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O prefeito do Paulista, Yves Ribeiro, obteve, nesta quarta-feira (20.09), o desbloqueio junto ao Governo Federal do repasse de recursos para o custeio da merenda da Rede Municipal. A suspensão do envio da verba pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) havia ocorrido por causa de inconsistências na prestação de contas apresentadas pelo ex-prefeito, Júnior Matuto, nos anos de 2013, 2014, 2015 e 2016. 

Durante um período de nove meses, o prefeito Yves Ribeiro teve de custear a compra dos gêneros alimentícios com recursos da própria Prefeitura por causa das falhas cometidas pelo ex-gestor.

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A Procuradoria Geral Municipal teve de protocolar uma ação com efeito suspensivo no Tribunal de Contas da União (TCU), na Procuradoria Geral da União (PGU) e no Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) para o município voltar a receber o dinheiro.

*Da assessoria 

Após um parecer do Ministério Público de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco, que opinou pelo julgamento IRREGULAR da Prestação de Contas de Gestão de Júnior Matuto, exercício de 2017, o julgamento do caso será feito na próxima quarta-feira (8).

No Processo TC nº 18100395-8, o Ministério Público de Contas solicita que sejam enviadas cópias ao Ministério Público do Estado de Pernambuco para as medidas cabíveis, em razão de fortes indícios de conluio e fraude em procedimento licitatório.

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*Da assessoria 

O novo prefeito do município do Paulista, Yves Ribeiro (MDB), pediu às suas secretárias  que realizassem uma auditoria rigorosa nas secretarias municipais em reunião nesta segunda-feira (18). Segundo ele, o motivo foi relatos de sucateamento encontrado na prefeitura assim que assumiu a gestão e por isso elaborou um plano dos primeiros 100 dias com foco no tema. 

Os relatos vão desde arquivos destruídos, até furtos de equipamentos, como: televisores, ventiladores, computadores, notebooks, aparelhos de ar-condicionado, sistema de segurança e equipamentos patenteados.

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Yves também solicitou que todos contratos com suspeitas de fraudes fossem suspensos e ainda foi além ao pedir que à Procuradoria Municipal faça uma investigação “minuciosa” para posteriormente encaminhar denúncia a à Polícia, ao Ministério Público Estadual (MPPE), ao Ministério Público Federal (MPF), ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), ao Tribunal de Contas da União (TCU) e à Controladoria Geral da União (CGU). 

“É inacreditável que um gestor eleito pelo povo tenha tido a coragem de devastar uma cidade e deixá-la como Paulista está hoje”, lamentou Yves.

O novo prefeito do município de Paulista, Região Metropolitana do Recife, segue montando sua equipe. Yves Ribeiro (MDB-PE) divulgou o nome do novo secretário de Infraestrutura do Paulista. Trata-se de Jorge Carreiro, engenheiro Civil por profissão, presidente do Partido Verde em Pernambuco e por duas vezes nesse ano assumiu o posto de prefeito ao substituir Júnior Matuto (PSB), afastado por decisão judicial. Durante o governo de Eduardo Campos, ele atuou como presidente da Companhia Estadual de Habitação e Obras. 

Jorge assume a pasta com a promessa de mudar a secretária que na gestão de Júnior Matuto, onde ele compôs a chapa como vice, foi alvo de várias críticas: "O que estava sendo feito de errado no município a gente precisa consertar para que Paulista cumpra seu papel de cidade grande. Paulista não pode ser um município pequeno, como estava sendo tratado”, ressalta.

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Como promessa ele também diz que vai focar seu trabalho para o turismo no Litoral Norte de Pernambuco com expectativa de alavancar a economia local do município e melhorar a condição do povo paulistano, o que não aconteceu na gestão anterior da qual ele fazia parte.

Os candidatos à Prefeitura de Paulista, na Região Metropolitana do Recife, Yves Ribeiro (MDB) e Francisco Padilha (PSB) debateram, nesta quarta-feira (25), suas ideias e propostas para o gabinete municipal, através de um programa promovido pela Rádio Jornal. Esse foi o último encontro deles antes do segundo turno, disputado no próximo domingo (29). Durante a conversa, a ligação entre Padilha e Junior Matuto (PSB), atual prefeito da cidade, foi questionada pelo adversário.

“O candidato não é Junior Matuto, é Padilha”, disse a nova aposta do partido socialista para a cidade. O postulante diz que “não pode pagar por um pecado que não cometeu”, e pede que a população o veja como a representação de algo “novo”, e não como a continuidade dos erros de um colega de partido. “O problema que ele tem para resolver, ele que resolva”, disse.

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Francisco Padilha foi chefe de gabinete de Matuto e indicado pelo prefeito e pelo diretório estadual do PSB para a disputa. O atual gestor de Paulista é investigado na Operação Locatário, pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro, e já foi afastado da gestão duas vezes.

Durante os blocos, os candidatos puderam discutir os tópicos saúde, gestão metropolitana, saneamento e habitação. Yves Ribeiro questionou o opositor sobre os 15 postos de saúde fechados durante a gestão pessebista, e quais seriam as propostas do socialista para a questão.

Padilha argumentou que as unidades foram fechadas por uma urgência maior, e disse que pretende focar na capacitação dos profissionais, desde os atendentes aos médicos, e que o foco da sua gestão será a atenção humanizada. Também falou em descentralização das farmácias, para facilitar o acesso da população aos medicamentos.

No quesito habitação, Ribeiro retomou sua articulação junto ao Movimento dos Trabalhadores Sem Teto e ao senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), sobre um projeto que tramita no Congresso Nacional, tratando do saneamento básico e moradia popular para o município de Paulista.

O projeto é o “Morada do Povo”, com comissão junto ao movimento, e pretende iniciar uma nova fase com a construção de 1.000 casas populares.

O emedebista também falou sobre continuar as ações de saneamento e Drenagem em Pau Amarelo e Conceição I e II, bairros assistidos pelo Centro de Drenagem de Paulista. Sobre o projeto de revitalização do rio Paratibe, que custou R$ 68 milhões aos cofres públicos, Yves Ribeiro criticou a administração da ação pela gestão de Júnior Matuto, mencionando a série de aterramentos e os problemas ambientais causados pelo projeto.

Perguntado sobre mobilidade, Padilha falou em dar seguimento às interlocuções necessárias com os consórcios de transporte para baixar a tarifa do município. O candidato usou a cidade de Moreno como exemplo e falou que pretende banir a tarifa B e instaurar tarifa tipo A em Paulista. Também discutiu a regulamentação do transporte complementar, mas não especificou propostas.

Em suas considerações finais, o chefe de gabinete voltou a falar em mobilidade urbana e construção de ciclofaixas, e novamente apelou para a sensibilidade em diferenciá-lo do atual prefeito. 

Já Yves Ribeiro disse que, primeiramente, quer tirar Paulista das páginas policiais. O candidato aproveitou os últimos segundos para prometer também a entrega de tablets e a implementação da robótica na rede municipal de ensino.

Os eleitores do Paulista voltam às urnas no próximo domingo (29) para eleger seu próximo prefeito e o LeiaJá esteve com o candidato do PSB, Francisco Padilha para que ele esclarecesse ao eleitor do munícipio as suas principais propostas. Na entrevista, o pessebista respondeu aos questionemos feitos pelos moradores da cidade ao LeiaJa.com na série produzida pelo site no primeiro turno das eleições municipais, intitulada “Pergunta eleitor”.  

Padilha enfrentará no segundo turno o ex-prefeito do Paulista, Yves Ribeiro (MDB), que liderou o percentual de votos no primeiro turno (34,98%). O candidato que trabalhou tanto na gestão do atual prefeito Júnior Matuto (PSB) e de seu opositor nas urnas, Yves Ribeiro (MDB), diz ter um plano de governo “pé no chão, sem apresentar nada megalomaníaco e nada no mundo da lua”.

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O postulante a prefeito frisa que o fato de trabalhado nas duas gestões o deu mais experiência e diz que “conseguiu enxergar os erros e os defeitos, não para desqualificar, mas para encontrar a soluções junto com as pessoas”. Padilha enfatiza que o diferencial entre ele, o atual prefeito e o ex-prefeito Yves é o “amor que tem pela cidade”. Porém, questionado sobre o processo que pesa contra seu correligionário, ele alega que Júnior Matuto ainda não foi julgado. “Contra ele não existe nada definitivo, comprovado, com sentença transitada em julgado. São apenas indícios e denúncias. Já contra o ex-prefeito Yves Ribeiro, sim, existe uma condenação transitada em julgada no Tribunal de Contas da União determinando a ele a devolução de 14 milhões e meio de reais”.

"Pergunta eleitor"

O candidato também foi aproveitou a entrevista para responder às críticas feitas por um morador ao LeiaJá, ele assegurou que implementará um aplicativo capaz de zerar as filas em frente aos postos de saúde e através do qual as pessoas poderão “marcar consulta e acompanhar o resultado dos exames”. Ainda prometeu abrir uma unidade de urgência e emergência no bairro do Janga, além de criar uma “casa de parto”.

Candidatura

Padilha é candidato da coligação “Paulista de Cara Nova”, composta pelo PMN, Patriota, PTC, PSL , PT , PL , PSB, PROS, PSC, Cidadania, PCDoB e DC. Ele enfrenta no segundo turno o ex-prefeito Yves Ribeiro (MDB), que conquistou 51.351 votos (34,98% dos votos). O pessebista obeteve 38.372 votos (26,14% dos votos) e terá que reverter esse placar para vencer o emedebista.

Confira a entrevista na íntegra:

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O prefeito afastado Júnior Matuto (PSB) deve retornar ao comando de Paulista, na Região Metropolitana do Recife, ainda nesta quinta-feira (18). Longe da prefeitura há cerca de 28 dias por indícios de peculato e lavagem de dinheiro, o gestor conseguiu mais uma vitória no Supremo Tribunal Federal (STF).

Pela manhã, ele será empossado na Câmara Municipal e deve participar de uma coletiva de imprensa para avaliar seu retorno. Desde julho, o prefeito já foi afastado duas vezes pelo STF, mas recorreu da decisão através de uma liminar. O conflito expôs uma divergência entre as decisões do ex-presidente da entidade, Dias Toffoli e do atual, o ministro Luiz Fux.

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Nas duas oportunidades em que esteve distante, a administração de Paulista ficou a cargo do vice prefeito Jorge Carreiro, que demitiu todos os cargos comissionados e, de acordo com a assessoria de Júnior Matuto, paralisou a prestação de serviços essenciais, como atendimento à saúde e a coleta de lixo.

Nova decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), publicada no Diário da Justiça nesta quinta-feira (22), decidiu pelo afastamento do prefeito da cidade do Paulista, Júnior Matuto (PSB), mais uma outra vez. O pessebista havia reassumido a gestão em 10 de agosto deste ano, com uma liminar do STF, após o afastamento durante a primeira fase da Operação Locatário, que investiga os crimes de fraude e peculato na prefeitura, realizada em julho.

O novo presidente do STF, ministro Luiz Fux, derrubou a decisão do ex-presidente do STF Dias Toffoli, em favor de Matuto, e acatou o agravo apresentado pelo vice-prefeito de Paulista e opositor do investigado, Jorge Carreiro (PV). No texto da suspensão de tutela provisória, a medida é tida como cautelar, uma vez que a permanência de Júnior Matuto na gestão poderia prejudicar as investigações, que o envolvem diretamente.

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“Relata o autor que as investigações mencionadas foram instauradas para a apuração de suposto desvio de recursos públicos em razão de contrato de locação de imóveis perpetrados pelo Município de Paulista-PE e a empresa INTERAMINENSE os quais teriam sido firmados em janeiro 2014 e para a apuração de dos supostos delitos de estelionato e peculato, que teriam sido praticados pelo requerente (Júnior Matuto), na qualidade de prefeito do município de Paulista-PE, entre os anos de 2013 e 2017”, diz um dos trechos da decisão.

Ampliando a justificativa sobre a medida cautelar, a nota do STF implica que a presença de Matuto no ambiente de investigação é uma conduta “viciosa” à apuração dos fatos.

“Sustenta que referidas investigações padeceriam de vícios, consistentes na ausência de individualização de condutas e inidoneidade da fundamentação, em ofensa ao devido processo legal. Aduz que, nada obstante, foi determinado seu afastamento cautelar em ambos os procedimentos, em ofensa ao princípio da soberania popular”, completa o texto.

Procurada pelo LeiaJá, a assessoria de Júnior Matuto comunicou que ainda não irá se pronunciar uma vez que não foi formalmente notificada.

A Polícia Civil de Pernambuco deflagrou, nesta sexta-feira (28), a segunda fase da operação Locatário, que investiga locações de imóveis, esquemas de fraude e desvio de dinheiro ligados à Prefeitura de Paulista, na Região Metropolitana do Recife (RMR). Na primeira etapa, que aconteceu em julho deste ano, houve o afastamento do prefeito da cidade, Júnior Matuto (PSB), por fraude contratual e esquema de dispensa de licitações para aluguel de prédios públicos.

A Locatário II foi coordenada pela Diretoria Integrada de Polícia Especializada (DIRESP) e Gerência de Controle Operacional Especializado (GCOI-E) da Polícia Civil. Para a sua realização, foram mobilizados 40 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães.

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Na nova fase, foram emitidos nove mandados de busca e apreensão domiciliar nos municípios de Recife e Toritama, expedidos pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), segundo a Polícia Civil. O objetivo foi identificar a possível participação de empresários e agentes públicos em crimes contra a administração e orçamento público, com foco no crime de peculato. 

O delegado Diego Pinheiro, integrante do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Draco) e responsável pelas investigações, justificou, durante coletiva, que as apreensões buscam esclarecer o vínculo entre os empresários envolvidos e a Prefeitura de Paulista, que envolve transações bancárias suspeitas. Pinheiro disse ainda que há indícios de novas fraudes contratuais, mas que a priori, não serão emitidos mandados de prisão.

Polyanne Farias, gestora da Diresp, também mencionou a possibilidade de novas fases da investigação, a depender do desdobramento da fase em andamento. “O combate à lavagem de dinheiro é importantíssimo, porque os recursos públicos desviados prejudicam diretamente a população. São recursos que poderiam ter sido empregados em áreas como educação e saúde, e a nossa luta é justamente para recuperar esse dinheiro, e que ele tenha destinação ao que se especifica”, afirmou.

Autorizado a retomar o comando da Prefeitura de Paulista, na Região Metropolitana do Recife, após ser afastado por suspeita de desvio de recurso público, o prefeito Júnior Matuto (PSB) minimizou a Covid-19 e convocou eleitores para participarem da posse. Com status de evento eleitoral, um carro de som foi contratado e uma aglomeração formou-se em frente à Câmara dos Vereadores do município, na manhã desta segunda-feira (10).

Citado em duas investigações da Polícia Civil que apuravam superfaturamento, peculato e lavagem de dinheiro na coleta de lixo e no aluguel de imóveis para agentes de saúde do município, Júnior Matuto estava longe do cargo desde o dia 21 de julho.

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 Após a liminar assinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, na última quinta (6), a expectativa é que o prefeito finalize o mandato. “Volto com a mesma serenidade que saí. Porém, com o compromisso renovado e a vontade fortalecida”, publicou em sua conta oficial no Facebook.

Para assinar o documento que valida sua volta ao posto, Júnior Matuto desrespeitou as recomendações sanitárias e convocou apoiadores, que estiveram presentes entre beijos e abraços. “Convoco todos os nossos colaboradores neste momento para juntos mostrarmos que a justiça foi feita [...] Fica aqui minha gratidão a todos que acreditaram e não saíram do nosso lado”, convidou.

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, deferiu uma liminar suspendendo o afastamento do prefeito de Paulista, Júnior Matuto (PSB), do cargo. O pessebista foi afastado das funções públicas em 21 de julho e a prefeitura estava sendo comandada pelo vice-prefeito, Jorge Carrero (PV). O recurso apresentado pela defesa de Matuto ao STF foi acatado por Dias Toffoli nessa quinta-feira (6). 

Na decisão, Toffoli ressalta o tempo transcorrido entre os fatos investigados e o afastamento. "Há de se reconhecer, de outra parte, que a medida constritiva contra o requerente somente foi adotada neste ano de 2020, por fatos supostamente praticados entre 2012 e 2017. Logo, significativo espaço de tempo transcorreu entre o afastamento cautelar e os ilícitos supostamente praticados", diz.  

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E emenda: "ainda que amparada em elementos concretos de materialidade, os fatos que deram ensejo a esse aventado risco estão longe ser contemporâneos a decisão que afastou o requerente do cargo".

Com a suspensão do afastamento emitido pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco, o prefeito usou as redes sociais, nesta sexta-feira (7), para comemorar. "Retorno à luta, agora ao lado das pessoas certas. Quem acredita na justiça divina, confia que a justiça dos homens chega", escreveu o gestor.

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Matuto foi afastado da prefeitura durante a operação Chorume que foi deflagrada para apurar os crimes de fraude em licitação, peculato e associação criminosa. Segundo as investigações, o prefeito faz parte de um grupo criminoso suspeito de desviar R$ 21 milhões dos cofres públicos, envolvendo coleta de lixo. A polícia alegou ainda que o prefeito também teria superfaturado aluguéis

Além do esquema na coleta de lixo, que causou o prejuízo de R$ 21 milhões ao município de Paulista, o prefeito Júnior Matuto (PSB) é investigado pelo superfaturamento de aluguéis de imóveis usados pela Prefeitura. Ao todo, a fraude nos contratos resultou em um rombo de mais de R$ 900 mil.

Na manhã desta terça-feira (21), a Polícia Civil deu detalhes sobre a Operação Locatário, que apura os crimes de peculato, lavagem de dinheiro, uso de documento falso e associação criminosa por meio de duas dispensas irregulares de licitação. Segundo as autoridades, os contratos de aluguel de quatro imóveis destinados à profissionais da Saúde, como integrantes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e médicos cubanos, foram superfaturados.

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A investigação iniciada em julho deste ano aponta que todos os imóveis pertencem ao mesmo dono, um empresário que não teve o nome divulgado. Contudo, foi verificado que ele é amigo pessoal de Júnior Matuto (PSB). "Essa imobiliária foi montada logo após as eleições e investiu mais de R$ 2 milhões em imóveis. Logo após a compra, o então secretário de Saúde solicitou que alugassem os mesmos", informou o delegado Diego Pinheiro.

O acordo foi cumprido entre 2014 e 2019 e as autoridades calculam o prejuízo de cerca de R$ 1 milhão ao município. No mesmo período, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) percebeu que houve um aumento patrimonial injustificado por parte do prefeito. Na manhã desta terça (21), ele foi afastado por 170 dias do cargo.

LeiaJá Imagens:

--> Prefeito de Paulista é afastado do cargo por 170 dias

--> Esquema envolvendo prefeito rendeu prejuízo de R$21 mi

O vice-prefeito de Paulista, na Região Metropolitana do Recife (RMR), Jorge Carreiro (PV), assumiu o comando da gestão municipal nesta terça-feira (21). A posse foi no início da tarde, durante cerimônia na Câmara Muncipal dos Vereadores conduzida pelo presidente da Casa, Fábio Barros (PDT).

Carreiro vai responder pela prefeitura de Paulista durante o período de afastamento do prefeito Júnior Matuto (PSB), investigado pela Polícia Civil nas operações Chorume e Locatário. 

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Matuto foi afastado do cargo nesta terça, após decisão do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), pelo período de 170 dias. A socilitação para que o pessebista ficasse longe das funções políticas foi feito pela Polícia. As investigações estão sendo conduzidas pelo Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco).

A Operação Chorume investiga os crimes de fraude em licitação, peculato e associação criminosa. Já a operação Locatário apura os crimes de dispensa indevida de licitação, peculato, uso de documento falso, associação criminosa e lavagem de dinheiro. 

Após o afastamento do prefeito de Paulista, Júnior Matuto (PSB), na manhã desta terça-feira (21), a Polícia Civil deu detalhes sobre as operações que apuram o envolvimento do gestor e servidores do município da Região Metropolitana do Recife (RMR) em lavagem de dinheiro, fraude licitatória, associação criminosa e outros crimes. Contratos superfaturados de aluguéis e coleta de lixo causaram o prejuízo acumulado de aproximadamente R$ 21 milhões.

Documentos apreendidos em 2018 apontam que o ex-presidente da Câmara dos Vereadores de Paulista, Iranildo Domício de Lima, era beneficiado por Júnior Matuto através de uma empresa de fachada, que terceirizava o serviço da empresa Locar, responsável pela coleta de lixo do município.

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A Operação Chorume apurou que Júnior Matuto é ex-funcionário da Locar. Ele destinou dois servidores públicos lotados em seu próprio gabinete como motoristas particulares responsáveis pelos caminhões caçamba da empresa de fachada.

A auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE) indicou que, mensalmente, a Prefeitura pagava cerca de R$ 300 mil a mais pelo recolhimento dos resíduos. Todo contrato rendeu uma perda de R$ 21 milhões aos cofres de Paulista.

O delegado Diego Pinheiro explica que a empresa apresentou determinado plano de negócio, mas outro plano, com outros valores, foi posto executado. "Havia em cláusula contratual que devia ter um comitê gestor com a função de fiscalizar o contrato. Mas observamos que esse comitê, formado pelo prefeito e seis secretários, só existia no contrato e no nome", esclareceu Pinheiro ao ressaltar a negligência na fiscalização dos contratos.

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--> Prefeito de Paulista é afastado do cargo por 170 dias

Prefeito da cidade de Paulista, na Região Metropolitana do Recife (RMR), Júnior Matuto (PSB) foi afastado do cargo, nesta terça-feira (21), com a deflagração das operações Chorume e Locatário, do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), da Polícia Civil. A Operação Chorume investiga os crimes de fraude em licitação, peculato e associação criminosa. Já a operação Locatário apura os crimes de dispensa indevida de licitação, peculato, uso de documento falso, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Nesta manhã, o presidente da Câmara Municipal de Paulista, Fábio Barros (PDT), está em reunião com a Corregedoria da Casa para discutir as questões burocráticas da posse do vice-prefeito Jorge Carrero (PV). Barros recebeu mais cedo a notificação do afastamento de 170 dias do prefeito de Paulista.

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A assessoria da Prefeitura disse que ainda não tem informações sobre o que motivou a ação policial contra o prefeito e se manifestará por nota quando tiver um posicionamento oficial.

A Operação Chorume tem como ambiente operacional as cidades de Recife, Paulista e Caruaru. Ela cumpre dez mandados de busca e apreensão, um mandado de suspensão do exercício de função pública, um mandado de suspensão temporária de participação de licitações e sequestro de valores.

Na operação Locatário estão sendo cumpridos 14 mandados de busca e apreensão domiciliar, sete mandados de suspensão do exercício de função pública, um mandado de suspensão temporária de participar de licitações e o sequestro de bens e imóveis. Ela é realizada no Recife, Paulista, Olinda, Surubim e Sairé. 

O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) informou que tramita no 2º grau em segredo de Justiça um inquérito policial contra o prefeito. O relator é o desembargador Cláudio Jean Virgínio, que está de férias, sendo substituído pelo desembargador Alexandre Assunção. A Polícia Civil deve dar maiores detalhes da operação posteriormente.

Os templos religiosos que funcionam em Paulista, na Região Metropolitana do Recife (RMR), poderão abrir com 30% da capacidade a partir do domingo (14). A medida faz parte do decreto municipal assinado nesta quinta-feira (11) pelo prefeito Junior Matuto (PSB). 

Segundo a gestão, caso o número de contágio aumente, o decreto será imediatamente revogado. Caso o aumento não ocorra, o número de frequentadores irá aumentar paulatinamente.

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"Construímos um protocolo sanitário para reabrir as igrejas e demais templos religiosos. Estamos alertando a todos para observarem e cumprirem os preceitos contidos no decreto que é bastante rígido nos cuidados a serem adotados. Por isso, vamos fiscalizar e monitorar por dez dias. Se tudo correr bem, os templos poderão receber mais pessoas em breve", disse o prefeito Junior Matuto após reunião com religiosos da cidade.

O decreto determina que os templos devem adotar medidas para evitar a disseminação da Covid-19. Entre as medidas, oferta de álcool 70% aos frequentadores, exigência de uso de máscara, criação de barreiras físicas para o distanciamento social entre os fiéis, proibição de formação de grupos onde possa ocorrer contato físico, manutenção das janelas e portas abertas para ventilação natural e higienização do templo antes das cerimônias.

O texto também estabelece que os dirigentes dos templos não permitam o ingresso de pessoas sintomáticas, assintomáticas do grupo de risco, pessoas que convivam com infectos ou suspeitos de estarem com o novo coronavírus. Ficará proibido o ingresso de pessoas que apresentarem sintomas de síndrome gripal ou com dificuldades respiratórias.

O encontro desta quinta (11), no Gabinete do Prefeito, no Centro da cidade, contou com a presença do chefe de Gabinete do município, Francisco Padilha, além de representantes de diversas igrejas evangélicas, como: Rossini Veloso, da Igreja Presbiteriana Renovada de Jardim Paulista; Levi Pereira da Silva, da Igreja Presbiteriana Renovada em Pau Amarelo; Luiz José, da 1ª Igreja Batista do Paulista; Gilson Pereira, da 1º Igreja Batista de Jardim Paulista; Eliel Ramos, Igreja Brasil para Cristo; Josival Fernandes, Assembleia de Deus Abreu e Lima; Geraldo Silva, Verbo da Vida Paulista; Arthur Pereira, Igreja do Amor; Rodrigo Cerqueira, Igreja do Amor; Deivson Ferreira, Assembleia de Deus Madureira em Jardim P. Baixo; e Saulo Pirrho, Igreja Batista em Vila da Chesf.

Desde outubro de 2019, cerca de 350 famílias iniciaram uma luta em busca de moradia digna. Vivendo em barracos de madeira cobertos com lonas, os moradores da ocupação Miguel Lobato encontraram apoio para sua batalha no Movimento Nacional de Luta Pela Moradia, que atua há anos no Brasil. 

Através de uma comissão formada apenas por mulheres, a Ocupação Miguel Lobato, localizada no município do Paulista, às margens da PE-022, nas proximidades do bairro de Maranguape II, tomou forma. Hoje, porém, o que se vê é um cenário de descaso e abandono, que fica evidente no relato das famílias. A forma que encontraram de levar a voz daquela pequena comunidade para o 'mundo externo' foram placas na pista com os dizeres "Socorro estamos abandonados pelo Estado e pela Prefeitura".

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As casas são construidas no improviso sobre o barro, quando chove o relato é de lama e goteiras. Foto: Rafael Bandeira/LeiaJá Imagens

Nossa equipe vivenciou, por três dias, um pouco da dura vida enfrentada por essas pessoas. "O pior é quando chove", alerta Miênia Oliveira, que assim que notou a chegada da nossa reportagem enxergou uma oportunidade de ser ouvida: "Eu falo", afirmou sem titubear. Dentro das casas, goteiras destroem os poucos móveis, a lama gruda no pé quando chove, a água tratada não chega nas casas e três torneiras de água salobra em volta da comunidade 'abastecem' os que lá vivem. Por ironia, o terreno ocupado é da Compesa.

"O que a gente sente falta hoje é um banho de chuveiro que a gente não tem, cozinhar no fogão com gás. Sentimos falta de tudo isso que uma pessoa normal tem né", conta Miênia. 

Mienia Oliveira vivie há 7 meses em um barraco de madeira e lona na Ocupação Miguel Lobato. Foto: Rafael Bandeira/LeiaJáImagens

O apelo é uníssono, todos querem moradia digna. O sacrifício de viver em condições sub-humanas é feito com esperança. "Essa vida como todo mundo tá vendo não é fácil para ninguém. Só está aqui quem realmente precisa. Estamos esperando o auxílio moradia", conta Damiana Gomes, outra moradora. 

O benefício no valor de R$200 é de responsabilidade da Companhia Estadual de Habitação e Obras (Cehab). As famílias reclamam que apenas 200 foram cadastradas e que outras 150 não ganharam a oportunidade. Os moradores relataram que apenas 87 receberam e tiveram que derrubar as casas e deixar a ocupação. As outras 127 já cadastrados aguardam uma resposta. As 150 famílias que não tiveram cadastro realizado pelo órgão cobram ajuda da Prefeitura de Paulista. 

Em nota enviada à reportagem, a Cehab explicou que, quando esteve na ocupação em março de 2020, moravam apenas 200 famílias e que todas foram cadastradas na ocasião. Aqueles cadastrados, que ainda não receberam o auxílio, estão com problemas com os documentos. Devido à pandemia, todo atendimento presencial foi interrompido, mas a Companhia diz que vem tentando solucionar os problemas para "efetuar o pagamento o quanto antes". Não foi dado um prazo para a liberação do benefício. 

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A luta para receber o auxílio moradia, como relatou Damiana, é cercada de choro e dor. “Todo mundo tá vivendo de doação, mas o governo não vê isso, a prefeitura não vê isso. Essas pessoas estão aqui porque precisam, se cada uma delas tivesse casa, condição financeira, ninguém estaria vivendo assim. Você acha que alguém estaria vivendo assim, no lixo?", questiona. "Entra água e não é pouco, um vizinho sai socorrendo o outro”, completa.

Sem respostas, os moradores chegaram a fazer uma barricada na Prefeitura de Paulista na tentativa de ouvir do prefeito Junior Matuto uma solução. “A gente está aqui completamente abandonado pelo prefeito”, relata Adelma Maria, uma das primeiras moradoras. "A gente fez um protesto, a gente invadiu a Prefeitura para vê se ele queria conversar com a gente, negociar com a gente e nem se sair do gabinete dele ele saiu", reclama. 

Adelma Maria afirma que foi uma das primeiras moradoras a chegar na Ocupação Miguel Lobato

Foto: Rafael Bandeira/LeiaJáImagens

Umas das líderes da comissão que representa o Movimento Nacional De Luta Pela Moradia (Mnlm/PE) na ocupação, Irmã Sandra, como pediu para ser chamada, explica: "hoje, aqui em Paulista uma das maiores dificuldades é a habitação, porque infelizmente é um dos municípios que não tem projeto (...) quando a gente resolveu ocupar esse terreno, foi para que o governo junto com a Prefeitura viesse se sensibilizar com quem não tem condições de pagar um aluguel", conclui.

A Cehab informou que não existe previsão de que as outras 150 familias sejam cadastradas para o recebimento do auxilio moradia. Por enquanto os que lhe restam é um fio de esperança. 

Procurada pela reportagem a Prefeitura do Paulista enviou uma nota sobre o caso. Confira o comunicado na íntegra:

"A Prefeitura do Paulista atendeu esta comunidade no início de março, quando realizaram um protesto contra a Cehab em frente à sede da Prefeitura. Na ocasião, a gestão se comprometeu em marcar uma reunião com o presidente da Cehab, porém no dia marcado, o gestor comunicou que estava se afastando por apresentar sintomas de gripe e teria que seguir o protocolo sanitário de ficar em isolamento social. Quanto ao cadastro para pagamento do Auxílio Moradia, a Secretaria de Políticas Sociais do município, como combinado nesta mesma reunião, colocou uma sala com tres pessoas à disposição desta comunidade para realizar os cadastros. Dentre as 150 pessoas que alegaram a necessidade de realizar o cadastro, apenas três compareceram ao centro administrativo. Quanto à questão habitacional, o município busca parcerias com a Caixa Econômica Federal, mas até o momento não dispõe de recursos que proporcione a implantação de uma política habitacional no município."

Através dessa placa, na entrada da Ocupação. os moradores tentam chamar a atenção

Foto: Rafael Bandeira/LeiaJá Imagens

Prefeito de Paulista, na Região Metropolitana do Recife, Júnior Matuto (PSB) anunciou apoio à candidatura de Mendonça Filho (DEM) ao Senado. O apoio do pessebista ao democrata é simbólico, uma vez que ele integra a legenda que comanda a Frente Popular de Pernambuco que tem como candidatos para senador Humberto Costa (PT) e Jarbas Vasconcelos (MDB). A atuação de Mendonça como ministro da Educação pesou para a escolha de Matuto. 

"O que você fez, abrindo a porta do Ministério para todos os prefeitos, é um gesto que precisa ser recompensado por Pernambuco. Você tem serviço prestado como governador, como deputado, como ministro e terá como Senador", destacou o prefeito, durante um ato em que declarou a aliança eleitoral com o democrata, nessa sexta-feira (14). 

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No ato, o pessebista disse que vai entrar de peito aberto na eleição, pedindo votos para colocar Mendonça no Senado. "Pode colocar na manchete do jornal: Júnior Matuto se apresenta como soldado na sua luta. Vou levar meu exército para todos os cantos de Paulista para que você seja eleito no dia 7". E acrescentou: "Tive amigo que se tornou governador. Tive governador que virou meu amigo. E agora, tenho um amigo que vai se tornar Senador de Pernambuco. Não vamos eleger pessoas que querem fazer da eleição um guarda-chuva para desocupado. Mendonça, vou pra cima deles para eleger você".

De acordo com um levantamento realizado por Mendonça, ele tá conta com o apoio de 70 prefeitos da base do governador Paulo Câmara (PSB), líder da Frente Popular. 

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) acatou, nesta segunda-feira (22), o recurso apresentado pelo prefeito de Paulista, Júnior Matuto (PSB), e seu vice, Jorge Carreiro (PCdoB), contra a decisão do juiz da 12ª Zona Eleitoral, Leonardo Asfora, que determina a impugnação dos mandatos deles.  A decisão foi por unanimidade, uma vez que todos os desembargadores acompanharam o voto do relator Alexandre Figueiredo Pimentel. A sentença foi anulada por "ferir a coisa julgada". Com isso, Júnior Matuto se mantém no cargo de prefeito. 

O juiz eleitoral Leonardo Asfora considerou que houve abuso de poder econômico da chapa comandada pelos dois durante a eleição de 2016, quando foram reeleitos e declarou os dois inelegíveis por oito anos.

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Em junho de 2017 quando proferiu sua decisão, ele também argumentou que “houve, sim, utilização de verba não contabilizada, de forma sistemática, e em valores considerados” na campanha, fato que caracteriza abuso de poder econômico, “uma vez que maculou a lisura do pleito eleitoral, trazendo desequilíbrio natural aos demais candidatos”.  

Na ocasião, Junior Matuto disse em nota que a decisão do juiz é “sem fundamento” e justificou que a sua prestação de contas, base para a ação judicial, já havia sido aprovada pelo TRE. O prefeito de Paulista foi reeleito em outubro de 2016 com 47,70% dos votos válidos. 

Está na pauta do Pleno do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), da próxima segunda-feira (22), a apreciação do recurso apresentado pelo prefeito de Paulista, Júnior Matuto (PSB), e seu vice, Jorge Carreiro (PCdoB), contra a decisão do juiz da 12ª Zona Eleitoral, Leonardo Asfora, que determina a impugnação dos mandatos deles. 

O magistrado considera que houve abuso de poder econômico da chapa comandada pelos dois durante a eleição de 2016, quando foram reeleitos. Na sentença, Leonardo Asfora declarou os dois inelegíveis por oito anos. 

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A sessão para avaliação dos recursos impetrados por Matuto está marcada para às 9h. O relator do caso é o desembargador Alexandre Freire Pimentel. 

O juiz eleitoral Leonardo Asfora considerou, em junho de 2017 quando proferiu sua decisão, que “houve, sim, utilização de verba não contabilizada, de forma sistemática, e em valores considerados” na campanha, fato que caracteriza abuso de poder econômico, “uma vez que maculou a lisura do pleito eleitoral, trazendo desequilíbrio natural aos demais candidatos”.  

Na ocasião, Junior Matuto disse em nota que a decisão do juiz é “sem fundamento”. O prefeito de Paulista foi reeleito em outubro de 2016 com 47,70% dos votos válidos.

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