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Diversos portais de notícias brasileiros tiveram seus perfis no Facebook hackeados, na madrugada desta quinta-feira (27). Os cibercriminosos fizeram postagens com conteúdos pornográficos nas páginas de vículos como G1, UOL, O Globo, Globo Esporte, Gazeta do Povo, entre outros. 

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O ataque demorou a ser identificado pelos veículos de comunicação porque o conteúdo ficava visível para os seguidores dos perfis, mas não aparecia para os administradores das páginas. Porém, leitores dos portais de notícias alertaram para a vinculação do conteúdo impróprio. 

Em nota, o Facebook disse ter identificado os ataques "Estamos cientes de que algumas pessoas estão vendo conteúdos impróprios no Facebook que violam nossas políticas. Estamos trabalhando para remover esses conteúdos o quanto antes", disse. Apesar do susto, pela manhã, o problema já havia sido solucionado pela plataforma. 

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O Facebook anunciou nesta terça-feira (25) que está acelerando os planos para internacionalizar sua aba de notícias, conhecida como Facebook News, na qual a rede social remunera os editores pelas histórias publicadas.

A aba, que começou a funcionar no fim do ano passado nos Estados Unidos, se estenderá nos próximos seis meses a outros países, entre os quais poderiam estar Brasil, Grã-Bretanha, França, Alemanha e Índia.

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"Em cada país, pagaremos aos editores de notícias para nos assegurarmos de que seu conteúdo esteja disponível no novo produto", disse a vice-presidente de alianças do Facebook Global News, Campbell Brown, em uma postagem em um blog.

"Continuaremos criando novos produtos e realizando investimentos globais para ajudar a indústria de notícias a construir modelos comerciais duradouros", emendou.

O Facebook News teve um "bom começo" nos Estados Unidos e gerou um importante tráfego on-line para os editores de notícias, segundo Brown. "Baseando-nos neste progresso, estamos acelerando nossos planos para nos expandir internacionalmente", acrescentou.

As agências de notícias e produtores de conteúdos informativos buscam novas formas de ganhar dinheiro na medida em que a receita com publicidade e a atenção das pessoas se deslocaram para o ciberespaço, onde muitas vezes as histórias estão disponíveis de forma gratuita, uma dinâmica criticada pelos editores. "A inovação é fundamental para construir um ecossistema de notícias sustentável", disse Brown.

O grupo de tecnologia Google iniciou uma ofensiva contra o plano da Austrália de fazer os gigantes digitais pagar pelas notícias que publicam, alertando os usuários que seus dados pessoais podem "estar em risco".

A Austrália anunciou em julho que empresas como Google e Facebook terão que pagar aos meios de comunicação pelo uso de seu conteúdo, após 18 meses de negociações que terminaram sem acordo.

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A medida histórica contempla multas milionárias para quem não cumprir a regra e exige transparência a respeito dos algoritmos, que estas empresas mantêm em sigilo e que utilizam para classificar o conteúdo.

O Google iniciou uma ofensiva para evitar que as medidas entrem em vigor.

Nesta segunda-feira, a empresa afirmou em um anúncio em sua página inicial que "a forma como os australianos usam o Google está em risco" e suas buscas serão "afetadas" pelas mudanças.

O texto adverte ainda que o grupo será obrigado a entregar informações sobre as buscas dos usuários às empresas jornalísticas e fornecer informações que "as ajudarão a aumentar artificialmente sua classificação" acima de outros mecanismos de busca.

Google alega que já paga milhões de dólares aos meios de comunicação australianos e facilita bilhões de visitas por ano aos sites.

"Porém, ao invés de promover este tipo de associação, a lei dará tratamento especial às grandes empresas jornalísticas e as incentivará a fazer demandas enormes e insanas que poderiam colocar nossos serviços gratuitos em risco", completa o texto.

A legislação se concentrará inicialmente no Facebook e Google, dois gigantes do setor, mas eventualmente será aplicada a qualquer plataforma digital.

A proposta australiana desperta interesse em todo o mundo, já que muitos países querem que estas empresas paguem pelas notícias que enriquecem seus serviços e que obtêm de maneira gratuita.

A imprensa de todo o planeta sofreu os efeitos da economia digital, onde as grandes empresas digitais captam a maior parte da publicidade.

A pandemia de coronavírus agravou a crise econômica e provocou o fechamento de dezenas de jornais australianos.

Ao contrário das tentativas em outros países para obrigar o pagamento das plataformas digitais pelo uso de notícias, a iniciativa australiana se baseia na lei sobre a concorrência, ao invés da regulamentação dos direitos autorais.

A lei tem o forte apoio da imprensa local, que espera a entrada em vigor ainda este ano.

A maioria das famílias de pessoas presas no estado de São Paulo está sem notícias durante a pandemia do novo coronavírus, mostra pesquisa divulgada nesta quinta-feira (16) pelo Núcleo de Estudos da Burocracia da Fundação Getulio Vargas. A partir das respostas de 1.283 parentes de detentos, o estudo revelou que 69,6% estão sem informações ou contato nesse período em que as visitas foram restringidas como medida para reduzir a disseminação da doença.

Entre as famílias que conseguiram manter algum contato com os parentes encarcerados, a maior parte dessa comunicação foi feita por cartas ou advogados particulares. “Ainda assim, os relatos dos familiares demonstram que as cartas têm demorado para chegar e, muitas vezes, não chegam”, diz o estudo.

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Menos da metade (48%) das famílias conta com um advogado particular. Para 41,4% dos que contratam esses serviços, o custo se justifica porque é o único meio de receber e enviar notícias ao preso. Contam apenas com a Defensoria Pública, 39,8%, e 11,6% dizem não ter nenhum defensor envolvido no caso. A grande maioria (74,5%) das famílias acredita que ter um defensor não ajuda a trazer proteção ao encarcerado neste momento.

Perfil

Quase todas (99%) das pessoas que responderam à pesquisa são mulheres. Dessas, 44,9% são pardas, 12,7% pretas e 39,9% brancas. São pessoas que também sofreram os impactos da pandemia. Entre essas famílias, 33,1% dizem que perderam muita renda com a pandemia e 26,5% ficaram sem nenhum rendimento. A renda média mensal desses núcleos familiares é de R$ 1.097, com rendimento médio de R$ 371 por pessoa.

Recomendações

A partir do cenário observado, o estudo faz algumas recomendações, como a necessidade de reavaliar as prisões provisórias que deveriam ser mantidas apenas em condições excepcionais, conforme resolução do Conselho Nacional de Justiça.

Os pesquisadores mostram ainda a importância da transparência nos dados sobre casos de covid-19 e mortes dentro das prisões. Além disso, é destacada a necessidade de meios de contato entre as famílias e os parentes encarcerados, como tablets ou telefones públicos.

Secretaria

A Secretaria da Administração Penitenciária informou que as visitas nas unidades prisionais estão suspensas desde o dia 20 de março “para evitar a propagação do contágio de covid-19”. A pasta disse que “como medida alternativa à manutenção dos laços sociais” é permitido o envio e recebimento de correspondências. Entretanto, o material deve passar um período de “quarentena” antes de ser distribuído.

A secretaria destaca ainda que já implantou em 176 unidades prisionais um sistema de correspondência eletrônica, para facilitar o contato entre os internos e as famílias.

Nos casos de morte, a secretaria afirma que “família é imediatamente avisada pela assistência social da unidade onde o preso se encontrava” e as causas do falecimento da pessoa presa são especificadas pelos órgãos de saúde, “com irrestrito acesso de informações aos familiares”.

O Facebook dará prioridade aos artigos respaldados, com base em informações de primeira mão e escritos por jornalistas identificados, anunciou nesta terça-feira (30) o gigante das redes sociais, que tenta combater a desinformação e o conteúdo enganoso.

"Hoje estamos atualizando a maneira como as notícias se hierarquizam no 'Feed de Notícias' para favorecer que apareçam reportagens autênticas e artigos publicados de forma transparente", disse o Facebook em comunicado.

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Quando diferentes postagens sobre as mesmas notícias forem publicadas, o algoritmo identificará a que "cita a fonte da informação com maior frequência" e a colocará no topo.

A plataforma ataca desta forma a propagação de notícias e vídeos que não buscam informar, mas sim enganar ou prender os usuários, para fins políticos ou financeiros.

Geralmente apresentados de forma sensacionalista para gerar "visualizações", "clics" e material a ser compartilhado, esses conteúdos podem ter sido criados por 'fazendas de contéudo' e basear-se em relatórios da mídia que investiu recursos para encontrar a informação.

No entanto, o Facebook esclareceu que a escolha do usuário continuará tendo prioridade, pois "a maior parte da informação vem de fontes que as pessoas seguem ou que seus amigos seguem, e isso não mudará".

A rede social não espera que essa medida tenha um forte impacto nos jornais.

"A informação de primeira mão e as postagens bem fundamentadas podem ter um aumento em sua distribuição (...), mas é importante lembrar que o 'News Feed' usa uma ampla variedade de sinais para priorizar o conteúdo".

O Projeto de Lei 1394/20 altera o Código Penal para punir a criação e a propagação, por qualquer meio, de informação falsa referente à saúde ou à segurança públicas. O texto em análise na Câmara dos Deputados prevê que o autor do crime será punido com pena de um a quatro anos de reclusão e multa.

Autor, o deputado Zé Vitor (PL-MG) afirma que as incertezas geradas no País por conta da pandemia da Covid-19 deveriam estimular solidariedade por parte de todos e não o desejo de enganar por meio da divulgação de informações falsas.

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“Essa conduta tem o poder de gerar desestabilização social e pânico na coletividade. Cabe ao Congresso, então, promover as modificações legais necessárias para impor a devida censura penal ao criminoso que põe em risco a paz pública”, defende.

Da Agência Câmara de Notícias

O ditador norte-coreano Kim Jong-un, que não era visto em público desde o último dia 11 de abril, fez sua primeira aparição pública desde então nessa sexta-feira (1º). Por conta sumiço, surgiram especulações sobre seu estado de saúde e até rumores de que ele estaria morto

Em visita a uma fábrica de fertilizantes, onde já havia estado a pé, Kim usou um carrinho de golfe para se locomover, apresentava certa rigidez de movimentos nas pernas e uma marca no punho que, segundo um profissional de saúde americano à NK News, agência que se dedica a notícias sobre a Coreia do Norte, parece uma perfuração na artéria radial direita, meio comum para chegar às coronárias e implantar stents. 

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A marca, que não estava no punho do líder norte-coreano em sua última aparição, pode então ser um indicativo de que Kim Jong-un passou por uma cirurgia cardiovascular recente. Em 2014 Kim também foi visto se locomovendo por meio de um carrinho de golfe e a suspeita, na época, foi de que ele tivesse passado por uma cirurgia no joelho ou na perna. 

Outro fator que levantou suspeitas sobre a saúde de Kim Jong-un foi o fato de ele ter permanecido sumido no dia 15 de abril, quando são realizados os festejos que celebram o aniversário de nascimento de seu avô, Kim Il Sung, fundador da Coreia do Norte. Anualmente, Kim vai ao mausoléu onde o corpo do avô está preservado em um evento no qual ele teria que passar muito tempo de pé, motivo pelo qual se especula sua ausência e uma possível nova cirurgia que o deixou impossibilitado de cumprir tal agenda. 

A idade precisa de Kim Jong-un não é conhecida, mas especula-se que ele tenha 36 anos. De acordo com site Daily NK —página especializada e administrada por opositores do regime— uma fonte não identificada afirmou que a saúde do ditador coreano vem se deteriorando nos últimos anos devido à obesidade, cigarro e estresse. A mesma fonte declarou, no dia 20 de abril, que ele estaria se recuperando de uma cirurgia em uma casa de campo no condado de Hyangsan, na província de North P'yŏngan, na Coreia do Norte. 

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Projeto do jornalista Jhonata Chaves, Jornal Barcarena oferece conteúdo noticioso sobre o município de Barcarena, nordeste do Pará, em site e nas redes sociais. O portal já produziu mais de 150 matérias, de julho a dezembro de 2019, divididas em quentes e frias, com caráter multimídia, contendo foto, texto, vídeo e hiperlink, além de podcasts. Clique no ícone abaixo e ouça o podcast.

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O Google disse nesta terça-feira que seu assistente digital servirá como um "apresentador de notícias" em seus dispositivos conectados para entregar histórias de diversos parceiros de mídia. O recurso chamado Your News Update será ativado solicitando ao Google Assistant que leia as notícias.

O programa de inteligência artificial fornecerá "uma mistura de notícias curtas escolhidas naquele momento com base em seus interesses, localização, histórico do usuário e preferências, bem como as principais notícias que estão por aí", disse a gerente de produto Liz Gannes em um post no blog.

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O assistente oferecerá notícias de parceiros, incluindo CBS, Politico, Fox News e CNN, com base nas preferências do usuário e outros fatores.

Ele pode oferecer notícias, por exemplo, sobre as equipes esportivas favoritas do usuário ou eventos locais ou empresariais específicos.

"O Google Assistant serve como seu apresentador de notícias inteligente que apresenta quais editores e atualizações são os próximos", disse Gannes.

O recurso está disponível em inglês nos Estados Unidos e se expandirá internacionalmente no próximo ano, para pessoas com smartphones compatíveis e alto-falantes conectados.

A Amazon oferece um recurso semelhante para seus dispositivos com o assistente digital Alexa.

Na última sexta-feira (25), o Facebook anunciou o início dos testes do Facebook News, um espaço dedicado a notícias jornalísticas dentro da rede social. A nova aba vai concentrar reportagens e postagens noticiosas com as histórias mais relevantes do dia. A princípio o recurso estará disponível apenas nos Estados Unidos, mas a expectativa é que ele seja expandido em breve.

Após conversas com pessoas e periódicos, a empresa dividiu a novidade em alguns tópicos para facilitar a navegação. Confira:

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Today’s Stories: notícias do dia selecionadas por jornalistas parceiros para deixar o usuário atualizado sobre o que está acontecendo no momento;

Personalização: baseada nas notícias que você lê, compartilha e segue,a plataforma fará uma seleção via algoritmo  para encontrar novos tópicos e assuntos de interesse, atualizando o conteúdo cada vez que houver um acesso;

Seção de notícias: espaço com conteúdos sobre negócios, entretenimento, saúde, tecnologia e ciência, e esportes com mais profundidade;

Suas assinaturas: uma seção para aqueles que têm assinaturas pagas de veículos de imprensa associadas a suas contas no Facebook;

Controles: além das opções de informação há também ferramentas de controle para omitir artigos, tópicos e veículos de imprensa que você não quer ver.

Por se tratar de uma fase de testes a companhia pede paciência de seus usuários, principalmente para as ações do recurso que dependem do aprendizado de máquina. “Precisamos fazer progressos antes que possamos confiar apenas na tecnologia para apontar para notícias de qualidade”, afirma o comunicado oficial feito pelo Facebook. A companhia afirma que - com o tempo - será mais fácil para as pessoas identificarem as fontes de notícias que mais se identificam.

A princípio a plataforma irá mostrar apenas reportagens exclusivas locais, destacando publicações locais de grandes áreas metropolitanas dos EUA, começando por Nova York, Los Angeles, Chicago, Dallas-Fort Worth, Philadelphia, Houston, Washington DC, Miami, Atlanta e Boston.

Nos próximos meses, o projeto deverá ser expandido para cerca de 6 mil cidades norte-americanas. Mesmo com a adição da Aba News, ainda será possível enxergar posts de veículos jornalísticos no Feed de Notícias, como acontece atualmente.

A conta da Magazine Luiza no Twitter deixou os usuários da rede social em êxtase na tarde desta segunda-feira (26) após anunciar uma promoção relâmpago por meio da hashtag #FGTSDaLu.

Com o anúncio de descontos de R$ 500 em produtos que tenham as iniciais F, G, T ou S, a rede causou um burburinho entre os seguidores no Twitter. Muitos diziam que queriam fogões, geladeiras, televisores e smatphones.

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A promoção, entretanto, segue alguns requisitos. O desconto só será aplicado para os produtos comprados no aplicativo da Magazine Luiza. Porém, os usuários do Twitter não perderam tempo para fazer memes com as reações dos consumidores após a divulgação do desconto relâmpago.

“magalu dando cupons de 500 reais e eu procurando coisas de menos de 500 reais no site pra não ter q pagar nada”, escreveu um internauta. “Eu chegando na internet pra comprar coisas que eu não preciso só pq tem desconto”, brincou outro.

“meu FGTS eu gastaria com: Furadeira cor de rosa, Geladeira de rico, Tintas de parede & cabelo, Sorvetes (esse eh pra comemorar a furadeira cor de rosa)”, satirizou uma seguidora da rede.

Porém, nem só com piadas os usuários do Twitter trataram a promoção. Muitos ficaram indignados dizendo que os descontos eram falsos alegando que os produtos estavam já todos esgotados.

“É bom chamar o Procon para avaliar essa promoção falsa. A Magazine Luiza está brincando com a nossa cara. Estou desde cedo tentando comprar algo mas tá tudo esgotado”, criticou uma seguidora.

Um senhor de 64 anos foi impedido de viajar em um voo da companhia aérea Azul que sairia do Recife às 13h30 desta quarta-feira (14) com destino à cidade de Natal por dizer que estava transportando uma bomba em sua bagagem de mão.

A Polícia Federal, que foi acionada para atender o caso juntamente com a Infraero, realizou os procedimentos de segurança e desembarcou todos os tripulantes. Uma vistoria foi feita na bagagem do suspeito, além de uma busca pessoal aos bancos de dados criminais, assim como outros procedimentos técnicos de segurança. 

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Após esses procedimentos de segurança foi constatado que não havia ameaças nem substâncias explosivas dentro da bagagem do homem, que é natural de Juazeiro do Norte, no Ceará. “Se tratava apenas de uma péssima e inoportuna brincadeira”, afirmou a Polícia Federal. 

O voo foi autorizado a decolar do Aeroporto dos Guararapes às 17h e um registro de ocorrência foi feito pela Polícia Federal e, posteriormente, o homem poderá responder criminalmente pelo caso.

A companhia aérea Gol vai aproveitar a hora do jogo do Brasil contra a Venezuela, a partir das 21h30 desta terça-feira (18), pela Copa América, para vender passagens pelo pelo preço de R$ 3.90.

O preço não inclui as taxas de embarque, mas será possível viajar para países como Argentina, Uruguai, Equador, Chile, Paraguai, Bolívia e Peru a ‘preço de banana’. A ação é uma parceria com a Ambev, fabricante da marca de cerveja Brahma.

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Os bilhetes serão de ida e volta, partindo do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, com destino às capitais dos países. A viagem deve ocorrer entre os dias 3 e 11 de outubro de 2019. Já para Lima, o embarque deve ocorrer entre 20 e 28 de dezembro também deste ano.

As passagens promocionais serão vendidas das 21h30 às 23h30 desta terça, exclusivamente pelo site da Gol. Segundo as empresas, cerca de 100 bilhetes estarão disponíveis.

Deputados republicanos e democratas sugeriram ontem que pode ser necessário alterar a legislação atual para a indústria de notícia dos EUA à medida que os congressistas iniciaram uma investigação bipartidária sobre o domínio do mercado das empresas do Vale do Silício. Em uma audiência do Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes, associações de mídia acusaram as empresas gigantes de tecnologia de colocar em risco a sobrevivência econômica da indústria de notícias, colocando conteúdo noticioso em suas plataformas sem compensação financeira.

"Esta é a primeira investigação antitruste significativa realizada pelo Congresso em décadas", disse o deputado democrata David Cicilline, que comanda a comissão, no início da audiência. Ele falou sobre as grandes demissões no setor de notícias nos últimos anos e disse que a posição dominante das plataformas online no mercado publicitário "criou uma catástrofe econômica para os editores de notícias, forçando-os a reduzir seus investimentos em jornalismo de qualidade".

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As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

As médicas baianas Ana Elisa Almeida e Mariana Fontes estão reinventando o modo humanizado de prestar atendimento aos seus pacientes. O objetivo da dupla é correr na direção contrária da típica prescrição ilegível e do contato engessado entre médico e paciente.

 Ana Elisa tem 25 anos e é residente em Infectologia, já Mariana tem 27 e faz residência em Psiquiatria. As duas passaram a fazer receitas visuais e de fácil entendimento, tornando mais simples a compreensão do paciente em relação aos remédios que deve tomar.

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 “Durante nossa graduação tivemos matérias focadas na humanização da relação médico-paciente e isso inclui uma linguagem acessível ao paciente, de forma que ele entenda, participe ativamente do seu processo de saúde-doença, e tenha uma boa adesão terapêutica”, explicam as médicas.

 Muitos desenhos, cores e formatos fazem parte das prescrições feitas por elas. A atitude facilita, inclusive, a situação de pacientes analfabetos. Colando o mesmo desenho na receita e na caixa do remédio, o enfermo consegue saber sem dificuldades qual medicamento precisa tomar tantas vezes por dia.

 Segundo o levantamento mais atual divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem pelo menos 11,5 milhões de pessoas com mais de 15 anos analfabetas. Segundo as baianas, foi a partir dos preceitos aprendidos nas aulas e na filosofia da slow medicine (medicina sem pressa) que elas decidiram utilizar recursos visuais em seus atendimentos.

 “A receita ilustrada deixa visualmente mais fácil e ajuda na assimilação do que foi prescrito, uma vez que utiliza recursos como símbolos e imagens (estimulando o hemisfério direito do cérebro, que é subjetivo/ criativo) e palavras pontuais (estimulando o hemisfério esquerdo do cérebro que é mais lógico/ objetivo). Como resultado, nos aproximamos da linguagem dos pacientes, os quais compreendem a informação e consequentemente, melhoram a adesão terapêutica”, afirma a dupla.

Pelo menos uma pessoa morreu após uma edificação de primeiro andar desabar na tarde desta quarta-feira (22) na Rua da Paz, bairro de Afogados, Zona Oeste do Recife. Sete viaturas dos Bombeiros (entre resgate, salvamento e operação) e ambulâncias do Samu estão no local localizando mais feridos. Cinco já foram encontrados pelos profissionais.

 “Não temos um número preciso de quantas pessoas estão feridas, mas estamos colhendo informações com moradores da área, pessoas que estão sentindo falta de parentes, amigos. Mas certamente não é uma nem duas vítimas”, disse o major Barros, assessor de comunicação do Corpo de Bombeiros.

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Não se sabe quantas pessoas estavam dentro do prédio no momento da queda, nem o que foi que levou ao desmoronamento. O prédio fica próximo da ponte Motocolombó.

O vereador e filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), Carlos Bolsonaro, mais uma vez utilizou sua conta oficial no Twitter para alfinetar a Rede Globo de Televisão e outros veículos de comunicação do Brasil

 “A ‘grobo’ - como ele costuma se referir à TV Globo - e alguns próximos tentam descaradamente montar diariamente enredo para enfraquecer o Presidente”, escreveu o vereador.

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 De acordo com Carlos, a linha editorial dos veículos de comunicação não tem pudor. “Vale tudo, fakenews, se camuflar, criar notinhas, direcionar falsas narrativas e tudo que jamais imaginaríamos acontecer”, assegurou.

Por fim, o filho do presidente ainda criticou o modo de enxergar o país desses veículos de comunicação em questão. “Para estes, o Brasil não vale nada, só o poder”, finalizou.

A televisão continua sendo a principal fonte de notícias para os americanos, enquanto a imprensa perde terreno para os serviços digitais, mostrou uma pesquisa nesta segunda-feira (3).

O relatório do Pew Research Center descobriu que 47% dos americanos preferem assistir às notícias, enquanto 34% optam pela leitura e 19% preferem ouvir.

A pesquisa sugere mais problemas para o já debilitado setor de jornais, enquanto a televisão está mantendo sua posição contra os vídeos on-line.

Entre os que assistem às notícias, 75% disseram preferir a televisão, e 20% a internet.

Mas entre os leitores de notícias, 63% preferiram o digital e 17% o impresso.

No geral, isso significa que apenas 7% dos entrevistados escolheram o formato impresso como a forma preferida de consumir notícias, em comparação com 11% em um estudo semelhante de 2016.

Detalhada por segmento de idade, a pesquisa ofereceu uma perspectiva particularmente sombria para os jornais impressos.

Adultos com menos de 50 anos têm maior probabilidade de preferir a internet como plataforma para receber notícias, independentemente de se leem, assistem ou ouvem, descobriram os pesquisadores.

E mesmo entre aqueles com mais de 50 anos, um terço disse que eram mais propensos a buscar notícias on-line que impressas.

A rádio se manteve estável como fonte de notícias, mas um número crescente de americanos está ouvindo notícias on-line por meio de podcasts ou de rádios na Internet, mostrou a pesquisa.

A televisão também se manteve, apesar do crescente número de iniciativas de vídeo on-line, de acordo com o Pew.

O relatório foi baseado em uma pesquisa com 3.425 adultos dos EUA, realizada de 30 de julho a 12 de agosto, com uma margem de erro estimada de 2,9 pontos percentuais.

Um carro avançou nesta terça-feira (27) por razões desconhecidas até o momento contra vários pedestres em uma calçada da cidade de Leshan, sudoeste da China, e matou sete pessoas, anunciaram as autoridades.

O atropelamento, que também deixou quatro feridos, aconteceu às 10h locais nesta cidade da província de Sichuan.

A polícia não explicou se o atropelamento foi um acidente ou ato intencional, mas informou que o motorista foi detido e uma investigação está em curso para determinar as causas do incidente.

Na quinta-feira passada, outro motorista atropelou um grupo de crianças na cidade de Huludao, nordeste da China, e matou cinco pessoas. Dezenove ficaram feridas.

O motorista, um homem de 29 anos, decidiu atropelar pessoas "ao acaso", segundo a imprensa estatal.

Na China, os motoristas ignoram com frequência as normas de trânsito. De acordo com números oficiais, 58.000 pessoas morreram em acidentes nas estradas e avenidas em 2015.

A agência de notícias chinesa Xinhua apresentou nesta semana um casal de apresentadores virtuais de noticiários televisivos, um passo que reflete os esforços de Pequim em termos de inteligência artificial.

No entanto, os hologramas apenas leem na tela o texto introduzido no sistema informático, diferentemente de outros robôs com inteligência artificial, que são capazes de refletir e tomar decisões de forma autônoma.

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"É meu primeiro dia na agência Xinhua", afirma um dos personagens digitais, que se parece com um jovem apresentador chinês de carne e osso. Um dos robôs fala em chinês, e o outro, em inglês.

Segundo a agência, estes robôs virtuais foram criados com a colaboração de Sogu, uma empresa de Pequim especializada em reconhecimento de voz.

"A partir de agora é oficialmente um novo membro da redação da Xinhua", afirmou a agência, destacando que uma das vantagens destes robôs virtuais é que podem trabalhar 24 horas por dia.

A China desenvolveu um plano para se tornar a primeira potência mundial em termos de inteligência artificial, mas este projeto foi suspenso após as acusações de plágio tecnológico do presidente americano, Donald Trump.

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