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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recolheu nove motos e multou condutores que participavam de um racha na BR-232, entre Caruaru e Gravatá, no Agreste de Pernambuco. O grupo com mais de 30 motociclistas fazia manobras perigosas na rodovia, na noite dessa terça-feira (24).

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As primeiras denúncias foram recebidas pela PRF por volta das 20h, com a informação que mais de 30 motociclistas circulavam em alta velocidade e faziam manobras perigosas no km 138 da rodovia. O efetivo foi ao local e os suspeitos fugiram em alta velocidade, inclusive pela contramão.

Os policiais seguiram com as buscas e conseguiram identificar algumas motos reunidas no Rei das Coxinhas, no km 71 da BR-232, já em Gravatá. Diversas irregularidades como a falta de carteira de habilitação, licenciamento vencido, pneus sem condições de uso, falta de retrovisor e placas encobertas foram confirmadas na abordagem.

As motos foram apreendidas e o grupo autuado por infração gravíssima por realizar manobras perigosas, mediante arrancada brusca, derrapagem ou frenagem com deslizamento ou arrastamento de pneus. A legislação de trânsito prevê a multa de R$ 2.934, além da perda de sete pontos na carteira de habilitação.

A Rússia anunciou nesta sexta-feira (18) que fará no sábado, sob a supervisão do presidente Vladimir Putin, manobras de suas "forças estratégicas", incluindo disparos de mísseis balísticos e de cruzeiro, em meio à crise com países ocidentais sobre a Ucrânia.

"Em 19 de fevereiro, sob a direção do comandante supremo das Forças Armadas russas, Vladimir Putin, será organizado um exercício planejado das forças de dissuasão estratégicas", informou o Ministério da Defesa, citado pelas agências russas de notícias.

De acordo com Moscou, no âmbito desses exercícios, "serão realizados disparos de mísseis balísticos e de mísseis de cruzeiro". O treinamento também envolverá soldados do distrito militar Sul da Rússia, das Forças Aeroespaciais, das Forças Estratégicas e das frotas do Norte e do Mar Negro.

O objetivo dessas manobras é, segundo o ministério, "testar o nível de preparação" das forças envolvidas e a "confiabilidade das armas estratégicas nucleares e não nucleares".

O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, garantiu que se trata de um "treinamento regular", o qual foi "notificado a diversos países por vários meios".

"Tudo está claramente regulado, e ninguém tem de ter dúvidas, ou preocupações, porque tudo foi notificado previamente", disse ele, acrescentando que são manobras "totalmente transparentes e totalmente compreensíveis para os especialistas estrangeiros".

"Não devem causar qualquer tipo de preocupação", reiterou.

Peskov acrescentou que Putin participará desses exercícios de um centro de comando especial.

Em sua definição mais ampla, as forças "estratégicas" russas servem para responder a ameaças, inclusive em caso de guerra nuclear. Estão equipadas com mísseis de alcance intercontinental, bombardeiros estratégicos de longo alcance, submarinos, navios de superfície e aviação naval com mísseis convencionais de longo alcance.

Estas manobras acontecerão em plena escalada das tensões com os países ocidentais, que acusam Moscou de ter estacionado cerca de 150.000 soldados na fronteira com a Ucrânia, com o objetivo de invadir esta ex-república soviética.

O presidente russo, Vladimir Putin, e altos funcionários de seu governo dizem que não planejam invadir a Ucrânia e que as tropas estão apenas realizando exercícios práticos.

Putin já deixou claro, porém, que o preço para remover qualquer ameaça seria a Ucrânia concordar em nunca se juntar à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), e a aliança militar ocidental se retirar de uma faixa do Leste Europeu, efetivamente dividindo o continente em esferas de influência ao estilo da Guerra Fria.

Ontem, os Estados Unidos disseram ter recebido uma resposta de Putin às suas ofertas de uma solução diplomática para a crise, mas ainda não se pronunciaram a esse respeito.

Auxiliares do presidente da República, Jair Bolsonaro, veem risco de ele ser impedido de disputar a reeleição, caso as contas deste ano do governo sejam reprovadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A avaliação tem como base o Orçamento aprovado na semana passada pelo Congresso Nacional, marcado por manobras contábeis para subestimar despesas obrigatórias e aumentar emendas parlamentares, e que depende agora de sanção do presidente.

A Lei complementar 64, de 1990, diz que aqueles que tiverem suas contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas por irregularidade insanável que configure ato doloso de improbidade administrativa, e por decisão irrecorrível do órgão competente, ficam inelegíveis para as eleições que se realizarem nos oito anos seguintes, contados a partir da data da decisão. Ainda pelas regras vigentes, uma decisão contrária do TCU tem de ser avaliada depois pelo próprio Congresso.

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Esse temor tem travado as negociações entre Palácio do Planalto, Senado e Câmara para solucionar o impasse em torno da sanção da lei orçamentária e corte de parte dos R$ 31 bilhões extras em emendas parlamentares que o relator Márcio Bittar (MDB-AC) incluiu na lei.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo apurou, há entendimento político de que Bittar precisaria aumentar em mais R$ 5 bilhões o corte de emendas, além dos R$ 10 bilhões que já acenou em ofício encaminhado ao Planalto na quarta-feira.

Se isso for feito, ficaria limitado em R$ 16,5 bilhões o valor a mais de emendas que o governo Bolsonaro aceitou acomodar no Orçamento deste ano, como contrapartida à aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do auxílio emergencial. O ministro da Economia, Paulo Guedes, não deve se opor à recomposição do acordo inicial, segundo fontes que participam das negociações.

A questão é como fazer e atender ao mesmo tempo a necessidade da equipe econômica e a conveniência política de refazer um Orçamento que foi aprovado há uma semana.

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), não quer o veto e tem se contraposto à posição técnica da área econômica que o recomenda, mesmo que seja parcial. Uma fonte disse que Lira é "pragmático" e avalia que não precisa do veto.

Como R$ 26,5 bilhões das novas emendas foram obtidos com base em corte de despesas obrigatórias (benefícios da Previdência, seguro-desemprego e subsídios) ficaria uma parcela delas ainda com valor subestimado, mantendo o risco de o TCU apontar irregularidades.

A área econômica recomenda o veto parcial e a edição de um projeto (PLN) para refazer as dotações orçamentárias com novas fontes de recursos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Coreia do Sul e Estados Unidos iniciaram nesta terça-feira (18) as manobras militares conjuntas anuais, adiadas devido à pandemia do novo coronavírus, que podem provocar a indignação da Coreia do Norte, que considera os exercícios um treino para uma invasão de seu território.

Os exercícios militares acontecem em um momento de tensão persistente entre as Coreias, desde que Pyongyang bombardeou o prédio que administrava as relações com o Sul em junho e ameaçou Seul com uma ação militar.

As manobras devem prosseguir até 28 de agosto. A princípio começariam no domingo, mas foram adiadas por alguns dias após a detecção de novos casos de coronavírus na Coreia do Sul, o que provoca o temor de uma segunda onda.

O país registrou nesta terça-feira 246 novos casos de Covid-19 o que eleva o balanço desde o início da epidemia a 15.761 pessoas infectadas. Este é o quinto dia consecutivo em que o balanço de infectados supera três dígitos.

As relações entre as Coreias estão paralisadas desde o fracasso, em fevereiro de 2019, da segunda reunião de cúpula entre o presidente americano Donald Trump e o líder norte-coreano Kim Jong Un.

Os dois países não conseguem chegar a um acordo sobre o desmantelamento do programa nuclear norte-coreano em troca do fim das sanções econômicas internacionais.

A empresa japonesa Nissan desenvolveu uma tecnologia que visa a combinação de automatização com o fator humano. Esse sistema se chama ‘brain-to-vehicle’ (cérebro-para-carro, em tradução livre), ou apenas B2V. O software tem como objetivo fazer com que as reações dos motoristas no trânsito sejam mais rápidas. “A maioria das pessoas que imagina um carro autônomo costumam ter uma visão impessoal sobre o futuro, como se os humanos fossem deixar as máquinas controlarem tudo”, afirma a vice-presidente executiva da Nissan, Daniele Schillaci. “Já a tecnologia da BV2 faz o oposto. Ela utiliza sinais cerebrais para tornar a direção mais agradável”, completa.

Ainda em versão teste, o B2V terá sua estreia durante Consumer Electronics Shows (CES), em Las Vegas, de 8 a 11 de janeiro. O sistema funciona utilizando o método de eletroencefalografia para medir os padrões elétricos do cérebro, por meio de um fone de ouvido com eletrodos.

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Enquanto o motorista não estiver controlando o veículo por meio do pensamento, o B2V possibilita que o veículo preveja as ações que ele deveria tomar, como, brecar, acelerar etc. Ou seja, o carro pode executar os movimentos ainda antes que o motorista pense em fazê-lo.

O senador Humberto Costa (PT) acusou o presidente em exercício Michel Temer (PMDB) de fazer manobras para tentar salvar o mandato do presidente da Câmara dos Deputados afastado, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Para o petista, a postura foi adotada por Temer é consequência do “medo” de uma possível delação premiada do aliado. 

Sob a ótica do senador pernambucano, essa "negociação aberta para quem quiser ver" com o objetivo de livrar a pele do peemedebista, levanta suspeitas. "Eu pergunto: que amizade é essa que Temer tem com um sujeito que é réu no Supremo Tribunal Federal, está suspenso do mandato e da presidência da Câmara pelo próprio STF e contra quem há um pedido de prisão formulado pela PGR?”, questionou, em discurso na tribuna do Senado, nesta quinta-feira (9).

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“Será que Temer tem por Eduardo Cunha uma grande amizade ou tem medo de que, uma vez preso, esse notório chantagista faça uma delação premiada que atinja em cheio esse pequeno presidente biônico que hoje está de passagem pelo Palácio do Planalto?”, indagou, acrescentando.  

Para Humberto Costa, o presidente em exercício teve coragem de demitir o garçom do Palácio do Planalto e servidores públicos do segundo e terceiro escalões considerados petistas, mas Eduardo Cunha não. "Muito pelo contrário, o governo tem feito verdadeiros e escancarados malabarismos, pressionando deputados, trocando a composição de comissões e do Conselho de Ética, para livrar Cunha da cassação”, salientou. 

O petista ressaltou ainda que é preciso ter muita atenção, “pois essas iniciativas todas vão na contramão do desejo da sociedade e revelam um verdadeiro caça às bruxas na estrutura pública, a fim de deixar vulnerável a administração às práticas execráveis”. “É retrocesso atrás de retrocesso. Onde estão as panelas daqueles que se intitulavam 'cidadãos de bem', que foram às ruas atrás de um pato amarelo para pedir a deposição de uma presidenta legitimamente eleita? Será que, agora, ficou claro quem são os verdadeiros patos daquele movimento?”, perguntou. 

Da tribuna, o senador questionou também o que ele considerou um “desmonte” no Ministério da Saúde, onde o titular da pasta, Ricardo Barros (PP-PR), já disse, na visão dele, "barbaridades" contra o SUS e, recentemente, demitiu subitamente sete dirigentes do Departamento de Auditoria do Sistema Único de Saúde (Denasus), órgão responsável pela correta aplicação de recursos do SUS. 

Apontada como peça chave para a definição do processo de cassação de Eduardo Cunha no Conselho de Ética, a deputada Tia Eron (PRB-BA) ainda não marcou presença na reunião. A ausência tem gerado questionamentos entre os parlamentares que são a favor do parecer do relator Marcos Rogério (DEM-RO) que recomenda a destituição do mandato do peemedebista. Ela substituiu o primeiro relator do processo no conselho deputado Fausto Pinato (PP-SP). 

“Quero começar perguntando sobre a deputada Tia Eron. Onde ela está? Foi abduzida?”, indagou o deputado Nelson Marchezan Júnior (PSDB-RS), ao iniciar seu discurso na sessão. “Ela sumiu, desapareceu da cena. Sinto que isto tem mais um cheiro de manobra. Isso é algo que merece nossa atenção e reflexão. É impressionante como não se tem limites e toda ordem de pressão política está sendo feita”, corroborou o deputado Betinho Gomes (PSDB).

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A cobrança pela presença da parlamentar baiana não tem sido apenas no colegiado, mas também nas redes sociais. Com as hashtags #TiaEronCadêVocê e #VemTiaEron, deputados e internautas questionam o sumiço de Tia Eron. 

“Conselho de Ética da Câmara vota hoje a cassação de Eduardo Cunha. Dep. Tia Eron ainda não chegou. #VemTiaEron #TiaEronCadêVocê?”, pergunta a deputada federal Luiza Erundina (PSOL) no Twitter. “Tia Eron se não aparecer, vai ter que inventar uma bela desculpa pela ausência, porque a gente não aguenta mais fazer papel de trouxa. #TiaEronCadeVoce”, afirma um internauta identificado como Mario Braga. 

Outros ainda culpam o alto escalão do PRB, com quem a deputada se reuniu na noite dessa segunda-feira (6), pela ausência. 

O primeiro suplente do bloco parlamentar da deputada Tia Eron a chegar e assinar presença para votação foi o deputado Carlos Marun (PMDB-MS). Marun já se pronunciou contra o afastamento de Eduardo Cunha. Caso a titular não compareça, caberá a Marun dar o voto pela parlamentar.

A oitiva do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS) no Conselho de Ética do Senado foi remarcada para o dia 7 de abril. Desde que deixou a prisão e foi convocado pelo colegiado, que deve decidir se cassa ou não o mandato dele, o parlamentar tem apresentado licenças médicas postergando o interrogatório. 

Ele responde a um processo de quebra do decoro parlamentar. O petista foi preso no dia 25 de novembro, acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato.

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Para evitar manobras, os senadores definiram que Delcídio poderá ir ao Senado prestar o depoimento, ou ser ouvido por videoconferência. Os membros do Conselho oferecem ainda a possibilidade de um grupo deles ir até onde o senador estiver para ouvir a defesa dele.

Na próxima semana os membros do conselho pretendem ouvir Bernardo Cerveró, filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró; o ex-chefe de gabinete de Delcídio, Diogo Ferreira; e o advogado Edson Ribeiro, que atuou na defesa de Cerveró.

Bernardo foi o responsável por gravar a conversa com Delcídio, Diogo e Edson, na qual o senador oferecia à família Cerveró R$ 50 mil por mês e um plano de fuga para o ex-diretor para que ele não firmasse acordo de delação premiada com o Ministério Público.

“A ausência do senador não prejudica o rito administrativo e o rito que temos que seguir. A partir de agora o relator dá sequência à instrução do processo e chama para serem ouvidas pelo conselho as testemunhas que entender por bem para instruir o processo”, disse o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que representou contra Delcídio.

O relator do caso, senador Telmário Mota (PDT-RR), queixou-se que o senador tenha concedido entrevistas e participado de uma carreata contra o governo, utilizando uma moto, no período em que estava “enfermo” e apresentava atestados médicos. Mota quer agora que o senador seja avaliado por uma junta médica se decidir apresentar nova licença médica após essa – o senador já apresentou duas prorrogações da licença médica.

“Como ele já deu dois atestados de um só médico – e o princípio básico de qualquer trabalhador é que o primeiro pode ser de um médico, mas o segundo já precisa ser de uma junta – então que ele também seja submetido a uma junta médica”, disse Mota.

*Com a Agência Brasil

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O deputado federal Betinho Gomes (PSDB) afirmou que a Câmara dos Deputados está ficando desmoralizada diante das manobras que estão ocorrendo para postergar o andamento do processo que pede a cassação do mandato do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Membro do Conselho de Ética da Câmara, Gomes cobrou um posicionamento mais firme dos pares diante do assunto. 

“É preciso que a Câmara e os deputados tenham coragem de tirar Eduardo Cunha da presidência. O parlamento está sendo desmoralizado pelo presidente e seus aliados perante toda a sociedade brasileira”, sentenciou Betinho Gomes, ressaltando que novos fatos se apresentaram contra Eduardo Cunha nos últimos dias, como as novas contas no exterior.

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Nessa terça-feira (2), o vice-presidente da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), anulou a votação do parecer prévio do relator Marcos Rogério (PDT-RO), aprovado em dezembro. A manobra obriga o colegiado a voltar à análise da ação por quebra de decoro parlamentar do ponto da discussão da admissibilidade do processo.

Para o parlamentar é um retrocesso que o processo de cassação volte à estaca zero. “A Câmara Federal precisa se liberar de um presidente que está completamente desmoralizado e perdeu a condição política de presidi-la”, cravou o tucano.

Em tons duros, o deputado federal Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) disparou contra o correligionário e presidente da Câmara, Eduardo Cunha (RJ), ao discursar, na manhã desta quinta-feira (10), no plenário da Casa. Durante sua fala, o pernambucano disse que Cunha comandou, do gabinete, a “tropa de choque” que agiu nessa quarta (9) na sessão do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, quando seria votado o parecer preliminar do processo que pede a cassação dele.

Na avaliação de Jarbas, os episódios que vêm marcando as sessões do Conselho são uma “verdadeira excrescência, uma imoralidade, uma indecência, um escárnio”.  “É impossível que a atividade parlamentar se encerre na próxima semana e nós continuemos nessa mesmice”, observou. O recesso está previsto para ter início no próximo dia 18. 

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O deputado pernambucano também questionou a paralisia do Supremo Tribunal Federal (STF) e da Procuradoria-Geral da República sobre as denúncias contra Cunha, divulgadas desde o dia 20 de agosto. “Isso vai completar 120 dias. Até agora a PGR não se pronuncia sobre esse escárnio. Continuando vendo as estripulias famigeradas do presidente da Casa”, cravou. “Nós não podemos ficar calados diante disso. A nação inteira quer a saída do Deputado Eduardo Cunha, porque se ele não reúne condições para presidir esta Casa e muito menos condições de conduzir um eventual episódio de impeachment”, acrescentou.

Observando a relação entre Eduardo Cunha e a presidente Dilma Rousseff (PT) diante do processo de impeachment, Jarbas Vasconcelos pontuou as “chantagens” de Cunha e a falta de condições morais e éticas para conduzir o processo. “Ele fez e faz chantagem. Chantageou a oposição nesta Casa. Chantageou o PT. Chantageou a presidente da República. Só que a presidente da República não é nenhuma santinha. Ela se envolveu nesse processo de chantagem e quando percebeu que tinha um preço muito alto a pagar, um preço extorsivo, recuou. Foi então que ele anunciou o processo de impeachment”, bradou.

Por fim, o parlamentar lamentou ter colaborado para a destituição do ex-líder do PMDB na Casa, o deputado Leonardo Picciani, colocando em seu lugar Leonardo Quintão (MG). “Para minha surpresa a primeira coisa que ele fez ontem foi se juntar, desgraçadamente, à tropa de choque, no Conselho de Ética, para defender o 'seu' Eduardo Cunha”, criticou.

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Aliados do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preparam uma série de manobras protelatórias no Conselho de Ética para não votar nesta quarta-feira, 9, o parecer prévio do deputado Fausto Pinato (PRB-SP) sugerindo a continuidade do processo por quebra de decoro parlamentar contra o peemedebista.

Três parlamentares da "tropa de choque" de Cunha já apresentaram três pedidos para adiar a votação da tarde desta quarta. Manoel Júnior (PMDB-PB) solicita que a sessão seja adiada por cinco dias úteis. João Carlos Bacelar (PR-BA) pediu o adiamento para quatro dias úteis e Sérgio Moraes (PTB-RS) - conhecido como o deputado que "se lixa para a opinião pública" - pediu que o relatório seja votado em três dias úteis. A votação do parecer só pode começar após a apreciação destes requerimentos.

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Na terça-feira, 8, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF) negou liminar à defesa de Cunha pedindo o afastamento do relator. Interlocutores de Cunha, no entanto, dizem que não se tratou de uma derrota, mas de uma estratégia bem sucedida da defesa do presidente da Câmara.

Com a decisão de Barroso de que a questão é "interna corporis que só pode encontrar solução no âmbito do Poder Legislativo", ficará a cargo do primeiro-vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), decidir sobre o recurso apresentado pelo advogado Marcelo Nobre antes da sessão de terça. Como já existe uma decisão do STF, a defesa de Cunha entende que não há espaço para recursos à Justiça.

Assim como o presidente da Câmara, Waldir Maranhão também é investigado pela Operação Lava Jato e seu partido tem uma série de integrantes supostamente envolvidos com o esquema de corrupção da Petrobras. A tendência é que Maranhão despache favoravelmente à defesa do peemedebista.

No futebol a pedalada é uma jogada com estilo, um drible rápido entre os adversários. No esporte, a prática consiste em andar de bicicleta como lazer, diversão ou exercício físico. Mas na política o termo associado à outra palavra - pedalada fiscal - tem outro significado. O Portal LeiaJá foi em busca de explicações sobre o termo, muito utilizado nos últimos dias para tratar da situação econômica do país e das manobras do governo.

Segundo o economista Djalma Guimarães, a pedalada fiscal é um termo novo no meio político e econômico, mas já usado anteriormente pelo governo. “É uma expressão nova que se criou para denominar algumas manobras contábeis que o governo tem utilizado nos últimos anos, a fim de gerar um superávit primário nas contas. É um artifício para gerar um resultado positivo”, definiu. Anteriormente, a mesma prática era chamada de “contabilidade criativa”. “A partir do governo Dilma Rousseff (PT) iniciou-se uma política de combate à inflação, o que na economia de política heterodoxia é vista como o uso de medidas alternativas, diferentes do que se havia feito nos últimos anos”, completou.

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Para Guimarães, o governo terminou se perdendo nas medidas aplicadas e por isso, a situação tornou-se negativa. “Houve um descontrole nas formas políticas. O governo exonerou demais, e tudo isso gerou uma situação negativa, e para não criar um ambiente pessimista, começou a realizar essas manobras contábeis, uma variável estratégia na economia, porque quando você tem expectativas ruins, se gasta menos e se consume menos”, analisou.

A prática utilizada pelo Governo Federal vem sendo investigada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) desde ano passado, quando foi iniciado uma verificação no Tesouro Nacional e suas dívidas com a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Banco Central (BC). O processo foi aberto pelo ministro José Múcio, mas, semana passada, o ministro Augusto Nardes também solicitou esclarecimentos.

Vedada no artigo 36º da Lei de Responsabilidade Fiscal, a pedalada fiscal tem envolvimento de Dilma, segundo análise da oposição. “A lei diz que os bancos oficiais não podem emprestar dinheiro ao Governo Federal (...). O que a oposição está dizendo por dedução, é que é impossível uma presidente que diz ser a chefe do governo, e é inimaginável quando o TCU diz que essas operações movimentaram R$ 40 bilhões, que tenha algum presidente de banco com a autoridade de movimentar isso, sem uma determinação do ministro da Fazenda. E o ministro, que sabe que a presidenta dá esporro a todos os seus auxiliares, tenha coragem de autorizar uma movimentação de 40 bilhões de reais sem autorização dela”, denunciou o líder da Minoria na Câmara dos Deputados, Bruno Araújo (PSDB-PE). 

Atuando também no campo da oposição, o deputado federal Betinho Gomes (PSDB-PE) deseja que a petista se responsabilize. “Acho que Dilma tem que ser responsabilizada. O governo dela fez o uso inadequado de recursos e isso prejudica as finanças da Caixa Econômica. O próprio TCU já identificou que isso é crime de responsabilidade e Dilma e os ministros que fizerem isso têm que se responsabilizarem. (...) Ela deve ter acompanhado este processo e deve ter dado a orientação política e tenho certeza que na hora que ela autoriza, ela se responsabiliza, se não, é omissão”, disparou o tucano. 

Defesa do Governo – Questionado como o governo deveria resolver a problemática, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PT) se posicionou sobre o caso. “Primeiro temos que saber se isso é de fato uma problemática. O que o governo de fato tem alegado é que tem sido aplicado recursos em outros momentos. Há meses que o cumprimento dos repasses públicos é antecipado e vai numa quantia maior, e outros meses houve atraso em outros repasses”, esclareceu. 

O líder do PT desmentiu que o governo esteja fazendo empréstimos. “Então, a ideia que isso seria um empréstimo disfarçado não age com a realidade. O governo está contestando o parecer de José Múcio e vamos mostrar coisas de outros governos e não acredito que isso tenha outros desdobramentos”, anseia. 

Humberto Costa também comentou sobre a questão de responsabilidade fiscal citada pelos ministros Nardes e Múcio. “A decisão não é dele, nem é de José Múcio. Vai passar pelo pleno e vai ter direito de defesa e, se isso for motivo para gerar processo de improbidade administrativa, tem que gerar também para o Fernando Henrique Cardoso e para os ministros dele, e tem que ser uma coisa que tem que ser vista de forma mais delicada do que se está se falando agora”, pontuou o senador. 

Ainda sobre a possibilidade de Dilma ser punida por responsabilidade fiscal ou sair do governo, Djalma Guimarães acredita que o TCU não tem o poder desse julgamento, porém, ele alega que a economia não possui perspectivas positivas devido à situação. “O TCU não tem campo jurídico e prerrogativa para gerar o impeachment. Mas o governo pode sim ser penalizado e já está se criando uma repercussão negativa com as notícias. É uma situação que traz uma expectativa ruim para a economia e o governo. E esse ano o governo traz um temporal de noticiais ruins e tudo isso corrobora para haver baixo crescimento na economia e desemprego”, ressaltou. O economista também acredita que a falta de confiança gerada neste momento distancia os investidores internacionais e nacionais e faz com que eles façam empréstimos ao governo com juros mais altos.

Os deputados federais Mendonça Filho e Rodrigo Maia (RJ), ambos do DEM, defenderam a saída imediata de Graça Foster do comando da estatal após seu nome estar envolvido em outra denúncia que envolve o Caso Pasadena.

De acordo com os parlamentares, a situação ficou insustentável após a descoberta de que Graça, assim como o ex-diretor da estatal, Nestor Cerveró, doou imóveis a parentes logo após o estouro do escândalo sobre a compra da refinaria. Com a revelação da manobra por um veículo de circulação nacional, o Tribunal de Contas da União (TCU) chegou a suspender a sessão que analisava o bloqueio de bens dos ex-dirigentes.

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“Toda essa movimentação se configura como uma obstrução ao trabalho da Justiça. Eles empreenderam a ação de ocultamento e repasse de patrimônio. É um ato gravíssimo que só suja ainda mais sua gestão à frente da empresa. A Graça Foster perdeu a condição de continuar na Presidência da Petrobras”, declarou Mendonça.

Para Maia, a Justiça precisa achar uma forma de reaver todos os bens transferidos antes do escândalo. “Tudo que foi transferido pela presidente da Petrobras posterior à entrevista de Dilma em março precisa ser bloqueado. Será que depois de tudo isso, Graça ainda tem condições de continuar presidente da Petrobras”, questionou.

*Com informações da Assessoria de Imprensa

Em mais uma manobra para atrasar o início das investigações sobre a Petrobras no Congresso, aliados da presidente Dilma Rousseff articulam adiar a reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado que vai analisar a abrangência da CPI. Inicialmente agendada para a tarde de amanhã, o plano é jogar a reunião para quinta-feira.

Nomeado nesta segunda-feira relator da questão, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) indicou a aliados que vai abraçar a missão, mas alegou que não deve conseguir dar um parecer a tempo. Em resposta aos movimentos do governo, a oposição apresentará amanhã um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal para tentar garantir uma investigação exclusivamente sobre a estatal.

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"Seria intransigência da minha parte dar a ele apenas 24 horas para avaliar uma questão importante como essa", defendeu o presidente da CCJ, Vital do Rêgo (PMDB-RR). "Ainda não tomei conhecimento do material. Preciso avaliar antes para definir quanto tempo vou precisar para relatar a matéria", argumentou Jucá.

A indicação do senador para a relatoria da questão de ordem que trata da abrangência da CPI atende aos interesses do Planalto, mas estabelece uma balança para tentar criar menos conflitos com a oposição. Publicamente, o presidente da CCJ, Vital do Rêgo (PMDB-PB) diz que optou por um nome que "não assinou nenhuma das CPIs" protocoladas na última semana - na sexta, ele deu a tarefa ao senador Francisco Dornelles (PP-RJ), que abortou a missão alegando estar atarefado com a Medida Provisória 627, a MP das Coligadas. Contudo, a oposição já acusa os aliados de apelar para mais uma manobra.

Romero Jucá foi líder do governo Lula na Casa durante quatro anos e permaneceu no cargo nos primeiros dois anos da gestão Dilma Rousseff. Conhecido por seu temperamento conciliador, a tendência é que Jucá mantenha a posição do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e decida pela instalação da CPI ampliada da Petrobras, que abrange o caso Alstom e obras no Porto de Suape, temas com potencial de atingir os candidatos de oposição ao Planalto, senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB).

A inclinação atenderá a orientação do líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), que defende a abertura de investigações com base em análises das redes sociais na semana passada. "Defender que não tenha CPI é prejudicial. A população quer CPI", afirmou Eunício.

Líderes da oposição vão amanhã ao Supremo entregar ao presidente, ministro Joaquim Barbosa, em mãos, o mandado de segurança que tenta garantir a CPI exclusiva da Petrobras. Eles vão pedir agilidade na análise do pedido. A pretensão é de que o futuro ministro relator obrigue a instalação da CPI proposta pelos aliados de Aécio Neves e Eduardo Campos e garanta investigações apenas sobre a Petrobras.

A matemática regimental adotada pelo Supremo Tribunal Federal, além da tradição de morosidade na publicação dos acórdãos, adiará para o início de 2014 o novo julgamento de parte das acusações contra 12 dos 25 condenados no processo do mensalão e a execução das penas. Mas uma proposta que deve dividir o plenário e ser a nova polêmica do caso pode servir de atalho para antecipar a prisão dos condenados no caso.

Os ministros Gilmar Mendes e Marco Aurélio Mello defendem a possibilidade de os réus começarem a cumprir as penas pelos crimes que não podem ser contestados nos novos recursos. O regimento do STF define que os réus só podem se valer dos embargos infringentes para contestar condenações impostas por maioria apertada.

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Se o tribunal aceitar essa proposta, um condenado como o ex-ministro José Dirceu poderia ser preso já em dezembro para a cumprir a pena de 7 anos e 11 meses por corrupção em regime semiaberto. Enquanto isso, o tribunal decidiria se manteria ou não a pena pelo crime de formação de quadrilha. Confirmada essa condenação, a pena total de Dirceu voltaria a 10 anos e 10 meses e, com isso, ele passaria ao regime fechado.

O desmembramento do trânsito em julgado do processo, cuja possibilidade já foi criticada pelos advogados, atingiria as figuras centrais do esquema: além de Dirceu, o ex-presidente do PT José Genoino, o ex-tesoureiro Delúbio Soares e o empresário Marcos Valério.

Outra proposta já aventada por parte do tribunal seria executar as penas para os réus que não têm direito aos embargos infringentes. Neste caso, 13 dos condenados, quase todos com participação menos importante no esquema, seriam presos mais rapidamente. Esses condenados, porém, podem apresentar novos embargos de declaração, após a publicação do acórdão.

Morosidade

Se as alternativas para acelerar o processo não forem aceitas pelo plenário, o novo julgamento e a prisão dos réus seguramente ficariam para 2014. Todo esse calendário complexo e cheio de alternativas depende da publicação do acórdão dos embargos de declaração. O regimento fixa prazo de 60 dias, mas os atrasos são a regra na Corte. O acórdão do julgamento encerrado no ano passado, por exemplo, levou quatro meses para ser publicado.

Esse prazo será determinante para definir o desenrolar desse calendário. O desafio do novo relator, ministro Luiz Fux, será combinar com os demais ministros a liberação dos votos e a publicação da decisão antes desse prazo. Pelo histórico da Corte e pela divisão do tribunal ao longo do julgamento, dificilmente os apelos serão ouvidos.

Depois de publicado o acórdão, os defensores de 12 dos condenados terão 30 dias para apresentar os embargos infringentes. Os recursos chegarão ao tribunal às vésperas do recesso de fim de ano. Depois disso, o relator encaminhará os recursos para a análise do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Para acelerar o processo, Janot pode analisar o caso durante o recesso e encaminhar o parecer em janeiro. Nesse cenário, Fux poderia liberar os processos para serem julgados assim que o tribunal retornasse do recesso, em 3 de fevereiro.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Irã vai retomar a realização de manobras navais no Golfo Pérsico e anunciou planos para outro exercício no estratégico Estreito de Ormuz para o fim desta semana, segundo relata a imprensa regional.

Unidades navais da Guarda Revolucionária começarão um exercício de quatro dias em águas iranianas em South Pars, um campo de gás conjunto do Irã e Catar, segundo um porta-voz da Guarda Revolucionária citado pela agência de notícias Fars.

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O exercício, chamado de "Fajr 91", visa aprimorar a "capacidades na execução de manobras defensivas e de segurança", segundo informou o almirante Alireza Nasseri, sem dar mais detalhes. A manobras começarão nesta sexta-feira.

Separadamente, as unidades da Marinha começam, também na sexta-feira, um exercício chamado "Velayat 91", cobrindo uma área que inclui o Estreito de Ormuz, o Mar de Omã e partes do Oceano Índico, segundo informou o almirante chefe Habibollah Sayari, em comentários reproduzidos pela agência de notícias ISNA.

Navios, submarinos e sistema de defesa de mísseis serão testados durante o exercício. "Nós vamos definitivamente respeitar as fronteiras marítimas dos nossos vizinhos, e conduzir nossas manobras com base nas regras internacionais. O Irã visa demonstrar suas capacidades de defesa naval ao realizar esse exercício, e enviar uma mensagem de paz e amizade para os nossos vizinhos", disse o almirante.

O Irã frequentemente realiza testes com mísseis e manobras navais para destacar sua força militar. Além disso, o país rotineiramente ameaça fechar o Estreito de Ormuz, um pequena passagem na entrada do Golfo Pérsico por onde passa quase um terço da produção mundial de petróleo.

Os EUA já alertaram ao Irã que qualquer tentativa de fechar o Estreito de Ormuz será vista como uma "linha vermelha", ou seja, uma ação que abre caminho para intervenção militar. As informações são da Dow Jones.

O porta-voz do governo japonês disse nesta quinta-feira (8) que o Japão está atento e que monitora um treinamento aéreo feito por militares russos próximo a área em disputa entre os dois países, perto do mar de Okhotsk. "O governo japonês está acompanhando de perto o treinamento aéreo realizado por militares russos, sob um ponto de vista da segurança nacional", disse o chefe de gabinete, Osamu Fujimura, em coletiva de imprensa. "Nós comunicamos Moscou sobre nossa preocupação com as manobras e estamos colhendo mais informações sobre isso", acrescentou. Ele também disse que os russos têm se aproximado do território japonês de forma não habitual. As informações são da Dow Jones.

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