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O congresso nacional do Movimento Brasil Livre (MBL) marcado para novembro promete amenizar a dicotomia política do país, ou acirra-la ainda mais, levando para o centro de um dos debates do evento políticos de esquerda:  os deputados federais Orlando Silva (PCdoB) e Arlindo Chinaglia (PT). 

A iniciativa faz parte ideia de nova roupagem do grupo, chamada de MBL 3.0, que pretende reduzir a agressividade retórica com os adversários e pautar as discussões pelo respeito às diferenças ideológicas.  

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Orlando e Chinaglia vão debater com os membros do MBL, movimento que liderou campanha pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), e os deputados federais Vinicius Poit (Novo-SP), Daniel Coelho (Cidadania-PE) e Kim Kataguiri (DEM-SP), que é um dos coordenadores nacionais do movimento, além do senador Marcos Rogério (DEM-RO) sobre reforma política. 

De passagem pelo Recife em setembro, o vereador de São Paulo e coordenador nacional do MBL,  Fernando Holiday (DEM), adiantou a pretensão em entrevista ao LeiaJá. 

“O MBL 3.0 é para fazer autocrítica e tentar agora ter um diálogo maior com quem pensa diferente. Acreditamos que é possível debater de forma civilizada, a ideia é chamar para ambiente nosso [como o Congresso Nacional no fim do ano] figuras que discordam da gente, de esquerda, e debater com essas pessoas sem hostilidade e baixaria”, disse na ocasião, ponderando ainda que o grupo “demonizou” os adversários e isso teria que mudar.  

A expectativa do MBL é que outros políticos de esquerda também sejam incluídos na programação do congresso, marcado para os dias 15 e 16 de novembro, em São Paulo. 

Deputado federal e coordenador nacional do Movimento Brasil Livre, Kim Kataguiri (DEM-SP) afirmou que falta postura de presidente a Jair Bolsonaro (PSL). Em entrevista ao LeiaJá, Kataguiri argumentou que isso tem trazido prejuízos econômicos ao país. 

“Sem dúvida [Bolsonaro não tem postura de presidente]. Ele deixa isso muito claro e, inclusive, traz prejuízos econômicos para o país, mesmo com a aprovação da reforma previdenciária e a estimativa de crescimento de 3% no início do ano, a instabilidade política do presidente não traz boas perspectivas”, observou o parlamentar. 

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Questionado sobre porque, então, o MBL tinha ido às ruas pedir votos para a eleição de Bolsonaro em 2018, Kim justificou que opção foi de um “voto útil” e “anti PT”. E ponderou, ainda, que o presidente mudou suas bandeiras depois que foi eleito e isso tem feito com que ele e outras lideranças do movimento disparem críticas constantes contra a atuação de Bolsonaro. 

“O que mudou [após a eleição] foi o Bolsonaro, o discurso dele que deixou de lado as promessas de campanha, principalmente as anticorrupção, para beneficiar o próprio filho. Ele tem usado o cargo para blindar alguém da família”, observou, citando as mudanças no antigo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão que identificou as movimentações bancárias atípicas de funcionários do gabinete do agora senador e então deputado estadual, Flávio Bolsonaro (PSL), na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). 

“O discurso do combate à corrupção já foi abandonado pelo governo há muito tempo, o novo Coaf é um exemplo disso. Abandonou o discurso para proteger o próprio filho”, emendou, alfinetando. 

Apesar disso, Kim disse, ainda, que sua crítica hoje são às pautas do governo e não à instituição ou às pessoas. E ressaltou acreditar que dá tempo do presidente, “se ele quiser”, reverter o quadro de avaliação negativa da gestão com ações propositivas até o fim do ano. “Ele tem ministros em posições chaves que são competentes, que fazem um bom trabalho”, considerou. 

O Movimento Brasil Livre (MBL) não deve ter candidatos oficiais nas eleições municipais de 2020. É o que foi afirmado pelas lideranças nacionais do grupo, neste sábado (21), durante o primeiro congresso do MBL em Pernambuco que aconteceu no Centro de Convenções, em Olinda. 

Durante o evento, eles debateram a nova roupagem da entidade, chamada de ‘MBL 3.0’, que define a diretriz de não encabeçar candidaturas, mas isso não impede que membros do movimento postulem cargos públicos. Além disso, também abordaram em diferentes rodas de discussão o cenário político nacional e local, a difusão de fake news e os meios de fiscalização e combate à corrupção. 

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De acordo com o vereador de São Paulo, Fernando Holiday, “a ideia é que o movimento não tenha nenhum candidato e os nossos coordenadores, se forem candidatos, deixem a coordenação e continuem sendo membros”. “O foco do movimento não vai ser mais eleger o máximo de pessoas possíveis, como em 2016. O nosso intuito agora é qualificar o debate interno, nas comunidades e universidades e deixar o eleitoral, pelo menos por enquanto, de lado”, salientou, em entrevista ao LeiaJá

Holiday explicou o que seria, na prática, o ‘MBL 3.0’ e relembrou fases anteriores do movimento, fazendo autocríticas e ponderando a necessidade de mudanças.  “O [MBL] 1.0 foi a fase em que fizemos as primeiras manifestações pelo impeachment da Dilma, com uma agenda muito específica que era a derrubada do governo; o 2.0 é quando a gente passa a ter candidatos, nas eleições de 2016, e é aí onde a gente cometeu os principais erros e faz as principais autocríticas”, disse. 

“O MBL 3.0 é para fazer autocrítica e tentar agora ter um diálogo maior com quem pensa diferente. Acreditamos que é possível debater de forma civilizada, a ideia é chamar para ambiente nosso [como o Congresso Nacional no fim do ano] figuras que discordam da gente, de esquerda, e debater com essas pessoas sem hostilidade e baixaria”, emendou o vereador. 

Para o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), o momento agora é para “estruturar o movimento, estimular a resolução de problemas locais da comunidade, de gente que não se interessa por política, mas busca canais para solucionar os problemas públicos ou mesmo ações sociais”. 

Além dos dois, o deputado estadual de São Paulo, Arthur Mamãefalei (DEM), o coordenador nacional do MBL, Renan Santos, e os líderes do movimento em Pernambuco, Pedro Jácome e Rodrigo Ambrósio, participaram dos debates. O evento, que se estende até às 17h, será finalizado com a exibição do documentário “Não Vai Ter Golpe”, que mostra o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) a partir de uma visão do grupo. O MBL, inclusive, tentou passar o filme hoje em salas de cinema do Recife, mas não obteve êxito. 

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Em Pernambuco, de acordo com Rodrigo Ambrósio, o MBL tem cerca de 200 membros - o mesmo número de pessoas que segundo ele se inscreveram para o Congresso, que também contou com pessoas de outros estados, como Paraíba - e está organizado em diversas cidades, principalmente, no Recife, Caruaru, Petrolina e Garanhuns.

Ambrósio também afirmou que o encontro de hoje serviu para “iniciar o debate municipal, com lideranças da oposição; explicar as mudanças que o movimento está passando interna e externa; além nosso posicionamento diante do posicionamento do governo Bolsonaro”. O MBL surgiu em 2014 e tomou corpo com o início da campanha pelo impeachment de Dilma.

O Movimento Brasil Livre (MBL) de Pernambuco vai realizar, neste sábado (21), o primeiro congresso estadual. No encontro, que acontece a partir das 9h30 no Centro de Convenções em Olinda, o grupo vai reunir as lideranças nacionais para debater temáticas como fake news, combate à corrupção e governo Jair Bolsonaro. 

A primeira discussão gira em torno do próprio MBL e será realizada com a presença do deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), do deputado estadual de São Paulo, Arthur MamãeFalei (DEM), do vereador da capital paulista Fernando Holiday (DEM). 

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Ainda pela manhã, o congresso também vai reunir nomes da oposição ao prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), para abordar os 20 anos do PT e PSB no comando da Prefeitura do Recife. O deputado federal Daniel Coelho (Cidadania), a deputada estadual Priscila Krause (DEM), o vereador do Recife André Régis (PSDB) e o ex-ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM), estão entre os debatedores do assunto. 

A discussão de avaliação do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL), diante do qual o MBL tem adotado uma postura crítica, está marcada para iniciar às 14h. Holiday e os líderes do MBL, Renan Santos, Pedro Jácome, Rubinho Nunes e Rodrigo Ambrosio vão falar sobre o tema. Por fim, a abordagem será sobre o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), tema de um documentário recém lançado pelo movimento. 

A comissão geral que discutiu, nesta segunda-feira (9), um novo marco legal para o licenciamento ambiental evidenciou a falta de acordo sobre o tema. Especialistas, secretários de meio ambiente, servidores públicos, e um ex-ministro do Meio Ambiente cobraram mudanças no texto proposto pelo deputado Kim Kataguiri (DEM-SP), relator da matéria em um grupo de trabalho da Câmara.

O grupo analisa diversos projetos (Projeto de Lei 3729/04 e outros) e vai apresentar texto novo sobre o tema. Kataguiri já apresentou quatro versões de substitutivo e disse estar aberto ao diálogo. No decorrer da comissão geral, afirmou que já há uma quinta versão do texto com mudanças reivindicadas por especialistas.

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Os descontentes afirmam que a proposta não trata de forma adequada as especificidades de cada região brasileira e contém regras mais flexíveis para determinados tipos de empreendimentos. Já os defensores do texto afirmam que regras descentralizadas geram confusão e insegurança jurídica para os investidores, sendo um entrave ao desenvolvimento sustentável.

Um dos principais pontos comentados trata da ampliação do uso de licenciamento ambiental por adesão e compromisso (LAC). Esse modelo simplificado permite um licenciamento automático a partir do envio de documentação exigida em lei pelo empreendedor. Cabe ao órgão ambiental fiscalizar os dados.

Para o ex-ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, o processo simplificado deve ser restrito apenas aos casos mais simples, critério não observado pelo texto em discussão no grupo de trabalho. Sarney Filho atualmente é secretário de Meio Ambiente do Distrito Federal.

“O licenciamento por adesão é permitido até mesmo para empreendimentos de significativo impacto, como a ampliação e pavimentação de rodovias na Amazônia. E a conferência de informações para expedição de licença por adesão e compromisso seria feita por amostragem, o que reduz drasticamente a força do licenciamento”, criticou.

Kim Kataguiri afirmou que o licenciamento por adesão e compromisso só será aplicado para ampliação de capacidade, modernização e manutenção de estradas que já existem. “Toda nova rodovia vai precisar passar pelo processo mais seguro, que é o licenciamento com estudos de impacto ambiental”, disse.

Ele negou que haverá “construção” de novas estradas sem licenciamento. “Não existe nenhuma possibilidade de permissão para se abrir estradas na Amazônia sem licenciamento. Isso seria inconstitucional”, disse.

O consultor do Instituto Democracia e Sustentabilidade, André Lima, também criticou as novas regras para o licenciamento por adesão. “Ele foi incorporado para empreendimentos simples, não para aqueles de médio impacto. A proposta também abre a possibilidade para criação, por decreto, de um regramento em paralelo para os empreendimentos considerados de utilidade pública”, completou.

A medida foi defendida pelo chefe da assessoria de Assuntos Socioambientais do Ministério da Agricultura, João Adrien Fernandes. Ele disse que a multiplicidade de regras e insegurança sobre a aplicação da lei leva servidores públicos a restringir a emissão de licenças por receio de ser processados pelo Ministério Público.

“A licença ambiental por adesão e compromisso é um instrumento para modernizar a forma do licenciamento, trazendo principalmente o poder do licenciamento para a fiscalização e não para o processo”, disse.

Sem unanimidade

O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado Alceu Moreira (MDB-RS), disse que o texto que irá a voto “passará longe da unanimidade”. “Se um dia tivermos uma legislação ambiental que agrade a todos, ela não serve para nada”, disse.

Presidente da Comissão de Meio Ambiente, o deputado Rodrigo Agostinho (PSB-SP) defendeu que o texto de Kim Kataguiri seja discutido ponto a ponto pelos deputados que fazem parte do grupo de trabalho. “Senão a gente acha que está trazendo a solução e, na verdade, vamos trazer mais pontos para judicialização e mais insegurança jurídica”.

Já o deputado Hildo Rocha (MDB-MA) afirmou que o aprimoramento da legislação ambiental é necessário e urgente. “A simplificação dos trâmites e da burocracia é uma exigência dos dias atuais”, disse.

Para o deputado Beto Pereira (PSDB-MS), é importante que os empreendimentos de pequeno porte sejam objeto de simplificação e de desburocratização. Ele disse que os profissionais temem a judicialização de processos de licenciamento.

Democracia

A deputada Taliria Petrone (Psol-RJ) destacou que, apesar da comissão geral e das audiências públicas, ainda não há sinal de consenso sobre o projeto. “O resultado final sequer chegou próximo de um equilíbrio entre os setores envolvidos nas políticas públicas”, disse.

Petrone disse temer que haja apenas uma aparência de democracia. ”A gente precisa fazer uma dura crítica ao método porque senão sai daqui uma ideia de que a gente vai ter um texto produto da diferença e essa não é a realidade”, disse.

O deputado Sérgio Souza (MDB-PR), no entanto, disse que não há discordância sobre todo o texto. “Na maior parte, há convergência entre todos os lados. A divergência se limita a certos pontos”, afirmou.

Souza disse que o texto vem sendo construído há 15 anos. “Queremos que não fique o pior para todos os lados e que nenhum lado seja vitorioso”, concluiu.

*Agência Câmara Notícias 

O Movimento Brasil Livre (MBL) estreia nas salas de cinema do Shopping Morumbi Town, em São Paulo, nesta segunda-feira (2), um documentário sobre a queda da ex-presidenta Dilma Roussef. Com nome de 'Não Vai Ter Golpe', a produção relata todo o processo do impeachment sob o olhar do movimento que ganhou notoriedade no período.

A produção tenta trazer uma visão particular do que foi processo de derrubada de Dilma. Seguindo na direção contrária de outro documentário recentemente lançado, 'Democracia em Vertigem', que trata a queda como um golpe, a produção do MBL traz para o movimento a responsabilidade pelo impedimento de Dilma, tentando 'colher os louros' do processo.

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 O maior crédito da queda acabou por ser direcionado para o personagem político com maior influência naquela ocasião, o então presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha. Mas o documentário busca mudar essa visão e tornar o MBL como grande responsável pela mudança de poder no Brasil.

Além da estreia nesta segunda em São Paulo, o documentário também será apresentado na terça-feira no Rio de Janeiro, no Américas Shopping e no Shopping Curitiba, na quarta-feira (4).

O deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP) chamou o filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), de "deputado fantasma". A alfinetada se deu após Eduardo usar o Twitter, na manhã desta quinta-feira (29), para questionar o democrata diante da sua postura sobre o veto parcial do presidente à Lei que endurece punição para difusão de fake news com finalidade eleitoral. Item foi derrubado pelo Congresso Nacional.

Eduardo, que era contra a derrubada do veto, parabenizou Kim e disse que os seus inimigos vão processar eles mesmo por notícias verdadeiras, dizendo que são falsas. 

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“Derrubado o veto da lei que pune com 2 a 8 anos de prisão quem divulgar fake news. Parabéns dep. Kim Kataguiri por ter viabilizado esse instrumento que vai calar exatamente aqueles que não divulgam fake news. A esquerda comemorou no plenário, será por quê?”, indagou o filho do presidente. 

“A pena para quem divulgar fake news é o dobro da pena para quem comete um homicídio culposo. Além disso, o que é fake news? Sabemos que nossos inimigo não tem caráter e mesmo falando a verdade eles nos processarão dizendo que estamos divulgando fake news”, emendou, argumentando.

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Logo em seguida, ao responder o também parlamentar, Kim Kataguiri não poupou críticas, disse que a esquerda comemora a derrubada de qualquer veto e questionou Eduardo, ao querer saber o porquê dele não ter ido articular a manutenção do veto no plenário do Congresso Nacional. 

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“E você reclama porque não leu o projeto, aliás, nem estava no plenário durante a discussão, como nunca está. Se era contra, por que nao participou do debate? Por que não foi virar votos a favor do veto? Férias pré-embaixada?”, indagou Kim.

E acrescentou: “deputados fantasmas, como Eduardo Bolsonaro, que colocam a digital no plenário e vão embora, olham para o painel, seguem a liderança do partido e só sabem o que votaram depois de votar. Prática de deputado mimado e irresponsável. Papai só vetou parte do projeto, mantendo os 2 a 8”. 

Kataguiri não parou por aí, ele ainda perguntou a Eduardo por qual motivo ele “não xingou seu pai” quando ele deixou passar esse o caput do projeto”. “Por que não disse pra ele que era um absurdo comparado a homicídio culposo? E a história de ser rigor do com bandido, cadê?”

E, para finalizar, o líder do Movimento Brasil Livre (MBL) chamou Eduardo para um debate sobre o veto e ironizou a indicação de Eduardo para ser embaixador do Brasil nos Estados Unidos. 

“Onde estava Eduardo Bolsonaro na hora de chamar o governo para votação nominal do abuso de autoridade? Ou no veto do presidente contra projeto que limitava poderes do STF? Ou ontem, quando precisávamos do PSL para manter decreto presidencial? Na previdência? Lava Toga? Nadinha. Fritando hambúrguer. Covarde”, disparou o democrata.

O projeto de lei que amplia as ações classificadas como nepotismo na administração pública avançou na Câmara dos Deputados. A proposta, do deputado Roberto Lucena (Pode-SP), foi aprovada nesta quarta-feira (14) na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Casa. 

O texto recebeu uma emenda do relator, deputado Kim Kataguiri (DEM-SP), classificando como nepotismo o ato de nomear parentes de autoridades como ministro de Estado ou embaixador.  

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Recentemente, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) anunciou que indicará o filho, deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), para ser embaixador do Brasil nos Estados Unidos, uma vez que o cargo não necessariamente precisa ser ocupado por um diplomata. Antes de ser oficializado, o nome de Eduardo precisa ser aprovado pelo Senado. 

No relatório, Kataguiri observa que o nepotismo é uma “injustiça patente que demonstra profundo desprezo pela coisa pública e, por consequência, desrespeito ao pagador de impostos”. 

O democrata também lembrou que, em 2008, o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou uma súmula vinculante regulando a prática de nepotismo e proibindo autoridades de nomearem cônjuge ou parente até terceiro grau para cargos públicos, contudo não trata de cargos políticos. 

Na avaliação de Kataguiri, “é uma vergonha que o Parlamento ainda não tenha tratado do nepotismo em nível federal e que isso tenha sido tratado pelo Supremo Tribunal Federal”.

Proibição mais ampla

O texto aprovado altera o capítulo que trata das proibições aos servidores públicos, previstos no Regime Jurídico Único (Lei 8.112/90). Hoje a lei apenas proíbe o servidor de manter sob sua chefia imediata, em cargo ou função de confiança, cônjuge, companheiro ou parente até o segundo grau.

Entre outros casos, o projeto considera nepotismo a nomeação para cargo ou a contratação temporária de cônjuge, companheiro ou parente até o terceiro grau da autoridade nomeante ou de servidor da mesma unidade investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento.

Os casos de nepotismo cruzado, em que uma unidade contrata o parente de alguém de outra e vice-versa, também são abrangidos pelo projeto.

Conforme o texto, fica proibida ainda a contratação de empresa que tenha como sócio cônjuge, companheiro ou parente até o terceiro grau da autoridade contratante ou de servidor da mesma unidade administrativa investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento.

A matéria agora será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça, depois seguirá para votação em plenário.

Após o relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), o deputado Cacá Leão (PP), incluir no texto do projeto a autorização de utilização de até 0,44% da receita corrente líquida prevista para este ano, o deputado Kim Kataguiri (DEM) saiu em contrapartida.

Com a medida de Leão, o objetivo seria compor o fundo eleitoral que será destinado a campanhas municipais em 2020. Com isso, Kataguiri protocolou uma emenda à LDO visando impedir que o aumento seja posto em prática.

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A medida incluída por Leão permite, portanto, que o valor destinado a campanhas políticas seja superior ao dobro do repassado nas últimas eleições, realizadas no ano de 2018. O aumento deve passar de R$ 1,7 para 3,5 bilhões.

A deputada Janaína Paschoal (PSL) elogiou a atitude de Kataguiri. “Garoto prodígio acerta de novo. Não só não pode aumentar o fundo eleitoral, como devem acabar com ele e com o fundo partidário. Acabando com esses fundos, já nos livramos de uma série de aventureiros. Há muitos políticos bons, que seguirão trabalhando. Os piratas irão embora”, escreveu a parlamentar em seu perfil no Twitter.

Kataguiri ainda elevou a importância de lutar contra o aumento de gastos. “Infelizmente não podemos acabar com esse absurdo pela Lei de Diretrizes Orçamentárias, mas pelo menos podemos impedir um aumento dele”, disse.

O deputado federal Kim Kataguiri (DEM) utilizou seu perfil oficial no Twitter nesta sexta-feira (28) para fazer críticas ao posicionamento da oposição sobre o andamento da Operação Lava Jato.

O parlamentar aproveitou para exaltar o trabalho realizado pela força-tarefa. “A Lava-Jato está sob ataque constante da esquerda, gota por gota querem sangrar a operação”, escreveu Kataguiri.

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Ainda em sua publicação, ele afirma que a Lava Jato é responsável por acabar com organizações corruptas no país. “A operação desmontou o maior esquema de corrupção da história do Brasil”, continuou. 

Por fim, o líder do MBL aproveitou para chamar seus seguidores para a manifestação do próximo domingo (30) em prol de pautas do governo. “No dia 30 voltaremos às ruas em defesa da justiça”, disse.

No Recife, a manifestação acontecerá na Avenida Boa Viagem, a partir das 14h. A concentração será em frente à Padaria e as principais pautas são a reforma da Previdência, o pacote anticrime e o apoio a Sergio Moro.

O clima esquentou no Twitter nesta quinta-feira (23) entre o escritor Olavo de Carvalho e o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP). Tudo começou quando o escritor teceu um comentário sobre o deputado e sobre a deputada estadual Janaina Paschoal (PSL).

“Ambos estão unidos no erro, mas não posso nivelar a Janaína com o Kim Katapiroka”, disparou Olavo, sem fazer menção ao que exatamente se referia, mas as respostas dos deputados dão a interpretação de que o escritor se referia a assuntos como reforma da Previdência e a manifestação do próximo domingo (26) em apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PSL).

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 “Não pode mesmo. Não tem estatura moral para isso. Um senhor dessa idade que tem de recorrer a  trocadilhos toscos para transmitir a própria mediocridade de espírito precisa sair do Twitter e trocar as fraldas mentais”, confrontou Kataguiri.

 Janaina, por sua vez, também saiu em defesa de Kim. “MBL fez mais pelo país do que muitos dos anônimos que surgem agora. Analise os fatos. Kim é o maior defensor da reforma da previdência. Leia”, escreveu a parlamentar.

 Olavo não respondeu mais, mas a discussão entre os três entrou no ranking de assuntos mais comentados no Twitter nesta quinta.

A deputada estadual por São Paulo, Janaína Paschoal (PSL), tem feito alertas e críticas ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) e seus aliados. Nesta quarta-feira (22), ela usou as redes sociais para para se referir a quem chamou de ‘bolsonarista’ e observar a necessidade deles agirem com inteligência e deixarem de fazer ameaças contra ela, o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), ao cantor Lobão e ao vice-presidente da República, o general Hamilton Mourão.

Para exemplificar seu apelo, Janaina citou que leu sobre uma reunião de pessoas de vários partidos em que se começou o discurso de que a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seria política e um líder de um partido de oposição ao petista disse que se retiraria do local, mas antes que o clima ficasse acirrado um deputado estadual do PT, que ela não denomina, arrefeceu a conversa e convocou os colegas a conversarem apenas sobre temas que eles - oposição e governo - tinham convergentes.

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“Esse deputado é um dos nomes históricos do Partido dos Trabalhadores. Pergunto: Ele é inteligente, ou ele é burro? Acredito que a resposta seja óbvia. Ele é inteligente e perspicaz. Ele percebeu que se não tomasse as rédeas da situação, a reunião se perderia. Ele captou o que unia (une) todas aquelas pessoas e conseguiu restituir a parceria”, explicou Janaina.

“Imagino que já tenha uma horda bradando: ‘traidora, está elogiando petista!’, ‘comunista’. Não, eu não estou elogiando petista, eu estou tentando mostrar o que é ser inteligente. Eu estou tentando mostrar por qual razão eles ficaram tantos anos no poder e, ao que tudo indica, vão voltar”, acrescentou.

A deputada paulista seguiu dizendo que muitos articulistas em favor do presidente Jair Bolsonaro estão hoje sendo perseguidos por “exigirem a mudança prometida” pelo presidente, mas enquanto eles estavam “colocando nossas carreiras (e vidas) em risco, a maior parte dos bolsonaristas estava fazendo sinal de arminha, arrumando confusão e tirando ‘selfie’”.

“Não estou falando isso para humilhar ninguém, pois não é do meu feitio. Estou falando isso por ser justa. Estou recebendo vídeos de pessoas absolutamente desconhecidas detonando o Kim. Estou recebendo mensagens insanas dando ordens para pegar os outros na rua. Palhaçada! Não tem outro nome para isso”, argumentou.

“Enquanto o deputado estadual do PT, inteligentemente, está reunindo a turma do lado de lá, para retomar o poder; eu estou falando para as paredes. Entendem? Ninguém vai conseguir aprovar reforma chamando todo mundo de ladrão, de traidor, de comunista, de vendido e coisa pior. Ninguém vai conseguir aliados, colocando um alvo na testa de quem trabalhou duro para que esse pessoal chegasse ao poder”, emendou Janaina Paschoal.

A parlamentar ainda chamou de “injustiça” e “ignorância” o fato de muitos estarem taxando ela, Kim Kataguiri, Lobão e Mourão de “comunistas”. “Quando os bolsonaristas estavam no bem bom, eu desafiava o petismo na USP e General Mourão enfrentava a subserviência das instituições aos crimes do petismo. Se os bolsonaristas lessem, se estudassem, se se preocupassem em entender como os outros (inclusive os oposicionistas) pensam, eu não precisaria estar escrevendo o óbvio”, cravou, pontuando que insiste no discurso porque acredita que há como recuperar o tempo perdido.

Por fim, Janaina também disse que eles vão reconstruir o país, mas será mais fácil se os bolsonaristas estiverem com eles. “Parem de atacar os verdadeiros responsáveis pela mudança de paradigmas! Nós elegemos um presidente, pelas regras do Estado Democrático de Direito e queremos que esse presidente governe (com sucesso) pelas mesmas regras. Trabalhamos e estamos trabalhando muito por isso. Temos o direito de exigir o que nos foi prometido”, finalizou.

O fotógrafo Lula Marques, conhecido pelos seus registros emblemáticos no mundo político, fez uma publicação no Twitter mostrando o registro de um erro na identificação do gabinete do deputado federal eleito Kim Kataguiri (DEM), na Câmara dos Deputados. Na imagem, o democrata aparece sendo identificado como "deputada". 

O erro gráfico chamou a atenção na rede social. "MBL e sua ideologia de gênero acabando com a mente das nossas crianças!"; "Seria Kim uma trans não assumida??!!"; "Uia, saiu do armário o bunda murcha?", chegaram a comentar os internautas.

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O registro não foi comentado pelo membro do Movimento Brasil Livre (MBL). 

O deputado eleito Kim Kataguiri (DEM-SP) retirou sua candidatura à presidência da Câmara e anunciou apoio ao também deputado eleito Marcel Van Hattem (Novo-RS). O anuncio foi feito nesta quarta-feira, 23, pelos parlamentares. Kataguiri disse que Marcel reúne as qualificações para realizar as reformas necessárias e deixar a Câmara mais enxuta e veloz. Kataguiri disse que irá juntamente com o Partido Novo intensificar a busca por votos nas próximas semanas, até as eleições, que serão no dia 1º de fevereiro.

Kataguiri havia anunciado sua candidatura apesar de seu partido ter outro candidato, que é o atual presidente da Casa e o favorito na disputa até o momento, Rodrigo Maia (DEM-SP). "Ele não defende as reformas administrativas e não tem um canal direto de comunicação com a população", afirmou o deputado eleito do DEM de São Paulo, que é um dos fundadores do Movimento Brasil Livre (MBL), ao responder o porquê de não apoiar o correligionário.

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Kataguiri negou que tenha havido pressões do partido para que ele desistisse de sua candidatura e disse que chegou a conversar com Maia antes de tomar a decisão de apoiar Van Hattem. "Maia respeita meu apoio", disse e acrescentou que esse posicionamento é ideológico. Segundo ele, não houve negociação de posições na Casa. Van Hattem afirmou que ele e Kataguiri defendem as mesmas ideias e agradeceu o apoio do colega.

O Novo anunciou nesta terça-feira, 22, a candidatura de Van Hattem. Sua plataforma de campanha para o cargo inclui temas como a desburocratização da máquina pública, o fim do foro privilegiado e as reformas da Previdência e tributária. O parlamentar também afirmou que o partido terá uma posição de independência em relação ao governo de Jair Bolsonaro. Apesar de ser uma bancada nanica, com oito deputados eleitos, o partido diz que tem conversado com integrantes de outras legendas para angariar apoio, inclusive do PSL, que decidiu integrar o bloco do atual presidente da Casa. Maia já conta com o apoio de 12 partidos.

O deputado federal eleito Kim Kataguiri (DEM-SP) apresentou nesta quarta-feira, 16, ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para que a Corte assegure a ele o direito de concorrer ao cargo de presidente da Câmara dos Deputados mesmo não tendo 35 anos. O futuro parlamentar completará 23 anos no final do mês.

A defesa argumenta que o deputado federal eleito atende à única condição regimental imposta para sua candidatura ao cargo de presidente da Câmara, que é ser brasileiro nato. Segundo os advogados, parlamentares e especialistas sugerem que para se candidatar à presidência da Casa, Kim Kataguiri deveria preencher as condições de elegibilidade previstas para o cargo de presidente da República, entre elas a idade mínima de 35 anos.

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"A Constituição Federal, a legislação infraconstitucional e, sobretudo, o Regimento Interno da Câmara dos Deputados não preveem idade mínima para a assunção do cargo de presidente da Casa Legislativa Federal, motivo pelo qual é incabível qualquer interpretação restritiva do direito do autor", alegam os advogados de Kim Kataguiri.

Segundo eles, como a intenção de Kim é lançar-se candidato à presidência da Câmara - e, não, à presidência da República - a única condição de elegibilidade a ser atendida por ele deveria ser a de ser brasileiro nato.

A defesa lembra ainda que a Constituição Federal estipula a idade mínima de 21 anos para a elegibilidade dos candidatos ao cargo de deputado federal. Ao citarem uma situação hipotética em que a Câmara seja composta apenas por parlamentares menores de 35 anos, os advogados afirmam que "seria risível dizer que a Câmara Federal ficaria sem presidente pelo fato de nenhum deputado ter a idade mínima prevista para concorrer ao cargo de Presidente da República".

Líderes nacionais do Movimento Brasil Livre (MBL), o deputado federal eleito por São Paulo Kim Kataguiri, o deputado estadual Arthur do Val (Mamãe Falei) e o vereador da capital paulista Fernando Holiday estão em Pernambuco para uma campanha de “patriotismo”, segundo eles, no Estado natal do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que tradicionalmente é reduto político do PT.

Nesta sexta-feira (26), o trio participa de um encontro em Garanhuns, no Agreste. Na noite dessa quinta-feira (25) eles estiveram em Caruaru, na mesma região, e antes disso, visitaram a Refinaria Abreu e Lima, em Ipojuca, na Região Metropolitana do Recife, classificada por eles como “uma das obras da Petrobras onde os corruptos mais faturaram e também uma das primeiras a ter seu inquérito concluído na Lava Jato”.

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Durante ato em Caruaru com simpatizantes do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL), Kim Kataguiri disse que a missão deles é “extirpar” o PT do país. “Não basta só vencer a eleição, tem que acabar com o PT em cada cidade e em cada interior [do Nordeste]. É nossa missão extirpar esse mal de uma vez por todas. Ou aqui alguém vai aceitar candidato indicado por presidiário? Esse é o Nordeste que representa a população brasileira”, considerou, afirmando que “não tem clima de já ganhou” para a campanha do capitão da reserva.

O mesmo tom foi usado por Fernando Holiday. “A direita se uniu nesse país e o povo de bem não vai permitir que eles retornem ao poder. Hoje vocês fazem parte da história da libertação do Nordeste. Nada vai ter adiantado a nossa luta se no final eles voltarem ao poder”, salientou o vereador paulista.

Holiday também acusou o PT de financiar ditaduras. “Eles nos acusam de acobertar a ditadura, mas quem acoberta a ditadura são eles que na sua fundação acorbertaram os crimes da ditadura cubana, que tiraram do nosso bolso para financiar ditaduras do mundo inteiro. Agora inventam um tal de ‘caixa 2 de Bolsonaro’ para silenciar a nossa voz e não vão conseguir”, disparou.

Um dos fundadores do MBL, Renan Santos também participou do evento. Ao discursar, ele disse que se Bolsonaro garantir a perda de espaço do PT no domingo será a “primeira vez desde que aquele maldito homem Luiz Inácio Lula da Silva assumiu a Presidência que vamos reunificar o país”.

“Se está rolando uma revolução hoje é especialmente por causa de vocês. Lá no Sudeste o PT sempre falou ‘o Nordeste é nosso’, ‘são nossos escravos’. Tratam vocês como reféns deles, vítimas e coitados. O que está acontecendo hoje é o momento mais bonito da história do Brasil, pela primeira vez não vai ser mais nós e vocês, somos todos nós. Acabou essa divisão. [...] Vocês são a favor de putaria na escola? De bandido solto fazendo o que quer? De um corrupto mandando no país?”, indagou, sendo respondido ao coro de “não” e “fora PT”.

Em Pernambuco, o MBL deve encerrar a campanha contra a eleição de Fernando Haddad (PT) neste sábado (26) com um ato na Praça da Independência, no Centro do Recife, às 14h.

Um dos fundadores do Movimento Brasil Livre, Kim Kataguiri, polemizou ao publicar na página do seu Facebook uma foto com uma arma na Rocinha, no Rio de Janeiro. A repercussão foi ainda maior por ele estar usando um boné personalizado da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e uma blusa da União da Juventude Socialista (UJS). Na postagem, ele escreveu: “Cansei de bater panela, agora vou fazer revolucion”, ironizou.

As críticas foram diversas. “Essa camisa que você está vestindo tem muita história. Aprenda a respeitar as pessoas e as organizações que ajudaram a construir a história do povo brasileiro”, disse um internauta.

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“Eu nunca vi tamanha falta de respeito com uma entidade séria e com ideais contrários aos teus e ainda debochou da comunidade da Rocinha e dos seus moradores. O que você está fazendo está longe de ser política e ainda está sujando a sua instituição, a MBL. É por essas e outras, que vocês não conseguem serem levados a sério por ninguém”, disparou outro.

O MBL é uma entidade criada, em 2014, para combater a corrupção e lutar pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Kim Kataguiri já foi considerado, pela revista Time, um dos 30 jovens mais influentes do ano de 2015.

“Depois de co-fundar o Movimento Brasil Livre em 2014, Kataguiri, que cita Ronald Reagan e Margaret Thatcher como inspirações, liderou uma manifestação com a força de 200 mil pessoas em São Paulo, a maior da cidade em três décadas”, chegou a dizer a revista, na época.

Nesta quinta-feira (27), foram divulgados áudios que indicam financiamentos de partidos políticos ao Movimento Brasil Livre. O cantor Tico Santa Cruz usou a própria conta do Facebook para se posicionar sobre a notícia e pediu que fosse instaurada uma CPI para investigar as contas do MBL e de outros grupos, que se disseram apartidários durante as manifestações pró-impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

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Tico Santa Cruz exige que o MBL mostra as contas e prove que não foram recebidas verbas por parte de partidos opositores sob o argumento de que foi uma manobra para manipulação "milhares de brasileiros indignados, e com razão, dizendo que era um movimento apartidário, que estava nas ruas para combater a corrupção".

O cantor de Detonautas Roque Clube ainda se coloca à disposição para depor e abrir as contas da banda a uma possível CPI da Lei Rouanet, que investigaria o financiamento de produções artísticas com dinheiro público.

"Agora, quero, exijo, que a gente se movimente para saber de onde veio esse dinheiro dos partidos que bancaram as suas manifestações. Se vocês são honestos de verdade, e por todas as pessoas que se sentiram enganadas, que a gente abra uma CPI imediatamente para descobrir de onde veio esse dinheiro para fazer protesto e derrubar a presidenta Dilma. Fica aqui o meu desafio. Estou à disposiação da CPI da Lei Rouanet, pode me chamar a hora que for. Eu esfrego na cara de vocês que não recebi dinheiro nenhum", completou Tico Santa Cruz. 

MBL PROMETE PROCESSAR CANTOR

O Movimento Brasil Livre respondeu que vai processar o cantor por declaração racista, também através de publicação no Facebook. Durante a declaração, Tico Santa Cruz diz conclama os membros da MBL a abrir as contas e provar que não houve partidarismo e diz: "Sim, você capitão do mato, Fernando Holiday". Líder da MBL em Pernambuco, Paulo Figueiredo disse que as acusações sobre financiamente são "completas mentiras".

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O líder do Movimento Brasil Livre, Kim Kataguiri, esteve em Pernambuco neste sábado (19). Ele participou do Encontro Papo Universitário, realizado no Classic Hall, em Olinda, na Região Metropolitana do Recife. Em entrevista exclusiva ao LeiaJá, Kim falou sobre os acontecimentos políticos do Brasil e deu um depoimento polêmico: “A maioria da militância petista é paga”, declarou. Confira no vídeo:

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Com informações de Danilo Mensil

Mais de 100 palestras e a expectativa de um público de 10 mil pessoas. É dessa forma que o Encontro Papo Universitário chega a sua quarta edição, neste sábado (19) e domingo (20), no Classic Hall, em Olinda, na Região Metropolitana do Recife. A base de muita descontração, o evento promete disseminar muitas informações para jovens estudantes e profissionais, através de atividades temáticas nas áreas de educação, saúde, publicidade/ propaganda e marketing, comunicação, negócios e carreiras.

Como um dos focos do evento, o debate político e sua influência no mercado de trabalho é um dos temas que será trabalhado no Papo Universitário. Para isso, um dos palestrantes será o polêmico coordenador do Movimento Brasil Livre, Kim Kataguiri, que conduzirá sua fala neste sábado, a partir das 10h. Outro convidado é o procurador do Estado de Pernambuco e atual secretário de Juventude e Qualificação Profissional do Recife Jayme Asfora, além da psicóloga com especialização pela Havard University e maior recrutadora no país da Cia de Talentos, Sandra Betti, e o diretor de recursos humanos da Nestlé Brasil, Luiz Fruet.

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Ainda dentro da programação do Encontro, serão realizados debates sobre os segmentos de engenharia, moda, gastronomia, saúde e negócios. Outra temática a ser abordada é a postura do jovem cristão na atualidade e na área profissional, dentro das atividades da arena Papo Cristão. Já para quem quer se preparar para o Enem, o curso Os Caras de Pau vai realizar um aulão totalmente gratuito, com dicas relevantes dos assuntos trabalhados no exame.

As inscrições para o Papo Universitário ainda podem ser feitas, de forma gratuita, através do endereço virtual do evento. Todas as atividades estão programadas para o horário das 9h às 22h, com direito a certificado.

 

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