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Um auxiliar de necropsia do Instituto Médico Legal de Manaus-AM é investigado por suspeita de ter "relações sexuais" com o cadáver de uma mulher. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) afirmou que o homem foi demitido.

 De acordo com nota da secretaria, o auxiliar foi flagrado "arrumando as calças enquanto descia subitamente de uma mesa de necropsia onde havia um cadáver". O Departamento de Polícia Técnico-Científica do Amazonas (DPTC) solicitou abertura de inquérito para investigar a prática de necrofilia, segundo o G1. O caso está sendo investigado pelo 27º Distrito Integrado de Polícia (DIP).

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 O flagrante ocorreu no dia 24 de novembro. Um auxiliar administrativo também foi demitido no dia anterior por "faltas funcionais graves praticadas durante o plantão", conforme o DPTC. Ele e o suspeito de necrofilia teriam deixado o expediente para assistir à final da Copa Libertadores e retornado ao trabalho sob efeito de álcool.

Um veterano da Polícia de Los Angeles, localizada na Califórnia, foi afastado das atividades após a divulgação de um vídeo no qual foi flagrado apalpando os seios de uma mulher morta. Ele tentou burlar a gravação, mas o sistema de segurança permitiu o acesso das imagens aos superiores.

Durante o atendimento de uma ocorrência em uma residência, ele teria encontrado a vítima morta, desligado a câmera acoplada ao uniforme e tocado em seus seios. "Tocou o corpo da morta de forma inapropriada", descreveu o comando do policiamento.

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Mesmo com a câmera desligada, o sistema de segurança registrou os dois minutos seguintes, de acordo com a emissora KCAL. O caso segue em investigação e o sindicato optou em não o defender das acusações.

Com a seguradora se negando a pagar a indenização até que a morte do segurado fosse comprovada, familiares resolveram levar o cadáver do parente até a seguradora. O caso aconteceu nesta semana em KwaZulu-Natal, na África do Sul. Sifiso Justice Mtshali estava morto desde o dia 7 de novembro. 

A empresa explica que a não liberação do dinheiro aconteceu porque a documentação estava com um problema que impedia que o seguro fosse liberado para o sepultamento de Sifiso. O caso, um tanto quanto inusitado, foi divulgado pelo site Daily Sun.

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À emissora, os familiares confirmaram que tiveram ajuda de funcionários do necrotério da região e de uma empresa funerária para levar o cadáver à seguradora. Só ao ver o cadáver que a seguradora aceitou pagar a indenização e se desculpou pelo ocorrido. 

Depois de ter sido dada como desaparecida, o corpo de Ione dos Santos foi encontrado dentro de uma geladeira, na sua própria casa, localizada no município de Miguel Pereira, no Rio de Janeiro. Além de atuar como pastora, a vítima também era juíza de paz. 

O principal suspeito do crime é o, então, namorado da pastora e ex-presidiário Luan Nilton Martins, de 30 anos. De acordo com o site O Dia, Luan foi morto no último dia 25 de setembro, em uma troca de tiros com policiais militares. A polícia aponta que o rapaz teria fugido após assassinar a juíza.

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Foi o irmão da vítima quem encontrou o corpo dentro da geladeira, que estava ligada, amarrada com arames e com a porta virada para a parede. O corpo de Ione não apresentava sinais de agressão e, por isso, a polícia acredita que ela tenha sido colocada ainda viva dentro da geladeira. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal.

O corpo do americano William Moldt, que estava desaparecido desde novembro de 1997, foi encontrado 22 anos depois na Flórida, nos Estados Unidos, graças ao Google Maps. De acordo com o jornal The Guardian, imagens de satélite feitas pela plataforma da gigante de buscas americana mostraram um carro submerso em um lago na região.

Segundo as autoridades locais, quem reparou no detalhe estranho no mapa foi um antigo morador do bairro de Grand Isles, na cidade de Wellington, onde foi encontrado o corpo.

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Ele ligou então para Barry Fay, atual vizinho do lago, que resolveu usar um drone para confirmar se o objeto submerso no lago era realmente um carro. Depois de identificar o veículo, o morador ligou para polícia, no dia 28 de agosto, para relatar a descoberta.

A polícia americana retirou o veículo da água, junto com os restos do corpo de Moldt, que faleceu aos 40 anos. "Nunca pensei que um cadáver de 22 anos pudesse estar ali", disse Fay ao jornal local Palm Beach Post. Na entrevista, ele disse também que nunca notou nada de estranho no lago.

O carro estava visível no Google Maps desde 2007, e a imagem gerada por meio do Google Earth, software de mapeamento por satélite criado pela gigante americana.

A entidade dos EUA que auxilia em casos de desaparecimentos disse ao The Guardian que Moldt foi a uma boate em novembro de 1997, ligou para sua namorada dizendo que estava voltando para casa, mas nunca mais apareceu.

Enquanto isso, um oficial norte-americano disse à emissora de televisão britânica BBC que a teoria mais provável é de que Moldt tenha perdido o controle do carro e caído no lago.

Autoridades afirmam que a região em volta do lago estava em construção na época do desaparecimento e que não havia indícios, naquele período, de que o carro tivesse caído na água. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Um corpo caiu de um avião pouco antes do mesmo aterrissar no Aeroporto de Heathrow, em Londres. O cadáver acabou caindo no jardim de uma residência no sul da capital inglesa. De acordo com a companhia aérea Kenya Airways, a hipótese mais provável é que o homem tenha se escondido no trem de pouso da aeronave em Nairobi, capital do Quênia.  

A companhia aérea chamou a morte de "infeliz" e disse que estava cooperando com as autoridades britânicas e quenianas. Ao inspecionar a aeronave, a polícia encontrou uma sacola contendo comida e roupas no trem de pouso traseiro esquerdo.

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Segundo o Mirror, a Scotland Yard soltou um comunicado afirmando que um exame post-mortem será realizado no devido tempo e que está trabalhando para estabelecer a identidade do homem. A morte não está sendo tratada como suspeita.

A viagem de quase 7.000 km entre Nairobi a Londres leva aproximadamente oito horas e 50 minutos.

O corpo de uma mulher, entre 30 e 35 anos, foi resgatado do Rio Capibaribe pelo Corpo de Bombeiros (CB), na manhã desta quarta-feira (26). O cadáver estava sentado, com uma perfuração no pescoço.

Era aproximadamente 9h22 quando uma mulher visualizou a vítima dentro do rio, na altura do Banco Santander da Avenida Martins de Barros, no bairro de Santo Antônio. O CB foi acionado e retirou o corpo, que será averiguado e fica sob os cuidados do Instituto de Criminalística (IC).

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Um médico russo desmembrou e "cozinhou" as partes do corpo de uma transsexual, na cidade de Kursk, na Rússia. Os dois mantinham relações sexuais quando ele percebeu que a mulher havia realizado a cirurgia de mudança de sexo, o que motivou o crime confesso.

O acusado Mikhail Tikhonov, de 27 anos, passava a noite com Nina Surgutskaya, de 25 anos. Os dois faziam sexo quando ele percebeu que ela era trans. Então, o médico estrangulou a vítima ainda na cama e desmembrou seu cadáver. "Nina convidou-o para seu apartamento. Ele notou que seu parceiro já havia sido um homem. Ela tentou continuar o sexo, mas naquele momento ele a agarrou pelo pescoço, apertou forte e só parou quando não tinha mais sinais de vida", afirmou a polícia ao Daily Mail, após depoimento.

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Para se livrar do corpo, Tikhonov levou-o para o banheiro, onde cortou os órgãos internos em pequenos pedaços e os jogou no vaso sanitário. Em seguida, cortou o resto do cadáver e colocou para assar no forno, "para evaporar o excesso de líquido", apontou o Daily Mail. 

Segundo o relatório policial, a cabeça e os membros foram postos em uma mala e lavados ao apartamento do acusado. Depois, Mikhail cortou os membros e costelas antes de jogá-los no lixeiro. Foi nesse momento que as autoridades conseguiram detê-lo. Os policiais encontraram a cabeça ainda presa à espinha, que estava coberta de sal para inibir o forte odor.

Ele só foi detido e interrogado após a mãe da vítima pedir uma investigação. Tikhonov pode pegar até 20 anos de prisão, caso seja condenado por assassinato e mutilação.

Um casa na cidade de Vicenza, no norte da Itália, foi leiloada na última sexta-feira (13), mas ninguém notou que o proprietário estava morto no sofá da sala há nove meses.

De acordo com as autoridades, Walter Dal Zotto, de 42 anos, teria falecido entre junho e julho do ano passado. As causas da morte são desconhecidas, no entanto, acredita-se que ele estava doente.

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O corpo de Zotto foi encontrado depois do término do leilão, quando um oficial de justiça foi até o local para realizar o despejo do proprietário. 

Na madrugada desta sexta-feira (23), ao lançar a rede no Rio Capibaribe, de cima da Ponte Maurício de Nassau, no Recife Antigo, um pescador encontrou um corpo que, segundo o Corpo de Bombeiros, aparenta ter 55 anos de idade. O cadáver, conforme os agentes, não aparentava sinais de agressão.

Os Bombeiros foram chamados para a retirada do corpo por volta das 3h45 de hoje. O homem não portava documento e estava apenas de bermuda. Os oficiais informaram que ao retirar o cadáver do local, ele foi encaminhado para o Instituto de Medicina Legal (IML), onde serão realizados exames para identificar a possível causa da morte.

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Em contato com o IML, eles informaram que a necropsia ainda está em andamento. "Assim, não temos nenhuma informação sobre causa do óbito. O corpo continua sem identificação. Também não há nenhum familiar reclamando o corpo", respondeu o órgão.

Um bebê de 18 meses foi encontrado agarrado no corpo de sua mãe, que se afogou em um canal de Beaumont, nos Estados Unidos. O local foi atingido pela tempestade tropical "Harvey", que já deixou 30 mortos no Texas e no Golfo do México.

O carro da norte-americana ficou preso, nessa terça-feira (29), em um estacionamento alagado. A mulher tentou levar sua filha para um local seguro, mas acabou sendo arrastada pela água.

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Equipes de socorro encontraram a criança agarrada ao corpo da mãe, que morreu afogada. A bebê foi hospitalizada, mas está em condições estáveis.

Beaumont é uma das cidades do Texas, estado fortemente atingido pelo furacão "Harvey", que chegou à região na última sexta-feira (25), com potência de grau 4 em uma escala até 5. O fenômeno já foi rebaixado para tempestade tropical, mas, mesmo assim, provocou enchentes torrenciais no local. 

O senador Álvaro Dias, que se filiou ao Podemos no último sábado (1°), comparou o presidente Michel Temer (PMDB) a “um cadáver em sepulto”. A declaração foi feita no plenário do Senado Federal, nesta segunda-feira (3), quando falava na necessidade de reformas serem feitas no país. 

“Uma reforma de profundidade nesse regime presidencialista tem que ser comandanda e liderada pelo presidente da República. Hoje, temos um presidente da República que, pelas denúncias contra ele, se tornou uma espécie de cadáver político em sepulto”, disparou ao afirmar que as reformas não podem acontecer neste ambiente de incompetência, de corrupção e descrédito generalizado que assola o país. 

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Álvaro também falou que espera que a sociedade tenha a felicidade de escolher um “presidente mudancista”, que seja capaz de assumir a responsalidade da mudança real, competência, e com capacidade de se comunicar com a sociedade. “Como conduzir um processo de reformas desta magnitude neste cenário de descrédito? São reformas fundamentais e esse país haverá de exigi-las. Caso não agora, depois das eleições”, disse. 

O parlamentar continuou a discursar pontuando que o Brasil não é o país do fracasso. “Não foi o Brasil que fracassou, os brasileiros não são fracassados, quem fracasou foi o governo. Ao contrário, o povo deste país não tolera o fracasso, repudia o fracasso. É preciso acreditar na força desta nação e não jogar a toalha diante das dificuldades. Precisamos a aprender a acordar a esperança adormecida e unirmos”. 

Álvaro finalizou declarando que vivemos um “imenso oceano de mazelas e dificuldades” e quem sem reformas mergulharemos “nas aguás sujas do fracasso”. “É hora de fazer um apelo a todos os brasileros de bem. Nos tempos difíceis, temos que aprender a andar em caminhos difíceis de andar”. 

Uma mulher comprou, nos Estados Unidos, um freezer de segunda mão por US$ 30 dólares, que veio com um bônus: a vizinha morta dentro. A Polícia de Goldsboro, na Carolina do Norte (sudeste dos EUA), divulgou a identidade da defunta, nesta sexta-feira. Trata-se de Arma Ann Roush, de 75.

Na última sexta (27), os policiais responderam a uma ligação para o 911, "em referência à descoberta de possíveis restos humanos (...) Os restos estavam localizados em um freezer tipo baú", declarou a Polícia em um comunicado.

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O eletrodoméstico foi comprado da vizinha Marcella Jean Lee, filha de Ann Roush, no início de maio. A nova dona abriu o freezer apenas na sexta passada.

Segundo o canal CBS, a mulher demorou três semanas para abri-lo, porque Marcella Jean Lee lhe disse, ao vender o freezer, que era, na realidade, uma "cápsula do tempo".

A Polícia acrescentou que Marcella, de 56, é procurada por não informar a morte da mãe, com quem vivia. A perícia relatou que a causa da morte é "desconhecida e sem sinais aparentes de que tenha havido um ato criminoso".

"O corpo estava intacto e não estava desmembrado de maneira alguma", acrescentou a Polícia, que agora investiga "como chegou ao freezer".

A polícia britânica decidiu na sexta-feira (27) não indiciar um homem de 59 anos que, "incapaz de aceitar a morte do pai", havia colocado o corpo do falecido em sua poltrona favorita e continuava assistindo televisão com ele.

Timothy Brown e o esqueleto de seu pai estavam há quatro meses em uma casa de Stafford, região central da Inglaterra, quando a polícia, alertada por um vizinho "em estado de choque" com a visão digna do filme "Psicose" de Alfred Hitchcock, deteve o filho por "dissimulação de cadáver".

"Da cozinha era possível ouvir a televisão a todo volume. Fui observar, a porta dos fundos estava encostada, conversei por um momento com Tim da escada. Estava na sala assistindo um programa. Quando abri completamente a porta, vi a poltrona e um crânio que aparecia, fiquei impactado", disse o vizinho aos policiais, segundo a imprensa.

O filho explicou à polícia que instalou o pai, Kenneth, de 94 anos, em sua poltrona favorita, perto da chaminé, depois que um incêndio foi registrado em seu quarto no mês de junho.

"Uma tigela de sopa o reconfortou", pensou, mas no dia seguinte Timothy encontrou o pai morto na poltrona. E decidiu deixar o falecido no local, com o mesmo pijama, e continuar assistindo TV em sua companhia.

"Não conseguia aceitar que o pai estava morto. Eram muito próximos e viviam reclusos. O filho sabia que deveria informar a morte do pai, mas não conseguia fazer isto", explicou Andrew Weatherley, da polícia de Stafford, que decidiu arquivar o caso.

Com o estado avançado de decomposição do corpo, a investigação não conseguiu elucidar todos os mistérios da morte do idoso. A necropsia constatou algumas costelas fraturadas, sem dúvida provocadas pela queda da cama no momento do incêndio.

A polícia considerou que o filho "não tinha nenhuma razão" para matar o pai e decidiu encerrar o assunto. "Porque, definitivamente, trata-se antes de mais nada da história de um filho que perdeu o pai", disse Weatherley.

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A fascinação pelos mistérios da morte sempre esteve presente na vida de Luzinete dos Anjos. Quando criança, enfeitava suas bonecas com flores e fazia sepultamentos de brincadeira. Também não deixava de acompanhar todos os velórios que aconteciam na cidade onde morava, Goiana, no Litoral de Pernambuco. Ela seguia os cortejos, entrava cemitério a dentro e só saía de lá no último pingo de lágrima dos parentes e amigos do morto. Esse gosto, considerado por alguns um tanto estranho, intrigou a mãe de Luzinete. “Menina, tu gosta tanto de enterro que qualquer dia um defunto vai te puxar pra cova”, dizia a mãe.

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A mãe de Luzinete estava certa. A garota, na época com seis anos, não chegou a ser puxada por um cadáver, mas de fato caiu numa cova. “De tanto eu acompanhar os enterros da cidade onde morava, certo dia acabei pisando numa cova com terra mole e caí dentro do buraco. A sorte foi que meus amiguinhos me puxaram! Daí por diante fiquei com um trauma terrível e não quis mais saber de enterros”, relata Luzinete. Mas o destino dela estava traçado. O trauma sumiu e, já adulta, Luzinete mais uma vez passou a conviver com a rotina dos velórios. Começou a trabalhar com serviços gerais no Cemitério Morada da Paz, em Paulista, na Região Metropolitana do Recife, e, vez ou outra, era convidada por familiares para fazer pequenas maquiagens nos corpos que estavam sendo velados. Até que veio um chamado oficial: Luzinete foi convidada para trabalhar no setor de tanatopraxia da empresa. Ela aceitou o convite, passou por diversas capacitações, dentro e fora de Pernambuco, e já completou dez anos como tanatopraxista. Hoje, inclusive, é coordenadora do setor.

“A tanatopraxia é a preparação do corpo para o velório através de produtos químicos e técnicas aprendidas em cursos de capacitação. O processo dura, em média, cerca de duas horas, e consiste na troca de líquidos por fluxos sanguíneos do corpo. A ideia é impedir a decomposição do corpo antes da realização do velório e do sepultamento. Também usamos algumas técnicas de maquiagem e reconstrução facial para dar uma naturalidade ao corpo”, explica Luzinete (foto abaixo). De acordo com a tanatopraxista, antes da maquiagem o cadáver passa por um banho, realizado com os mesmos produtos de limpeza utilizados em vida, como shampoo e condicionador.

Para Luzinete, o trabalho de preparação do corpo pode não acabar com a dor da perda dos familiares, mas tenta manter viva a imagem da pessoa em vida. “É muito bom ouvir dos familiares que a pessoa, depois de preparada, está com uma imagem bem parecida de quando ela estava viva. Certo dia preparei uma senhora que era muito festiva, pois era dona de uma boate. Antes de morrer, ela deixou tudo preparado para seu velório. Depois que ela morreu e o corpo chegou para ser preparado, vi que ela estava com um vestido belíssimo, cheio de brilho, do jeito que ela usava quando estava viva. Resolvi então fazer uma maquiagem mais forte, mas fiquei com um pouco de medo da família estranhar. Quando chamei o marido dela, ele aprovou de imediato e ficou muito alegre com a maquiagem. Outras pessoas da família também elogiaram, assim como os amigos. Alguns disseram que ela estava muito parecida quando ia para as festas. São fatos assim que me deixam muito feliz com meu trabalho”, conta Luzinete. Em média, o setor de tanatopraxia do Morada da Paz chega a preparar cerca de 200 corpos por mês.

O tanatopraxista cantor

Assim como Luzinete, Gustavo Machado sempre buscou perguntas sobre o que é a morte. Depois de perder a mãe, ele começou a estudar e questionar teorias que abordavam o universo do fim da vida. Toda essa curiosidade levou o rapaz a estudar a tanatopraxia e há 30 anos ele vive da preparação de corpos para sepultamentos. O curioso é que, durante o procedimento, ele canta bastante em meio aos corpos. Segundo ele, isso ajuda a tirar o estresse.

Desenvolto nas palavras e convicto de que é um dos melhores tanatopraxistas do Recife, Gustavo já trabalhou em inúmeras empresas localizadas nas imediações do Cemitério de Santo Amaro, no bairro de mesmo nome, área central da capital pernambucana. Segundo ele, independente de quanto trágica foi a morte de um indivíduo, não existe reconstituição difícil para tornar o cadáver visível. “Eu conheço técnicas que trazem uma ótima reconstituição para o cadáver. Não existe corpo difícil. O que existem são pessoas amadoras que enganam muita gente, dizendo que sabem fazer a tanatopraxia, mas na verdade não sabem de nada”, afirma Machado.

De acordo com o tanatopraxista, a preparação de um corpo é feita a partir de R$ 200, mas, dependendo da situação do cadáver e se o defunto será transportado para uma localidade distante, esse valor pode ficar muito mais caro. Gustavo Machado afirma que já preparou quase 35 mil corpos para enterros. No vídeo a seguir, veja mais depoimentos de Luzinete e Gustavo sobre o dia a dia da tanatopraxia.

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O coveiro

Um das mais tradicionais profissões que atuam com a morte é a função de coveiro. Responsáveis por cavar covas e jogar arreia sobre os corpos, eles são personagens marcantes nos sepultamentos. Muitos já não conseguem demonstrar tristeza pela dor dos familiares, graças aos muitos anos convivendo diariamente com as despedidas. Conhecido como Fiel, há 17 anos Genildo José dos Santos têm a missão de, 12 horas por dia, enterrar pessoas. Ele é um típico exemplo de coveiro que já não se emociona com os sepultamentos.

“De tanto ver e fazer enterro, a gente já sabe qual é o choro verdadeiro e qual é o choro falso. Nem todo mundo que vem para um sepultamento está triste de verdade, entendeu? Estou tão acostumado em fazer isso que já não sinto tristeza. Esse é um trabalho como outro qualquer e, como somos profissionais, já não é novidade enterrar o povo”, relata Genildo.

Mesmo sem se emocionar, como bom coveiro que é Genildo tem boas histórias de cemitério para contar. Boa parte delas é de autoria de amigos, mas ele não garante a veracidade. “Tem cara que diz que vê algumas coisas, mas não sei se é verdade. Não tenho como provar”, conta o coveiro, aos risos. Porém, ele alega que, após às 18h, existe um trecho do cemitério que causa arrepios. Mesmo assim, ele gosta do trabalho, não pensa em fazer outra coisa e já sabe como será seu enterro. “A morte é uma obrigação da vida. A gente vive e um dia teremos que morrer. Depois que vim trabalhar aqui passei a dar mais valor à vida. Nós precisamos viver intensamente porque, depois que a morte chega, a gente não faz mais nada”, diz o coveiro. 

 

O corpo de um homem ainda não identificado foi encontrado sábado (18) na favela da Rocinha. O cadáver estava na localidade conhecida como Terreirão e os moradores chamaram os agentes da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). Ainda não há informações sobre identificação e as circunstâncias da morte. O caso é investigado pela Divisão de Homicídios da capital.

Troca de tiros

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No Morro São Carlos, no Estácio, zona norte, dois policiais ficaram feridos após troca de tiros com traficantes no Largo da Bica. Um soldado da UPP local foi atingido na barriga e passou por uma cirurgia de madrugada deste domingo (19), no Hospital Central da PM, que fica em frente à favela. Ele está em estado grave, porém estável. Outro soldado foi ferido no ombro e na perna. Policiais fazem buscas na favela para tentar encontrar os envolvidos no tiroteio.

Na Vila Kennedy, zona oeste do Rio, houve troca de tiros na favela da Metral entre policiais da UPP e bandidos por volta das 2h30 deste domingo. Ninguém ficou ferido ou foi preso e o caso foi registrado na 34ª Delegacia de Polícia (Bangu).

Mergulhadores do Corpo de Bombeiros foram acionados nesta quarta-feira (1°) para resgatar um cadáver de dentro do Rio Pirapama, no Cabo de Santo Agostinho, Região Metropolitana do Recife (RMR). Segundo informações repassadas, a vítima é um homem, que aparenta ter 40 anos de idade.

A causa da morte da vítima ainda não foi divulgada. Segundo dos Bombeiros, uma pessoa que passava próximo ao Rio viu o corpo boiando e acionou o serviço da corporação. Após ser resgatado, o cadáver foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML) do Recife, no bairro de Santo Amaro. O nome da vítima ainda não foi revelado.

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Soldados do Corpo de Bombeiros de Pernambuco (CBMPE) retiraram do Rio Capibaribe, no final da manhã desta terça-feira (26), um corpo de um homem não identificado, que apareceu boiando por volta das 10h de hoje. Segundo a Polícia Militar, informações sobre o cadáver partiram do Disk-Denúncia, porém, não há nada concreto que indique as causas da morte.

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O corpo foi identificado por um barco de passeio e policiais militares avistaram o cadáver da Ponte da Capunga, no bairro das Graças, Zona Norte do Recife. Ainda nas Graças, agentes dos Bombeiros amarraram uma corda no homem e o levaram até as proximidades do Estádio da Ilha do Retiro, onde há uma rampa que dá acesso ao Rio Capibaribe. Lá, o corpo foi retirado e até às 12h ainda aguardava a chegada do resgate do Instituto de Medicina Legal (IML).

De acordo com a PM, só após os exames do IML será possível determinar a causa da morte. Se existir confirmação de homicídio, a investigação ficará a cargo da Polícia Civil.

 

O Tribunal de Justiça de Pernambuco decidiu que o trio conhecido como “Canibais de Garanhuns”, acusado de matar e guardar parte dos corpos das vítimas para rechear salgados, como coxinhas e empadas, vai a júri popular no dia 20 de outubro deste ano, às 9h. A decisão foi proferida pela juíza Maria Segunda Gomes de Lima, da Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Olinda.

De acordo com a sentença, os réus, Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, Isabel Cristina Torreão Píres e Bruna Cristina Oliveira da Silva, vão responder pela morte de Jéssica Camila da Silva Pereira, na época com 17 anos. O crime ocorreu em 2008, na cidade de Olinda, na Região Metropolitana do Recife (RMR).

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Segundo a denúncia do Ministério Público de Pernambuco, a vítima foi assassinada no mês de maio, na Avenida Colibri, Rua-A, número 1272, Loteamento Boa Fé-I, em Rio Doce, Olinda. O corpo da adolescente foi partido em pedaços. Após o crime, os réus também passaram a criar a filha da vítima. Uma das acusadas, Bruna Cristina, ainda assumiu a identidade de Jéssica Camila.

O trio está sendo acusado de homicídio quadruplamente qualificado, por motivo fútil e sem chance de defesa a vítima, e ainda por ocultação de cadáver. 

A demora para o recolhimento de um cadáver revoltou os comerciantes e moradores do Bairro da Boa Vista, área central do Recife, nesta terça-feira (3). O corpo da moradora de rua, Maria do Carmo, de 57 anos, foi encontrado no início da manhã, em frente à Policlínica Gouveia de Barros, e levou seis horas para ser levado ao Instituto de Medicina Legal, também localizado no Centro da capital. O motivo do atraso, de acordo com a polícia, ocorreu devido a um serviço de manutenção para a Copa 2014.  

“O lapso temporal no atendimento da ocorrência citada, se deu em virtude da manutenção preventiva do sistema do Ciods visando à Copa do Mundo FIFA 2014”, justificou o Gerente Geral do Centro Integrado de Operações de Defesa Social (Ciods), Coronel Ricardo Fentes Gomes.

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O corpo de Maria do Carmo ainda passa por perícias. A polícia não sabe as causas da morte.

 

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