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William Bonner e Renata Vasconcellos surpreenderam os telespectadores do Jornal Nacional da última segunda-feira (23). O âncora do telejornal da TV Globo quebrou o protocolo e decidiu mandar um recado especial para a população brasileira, que enfrenta a pandemia do novo coronavírus.

Bonner pediu calma à população, afirmando que serão momentos difíceis que todos viverão daqui em diante, mas que com calma tudo e todos vão conseguir superar a crise de saúde pública e econômica. O jornalista ainda disse que todos precisam respirar e tender que a crise terá altos e baixos, exigindo sacrifícios de todos.

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Ele também reafirmou o compromisso com a profissão, não só dele, mas de todos os envolvidos no jornalismo da emissora. Mas não sem admitir que todos também estão com receio de contrair o vírus Covid-19.

Renata Vasconcellos ainda lembrou as orientações da OMS, a Organização Mundial de Saúde, pedindo para que as pessoas fiquem em casa e tenham cuidados com a higiene. Ela, no entanto, lembrou que há profissões extremamente necessárias que devem seguir trabalhando para que o país continue funcionando e para que a pandemia passe a ser controlada.

Veja, abaixo, a declaração dos âncoras do telejornal na íntegra:

A gente vai fazer essa pausa, primeiro, para dizer simplesmente o que a gente fica repetindo um para o outro: calma. Não dá para começar o JN desta segunda sem pedir calma.Assim como não dá para deixar de repetir que o mundo e o Brasil vivem, sim, uma crise que é grave, é muito grave. E para atravessar essa crise, as autoridades de saúde recomendam alguns cuidados especiais e a gente precisa prestar atenção a todos esses cuidados. O porquê desta pausa no JN: a gente também precisa respirar.

A gente precisa entender que essa crise vai ter altos e baixos, vai exigir sacrifícios, mas, no fim, o Brasil e o mundo vão superar. Apesar da aflição, apesar da dor que muitas famílias estão enfrentando e outras ainda vão enfrentar, a gente vai superar esse momento junto e vai ser mais fácil quanto mais a gente mantiver a calma.

Além dos cuidados com a higiene, o principal pedido nesta segunda para quem pode é: ficar em casa até que venha a orientação para sair.Mas, claro que alguns profissionais não podem cumprir essa ordem porque fazem um trabalho essencial, não podem parar.Isso vale para quem é profissional da saúde. Esses são sempre os heróis. Mas é verdade também para quem recolhe o lixo nas ruas, para os policiais, para quem faz a manutenção da rede elétrica, da telefonia. Para muitos e muitos outros.

E também para os jornalistas e para os profissionais que ajudam os jornalistas a levar a notícia até você. Na Globo, são profissionais de muitas áreas. Sem eles, não teria Jornal Nacional nem programa nenhum do jornalismo da Globo.O jornalista é só uma categoria profissional entre muitas que não podem deixar de trabalhar e o trabalho do jornalista é reunir informações para ajudar, para deixar você atento, informado. Informação, num momento desses, é fundamental. É como lavar as mãos. Tem que lavar e a gente tem que se informar.

Mas reparem uma coisa, quando a Globo aumentou o tempo diário dedicado ao jornalismo foi exatamente para poder levar a informação necessária sem correria. Para você ver e ouvir o que está acontecendo e saber como deve agir para se proteger.E, claro, que a gente também tem medo de adoecer. Não tem super-herói aqui, nem entre os jornalistas nem entre os colegas de outras categorias que trabalham com a gente. Não tem.E você talvez até já tenha se perguntado: mas se é para se proteger, como é que tem tanta gente trabalhando no jornalismo da Globo? Mas a gente, aqui, também procura se proteger da melhor forma possível para honrar o compromisso profissional de informar, de esclarecer.Por exemplo: aqui na Globo, os profissionais da redação com 60 anos ou mais estão trabalhando de casa. Qualquer colega que tenha sintoma de gripe ou de resfriado vai para casa também, isso desde o dia 12 de março.E a gente tem cumprido uma série de regras, de protocolos, para se proteger. A limpeza dos microfones, a distância dos entrevistados para protegê-los e a nós também, a limpeza dos nossos equipamentos, uma porção de regras que nem é o caso de detalhar aqui.

Então, dito isso, com toda a serenidade, a gente quer agradecer muito o carinho de quem tem manifestado preocupação com os jornalistas neste momento. Obrigado.E, com a mesma serenidade, o Jornal Nacional começa agora a apresentar as principais notícias desta segunda-feira. É informação para todo mundo poder se proteger. Mantendo a calma, a gente vai superar essa crise, exatamente como as capas de todos os jornais estamparam nesta segunda: Juntos vamos derrotar esse vírus.

A Europa tenta estabelecer medidas de proteção ante o avanço inexorável da pandemia de coronavírus, que superou 155 mil infectados em todo o mundo, ao mesmo tempo que, apesar de todos os temores, a França organiza eleições municipais neste domingo.

Assim como na Espanha e na Itália, a vida na França – com exceção dos locais de votação - parecia interrompida neste domingo, após a ordem para o fechamento de locais públicos "não essenciais", como bares, restaurantes e cinemas. Antes de entrar no local de votação, os eleitores devem higienizar as mãos e, para evitar a propagação do vírus, todos os cidadãos receberam a recomendação de levar a própria caneta até a cabine.

Os eleitores devem manter uma distância de segurança de um metro entre eles durante cada etapa do voto. Os mesários receberam álcool gel e luvas para sua proteção.

- Procissões canceladas -

Ninguém parece a salvo da propagação da pandemia e até mesmo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aceitou fazer um exame após se encontrar com duas pessoas contaminadas: de acordo com a Casa Branca o resultado do teste foi negativo.

Diante do avanço da pandemia, vários países adotam medidas radicais. A Espanha anunciou uma quarentena quase total e decretou estado de alerta por 15 dias. Sevilha e outras cidades anunciaram a suspensão das famosas procissões da Semana Santa.

A Espanha é o segundo país mais afetado da Europa – atrás apenas a Itália –, com quase 6.000 infectados e mais de 180 mortes.

O primeiro-ministro Pedro Sánchez resumiu a situação: os espanhóis podem "trabalhar, comprar pão, ir à farmácia ou ao médico, mas não podem jantar na casa de um amigo". Sánchez anunciou que sua esposa, Begoña Gómez, foi infectada pelo novo coronavírus.

- Epicentro europeu -

A Europa é agora o "epicentro" da doença, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A China, país de origem da pandemia, com quase 3.200 mortos - das quase 5.800 vítimas fatais em 139 países – registra uma queda diária do número de contágios e falecimentos. Neste domingo o país anunciou apenas 20 novos infectados, sendo 16 casos de pessoas procedentes do exterior.

O governo chinês anunciou que as pessoas procedentes do exterior que desembarcam em Pequim serão colocadas em quarentena em centros especiais a partir de segunda-feira.

O Vaticano anunciou que todas as celebrações litúrgicas da Semana Santa acontecerão sem a presença de fiéis na praça de São Pedro.

"Comunicamos que até o domingo 12 de abril de 2020 as audiências gerais do Santo Padre e a recitação da Oração Mariana do 'Angelus' dos dias domingo serão transmitidas apenas via 'streaming'", afirma um comunicado oficial.

De acordo com o balanço mais recente, 1.441 pessoas morreram vítimas do coronavírus na Itália, onde mais de 21.000 pessoas foram diagnosticadas com a doença (COVID-19).

Na França, onde foram registradas 91 morte e 4.500 casos, os bares, restaurantes e casas noturnas fecharam as portas a partir da meia-noite de sábado.

Além disso, a França reduzirá progressivamente as viagens de longa distância de trem, ônibus e avião em seu território nos próximos dias para limitar a propagação do coronavírus, anunciou a ministra do Meio Ambiente, Elisabeth Borne.

Áustria e Suíça anunciaram o fechamento de quase todas as suas estações de esqui. O chanceler austríaco, Sebastian Kurz, pediu aos habitantes que saiam de casa apenas em caso de necessidade profissional, para comprar produtos essenciais ou para ajudar alguém.

O governo austríaco também proibiu reuniões de mais de cinco pessoas e decidiu limitar drasticamente os deslocamentos no país.

Criticado por sua resposta lenta à crise, em um país com 1.140 casos e 21 mortes, o governo do primeiro-ministro britânico Boris Johnson pretende proibir as grandes concentrações. A rainha Elizabeth II deu o exemplo e cancelou "por precaução" vários compromissos.

- Forte progressão -

Fora da Europa, o Irã anunciou neste domingo 113 mortes nas últimas 24 horas devido ao novo coronavírus, o que eleva a 724 o total de vítimas fatais desde o início da epidemia.

Este é o maior número de mortes em apenas um dia desde o início da epidemia no país. O Irã é o terceiro país mais afetado pela pandemia, depois da China e da Itália.

"Os iranianos devem cancelar as viagens e permanecer em casa para que a situação possa melhorar", declarou o porta-voz do ministério da Saúde, Kianouche Jahanpour, em uma entrevista coletiva.

A República do Congo anunciou o primeiro caso do novo coronavírus em seu território. A África é o continente menos afetado pela pandemia, com sete vítimas fatais em 280 casos, essencialmente no Egito e na região do Magreb.

Em Israel, o julgamento por corrupção do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, que começaria na terça-feira, foi adiado em dois meses pelo temor de propagação da doença.

A Venezuela exigiu uma "quarentena obrigatória" a todos os viajantes procedentes da Europa que chegaram ao país em março e suspendeu por 30 dias os voos procedentes da República Dominicana e do Panamá como medida de proteção

O Chile fechou todos os portos a cruzeiros depois que duas embarcações foram colocadas em quarentena por um caso confirmado e dois suspeitos de coronavírus.

O México anunciou no sábado uma série de medidas, que incluem a suspensão das aulas e das atividades públicas e privadas não essenciais. O governo recomendou que os cidadãos evitem viagens ao exterior.

O governo dos Estados Unidos, que provocou um abalo na economia mundial ao proibir os voos procedentes da Europa por 30 dias, anunciou que ampliará a medida ao Reino Unido.

A Rússia decidiu fechar suas fronteiras terrestres aos estrangeiros, assim como Estônia e Lituânia. A Noruega anunciou o fechamento de portos e aeroportos, enquanto o Marrocos suspendeu os voos com procedência ou destino a 29 países.

- Confinados -

Em todo o o planeta, a pandemia esvazia aos poucos as ruas, confina milhões de pessoas a suas casas e transforma as vidas cotidianas. O cumprimento com beijo, o café no balcão da padaria, as reuniões de trabalho ou assistir um filme no cinema se tornaram atos cada vez mais raros ou, em algumas cidades, impossíveis.

Entretanto, o desafio do novo coronavírus, que afeta particularmente os idosos, está provocando uma corrida contra o tempo dos laboratórios para tentar produzir uma vacina.

A Fórmula Indy suspendeu, nesta sexta-feira (13), sua temporada até o final de abril devido ao surto de coronavírus. A categoria deveria ter sua primeira prova do ano neste domingo (15) nas ruas de Saint Petersburgo, na Flórida, sem espectadores.

Outras três corridas foram canceladas: Birmingham (5 de abril), Long Beach (19 de abril) e Austin (26 de abril). "Depois de ponderá-lo cuidadosamente, incluindo comunicações regulares com nossos promotores, funcionários da saúde e administradores municipais em nossos mercados com relação ao COVID-19, tomamos a decisão de cancelar todos os eventos até o fim de abril", informou a Indy por meio de um comunicado. "A segurança de nossos fãs, participantes, funcionários, parceiros e a imprensa sempre serão nossa prioridade máxima", acrescentou o comunicado.

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O norte-americano Josef Newgarden, atual campeão da Indy, soube do cancelamento no saguão do hotel onde está hospedado a poucos metros da entrada do circuito de rua. "Vivemos tempos loucos", disse o piloto.

A Nascar, categoria mais popular dos Estados Unidos, adiou as próximas duas semanas de sua temporada pela "segurança e bem-estar de nossos fãs, concorrentes, funcionários e todos os associados ao nosso esporte."

A Nascar apenas suspendeu a corrida de domingo em Atlanta e a do dia 22 em Miami. Ambos os eventos deveriam ser realizados sem espectadores.

A Fórmula 1 cancelou sua corrida inaugural da temporada, neste domingo, na Austrália e anunciou o adiamento das corridas no Bahrein e Vietnã. No mês passado, a corrida da China também já havia sido adiada.

Uma conversa deu o que falar dentro do BBB20, e repercutiu no Twitter, quando Ivy e Marcela falaram sobre ter medo de Babu Santana dentro da casa. As duas começaram se justificando e Thelma, a princípio, só ouviu. Depois, fez questionamentos para as duas sisters. Primeiro, Ivy diz o seguinte:

"O Babu, eu tava falando, ele levantou e saiu andando na festa. Aí eu falei pra ele que eu tenho receio de falar as coisas".

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Marcela acrescentou: "Ninguém fala com ele, a gente fica com medo".

"Ele falou: você criou um monstro em relação a mim. Eu que criei, não foi ele que fez criar, não", ironizou Ivy.

Em seguida, a ginecologista diz: "Ele não é um monstro. Eu acho que ele é um cara com um monte de coisa legal, só que assim, nessas atitudes, ele dá medo mesmo".

Thelma, então, questiona: "Mas vocês têm medo do que, que ele vai bater em vocês?".

E as duas respondem juntas: "Que ele vai gritar!". "Mas aí você grita também!", respondeu Thelma.

Marcela tenta se defender: "Ai, eu não, eu vou ficar me indispondo aqui dentro da casa? (...) Eu tenho medo de falar coisa séria com ele. Não dá para conversar", disse, com Ivy acrescentando que não consegue falar com ele sobre a comida, que está com muito sal ou com muita manteiga.

Thelma então rebate: "Eu não sei se eu concordo de pintar a pessoa como um monstro".

'Não fui eu que chamei ele de monstro, ele que se chamou de monstro, tentou se defender Ivy.

Marcela também tentou se justificar: "Thelminha, todas as vezes a gente fica sentado aqui esperando ele sair da cozinha pra gente comer. Você acha que isso não é ter medo?".

E a médica responde:

"Não tô defendendo, eu só acho que se alguém falasse isso de mim aqui na casa eu ia ficar chateada: eu tenho medo de você".

Mas Marcela rebate: "Não é medo dele, é medo de como ele vai reagir, de como ele vai falar, medo de conversar com ele. Todas nós temos".

A discussão não pegou bem e os fãs do programa logo comentaram sobre o assunto no Twitter. "Agora imagina a pessoa que percebe que você espera ela sair para você sentar e comer... não gosto de algumas posturas do Babu, mas não tem como concordar com isso que a Marcela faz".

"Ivy, se você quer menos sal na comida cozinhe sua própria refeição".

"Preconceito mudou de nome, agora é medo. Nojentas hipócritas".

"A Thelma sentiu o racismo que elas têm, por isso saiu mal da conversa, ela é a única que vai conseguir sentir o que o Babu sente ali dentro".

"Medo do [Felipe] Prior que só sabe conversar gritando e apontando o dedo ninguém tem. As veias do cara parece que vai sair do pescoço, mas quem dá medo nelas é o Babu".

Uma das competições mais importantes e tradicionais do futebol mundial está suspensa temporariamente. Nesta quinta-feira (12), a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) anunciou a paralisação da Libertadores 2020, diante da confirmação oficial de pandemia do novo coronavírus.

“A CONMEBOL, comprometida com a prevenção do COVID-19, diante do risco de sua expansão, e em salvaguarda dos jogadores, corpo técnico, delegados, árbitros, dirigentes, imprensa e torcedores, decidiu suspender os jogos da CONMEBOL LIBERTADORES 2020 da semana de 15 a 21 de março de 2020”, informou a Confederação.

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A previsão é que, nas próximas semanas, sejam realizados ajustes no calendário. Apenas a partir disso será possível estabelecer as novas datas da Libertadores.

Quantas vezes você já desistiu de fazer algo simplesmente porque sentiu medo? Travar completamente diante dos desafios da vida pode ser uma ação automática, mas já adianto: isso não costuma trazer muitos benefícios. Afinal, quando você trava, não avança e acaba permanecendo sempre no mesmo lugar, com um poço de dúvidas. O medo é um sentimento que vai acompanhar você durante toda a sua vida. Então, se parar para pensar, é melhor tê-lo como aliado do que como inimigo.

Este mesmo sentimento funciona, muitas vezes, como um bloqueador e, por causa disso, as pessoas passam a associá-lo a algo negativo. Mas não é bem esse o propósito do medo. A diferença da funcionalidade dele está na maneira como você o aplica na sua vida. O mecanismo do medo é um alerta para o corpo de que algo pode estar errado, ou que determinada situação pode oferecer riscos. Ou seja, o medo nos deixa mais atentos. Por que não usar isso de forma positiva? Toda vez que sentir medo, procure analisar com cautela a situação em que está e como sair dela da melhor maneira.

É muito comum incluir o medo em etapas importantes da vida, sobretudo, naquelas que podem mudar totalmente o status atual da gente. Sair da zona de conforto é o ponto que mais atrai o medo. Isso é normal, afinal, temos uma tendência natural a evitar riscos, pois nosso cérebro tende a nos deixar em situações reconfortantes e seguras. Permanecer sempre nessa inércia, no entanto, não faz ninguém progredir. No cenário do empreendedorismo, principalmente, zona de conforto nunca levará ninguém à prosperidade. É preciso mover-se, mesmo com medo, a fim de encontrar, no fim da jornada, um resultado melhor.

Muitos têm medo de errar. Falhar é normal, faz parte do processo. O fracasso é uma oportunidade de avaliar o problema melhor e conceber lições valiosas. Quem erra aprende, no mínimo, como não proceder da próxima vez. É preciso quebrar esse paradigma que o erro é uma vergonha, algo negativo, e passar a enxergá-lo como uma nova chance. Ao cair, é preciso reerguer-se e trilhar novamente o caminho, mais forte e consciente.

Não permita que o medo lhe bloqueie, mas faça dele o termômetro para despertar em você a adrenalina necessária para viver coisas grandiosas. Domine-o, para que suas ações o levem a um futuro próspero. Quem vive com medo e o deixa ser dominante realmente vai viver sem progredir, mas quem o controla e usa a seu favor terá mais chances de sucesso.

Inspirado pelo pânico mundial provocado pela propagação do novo coronavírus, um criador croata lançou uma máscara "colorida e alegre", um acessório que não protege contra o vírus, mas que tem se tornado popular entre os seus clientes.

"É mais uma prova que as melhores coisas nascem de forma espontânea", diz à AFP Zoran Aragovic, de 39 anos, proprietário da marca local de moda BiteMyStyle.

"Todas as manhãs, no café, discutíamos sobre o coronavírus e o esgotamento dos estoques de máscaras de proteção. Este é o único tema que nos preocupa ultimamente. E, para brincar com a situação, disse que iria fazer uma máscara colorida e alegre, semelhante às minhas criações", conta o empresário.

De fato, uma fez em seu atelier, em Zagreb, começou efetivamente a confeccionar as máscaras com tecidos estampados com motivos de pop-art ou quadrinhos, que ele utiliza em suas criações.

Não demorou muito para receber as primeiras encomendas depois que publicou nas redes sociais uma selfie com a máscara.

Zoran Aragovic enfatiza, porém, que "não se trata de uma máscara médica, mas de um acessório de moda".

"É claro que essas máscaras não protegem você de nenhuma doença, mas as pessoas se alegram e acabam por encomendá-las", disse ele.

Em duas semanas, ele vendeu algumas dúzias, a um preço de 9 euros cada.

"Esta é a melhor maneira de combater as más notícias em torno do coronavírus", acrescenta o criador.

Até o momento, nove casos do novo coronavírus foram registrados na Croácia. Em todo o mundo, mais de 94.000 pessoas foram infectadas com o vírus, que já causou mais de 3.200 mortes em 81 países e territórios.

A deputada federal Joice Hasselmann (PSL) afirma que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) quer recriar o Ministério da Segurança Pública e tirar o setor do ministro da Justiça Sérgio Moro por sentir-se ameaçado pela popularidade do ex-juiz, já que ele aparece em quarto lugar nas intenções de voto para a corrida presidencial de 2022, divulgado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT).

"Para um presidente inseguro, a popularidade do nosso super ministro representa uma ameaça. É triste, mas só não vê quem não quer", disse a deputada em entrevista ao UOL. Hasselmann argumenta também que "nunca tivemos um super ministério tão eficiente como o da Justiça e Segurança. Qual é o problema? O excesso de competência de Moro ou a insegurança crônica do presidente?", avalia. 

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Em sua conta do Twitter, a deputada faz uma enquete onde pergunta aos seus seguidores: "Você apoia a divisão do Ministério da Justiça que teria como consequência a retirada da Segurança Pública das mãos de Sérgio Moro?". Com quase 12 mil votos, a enquete demonstra que maioria dos seguidores de Joice são contra o enfraquecimento do ex-juiz. 

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Voltou atrás

Nesta sexta-feira (24), Bolsonaro recuou da ideia de separação e disse que atualmente não existe chance de desmembrar o Ministério da Justiça e Segurança Pública. "A chance no momento é zero, mas não sei amanhã, na política tudo muda. Não há essa intenção de dividir", declarou Bolsonaro.

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Uma viagem de carro 'paranormal' repercutiu na internet e já proporcionou muitas risadas nas redes sociais. Nessa segunda-feira (6), o motorista de transporte por aplicativo Matheus Fernandes tomou um susto ao chegar no destino final e perceber que apenas a mala estava no carro, enquanto o passageiro havia 'sumido'. Perplexo com o que acreditava ser um 'fantasma', enviou uma série de áudios para a namorada até elucidar o mistério.

"Subi o viaduto e, quando comecei a descer, já vi que a casa dele era bem na reta. Eu queria parar do lado certo da calçada e perguntei 'você mora do lado direito ou esquerdo?' Ele não me respondeu. Aí, pensei: 'Gente! Será que esse homem dormiu?!'. Quando eu olhei para trás, ele não estava e a mala dele estava", descreveu o condutor ao portal Tilt, após deslocar-se por 30 minutos entre os bairros de Madureira e Tijuca, no Rio de Janeiro.

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Há cerca de dois meses no aplicativo, Matheus nunca havia passado por tal situação e ficou com medo do 'espírito'. Assustado, começou a enviar áudios para a namorada Maria Eduarda Bias. "Maria Eduarda, o passageiro sumiu do meu carro! Meu Deus, o que é que aconteceu aqui, Senhor? A mala do passageiro tá no meu carro e ele sumiu [...] Cadê o homem, meu Deus?", questionou-se.

Sem entender o que acontecia, ele deixou o medo de lado e ligou para o passageiro. "Eu liguei para o homem e ele falou 'eu botei a mala no carro e você andou com o carro. Você me deixou na rua'. Eu só vi agora, tem noção? Não tô acreditando que eu fiz isso. Eu juro que vi ele entrando no carro". Na verdade, Matheus não o esperou entrar no veículo e foi embora apenas com a bagagem.

Prontamente, o motorista retornou ao local onde foi acionado e encontrou o passageiro 'fantasma'. Ele revela que o homem estava meio chateado quando o encontrou. Em contrapartida, Matheus ficou aliviado ao resolver o mistério.

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Casamentos não são sempre fáceis e as celebridades já abriram o jogo para falar um pouco mais sobre o relacionamento a dois, desmistificando o conceito de perfeição.

A diva Shakira e o jogador de futebol Gerard Piqué, por exemplo, têm dois filhos juntos - Milan, de seis anos de idade, e Sasha, de quatro -, mas não são casados e, de acordo com a própria diva, não estão com nenhuma pressa para subir ao altar.

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Em entrevista ao programa 60 Minutes, a cantora abriu o coração e revelou que tem medo do matrimônio.

"Para ser bem sincera, casamento me assusta para c*****o. Eu não quero que ele me veja como a esposa , eu quero que ele me veja como a namorada, a amante, a fruta proibida dele, sabe? Eu quero que ele seja cauteloso e continue se esforçando. Quero que ele saiba que tudo é possível, dependendo de como ele se comporta", contou.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu neste sábado que tem 52 alvos no Irã, e que irá atacá-los "muito rapidamente e de forma muito dura" se Teerã investir contra pessoas ou propriedades americanas.

Em um tuíte onde defendeu o ataque com drone realizado ontem, em que os Estados Unidos mataram um general iraniano no Iraque, Trump disse que 52 corresponde ao número de reféns que permaneceram na embaixada americana em Teerã por mais de um ano desde o fim de 1979.

O presidente americano assinalou que estes alvos são "de muito alto nível e importantes para o Irã e a cultura iraniana". "Os Estados Unidos não querem mais ameaças!", completou o presidente dos Estados Unidos.

Trump recorreu ao Twitter depois que facções pró-Irã aumentaram a pressão sobre as instalações americanas no Iraque com o lançamento de projéteis, parte da escalada da tensão provocada pelo assassinato pelos Estados Unidos do general Qasem Soleimani, conhecido como segundo homem mais poderoso do Irã.

"Os Estados Unidos atacaram diretamente um general iraniano, e os grupos lutam agora abertamente a serviço do Irã para vingar este general. Já não é uma guerra indireta, é uma guerra direta", afirma a pesquisadora da New America Foundation Erica Gaston.

A Otan anunciou a suspensão de suas missões no Iraque, e a coalizão antijihadista liderada pelos Estados Unidos reduziu suas operações e reforçou a segurança de suas bases. O governo americano anunciou a mobilização de cerca de 3 mil soldados adicionais naquela região.

Drones da coalizão que apoia os Estados Unidos sobrevoavam durante a noite a base K1 de Kirkuk, bem como a de Al-Balad, segundo fontes no local.

A morte de um empresário recifense, ligada à ingestão de ostras, deixou uma 'pulga atrás da orelha' nos amantes da iguaria. Neste sábado, a reportagem do Leiajá foi até a praia de Boa Viagem para questionar quem vende e quem consome o produto.

A princípio tudo parecia normal. Cerveja, músicas, muitos ambulantes e opções de comida. Os vendedores de ostras demoraram um pouco mais para aparecer. Difícil mesmo era ver alguém consumindo o produto.

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Vendedor de ostras a oito anos, Emerson Oliveira, conta que nunca recebeu nenhum tipo de reclamação e acredita que o caso do empresário de 60 anos foi isolado: "Nunca tive bronca de ninguém reclamar que minha ostra estava estragada". Emerson garante que o consumo não foi afetado.

Laura Silva, de 30 anos, nunca viu ou conhece alguém que passou mal ao ingerir ostra. Apesar disso, demonstrou que de fato o medo de consumir o produto é real: "Toda vez que eu vinha para a praia comia pelo menos um a porção, mas teve esse caso do rapaz e eu achei melhor não arriscar", contou.

"Sempre que vou à praia eu peço uma 'ostrinha'. Se rolar de comer eu como", contou Amanda Procópio de 24 anos. Apesar da declaração, nada de ostra na mesa em que ela estava com algumas amigas.

Laura disse que os baldes de ostra passando são uma tentação para ela que prefere não correr riscos. Foto:Júlio Gomes/LeiaJáImagens

Leandro Felix, vai na contramão do colega e vendedor Emerson. Para ele a morte do empresário tem afetado diretamente o comércio do produto. "A galera está com medo. Tem atingido muito os 'ostreiros'. Primeiro devido ao óleo e agora por causa disso. Até agora não descolei nada, a ostra está devagar", afirmou. Experiente, com 15 anos de mercado, ele afirma que o movimento deve voltar ao normal depois que ‘a poeira baixar’.

Teve gente que deixou de comer ostra antes do caso e agora reforça o receio. “Consumir da minha adolescência até os 35 anos. Tem uns três anos que parei por medo. Sei que a ostra absorve a parte ruim que tem no mar, então tive medo de ficar doente”, afirmou a contadora Mércia Dinis.

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Claudia Leitte marcou presença no Altas Horas desse sábado (21), ao lado de outros convidados, como Reynaldo Gianecchini, Leo Santanna e Luciano Camargo. Em conversa com o apresentador Serginho Groisman, a cantora se emocionou ao falar sobre sua família - ela é casada com Márcio Pedreira e é mãe de Davi, Rafael e Bela. Primeiro, ela deu detalhes de sua primeira gravidez:

"Quando tive Davi, eu era muito novinha. Tinha acabado de sair em carreira solo e não planejei a gravidez. Tive muito medo. Sempre falo para Davi: Você me salvou, me ensinou a ser mãe. Nasci de novo quando tive meu filho. Me tornei uma cantora mais segura, uma mulher mais segura por conta da força que a maternidade me trouxe. E, hoje, estamos aqui sem maturidade nenhuma com três filhos, disse, brincando".

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Depois, ainda disse que os seus pequenos sentem orgulho dela: "Minha vida é uma loucura. Gosto dessa agitação, vivo uma vida doida, mas tenho a felicidade de encontrar pessoas que amo, faço o que amo, então sou muito grata. Vivo cercada de fãs. Sou muito felizarda por fazer o que faço. Meus filhos se sentem orgulhosos de mim. Pareço um átomo na velocidade da luz indo de um lado pro outro, sou eu".

Luciano Camargo, que também foi uma das atrações do programa, subiu ao palco para fazer um dueto emocionante ao lado do filho, Nathan. Ambos escolheram a canção Não Aprendi Dizer Adeus, de Leandro e Leonardo. Logo no começo do programa, o cantor, que faz dupla com Zezé di Camargo, falou sobre a emoção que estava sentindo:

"Essa música é muito importante pra mim e para o meu filho. Foi um grande sucesso de Leandro e Leonardo, meu filho é sobrinho deles. Quando eu e Zezé decidimos colocar essa música no show, eu só via uma imagem: eu cantando para o meu filho. Um dia a gente brincou no palco e a produção do Altas Horas viu e me chamou. Se eu passar, relevem, porque estou passando essa emoção há 20 dias".

Nathan ainda se declarou: "Quando o meu pai ia trabalhar, eu acompanhava e acabei me apaixonando. Eu não tenho dimensão o que ele é para o Brasil, mas, para mim, ele é o melhor".

Na fila para contar ao Papai Noel do Shopping Higienópolis o que pretende ganhar no Natal, José Luiz, de 3 anos, parecia animado. Mas, ao chegar a vez dele, o humor mudou: o menino decidiu não se aproximar e ficar em pé, guardando uma distância segura do bom velhinho. "Ele não é nada tímido. Mas acho que essa deve ser uma das primeiras experiências dele com essa figura", contou a avó Silvia Cataldo, de 67 anos.

Apesar de a maioria das crianças agir com familiaridade e desenvoltura, empilhando uma lista de pedidos que deixariam qualquer papai (Noel ou não) de cabelo em pé, também teve quem repetisse José Luiz - e segurasse a mão do personagem natalino com insegurança, que abrisse o berreiro ou, simplesmente, ficasse mudo.

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Esse medo pontual do Papai Noel pode se transformar em fobia? Embora não seja reconhecida oficialmente pelo Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), feito pela Associação Americana de Psiquiatria, os medos relacionados às festas de fim de ano e à própria figura de Noel estão cada vez mais presentes no dia a dia dos consultórios e na experiência de quem interpreta o personagem de barba branca e gorro vermelho.

"Eu não gosto quando os pais insistem. Acho que tem de respeitar o tempo das crianças. O Noel é uma figura que deve conquistar a confiança. E precisa ser visto como amigo", disse Cláudio Altruda, de 79 anos, Noel de shopping há mais de 26 anos.

Psicóloga com especialização em Avaliação Psicológica e Neuropsicológica e Terapia Cognitivo Comportamental pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, Elaine Di Sarno compara o medo de Papai Noel com a clássica fobia de palhaço. "São figuras muito diferentes daquilo que as crianças mais novas estão acostumadas. Elas não têm ideia de quem é aquele velhinho de barba branca, uma figura vermelha que fica tocando um sino... Aí, as crianças são obrigadas a se apresentar ao Noel, falar com ele, interagir... Algumas acabam desenvolvendo um medo que pode se desdobrar para a vida adulta", disse. Aliás, na vida adulta, segundo Elaine, esse tipo de fobia acaba se transformando no estresse de fim de ano, na vontade de ficar sozinho em datas como Natal e ano-novo.

Para a psicanalista especialista em programação neurolinguística (PNL) e constelação familiar Taís Ribeiro, a fobia de Natal também se reflete em medos peculiares como o do pisca-pisca e de árvores de Natal. "Parece estranho, mas já tratei casos assim. Na maioria das vezes, diria em 80% dos casos são traumas de infância", contou. "Não ajuda quando os pais ficam contando histórias do 'homem do saco', aquela figura que viria capturar a criança se ela fizesse alguma má-criação. A figura do 'homem do saco' pode ser confundida com o Papai Noel na cabeça das crianças", completou.

Os casos mais graves, que se transformam em ansiedade na vida adulta, podem nascer de diversas fontes. "Conheço uma pessoa que tinha medo de Noel porque um dia flagrou um tio de quem não gostava fantasiado de bom velhinho", falou Taís. "Teve uma que o pai bebia muito durante o Natal e estragava a festa. Fazia coisas terríveis como gritar com a mulher, dar um soco no bolo e atirar um peru pela janela", lembrou.

De acordo com a especialista, algumas situações só conseguem ser "atacadas" com hipnose, com o paciente conseguindo "ressignificar" alguns momentos importantes da própria vida.

O psicólogo Carlos Alberto Vieira pontua que é importante resgatar a diferença entre medo e fobia. "No primeiro, o sujeito está diante de algo que apresenta alguma razão objetiva no risco que se atribui àquilo que está em questão, enquanto que na fobia não há razão concreta a ameaçar o sujeito."

Segundo ele, em ocasiões típicas do período natalino é mais comum encontrar adultos que apresentam algum tipo de desconforto, ou de sofrimento, mesmo em função de situações relacionadas à solidão. "Pode ser um desconforto decorrente de uma experiência de atualização, podemos assim chamar, de um período de luto vivido no passado, ou mesmo uma experiência em que o sujeito faz um balanço da sua vida e de si mesmo, colocando questões importantes em perspectiva, num momento de avaliação das coisas naquela altura da vida, podendo vir à tona uma sensação de medo por algo que se dê em um contexto de incerteza referente ao seu futuro." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Em cartaz no teatro com a peça O Camareiro, em São Paulo, Tarcísio Meira vive um drama na vida real semelhante ao do seu personagem. Aos 84 anos, o ator que fez sucesso em novelas da Globo como Irmãos Coragem, Roda de Fogo, Torre de Babel, De Corpo e Alma, Um Anjo Caiu do Céu, entre outras, tem medo de morrer.

"Ela [a morte] assusta. Ninguém gosta de pensar que o fim está chegando. Mas ele está chegando para mim. É triste também lidar com a perda dos amigos", disse, em entrevista à revista Veja.

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E completou: "Certa vez, fui receber um prêmio de cinema. Dei de cara com o diretor de teatro Antunes Filho. Foi uma alegria, porque fazia anos que não o via. Eu disse: 'Antunes, somos sobreviventes'. Pouco tempo depois, o próprio Antunes morreu. A esta altura da vida, muitos colegas da minha idade se foram. Daqui a pouco, vou eu. Talvez eu deixe um vazio nas pessoas".

A Força Aérea dos Estados Unidos mobilizou caças devido à entrada de uma aeronave não identificada no espaço aéreo restrito de Washington, o que forçou a Casa Branca e o Capitólio a fecharem brevemente.

O comandante Andrew Hennessy, porta-voz do Comando Norte-americano de Defesa Aeroespacial (NORAD), disse à AFP que um rastro tinha aparecido nos radares na primeira hora desta terça, provocando preocupação.

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"Algo que emitiu um sinal que nosso radar registrou" acendeu o alarme, explicou. Um helicóptero deslocado pelo NORAD para investigar o que parecia ser um avião não identificado não encontrou nada na zona restrita.

"Não havia aeronave a interceptar", disse Hennessy, que não quis especular se tinha sido um bando de pássaros que havia disparado o alerta.

Hennessy também considerou incorreta uma mensagem publicada no Twitter pelo NORAD horas antes em que dizia que caças tinham sido enviados para interceptar a ameaça.

"Estes aviões participavam de um exercício previsto na região", acrescentou. As restrições para entrar no espaço aéreo da capital dos Estados Unidos foram endurecidas após os ataques de 11 de setembro de 2001 em Nova York e Washington.

Os jihadistas da Al-Qaeda sequestraram quatro aviões naquele dia. Dois foram jogados contra as Torres Gêmeas de Nova York, um terceiro contra o Pentágono, nos subúrbios de Washington.

Este último caiu em um campo na Pensilvânia quando ele estava indo, com toda a probabilidade, para a Casa Branca ou o Congresso.

Desde então, baterias de mísseis e aviões de combate monitoram a capital dos Estados Unidos. Mas algumas vezes algum alerta passa despercebido.

Em 2015, um sexagenário chegou a pousar seu helicóptero a alguns metros do Congresso após ter lançado cartas nas quais denunciava a "corrupção" do sistema político americano.

O horário de verão foi revogado pelo presidente Jair Bolsonaro em abril. Mesmo assim, diversos aparelhos celulares atualizaram a hora neste domingo (3). Com o ocorrido, muitos estudantes que vão fazer as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ficaram preocupados com a pontualidade de chegar aos locais de aplicação das provas, já que muitos utilizam o celular como fonte principal de conferência de horário.

Nas redes sociais, muitos feras reclamaram do fato de não saberem o horário correto. "Gente, ainda bem que eu verifiquei que horas são. Imagina se eu chego super cedo no local de prova? Ia acabar me esgotando fisicamente entes de começar o exame só por conta de um erro do celular. aff.", disse uma usuária do Twitter.

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O "bug" foi causado apenas em smartphones de sistema operacional Android. Segundo a Google, mesmo que a mudança não exista mais no Brasil, alguns telefones podem não ser atualizados a tempo. A mudança de horário foi dada automaticamente nesses aparelhos, entre os dias 20 de outubro e este domingo (3).

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O tufão Hagibis fez sua primeira vítima neste sábado (12), antes mesmo de tocar a terra no Japão, onde mais de um milhão de pessoas receberam orientação para abandonar suas casas diante dos fortes ventos e chuvas torrenciais.

"Um homem de 49 anos foi encontrado morto em uma caminhonete virada. Foi levado a um hospital onde se confirmou seu falecimento", disse à AFP Hiroki Yashiro, porta-voz do departamento de Bomberos de Ichihara, em Chiba. Ao meio-dia já havia determinações de evacuação não obrigatórias para 1,6 milhão de pessoas, com atenção especial para idosos, pessoas com problemas de saúde e crianças.

A agência meteorológica do Japão (JMA) prevê rajadas de vento de até 216 km/h para a manhã deste sábado, horas antes de Hagibis chegar ao centro e leste do Japão, incluindo a densamente povoada região de Tóquio. A JMA antecipou "ventos brutais e um mar violento" na madrugada de domingo em muitas regiões do país.

"Pedimos que tomem medidas de precaução para proteger suas vidas e as de suas famílias", declarou uma fonte da JMA durante uma coletiva de imprensa. Também são esperadas fortes chuvas em algumas regiões, com, por exemplo, 500 mm em 24 horas na área de Tóquio e até 800 mm no centro do país, de acordo com a JMA.

No início de setembro, a região de Tóquio foi atingida pelo poderoso tufão, Faxai, com rajadas superiores a 200 km/h. Faxai causou pelo menos duas mortes e mais de cem feridos e danificou dezenas de milhares de casas e inúmeras infraestruturas elétricas.

Na prefeitura de Chiba, periferia de Tóquio, quase um milhão de residências ficaram sem energia, e em dezenas de milhares delas, a corrente elétrica só retornou duas semanas depois.

O governo japonês, que foi fortemente criticado por sua administração da crise na passagem do Faxai, disse na sexta-feira que está em alerta. O primeiro-ministro Shinzo Abe ordenou que sejam "tomadas todas as medidas possíveis para garantir a segurança do povo", segundo o porta-voz do executivo, Yoshihide Suga.

As autoridades temem que tufão gere caos nos transportes, coincidindo com um longo fim de semana no Japão, no qual muitos habitantes planejavam viajar de trem ou avião porque na próxima segunda-feira é feriado no país.

As duas principais companhias aéreas, JAL e ANA, cancelaram várias centenas de voos regulares neste sábado, principalmente domésticos.

Todos os trens de alta velocidade (Shinkansen) entre Tóquio e Nagoya foram cancelados, e também os que ligam Nagoya e Osaka (oeste).

As fábricas do país também se adaptaram, como a Toyota, que previa o fechamento de três de suas unidades neste sábado, segundo a agência de imprensa Kyodo.

Os dois parques de diversões da Disney em Tóquio também fecharão neste sábado, disse à AFP um porta-voz da empresa que os administra, a Oriental Land.

Os organizadores do Grande Prêmio de Fórmula 1 de Suzuka, perto de Nagoya (centro da cidade), cancelaram todo o programa deste sábado: os treinos livres foram limitados a sexta-feira e os de classificação para domingo de manhã, pouco antes do início da corrida.

Duas partidas da Copa do Mundo de Rúgbi marcadas para este sábado foram canceladas na quinta-feira: França-Inglaterra em Yokohama e Nova Zelândia-Itália, encontros que atrairiam cerca de 115.000 espectadores.

Um fã obcecado por Eliana está dando trabalho ao SBT. João Helde Carlos Junior tem feito inúmeras tentativas de se aproximar da apresentadora há anos e já criou um canal no YouTube e até tornou-se motorista de Uber para chamar a atenção da loira e se aproximar dela. A emissora estaria criando diversas estratégias para garantir a segurança da apresentadora, convidados de seu programa e demais funcionários da empresa que já receberam ameaças do rapaz. 

João Helde já esteve na plateia do Programa da Eliana em 2017 e causou um tumulto na ocasião. Ele teria puxado e agarrado a apresentadora além de ter xingado funcionários reclamando ter sido maltratado. No seu canal do YouTube, o fã fala sobre sua paixão por Eliana e o sonho de conhecê-la, no entanto, no mesmo vídeo,  termos de baixo calão e diz que funcionários do SBT mereciam ser assassinados. 

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Ele também se tornou motorista de Uber na tentativa de chegar até sua ídola, tendo descrito seu objetivo em seu perfil no aplicativo. "Quero muito um dia poder conhecer a Eliana pessoalmente, por isso trabalho no Uber". O SBT disparou um comunicado entre seus funcionários com um print do perfil de Helder orientado que corridas com ele fosse recusadas. 

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Segundo o colunista Daniel Castro, o clima na emissora de Silvio Santos é de pânico e a equipe de segurança da empresa armou uma operação especial para que Helde não se aproxime de seus funcionários especialmente de Eliana. Eles temem que aconteça algo parecido ao atentado que Ana Hickmann sofreu em 2016, quando um fã invadiu seu quarto de hotel e acabou morto após ameaçá-la de morte. 

 

O jornalista Leo Dias liberou neste sábado (31), no YouTube, uma entrevista com o cantor Leonardo. Pautado pelo bom humor, o bate-papo contou com revelações íntimas do sertanejo.

Pai de seis filhos, incluindo Zé Felipe e João Guilherme, famosos entre o público teen, Leonardo declarou que tem medo de ser preso caso não venha a efetuar o pagamento da pensão alimentícia, e que adquiriu um prédio comercial para suprir a necessidade de todos eles.

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"Aquela pulseira [algemas] de Roberto Carlos não é brincadeira, não. Eu comprei um prédio comercial em Goiânia e falei: 'esse prédio vai dar X por mês e esse dinheiro não me pertence'", disse. Leonardo afirmou que nunca conseguiu cortar a pensão de alguns filhos que passaram dos 18 anos. "Isso quer dizer que eu sou um pai de coração bom, cara", brincou o cantor.

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