportado, os principais são os Estados Unidos, Alemanha, Portugal, Itália, França e Paraguai. Este ano trouxe, inclusive, um aumento significativo na participação de alguns desses países, que até então não estavam entre os principais mercados. Portugal mais que dobrou nos valores de cachaça importada do Brasil e a Itália teve um aumento de 180% nas cifras.

Lima entende que as ações de promoção da cachaça como um produto para exportação também contribuíram. O Ibrac realiza com a Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) um projeto de promoção de exportação da cachaça. Consiste em ações de promoção da cachaça e com proteção da denominação da cachaça como uma marca.

Micro e pequenas empresas, inclusive, têm sido inseridas no mercado internacional no contexto desse programa. A intenção do Ibrac é aumentar a base exportadora e manter os bons números nos próximos anos. “O Ibrac vem ao longo dos últimos anos investindo em ações de imagem da cachaça e promoção de oportunidade da cachaça. Empresas já investem há alguns anos no mercado internacional, e agora o país está desfrutando disso”, disse Carlos Lima.

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ironizou o mandatário Jair Bolsonaro (PL) durante o anúncio dos primeiros ministros do futuro governo, nesta sexta-feira (9). Segundo o petista, o atual presidente o acusava de esconder cachaça em garrafas de água durante atos de campanha. 

No pronunciamento à imprensa, na capital federal, o futuro titular do Planalto pediu uma garrafa com água para beber, e riu ao lembrar que Bolsonaro afirmava que ele ingeria álcool nas garrafas, o que já foi negado diversas vezes. Lula passou por uma cirurgia em novembro, após sofrer lesões na laringe, e tem tentado se hidratar mais e poupar mais a voz. 

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“Se eu já tivesse tomado posse, tinha 30 copos d'água aqui, como eu não tomei posse ainda, só tem a garrafinha. E meu adversário achava que era cachaça que eu tomava. Mesmo no tempo em que eu tomava, eu não bebia na garrafa, bebia num copinho”, disse no púlpito.  

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O presidente eleito confirmou, nesta sexta-feira, os primeiros nomes que vão compor a Esplanada dos Ministérios a partir de 2023. Entre os nomes escolhidos está o de Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo e ex-ministro da Educação, e que agora comandará a pasta da Economia. 

Lula também anunciou o ex-presidente do TCU José Múcio Monteiro como ministro da Defesa; o senador eleito Flávio Dino como ministro da Justiça; o governador da Bahia Rui Costa como ministro chefe da Casa Civil; e o embaixador Mauro Vieira como ministro das Relações Exteriores. 

 

A segunda edição do 'Festival Cachaça na Praça' reúne, na capital pernambucana no próximo dia (9), cerca de 26 produtores de alambiques de diversas regiões do Brasil. Com acesso gratuito ao público, os expositores irão oferecer a troca de experiência para quem deseja conhecer um pouco mais sobre diversos tipos de bebidas. A programação começa a partir das 14h, na praça Praça Eça de Queiroz, S/N, na Madalena, Zona Norte do Recife.

 O objetivo dos organizadores do evento, Armazém da Cachaça e "Cadê Jorge? Produções e Eventos" é desmistificar a cachaça e apresentá-la ao consumidor como um destilado de qualidade, que carrega a história e a tradição do brasileiro. A programação inclui ainda, degustação e venda de cachaça, drinks e petiscos. O SEBRAE participa da iniciativa com a oferta gratuita de cursos aos expositores.

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Uma das cachaças participantes do Festival é a orgânica e premiada Sanhaçu, produzida em Chã Grande, no agreste do estado, pela família Barreto Silva. O projeto existe há 13 anos, ao longo desse tempo, 38 premiações entre as nacionais e internacionais já foram conquistadas. O rótulo é o primeiro com certificação orgânica a nível estadual, já a nível nacional, a bebida é a primeira cachaça do Brasil a receber o Selo de Envelhecimento Sustentável (SES).

"No engenho da Sanhaçu tudo é produzido organicamente, entre os produtos cachaça, açúcar mascavo, rapadura e mel de engenho. Através do tour rural que já faz parte do turismo de Pernambuco mostramos como os produtos são feitos", detalha Elk Barreto, uma das responsáveis pelo grupo Sanhaçu, sobre as visitas guiadas que acontecem na propriedade.

Com foco na cultura nordestina, a feira conta ainda com apresentações musicais. Silvério Pessoa é uma das atrações, o cantor será o embaixador do Festival. Forró Raiz, e o cantor e poeta Reinivaldo Pinheiro também se apresentarão.

Dados do setor:

Segundo dados reunidos pelo Instituto Brasileiro de Cachaça (IBRAC), em 2021, Pernambuco foi o segundo estado que mais fez exportação, maior valor total e em volume de vendas, com movimentação aproximada de R$10,37 milhões. São Paulo liderou com R$34,31 milhões.

Da assessoria

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) quer debater publicamente uma proposta de regulamentação dos padrões de identidade e qualidade da aguardente de cana e da cachaça brasileira.

Para isso, publicou uma portaria no Diário Oficial da União desta quarta-feira (9), que convida os interessados a participar de uma audiência pública dedicada ao tema. A reunião será feita na modalidade virtual em 3 de março, das 9h às 18h.

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O Mapa informa que as informações sobre o acesso ao evento encontram-se disponíveis no site do Ministério.

A página contém ainda alguns documentos considerados pertinentes ao processo. Questionamentos prévios poderão ser enviados pelo e-mail cp.cachaca@agro.gov.br.

De acordo com a Portaria nº517, o objetivo da audiência é “permitir a participação e a exposição técnica de órgãos, entidades ou pessoas interessadas sobre pauta predefinida de tópicos relacionados à proposta de regulamentação”.

Um caminhão que transportava aguardente foi recuperado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) nessa quinta-feira (29), na BR-232, em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. A empresa que transportava a mercadoria perdeu contato com o veículo horas antes.

Acionados para reaver a carga, os agentes encontraram o caminhão parado no acostamento do quilômetro 136 da rodovia. Nem o motorista, nem outras pessoas estavam próximas, informa a PRF.

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Apesar do desaparecimento, a carga de cachaça foi localizada intacta no compartimento traseiro do veículo. Já a cabine do condutor estava revirada com documentos e cadernos espalhados.

Com o material em mãos, um representante da empresa responsável foi chamado ao local para reaver o veículo. De acordo com a PRF, o condutor foi encontrado no Recife e, sem dar informações sobre o possível roubo, foi orientado a prestar queixa em uma delegacia da região. 

Não está fácil. Até o Papa resolveu comentar a situação do nosso país. Nesta quarta-feira (26), o pontífice brincou com um grupo de brasileiros que visitava o Vaticano. "Santo Padre, reze por nós, brasileiros", pediu o padre João Paulo Souto Victor, que estava na comitiva.

Sorrindo, o Papa Francisco respondeu: "Vocês não têm salvação. É muita cachaça e pouca oração". As imagens, claro, viralizaram. Confira:

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A cachaça pernambucana Sanhaçu Origem encerra o ano de 2020 colocando mais um prêmio na estante. A marca levou medalha de ouro na 9ª edição da Expocachaça, concurso anual e nacional de cachaça, bebidas mistas e outros destilados. Com o título, a bebida de Pernambuco contabiliza seis prêmios, três deles ganhos somente em 2020.

O ouro na Expocachaça veio na categoria Cachaça Branca. A Sanhaçu Origem disputou com marcas de outros estados brasileiros. Participaram do concurso, este ano, representantes da Bahia, Paraíba, Alagoas, Maranhão, Rio Grande do Norte, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais, entre outros. O evento é organizado pela Expocachaça, Laboratório Amazile Biagioni Maia (LABM) e Associação Brasileira de Sommeliers (ABS).

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A bebida pernambucana tem origem em Chã Grande, município próximo à cidade de Gravatá. A Sanhaçu é a primeira cachaça orgânica certificada de Pernambuco e há cinco anos tornou- se o primeiro engenho do Brasil movido a Energia Solar. Além da cachaça, no local é produzido rapadura, mel de engenho e açúcar mascavo. Atualmente o espaço oferece visitas guiadas de sábados, domingos e feriados, às 11h e às 13.

Desafiado pelos amigos a beber 1,2 litros de cachaça, um homem identificado como Vanir Ferreira Duarte, 46 anos, acabou morrendo por complicações de intoxicação por ingestão de bebida alcoólica. 

A morte dele foi confirmada na última terça-feira (8), em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, após ele ficar cinco dias internado no hospital Santa Casa.

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Segundo o Boletim de Ocorrência, os amigos da vítima o abandonaram desacordado em um banco de madeira e ele só foi encontrado no dia seguinte, sendo encaminhado em estado grave para o hospital, onde permaneceu internado.

Os dois homens que haviam incentivado e abandonado a vítima foram identificados e prestarão depoimento sobre o caso. O UOL aponta que o caso será investigado como omissão de socorro qualificado.

A Polícia Civil investiga um assassinato motivado por uma suposta briga entre primos, que discutiram por uma dose de cachaça e uma carteira de cigarros. O homicídio ocorreu na tarde dessa terça-feira (18), na Zona Rural de Caruaru, no Agreste de Pernambuco.

A vítima, Edilson Soares da Silva, de 40 anos, estava em um bar próximo ao Sítio Vasco, às margens da BR-232. Ele e o primo, identificado apenas como Jailson, teriam se desentendido enquanto bebiam.

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Após entrar em luta corporal e cometer o crime, o suspeito teria confessado o assassinato por telefonema a outro familiar. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado, mas a vítima já estava morta.

Ao LeiaJá, a Polícia não informou se o suspeito chegou a prestar esclarecimentos na delegacia do município ou foi preso preventivamente.

De acordo com o Jornal de Caruaru, o Instituto de Criminalística (IC) não encontrou nenhuma lesão aparente e o corpo seguiu para o Instituto de Medicina Legal (IML) como "Morte a Esclarecer".

O presídio deveria ser um lugar de requalificação, onde os detentos deveriam desenvolver atividades que propiciem a sua volta para a liberdade. No entanto, um vídeo que circula nas redes mostra presos bebendo, dançando e filmando tudo o que está acontecendo.

Os detentos parecem não temer que autoridades. A gravação dura 43  segundos. Além disso, o vídeo traz duas mensagens grafadas: “Caso queiram cumprir pena aqui, oferecemos várias atividades de lazer para os presos não ficarem tristes com o coronavírus” e “essa live fez mais sucesso do que a de Gusttavo Lima”.

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Por meio de nota, a Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres), informa que o vídeo foi feito há mais de um mês no Presídio Marcelo Francisco de Araújo (Pamfa), no Complexo do Curado, na Zona Oeste do Recife. Além disso, a pasta garante que todos os envolvidos foram identificados - mas não explicou quais medidas foram tomadas contra os detentos e o que se está sendo feito para evitar que situações como essa se repitam.

A morte de um catador de material reciclável, de 39 anos, de Feira de Santana, município do interior da Bahia, gerou revolta nas redes sociais. Wellington Cardoso da Silva foi desafiado a beber uma garrafa de aguardente de uma só vez em troca de R$ 20. Colegas são os principais suspeitos.

Um vídeo mostra Wellington bebendo a cachaça. Ao cumprir o acordo, o grupo oferece outra. Porém, ele recusa e pede a recompensa, visto que já havia cumprido com o que estava determinado.

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Em outro registro, o catador aparece desacordado enquanto os colegas jogam água no seu rosto na intenção de reanimá-lo. Eles brincam com a situação, mas o homem não responde às tentativas. Ele foi socorrido em uma carroça até a policlínica da cidade, onde foi confirmado o óbito.

Wellington foi enterrado nessa quinta-feira (9), no cemitério São Jorge, no próprio município. A polícia vistoria as imagens e investiga o caso. 

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"Se o verão é curto, então curta". Esta é a provocação da Skol Beats Carva, a nova bebida da Ambev. O lançamento acontece no próximo sábado (15), durante a festa Bikini Memories, em Porto de Galinhas. Ela nasce da união entre duas fortes marcas, a Skol Beats e a Carvalheira.

Inspirada em um grande sucesso da tradicional cachaça Carvalheira, a embalagem da Beats Carva, e o líquido tem sabor de mel e limão.

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Com 7,9% de teor alcoólico, a nova Beats será vendida em latas de 269ml e terá embalagem especial. O produto ficará por tempo limitado no mercado, exclusivamente em Pernambuco, Paraíba e Alagoas. "A Beats está sempre em busca de inovações e é a sensação do verão e do carnaval. Dessa vez, trouxemos um toque bem regional, inspirado em sabores que são a cara do verão pernambucano”, explica Maurício Landi, gerente regional de Marketing da Cervejaria AMBEV.

"É um orgulho muito grande para a Carvalheira fazer um produto junto da maior marca do Brasil e de uma empresa como a AMBEV. A Carva é uma bebida que traduz um pouco da nossa energia e as características das experiências que fazemos. E é ótimo ver essa energia traduzida na latinha com a Beats Carva, parceria entre a Carvalheira e a Skol", ressalta Victor Carvalheira, sócio da Carvalheira.

A nova bebida chega para integrar o portfólio da Skol Beats, que já conta com as versões Senses, Spirit, Secret e a nova Beats 150 BPM, produzida em parceria com a cantora Anitta.

Nem cerveja e nem cachaça - A Skol Beats Carva não é nem uma coisa e nem outra. Ela tem como base a cerveja, porém, a bebida é destilada após o processo de fermentação. Por isso, o novo produto não pode ser classificado como cerveja. É uma Beats, como faz questão de explicar a Ambev. 

Provamos - A assessoria da Ambev esteve na redação do LeiaJa.com e alguns membros da equipe tiveram a oportunidade de provar o produto. É uma bebida leve, aromática e tem uma marca forte de mel no aroma. O limão aparece no fim. É algo para se tomar bem gelado, faça sol ou faça chuva. Logicamente só maiores de 18 anos, que não tenham que dirigir depois de beber.

Com informações da assessoria

O I Festival Cachaça na Praça promete movimentar o Recife com degustação de pelo menos 28 rótulos de destilados industrial e artesanal, além de barracas comercializando comidas típicas e atrações culturais. O encontro é na tarde do sábado (9), na Praça Eça de Queiroz, no bairro da Madalena. Segundo um dos idealizadores do evento, Carlos Henrique Arruda, o festival pretende "desmistificar a cachaça" para o público pernambucano.

“A cultura que prevalece por aqui é a da cachaça industrial, queremos apresentar ao consumidor novas possibilidades. No Recife, só havia quatro marcas de cachaças de alambique, com a recente entrada de representantes e distribuidores, estamos conseguindo atrair novos produtos e trabalhando novos consumidores”, diz Carlos Henrique, que também é representante da distribuidora Santo Mé.

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O produtor cultural Jorge João também toca o projeto, que têm o apoio da Prefeitura do Recife, e espera que o Cachaça na Praça se firme no calendário anual dos eventos da cachaça. “Queremos transformar o festival num alicerce para o fomento da cachaça no estado, movimentando a economia. Pelo menos 28 marcas de cachaça já garantiram presença, com representantes de Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Goiás, Paraíba, Bahia e Alagoas, além, claro, de Pernambuco”, afirmou Jorge João.

Cada marca terá seu espaço para expor as cachaças e oferecer degustações, entre 12h e 20h. Haverá ainda um espaço dedicado a caipirinhas, desde a clássica até suas variantes, coquetelaria com cachaça, além de barracas de alimentação, espaço kids e uma programação cultural com apresentações de choro, MPB e forró pé-de-serra.

Serviço

I Festival Cachaça na Praça

Sábado (09) | 12h

Praça Eça de Queiroz (Madalena)

Gratuito

*Da assessoria

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Produtores regionais participaram na Estação das Docas, em Belém, de evento comemorativo ao Dia Nacional da Cachaça, 13 de setembro. A 1ª Mostra de Cachaça Paraense teve degustação gratuita de cachaça de jambu, bacuri e açaí, para maiores de 18 anos, e exposição.

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A cachaça também é conhecida por outros nomes: pinga, aguardente, marvada, branquinha, dependendo de cada região. No Pará, uma das mais conhecidas é a cachaça de jambu, planta consumida na culinária paraense, como no tacacá e pato no tucupi, e que agora faz sucesso misturada com o álcool.

O paraense Leandro Augusto Alves Marques, advogado de 40 anos, é sócio proprietário de uma empresa que produz a famosa cachaça. “Na minha infância eu sempre viajava com meu avô, que era do interior do Estado. Tive as primeiras impressões com produtos tradicionais da nossa culinária quando íamos para o município Santarém Novo, que fica a 200 quilômetros de Belém”, conta o empreendedor.

Leandro revela que sempre teve interesse em fazer alguma coisa com o jambu. Em 2008, ele teve seu primeiro contato com a bebida. “A primeira impressão que tive do jambu em bebida foi quando provei um licor, muito ruim por sinal. Nunca esqueci deste momento”, revela.

Apesar do gosto nada agradável da bebida, Leonardo não desistiu do produto. “Não saía da minha cabeça a vontade de fazer algo com o jambu. Em 2012 passei a produzir a cachaça com jambu comercialmente para amigos”, comentou. A cachaça tem um grande diferencial em relação a outras bebidas pela sensação de tremor que a planta causa na boca.

Em 2013, saiu a primeira garrafa de cachaça de jambu da produção de Leandro. Hoje em dia, ele fabrica, além da cachaça, licor de jambu, licor de açaí e jambu, doce de cupuaçu, azeite aromatizado com pimenta, molho de pimenta com tucupi, camarão, pata de caranguejo empanado e castanha do Pará. A última novidade da sua empresa e o lançamento da vodka com jambu.

O empresário informa que todos os produtos usam matérias-primas orgânicas e sustentáveis. “Nas cidades próximas a Belém encontramos quase todos os nossos insumos orgânicos e sustentáveis. De agricultura familiar, onde todos da família trabalham para a horta. Quando tive a ideia de fazer os produtos, sempre pensei na seguinte situação: quero fazer o cliente se transportar para Belém e sentir o verdadeiro gosto da nossa terra e sem conservantes”, observa.

Com reportagem de Sandy Brito.

 

Um proprietário de bar foi detido por vender bebida alcoólica para adolescente em Moreilândia, Sertão de Pernambuco, na noite da quarta-feira (7). Ele foi encaminhado para a delegacia, onde foi aberto um inquérito policial em seu desfavor.

A Polícia Civil de Moreilândia solicitou que a Polícia Militar (PM) averiguasse uma denúncia de comércio de bebidas alcoólicas para menores de idade. Em uma área próxima do bar, a equipe da PM encontrou um adolescente bebendo uma cachaça da marca Ypióca.

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Questionado sobre a procedência da aguardente, o jovem indicou o bar em que fez a aquisição. A pena para o crime é de dois a quatro anos de detenção e multa que varia de R$ 3 mil a R$ 10 mil, além da interdição do estabelecimento comercial.

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