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Brasileiros de todos os estados poderão assistir, na madrugada desta segunda-feira (21), ao único eclipse total lunar deste ano. O fenômeno, também chamado de Lua de Sangue, só ocorrerá novamente em 16 de maio de 2022, segundo a pesquisadora do Observatório Nacional Josina Nascimento.
 
O fenômeno ocorre quando a lua está na fase cheia e entra na sombra da terra. Desta vez, ele ocorrerá juntamente com a Superlua, que é quando o satélite está mais próximo da terra.

Segundo o Observatório Nacional, o eclipse tem três fases. A primeira é a fase penumbral, imperceptível a olho nu, que é quando a lua começa a entrar na sombra da terra e fica menos brilhante.

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A segunda fase é o eclipse parcial, quando a lua começa a escurecer, ao entrar na sombra da terra. Essa fase começa à 1h34 (horário de Brasília) de segunda-feira. A última fase é o eclipse total, que começa às 2h41 e se estende por uma hora e dois minutos, quando a lua adquire uma cor avermelhada.
 
“Isso acontece porque, embora ela não esteja recebendo luz nenhuma do Sol, a gente ainda tem raios de sol passando pela atmosfera da terra. Aí, como nos crepúsculos, você tem a cor vermelha, menos espalhada, e ela fica com essa tonalidade vermelha”, explica Josina.
 
Segundo a pesquisadora, a única coisa que pode prejudicar a visualização do eclipse é o mau tempo. Se o céu estiver completamente nublado, por exemplo, não será possível ver o fenômeno.
 
“Espero que não chova. Mas como o eclipse vai durar uma hora e dois minutos, o que é uma duração muito boa, pode ser que no início esteja um pouco nublado, mas a gente fica tentando ver porque, se forem nuvens esparsas, você consegue ver depois. Com uma hora e dois minutos, dá para aguardar um pouquinho”.
 
Veja os horários das fases do eclipse em cada estado

A Ford apresentou no Reino Unido uma nova tecnologia que pode tornar os semáforos coisa do passado. O chamado gerenciamento de prioridade nos cruzamentos usa a comunicação entre veículos conectados e sugere a velocidade que eles devem seguir para dirigir nas vias sem precisar parar.

Segundo a Ford, o sistema é inspirado na forma como os pedestres negociam seu caminho na multidão, diminuindo ou aumentando a velocidade para evitar esbarrões.

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No teste, os carros foram equipados com sistemas de comunicação que informam sua localização, direção e velocidade. A tecnologia a bordo identifica um cruzamento próximo e a trajetória dos carros ao redor. Então, sugere a velocidade ideal de cada automóvel para atravessar o cruzamento com segurança.

A intenção da Ford com a nova tecnologia é pôr fim à necessidade de semáforos nas ruas, já que o sistema se encarregaria de indicar as paradas e reduções necessárias para evitar colisões e paradas.

A tecnologia foi demonstrada nas ruas de Milton Keynes, no Reino Unido, dentro do programa da montadora que conclui esta semana seus dois anos de duração.

Os veículos da demonstração foram dirigidos por motoristas, mas a novidade poderá ser usada também em modelos autônomos, que operam de forma independente, usando as tecnologias de sensores e mapas a bordo.

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O Facebook começou a avaliar a confiabilidade de seus usuários para saber se deve levar em consideração quando uma pessoa envia à empresa um relatório informando que determinada notícia pode ser falsa. Segundo informações do jornal The Washington Post, o Facebook vê o sistema como uma ferramenta valiosa para eliminar a desinformação.

As classificações de confiança entraram em vigor no ano passado, e foram desenvolvidas como parte da luta do Facebook contra histórias falsas e maliciosas. O Facebook depende, em parte, de relatórios de usuários para flagrar essas histórias em sua plataforma.

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Se um determinado número de pessoas relatarem uma notícia como falsa, um funcionário da extensa equipe de verificação de fatos examinará a veracidade da história. Mas checar todas elas é praticamente impossível. Por isso, a rede social criou o sistema de classificação.

Se alguém relata regularmente as histórias como falsas, e uma equipe de verificação de fatos mais tarde descobrir que as informações realmente não procedem, a pontuação de confiança deste usuário aumentará.

"As pessoas geralmente relatam coisas com as quais simplesmente não concordam", disse a gerente de produto do Facebook para combater a desinformação, Tessa Lyons. Segundo o escritório do Facebook no Brasil, a classificação é utilizada para evitar o uso indevido da ferramenta de denúncia.

"Estamos desenvolvendo um processo para proteger nossa comunidade de pessoas que denunciam de forma indiscriminada conteúdos como sendo falsos na tentativa de burlar as regras da plataforma. Fazemos isso para ter certeza de que nossa luta contra a desinformação seja mais efetiva", afirmou a empresa, por meio de sua assessoria.

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O governo do Peru apresentou ao Congresso um projeto de lei de criação de um sistema especializado em crimes de corrupção que envolvam funcionários públicos, lavagem de dinheiro e delitos ligados ao Ministério Público.

A proposta é de que o sistema seja integrado à Fiscalização Suprema Anticorrupção, que tem abrangência nacional, porém mantendo vínculos com as fiscalizações superiores e providenciais em cada distrito.

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A ideia é de que o sistema especializado determine as linhas de políticas necessárias para a implementação, organização e atuação dos fiscais, além de estabelecer a formação das entidades superiores e provinciais corporativas.

As orientações definidas pelo sistema integrado deverão ser enviadas à Corte Suprema do país.

A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) programou para as 7h desta terça-feira (24) uma parada do Sistema Produtor Tapacurá para possibilitar obras de melhoria do abastecimento de água do Recife, conforme a companhia. A paralisação do sistema, que é o segundo maior da Região Metropolitana do Recife (RMR), vai durar 48 horas, seguindo até às 7h da quinta-feira (26), suspendendo o fornecimento de água para bairros do Recife, exceto os localizados na Zona Sul da cidade (área atendida por outros sistemas), e também para dez localidades de Jaboatão dos Guararapes, dois de Olinda e todo município de Camaragibe.

A Compesa confirma que a parada foi planejada para dar continuidade às Obras de Setorização do Recife, que permitirá a divisão da rede de distribuição em setores distintos de abastecimento, instalação de equipamentos para controle de vazões e pressões, além de substituições de tubulações antigas ou subdimensionadas.

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As obras que motivam a paralisação fazem parte de uma série de interligações da nova rede implantada em 14 bairros das Zonas Oeste e Norte do Recife. As intervenções serão realizadas no bairro das Graças, nas Ruas Amélia e Senador Alberto Paiva, por uma equipe de 15 técnicos. Os serviços ocorrerão próximo ao meio-fio da calçada, por este motivo, só será isolada uma faixa da pista, com interferência parcial no trânsito local. A área da obra será sinalizada, conforme orientações da Companhia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU). A Compesa diz que vai aproveitar a parada do Tapacurá para realizar manutenções preventivas nas unidades do sistema, como a Estação de Tratamento de Água (ETA) Castelo Branco, no Curado, e nas adutoras.

Outra intervenção será a troca de uma válvula de grande porte localizada em uma das adutoras dos Grandes Anéis de Distribuição do Recife, na Avenida Abdias de Carvalho, em frente ao Sport Club do Recife, no sentido BR-232. Além da equipe técnica, serão mobilizados para o local diversos equipamentos de grande porte, que farão a retirada da válvula antiga e a colocação do novo equipamento. Também haverá interdição parcial do trânsito no local, com o isolamento de uma das faixas da avenida, numa extensão de 20 metros, e sob a orientação da CTTU.

Na quinta-feira (26), após a conclusão dos serviços, o sistema voltará a funcionar com o restabelecimento do abastecimento de água para as áreas afetadas pela paralisação. Todo projeto das Obras de Setorização da área plana do Recife é dividido em quatro lotes e recebe o investimento de R$ 139 milhões, recursos financiados pelo Governo do Estado e Compesa junto ao FGTS.

Localidades afetadas pela paralisação do Sistema Tapacurá

RECIFE 

AFLITOS, AFOGADOS, ÁGUA FRIA, ALTO DO MANDÚ, ALTO SANTA ISABEL, AREIAS, ARRUDA, BAIRRO DO RECIFE, BARRO, BEBERIBE, BOA VISTA, BOMBA DO HEMETÉRIO, BONGI, BRASILIT, CABANGA, CAÇOTE, CAJUEIRO, CAMPINA DO BARRETO, CAMPO GRANDE, CASA AMARELA, CASA FORTE, CAXANGÁ, CIDADE UNIVERSITÁRIA, COELHOS, COQUE, COQUEIRAL, CORDEIRO, DERBY, DOIS IRMÃOS, ENCRUZILHADA, ENGENHO DO MEIO, ESPINHEIRO, ESTÂNCIA, FUNDÃO, HIPÓDROMO, ILHA DO LEITE, ILHA DO RETIRO, ILHA JOANA BEZERRA, IPUTINGA, JAQUEIRA, JARDIM PETRÓPOLIS, JARDIM SÃO PAULO, JIQUIÁ, MACAXEIRA, MADALENA, MANGABEIRA, MANGUEIRA, MONSENHOR FABRÍCIO, MONTEIRO, MUSTARDINHA, PAISSANDU, PARNAMIRIM, PONTO DE PARADA, POÇO DA PANELA, PRADO, RODA DE FOGO, ROSARINHO, SANCHO, SAN MARTIN, SANTANA, SANTO AMARO, SANTO ANTÔNIO, SÃO JOSÉ, SOLEDADE, TAMARINEIRA, TEJIPIÓ, TORRE, TORREÃO, TORRÕES, TOTÓ, VÁRZEA, ZUMBI.

JABOATÃO DOS GUARARAPES

CAVALEIRO, PACHECO, JABOATÃO VELHO (CENTRO), SUCUPIRA, SOCORRO, CURADOS I, II, III, IV E V.

OLINDA

PEIXINHOS, SÃO BENEDITO.

TODA CIDADE DE CAMARAGIBE

Com informações da assessoria

Por mais de dois anos, um pequeno grupo de engenheiros do Google vem trabalhando em um software que eles esperam substituir o Android, o sistema operacional móvel dominante no mundo.

O projeto, conhecido como Fuchsia, foi criado a partir do zero para superar as limitações do Android à medida que mais dispositivos entram em operação. As informações são da Bloomberg.

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Segundo a Bloomberg, o novo software está sendo projetado para acomodar melhor as interações por voz e as frequentes atualizações de segurança, além de ter a mesma aparência em vários dispositivos, desde laptops a pequenos sensores conectados à internet.

Os engenheiros desejam incorporar o Fuchsia em dispositivos domésticos conectados, como alto-falantes controlados por voz, dentro de três anos, e depois passar para máquinas maiores, como laptops.

Em última análise, a equipe aspira trocar seu novo sistema pelo Android, o software que roda em mais de três quartos dos smartphones do mundo. O objetivo é que isso aconteça na próxima meia década.

Publicamente, a empresa pouco fala sobre o projeto. "O Google vê essas experiências de código aberto como um investimento em inovação", disse um porta-voz da companhia em um e-mail enviado à Bloomberg.

O Android é usado gratuitamente por 1,3 mil fabricantes em todo o mundo - segundo o Google, são 24 mil modelos de dispositivos com a plataforma. Criado em 2008 para competir com o iOS, da Apple, o Android está instalado em mais de 80% dos dispositivos móveis do mercado.

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Usar o Tinder é uma boa iniciativa para conseguir um companheiro, mas nem sempre é garantido que ficar deslizando o dedo para a direita vai te fazer encontrar um mozão para chamar de seu. Cansado da mesmice, um brasileiro resolveu burlar o sistema do famoso aplicativo. O resultado? Milhares de matches e uma namorada.

Em entrevista ao site VICE, o estudante de economia Murillo Neri, de 24 anos, conta que queria afastar o tédio quando resolveu burlar o sistema do aplicativo de encontros. "Quando você é meio feio você precisa deslizar pro lado umas 100 vezes pra achar um interesse mútuo", contou.

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Foi aí que ele resolveu relembrar dos tempos em que trabalhava com otimização de processos em um banco, quando seu dia envolvia a criação de planilhas, números e automação de tarefas.

Munido desse conhecimento e de algum tempo disponível, ele criou, no ano passado, um sistema que interage com a interface do Tinder para apertar o botão de like um número de vezes determinado por uma variável específica.

O programa foi criado para rodar a cada três segundos. Nesse meio tempo fazia uma verificação simples de tela, dava o like e repetia o processo. Com isso, Neri afirma ter conseguido números bastante expressivos. "Vinte minutos de banho enquanto o aplicativo rodava, gerava 400 likes. Já 12 horas de trabalho, 14.400 likes", disse, em entrevista à VICE.

Ele começou a observar que alguns dias e horários davam mais certo na hora de gerar combinações. Depois de três meses rodando o código, acumulando 65 mil curtidas e 3.500 combinações, o jovem finalmente conheceu sua atual namorada. Com o relacionamento, o sistema foi, enfim, aposentado.

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A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) informou, nesta quarta-feira (4), que investigará possíveis fraudes no sistema de cotas raciais e econômicas para ingresso de estudantes. A Pró-Reitoria para Assuntos Acadêmicos (Proacad) instituiu uma comissão de sindicância que ficará a frente das apurações.

Segundo a UFPE, o indicativo de instalação da comissão ocorreu nessa terça-feira, depois de um período em que foi verificada a procedência de denúncias sobre as possíveis fraudes em relação às cotas raciais de entrada de alunos. Os ingressos ocorrem por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2018. O pró-reitor para Assuntos Acadêmicos, professor Paulo Goes, garantiu a seriedade das investigações. “A UFPE tomará todas as medidas necessárias para que sejam cumpridas as ações afirmativas e de inclusão para ingresso na Universidade, sejam elas econômicas ou étnico-raciais”, comentou, conforme informações da assessoria de imprensa.

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Participarão da comissão um representante da Proacad, um representante da Câmara de Graduação e um assistente social da Pró-Reitoria para Assuntos Estudantis (Proaes). Os trabalhos de investigação iniciarão após os trâmites legais de instalação da comissão. E diante das investigações, pode haver a implantação de uma nova comissão para verificar as cotas do Sisu 2019.

Ao todo, 17 denúncias de fraudes nas cotas raciais do Sisu 2018 foram realizadas junto à UFPE. “A Coordenação do Corpo Discente da Proacad confirmou a existência de vínculo de matrícula de estudantes em 11 casos, que serão averiguados pela comissão de sindicância”, informou a Universidade.

Atualmente, a Lei nº 12.711/2012 reserva 50% das vagas em universidades federais para estudantes oriundos de escolas públicas no ensino médio. O processo ainda leva em consideração renda familiar, cotas para negros, pardos e indígenas. 

A partir de maio, os chineses que se classificam no sistema crescente de crédito social do país correrão o risco de ser proibidos de comprar passagens de avião ou de trem por até um ano, de acordo com declarações divulgadas recentemente pelo governo. A medida lembra o episódio "Nosedive", da série futurista "Black Mirror", em que as pessoas também recebem notas por seu comportamento.

Com o sistema de crédito, o governo chinês classifica os cidadãos com base atributos como comportamentos financeiros e sociais. Aqueles com baixas pontuações têm que lidar com penalidades e restrições. A medida já foi utilizada para negar empréstimos bancários para pessoas sem a quantidade de pontos adequada.

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As pessoas que cometeram atos como a propagação de informações falsas, causaram problemas no transporte público ou foram flagradas fumando em trens, por exemplo, fazem parte do primeiro grupo a ser punido.

Anteriormente, o governo chinês tinha se concentrado em restringir a viagem de pessoas com enormes quantias de dívida. As novas restrições são a mais recente adição a este crescente sistema de engenharia social, que já impôs punições a mais de sete milhões de cidadãos.

A versão final do sistema de pontuação deve ser revelada em 2020 e transmitirá relatórios de dados em tempo real sobre cidadãos para funcionários do governo e policiais.

O advogado e namorado da apresentadora Fátima Bernardes, Túlio Gadelha, especulado para ser candidato a deputado estadual ou federal pelo PDT, nesta terça-feira (20), tocou mais uma vez no assunto de sua exoneração da chefia do Instituto de Terras e Reforma Agrária de Pernambuco (Iterpe). Por meio do seu Instagram, Túlio comentou a ida de um grupo de presidentes de associações de agricultores assentados de Pernambuco até o Palácio do Governo protocolar um pedido de forma que seja reconsiderado o seu afastamento do Instituto. 

“Lembro que a justificativa para a nossa exoneração foi que ‘o trabalho estava causando incômodo nos deputados da base aliada do governo”, expôs. 

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Túlio Gadelha também falou que o sistema no Brasil é “muito doido”. “Muito doido esse nosso sistema. Quando a coisa dá certo na vida, dá errado na política. Hehehe”, ressaltou utilizando a hashtag #sigamosnaluta.

O advogado contou que está, em São Paulo, para participar de uma reunião promovida pela “Coalizão Nova Democracia”. “Uma galera que se propõe a discutir uma reforma política que nos leve a um sistema mais funcional e republicano. Um sistema político mais democrático, aberto a novos atores e à reapropriação pela sociedade rompendo o monopólio das cúpulas partidárias”, escreveu. 

 

 

O sistema educacional brasileiro é um dos dois únicos com verbas constitucionalmente garantidas. Ou seja, o Governo Federal, obrigatoriamente, tem que gastar 18% da receita líquida, pouco mais de 5% do PIB, com o segmento. Já os governos estaduais e municipais precisam destinar 25% da receita, sob pena de responderem nos termos da lei de responsabilidade fiscal. O outro sistema que tem verba obrigatória e vinculada é o da saúde, com 13,2% da receita líquida. Apesar de ser um dos dois sistemas com verbas constitucionalmente garantidas, eles passam por inúmeras crises, tanto no ensino básico (infantil, fundamental e médio) quanto no superior e até no pós-superior. As mais graves são as crises de eficiência e a de identidade.

A crise de eficiência decorre de vários problemas, sendo os mais graves a repetência e evasão ou abandono, seguidos pelo analfabetismo e má qualidade de ensino e infraestrutura. Quando falamos em repetência e também de evasão, apesar de aproximadamente 95% de nossas crianças terem acesso à escola, o índice de repetência e também evasão no Brasil é altíssimo. O maior da américa latina. Perdendo até mesmo para países como o Paraguai e a Bolívia. Entre o sexo feminino, a taxa se aproxima de 18%, enquanto com os meninos atinge 25%. A média fica em torno de 21%.

Em comparação, países como a Rússia tem 0,8%, a China atinge 0,3% e a Coreia do Sul apresenta o menor índice do mundo, com apenas 0,2%, ou seja, menos de 1% de repetência ou evasão.  Nossos alunos levam em média 3 anos para concluir as duas primeiras séries. Da 1ª a 4ª série do fundamental 1/3, ou seja 33% ficam pelo caminho, sendo reprovados ou abandonando a escola. Da 5ª a 8ª série, o número sobe para 50% e o cenário é ainda pior no ensino médio, onde a média dos repetentes ou dos que abandonam alcança mais de 60%.  A cada hora, 31 estudantes brasileiros desistem de estudar. A cada 2 minutos, 1 abandona a escola. As principais causas são obrigação de trabalhar e falta de motivação.

Além da repetência e abandono, temos o problema da distorção alunos por idade/série, ou seja, estudantes que estão fora de faixa de idade. Na faixa dos 15 aos 17 anos, embora 82% estejam na escola, apenas 46% frequentam a série correta.

Qual a consequência disso? Os repetentes custam muito caro para os cofres do país. Milhões e milhões. Quantia que daria para reestruturar, todos os anos, milhares de escolas por todo o brasil. 

Seguindo a análise, o índice de analfabetismo também é preocupante. É particularmente triste, e até estranho, estarmos falando de analfabetismo na atual sociedade do conhecimento, digital e disruptiva em que vivemos. Mas, isso ainda é um grave problema no Brasil.  Nosso país ainda tem quase 20 milhões de analfabetos. Ou seja, quase 10% da população nacional.  O Governo afirma que temos apenas 8,5%, entretanto, é muito mais. Apenas para ilustrar, cerca de 53% das crianças com até 7 anos que vivem no campo e 26% da que moram nos meios urbanos são analfabetas.  Além dos analfabetos funcionais, que são aqueles que conhecem as palavras mas não sabem interpretar textos e também não sabem calcular, que chegam à casa de 30 milhões. Quase 50% dos 30 milhões de trabalhadores brasileiros com carteira assinada não passou do ensino fundamental e são analfabetos funcionais. Segundo o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Básico, quase 50% dos alunos matriculados na 4ª série do ensino fundamental mal sabem calcular e são analfabetos funcionais. Países como a Rússia só tem 0,5% de analfabetos e o Canadá, tem o melhor índice do mundo, com 0%.

Traçando um paralelo entre o Brasil e a Coreia do Sul, importa registrar que, nos anos 60, ambos os países eram subdesenvolvidos, com índices de analfabetismo praticamente iguais, que chegavam próximo aos 35% da população, sendo que a Coreia do Sul ainda estava em desvantagem por amargar uma sangrenta guerra civil.  Passados quase seis décadas, o abismo que separa o Brasil e a Coreia do Sul é assustador. Os coreanos praticamente erradicaram o analfabetismo.

Além disso, 9 em cada 10 jovens da Coreia que terminam o ensino médio, ou seja, 90%, chegam às universidades, índice próximo a países como Finlândia (90%), EUA, Suécia, Dinamarca e Nova Zelândia, com 80% de taxa bruta.  Enquanto isso, no Brasil, quase 10% da população é analfabeta, além dos 30 milhões de analfabetos funcionais. E apenas 17% dos jovens com idade universitária, de 18 a 24 anos, estão no ensino superior. Este número é muito abaixo da meta de 33% (taxa líquida) e 50% (taxa bruta)  prevista no Plano Nacional de Educação -  PNE para 2024, perdendo, até mesmo, para   países como o Chile e Bolívia, que tem média de 20,6%, a Colômbia, com 23%, a Venezuela, com  26%,  e a Argentina, com cerca de 40%.

A virada dos coreanos começou com a promulgação de lei que tornou todo o ensino básico obrigatório - aqui no Brasil, apenas o fundamental é obrigatório -, aliado ao forte investimento público no setor educacional básico. Muito mais que o Brasil, que só gasta cerca de 5% do PIB, eles gastam cerca de 8% do PIB. Além disso, é preciso fiscalização rígida dos gastos e punição severa em caso de desvios das verbas, além da proporcionalidade de investimentos nas universidades púbicas e nas escolas de ensino básico.  Na Coréia do Sul, 100% das faculdades são pagas, inclusive as públicas.  Alunos pobres e bons alunos têm bolsas de estudo e o governo incentiva o desenvolvimento de pesquisas em inovação, ciência e tecnologia. O resultado disso? Durante mais de três décadas a economia cresceu, em média, 9% do PIB ao ano.

Diante dessas considerações, o que fazer para minimizar o alto índice de analfabetismo e a baixa taxa de penetração no ensino superior? Importa responder que temos que ter políticas públicas governamentais rígidas, gastar corretamente o dinheiro destinado a educação, evitando desvio de verbas.  Sei que é possível, pois a Rússia tem apenas 0,5% de analfabetos e o Canadá 0%. E para aumentar o percentual de nossos jovens no ensino superior, como fez a Coreia do Sul, basta tomar algumas atitudes que cito apenas à guisa de ilustração:

1) Perenizar o ProUni, que foi o melhor programa do governo PT. Criado em 2004, pela lei 11.096/2005, portanto com 13 anos, troca bolsas de estudos por tributos. Nesses 13 anos, ou seja, até 2017 já foram concedidas 2.228.721 bolsas. Hoje existem cerca de 770 mil bolsas ativas. A renúncia fiscal, em 2006, foi de R$ 1,2 bilhões. Desde a criação até hoje, a renúncia acumulada foi de R$ 6,9 bilhões. Ou seja, em 13 anos de programa foram gastos R$ 6,9 bilhões, para colocar no ensino superior 2.228.000 estudantes. Enquanto nas universidades federais, institutos federais e escolas técnicas federais, excluindo-se as bolsas e hospitais universitários, só em 2017 foram gastos 39% do orçamento do Ministério da Educação, que foi de R$ 139 bilhões. Ou seja, foram gastos  R$ 53 bilhões só em 2017  para custear essas instituições, quase 10 vezes mais que todo o gasto de 13 anos  com o programa Universidade para Todos - ProUni.

2) Aumentar e flexibilizar o Fies. Infelizmente, não é isso que o governo está fazendo. O Fies é um programa social extremamente relevante para a inclusão das classes C e D. Mas, não está sendo tratado como programa social e, sim, como programa eminentemente financeiro e fiscal.

A educação superior no Brasil ainda reflete a desigualdade social. Enquanto os alunos das classes A e B estudam de graça nas IES públicas, os alunos de classe sociais menos favorecidas precisam trabalhar para pagar seus estudos em virtude do princípio constitucional da gratuidade do ensino público (Constituição Federal, Art. 206), que vamos analisar mais adiante.

O MEC ofereceu em 2010, 76 mil vagas para o Fies. Em 2013, foram 560 mil. No ano seguinte, 2014, foram 732 mil. Já em 2015, foram 287 mil e em 2016, apenas 203 mil vagas. Ou seja, uma diminuição gradativa. Em 2017 caiu para 100 mil vagas. Além de transformar o sistema num procedimento extremamente burocrático, cuja operacionalidade passa a ficar exclusivamente nas mãos dos bancos, principalmente da Caixa Econômica Federal. O orçamento do Fies nos anos 2010 até 2017 foi de R$ 82,59 bilhões e o total de contratos de 2010 até 2017 é de 2,56 milhões de contratos.

Apenas para ilustrar, se traçarmos um paralelo com o financiamento estudantil dos EUA, enquanto no Brasil, de 2010 a 2017, o orçamento gasto com o financiamento foi de 82 bilhões de reais, nos EUA o orçamento já ultrapassou a casa dos 2 trilhões de dólares. Lá, os estudantes pedem o empréstimo no dia da matrícula e incluem no financiamento o auxílio moradia, carro e pensionato, dentre outras despesas. No Brasil, é financiado apenas parte das mensalidades escolares, pois o MEC não financia mais 100%. Os juros são de aproximadamente 6% ao ano, a diferença é que nos EUA a correção é muito baixa, já que não tem inflação, e o pagamento deve ser feito em aproximadamente 100 ou 120 parcelas mensais após a formatura, sem carência.

A MP 785/2017, aprovada pelo Congresso, trouxe nova roupagem para o fies.  Esta nova formatação atende apenas as necessidades fiscais e financeiras do Governo e abandona totalmente o caráter social do programa.  Foi fatiado em 3: o fies 1 passou a ser extremamente restritivo. Enquanto no modelo anterior tinha vagas ilimitadas, correção e juros de 6,5% ao ano, 18 meses de carência e prazo de 3 vezes a duração do curso para pagar, o modelo atual oferece apenas 100 mil vagas, com recursos do governo federal, sem juros, mas com correção monetária, renda familiar de até 3 salários mínimos e o Governo não financia 100%. Transferiu-se a responsabilidade do pagamento para as mantenedoras, aumentando a contribuição do FG – Fies de 6.25% para 25%, o que acredito ser inconstitucional.

Neste Fies, foram retirados alguns benefícios, como o prazo de carência. Agora o aluno precisa começar a pagar assim que se forma e com descontos em folha de pagamento. Outras características deste Fies é que o reajuste das mensalidades é com base no índice do preço oficial ou taxa fixa nos termos aprovado pelo FG-Fies e não com base na Lei 9.870 (lei das mensalidades). O principal ponto é que o valor do Fies deve considerar todos os descontos aplicados pelas IES, regulares ou temporários, de caráter coletivo ou decorrentes de convênios. O Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior está trabalhando junto ao MEC para que seja retirado a questão dos convênios com as pessoas jurídicas de direito público e privadas, visando ampliar o número de beneficiários.

Ademais, os principais gargalos do novo Fies são que o governo não financia 100% das mensalidades e considera para o cálculo a nota do Enem x renda, ou seja, quem tem renda menor ou igual a 3 salários, não consegue tirar a nota mínima exigida que é de 450 pontos, além disso, os cursos prioritários são saúde, licenciatura e engenharias, e as regiões prioritárias, Norte, Nordeste e Centro Oeste. A diferença entre o valor financiado e o valor da mensalidade é paga aos bancos, e não às IES, retirando delas a possibilidade de negociação, mas os bancos não se responsabilizam pela cobrança.

O Fies 2 tem recursos oriundos dos fundos de desenvolvimento do Centro Oeste, Nordeste e da Amazônia, destinado às regiões, Norte, Nordeste e Centro Oeste. Sem garantia do FG - Fies. O risco é do agente financeiro. As condições de financiamento serão definidas entre o agente financeiro, a IES e o estudante. A renda familiar per capita de até 5 salários mínimos, e disponibiliza 150 vagas anuais.

O Fies 3 tem recursos advindos do BNDES e dos próprios agentes financeiros. Destinado a todas as regiões do país.  Sem garantia do FG - Fies e o risco e do agente financeiro.  As condições de financiamento serão definidas entre o agente financeiro, a IES e o estudante. Renda familiar per capita de até 5 salários mínimos e dispõe para 2018 de 60 mil vagas.

Vejam que tanto o Fies 2 e 3, a cargo exclusivamente dos bancos, constituem-se exclusivamente num financiamento meramente financeiro como outro qualquer e não deve ser contabilizado como financiamento social.

3) É preciso flexibilizar o EAD e isso foi feito através do decreto 9057/2017. Quando passou-se a permitir que as IES com conceito institucional 5 abram 250 polos de ensino a distância por ano. Quem tem conceito 4, foi autorizado a abrir 150 polos e quem tem conceito 3, pode abrir 50 polos por ano. A grande discussão está em cima da possibilidade, ou não, de oferecer EAD em cursos de saúde. O que é um discurso recorrente dos conselhos de classes para proteger a reserva de mercado. Esta discussão foi parar no Congresso Nacional e, felizmente, os deputados votaram e decidiram que o EAD em cursos de saúde é plenamente possível, mas com aulas práticas presenciais, e que a regulamentação acerca da quantidade de aulas práticas ficasse para ser definida pelo Conselho Nacional de Educação – CNE. Tal resolução é legal e legítima, pois só o CNE tem competência e legitimidade para regulamentar políticas públicas educacionais.

4) Necessário flexibilizar e incentivar a instalação de  novas instituições de ensino, desde que com qualidade em todos os recantos brasileiros. Isto já está sendo feito desde a publicação do decreto 9235, de dezembro de 2017, e das portarias regulamentadoras do decreto de números 20, 21, 22, 23 e 24/2017. Esses institutos normativos flexibilizaram uma série de procedimentos, permitindo a criação de campus fora de sede das universidades, com autonomia, na unidade da federação; permitindo a criação de campus fora de sede dos centros universitários, sem autonomia, na unidade da federação; autorizando os chamados credenciamentos prévios de campus e novas faculdades; prevendo a possibilidade dos chamados  processos simplificados para aumento de vagas de cursos já existentes;  permitindo o remanejamento de vagas para cursos reconhecidos;  autorizando as  transferências de mantenças de IES de forma simplificada; autorizando o  credenciamento de novas instituições com  5  cursos de graduação e mais de todas as licenciaturas; prevendo a comissão única de avaliadores, etc. Tudo isso vem flexibilizar e incentivar a expansão com qualidade, haja vista que só é possível de acordo com os resultados da avaliação levando em consideração os conceitos satisfatórios de qualidade.

Seguindo nossa análise, chegamos a avaliação da má qualidade de educação e infraestrutura das escolas. A qualidade da educação do Brasil, principalmente a básica, é uma das piores do mundo, principalmente do ensino público. Isso repercute profundamente no ensino superior, pois as IES, principalmente as privadas, recebem os alunos com qualidade C, D e E e tentam transformá-los em B e até A. Em pesquisa realizada pela Unesco (ONU) com  129 países, que leva em consideração o IDE – Índice  de Desenvolvimento da Educação, cuja fórmula soma dados da alfabetização, de matrículas no ensino básico, qualidade na educação e paridade de gênero, o Brasil fica em 76º lugar,  perdendo para todos os países da América do Sul e, inclusive, para  países africanos como  Zâmbia e o Senegal.

As nossas escolas públicas são ruins. Falta estrutura e equipamentos básicos, falta equipamentos de tecnologia, além dos professores serem mal preparados e mal remunerados e todos recebem isonômicamente, sem levar em consideração o critério objetivo da meritocracia, como acontece em países desenvolvidos como os EUA e Coreia do Sul.

Apenas para ilustrar, em 2008, há 10 anos, portanto, no estado de Pernambuco foi feito um concurso para professores da rede pública com o salário de R$ 583,20, que salvo engano, na época era o salário mínimo - deve ser ressaltado que o salário por si só já afasta os profissionais mais bem preparados. O concurso contou com cerca de 30 mil candidatos e a nota mínima era 6.  Apenas 1.679 candidatos, ou seja, 6% do total dos participantes, receberam nota igual ou superior a 6. Sendo que 94% dos candidatos reprovaram, demonstrando o verdadeiro “tsunami pedagógico” brasileiro.

Dois outros elementos que contribuem para a má qualidade do ensino básico no Brasil:  a quantidade média de horas que os alunos passam estudando na escola que é muito baixa, cerca de 5 horas - enquanto nos países como a China a quantidade de horas é de 6 horas diárias, no México atinge 7 horas, na Argentina chega a 9 horas, na Rússia são de 10 horas diárias, na Coreia do Sul e nos EUA é de 12 horas.  A média chega a ser de 8.5 horas. Além disso, a média de escolaridade, que é o tempo médio que o estudante brasileiro passa no ensino básico, que no Brasil é de 7 anos, no meio urbano e 3,5 anos no meio rural. Enquanto nos países desenvolvidos a média é de 12 anos.

A má qualidade do ensino no Brasil é fruto de um paradoxo. Ou seja, de uma grande distorção e contradição.  Instituições  federais ricas e escolas básicas muito pobres. Não é ocioso rememorar o que foi asseverado acima, que do orçamento anual do MEC, que em 2017 foi de R$ 139 bilhões, R$ 53 bilhões, o que equivale a cerca de 39%, foram destinados às universidades, institutos e escolas técnicas federais, sem incluir bolsas e hospitais universitários. E desse total 90% são destinados a folha de pagamento de professores, funcionários e aposentados, sobrando apenas 10% para investimentos e custeio. Enquanto o ensino básico, onde estão matriculados mais de 40 milhões de crianças e jovens, vivem em eterna crise por falta de recursos. Isso torna o ensino básico brasileiro um dos piores do mundo.

O Brasil gasta muito pouco com a educação, cerca de 5% do PIB. A maioria dos países desenvolvidos como Irlanda, Coreia do Sul e EUA gastam mais. Sem falar de Israel, que é um dos líderes em gastos com educação que utilizam mais de 8% do PIB. Ademais,  além de gastar pouco, as verbas são desviadas com pagamento de propinas em processos de corrupção. O que resta é gasto muito mal, cerca de U$ 10 mil por ano com cada aluno das instituições federais, um pequeno número de um milhão e trezentos mil alunos, que, em sua maioria, poderiam pagar. Gasta-se muito pouco com uma criança do ensino médio da rede pública, onde existem mais de 40 milhões de alunos, somente   cerca de U$ 1.000 anuais por aluno. A diferença é na ordem de mais de 1000%, uma das mais desproporcionais do mundo.

Registre-se que, mesmo depois da instituição do sistema de cotas, 58% dos alunos ricos, provenientes de escolas básicas particulares estudam de graça em instituições públicas federais. Com efeito, a chance de um aluno rico da rede particular de ensino conseguir vagas nas IES federais é extremamente superior às dos alunos das escolas públicas. Exemplificativamente, citamos que no curso de Medicina 88% dos estudantes vem de escolas particulares e poderiam pagar sua graduação. Na odontologia, são 80%. No Direito, quase 70%.

No geral, os alunos educados em colégios particulares, uma elite que responde por minguados 15% das matrículas escolares do ensino básico, tornam-se classe dominante nas instituições públicas, principalmente federais, e não pagam nada em virtude do princípio constitucional da gratuidade do ensino público, previsto na CF Art. 206, IV.   Por outro lado, para realizar o sonho universitário, 85% dos jovens que vem da escola básica pública dispõe apenas de quatro  alternativas: Obter  uma excelente nota no Enem para conseguir uma vaga nas IES públicas através do Sisu; Obter  uma excelente nota no Enem para ingressar numa IES privada sem pagar através de  bolsa do ProUni; Obter uma nota ruim no Enem e ingressar em IES pública em carreiras de pouca procura como Pedagogia, Letras etc.; Trabalhar para bancar a mensalidade nas IES privadas em carreiras de alta demanda como Medicina, Odonto, Direito, Engenharias, etc.

Enfatize-se, também, a título de considerações finais que nos países de primeiro mundo, as universidades públicas têm, em média, um professor para cada 20 alunos. No Brasil, existe 1 para cada 10 alunos e é comum os professores faltarem as aulas para exercer atividades paralelas.  Por outro lado, na Universidade de Harvard as salas de aulas são anfiteatros que cabem centenas de estudantes. Aqui no Brasil coloca-se média de 50 alunos numa sala de aula e é impossível o professor conduzir a aula.

Cabe lembrar, outrossim, que no Brasil, apenas o ensino fundamental é federalizado. O infantil e o médio é de competência dos Estados e o infantil dos municípios. Parte da solução do problema passaria pela federalização de todo o ensino básico, como vem sendo defendido há muito tempo pelo senador Cristóvão Buarque.

Nesse contexto,  registramos que urge o governo acabar com o princípio constitucional da gratuidade do ensino público para cobrar mensalidade dos que podem pagar e dar bolsas de estudos para os que não podem,  como acontece nos EUA, no Chile, na China, Japão, Coreia do Sul, EUA, etc; Urge, também, instituir o sistema de compra de vagas nas instituições privadas, conforme preconizou e sempre defendeu Milton Friedman,   economista que lecionou na Universidade de Chicago por 3 décadas e recebeu, em 1976,  o prêmio de Ciências Econômicas em memória de Alfred Nobel.

A compra de vagas custa ao Governo Federal, no mínimo, cinco vezes menos do que gastar com um aluno numa instituição pública federal. Nesse contexto, insta perquirir:  por que os gestores públicos já não fizeram isso? Importa responder que não fizeram, não fazem e não farão porque tal atitude não dá votos, principalmente para reeleição. Fato este que me faz defender, veementemente, um sistema político com mandatos longos, de 6 anos, por exemplo, mas sem reeleição em todos os níveis do Legislativo e do Executivo, para evitar essas negociatas e compra de votos pensando em reeleições.

Em plena sociedade do conhecimento, sociedade digital ou sociedade disruptiva, a baixa qualidade do ensino no brasil transformou-se numa ameaça à competitividade das empresas e, por via de consequência, do Brasil. As deficiências na educação básica que repercute no ensino superior, onde as IES recebem o aluno C e D para transformá-lo em B e até A, cuja consequência é a má qualidade da mão de obra, provoca a perda de competitividade do país em relação as economias emergentes, com as quais disputa o mercado global. Não é incomum muitas empresas no Brasil ficarem meses e meses com vagas em aberto pela incapacidade de encontrar trabalhadores de bom nível. Um cruel contrassenso para um país com média de 12% de desempregados. Retirando as crianças, cerca de 12 milhões de pessoas. Cada vez mais, as empresas comparam dezenas de países antes de realizar um investimento, já que a disponibilidade de mão de obra qualificada é um dos itens prioritários. No Brasil, a baixa formação dos empregados afeta negativamente as decisões de investimento.

Além disso, a baixa qualidade da educação se torna um obstáculo ao crescimento do país. O baixo crescimento do PIB brasileiro nos últimos anos está intimamente associado à baixa qualidade do ensino básico. A falta da educação também afeta a distribuição de renda, impedindo o crescimento pessoal dos indivíduos brasileiros.

Nesse sentido, importa ressaltar que a educação é um dos “motores” de crescimento de qualquer nação, e, no Brasil, esse motor, infelizmente, funciona muito mal. Segundo a Unesco, mantido o passo atual, o Brasil irá demorar mais de 3 décadas para alcançar o nível educacional que as maiores economias têm hoje. Uma realidade assustadora no momento em que o mundo demanda de pessoas cada vez mais capacitadas e qualificadas e que economias como a chinesa ou a indiana, concorrentes do Brasil, fazem um esforço hercúleo para educar e preparar parte de sua população para o mercado global.

É que o emprego do século 21 exige profissionais multifuncionais, ou seja, que associem saberes em diferentes campos. Que sejam detentores de conhecimento, habilidades e competências em diversas áreas do conhecimento humano para exercerem diversas atividades ao mesmo tempo, para adquirirem não só empregabilidade, mas, a trabalhabilidade. Diferentemente da empregabilidade, em que o profissional desenvolve habilidades e competências para   enriquecer o currículo no afã de conseguir uma carreira ou um emprego público ou privado, a trabalhabilidade é a capacidade que o profissional tem de gerar trabalho e renda, seja como empregado, público ou privado, seja como autônomo ou como empreendedor. A trabalhabilidade é um conceito muito ligado ao empreendedorismo. O profissional é empreendedor de si mesmo.

Por outro lado, conforme preconizou Gustavo Ioschpe, existem membros da imprensa e até da academia que se utilizam da teoria de que o capitalismo requer falta de educação ou educação de baixa qualidade.  Utilizam o argumento, se baseando em Karl Marx, de que o nosso tsunami educacional tem algo a ver com a utilização do sistema capitalista neoliberal. Segundo essas vozes, e de interesse da elite que o proletariado não seja instruído e educado, ou receba apenas uma educação alienante para não questionar suas mazelas e nem incomodar o status quo para a manutenção do sistema.

Por amor ao bom senso e à consciência ouso discordar. Estou com Gustavo Ioschpe, quando assevera que se isso fosse correto os países mais capitalistas do mundo seriam aqueles com os piores índices de qualidade, e os menos capitalistas, teriam os cidadãos mais instruídos e intelectualizados. Mas, o que ocorre é exatamente o oposto. Quanto mais capitalista o país, melhor e mais abrangente é o seu sistema educacional. Quanto mais instruída é a população, mais capitalista é o país e vice-versa. “Só há um único tipo de organização que se beneficie de uma população iletrada ou de poucas letras, são os partidos de esquerda. Lula só perdeu em um grupo: o dos eleitores com ensino superior”. (Gustavo Ioschpe).

Finalizando, cumpre notar que infelizmente, no Brasil, a educação é, em muitas situações, apenas instrumento de proselitismo ou seja, persuasão política. E, o ser social a quem ela se destina, ou seja, os estudantes, são apenas o “indicador” numérico para contabilização das ações públicas neste sentido, independente da concretização do processo educacional.

No Brasil, a lição da casa vem sendo feita de forma muito tímida, comparada com outros países.  Aqui, o ensino básico não é federalizado, mas estadualizado e municipalizado. Nos termos do Art. 211, parágrafo 2º e 3º da CF, compete aos municípios cuidar do ensino infantil e fundamental e aos estados e o Distrito Federal cuidar do ensino fundamental e médio. E, por lei, apenas o ensino fundamental é obrigatório e os investimentos públicos acabam sendo insuficientes para um país de dimensões continentais, que sofre com a corrupção e má distribuição dos recursos, como visto acima.

Nenhum país do mundo pode aspirar ser desenvolvido, autônomo, soberano e independente sem um forte sistema educacional como um todo. Desde o básico ao superior e pós-superior. Numa sociedade em que o conhecimento é muito mais importante que os recursos materiais como fator de desenvolvimento humano, considerado instrumento de poder, a importância da educação é cada vez maior. Eis que a educação é um instrumento transformador e libertador dos indivíduos. Além de ser instrumento de autonomia, independência e soberania de uma nação. Ela transforma vidas, histórias e destinos. Transformou a minha vida, minha história e meu destino. E pode transformar a vida de todos.

Concluímos, então que o problema da educação brasileira decorre do descrédito da própria sociedade em relação ao sistema educacional nacional, da não aplicação do percentual constitucional, da crise moral e ética, do desvio de verbas para pagamento de propinas e corrupção por parte de alguns governos municipais e a falta de políticas afirmativas e de inclusão social e educacional.

Para arrematar o presente trabalho, importa apontar algumas soluções para o sistema educacional brasileiro. De partida enfatizo que não sou especialista em educação. Fui magistrado, membro do Ministério Público da União, professor de Direito da UFPE e hoje sou advogado, educador e mais precisamente um empreendedor educacional, mas, longe de ser um especialista em educação. Entretanto, mesmo sem ter a pretensão de apontar aqui soluções concretas, acho que a melhoria do sistema educacional brasileiro passa por algumas questões básicas que alinho abaixo e estou tratando disso no meu próximo livro, o 17º, que vai ser publicado pela editora Novo Século e será lançado em abril deste ano intitulado: Falta de educação gera corrupção. Segundo pesquisas científicas, quanto menor o índice educacional de um país em todos os níveis, maior é o índice de corrupção e o Brasil, atualmente, tem demonstrado esta realidade com profundidade.

Falando do ensino básico, é preciso apontar a falta de vontade política dos nossos governantes. Temos que eleger governantes comprometidos com a educação; Aumentar os  investimentos na educação, principalmente básica; Federalizar o ensino básico; Evitar crises morais e éticas, ou seja, evitar desvios do dinheiro que ocorre até com as merendas escolares; Criar legislação com punição severa para o desvio de verbas da educação, e para a corrupção como um todo; Gastar  corretamente,  adequadamente e proporcionalmente, ou seja,  mais no ensino básico, base da pirâmide, que no ensino superior; Aumentar o tempo de horas dos alunos nas escolas (pelo menos de 8 a 10 horas) com a transformação de todas as  escolas em  tempo integral; Formar mais e mais professores, mas para isso é preciso pagar salários dignos e  não isonômicos, mas, fazendo uso de sistema objetivo da meritocracia; criar Prouni para o ensino médio.

No ensino superior é preciso cobrar mensalidades nas IES federais para os que podem pagar e dar bolsas para os que não podem; perenizar o ProUni; Comprar vagas nas IES particulares para as classes menos abastadas, essa decisão é muito mais barata que manter o aluno nas IES federais, conforme já defendia Milton Friedmam há 3 décadas; aumentar a renda dos que podem ser beneficiários do fies e exigir fiador; flexibilizar a criação de instituições de ensino com qualidade; investir em pesquisas e tecnologias para evitar fuga de cérebros (brain drain); e, não menos importante, valorizar nossos pesquisadores com oferecimento de empregos e salários dignos, dentre outras coisas.

Nesta semana, o programa Globalizando fala sobre o Mercosul e a sua importância para o sistema internacional. E tem como convidada a professora Mayane Bento, graduada em Relações Internacionais pela Universidade da Amazônia (Unama), mestre por meio do Núcleo de Meio Ambiente (Numa) da Universidade Federal do Pará (UFPA), no programa de pós-graduação em Gestão de Recursos Naturais e Desenvolvimento Local na Amazônia. Mayane também é doutoranda em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília, além de ser professora do curso de Relações Internacionais da Unama.

Acompanhe esse e outros temas no programa Globalizando, na Rádio Unama FM 105.5, produzido pelos alunos do curso de Relações Internacionais da Universidade da Amazônia (Unama). Clique no ícone abaixo para ouvir o Globalizando.

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Os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foram divulgados na última quinta-feira (18) e podem ser aplicados no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) a partir desta terça-feira (23). Em ambos os casos, é necessário utilizar a senha de acesso para as consultas. Caso o candidato tenha esquecido o código, é possível recuperá-lo através da página do Inep em caminhos distintos.

A primeira opção, que serve para esqueceu apenas a senha, é ir no link da página do participante e, após digitar o CPF, clicar em “Esqueci minha senha”. Em seguida, aparecerá uma tela com o e-mail cadastrado no primeiro acesso; é fundamental conferir se a informação está correta. Caso não lembre o endereço ou não tenha mais acesso a ele, será necessário responder um desafio e clicar na opção “Não tenho mais acesso a este e-mail”. Na tela seguinte, o estudante precisará confirmar o número de celular que aparece na inscrição.

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Caso também não se lembre ou não tenha mais acesso ao telefone apresentado, outro desafio aparecerá para ser respondido, e em seguida, o estudante deve clicar em “Não tenho acesso a este telefone celular”. Depois, deverá ser realizada uma alteração dos dados de contato, e após o preenchimento dos campos solicitados, o participante deve responder a outro desafio e clicar em “Salvar novos dados de contato e enviar uma nova senha”, aguardando a exibição da mensagem “Dados confirmados com sucesso”. Após esse processo, o cadastrado receberá um email com uma nova senha informando que foi realizada uma alteração.

Somente após a recuperação desses dados é que o estudante poderá acessar a lista de cursos, instituições participantes e municípios que oferecem as vagas do Sisu. Para se candidatar, o estudante precisa acessar o mesmo endereço eletrônico, informar o número de inscrição a senha do Enem 2017 e selecionar, por ordem de preferência, até duas opções de cursos.

As inscrições do Sisu seguem até o dia 26 pela página virtual do sistema. Para facilitar o entendimento, a TV MEC divulgou um vídeo com um tutorial para a recuperação da senha:

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A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) divulgou dados onde afirma que o sistema Cantareira, mesmo com a chuva que caiu na capital paulista e no Estado nesta semana, opera com 46,6% de sua capacidade.

Até o momento foram registrados 87,7mm de chuva em outubro, sendo que o esperado para o mês é de 129,4mm. Nas últimas 24 horas, não houve registro de chuva sobre o sistema.

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Ao todo, seis sistemas fornecem água para as cidades paulistas.

Confira abaixo os índices nos sistemas que abastecem os municípios paulistas:

Cantareira: 46,6% da capacidade

Alto Tietê: 47% da capacidade

Guarapiranga: 56,3% da capacidade

Alto Cotia: 83,4% da capacidade

Rio Grande: 79,9% da capacidade

Rio Claro: 70,7% da capacidade

O Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan), órgão administrado do Ministério do Desenvolvimento Social, recebeu adesão de mais 43 municípios da Bahia, do Maranhão, de Minas Gerais, do Paraná, de Piauí e São Paulo. Nesses estados, as prefeituras vão criar um conselho que irá elaborar, no prazo de um ano, um plano com ações para garantir a segurança alimentar dos habitantes.

Isso significa que os governos dos municípios vão fazer ações que garantem o direito de todos ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente e sem comprometer o acesso a outras necessidades importantes. 

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“Os benefícios da adesão municipal são a promoção da cidadania, dignidade, saúde e qualidade de vida de seus cidadãos. A população precisa ter acesso a alimentos frescos, em quantidade adequada e da agricultura familiar”, destacou a coordenadora-substituta de Apoio à Implantação e Gestão ao Sisan, do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), Ana Flávia Mello Souza.

O Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), órgão vinculado à Força Aérea Brasileira, implementou a Navegação Baseada em Performance (PBN - Performance Based Navigation) no Sul do Brasil.

A redistribuição e otimização de arovias e procedimentos de navegação aérea garantirá rotas mais curtas, resultando em viagens mais rápidas e até economia na emissão de gás carbônico na atmosfera.

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Uma aeronave da Força Aérea Brasileira que realizava um transporte de órgãos para transplante e que decolou de Dourados, no Mato Grosso do Sul, para Guarulhos, em São Paulo, foi o primeiro voo que realizou o novo procedimento, o tempo de viagem diminuiu em 15 minutos com as novas rotas.

As alterações, que encurtarão os caminhos, terão impacto sobre cerca de 300 mil voos por ano. Com a redução dos tempos de viagem, as aeronaves ainda irmão diminuir o consumo de combustível e, consequentemente, os custos de voo. O Decea estima que cerca de 6,5 mil toneladas de CO2/ano deixará de ser emitido com as mudanças.

A GOL Linhas Aéreas Inteligentes informou nesta sexta-feira (6) que o seu serviço de internet Wi-Fi via satélite está presente em 60 aeronaves, metade da frota da companhia, totalizando, neste período, mais de 250 mil acessos. A tecnologia possibilita aos clientes se manter conectados em todo o período de voo. A ferramenta começou a funcionar há um ano.

Segundo a GOL, a tecnologia via satélite permite cobertura em todos voos da empresa, desde o fechamento das portas da aeronave, até a abertura na chegada ao destino. Além de internet a bordo, o cliente pode ainda usufruir de um catálogo gratuito de entretenimento com séries, filmes, desenhos e mapa de voo.

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A previsão é que, até o final de 2018, toda a frota esteja equipada com sistema. Os aviões com o serviço disponível são identificados na entrada da aeronave e também internamente. "Permanecer online durante o voo é uma das vantagens ao escolher a GOL", destaca o diretor executivo de produtos e experiência do cliente da GOL, Paulo Miranda.

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O deputado estadual Edilson Silva (PSOL) contou que esteve, nesta terça-feira (3), no presídio de Igarassu para tratar sobre a prisão do taxista Pablo Messias. O parlamentar falou que o caso está “comovendo o Estado” e criticou o sistema de justiça criminal. 

“Nosso mandato está na luta pela libertação de Pablo Messias, um jovem trabalhador, taxista, pai de duas crianças, que foi preso provisoriamente por estar transportando um passageiro traficante, que colocou armas e drogas em volumes no porta-malas de seu táxi”, escreveu Edilson em sua página do Facebook. 

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O deputado criticou o sistema prisional. “Mesmo o traficante confesso afirmando que Pablo era apenas um taxista a fazer mais uma corrida, a "Justiça" encarcerou Pablo. Este caso está comovendo o Estado e mostra como o sistema de justiça criminal é falho e preconceituoso”. 

 

Edilson ainda ressaltou que “a luta pela libertação de Pablo simboliza a luta contra a criminalização da pobreza, dos territórios periféricos e da população negra”. 

 

Uma semana após o lançamento do iOS 11, a Apple liberou nesta terça-feira (26) a primeira atualização do sistema. Segundo a empresa, a versão inclui consertos de bugs e melhora o desempenho em iPhones e iPads.

A atualização chega no momento em que diversos usuários de aparelhos da Apple reclamam que o iOS 11 diminuiu o desempenho da bateria de iPhones e iPads. Uma pesquisa, inclusive, revela que a carga desses aparelhos está indo de 0 a 100% até duas vezes mais rápido.

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A Apple, no entanto, não revelou quais os melhoramentos foram implementados com o iOS 11.0.1. No iPhone, a atualização ocupa pelo menos 270 MB no sistema. Antes de começar o processo, no entanto, o recomendado é que os usuários realizem um backup de todos os seus dados.

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O Sistema de Acompanhamento da Frequência Escolar do Bolsa Família (Sistema Presença), que acompanha mais de 15,2 milhões de estudantes beneficiários do programa em todo o Brasil, será aberto no dia 1º de outubro. Lá, os profissionais da educação devem registrar a frequência escolar das crianças e adolescentes, na faixa de seis a 17 anos.

A impressão dos formulários já está disponível no sistema. O prazo desta etapa de registro será encerrado no dia 30 de outubro. O acompanhamento é realizado em cinco períodos bimestrais ao longo do ano. À frente desse trabalho, o Ministério da Educação atua em parceria com cerca de 50 mil coordenadores municipais e estaduais, além de auxiliares da área educacional.

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Uma das condicionalidades do Bolsa Família é justamente a frequência escolar das crianças e dos adolescentes beneficiários. O objetivo é que o poder público possa atuar para garantir os direitos básicos – como a educação – às famílias que estão em situação de maior vulnerabilidade.

E a ausência da escola é indício dessa condição. “O acompanhamento tem como principal objetivo combater o abandono e a evasão escolar e, dessa forma, contribuir para a permanência e progressão dos estudos na idade apropriada de crianças e adolescentes de seis a 17 anos”, reforça a coordenadora-geral de Acompanhamento da Inclusão Escolar do MEC, Simone Medeiros.

Presença

Um dos melhores índices de acompanhamento da frequência escolar de crianças e adolescentes cadastradas no Bolsa Família, na faixa de seis a 17 anos, foi registrado pelo Ministério da Educação entre junho e julho deste ano, quando o Sistema Presença contabilizou a frequência de 87,47% dos estudantes beneficiários do programa.

É o segundo maior percentual, referente ao período abordado, desde que a frequência escolar começou a ser acompanhada, em 2007. Apenas no mesmo bimestre de 2014 esse índice foi maior, chegando a 88,61%. Uma das condições para receber o Bolsa Família é que crianças e adolescentes beneficiários comprovem frequência na sala de aula. O percentual mínimo é de 85% de frequência para quem tem entre seis e 15 anos e de 75% para jovens de 16 e 17 anos.

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