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Neste fim de semana, dois bares e uma casa de shows com mais de 40 pessoas foram interditados pelo Procon-PE (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor). Os estabelecimentos no Grande Recife descumpriam o decreto do Governo de Pernambuco para controlar a Covid-19.

Na noite do sábado (1º), o Parque Show Curado, no Curado 5, em Jaboatão dos Guararapes, promovia uma festa de aniversário clandestina e foi fechado pela fiscalização. No local, mais de 40 convidados se aglomeravam e não utilizavam máscara de proteção, de acordo com a entidade. Todos foram conduzidos para a Delegacia de Prazeres.

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Já no Recife, os bares Liamba, no bairro da Graças, e o Back da Capung Beer, na Madalena, estouraram o prazo de funcionamento de fins de semana e feriados, e foram autuados com as portas abertas após às 18h.

O levantamento do Procon-PE calcula que 697 estabelecimentos foram visitados só neste ano. Desses, 187 foram autuados e 53 interditados.

“Vamos continuar fiscalizando e punindo quem não cumprir as medidas previstas pelo Governo de Pernambuco. Não é nossa intenção punir ninguém, mas os estabelecimentos e as pessoas precisam se conscientizar do momento de difícil que estamos atravessando”, reforça o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico.

A Polícia Civil do Paraná flagrou um cassino clandestino em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, na segunda-feira (1º). Segundo a polícia, 17 pessoas estavam aglomeradas no local, a maioria idosa.

Além da prática de jogo ilegal, os presentes descumpriam as medidas preventivas estabelecidas em decreto publicado na sexta-feira (26). Denúncias recebidas pela polícia apontavam que o local atendia cerca de 50 pessoas por dia.

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"Na hora do almoço, os policiais civis ficaram um tempo em observação e constataram um fluxo de pessoas entrando e saindo, o qual chamava a atenção por possuir muitas câmeras de segurança, mas nenhuma indicação de atividade comercial", disse o delegado do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), Rodrigo Brown de Oliveira.

Muitos estavam sem máscara e o estabelecimento não oferecia álcool em gel. O local era fechado e sem ventilação.

"Aqui o movimento é maior à noite, mas quando tivemos conhecimento, preferimos cessar a atividade, justamente para evitar o risco de mais pessoas ficarem aglomeradas e precisarem ser conduzidas à delegacia, aumentando o risco de todos os policiais e dos presentes em relação à contaminação pela Covid-19", explicou o delegado.

Todas as pessoas que estavam no cassino foram encaminhadas à delegacia. Das 17, 15 assinaram termos circunstanciados e duas foram responsabilizadas pelo descumprimento de medidas sanitárias e prática de jogos ilegais. As máquinas, fichas, dados, baralhos e outros materiais foram apreendidos.

O administrador Diego Oliveira, de 36 anos, morreu após cair do muro que separa o México do estado norte-americano do Texas. Na queda, ele bateu a cabeça e quebrou a bacia.

O goiano de São Luís de Montes Belos tentou entrar clandestinamente nos Estados Unidos em busca da estabilidade financeira, no último dia 7. "Ele sempre teve o sonho de ir para os Estados Unidos. Estava cheio de planos para ele e a noiva. O objetivo dele era dar melhores condições de vida para a família, principalmente para os pais", revelou um parente, que não quis se identificar, em entrevista ao G1.

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O último contato com os familiares foi com o pai, de 60 anos, por volta das 21h do dia do acidente. "Pai, vou fazer a travessia agora a noite, depois nos falamos. Beijos", disse o familiar da vítima.

A família só voltou a ter notícias de Diogo na manhã do sábado (12), quando o consulado brasileiro no México informou sobre a morte. Agora, seus pais lutam pelo transporte do corpo ao Brasil e enviaram uma procuração a conhecidos nos EUA para contratar uma empresa responsável pelo translado. Em nota, o Itamaraty garantiu que oferece assistência aos familiares, mas não deu detalhes sobre o caso.

A vítima já havia tentado tirar o visto norte-americano em três oportunidades, entre 2017 e 2019. Ele estava desempregado após a loja na qual era gerente, no shopping de Goiânia, ser fechada devido à pandemia. Desde então, a crise financeira aumentou a vontade de morar nos EUA aumentou e goiano comprou uma passagem para Cancún, no México.

Diogo ainda contratou uma pessoa para orientar sua travessia, função popularizada como 'coiote', entretanto a família diz não saber a identidade do atravessador. "Ele não estaria sozinho nos Estados Unidos. Conhecidos nossos o ajudariam a arrumar trabalho e casa para morar. Depois, ele seguiria a vida por conta própria", relatou o familiar.

Um abrigo clandestino de idosos, localizado no bairro da Mangabeira, Zona Oeste do Recife, foi interditado nessa segunda-feira (30). A proprietária do local foi presa por maus tratos, retenção do cartão de benefício e apropriação indevida dos rendimentos de idosos. 

Os próprios moradores do entorno realizaram a denúncia junto à Promotoria de Justiça e Cidadania. Eles informaram que o abrigo amontoava 11 idosos e duas pessoas com necessidades especiais, que estavam expostas a condições degradantes. 
 
A Vigilância Sanitária encontrou fraldas e alimentos jogados no chão do abrigo, que não tinha ventilação adequada, nem possuía enfermeiros ou responsáveis técnicos. Parte do almoço que seria servido estava estragado e remédios estavam jogados.

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"Não foi apresentado alvará de funcionamento, CNPJ, não havia, sequer, ficha cadastral dos abrigados, prontuário médico, nem prescrições médicas para os medicamentos ministrados", indica a Polícia Civil (PC), que acrescenta que os idosos revesavam poltronas e camas. 

Os quatro colaboradores trabalhavam sem carteira assinada e eram remunerados com o saque dos benefícios dos abrigados. Um dos cartões ainda teria sido empenhado numa farmácia.

O local foi fechado pela Delegacia do Idoso (DHPP) e uma idosa, de 95 anos, precisou ser socorrida para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), com escaras "gravíssimas" nas costas. "Ao longo desses meses na Delegacia do Idoso, nunca vi escaras tão horrorosas. As fotos são chocantes e sequer podrão ser exibidas", disse a delegada Tereza Nogueira.

O grupo Mulheres do Brasil uniu-se às autoridades para identificar as famílias das vítimas. Os que se negarem a receber os idosos responderão criminalmente, reforça a PC.

Duas festas irregulares com público somado de cerca de sete mil pessoas foram fechadas pelas equipes de segurança pública do Amazonas em conjunto com órgãos da Prefeitura de Manaus-AM na noite do domingo (20). Os eventos foram localizados após recebimento de denúncia.

Um dos eventos era um forró, realizado no Clube dos Empregados da Petrobras. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), havia cerca de quatro mil pessoas no local e a festa estava sendo realizada desde a tarde.

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O outro evento encerrado foi um baile funk com aproximadamente três mil pessoas na Associação dos Servidores do Incra.

Ambos os eventos foram fechados por causa da aglomeração e por não apresentarem licença sanitária. Os realizadores do evento foram identificados e podem ser punidos

Mulheres imigrantes teriam sido submetidas a retiradas completas ou parciais do útero em centro de detenção dos Estados Unidos, segundo denunciou uma enfermeira que trabalhou no local. Autoridades migratórias, parlamentares e o Departamento de Segurança Nacional vão investigar o caso.

A enfermeira Dawn Wooten relatou que um ginecologista fazia histerectomia, que é a retirada do útero por cirurgia, em massa nas imigrantes clandestinas. O centro de detenção, localizado na cidade de Irwin, também se recusava a fazer testes do novo coronavírus nos detentos, a denunciante alega.

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As mulheres eram encaminhadas a ginecologistas ao reclamarem de cólica ou pedirem métodos contraceptivos. Segundo Wooten, muitas mulheres não entendiam qual era o procedimento que estavam recebendo.

O Partido Democrata teve acesso à denúncia e anunciou que investigará o caso. A presidente da Câmara, a democrata Nancy Pelosi, disse se tratar de uma violação impressionante dos direitos humanos. "O congresso e o povo americano precisam saber por que e sob quais condições tantas mulheres, supostamente sem darem consentimento, foram forçadas a se submeter a este procedimento extremamente invasivo e alterador de vida", declarou Pelosi.

A diretoria médica do Serviço de Alfândegas e Imigração (ICE) dos Estados Unidos negou irregularidades e afirmou que o centro fez apenas dois procedimentos do tipo desde 2018, sempre com aprovação após exames. Em nota, o Serviço disse que uma histerectomia jamais seria feita sem a vontade da paciente. A empresa privada responsável pelo centro, LaSalle Corrections, declarou repudiar fortemente as denúncias e suspeitas de má conduta.

A Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) fechou um abatedouro clandestino em São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana do Recife (RMR), na sexta-feira (11). Os fiscais localizaram o abatedouro após denúncia anônima.

No local, havia diversas irregularidades ambientais, como ausência de licença ambiental ou alvará de funcionamento, maus tratos a animais e despejo irregular de efluentes em riacho. Segundo a CPRH, foi encontrada uma situação de total ausência de condições sanitárias durante o abate, corte e armazenamento do produto de origem animal.

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Os fiscais apreenderam oito animais vivos, sendo seis bovinos, um equino e um suíno. Também foram recolhidos veículos e ferramentas usadas para sacrificar os animais. 

Os infratores conseguiram fugir, deixando no local alguns pertences. Não foi possível quantificar o volume da carne abatida e de carcaças porque não houve condições de pesagem. O local deverá ser embargado e o proprietário multado.

Quase 100 pessoas morreram após a ingestão de álcool produzido em destilarias clandestinas no estado de Punjab, na Índia, informaram autoridades neste domingo(02).

A polícia prendeu 25 pessoas supostamente envolvidas na tragédia que começou na semana passada, informou a agência Press Trust.

A cada ano, centenas de pessoas morrem no país devido ao álcool produzido em destilarias clandestinas, vendido por apenas 10 rúpias (13 centavos de dólar) por litro.

Os 98 mortos incluem 75 óbitos na cidade de Tarn Taran, em Punjab, disse Kulwant Singh, vice-comissário da administração regional.

"Algumas famílias se negam a dar detalhes sobre os mortos e até os queimaram. Chegamos a esse número depois de compilarmos as informações", disse Singh à AFP.

O primeiro-ministro do estado de Punjab, Amarinder Singh, disse na sexta-feira que ordenou uma investigação sobre as mortes e que "ninguém considerado culpado será perdoado".

Este caso ocorre depois que as autoridades do estado de Andhra Pradesh, no sudeste do país, anunciaram na sexta-feira a morte de nove pessoas que consumiram gel hidroalcoólico.

As vítimas beberam o antibactericida como substituto do álcool, cuja venda foi restringida durante o confinamento imposto pela pandemia de coronavírus.

Cerca de 5 bilhões de litros de bebidas alcoólicas são consumidos a cada ano na Índia, sendo 40% fabricados ilegalmente, de acordo com a Associação Indiana de Bebidas Espirituosas e Vinhos.

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A Polícia Federal cumpriu quatro mandados de busca e apreensão na Região Metropolitana do Recife (RMR) para investigar um sistema clandestino de consórcio que prometia facilitar a realização de cirurgias plásticas. Na manhã dessa terça-feira (11), mais de 150 contratos, agendas, celulares e um laptop, foram apreendidos em uma empresa e em residências.

"Principalmente mulheres participavam de consórcio dando uma parcela por mês e quando eram sorteadas, tinham [supostamente] direito às cirurgias [...] Várias dessas mulheres quando foram sorteadas não tiveram o direito a realizar a cirurgia", apontou o chefe de comunicação Giovani Santoro.

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Ele explica que as parcelas mensais variavam entre R$ 300 a R$ 500, dependendo da complexidade do procedimento desejado pela cliente. "Tiveram pessoas que já havia pago mais de 50 parcelas entre R$ 40 mil e R$ 50 mil. Realmente é algo muito grave", avaliou.

Sem suporte médico ou autorização do Banco Central, caso condenados, os suspeitos podem receber uma pena de até 18 anos de prisão por crimes contra o sistema financeiro. O material apreendido nos bairros da Iputinga, Boa viagem, Piedade e Marcos Freira, além da Olinda, serão analisados.

A instrução da PF é que as pessoas lesadas tentem recuperar a quantia investida por meio de ação na esfera cível.

Uma organização criminosa responsável por fabricar e traficar anabolizantes foi desmontada em Maceió e no Recife. Após investigação, cinco pessoas foram detidas com uma grande quantidade de substâncias e dezenas de materiais utilizados para produzir e distribuir o produto ilegal.

De acordo com as autoridades, o grupo era liderado por um casal de fisiculturistas, de 25 e 26 anos. Eles eram responsáveis pela compra dos insumos e vendiam o anabolizante clandestino em academias de musculação de Maceió.

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O homem e a mulher foram capturados na casa de parentes e seguiram para a residência, no Condomínio Artemísia, no bairro do Feitosa. Um laboratório clandestino funcionava no local, constatou a Polícia Civil na última sexta-feira (24), após cumprir o mandado de busca apreensão.

Outros dois suspeitos, de 27 e 26, foram capturados com uma grande quantidade de substâncias. O mais velho foi preso em outro residencial, no bairro São Jorge. Já o segundo, foi localizado no bairro de Jardim São Paulo, no Recife. 

O quinto suspeito, de 27 anos, foi autuado por comercializar os anabolizantes ilegalmente. Entretanto, nenhum ilícito foi encontrado durante a abordagem. O grupo foi autuado e está à disposição da Justiça.

"Actually I'm in Havana" é mais do que uma frase, é um sentimento que a estilista cubana Idania del Rio estampou em suas primeiras camisetas quando criou a marca Clandestina em 2015. Recentemente, a gigante espanhola Zara lançou uma coleção com a frase: "Mentally I'm in Havana". Seria uma cópia?

A marca cubana tem uma loja no coração de Cuba, entre prédios antigos e carros dos anos 50 que transitam todos os dias por Habana Vieja. E atrai dezenas de turistas.

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É a moda "à la cubana", que se adapta às limitações de insumos e aproveita o impulso à iniciativa privada usando reciclagem, reivenção de peças, frases de efeito e a ruptura estética.

Há alguns dias seus clientes fora da ilha enviaram fotos de peças da Zara com frases similares às da marca.

"A mais evidente é Actually I'm in Havana (Na verdade estou em Havana). A Zara lançou a camiseta com a frase Mentally I'm in Havana (Mentalmente estou em Havana)", diz Idania del Rio.

"Não copia a frase literalmente, muda uma palavra, mas o sentido é igual. Não mudou Havana por Beirute. O sentido da frase, o que significa, é muito parecido", diz a estilista.

A Clandestina tem uma coleção "País em Construção", nas cores amarelo e preto. A Zara tem camisetas com as mesmas cores e a frase "Under Construction", denunciou a marca cubana em um vídeo em suas redes sociais.

A estilista diz que os advogados explicaram que entrar com um processo é muito difícil. E acredita que o melhor que pode acontecer é que a Zara deixe de vender as peças em talvez um mês, mas não graças a reclamação da Clandestina, e sim por seu negócio de "fast fashion", em que tudo acaba rápido.

A AFP contactou o Inditex na Espanha, proprietário da marca Zara, mas não recebeu resposta.

A marca não tem lojas em Cuba. Em 2009 abriu uma em acordo com uma empresa estatal com intermediários, que ficou aberta por poucas semanas antes de fechar definitivamente.

Um ponto de venda de combustível clandestino, que repassava o litro da gasolina por R$ 2,50, foi desarticulado em uma residência na comunidade Comercial Norte, no bairro Mario Andreazza, localizado em Bayeux, na Região Metropolitana de João Pessoa, na Paraíba. Cobrando um valor equivalente a 40% abaixo do mercado, no local estavam armazenados 340 litros de gasolina.

O suspeito de 53 anos foi preso em flagrante com 14 galões de gasolina, nessa segunda-feira (15). Ele é reincidente pela mesma prática e afirmou que voltou ao comércio clandestino há cerca de dois meses, comprando a gasolina no porto de Cabedelo. Entretanto, não revelou se o material originava de uma carga desviada ou se tratava de um produto adulterado.

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Na residência, também foi encontrada uma espingarda. Lá, moravam a esposa e dois filhos, que corriam risco de vida; já que o material inflamável era estocado em vários cômodos da casa.

Com informações da assessoria

Xuxa Meneghel não foi a única celebridade que enfrentou problemas com o transporte aéreo nos últimos meses. De acordo com a ANAC - Agência Nacional de Avião Civil - a cantora Claudia Leitte também passou pela mesma situação há alguns meses, quando teve a mesma aeronave de Xuxa interditada.

No último domingo, dia 25, o avião que transportou Xuxa Meneghel para Fortaleza e teria que levar a apresentadora e sua equipe de volta ao Rio de Janeiro no último domingo, dia 25, acabou sendo interditado pela ANAC após descobrir que ele estava fazendo o serviço de forma irregular. A aeronave em questão, de matrícula PR-OLB, que pertence à empresa Agropecuária Letícia Ltda, estava atuando como táxi aéreo, quando na verdade só possuía autorização para prestar transporte privado. Após a interdição, Xuxa acabou ficando na mão e precisou passar mais de 12 horas no aeroporto antes de conseguir retornar para a casa.

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Através da assessoria de imprensa, a ANAC informou que o incidente é comum entre as celebridades, que acabam sendo vítimas da infração cometida por terceiros. O gerente de Ação Fiscal da SFI da ANAC, Marcelo Lima, informa que a Agência considera muito grave o transporte aéreo clandestino:

Muitos artistas têm sido vítimas deste tipo de infração, que pode colocar em risco a segurança das pessoas a bordo e em solo. Vamos instaurar um processo administrativo para apurar as possíveis infrações e aplicar medidas enérgicas para evitar que este tipo de coisa ocorra novamente.

A mesma aeronave foi lacrada em outubro deste ano, quando foi verificado que a empresa não poderia realizar transporte remunerado por não garantirem as condições necessárias de segurança desse tipo de operação. Entre os passageiros estava a cantora Claudia Leitte, que tentava se deslocar do aeroporto de Salvador, na Bahia, para o aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

Nas redes sociais, Xuxa Meneghel fez um enorme relato sobre a situação complicada que precisou enfrentar. A artista descobriu ao chegar no aeroporto, na noite do sábado, dia 24, que o jato reservado pela empresa que a contratou para realizar show em Fortaleza, a Planner Eventos, não poderia levantar voo porque estava ilegal e não tinha autorização da Anac para prestar serviço de táxi aéreo.

Xuxa tinha um segundo show marcado para o dia 1 de dezembro em Recife, pela mesma empresa contratante, e já avisou aos fãs que não irá se apresentar.

Gostaria de dizer não farei o show, sinto muito. Essa pessoa não é uma pessoa digna, então eu não posso ser profissional. Poderia ter acontecido alguma coisa com a gente neste avião, declarou durante a madrugada.

Por meio de sua assessora, Xuxa também afirmou que irá processar a Planner Eventos pelos danos causados a ela e sua equipe, já que não teve assistência da contratante. A apresentadora ainda alega que precisou arcar com os custos para voltar ao Rio de Janeiro.

Após horas em silêncio, a Planner Eventos usou as redes sociais durante a noite de domingo, dia 24, para afirmar que está apurando quais são os reais responsáveis pela confusão. Em nota, a empresa relatou que o voo em questão seria operado pela empresa Pacific e que a tripulação foi informada da interdição pela Anac ao solicitar o plano de voo.

A Planner Eeventos, vem através dessa nota, exercer seu direito de resposta aos vídeos publicados pela artista Xuxa Meneghel, sobre o seu voo de volta de Fortaleza ao Rio de Janeiro, que ocorreria no dia 24/11, após o seu show em Fortaleza. A aeronave foi operada pela empresa Pacific, que trouxe a artista do Rio de Janeiro a Fortaleza, na tarde do dia 24/11, por volta de 13h e a levaria de volta, logo após a apresentação. Por volta de 23h, ao realizar a solicitação de plano de voo para o Rio de Janeiro, a tripulação foi informada que a aeronave foi interditada pela ANAC. Ao saber do ocorrido, toda a equipe da Planner foi mobilizada para providenciar a hospedagem e logística para a artista e toda sua equipe, enquanto o diretor da empresa Pacific, buscava alternativa junto a vários parceiros próximos da região para viabilizar o retorno, que pudessem ter um voo que chegasse imediatamente a Fortaleza e encaminhá-los ao Rio de Janeiro.Jamais contrataríamos um voo que oferecesse riscos a uma atração.Todo o nosso setor jurídico trabalha desde o ocorrido para apurar os fatos e reais responsáveis. Contamos com o apoio de todos.

A proposta que prevê a legalização dos jogos de azar e a reabertura dos cassinos no país está pronta para ser analisada em Plenário, mas segue dividindo opiniões na Casa. O PLS 186/2014, do senador Ciro Nogueira (PP-PI), autoriza a exploração de “jogos de fortuna”, on-line ou presenciais, em todo o território nacional.

Pelo substitutivo do senador licenciado Benedito de Lira (PP-AL) à proposta, a regulamentação contempla o jogo do bicho; vídeo-bingo e videojogo; bingos; cassinos em complexos integrados de lazer; apostas esportivas e não esportivas e cassinos on-line. O credenciamento para exploração do jogo de bingo e vídeo-bingo terá prazo de 20 anos, renovável por igual período, e será de responsabilidade dos estados. Já o dos cassinos terá validade de 30 anos, podendo ser renovado por sucessivos períodos.

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Após o envio do texto ao Plenário, depois de receber parecer pela rejeição na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), em março deste ano, foram apresentados dois requerimentos que precisam ser votados antes de os senadores analisarem o projeto.

O primeiro (RQS 149/2018), do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), solicita a tramitação em conjunto de outro projeto (PLS 595/2015), que prevê a promoção do ecoturismo em unidades de conservação através da gestão compartilhada com hotéis-cassino e cria a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incidente sobre a operação de hotéis-cassino (Cide Verde). A matéria estava na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), sob a relatoria do próprio Bezerra.

O segundo requerimento (RQS 150/2018) do senador Wellington Fagundes (PR-MT), solicita que o PLS 186/2014 seja encaminhado para análise da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR).

A proposta de legalizar os jogos de azar tinha sido aprovada no ano passado pela Comissão Especial de Desenvolvimento Nacional (CEDN), que poderia decidir de forma terminativa. Mas houve requerimento para que fosse votada antes na CCJ, onde a maioria dos senadores a rejeitou, seguindo as posições dos senadores Magno Malta (PR-ES) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que apresentaram votos em separado pela rejeição.

Randolfe afirmou à época que o projeto era muito permissivo, amplo e carente de qualquer mecanismo de controle mais efetivo do Estado, cuja ausência poderia acarretar o uso da prática dos jogos de azar para a lavagem de dinheiro, sonegação de impostos e evasão de receita.

“Sua aprovação irá liberar a exploração dos jogos de azar sem que nenhuma autoridade governamental controle essa atividade, fomentando assim práticas criminosas”, apontou ao ler seu parecer.

O senador argumentou que a legalização dos jogos teria “nefasto” impacto psíquico e sociofamiliar sobre o jogador contumaz e não produziria aumento de receita tributária nem fomentaria o turismo no Brasil, como alegam os defensores do projeto.

Na mesma linha, o senador Magno Malta (PR-ES) afirou que “não há motivos nem argumentos que demonstrem que legalizar a exploração dos jogos de azar no Brasil é decisão acertada. O projeto vende a imagem falsa de 'salvação da economia', com a alegação de que legalizar vai criar empregos e levar para os cofres públicos cerca de R$ 15 bi de impostos a mais, por ano. Esse número é fictício, irreal”.

Clandestinidade

Em resposta, Benedito de Lira sustentou que estabelecer um marco regulatório para os jogos ajudaria a enfrentar os problemas que já existem na clandestinidade:

— É justamente a legalização dos jogos de fortuna que acabará com os jogos clandestinos. Tornar transparente essa atividade em muito ajudará no combate à lavagem de dinheiro. A legalização também permitirá atendimento aos viciados em jogos que na clandestinidade de hoje não possuem saída alguma. Se chegar hoje em São Paulo você vai encontrar muitas casas de bingo lotadas. Lavagem de dinheiro existe hoje porque tudo é feito às escondidas.

Ciro Nogueira argumentou que o objetivo do projeto é garantir mais dinheiro aos cofres públicos, além de gerar milhares de empregos. Afirmou ainda que existe uma "cortina de fumaça", como se o jogo já não fosse uma realidade:

— O Brasil hoje é um dos países em que mais se joga no mundo. O mercado clandestino movimenta cerca de R$ 20 bilhões por ano.

Da Agência Senado

A colombiana Shakira liberou nesta sexta-feira (27) o clipe da música "Clandestino". Com participação do cantor Maluma, a loira repete a parceria dos sucessos "Chantaje" e "Trap". Gravado em Barcelona, o vídeo conta a história de um amor proibido encenada pelos próprios artistas, além de realizarem performances sensuais. 

Nos dias 21 e 23 de outubro, em São Paulo e Porto Alegre, os fãs de Shakira poderão conferir de perto a interpretação da música através da "El Dorado World Tour".

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Sete pessoas foram detidas e 51 máquinas caça-níqueis apreendidas durante uma ação da Polícia Militar para desarticular um cassino clandestino em Olinda, no Grande Recife. Os policiais chegaram até o estabelecimento após um trabalho do setor de inteligência da PM.

A ação começou por volta das 13h e, de acordo com a Polícia Militar, havia jogadores e funcionários dentro do local. Ainda de acordo com a PM, muitos idosos faziam apostas no momento da operação. Uma pequena quantidade de uma substância que seria cocaína também foi encontrada no espaço. 

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O cassino funcionava na Avenida Getúlio Vargas, em Bairro Novo, ao lado de uma clínica de fisioterapia. O local estava sendo monitorado há uma semana. Três jogadores, três funcionários e um segurança foram detidos e encaminhados à Central de Flagrantes, no bairro de Campo Grande, na Zona Norte do Recife. O dono do estabelecimento ainda não foi identificado.

Pessoas que apontarem locais de estocagem clandestina de gás de cozinha através do Disque Denúncia ganharão uma recompensa de até R$ 500. Nesta quarta-feira (9), a Delegacia de Polícia de Crimes contra o Consumidor, o Disque Denúncia e a Associação de Revenda de Gás de Pernambuco formalizaram o acordo para combater o comércio clandestino de gás no Estado.

A denúncia precisará ser comprovada antes do pagamento da recompensa. O serviço garante o anonimato dos denunciantes. 

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A Polícia Civil destaca que o principal risco do comércio ilegal de gás de cozinha é a segurança dos consumidores. Além do risco de acidente, o consumidor pode também receber um botijão com peso adulterado, contendo menos gás do que deveria. 

Com a ação, a polícia espera diminuir os pontos de revenda não autorizados pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) e não vistoriados pelo Corpo de Bombeiros. O número do Disque Denúncia na Região Metropolitana do Recife (RMR) é (81) 3719.4545, e no interior é (81) 3719-4545.

Um camaronês clandestino foi encontrado escondido dentro de um navio atracado no Porto de Suape, em Ipojuca, Região Metropolitana do Recife (RMR), na última sexta-feira (11). Jacques Ndebi Mbella, de 29 anos, estava desnutrido e desidratado.

O navio era o Jumper, das Ilhas Cook, carregado de açúcar ensacado e uma tripulação de 21 pessoas. Jacques foi encontrado por volta das 10h45 por um estivador. De pronto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) esteve no local, analisou o africano e constatou que ele não possuía doença infectocontagiosa.

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A suspeita da Polícia Federal (PF) é que o estrangeiro tenha embarcado clandestinamente no Porto de Duala, na República dos Camarões, no dia 31 de outubro deste ano, quando o navio Jumper atracou para retirar parte da carga. 

O africano está bem de saúde e será levado na manhã desta segunda-feira (14) à sede da Polícia Federal, no Recife, para prestar maiores esclarecimentos. Os organismos consulares serão acionados para confirmar a nacionalidade de Jacques, já que ele apresentou apenas uma carteira de identidade.

Todos os custos com o camaronês deverão ser pagos pela empresa do navio das Ilhas Cook. A embarcação voltará para o Porto de Duala e, caso os procedimentos legais sejam finalizados a tempo, o africano poderá voltar no mesmo navio.

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Nesta terça-feira (25) foi desarticulada uma fábrica clandestina de armas de fogo no bairro de Emboca, na cidade de Ingá, na Paraíba. Os policiais do 8º Batalhão da Polícia Militar apreenderam no local 40 armas de vários calibres. Durante a abordagem na fábrica, que funcionava em uma residência, um homem de 48 anos foi preso em flagrante.

De acordo com a PM, o local foi descoberto após um levantamento feito pelo núcleo de inteligência da companhia. Ainda segundo as autoridades, o homem foi preso e confessou que era responsável pela fábrica. Ele disse que lá era o local de produção das armas e que o material era vendido para pessoas da região.

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Tanto o suspeito quanto os materiais apreendidos foram levados para a Delegacia de Polícia Civil, em Ingá.

 

A Polícia Civil prendeu um homem conhecido por ser um dos maiores fornecedores de mídias falsificadas da região. Sérgio dos Santos Santana, de 31 anos, foi preso em flagrante no bairro de Cavaleiro, em Jaboatão dos Guararapes, Região Metropolitana do Recife (RMR).

Durante a operação, a polícia também apreendeu 4.231 mídias falsas, oito torres de gravação, nove repetidoras, dois computadores, 64 drives de gravação e cinco impressoras. Sérgio foi autuado por violação de direito autoral, pagou fiança de R$ 8 mil e vai responder em liberdade.  

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Com informações da assessoria

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