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O empresário bolsonarista Marcos Soares Moreira, réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por envolvimento nos atos golpistas do dia 8 de janeiro, foi preso novamente neste sábado, 23, no Espírito Santo.

A prisão preventivamente foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, porque o empresário descumpriu medidas cautelares impostas quando ganhou liberdade provisória. A decisão aponta que ele agiu com ‘total desprezo pela Justiça’.

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"A possibilidade de restabelecimento da ordem de prisão foi expressamente consignada na decisão que substituiu a custódia por medidas cautelares diversas", escreveu o ministro. "A notícia de que o acusado descumpriu a medida cautelar a ele imposta por ocasião da concessão de liberdade provisória constitui motivo suficiente para a decretação da prisão."

Embora estivesse proibido de usar redes sociais, Marcos Moreira publicou um vídeo no TikTok com novos ataques aos ministros do STF. Ele chamou os magistrados de ‘bandidos, criminosos, canalhas e corruptos’.

"Não estou com medo. Para mim é indiferente estar aqui ou lá dentro (da prisão). Mas eu jamais vou me curvar a vocês bandidos que têm o poder da caneta na mão, porém são bandidos. Alexandre de Moraes, Rosa Weber, todos vocês aí são bandidos, vagabundos. Quer me prender, pode prender. Manda o PCC, que vocês apoiam", afirma na gravação.

O empresário estava na lista de réus que poderiam fechar acordo de não persecução penal com a Procuradoria-Geral da República (PGR). Quem optar pelo acordo precisará cumprir algumas cláusulas, como pagamento de multa e a participação em um curso sobre a democracia, e em troca a ação criminal sobre o 8 de janeiro será encerrada. Com os novos ataques, o acordo com o empresário pode ser comprometido.

Um homem suspeito de assaltar duas mulheres na Avenida Conde da Boa Vista, no Centro do Recife, foi preso na noite dessa sexta-feira (22) por agentes do 16º Batalhão da Polícia Militar (BPM) durante uma ronda na região.

Segundo informações da PM, o suspeito percebeu que seria abordado pelos policiais e jogou o celular da vítima e uma faca no chão; logo em seguida correu, mas foi detido depois  de bater em uma corrente e cair.

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O homem foi encaminhado para uma Unidade de Pronto Atendimento e, em seguida, levado para a Central de Plantões da Capital (Ceplanc).

 

Uma mulher de 29 anos foi presa em flagrante por vender fotografias íntimas da filha de 8 anos. A prisão por venda de pornografia infantil pela Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente da 17ª Delegacia Regional de Águas Lindas, ocorreu na quinta-feira (21).

As autoridades policiais informaram que tomaram ciência dos fatos quando a mulher buscou a polícia para registrar uma ocorrência de ameaça. Segundo ela, após ver um anúncio de empréstimo em uma rede social, entrou em contato e passou a ser coagida para enviar fotos íntimas dela e da filha.

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Após terem acesso ao celular dela, a equipe constatou que, na verdade, tratava-se de uma negociação de venda de fotos íntimas. Durante três dias, ela enviou fotos da criança na esperança de ser recompensada. Ao perceber que se tratava de um golpe e que não haveria pagamento, parou de enviá-las, e quem recebeu as imagens, então, expôs o conteúdo nas redes sociais.

A pena para esse tipo de crime é de dois a quatro anos, segundo a polícia. No comunicado publicado no site da polícia, não foi informado se a pessoa que comprou e expôs as imagens foi identificada. O Estadão questionou isso à Secretaria de Segurança Pública de Goiás por e-mail, mas não recebeu retorno até o momento.

O agente da Polícia Federal (PF) Paulo Rocha Gonçalves Júnior vai se mudar para Brasília para assumir um cargo na Presidência. Paulão, como ficou conhecido, se aproximou de Lula no tempo em que o petista esteve preso na Superintendência da PF, em Curitiba, e participou da equipe de segurança do então candidato nas eleições do ano passado.

Paulão foi liberado para trabalhar diretamente com Lula em uma portaria assinada pelo secretário-executivo do Ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Cappelli, que foi publicada na edição dessa quinta (21) do Diário Oficial da União.

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Durante a campanha presidencial, o policial federal foi coordenado pelo atual diretor-geral da PF, Andrei Passos.

Policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), da Polícia Civil prenderam na quinta-feira (21) um dos envolvidos na morte de um advogado em fevereiro deste ano. Na ocasião, a vítima foi atacada enquanto aguardava uma mulher para um encontro marcado por aplicativo de relacionamentos.

O crime aconteceu no bairro do Jaraguá, na zona oeste da capital paulista.

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O homem chegou ao local por volta das 21 horas, no entanto, minutos depois foi abordado por dois indivíduos armados. Ele tentou fugir do assalto, mas foi baleado e morreu no local.

Conforme as investigações, a ação foi realizada a partir de informações que permitiram identificar a presença do criminoso na Avenida Sapucaia do Sul, na Vila Renato, na zona norte da cidade.

A prisão foi realizada pela equipe da 1ª Delegacia do Patrimônio (Investigações sobre Roubo e Latrocínio). Durante a abordagem, o procurado não reagiu.

Dias após o crime ter sido cometido, a polícia já tinha prendido um dos envolvidos. "O primeiro detido acabou condenado a pena de 30 anos. O outro participante estava foragido", afirmou a polícia.

A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou nesta quarta-feira, 20, a Operação Falso Profeta e prendeu uma pastora envolvida em suposto esquema de estelionato contra fiéis incautos com promessas de lucros fantasiosos, na casa do 'octilhão de reais', ou '350 bilhões de centilhões de euros'. A pastora foi localizada em Jaraguá do Sul, Santa Catarina. A Polícia não revelou seu nome.

Os agentes ainda têm a missão de cumprir um segundo mandado de prisão preventiva. Eles vasculharam 16 endereços para buscas de documentos, computadores e outros itens de interesse para a investigação.

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Segundo a Polícia, o grupo cometia golpes financeiros prometendo lucros estratosféricos e usava a religião evangélica e uma esotérica teoria da conspiração que envolve alienígenas e um 'reset financeiro mundial' para convencer suas vítimas.

Os investigadores destacam que o golpe pode ser considerado 'um dos maiores já investigados no Brasil', tendo atingido mais de 50 mil vítimas de 'diversas camadas sociais e localizadas em quase todas as unidades da federação'.

A investigação, iniciada há cerca de um ano, aponta que o grupo de supostos estelionatários é composto por 'cerca de duzentos integrantes, incluindo dezenas de lideranças evangélicas intitulados pastores, que induzem e mantêm em erro as vítimas, normalmente fiéis que frequentam suas igrejas, para acreditar no discurso de que são pessoas escolhidas por Deus para receber a 'benção', no caso, quantias milionárias que nunca existiram.

A Polícia Civil do DF informou que apurou uma movimentação de R$ 156 milhões nos últimos cinco anos, além da existência de cerca de quarenta empresas 'fantasmas' e de fachada, usadas nos golpes. O rastreamento indica um emaranhado de mais de 800 contas bancárias que teriam sido usadas pelo grupo.

Entenda o golpe

Segundo os investigadores, a organização mantinha uma 'conversa enganosa' com suas vítimas - geralmente fiéis de igrejas evangélicas - e buscava convencê-las a investir suas economias em 'falsas operações financeiras ou falsos projetos de ações humanitárias, com promessa de retorno financeiro imediato e rentabilidade estratosférica'.

A Polícia relata casos em que pastores sugeriam um singelo depósito de R$ 25 à vítima que 'receberia' de volta a cifra inusitada de 'um octilhão de reais'.

Em outros casos, pastores induziam fiéis a investirem R$ 2 mil em troca de retorno de '350 bilhões de centilhões de euros'.

Para dar veracidade às transações, o grupo ainda registrava contratos falsos com suas vítimas, 'com promessas de liberação de quantias surreais' - provenientes de inexistentes títulos de investimento, que estariam custodiados no Banco Central e no Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

A argumentação para dobrar os fiéis ainda envolvia, segundo a Polícia, o 'abuso da fé alheia e da crença religiosa', além do uso de uma teoria conspiratória chamada 'Nesara Gesara', siglas que significam 'National Economic Security and Reformation Act' e 'Global Economic Security and Reformation Act' - ou, em português, 'Ato para a Reforma e Segurança Econômica Nacional/Global'.

O Estadão apurou que essa teoria aparece em vídeos, postagens e sites da internet e prega que os Estados Unidos teriam aprovado no ano 2000 uma suposta lei que 'faz parte do planejamento divino' e tem como objetivo 'promover a libertação da humanidade', eliminando dívidas e remodelando os sistemas econômicos mundiais.

Versões da teoria da conspiração envolvem o atentado às Torres Gêmeas do World Trade Center em 2001 e prometem destituição de presidentes, implantação de 'uma nova moeda lastreada em ouro', extinção do imposto de renda, fim da cobrança de juros e, finalmente, um 'evento' em que as 'forças da luz' assumiriam o controle do planeta para contato com alienígenas que estariam envolvidos na gestão financeira do planeta.

Uma mulher de 28 anos foi presa, na terça-feira (19), acusada de matar o namorado empurrando-o de cima da passarela que dá acesso à Estação Armênia do metrô, na Avenida do Estado, na Luz, região central de São Paulo. Ele caiu de 15 metros de altura e morreu na hora.

A Polícia Militar informou que, por volta das 11 horas, recebeu chamado para uma briga entre um casal em situação de rua e suposta tentativa de suicídio do homem.

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Ao chegar ao local, os policiais encontraram o corpo de Douglas Borges da Silva, de 29 anos. Ao seu lado estava uma mulher que, bastante nervosa, não conseguia explicar o que havia ocorrido.

De acordo com a PM, os agentes encontraram imagens que indicam que a mulher empurrou Silva de cima do viaduto, a prenderam e levaram ao 8º DP (Brás), onde o caso foi registrado. O nome dela não foi divulgado.

Uma falsa psicóloga foi condenada a quase 40 anos de prisão por atender crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), em Santa Fé do Sul, município do interior de São Paulo que fica a 600 quilômetros da capital paulista.

Conforme o processo, a sentença, apresentada na quarta-feira passada (13), estabelece pena de 36 anos de prisão em regime fechado por infração ao artigo 171 do Código Penal e 25 dias no semiaberto pelo exercício irregular de profissão. "Foi aplicada medida cautelar diversa da prisão consistente no comparecimento mensal ao Juízo para que a mulher informe e justifique suas atividades", disse o Ministério Público de São Paulo.

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A mulher também deverá pagar um valor de R$ 20 mil como indenização em favor de cada vítima, em razão do "evidente abalo no estado emocional e psicológico" causado por ela.

De acordo com o MP, a falsa psicóloga trabalhava em uma escola como assessora pedagógica e afirmou que diversos alunos estavam inseridos no espectro autista.

"Ela passou a aliciar as vítimas, pais das crianças, oferecendo tratamento em seu consultório particular. A mulher, porém, fazia uso de diploma falso e não possuía formação em psicologia, conforme informações prestadas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e pelo Conselho Regional de Psicologia", disse o MPSP.

Procurados, o Conselho Regional de Psicologia, a PUC-SP e a Prefeitura de Santa Fé do Sul ainda não se manifestaram. O espaço permanece aberto para manifestação.

A Polícia Civil instaurou um inquérito para investigar um possível caso de estupro de vulnerável em Araripina, no Sertão de Pernambuco. A vítima seria uma criança de dois anos e o suspeito pelo crime, o pai, de 45 anos. O caso teria acontecido no Conjunto Asa Branca, no Alto da Boa Vista, após a menina passar o sábado (16) com o genitor, que atualmente é separado da mãe.  

O boletim de ocorrência da Polícia Militar descreve que a mulher pediu para o pai da criança ficar com a filha no fim de semana. Na noite do dia 16, quando ele levou a vítima à mãe, a genitora percebeu que as partes íntimas da menina apresentavam inchaço e vermelhidão. Diante da suspeita de crime sexual, a criança levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Araripina e transferida ao Hospital Regional de Ouricuri.  

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Em nota, a Polícia Civil informou que o suspeito foi “autuado em flagrante” e que “após os procedimentos administrativos, o autor foi encaminhado para a audiência de custódia e ficará à disposição da justiça”. 

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu, nesta sexta-feira, 15, um eletricista que prestava serviços para o Supremo Tribunal Federal (STF) e vendia cocaína no estacionamento do prédio da Corte em Brasília.

Segundo a PCDF, o homem, de 36 anos, foi preso em casa, em Águas Lindas de Goiás, cidade do entorno do Distrito Federal, que fica a 55 quilômetros da sede do Poder Judiciário. Na residência dele, os policiais também apreenderam diversas porções de cocaína.

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O eletricista passou a ser investigado em julho deste ano, após a polícia do DF receber informações de que ele vendia drogas nos estacionamentos do STF, do Tribunal de Contas da União (TCU) e da Câmara dos Deputados. Os entorpecentes eram guardados e comercializados em um veículo Peugeot, de cor branca.

Tráfico era feito no horário de almoço ao lado do STF

Segundo o delegado José Ataliba Neto, da 5ª Delegacia de Polícia do Distrito Federal, que é responsável pelo caso, o homem está encarcerado nas dependências da PCDF e deve passar por audiência de custódia neste sábado, 16. O eletricista é réu primário e será autuado por tráfico de drogas, com pena de até 15 anos de prisão.

De acordo com o delegado, a equipe policial monitorou a rotina do traficante por duas semanas. Ele chegava no trabalho no STF pela manhã e ficava dentro do carro no horário de almoço. Os usuários iam até o automóvel dele para comprar as drogas. Em alguns momentos, o homem circulava com o veículo para o estacionamento de outros prédios públicos.

A Polícia Civil do DF vai investigar se o eletricista do STF agia sozinho ou se fazia parte de um grupo de traficantes. Segundo o delegado da 5ª DP, o sigilo telemático do prestador de serviços foi quebrado e as conversas em aplicativos de mensagem serão investigadas.

"Pelo modus operandi, ela atuava de forma isolada. Mas ainda vamos ver pelas suas conversas no celular se ele era algum 'aviãozinho' ou se tinha a participação de outras pessoas nessas vendas", disse o delegado.

A polícia não divulgou o nome do eletricista.

  Após policiais militares do 26ºBPM, tomarem conhecimento da morte, nesta quinta-feira (14), de um policial militar do Rio Grande do Norte, em Igarassu, vítima de um latrocínio, diligências foram realizadas na tentativa de encontrar os suspeitos pelo crime. A informação era que os acusados teriam fugido sentido Goiana, pela BR101. Rondas foram feitas na localidade, porém sem êxito. Posteriormente, através de informações repassadas pelo serviço de Inteligência, em que um dos suspeitos teria dado entrada no hospital Getúlio Vargas, o efetivo seguiu para verificar e encontrou o homem.

Ele confessou a prática do crime, em conjunto com um outro envolvido, que estaria em posse do carro e das armas utilizadas na ação. Logo em seguida, a equipe policial teve conhecimento que um veículo, com as mesmas características, teria sido interceptado na cidade de Carpina e que o indivíduo que o conduzia teria recebido um valor para atear fogo no carro e fugido sentido Igarassu, mais precisamente ao bairro de Agamenon Magalhães, com um outro veículo, de modelo Saveiro, roubado na manhã da quinta (14).

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Diante dessas informações, o efetivo seguiu até o endereço indicado pelo seu comparsa, realizou uma campana, e visualizou dois indivíduos adentrando na residência. Foi realizada a abordagem e um dos suspeitos, confessou que teve participação no crime. Ele informou ainda que a referida propriedade seria usada para depósitos de carros roubados e clonagem. No local, foram encontrados uma HILUX SW4, clonada, além de 10 placas de veículos, como também vários equipamentos usados para confecção da adulteração.

O suspeito também informou que, momentos antes, havia deixado as armas utilizadas no latrocínio, com dois comparsas na cidade de Camaragibe. De imediato, a equipe seguiu para o endereço e encontrou os envolvidos, com dois revólveres cal.38, além de 04 munições. Diante dos fatos, os quatro envolvidos e todo o material encontrado, foram levados para o DHPP, para adoção das medidas cabíveis.

 

MATERIAIS APREENDIDOS: 

▪️ RENAULT KWID PRATA DE PLACA QYH6H36 CLONADO; 

▪️ TOYOTA SW4 PRATA DE PLACA QYV1J67 CLONADO; 

▪️ CHEVROLET SAVEIRO CROSS BRANCA DE PLACA SNN3D51 COM RESTRIÇÃO DE ROUBO; 

▪️ 10 PLACAS REFLETIVAS DE CARRO; 

▪️2 RÁDIOS COMUNICADORES DE MARCA MOTOROLA;

▪️ 1 REVOLVER CAL38 DE MARCA TAURUS N° HL105661 

▪️1 REVOLVER CAL38 DE MARCA ROSSI N° J207104 

▪️4 MUNIÇÕES CAL 38, SENDO E INTACTAS E 1 PINADA; 

▪️1 APARELHO CELULAR ATRIX , CINZA. IMEI 350310755216198 

▪️1 APARELHO CELULAR XIAMLI REDMI, COR BRANCA. IMEI 862418058307449 

▪️1 APARELHO CELULAR MOTOROLA MOTO G 4,COR AZUL. IMEI 357138166187234 

▪️1 APARELHO CELULAR IPHONE, COR BRANCA. IMEI 351957185371560 

▪️1 BOMBA DE ÁGUA   

▪️1 MINI COMPRESSOR 

▪️1 LIXADEIRA 

▪️1 SACO COM DIVERSOS ELETRÔNICOS PARA CLONAGEM DE VEÍCULO 

▪️3 DOCUMENTOS CRLV 

▪️1 PLACA BALÍSTICA 

▪️2 BALACLAVAS.

*Da assessoria 

Serginho Chulapa, ex-jogador e ex-treinador, com passagens por Santos e São Paulo, foi solto na noite desta quarta-feira, após mandado de prisão referente ao não pagamento da pensão alimentícia a um de seus filhos. Ele foi liberado por volta das 18h (horário de Brasília) após efetuar, com auxílio do Santos, o pagamento da dívida no valor de R$ 25.865,99. Segundo apurou o Estadão, a ação foi movida na Vara de Família de Sucessões do Foro de Catanduva pela ex-mulher Dalila Carniello, em nome de seu filho, João Bernardino, menor de idade.

Chulapa deveria arcar mensalmente com cerca de três salários mínimos, o equivalente a R$ 4 mil. De acordo com a defesa, liderada por Claudio Aparecido da Silva, em contato com a reportagem, o ex-jogador alega "problemas financeiros e de saúde" para não ter efetuado o pagamento. Para deixar a prisão, ele contou com ajuda do Santos, que pagou a dívida.

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Os valores foram estipulados quando Chulapa era membro da comissão técnica permanente do Santos, do qual não faz mais parte desde o último ano. Em agosto de 2022, chegou a um acordo com sua ex-mulher para reduzir o valor da pensão para R$ 2 mil. Segundo o advogado do ex-atacante, Dalila aceitou o acordo à época, mas pediu, por se sentir prejudicada, que Chulapa arcasse com os R$ 4 mil mensais.

O ídolo santista foi detido na terça-feira, após uma abordagem em um posto de gasolina de Santos. Os policiais que realizaram a ação descobriram que o ex-jogador tinha um mandado de prisão, expedido em Catanduva (SP). Ele foi levado para a Central de Polícia Judiciária (CPJ) e, na sequência, à Cadeia Pública de Santos.

Quando deixou a comissão técnica permanente do clube, no ano passado, Chulapa foi elevado, pela gestão do presidente Andrés Rueda, ao status de "Ídolo Eterno do Santos FC", por seus anos como atleta da instituição. Isto fez com que o Santos se sensibilizasse com a sua situação e ajudasse a quitar a dívida.

Já em sua casa, Chulapa, junto com sua defesa, buscará agora uma revisão no valor da pensão alimentícia. Além de alegar problemas financeiros, ele cita que já não tem os mesmos rendimentos do período em que integrava a comissão do Santos. Assim, não poderia arcar com os valores preestabelecidos com sua ex-mulher.

"O próximo passo é a revisão dos valores, alegando as novas condições financeiras do Chulapa. Essa parte ainda não foi estabelecida", aponta seu advogado, ao Estadão. No último ano, o ex-jogador também teve um de seus imóveis, localizado na Vila Olímpia, desapropriado por causa de dívidas com o condomínio.

Chulapa foi revelado pelo São Paulo em 1973. É até hoje o maior artilheiro da história do clube, com 268 gols. Além do time tricolor, teve passagens pelo Corinthians e Santos. Também disputou a Copa do Mundo de 1982 pela seleção brasileira.

Um homem foi preso em Tancredo Neves, na Bahia, pelos crimes de estelionato e falsidade ideológica, após tentar se passar pelo ator global Chay Suede, durante uma tentativa de golpe contra uma agência bancária.

O suspeito foi preso na tarde da terça-feira (12), em uma ação das polícias Civil e Militar do estado. De acordo com os agentes, Alealdo Saraiva Silva, como foi identificado o preso, usou os dados e a imagem do ator para abrir uma conta por meio de aplicativo. 

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Apesar da farsa ter durado pouco, Alealdo chegou a realizar uma transferência via Pix de R$ 1 mil para a nova conta bancária. Porém, instantes depois, teve o acesso bloqueado pela instituição financeira. Segundo a delegada Marita Souza, com os documentos e uma conta no Banco Regional de Brasília, o golpista conseguiu R$ 200 mil de limite no cartão de crédito e R$ 25 mil no cheque especial. 

O suspeito foi levado pelos policiais da 35ª CIPM, autuado e detido para audiência de custódia. Nos registros dele, constam ao menos outras três tentativas de golpe, em outras instituições financeiras, através do mesmo método de falsidade ideológica.  

 

O brasileiro Danilo Cavalcante foi capturado pela polícia do Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, nesta quarta-feira (13). A polícia deve fazer uma entrevista coletiva para esclarecer os detalhes da captura.

Cavalcante, que foi condenado a prisão perpétua por matar a ex-namorada Débora Evangelista Brandão, estava foragido desde o dia 31 de agosto, quando conseguiu escapar da prisão.

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As buscas pelo brasileiro duraram 14 dias e contaram com a mobilização de um forte aparato policial. Cavalcante chegou a roubar uma van e um rifle durante o tempo em que era procurado,

De acordo com a polícia, o brasileiro tinha sido visto a última vez em South Coventry, no leste da Pensilvânia.

As autoridades do Estado da Pensilvânia estipularam uma multa de US$ 25 mil (R$ 123 mil) para quem tiver informações sobre Cavalcanti. O brasileiro também teve seu nome incluído na lista de procurados da Interpol.

A polícia dos EUA afirmou no domingo (10) que Eleni Cavalcante, irmã do brasileiro procurado pelas autoridades, foi detida e deve ser deportada. Ainda não se sabe se a irmã de Cavalcante é suspeita de ajudar o brasileiro a escapar da prisão.

Condenação

Cavalcante foi considerado culpado por esfaquear Deborah Brandão, também brasileira, cerca de 38 vezes na frente de seus dois filhos, de 4 e 7 anos, em agosto de 2021, na casa dela em Schuylkill Township.

Ele tinha um histórico de violência doméstica, segundo os promotores. O brasileiro esfaqueou Deborah depois que ela soube que o brasileiro tinha um mandado de prisão em aberto por um assassinato ocorrido no Brasil em 2017.

Os detetives concluíram, então, que Cavalcante matou Deborah depois que ela descobriu a história e ameaçou denunciá-lo para a polícia.

Uma mãe de 22 anos e seu marido de 27 foram presos em flagrante, no último sábado (9), no bairro de Jardim Atlântico, em Olinda, município da Região Metropolitana do Recife (RMR), autuados por maus tratos e tortura contra o filho de 7 anos de idade. A criança estava na residência, e foi encontrada com feridas no corpo. Moradores da vizinhança afirmaram ao portal G1 que já houve ocasiões em que a criança era obrigada a dormir na caixa d’água da residência. 

Segundo a Polícia Militar, que foi acionada ao local, a genitora estava em casa e confirmou o ocorrido. A vítima, mãe e o padrasto foram encaminhados para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Rio Doce e em seguida para a Delegacia do Varadouro para adoção das medidas cabíveis. 

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A Polícia Civil informou, por meio de nota, que a prisão em flagrante foi registrada pela 07ª Delegacia Seccional de Olinda, pelo crime de tortura. Os acusados foram encaminhados para a audiência de custódia, e estão à disposição da justiça. 

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já defendeu o fortalecimento do Tribunal Penal Internacional (TPI), órgão que o petista afirmou nesta segunda-feira, 11, que não conhecia. Durante o primeiro mandato, em 2004, o chefe do Executivo se comprometeu a complementar a legislação brasileira, seguindo diretrizes do tribunal, e a buscar o fortalecimento do Estatuto de Roma, tratado internacional que criou o TPI.

Na época, o governo Lula pretendia enviar um projeto de lei ao Congresso para adaptar as leis brasileiras às normas do Estatuto de Roma. O objetivo era tipificar os crimes de genocídio e de lesa-humanidade no Código Penal Brasileiro. A ideia foi divulgada pelo então secretário nacional dos Direitos Humanos, Nilmário Miranda, durante a Conferência Parlamentar Ibero-Americana na Câmara em março de 2004.

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O Tribunal Penal Internacional, também conhecido como Tribunal de Haia, foi tratado ainda pela sucessora do petista, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Em dezembro de 2015, no segundo mandato, a então chefe do Executivo assinou o decreto nº 8.604, que reconhece a personalidade jurídica do órgão, além de dispor sobre os privilégios e imunidades da Corte.

Mais recentemente, Lula e correligionários defenderam a punição do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pela atuação na pandemia de covid-19. Em abril, na Espanha, o presidente afirmou que Bolsonaro "um dia será julgado em tribunal internacional pela atuação na pandemia". Ele não citou nominalmente o TPI, que é o órgão internacional que pode julgar indivíduos acusados de genocídio - termo recorrentemente usado por petistas para responsabilizar o ex-chefe do Executivo pelas mortes pelo coronavírus.

Em fevereiro de 2022, parlamentares levaram o relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid para o Tribunal de Haia. O documento acusa Bolsonaro de nove crimes no âmbito da pandemia, incluindo epidemia com resultado de morte e crime contra a humanidade. Estavam na comitiva os senadores Humberto Costa (PT-PE) e Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), líder do governo no Congresso.

Neste sábado, 9, Lula garantiu que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, poderia se sentir tranquilo em participar da próxima reunião da Cúpula do G-20, a ser realizada em novembro de 2024 no Rio de Janeiro. Segundo o presidente, Putin, que será convidado para o encontro, entrará no Brasil "tranquilamente". O petista também afirmou que a prisão do líder russo em terras brasileiras seria um "desrespeito".

"O que eu posso dizer é que, se eu sou o presidente do Brasil e ele for para o Brasil, não há por que ele ser preso", afirmou em entrevista ao canal indiano Firstpost em Nova Délhi, onde participou da cúpula do G-20. "Ninguém vai desrespeitar o Brasil, porque tentar prender ele no Brasil é desrespeitar o Brasil", disse.

A discussão envolvendo Putin tem como base um mandato de prisão contra o presidente russo, emitido pelo Tribunal Penal Internacional, por crimes de guerra por causa de seu suposto envolvimento em sequestros e deportação de crianças de partes da Ucrânia ocupadas pela Rússia durante a guerra. Como o Brasil é signatário do Estatuto de Roma, ele é obrigado a prender Putin caso ele esteja em terras brasileiras.

Esse foi o motivo do líder russo não participar pessoalmente a cúpula do Brics, na África do Sul, em julho. Assim como o Brasil, o país africano é signatário do Estatuto de Roma, o que também o obrigaria a prender Putin.

Após a declaração causar desgaste político, Lula recuou, afirmou que o tribunal funciona somente com países "bagrinhos", referência às nações menos desenvolvidos, e disse que nem sabia da existência do TPI. O petista também deixou em aberto uma eventual retirada do Brasil do Estatuto de Roma.

O que é o Tribunal Penal Internacional?

O Tribunal Penal Internacional, criado pelo Estatuto de Roma, entrou em vigor em julho de 2002. É um organismo internacional permanente, com jurisdição para investigar e julgar indivíduos acusados de genocídio, crimes contra a humanidade, crimes de guerra e crime de agressão. A sede está localizada na cidade de Haia, nos Países Baixos. Suas decisões podem ser cumpridas em 123 países, incluindo o Brasil que promulgou o Estatuto de Roma em setembro de 2002.

Um homem de 53 anos foi preso, na última quinta-feira (7), durante o desfile cívico do Dia da Independência, no município de Garanhuns, no Agreste do estado, ao ser flagrado por testemunhas fotografando e filmando as partes íntimas de uma adolescente de 13 anos. 

A Polícia Militar foi acionada ao local e o levou, juntamente com a vítima e as testemunhas, para a Delegacia de Polícia Civil da cidade para os procedimentos cabíveis. A Polícia Civil informou que realizou o registro da prisão em flagrante e autuou o suspeito por "Outras Ocorrências Ilícitos Penais". 

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O homem é funcionário da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos da Prefeitura de Garanhuns (SASDH/PMG), que afirmou, por meio de nota, que vem acompanhando caso, tendo decidido pelo afastamento imediato dele dos quadros administrativos.

“O servidor está afastado de suas funções e não mais comporá os quadros da secretaria. Seu contrato vem da gestão anterior e foi renovado, pois não apresentava qualquer atitude que gerasse suspeita, mas diante da situação, está sendo exonerado nesta data”, diz a nota. A exoneração do servidor será publicada na próxima edição do Diário Oficial.

O Ministério Público de São Paulo pediu à Justiça que Anna Carolina Jatobá, condenada a 26 anos pela morte da enteada Isabella Nardoni, volte a cumprir a pena em reclusão. Conforme a Promotoria, Anna tem "comportamento impulsivo e agressividade", não demonstrando "arrependimento pelo que fez".

Mesmo condenada, a madrasta sempre negou o crime. Conforme a denúncia, Isabella, de 5 anos, foi jogada de uma janela do Edifício London, em São Paulo. Anna está em liberdade desde o dia 20 de junho, após passar 15 anos na Penitenciária Feminina de Tremembé, no interior de São Paulo.

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Atualmente mora em um apartamento da família do sogro, na capital, mas é obrigada a cumprir as exigências do regime, como se recolher em seu endereço à noite e informar qualquer alteração relevante em sua rotina. Ela já estava no semiaberto, com direito a saídas temporárias, desde 2017.

No recurso, o representante do Ministério Público invoca a necessidade de "toda prudência" para colocar uma pessoa "periculosa" de volta ao convívio social. O texto cita que "tratando-se de delito grave, no caso, demonstrada maior periculosidade da executada (condenada), além da ausência de arrependimento e de comportamento impulsivo e agressivo, reclama-se maior rigor judicial no critério a ser considerado como subjetivo para o mérito à promoção prisional".

A Polícia Federal (PF) interceptou mensagens do WhatsApp do senador Marcos do Val (Podemos-ES), de acordo com o portal Metrópoles. Em um dos registros, o parlamentar aparece dizendo que "há dois anos" trabalha para prender o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes. A mensagem é de 2 de fevereiro. 

Uma pessoa identificada como “Elmo” enviou uma mensagem a Do Val às 11h24: “O que precisar de nós é só falar. Se precisar estar aí com vc, é só falar. Tamo junto na alegria e na tristeza”. O senador responde: “Estou há dois anos trabalhando para prender Alexandre de Moraes”. Pouco depois, Elmo encerra: “Batalha dura”. Segundo apurou a coluna, o interlocutor seria irmão de Do Val. 

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O aparelho foi apreendido em um inquérito que apura o suposto planejamento de golpe de Estado por parte do senador Marcos do Val, do ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL) e do ex-deputado Daniel Silveira. Essas mensagens basearam o pedido da prisão de Do Val, feito pela PF a Alexandre de Moraes, em junho. 

Um outro diálogo, entre o senador e seu pai, Humberto, também chamou a atenção de investigadores. Nele, há citação a Jair Bolsonaro. “Olha os relatórios do que provocamos na imprensa Brasileira em um único dia! Superou as expectativas, e a primeira fase foi concluída. Essa missão foi provocar a imprensa e a sociedade para pedir aos seus representantes no Congresso as assinaturas para a abertura da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) sobre o dia 08 de janeiro!”, escreveu Do Val no fim da tarde do dia 25 de fevereiro. 

 

A Polícia Federal (PF) prendeu, na manhã desta terça-feira (5), o prefeito Noé Magalhães (PSB) de Água Preta, na Zona da Mata Sul de Pernambuco. O político foi abordado em um condomínio de luxo no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. Noé já havia sido alvo de mandados de busca e apreensão em maio deste ano, na primeira fase da Operação Dilúvio.  

Nesta segunda fase da ação policial, deflagrada pela PF com apoio da Receita Federal (RFB) e da Controladoria-Geral da União (CGU), o objetivo é desmontar uma organização criminosa especializada na prática de crimes de corrupção, desvio de recursos públicos, fraudes em licitações, lavagem de dinheiro e agiotagem. A atividade envolve agentes públicos, servidores e empresários. 

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Na apuração inicial, o inquérito apontou que o prefeito Noé Magalhães teria contratado emergencialmente uma empresa de serviços de manutenção mecânica e elétrica para os veículos do município. No entanto, o que chamou atenção foi que, mesmo com várias empresas do segmento na região, a escolhida está localizada em Jaboatão dos Guararapes, a cerca de 110 quilômetros da cidade. 

Também foi apurado que o gestor praticava agiotagem e tinha uma relação estreita com o empresário titular da empresa no Grande Recife. Há indícios de fraude na licitação e superfaturamento nos acordos. Ainda foi observado que o fornecedor pagou as despesas com passagens aéreas internacionais em classe executiva para o prefeito e a esposa, que ocupa uma das secretarias do município. Segundo a PF, o dinheiro desviado era movimentado por contas de “laranjas”.   

Ao todo, na nova fase da investigação, estão sendo cumpridos sete mandados de busca e apreensão e um) mandado de prisão preventiva, na Região Metropolitana do Recife (RMR) e no município de Palmares, na Mata Sul do Estado. 

Operação Dilúvio

A primeira fase da Operação Dilúvio foi deflagrada em de 23 de maio, quando foram cumpridos 27 mandados de busca e apreensão em diversos endereços ligados ao grupo investigado, localizados nos municípios de Água Preta, Cabo de Santo Agostinho, Catende, Gravatá, Jaboatão dos Guararapes, Palmares, Paulista, Recife e Tamandaré. 

Os resultados obtidos com a primeira fase do trabalho revelaram indícios do envolvimento de outras pessoas no esquema criminoso, por meio da prática de atos de obstrução da justiça, além da identificação de novas contas bancárias utilizadas pelos investigados, o que motivou a Polícia Federal a representar por novas medidas investigativas, deferidas integralmente pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região. 

 

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