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A Receita Federal da 4ª Região Fiscal lança leilão eletrônico voltado para pessoas físicas e jurídicas. As propostas tiveram início no dia 8 de agosto e vão até às 21h horas da próxima terça-feira (22). A sessão de lances está prevista para acontecer às 14h da quarta (23). 

Os principais itens que compõem os 12 lotes do leilão são carros antigos para colecionadores, barcos de grande porte para pesca, perfumes, artigos de informática, cosméticos para unhas, veículos utilitários e caminhões. 

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Os interessados em visualizar os lotes podem acessar as fotos dos produtos no site da Receita Federal. Os lotes se encontram distribuídos nas cidades de Recife (PE), João Pessoa e Cabedelo (PB) e Natal (RN).  

Neste leilão, há lote com valor do lance mínimo a partir de R$ 1.200,00 para perfumes e há também lote com valor de lance mínimo a partir de R$ 200.000,00 para embarcação de grande porte. 

O arrematante do lote deve arcar com as despesas de armazenagem da mercadoria, pagar as taxas de ICMS conforme o estado onde o objeto esteja localizado, dentre outros encargos e obrigações fiscais. Vale destacar que os bens arrematados por pessoa física somente poderão ser destinados a uso ou consumo, proibida a sua destinação comercial. Já os bens arrematados por pessoa jurídica poderão ser destinados a uso, consumo, industrialização ou comércio.  

Da assessoria

A proposta de Reforma Tributária que está em debate na Câmara inclui navios e aeronaves entre veículos que pagam o IPVA. Este item conta com a simpatia de governadores, uma vez que o imposto é estadual. 

Confira um resumo os pontos discutidos da proposta:

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Deputados escutam entidades e especialistas

O grupo de trabalho da Câmara dos Deputados que discute a reforma tributária promove duas audiências públicas nesta semana. A primeira será realizada nesta terça-feira (11), às 14h30, no plenário 3, e ouvirá, entre outros:

-  o ex-ministro da Previdência Social Nelson Machado, atualmente diretor do Centro de Cidadania Fiscal;

- o presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz

- o presidente-executivo da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos, Francisco Christovam;

- o presidente da Confederação Nacional de Serviços (CNS), Luigi Nese;

- a advogada tributarista da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Alessandra Brandão.

A representante da CNT foi convidada por sugestão do coordenador do grupo de trabalho, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). Ele lembra que a confederação representa 27 federações e 5 sindicatos nacionais dos modais rodoviário, aéreo, ferroviário, aquaviário e de logística.

"As possíveis mudanças promovidas pela reforma tributária tendem a afetar diretamente todo o setor e, por isso, é fundamental que os dados e estudos que a CNT possui sobre o tema sejam levados em consideração", afirma Lopes.

A audiência de terça também foi pedida pelos deputados Sidney Leite (PSD-AM), Ivan Valente (Psol-SP), Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP) e Newton Cardoso Jr (MDB-MG).

Sidney Leite ressalta que é preciso ouvir representantes de várias áreas de atuação "para solucionar o grande desafio de equacionar um caminho possível para a reforma tributária".

A inclusão de especialistas nas audiências públicas "demonstra o compromisso do grupo de trabalho em buscar a construção de uma reforma tributária democrática e participativa", reforça Ivan Valente.

Com informações da Agência Câmara de Notícias

A Comissão de Fiscalização de Propaganda do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (CPROPAG) apreendeu, nessa quinta-feira (22), 42 bandeiras que estavam em barcos na bacia do Pina, Zona Sul do Recife. A ação integrada contou com a participação da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.

Após denúncias feitas pelo aplicativo pardal, a juíza da Propaganda Eleitoral do Recife, Ana Cristina Mota, determinou a apreensão. “Recebemos nos últimos dias diversas denúncias no sistema Pardal de cidadãos relatando a colocação de bandeiras irregularmente no rio Capibaribe, nas imediações do Shopping Rio Mar. Os partidos foram notificados para retirar as bandeiras, mas nem todos regularizaram, exigindo da Justiça Eleitoral uma ação em conjunto com o Corpo de Bombeiros para apreensão de todos os materiais de propaganda eleitoral colocados indevidamente no rio”, afirmou ela.

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A juíza explicou que rios e mares são bens de uso comum e, de acordo com a legislação eleitoral, é vedada a veiculação de propaganda de qualquer natureza nestes espaços.

*Do site do TRE

A Ucrânia afirmou nesta segunda-feira (2) que seus drones afundaram dois barcos de patrulha russos perto da Ilha da Cobra, no Mar Negro.

"Dois barcos russos Raptor foram destruídos ao amanhecer perto da Ilha da Cobra", informou o ministério da Defesa da Ucrânia em um comunicado publicado nas redes sociais.

O ministério também divulgou imagens aéreas em preto e branco que mostra uma explosão em uma pequena embarcação militar.

"Os Bayraktars estão funcionando" disse o comandante das Forças Armadas da Ucrânia, Valeriy Zaluzhniy, citado no comunicado, em referência aos drones militares de fabricação turca.

Os barcos de patrulha Raptor podem transportar três tripulantes e 20 pessoas. Geralmente estão equipados com metralhadoras e são usados em operações de reconhecimento ou desembarque.

A pequena Ilha da Cobra se tornou um símbolo da resistência ucraniana depois que um grupo de guardas de fronteira do país rejeitou o ultimato de rendição apresentado pelo navio russo "Moskva".

O "Moskva", navio símbolo da frota russa no Mar Negro, afundou em meados de abril. Kiev afirmou que a embarcação foi atingida por mísseis ucranianos e Moscou informou que o acidente foi provocado por uma explosão a bordo.

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Quem nunca passou ela esquina da travessa Quintino Bocaiúva e ficou admirado com os barquinhos de miriti expostos em frente ao Tribunal de Contas do Estado do Pará (TCE-PA)? Desde o dia 30 de setembro o TCE mantém sua programação cultural alusiva ao Círio de Nossa Senhora de Nazaré 2021, com a tradicional exposição “Canoas de Promesseiros”, que enche de cor os espelhos d’água da fachada do prédio, no bairro de Nazaré.

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Este ano, a “Canoas de Promesseiros” tem como tema “A arte do miriti: um sopro de cultura”. Idealizada pelo conselheiro Nelson Chaves há 11 anos, a exposição apresenta aos visitantes barquinhos de miriti de diferentes formatos e cores, em homenagem ao Círio Fluvial. A proposta da exposição é mostrar ao público a importância dos artesãos e do miriti para a cultura local. São 150 barcos de miriti, em miniatura.

Segundo o idealizador, a mostra também oferece oportunidades para os artesãos. “Depois de 11 anos, recebo esse momento com muita alegria. No início, recebia com certa incerteza. Mas, desde o primeiro momento, da nossa primeira exposição, a sociedade apoiou a nossa ideia. É a valorização da arte genuinamente paraense, um trabalho de Abaetetuba tão fantástico produzido através do Miriti. Eles trabalham nisso o ano todo. No momento do Círio, estamos a oportunidade de mostrar aquilo bom que realizam”, disse Nelson Chaves.

Pelo segundo ano consecutivo, a exibição de imagens - videomappings - na lateral do prédio, completando o cenário lúdico da exposição “Canoas de Promesseiros”, também chama a atenção.

Fotografias

Em conjunto com a “Canoas dos Promesseiros”, será realizada a exposição “A fé e o belo na cidade de Belém”, da fotógrafa Soraya Montanheiro, no Espaço Cultural Conselheiro Clóvis Moraes Rêgo. São 15 registros de momentos da maior festividade religiosa do Brasil, produzidos a partir de 2014.

As fotos apresentam o olhar do participante do Círio em diversas ocasiões, desde a contemplação da paisagem da Baía do Guajará, da Catedral Metropolitana, aos anjinhos da procissão e à manifestação das mulheres devotas da Virgem de Nazaré. “Eu sou paulista e venho só para o Círio. Me apaixonei pela cultura do Pará. Ano passado foi um Círio muito difícil. Círio da solidão. Mas, teve sua beleza. Mostrou a fé do povo paraense. Nessa exposição, eu quis mostrar o simples do Círio, como se o visitante passeasse pela cidade de Belém e pelos maiores símbolos. A corda, a Berlinda, a imagem original, a Basílica. É uma exposição pra quem nunca teve contato com o círio aprender um pouquinho dessa festa”, explicou.

Soraya Montanheiro começou sua carreira fotográfica há 18 anos e, em 2010, estudou no International Center of Photography (ICP), em Nova York, onde se especializou em impressão fine art e montagem de fotolivros. Participou de exposições no Harbourfront Centre, em Toronto, Canadá, com o ensaio “Minhas Amigas com a Cabeça no Brasil”; “Street Food”, em Ribeirão Preto (SP) e na convocatória “Ritos e Rituais”, do Festival de Fotografia de Tiradentes (MG), de 2016.

Por André Maia.

Após ser cancelada em 2020 por conta da Covid-19 e a pandemia, a 32ª Regata Internacional Recife-Fernando de Noronha retornou ao calendário e teve sua largada sendo dada na manhã deste sábado (25), no bairro do Marco Zero, na área central do Recife.

O evento organizado pelo Cabanga Iate Clube de Pernambuco, é um das maiores regatas oceânicas do Brasil. Neste ano o número de embarcações é menor em comparação as outras edições, com 85 confirmadas, sendo 16 pernambucanas, uma delas a Patoruzu, atual bicampeã.

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O público compareceu em bom número para acompanhar a largada da regata que foi dada às 11h. A cada passagem de alguma embarcação, vários gritos e acenos para os tripulantes.

Confira galeria de fotos da largada da Refeno no Marco Zero:

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A falta de proteção dos eixos dos motores das embarcações tem provocado o escalpelamento e até a morte de mulheres e meninas ribeirinhas no norte do país. Só no Pará, foram mapeados mais de 400 casos. Para conscientizar a sociedade a respeito das medidas simples que podem evitar estas tragédias, o Ministério Público do Trabalho (MPT) realiza uma série de ações no Dia Nacional de Combate e Prevenção ao Escalpelamento, em 28 de agosto. Clique no ícone abaixo e ouça chamada para a campanha.

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"Trata-se, muitas vezes, de um acidente de trajeto, e portanto um acidente de trabalho, tipicamente amazônico, que preocupa o MPT e requer tanto ações de prevenção quanto de combate à discriminação sofrida pelas vítimas, num cuidadoso processo de reabilitação para inserção no mercado de trabalho, quando na idade e no momento apropriados para tanto", afirma a titular da Coordenadoria Nacional de Trabalho Portuário e Aquaviário (Contapa), do MPT, a procuradora Flávia Bauler.

Além de materiais informativos veiculados nas redes sociais do MPT, foi produzidoa uma edição especial do podcast Prosa de Trabalho sobre o tema e elaborados spots para rádio que foram distribuídos às emissoras de rádio da região.

Entre as entrevistas do podcast, você vai conhecer a história da diarista Ane Almeida, de 34 anos, moradora de Abaetetuba, no Pará, que foi vítima de escalpelamento quando tinha apenas 15 anos. “Fui secar a água do barco e na hora que eu me abaixei, o meu cabelo estava preso com rabo de cavalo e enrolou no eixo. Tive a perda total do couro cabeludo, parte do rosto e fratura em um dos braços”, relembra.

Segundo Jureuda Guerra, psicóloga da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará e presidente do Conselho Regional de Psicologia do Pará e do Amapá, “muitas desenvolvem síndrome do pânico, de ansiedade, transtorno de angústia em relação ao acidente. O próprio desenvolvimento cognitivo das crianças, a aprendizagem, a memória recente, são afetadas”.

Até o momento, Ane Almeida já passou por 36 cirurgias. “Cada dia a gente supera um pouco, principalmente a autoestima, é uma coisa que vai se recuperando diariamente”, conta ela. Mas a psicóloga Jureuda reforça: as sequelas vão muito além. “Se olha muito do couro cabeludo para fora e a gente precisa olhar da caixa craniana para dentro. Tem áreas do cérebro que são atingidas e mexem com o sistema nervoso, com questões neurológicas”, diz.

Acidentes de trabalho e de gênero

“Os casos acontecem em embarcações familiares e muitas vezes quando estão em trânsito para os locais de trabalho”, acrescenta a coordenadora da Contapa do MPT. Para Flávia Bauler, é preciso fortalecer as iniciativas de prevenção e conscientização junto às comunidades ribeirinhas sobre os riscos do escalpelamento e ampliar a divulgação dos procedimentos de proteção.

A psicóloga Jureuda Guerra, que também integra o Comitê Estadual de Enfrentamento e Erradicação ao Escalpelamento, concorda com a coordenadora da Conatpa. Ela argumenta que “durante décadas só se falou do escalpelamento como uma questão estética e não é. Precisamos olhá-lo como uma questão de política pública, como um acidente de trabalho, e como um acidente de gênero, porque ele atinge mulheres de qualquer idade”.

Com o objetivo de erradicar o problema e combater a discriminação que as vítimas sofrem, o MPT criou o Grupo de Trabalho sobre Escalpelamento por Embarcações. “Fazemos articulação com vários órgãos para oferecer apoio do ponto de vista social, médico e do acesso a direitos, uma vez que as vítimas devem ser reconhecidas como pessoas com deficiência, com garantia de recebimento do Benefício de Prestação Continuada (BPC)”, esclarece a procuradora do MPT no Pará e Amapá Tatiana Amormino, que coordena o GT.

Para a promotora de Justiça Suely Catete, do Ministério Público do Pará, “os nossos rios são nossas ruas e, como tal, a gente tem que ter cuidado. Da mesma forma que tenho que olhar para os lados para saber se eu posso atravessar uma avenida, tenho que ter cuidados ao entrar numa embarcação, mesmo nas pequenas”, compara ela, que também possui intensa atuação no enfrentamento ao escalpelamento.

Medidas preventivas 

Na pele de quem já viveu essa tragédia, a vítima de escalpelamento Ane Almeida avisa que todo o cuidado é pouco para uma prevenção efetiva. “É prender o cabelo, colocar touca, boné e não se aproximar do motor, porque por qualquer descuido, acaba acontecendo”, ressalta.

Uma medida preventiva muito simples pode evitar esse tipo de acidente: a Marinha realiza a instalação gratuita do material para a cobertura de eixo dos motores das embarcações. No entanto, ainda há muitas embarcações que não são inscritas na Capitania dos Portos, seja por questões culturais ou até mesmo pela distância, como relatou o capitão dos portos da Amazônia Oriental, Manoel Oliveira Filho.

“Nosso desafio maior é chegar a estas pessoas e passar as orientações para uma navegação segura. É importante que os proprietários de barcos tenham essa preocupação, uma simples cobertura de eixo salva vidas e protege sua família, suas pessoas queridas. Procurem, levem suas embarcações para instalar a cobertura e dar segurança a estas pessoas”, afirma o capitão.

Em caso de emergência, entre em contato pelo Disque 185. Violações relacionadas às medidas preventivas ou situações de discriminação no trabalho sofridas pelas vítimas de escalpelamento também podem ser denunciadas pelo aplicativo MPT Pardal ou pelo site mpt.mp.br.

Da assessoria do MPT.

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Ação ajuda na autoestima de vítimas do escalpelamento

O governo canadense anunciou nesta sexta-feira (29) que prorrogará por três meses a entrada de cruzeiros em águas canadenses por causa da pandemia do novo coronavírus.

A suspensão da circulação, que iniciou em abril e agora durará até outubro, incluirá barcos com passageiros e outros meios de transporte na água com mais de 100 passageiros e tripulação, informou o Ministério do Transporte em comunicado.

A medida valerá para várias cidades canadenses como Vancouver, Quebec e Montreal, onde os cruzeiros são muito importantes para a economia.

Em 2019, o Canadá recebeu 140 cruzeiros vindos de uma dezena de países, alguns deles com dois milhões de turistas a bordo, segundo o ministério.

Pequenos barcos para excursões de curta duração, como para observar as baleias, poderão retomar suas atividades a partir de 1º de julho, de acordo com as autoridades locais.

No entanto, a circulação de embarcações com capacidade superior a 12 pessoas será proibido nas águas costeiras do Ártico até 31 de outubro.

Essas regras não se aplicam a pequenas embarcações usadas pelas comunidades locais para transporte ou pesca.

As balsas, consideradas serviços essenciais, poderão continuar operando, mas terão que implementar medidas de segurança para conter a propagação da doença.

Qualquer pessoa flagrada violando a proibição enfrenta uma multa de Can$ 5.000 (US$ 3.600) por dia para indivíduos e Can$ 25.000 para empresas.

O presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Alberto Beltrame, titular de Saúde do Pará, disse que no Estado foi criado um comitê técnico, no fim de janeiro para avaliar os impactos do novo coronavírus. "Estamos trabalhando integradamente há um mês, preparando o sistema para dar respostas rápidas, eficientes e eficazes para uma eventual epidemia", afirma. Ele lembra que, além do aeroporto de Belém, "o Estado tem um porto importante, em Barcarena, por onde chegam navios para buscar minério".

O secretário afirma ainda que há um acordo com a Vigilância Sanitária para que, na chegada dos navios, uma equipe vá a bordo para obter o diário da embarcação e ter acesso ao relatório médico da tripulação. "Assim, podemos preparar atendimento sem a necessidade de impedir qualquer desembarque. Não há restrição, mas acompanhamos tudo", diz.

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Beltrame recorda que, em seu Estado, foram identificados um homem e uma mulher, que chegaram da Itália e viajaram no mesmo voo do primeiro paciente de São Paulo com o coronavírus. "Estão sendo monitorados, por telefone, estão bem, sem sintomas, em casa", afirma. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Sete pessoas ficaram feridas em um acidente envolvendo duas embarcações na noite desta sexta-feira (4) no litoral sul fluminense. De acordo com a Marinha do Brasil, a traineira Mestre Zeus e a lancha Biel e Gui se chocaram no Canal de Itacuruçá, no município de Mangaratiba.

Segundo nota divulgada pelo órgão, assim que foi informada sobre o acidente, a Delegacia da Capitania dos Portos de Itacuruçá enviou uma equipe de busca e salvamento ao local. As vítimas com ferimentos mais graves foram encaminhadas para o Hospital Municipal de Mangaratiba. O comunicado não detalha, entretanto, o número de pessoas nessa condição.

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A Marinha informou ainda que vai abrir inquérito administrativo para apurar causas e responsabilidades pelo acidente.

Sete pessoas ficaram feridas em um acidente envolvendo duas embarcações na noite desta sexta-feira (4) no litoral sul fluminense. De acordo com a Marinha do Brasil, a traineira Mestre Zeus e a lancha Biel e Gui se chocaram no Canal de Itacuruçá, no município de Mangaratiba.

Segundo nota divulgada pelo órgão, assim que foi informada sobre o acidente, a Delegacia da Capitania dos Portos de Itacuruçá enviou uma equipe de busca e salvamento ao local. As vítimas com ferimentos mais graves foram encaminhadas para o Hospital Municipal de Mangaratiba. O comunicado não detalha, entretanto, o número de pessoas nessa condição.

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Quatro embarcações pegaram fogo nesta quinta-feira (1º) em uma região conhecida como Igarapé da Fortaleza, no município de Santana, no Amapá. Dois homens ficaram feridos. O incêndio teria ocorrido depois que o motor de um dos barcos explodiu ao ser acionado.

Dois homens, de 18 e 39 anos, tiveram cerca de 80% do corpo atingido pelo fogo. Eles receberam os primeiros socorros no Hospital de Emergência de Santana e depois foram levados ao Centro de Tratamento de Queimados (CTQ), do Hospital de Emergência de Macapá.

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Mergulhadores também foram ao local, após receberem a informação de que uma terceira vítima teria afundado com uma das embarcações, mas essa possibilidade foi descartada por testemunhas.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o motor que explodiu pertencia a uma embarcação de pequeno porte que estava navegando. O vento teria levado as faíscas até as demais embarcações, que estavam por perto.

O casco de um barco viking foi encontrado enterrado em um parque no sudeste de Oslo, anunciou nesta segunda-feira um grupo de arqueólogos.

Os restos foram encontrados com a ajuda de um radar de penetração no solo, dentro de um túmulo em um parque do condado de Vestfold, um lugar onde vestígios vikings são encontrados regularmente.

Existem sete cascos conhecidos de barcos da época viking na Europa, três deles nesta região.

"As imagens mostram uma forma de barco (...) É impossível neste estágio determinar o estado de conservação do casco", explicou em um comunicado Terje Gansum, diretor do patrimônio de Vestfold.

Os arqueólogos realizarão exames suplementares antes de eventualmente escavarem o local.

Fora dos planos de Mano Menezes para a temporada, o atacante Hernán Barcos acertou sua saída do Cruzeiro nesta terça-feira. Clube e jogador chegaram a um acordo para a rescisão contratual, que foi oficializada pelo time celeste em comunicado, junto a uma carta de agradecimento.

"A diretoria celeste externa seu agradecimento ao atleta pelo compromisso, profissionalismo e dedicação na defesa de nossa camisa e deseja a Barcos sorte e felicidade na sequência de sua carreira. Obrigado, Pirata!", escreveu o clube na nota.

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Barcos tinha contrato até o meio do ano, mas diante da perda de espaço para esta temporada, chegou a um acordo com o Cruzeiro para sua saída. Ele teria despertado o interesse de clubes da Argentina e do Brasil e agora terá mais facilidade para definir seu futuro.

O atacante de 34 anos chegou ao Cruzeiro no meio da temporada passada, quando o time celeste sofria com a falta de opções para o setor por causa das lesões de Fred, Raniel e Sassá. Foram apenas três gols em 24 partidas, mas o argentino foi decisivo na conquista celeste na Copa do Brasil, principalmente nas semifinais diante do Palmeiras.

A cidade italiana de Trieste, capital de Friuli Veneza Giulia, realizou neste domingo (14) a 50ª edição da histórica regata Barcolana, considerada a maior do mundo por causa do elevado número de participantes profissionais e amadores.

A competição contou com a participação de 2.689 barcos - um recorde - e terminou com a vitória do "Spirit of Portopiccolo", comandado pelos irmãos Furio e Gabriele Benussi, que chegaram a seu terceiro triunfo consecutivo.

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A dupla terminou o percurso em 57 minutos e dois segundos, à frente do barco "Ottica Inn-Tempus Fugit", de Mitja Kosmina. Segundo os organizadores, 300 mil pessoas acompanharam a regata em terra.

"Uma fantástica celebração de esporte e amizade da Itália", elogiou o presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, um dos convidados da Barcolana.

Da Ansa

RIO DE JANEIRO - A Marinha concluiu na tarde de segunda-feira (11) as buscas pelas vítimas dos naufrágios de dois barcos pesqueiros na Baía de Sepetiba, próximo ao Porto de Itaguaí. Depois de quatro dias de buscas, o último corpo foi encontrado nas proximidades da Reserva Ecológica Sahy, distante cerca de 23 km do local dos acidentes. 

Nove pessoas sobreviveram e 12 morreram nos naufrágios das embarcações Lucas Mar e Milemar, que ocorreram na madrugada de sexta-feira (8). O resgate foi realizado com bombeiros do Grupamento Marítimo de Sepetiba, dos quartéis de Angra dos Reis e do grupo de Busca e Salvamento da Barra da Tijuca, militares da Marinha e Capitania dos Portos, além de familiares que ajudaram nas buscas. 

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Até o momento foram identificados os corpos de Eliezer de Lima Barreto, Nilson Moura, Wanderley Batista dos Santos, Júlio Cesar Braz de Mesquita, Augusto Nery de Faria, Milton Pereira da Silva e Neilton de Souza.

Segundo o capitão de mar e guerra da Capitania dos Portos do Rio, a Marinha abriu um inquérito para apurar as causas do acidente. "O fator meteorológico pode ter contribuído. Há outros fatores também, materiais, operacionais, que também deverão ser considerados na investigação. Nós vamos identificar todas as causas e as responsabilidades", explicou.   

A Capitania dos Portos confirmou que o alerta sobre as condições do mar foi repassado muito antes dos acidentes, por meio do aviso aos navegantes e reforçado por e-mail encaminhado pela Delegacia de Itacuruçá, vinculada à Marinha.

"Não existe impedimento do barco ir para água, da mesma maneira que um carro não é impedido de sair do seu prédio quando o tempo está ruim. Cabe a cada comandante de embarcação avaliar. A Marinha divulga o seu alerta de mau tempo justamente para se evitar que se exponha a vida humana a um perigo no mar que já é previsível", esclareceu o capitão.

RIO DE JANEIRO - Pelo menos seis pescadores morreram nos dois naufrágios de barcos pesqueiros que ocorreram na madrugada desta sexta-feira (8), na Baía de Sepetiba, região oeste do Rio. Segundo a Capitania dos Portos do Rio, os acidentes deixaram 21 vítimas, todos pescadores, sendo que dez foram resgatados com vidas e seis ainda estão desaparecidos. 

Até às 15h não havia informação sobre o estado de saúde dos sobreviventes, que foram levados para unidades de saúde em Santa Cruz, na Zona Oeste. Dois corpos foram localizados nesta tarde, por volta das 14h e 16h. 

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Os trabalhos de resgate estão sendo realizados com bombeiros do Grupamento Marítimo de Sepetiba, dos quartéis de Angra dos Reis e do grupo de Busca e Salvamento da Barra da Tijuca, além de militares da Marinha e Capitania dos Portos.

Alguns pescadores e um mergulhador profissional, Jeferson Barbosa, parente de uma das vítimas está ajudando nas buscas. Ele é primo de Lucas da Silva Barbosa, 22 anos, comandante do barco Lucas Mar, que ainda está desaparecido. O responsável pela outra embarcação, Milemar, não sobreviveu. O capitão de mar e guerra da Capitania dos Portos do Rio, Sérgio Salgueirinho, explicou que o mau tempo dificulta a operação.

"É o que mais interfere, porque a gente não consegue trazer meios maiores para cá e também a condição de busca por aeronaves fica prejudicada. Mas, independente disso, nosso esforço é o máximo, com todas as embarcações possíveis da Marinha e também dos bombeiros empregadas aqui, para que a gente aumente as nossas chances de busca. Quanto antes a gente encontrar os desaparecidos, maior chance deles estarem vivos". 

Segundo o capitão, os sobreviventes apresentavam sinais de desorientação e hipotermia. A Marinha abriu um inquérito para apurar as causas do acidente. "O fator meteorológico pode ter contribuído. Há outros fatores também, materiais, operacionais, que também deverão ser considerados na investigação. Nós vamos identificar todas as causas e as responsabilidades. Agora o que mais interessa é buscar os desaparecidos", afirma.   

Apenas o barco Milemar havia sido encontrado até o início da tarde, a cerca de sete metros de profundidade. As equipes de resgate acreditam que os desparecidos estejam presos na embarcação ou que teriam sido levados pela correnteza. 

Familiares do comandante Lucas Barbosa, desaparecido, esperam por notícias. Foto: Mellyna Reis/LeiaJáImagensFamílias aguardam notícias

A base das equipes de resgate está montada na Ilha da Madeira, localizada no Porto de Itaguaí. Muitas famílias da região vivem da pesca, entre elas, a de Lucas Barbosa, um dos comadantes. "Ele foi criado no mar. Desde novinho ele já trabalhava, já ia pescar. É uma pessoa muito dedicada", desabafou a tia da vítima, Eliana Barbosa, que foi acordada com a notícia do acidente. 

Foi o tio, marido de Eliana, quem vendeu o barco ao jovem, há cerca de quatro anos. A mãe e o pai do pescador, que é filho único e tem uma filha de cinco meses, estão em choque e não tiveram condições de ir ao local. 

"Ele saiu às 18h com o grupo e essa tempestade pegou ele aí na frente. O pessoal [sobrevivente] disse que foi um tornado. Primeiro veio um estrondo muito forte, depois veio uma onda muito gigantesca, que virou o barco de proa à popa", contou.  

A Capitania dos Portos confirmou que o alerta sobre as condições do mar foi dado há mais de 24h, por meio do aviso aos navegantes e reforçado por e-mail encaminhado pela Delegacia de Itacuruçá, vinculada à Marinha.

"Não existe impedimento do barco ir para água, da mesma maneira que um carro não é impedido de sair do seu prédio quando o tempo está ruim. Cabe a cada comandante de embarcação avaliar. A Marinha divulga o seu alerta de mau tempo justamente para se evitar que se exponha a vida humana a um perigo no mar que já é previsível", esclareceu o capitão Sérgio Salgueirinho.

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Nome especulado como possível reforço de clubes brasileiros para a temporada 2018, Hernán Barcos vai permanecer no futebol equatoriano em 2018. Nesta quarta-feira, a LDU anunciou que acertou a permanência do atacante argentino para o próximo ano, frustrando o interesse de times do País.

Barcos está em sua segunda passagem pela LDU, tendo retornado em janeiro de 2017 ao time de Quito. "O pirata goleador permanece em casa. Renovamos sua permanência na Liga e seguimos preparando grandes coisas para este 2018", anunciou o clube equatoriano em seu perfil no Twitter.

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O Santos foi o clube que mais teve o seu nome ligado a Barcos nas últimas semanas. O clube da Vila Belmiro está em busca de um centroavante para o seu elenco após a saída de Ricardo Oliveira, que não teve o contrato renovado e acertou a sua transferência para o Atlético Mineiro. Agora, porém, a nova direção do time terá que buscar outras opções no mercado.

Além do Santos, o Botafogo foi outro time que estaria interessado em se reforçar com Barcos, mesmo que sofra com restrições financeiras. Afinal, o time perdeu peças do seu setor ofensivo, como Roger, que se transferiu ao Internacional, e Guilherme, com o fim do seu contrato de empréstimo junto ao Grêmio.

Barcos, de 33 anos, teve passagens pelo futebol do País, atuando pelo Palmeiras, onde foi campeão da Copa do Brasil, em 2012, e o Grêmio. O argentino, porém, é um grande ídolo da LDU, sendo que a sua primeira passagem pelo clube foi entre 2010 e 2011. Agora, então, permanecerá em 2018 no time de Quito.

Na Itália, a questão de se os navios particulares de resgate de migrantes estão agindo em parceria com os traficantes desatou um agitado debate, alimentado pelas polêmicas declarações de um magistrado e pelas reações dos políticos.

A polêmica vem se desenrolado há varias semanas, quando o procurador de Catania, Carmelo Zuccaro, se questionou em fevereiro sobre a atuação dos barcos privados que resgatam migrantes na costa da Líbia, junto com a Guarda Costeira italiana e os navios militares ativos na zona.

Segundo a Guarda Costeira, as ONGs resgataram 26% dos migrantes em 2016, sem contar as de menor porte, que distribuem coletes salva-vidas, acalmam os resgatados e oferecem atenção médica de urgência.

Na prática, as ONGs ocuparam, com meios e formas para agir, o lugar dos navios de carga, que passaram a se encarregar de 24% dos regastes em 2014 para 8% em 2016.

A polêmica ganhou força nos últimos dias, depois que Zuccaro assegurou à imprensa que tinha "provas" de contatos ente traficantes e ONGs, deixando de lado organizações mais conhecidas como Médicos Sem Fronteiras (MSF) e Save the Children.

O ministro da Justiça, Andrea Orlando, pediu ao procurador que se expresse, antes de tudo, "por meio de suas investigações", enquanto o Conselho Superior da Magistratura terá que verificar se Zuccaro foi longe demais. No sábado, o ministro das Relações Exteriores, Angelino Alfano, declarou estar "100% de acordo" com o procurador "porque ele levantou uma verdadeira questão".

O chefe de governo, Paolo Gentiloni, afirmou que "se a magistratura tem informações que possam utilizar e que sejam críveis", o Executivo as acatará. "Dito isto, para nós, a atividades das organizações de voluntários é valiosa e bem-vinda", acrescentou.

As ONGs, por sua vez, reagiram de forma furiosa, afirmando que atuam unicamente para salvar vidas em uma rota migratória que deixou 4.500 mortos no ano passado e 1.000 ao longo de 2017.

"É uma polêmica estéril. A verdade é que ninguém quer ajudar essas pessoas. Querem criminalizar a solidariedade", declarou Regina Catambrone, cofundador da Moas, à agência de notícias católica SIR. "As ONGs de resgate, cúmplices dos traficantes? É como dizer que os remédios são cúmplices das doenças", reagiu o escritor Erri de Luca, que passou duas semanas em um barco do MSF.

Entretanto, em um país onde já desembarcaram mais de 500.000 pessoas em três anos, sem que pareça que o fluxo irá diminuir, as dúvidas do procurador têm grande importância.

O Serviço Marítimo da Espanha procura hoje (3) uma embarcação com 62 imigrantes subsaarianos que partiu do Saara Ocidental rumo às Ilhas Canárias, no Atlântico. A informação é da Agência EFE.

Na embarcação viajavam 21 mulheres, 39 homens e duas crianças, que se comunicaram pela última vez por telefone no domingo com um parente, ao qual disseram que continuavam navegando.

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Um avião e uma embarcação de Salvamento Marítimo iniciaram a busca pelos imigrantes no domingo à tarde, após serem alertados pelas forças de segurança espanholas e por uma Organização Não Governamental.

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