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A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) divulgou, nesta segunda-feira (29), que o ex-candidato à presidência da República e vice-presidente do Partido Democrático Trabalhista (PDT), Ciro Gomes, participará de uma aula magna. Abordando o tema “Direito e Desenvolvimento”, o evento será on-line, no dia 3 de julho, às 19h.

A aula magna é uma promoção do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ)/Faculdade de Direito do Recife (FDR) e do Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD) da UFPE. O professor Walber de Moura Agra fará a mediação da iniciativa, que também contará com as participações dos professores Francisco Queiroz e Mariana Fischer.

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De acordo com a instituição de ensino, o evento é aberto ao público e poderá ser acompanhado via YouTube. Em seu site, a Universidade detalhou a experiência de Ciro no universo político. “Ciro Gomes é formado em Direito pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Ao longo de sua vida pública, ele já foi deputado estadual, deputado federal, prefeito de Fortaleza (CE), governador do Ceará, ministro da Fazenda durante o mandato do então presidente Itamar Franco e ministro da Integração Nacional do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Também comandou a Secretaria de Saúde do Ceará durante a gestão do governador Cid Gomes. Ciro Gomes foi candidato ao cargo de presidente da República nas eleições de 1998, 2002 e 2018. Além disso, atuou na iniciativa privada”, informou a UFPE.

A triste marca de 1.473 mortos por Covid-19 em 24 horas, anunciada pelo Ministério da Saúde no fim da noite dessa quinta-feira (4), levou o ex-juiz e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, a voltar a pedir, no Twitter, que a população mantenha o isolamento social e os cuidados diante do novo coronavírus.

“1473 mortos por Covid-19 nas últimas 24 horas. Cuide-se. Se puder, fique em casa. Se não puder, use máscara e mantenha distância”, escreveu Moro na rede social. 

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Juntamente com o pedido para a população, o ex-aliado do presidente Jair Bolsonaro acrescentou que o alerta não era político. “Não é política, é responsabilidade e prudência”, observou.

Apesar de muitos Estados já iniciaram a retomada das atividades econômicas, após pouco mais de dois meses de medidas mais restritivas, o Brasil tem registrado números altos de mortos e nessa quinta ultrapassou a Itália no ranking mundial, sendo agora o terceiro país no mundo com mais mortos por Covid-19. Já são 34.021 brasileiros com suas vidas ceifadas pela doença.

Um deputado japonês pediu desculpas nesta segunda-feira (9) por embolsar cerca de 76.000 euros ao leiloar máscaras cirúrgicas on-line, muito escassas no país por causa da epidemia de coronavírus.

Hiroyuki Marota, membro da assembleia regional de Shizuoka (centro do país) e proprietário de uma empresa de importação, declarou em entrevista coletiva que havia leiloado on-line, durante um mês, muitas máscaras - cerca de 2.000 - e que com isso, ganhou 8,88 milhões de ienes (75.900 euros).

Cada lote foi vendido por entre 34.000 e 170.000 ienes (291 a 1.456 euros), disse ele à imprensa japonesa.

Marota explicou que havia comprado o equipamento há dez anos na China por 15 ienes por peça (0,13 euros), segundo o jornal regional Shizuoka Shimbun, de modo que um lote de 2.000 máscaras lhe custaram 30.000 ienes (257 euros).

"Eram reservas que eu tinha na minha empresa há anos. Não posso dizer que o lucro que obtive foi injustificado", disse ele. "Mas, como membro da assembleia da prefeitura, tenho uma responsabilidade moral".

O deputado foi muito criticado e disse que o preço correspondia ao do mercado.

O único deputado de extrema direita em Portugal, André Ventura, provocou um escândalo ao pedir a uma deputada negra que "volte para seu país de origem", por defender a restituição de obras de arte às antigas colônias portuguesas.

"Proponho que a deputada Joacine seja ela mesma devolvida para seu país de origem. Seria muito melhor para todo o mundo", disse Ventura ontem no Facebook.

Nesta quarta, o jornal "Publico" publicou um editorial, classificando como "abjeta" a afirmação de Ventura, líder do Partido Chega.

Joacine Katar Moreira, do partido de esquerda Livre, nascida em Guiné-Bissau, registrou ontem no Parlamento um projeto de lei para criar uma lista do patrimônio que Portugal deveria devolver para suas antigas colônias.

Ventura foi eleito em outubro de 2019 e se tornou o primeiro deputado de extrema direita no país desde a recuperação da democracia, em 1974. É conhecido por seus comentários depreciativos sobre negros e ciganos.

Boris Johnson se tornou primeiro-ministro com a promessa de concretizar o Brexit e, após a reeleição com uma vitória esmagadora, deseja acabar com as divisões no Reino Unido, embora seja uma das figuras mais polarizantes do país.

A vitória eleitoral é um mandato "não apenas para tornar efetivo o Brexit, mas para unir este país e levá-lo adiante, concentrados nas prioridades dos britânicos", afirmou Johnson.

Mas, embora seja um dos políticos mais populares do país, este homem de 55 anos com uma cabeleira loira revolta, desperta muitas críticas por uma retórica populista que lhe valeu a comparação com Donald Trump e uma falta de rigor que muitos denunciam como mentiras.

"A verdade importa?", questionou a moderadora durante um debate eleitoral. "Acho que sim", respondeu Johnson, arrancando risadas do público.

No poder desde julho, sofreu uma série de reveses em seus primeiros meses de mandato: 21 deputados conservadores se rebelaram contra ele, a justiça anulou por considerar "ilegal" sua suspensão dos trabalhos parlamentares e acabou obrigado a pedir um terceiro adiamento do Brexit, apesar de ter dito que preferia "estar morto em uma vala".

Apesar das polêmicas, o país decidiu dar uma carta branca a Johnson para que possa cumprir sua grande promessa: retirar o país da União Europeia.

- Bisavô turco -

No referendo de 2016, este grande fã de Winston Churchill - sobre quem escreveu uma biografia - surgiu como um dos principais defensores do Brexit, mas só após realizar um exercício incomum.

Colunista do jornal conservador The Daily Telegraph, havia preparado um artigo anunciando que apoiava a permanência no bloco e outro afirmando o contrário, o que deu a impressão de que sua decisão escondia um cálculo político.

"O único em que Boris Johnson acredita é Boris Johnson", disse à AFP o ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC) Pascal Lamy, que conhece a família Johnson desde que Boris era um rapaz que estudava na Escola Europeia de Bruxelas, onde seu pai foi um eurodeputado.

Conhecido popularmente como "BoJo", Alexander Boris de Pfeffel Johnson nasceu em 1964 em Nova York, no seio de uma família de políticos, jornalistas e celebridades. Um de seus bisavós era turco e foi ministro do último Império Otomano.

E ele sempre se refere a ele quando é acusado de islamofobia. Como quando comparou as mulheres vestidas de burca a caixas dos correios, declarações que junto com outras lhe renderam também a acusação de misoginia, embora seus partidários as qualifiquem como simples brincadeiras.

- "Rei do mundo" -

Segundo sua irmã, Rachel, quando criança, ele queria ser "rei do mundo". Seguindo a trajetória clássica das elites britânicas, estudou nas prestigiosas Eton e Oxford.

Em 1987 iniciou uma carreira de jornalista no 'The Times', que o demitiu um ano depois por inventar algumas declarações. Entre 1989 e 1994 foi correspondente do Telegraph em Bruxelas, onde escreveu artigos que ridicularizaram as regulações europeias.

"Não inventava as histórias, mas sempre caía no exagero", lembra Christian Spillmann, jornalista da AFP em Bruxelas nestes anos.

Eleito deputado em 2001, ele perdeu um cargo na cúpula conservadora três anos depois por mentir sobre um caso extraconjugal. Um dos vários escândalos pessoais de um político que não quer dizer quantos filhos tem... além dos quatro reconhecidos.

Divorciado duas vezes, agora mora em Downing Street com a namorada, Carrie Symonds, de 31 anos. Ganhou status de estrela após ser eleito prefeito de Londres em 2008 e, embora lhe atribuam alguns projetos desastrosos, brilhou com os bem sucedidos Jogos Olímpicos de 2012.

Na mente de todos ficou a imagem do prefeito Johnson, engasgado em uma tirolesa durante os Jogos e agitando uma bandeirinha enquanto aguardava ser despendurado, uma situação ridícula que, graças ao seu carisma, conseguiu tornar favorável.

Foi nomeado ministro das Relações Exteriores por Theresa May em julho de 2016. É acusado de ter cometido erros diplomáticos graves antes de pedir demissão dois anos depois por desavenças sobre a estratégia do Brexit.

O ano de 2020 se aproxima e com ele vem as eleições municipais. Na tentativa de saírem vitoriosos, alguns políticos se aproveitam da flexibilidade do domicílio eleitoral para trocarem a sua residência eleitoral para votarem e serem votados. Viver politicamente na itinerância não é algo proibido e, de acordo com o cientista político Elton Gomes, é mais comum do que se imagina. 

Em Pernambuco temos alguns exemplos de políticos que já foram prefeitos em várias cidades diferentes. Elias Gomes, por exemplo, já conseguiu governar o município do Cabo de Santo Agostinho, cidade onde foi prefeito em três mandatos, Fernando de Noronha e Jaboatão dos Guararapes, sendo esse o último município liderado por Elias e seu domicílio eleitoral de 2009 a 2016. Em outubro deste ano, Gomes retornou o seu título para o Cabo, onde pretende disputar - pela quarta vez - a prefeitura da cidade

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Elias já deu a largada para 2020. Rafael Bandeira/LeiaJá Imagens/Arquivo

Outro exemplo de prefeito que já 'rodou' algumas cidades da Região Metropolitana do Recife é Yves Ribeiro. O político já governou Itapissuma, Igarassu, local onde nasceu, e Paulista - sendo esta a cidade que pretende voltar ao comando em 2020. Yves, inclusive, conseguiu ser prefeito de todas essas cidades, consecutivamente, por dois mandatos.

“Com a emancipação de Itapissuma eu me tornei o primeiro prefeito da cidade. Depois o doutor Arraes (ex-governador de Pernambuco) me chamou para ser prefeito de Igarassu. Como eu já tinha sido o vereador mais votado de Igarassu, em 96 eu transferi o meu título e fui eleito prefeito”, explica Yves Ribeiro.

Yves atualmente é assessor especial do Governo de Pernambuco. Imagem reprodução

A sua ida para a cidade de Paulista, segundo explica, se deu depois que participou de uma palestra no município e o povo o chamou para disputar a prefeitura da cidade. De acordo com Yves, na época, foi feito uma pesquisa na cidade para saber se a população queria que o então prefeito de Igarassu fosse governar Paulista. “O sim deu 66%, não 22% e o resto não quis opinar. Então eu enfrentei a luta e graças a Deus fui eleito e reeleito”, salienta.

O cientista político Elton Gomes explica que essas mudanças são a forma que os políticos encontram para maximizar os seus ganhos eleitorais e ter mais capacidade do ponto de vista eleitoral. “Isso é uma estratégia e uma grande jogada dos políticos para poder potencializar as suas chances de vitória. Quando eles se dão conta que as suas chances eleitorais podem ser majoradas mediante o domicílio eleitoral, eles assim o fazem para que possa, muitas vezes, até exportar a sua franquia de poderes”, pontua o especialista.

Diferente de seu marido, Michele teve sucesso na corrida eleitoral. Imagem reprodução

Um outro exemplo famoso em Pernambuco é o casal Collins. Em 2016, Cleiton Collins disputou a prefeitura de Jaboatão dos Guararapes, enquanto a sua esposa Michele Collins tentava a reeleição para o cargo de vereadora do Recife. A pergunta que muitos eleitores fizeram foi “onde mora o casal?”. A repercussão foi tamanha que eles tiveram que lançar nota de posicionamento sobre a situação. Na época, Michele Collins disse que, por desenvolver um trabalho social no Recife, era legítimo o pleito ao cargo de vereadora na cidade, já que exercia atividade política na capital pernambucana. 

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De acordo com o artigo 9º da Lei número 9.504/1997, para disputar um pleito, o candidato deve possuir domicílio eleitoral na respectiva circunscrição pela qual deseja concorrer, pelo prazo de seis meses e estar com a filiação deferida pelo partido no mesmo prazo. 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) explica que o conceito para o Direito Eleitoral não coincide com o domicílio para o Direito Civil. O Direito Eleitoral requer a necessidade de um "vínculo especial". O tribunal aponta que não é necessária a vontade de centralizar a vida em determinado lugar para considerá-lo um domicílio eleitoral. Basta o requisito objetivo conjugado com o vínculo especial.

"Essa vinculação especial surge a partir de um elo, seja ele familiar, social, afetivo, comunitário, patrimonial, negocial, econômico, profissional ou político com o lugar. Nesse contexto, ainda que os eleitores ou candidatos não morem efetivamente no local, eles poderão votar e se candidatar", explica o tribunal.

Gastos para a corrida eleitoral em 2020

Em outubro deste ano, o Senado aprovou o projeto que estabelece um teto para os gastos de campanha nas eleições municipais de 2020. A medida define como limite de gastos para os candidatos o mesmo valor determinado em 2016 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), só que corrigido pela inflação. Naquele ano, candidatos a prefeito de São Paulo, por exemplo, puderem gastar R$ 45,4 milhões no primeiro turno da disputa. Nas campanhas para o segundo turno, cada candidato poderá gastar até 40% desse limite.

A proposta também limita o autofinanciamento a 10% do valor total autorizado para o cargo. Ou seja, para cada R$ 100 mil de teto de gastos, o candidato só poderá usar R$ 10 mil do próprio bolso na campanha.

Um político da União Democrata Cristã (CDU), partido da chanceler federal alemã, Angela Merkel, foi encontrado morto no terraço de sua casa em Wolfhagen, no centro-oeste da Alemanha, afirmou a polícia. O caso está sendo investigado como homicídio.

Walter Lübcke, de 65 anos, foi encontrado no terraço por um familiar. Apesar de tentativas de reanimação, ele não resistiu aos ferimentos e morreu.

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Segundo o promotor, Horst Streiff, a autópsia confirmou que Lübcke morreu com um tiro na cabeça, disparado a curta distância. A hipótese de suicídio teria sido descartada, e uma investigação de homicídio foi aberta.

"Não há ainda indícios sobre suspeito ou motivo", afirmou a chefe da polícia criminal do estado de Hessen, Sabine Thurau. "Estamos investigando em todas as direções", acrescentou.

Membro de longa data da CDU, Lübcke era o encarregado da região administrativa de Kassel, uma subdivisão do governo estadual de Hessen, há dez anos. Em 2015, ele chegou a receber ameaças de morte depois de defender refugiados.

O político apoiou, na época, a abertura de um abrigo para requerentes de asilo planejado na cidade de Lohfelden. Diante de vaias, ele respondeu que determinados valores precisavam ser defendidos e que todo alemão tinha liberdade para deixar o país se não concordasse com esses valores.

Thurau, afirmou, no entanto, que não há, no momento, uma ligação entre as ameaças de morte e o crime. Não foram dados detalhes sobre a arma usada ou se houve testemunhas. "Essa primeira fase é decisiva para o sucesso da investigação. Não queremos que especulações coloquem em risco a investigação", disse.

O vice-prefeito do município de Trairi, no Ceará, foi preso nessa segunda-feira (13), ao atirar contra policiais civil que realizavam uma ação para inibir o tráfico de drogas no distrito de Canaã. Ele foi eleito em 2016.

De acordo com um policial, que preferiu sigilo, Erinaldo Freitas, do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) disparou duas vezes contra a guarnição que estava em um carro descaracterizado. A viatura estava parada na CE-085, aguardando um veículo de suspeitos que passariam pela rodovia. Um dos tiros ainda atingiu a porta traseira do carro das autoridades, embora nenhum agente foi ferido.

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Após o pedido de socorro, os agentes identificaram o remetente dos tiros e capturam o vice-prefeito dentro da própria residência. Lá, foi encontrado um revólver calibre 38, com restrição por roubo.

O advogado do político informou que seu cliente não vai se pronunciar sobre o caso. Segundo ele, o assunto será abordado por um deputado na sessão desta terça-feira (14), na Assembleia Legislativa do Ceará, apontou o G1.

Erinaldo Freitas do PRTB foi encaminhado para a Delegacia Metropolitana de Caucaia. Ele foi interrogado pelo delegado e autuado por tentativa de homicídio contra os policiais e receptação.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) galgou um novo espaço em sua luta por popularidade e, agora, ele assume o posto de político mais ativo no Facebook. De acordo com o estudo “World Leaders on Facebook”, o líder brasileiro desbancou o presidente norte-americano Donald Trump.

O estudo é de responsabilidade da agência de comunicação Burson Cohn & Wolfe. Os dados mostram que nos últimos doze meses, Bolsonaro teve mais de 145 milhões de interações em sua página oficial na rede social.

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Esse número é quase duas vezes maior que o de interação de Donald Trump, que no mesmo período somou 84 milhões de trocas com seus seguidores. Entretanto, o norte-americano tem 2,5 vezes mais seguidores que o brasileiro.

A pesquisa ainda mostra que Bolsonaro tem, em média, mais de 100 mil interações por publicação, enquanto as postagens de Trump atingem 53 mil. Um dos exemplos citados pelo levantamento foi de uma publicação de Bolsonaro no dia da eleição presidencial do ano passado, em 28 de outubro, quando ele saiu vitorioso nas urnas. Ao todo, a postagem reúne mais de 545 mil curtidas e 120 mil compartilhamentos.

O desempenho de Bolsonaro nas redes sociais atingiu ainda um outro marco. na lista das 100 publicações com mais interações, 61 foram feitas pela equipe do presidente brasileiro. Outras dez são do primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, e nove de Trump.

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O secretário de Defesa Social de Pernambuco (SDS-PE), Antônio de Pádua, também comentou o protesto, no último dia 1° de janiero, dos policiais contra uma possível demissão do presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE), Áureo Cisneiros, da categoria. Ele, em novembro passado, foi notificado pela Corregedoria da SDS para apresentar uma defesa sobre um processo disciplinar. 

Áureo, de forma insistente, garante que sofre uma “perseguição” pelo governo Paulo Câmara por conta das denúncias que vem realizando contra a administração do pessebista. No entanto, Antônio de Pádua negou qualquer atitude do tipo por parte do governo. Ele garantiu que o trabalho da Corregedoria da SDS é feito de forma “totalmente imparcial”. 

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“Existe um processo disciplinar. Todo servidor público tem que obedecer um código disciplinar próprio da sua instituição. Então, existe a Corregedoria da Secretaria de Defesa Social, que faz um trabalho totalmente imparcial, sem qualquer viés político, é dado ampla defesa e contraditório ao servidor para que possa se defender, então isso é a finalização de um processo que está sendo conduzido muito tranquilamente”, explicou. 

Por meio das redes sociais, o presidente do Sinpol voltou a falar sobre o assunto. “Não tem cabimento que eu sofra um processo administrativo por atividade sindical. O que existe, na verdade, é um governo que não aceita críticas e nem respeita a imunidade sindical. Ao longo dos últimos 4 anos, elaboramos dois dossiês sobre o estado da Polícia Civil de Pernambuco, não só com críticas, mas com sugestões. O governo nunca nos chamou para dialogar sobre os dois documentos. Lutar por melhorias na Polícia Civil é o dever do Sinpol. Perseguir a mim e demais diretores não vai resolver os alarmantes indicadores da segurança pública”, desabafou. 

Durante a cerimônia de posse, nesta terça-feira (1), para mais um mandato à frente de Pernambuco, o governador Paulo Câmara (PSB) fez um discurso confiante para uma plateia que lotou a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Ao agradecer os milhões de votos recebidos em todo o Estado, o pessebista garantiu que seu projeto foi aprovado pelos pernambucanos. 

“Retorno com a satisfação de dizer que aaprovacão do nosso projeto político, que tem feito Pernambuco avançar nos últimos 12 anos, foi manifestada democraticamente pela maioria da população, em todas as doze regiões do nosso Estado, mais uma vez. Essa manifestação nos obriga a persistir nos avanços sociais que, com a unidade do povo, temos implantado em Pernambuco”, declarou. 

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Câmara falou que os desafios do futuro devem ser enfrentados com diálogo e transparência com a parceria do Tribunal de Contas, Legislativo, Judiciário, Ministério Público e toda a sociedade. 

Durante a solenidade, não poderia faltar a recordação do ex-governador Eduardo Campos, o seu padrinho político. “Há exatos quatro anos, estive no antigo plenário desta casa, onde me comprometi a trabalhar muito por Pernambuco, num grande  desafio de substituir o inesquecível ex-governador Eduardo Campos. Eduardo  Eduardo me faz lembrar a figura do nosso líder politico Miguel Arraes, um dos criadores da Frente Popular de Pernambuco, que até hoje aglutina lideranças políticas na defesa e na luta pela melhoria das condições de vida da população pernambucana”. 

Também agradeceu o apoio de todos os membros da Alepe, bem como a vice-governadora Luciana Santos (PCdoB), os senadores Jarbas Vasconcelos e Humberto Costa, os deputados que integram a Frente Popular e aos militantes. Ainda fez um agradecimento ao ex-vice-governadorRaul Henry pelo “companheirismo, lealdade e capacidade de trabalho” e à família. 

Prestes a assumir o Ministério da Justiça no governo de Jair Bolsonaro, o juiz Sérgio Moro garantiu que não pretende ser candidato a presidente da República. Em entrevista ao Fantástico, nesse domingo (11), o magistrado disse que a participação dele na gestão federal não o faz um político e ressaltou que, apesar de não ter imaginado que quatro anos depois do início da Lava Jato seria ministro, ele tinha certeza que não pretende concorrer no futuro ao cargo Executivo.

Questionado se concordaria caso quatro anos atrás alguém dissesse que ele seria ministro, Moro negou. “Não, de forma nenhuma. A Operação Lava-Jato começou pequena, ninguém tinha ideia da dimensão que aquilo ia tomar. No fundo, foi meio um efeito bola de neve. Jamais poderia cogitar que haveria essa possibilidade de assumir essa posição”, salientou.

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Com a resposta, a indagação seguinte foi pontuando que o juiz não poderia, então, dizer que daqui a quatro anos ele não será candidato à Presidência. “Não, eu estou te falando que não vou ser. Eu não sou um político que... minto. Desculpe. Com todo respeito aos políticos. Mas assim, bons e maus políticos. Mas existem maus políticos que, às vezes, faltam com a verdade. Eu não tô faltando com a verdade”, garantiu.

“Alguns me criticaram por assumir esse cargo afirmando que eu havia traído um compromisso que eu afirmei no passado numa entrevista ao Estado de São Paulo, que jamais entraria pra política. Eu posso tá sendo ingênuo, mas eu estou sendo absolutamente sincero quando afirmo que, na minha visão, tô assumindo um cargo pra exercer uma função predominantemente técnica. Eu não me vejo num palanque, eu, candidato a qualquer espécie de cargo em eleições, isso não é a minha natureza”, chegou a dizer também pouco antes.

O juiz ainda fez questão de reforçar que não era político, mas sim um técnico no cargo de ministro, ao ser perguntado se ele era da classe e integrava a listagem dos que não mentem.  

“Não, eu sou uma pessoa que, na minha perspectiva, eu tô indo assumir um cargo predominantemente técnico… Não sou um político e não minto. Eu acho que a profissão da política é uma das mais nobres que existe. Você receber a confiança da população, do voto. Às vezes, essa confiança é traída. Mas é uma das mais belas profissões. Não tem qualquer demérito nisso. É uma questão mesmo de natureza e perfil”, frisou.

Após muitos questionamentos, o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) e a Corregedoria Regional Eleitoral, por meio de uma orientação conjunta informou aos eleitores, candidatos, partidos e coligações sobre uma dúvida constante: é permitido manifestar preferência por algum candidato no próximo dia 7 de outubro?

De acordo com o documento, os órgãos explicam que a manifestação por algum candidato é, sim, permitida até mesmo no vestuário desde que seja de “forma individual e silenciosa”. 

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A orientação conjunta também ressalta que não basta apenas a semelhança das roupas utilizadas para se configurar como uma padronização de vestuário. “A padronização do vestuário dos fiscais de partidos e coligações restará configurada, apenas, quando houver identidade concomitante de tonalidade de cor e de modelo de camisas", explica. 

O técnico Mauricio Barbieri se despediu oficialmente do Flamengo por meio de nota oficial. Demitido na manhã desta sexta-feira, o treinador disse que foi um prazer ter trabalhado “num dos maiores clubes do mundo”.

O treinador ainda apontou que um dos grandes motivos para as falhas no Flamengo este ano surgiu por causa do clima político no clube. O time terá eleições em outubro e as chapas estão em constante conflito por isso.

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O técnico que substituirá Barbieri será Dorival Junior, que ainda não foi anunciado oficialmente pelo clube. Eliminado pelo Corinthians nas semis da Copa do Brasil, o Rubro-Negro carioca mantém todos os seus esforços no Campeonato Brasileiro.

Confira a nota do treinador na íntegra:

"Foi um prazer trabalhar num dos maiores clubes do mundo. E fico satisfeito e orgulhoso, também, por ter ajudado na evolução de jovens talentos formados no clube e ter participado do crescimento profissional deles, o que sempre foi um lema no Flamengo.

É um ciclo que se encerra e, agora, fico na torcida para que o time conquiste o título brasileiro. E tem totais condições para isso. A pressão por resultados é muito intensa, até pela grandeza do clube, mas em ano eleitoral isso se aflora ainda mais. Que esse momento político turbulento não atrapalhe na reta final.

Tenho certeza de que deixo as portas abertas para poder, quem sabe um dia, voltar e fazer um novo trabalho. Só tenho a agradecer a toda diretoria, comissão técnica, jogadores e demais funcionários. E ao torcedor rubro-negro, que é soberano e faz a diferença”.

Por Thiago Herminio

A presidenciável Marina Silva (Rede) desembarcou nesta terça-feira (21), no Recife, para participar de um encontro no Porto Social, na Ilha do Leite. Após o evento, a candidata concedeu uma coletiva de imprensa onde foi questionada, entre outros temas, o que achava do também presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). Os dois protagonizaram os momentos mais tensos durante o debate promovido pela RedeTV, na última sexta-feira (17). Na ocasião, cara a cara com Bolsonaro, a ex-senadora chegou a dizer que ele achava que pode resolver tudo no grito e na violência. 

 Na resposta de hoje à jornalista, sem citar o nome de Bolsonaro, Marina falou sobre retrocessos. “Existem muitos retrocessos que estão acontecendo no Brasil. Um deles é o retrocesso político, um retrocesso político daqueles que tem saudosismo do autoritarismo, da ditadura, obviamente que não queremos que o Brasil volte para o período da falta de democracia”, declarou. 

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Ela também falou que o problema da violência não tem como ser resolvido com cada pessoa tendo uma arma para se defender. “O enfrentamento que a sociedade precisa dar aos problemas graves que nós estamos vivendo não tem como serem resolvidos em um passe de mágica e uma eleição não é o momento de você apresentar saídas muitas vezes enganosas para a população. O problema da violência será resolvido com a implementação do sistema único de segurança pública, será resolvido com apoio ao trabalho dos estados e dos municípios, que o Governo Federal em sucessivos governos ficou de costas para os estados”. 

Marina ainda disse que é preciso a formação continuada e salários justos para os policiais. “Mas também compreendendo que o problema da violência não é só polícia, é também justiça econômica, social, cuidar da vida das pessoas com educação de qualidade, com moradia digna, com transporte digno, nós temos que pensar nas políticas públicas de forma integrada e é por isso que o debate tem que ser um debate de ideias e de propostas, mas não pode ser apenas um rol de propostas sem propósitos. Temos que discutir propósitos, aonde queremos chegar e que país nós queremos ser. A partir disso estou participando da campanha”.

Quando se trata de falar sobre políticos, o cenário é de muito pessimismo e desgosto de forma geral entre os recifenses. O LeiaJá foi às ruas do Centro da capital pernambucana perguntar a opinião do povo em relação à classe política e quase com unanimidade as pessoas responderam com ceticismo e com falta de perspectiva de um Brasil no qual haja políticos éticos e preocupados com o povo. 

Em sua maioria, a resposta foi a mesma ao falar sobre os políticos: “Pedem votos, mas não cumprem as promessas”, “Só pensam em benefício próprio”, “Não ajudam as pessoas” foram algumas das declarações dos entrevistados marcadas por desabafos. Apesar disso, alguns eleitores acreditam que, caso as mulheres consigam ocupar o poder, é possível melhorar um pouco a situação. “Mulheres são menos corruptas”, disse um cidadão.

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Assim como já confirmado por um levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisas UNINASSAU, o povo continua a preferir o político que “rouba, mas faz”. Nesse contexto, ao LeiaJá muitos dos entrevistados citaram o nome do ex-presidente Lula como uma pessoa que fez algo, independente de ter sido corrupto ou não. “Não sei se vou votar este ano em algum político. Eu não sei se Lula roubou, eu não sei se ele deixou de roubar, mas meu voto foi para ele porque ele fez alguma coisa e até hoje se ele voltar para a política eu voto nele de novo”, disse o vendedor Robson Américo, 38 anos. 

Muitos pediram por uma oportunidade de melhorar de vida. “Queria um trabalho melhor porque a gente precisa. A gente trabalha na rua para não ficar em casa, mas a gente quer coisa melhor para a gente. Em tempo de voto eles não sabem bater na porta da gente, a gente dá o voto de bom coração e arruma até mais, mas está precisando é eles terem vergonha na cara e dar valor ao pobre porque pobre também é gente”, desabafou a recifense Elaine da Silva, 47 anos. 

 

O panorama corrobora um ranking elaborado, no ano passado, pelo Fórum Econômico Mundial que revela a descrença: o brasileiro é quem menos confia em seus políticos no mundo. No ano 2008, o Brasil estava na posição 122º entre 134 economias observadas. Em 2013, o país ficou na 136º de um total de 148 países avaliados. Em 2017, o Brasil ficou em último colocado. 

 

Primeiramente cotado para concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados e, agora, especulado para ser candidato a governador de Pernambuco pelo PDT, o advogado Túlio Gadêlha teceu críticas ao atual governador Paulo Câmara (PSB) durante participação no programa de Geraldo Freire. “Paulo Câmara não olha o projeto político, ele olha os números. Você acha que Ciro estivesse com 30 a 40%, Paulo estaria com Lula?”, questionou nesta sexta-feira (3). 

O namorado de Fátima Bernardes também falou que, até o momento, não recebeu nem convite oficial sobre disputar o pleito contra o pessebista e disse que tem uma boa relação com José Queiroz, ex-prefeito de Caruaru, que seria outro nome sondado. “José Queiroz é um grande quadro, mas não existe definição a nomes nem existe um convite formal. Tenho uma boa relação com ele”, falou. 

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O advogado vem afirmando que nunca pensou em ser candidato para ter um projeto político pessoal. “Nosso projeto sempre foi de grupo e, hoje, o grupo parece que está mais forte do que nunca”, ressaltou em entrevista ao LeiaJá

Nessa quinta-feira (2), Túlio também comentou a novela envolvendo o PSB e o PT. Ele lamentou “os acordos de cúpula” e ainda disse que se o PT permitir que barrem a candidatura de Marília, será o fim da legenda em Pernambuco. 

 

 

 

 

 

Em decisão nesta quarta-feira (25), o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) manteve a inelegibilidade da ex-governadora Rosinha Garotinho por oito anos, a contar de 2016. O TRE-RJ concluiu que houve abuso de poder político e econômico nas eleições de 2016.

No despacho, concluiu-se que Rosinha participou de um esquema de concessão e distribuição, de forma fraudulenta, do programa assistencial Cheque Cidadão, visando à obtenção de votos no pleito de 2016. Rosinha Garotinho pode recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

"De junho a julho de 2016, oficialmente, houve um acréscimo de 1.203 agraciados com o programa assistencial, o que se revela muito acima da média mensal de inclusão de novos beneficiários. A partir de julho de 2016, três meses antes do pleito, o número de beneficiários do aludido programa mais do que dobrou, alcançando o número de 30.470 beneficiários", disse, em seu voto, a relatora, desembargadora Cristiane Frota, .

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Também foram condenados Francisco Arthur de Souza Oliveira e Mauro José da Silva, candidatos, respectivamente, a prefeito e a vice-prefeito pela coligação Frente Popular Progressista de Campos nas eleições daquele ano, que tiveram o registro de candidatura cassado.

O advogado Carlos Azeredo informa que a defesa vai recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), instância que, de acordo com ele, tem revertido todas as decisões do TRE relacionadas ao caso. Azeredo reafirma que toda a Operação Chequinho é fruto de perseguição política e que, no caso do julgamento da ex-governadora Rosinha Garotinho, sequer houve perícia nas provas. 

Matéria republicada para inclusão de explicações da defesa da ex-governadora do Rio de Janeiro.

Não foi só o deputado federal Jarbas Vasconcelos (MDB) que saiu em defesa do governador Paulo Câmara (PSB), nesta quinta-feira (21), afirmando que o pessebista tem “largueza e firmeza”, após os Ferreira romper com a Frente Popular. O presidente estadual do PSB-PE, Sileno Guedes, também negou a crítica feita pela família de que o governo não é aberto ao diálogo. “Nos últimos anos não faltou ao governador Paulo Câmara capacidade de dialogar com todas as forças políticas de Pernambuco”, garantiu por meio de nota. 

Sileno foi mais direto ao afirmar que o grupo só visava um espaço por interesse político. “No processo eleitoral que se avizinha, o grupo familiar dos Ferreira enxerga apenas sua participação ocupando uma das vagas que disputará o Senado da República. Diante disso, entendemos que o atual afastamento, depois de quarenta e dois meses de presença no Governo do Estado e na Prefeitura do Recife, se dá unicamente no fato de termos demonstrado que não haverá espaço na futura chapa majoritária da Frente Popular para o referido grupo familiar, uma vez que não faz parte da história do nosso conjunto aceitar esse tipo de imposição”, alfinetou. 

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Ele, assim como outros aliados já afirmaram, disse que o governador enfrentou a crise “causada pelos problemas vindos de Brasília”, no entanto sem descuidar de investimentos como na área da segurança pública. 

 

 

O deputado federal Pastor Eurico (PEN) também expôs sua opinião sobre o pré-candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) durante uma entrevista ao Portal de Prefeitura. O parlamentar pernambucano se mostrou preocupado com o crescimento do presidenciável. “Surge o fator Bolsonaro, quem vem crescendo de uma forma assustadora, de tal forma que outro elemento vem trabalhando para inviabilizar a candidatura dele”, disse. 

No entanto, Eurico salientou que Bolsonaro precisa ter cautela para “não fazer besteira”. “Ele tem origem militar, então vai ser um governo militar? Não. Nem pode. É um governo democrático baseado nas prerrogativas da nossa legislação. Se o Bolsonaro entra e faz besteira, a Legislação o tira. Se ele fere a Carta Magna, vai também responder por isso”, ressaltou. 

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O parlamentar também falou sobre o ex-presidente Lula afirmando que não existe “preso político” no Brasil como muitos defensores de Lula argumentam. “Não existe preso político no Brasil. Já existiu. Hoje, não. Isso é uma falácia, um jogo esquerdopata nesse país. É vitimizar-se para tentar sensibilizar as pessoas. É público e notório que o direito de defesa foi dado a Lula”, opinou. 

Ele ainda criticou o vídeo no qual a presidente do PT, a senadora Gleisi Hoffmann, para o mundo árabe expondo a condenação de Lula. “Quem ela estava convocando? Àquele árabe empresário que investe no mundo, que investe no Brasil? Ele vai se passar para estar se envolvendo em questões políticas que estão acontecendo no país? Não. Eles estão chamando àqueles que têm um viés tal qual tem o Stédile [dirigente nacional do MST], que em nome dos sem-terra pegava em arma e ia lutar pela causa do Partido deles no país. É incitação à violência””, disparou.

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